ISSN 0103-5835 versão impressa

INSTRUÇÕES AOS AUTORES

 

I – Submissão do manuscrito

O original deverá ser limitado a 8.000 palavras e encaminhado preferencialmente ao Jornal de Psicanálise, através de correio eletrônico jornaldepsicanalise@sbpsp.org.

Quando enviado por correio postal, utilizar cópia em CD em formato Word (*.doc) e encaminhar para:

Jornal de Psicanálise
Instituto de Psicanálise da SBPSP
Av. Cardoso de Mello, 1450, 9º Andar
Cep: 04548-005 – São Paulo – SP

II – Apresentação do manuscrito

O Jornal de Psicanálise baseia-se nas normas da American Psychological Association (APA) no que diz respeito à apresentação das citações no texto e das referências.

A apresentação dos manuscritos deverá obedecer à seguinte seqüência:

1 – Folha de rosto identificada, contendo:

– Título do trabalho em português, espanhol e inglês.
– Nome completo e afiliação institucional de cada um dos autores.
– Nota de rodapé com endereço completo para correspondência, incluindo CEP, telefone e endereço eletrônico, de cada um dos autores.
– Nota de rodapé com informações sobre apoio institucional, agradecimentos, origem do trabalho (apresentação em evento, derivado de dissertação ou tese) e outras informações eticamente necessárias.

2 – Folha de rosto sem identificação, contendo apenas:

Título do trabalho em português, espanhol e inglês.

3 – Resumo e palavras-chave:

O resumo e as palavras-chave devem ser apresentados em português, inglês (summary and keywords) e espanhol (resumen e palabras-clave), e devem ser apresentados após as referências bibliográficas. O resumo deve conter aproximadamente 150 palavras e, recomendamos um máximo de 5 palavras-chave.

4 – Texto

4.1 – Citações no texto

4.1.1 – Citação de autores no texto

As citações devem ser apresentadas pelo sobrenome do(s) autor(es) seguido(s) do ano da publicação original. Nas citações com dois autores, os sobrenomes, quando citados no texto, devem ser ligados por “e” (no caso do texto ser em português), por “and” (quando texto for em inglês) e por “y” (quando o texto for em espanhol); quando citados entre parênteses devem ser ligados pelo símbolo “&”. Exemplo: Pessanha e Forones (2003) ou (Pessanha & Forones, 2003).

Quando citações com três a cinco autores aparecem pela primeira vez no texto, todos os autores devem ser citados. Nas citações seguintes, é exigido apenas o sobrenome do primeiro autor seguido de “et al”.

Exemplo de primeira citação de três a cinco autores:

Azevedo, Menezes e Meyer (1999) ou (Azevedo, Menezes & Meyer, 1999)

Exemplo das citações seguintes:

Azevedo et al. (2005) ou (Azevedo et al., 2005)

OBS.: Na lista final de referências todos os nomes dos autores deverão ser citados.

No caso de citação com seis ou mais autores deve ser mencionado o sobrenome do primeiro autor seguido de “et al”. Exemplo: Bicudo et al. (1967) ou (Bicudo et al., 1967).

Na lista final de referências devem ser citados apenas o sobrenome e iniciais dos seis primeiros autores, enquanto que para os autores subseqüentes (se houver) deve ser utilizada a expressão “et al.”. Exemplo: Bicudo, V. L., Marcondes, D., Uchôa, D. de M., Gill, M. J, Melsohn, I., Paiva, L. M. de et al. (1967). Édipo Rei: comentários sobre a peça Édipo Rei. Revista Brasileira de Psicanálise, 1(2), 218-239.

No caso de uma citação de vários autores para uma mesma idéia deve ser obedecida a ordem alfabética de seus sobrenomes. Exemplo: Badaines (1976), Biller (1968, 1969) ou (Badaines, 1976; Biller, 1968, 1969).

No caso de citações de autores com mesmo sobrenome, devem ser indicadas as iniciais dos prenomes. Exemplo: M. M. Oliveira (1983) e V. M. Oliveira (1984) ou (M. M. Oliveira, 1983; V. M. Oliveira, 1984).

No caso de documentos com diferentes datas de publicação e um mesmo autor, cita-se o sobrenome do autor e os anos de publicação em ordem cronológica. Exemplo: Merleau-Ponty (1942, 1960, 1966) ou (Merleau-Ponty, 1942, 1960, 1966).

Em citações de documentos com a mesma data de publicação e mesmo autor, deve-se acrescentar letras minúsculas após o ano da publicação. Exemplo: Rogers (1973a, 1973b, 1973c) ou (Rogers, 1973a, 1973b, 1973c).

Documentos cujo autor é uma entidade coletiva devem ser citados pelo nome da entidade por extenso, seguido do ano da publicação. Exemplo: American Psychological Association (2001) ou (American Psychological Association, 2001).

4.1.2 – Citação obtida através de canais informais (aula, conferência, comunicação pessoal, endereço eletrônico etc.)

Acrescentar a informação entre parênteses após a citação. Exemplo: (Informação verbal, 19 de setembro de 2003).

4.1.3 – Citação de obras antigas e reeditadas

Citar a data da publicação original seguida da data da edição consultada. Exemplo: Freud (1898/1976) ou (Freud, 1898/1976).

4.1.4 – Citação textual

No caso de transcrição literal de um texto, esta deve ser delimitada por aspas duplas, seguidas do sobrenome do autor, data e página citada. No caso de citação de trecho com 40 ou mais palavras, esta deve ser apresentada em parágrafo separado, sem aspas duplas, cuja margem esquerda deve ter cinco espaços terminando com margem esquerda sem recuo. Toda a citação deve ser escrita em uma fonte menor.

Atenção: Na citação de depoimento ou transcrição de entrevista, as falas devem ser apresentadas em itálico, e sua forma de apresentação deve seguir a orientação apontada acima (citação textual).

4.1.5 – Citação indireta

Na citação indireta, ou seja, aquela cuja idéia é extraída de outra fonte, utilizar a expressão “citado por” (no caso de o texto ser em inglês, “as cited in” e assim por diante). Exemplo: Para Matos (1990) citado por Bill (1998) ou Para Matos (1990, citado por Bill, 1998).

OBS.: Nas referências mencionar apenas as obras consultadas (no caso, Bill, 1998).

4.1.6 – Citação de trabalhos em vias de publicação

Cita-se o sobrenome do(s) autor(es) seguido da expressão “no prelo”. Exemplo: (Magdaleno Jr., no prelo) ou Magdaleno Jr. (no prelo).

OBS.: No caso de o texto estar redigido em inglês, “in press”.

4.1.7 – Citação de Homepage ou Web Site

Cita-se o endereço eletrônico de preferência entre parênteses após a informação. Exemplo: (www.bvs-psi.org.br).

OBS.: Não é necessário listá-lo na relação de Referências no final do texto.

4.1.8 – Pontuação e grafia na citação textual

A grafia e a pontuação de uma citação textual devem obedecer às utilizadas pelo autor do documento consultado.

4.2 – Notas de rodapé

As notas de rodapé devem ser evitadas sempre que possível; no entanto, quando apontadas no corpo do texto devem ser indicadas com números arábicos seqüenciais, imediatamente depois da frase a que digam respeito. As notas devem ser apresentadas no rodapé da mesma página. Os autores mencionados nas citações devem ser apresentados nas referências, não em nota de rodapé.

4.3 – Referências

Devem ser apresentadas no final do artigo. Sua disposição deve ser em ordem alfabética do último sobrenome do autor e constituir uma lista encabeçada pelo título Referências. No caso de mais de uma obra de um mesmo autor, as referências deverão ser dispostas em ordem cronológica de publicação.

OBS.: Transcrição dos elementos

Autor

Indica(m)-se o(s) autor(es) pelo último sobrenome, em letras minúsculas, seguido(s) do(s) prenome(s) abreviados.

Título

Os títulos e subtítulos devem ser separados por dois pontos.

Local de publicação

O nome do local (cidade de publicação) deve ser indicado conforme figura no documento, seguido da sigla do Estado.

Cidades reconhecidas internacionalmente não necessitam que se informe o Estado ou país. Exemplo: Paris, New York, Chicago.

No caso de cidades brasileiras, adotamos mencionar o Estado apenas para as cidades que não sejam capitais.

Exemplo: Petrópolis, RJ; Campinas, SP; São Paulo; Porto Alegre; Rio de Janeiro.

Quando o local não for identificado, utilizar a expressão [s.l.]

Editora

Indicar tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes. Suprimir as palavras que designam a natureza jurídica ou comercial. Quando a editora não é identificada, utilizar a expressão [s.n.]

Exemplos de referência:

4.3.1 – Livros

Com autoria

Amati Mehler, J., Argentieri, S., Canestri, J. (2005). A babel do inconsciente: língua materna e línguas estrangeiras na dimensão psicanalítica [La babele dell’inconscio: lingua madre e lingue straniere nella dimensione psicoanalitica]. Rio de Janeiro: Imago.

Aulagnier, P. (1978). La violence de l’interpretation. Paris: PUF.

Grier, F. (Ed.). (2005). Oedipus and the couple (The Tavistock Clinic Series) London: Karnac.

Hargreaves, E. & Varchevker, A. (Eds.). In pursuit of psychic change: The Betty Joseph workshop. Hove: Brunner-Routledge, 2004.

Com autoria institucional

American Psychological Association. (2001). Publication manual of the American Psychological Association (5th ed). Washington, DC: Author.

École des Sciences Criminologiques León Cornil. (1998). La pédophilie: Approche pluridisciplinaire. Bruxelles: Bruylant.

OCAL. (1992). Psicoanalisis: La ilusion interrogada. Montevideo: OCAL.

Sem autoria específica – Entrada pelo título da obra

The world of learning (41st ed.). (1991). London: Europa.

Com indicação de edição

Eco, U. (1989). O pêndulo de Foucault (3ª ed.). Rio de Janeiro: Ed. Record.

Foucault, M. (1980). História da sexualidade: a vontade de saber (3ª ed.). Rio de Janeiro: Graal.

Milner, M. (1967). On not being able to paint (2nd ed.). New York: IUP.

Prado Jr., B. (2000). Alguns ensaios: filosofia, literatura, psicanálise (2ª ed.). São Paulo: Paz e Terra.

Com indicação de tradutor

Mijolla, A. de (Org.). (2005). Dicionário internacional de psicanálise: conceitos, noções, biografias, obras, eventos, instituições (A. Cabral, trad.). Rio de Janeiro: Imago.

Com indicação da data e título da edição original

Merleau-Ponty, M. (1994). Fenomenologia da percepção (C. A. R. Moura, trad.). São Paulo: Martins Fontes. (Trabalho original publicado em 1945. Título original: Phénoménologie de la perception).

Bion, W. R. (1994). Estudos psicanalíticos revisados (W. M. de M. Dantas, trad., 3ª ed.). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1967. Título original: Second thoughts)

Com indicação do título traduzido

Merleau-Ponty, M. (1964). Le visible et l’invisible [O visível e o invisível]. Paris: Gallimard.

Com indicação de volumes

Carterette, E. C., & Friedman, M. P. (Eds.). (1974-1978). Handbook of perception (Vol. 1-10) New York: Academic Press.

Spillius, E. B. (Ed.). (1990). Melanie Klein hoje, desenvolvimentos da teoria e da técnica. Vol. 2: Artigos predominantemente técnicos. Rio de Janeiro: Imago.

Capítulo de livro

Chauí, M. (1998). Notas sobre cultura popular. In P. S. Oliveira (Org.), Metodologia das ciências humanas (pp. 165-182). São Paulo: Hucitec; UNESP.

Williams, M. H. (2005). Creativity and the countertransference. In M. H. Williams, The vale of soul making: The post-kleinian model of the mind and its poetic origins (pp. 175-182). London: Karnac.

Klein, M. (1962). Amor, culpa e reparação. In M. Klein & J. Riviere, Vida emocional dos civilizados (pp. 57-113). Rio de Janeiro: Zahar.

Capítulo de livro com indicação da data da edição original

Freud, S. (1977). Histeria. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (J. Salomão, trad., Vol. 1, pp. 77-102). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1888)

Freud, S. (1973). El yo y el ello. In S. Freud, Obras completas (L. López-Ballesteros & De Torres, trads., 3ª ed., Vol. 3, pp. 2701-2728). Madrid: Biblioteca Nueva. (Trabalho original publicado em 1923)

4.3.2 – Periódicos científicos

Edição completa (Fascículo)

Green, A. (Dir.). (2001). Courants de la psychanalyse contemporaine [Numéro hors série]. Revue Française de Psychanalyse, 65.

Artigos

Bicudo, V. L. (1989). Conversando sobre formação. Jornal de Psicanálise, 22(44), 13-20.

Tuckett, D. (2005). Does anything go?: Towards a framework for the more transparent assessment of psychoanalytic competence. International Journal of Psychoanalysis, 86(1), 31-49.

Artigo publicado em suplemento

Kernberg, O. (1993). Discussion: Empirical research in psychoanalysis. Journal of the American Psychoanalytic Association, 41(Suppl.), 369-380.

Artigo em via de publicação (no prelo)

Magdaleno Jr., R. (no prelo). A função da identidade psicanalítica: apreensão do método como incorporação de uma ética. Jornal de Psicanálise.

4.3.3 – Revista de divulgação

Texto publicado

Diatkine, R. (1993, 17 de março). Histórias sem fim. Veja, 26(11), p.7-9.

4.3.4 – Jornal

Artigo

Frayze-Pereira, J. A. (1998, 22 de maio). Arte destrói a comunicação comum e instaura a incomum. Folha de S. Paulo, São Paulo, Caderno 5, p. 24.

Entrevista publicada

Costa, J. F. (1995, 3 de dezembro). Um passeio no jardim sexológico [Entrevista com Manuel da Costa Pinto]. Folha de S. Paulo, p. 5.

Atenção: No caso de Depoimento=...[Depoimento...].

4.3.5 – Eventos científicos (Congressos, Seminários, Simpósios etc.)

Publicado em resumos ou anais

Perrini, E. (2000). A psicanálise além do divã: na instituição, na supervisão e na psicoterapia. In Anais do II Encontro de Psicanálise do Núcleo de Psicanálise de Campinas e Região (pp. 65-67). Campinas, SP: NPCR, 2000.

Thiers, V. O., Seabra, A. G., Macedo, E. C., Arbex, S. M., Feitosa, M. D., & Capovilla, F. C. (1993). PCS-Comp: Picture Communication Symbols System: versão computadorizada. In Resumos de Comunicações Científicas, III Congresso Interno do Núcleo de Pesquisa em Neurociências e Comportamento da Universidade de São Paulo (p. 15). São Paulo: Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo.

Publicado como artigo

Pacheco e Silva Filho, A. C. (1972). O mito, complexo, dos vampiros: sua importância psicológica e psicopatológica. Jornal de Psicanálise, 6(18), 18-22. Trabalho apresentado no 3º Congresso Brasileiro de Psicanálise, São Paulo.

Não publicado

Franco Filho, O. de M. (1996). O campo da transferência e a contratransferência na formação analítica: quando o analista é também professor. Trabalho apresentado no Pré-Congresso Didático, 18, Monterrey, México.

4.3.6 – Dissertação de Mestrado e Teses

Herrmann, L. A. F. (2004). Andaimes do real: a construção de um pensamento. Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

Vidille, W. F. (2005). Práticas terapêuticas entre indígenas do Alto Rio Negro: reflexões teóricas. Dissertação de Mestrado, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Atenção: No caso de teses ou dissertações publicadas seguir o modelo de referenciação de livro no todo.

4.3.7 – Trabalho não publicado

Franco Filho, O. de M. (1996). O campo da transferência e a contratransferência na formação analítica: quando o analista é também professor. Texto não publicado.

4.3.8 – Documentos extraídos de fontes eletrônicas

Artigo de periódico

Paiva, G. J. (2000). Dante Moreira Leite: um pioneiro de psicologia social no Brasil. Psicologia USP, 11(2). Recuperado em 12 de março de 2001, da SciELO (Scientific Eletronic Library On Line): http://www.scielo.br.

Resumo de artigo de periódico

Bernardino, L. M.F. (2001). A clínica das psicoses na infância: Impasses e invenções [Resumo]. Estilos da Clínica: Revista sobre a Infância com Problemas, 6(11), 82-91. Recuperado em 09 de janeiro de 2003, da Base de Dados Index Psi Periódicos: http://www.bvs.psi.org.br.

Texto

Glover, N. (2005). Art, creativity and the potential space. In N. Glover. Psychoanalytic aesthetics: The British School. London: Free Associations. Texto recuperado em 14 de março de 2005: http://human-nature.com/free-associations/glover/chap6.html.

4.4 – Imagens e ilustrações

Na apresentação de imagens como fotografias, desenhos e gráficos (estritamente necessários à clareza do texto) assinalar, no texto, pelo seu número de ordem, os locais onde deverão ser intercalados. Apresentar imagens de boa qualidade de fotografias, gráficos ou desenhos, com tamanho máximo de 100mm x 150mm. Como a imagem poderá sofrer redução, enviar preferencialmente com extensão TIFF. As imagens originais devem ser enviadas separadas do artigo, ainda que estejam no artigo original. Se as imagens enviadas já tiverem sido publicadas, mencionar a fonte e a permissão para reprodução.

III – Procedimentos do Corpo Editorial e do Conselho Editorial/Consultores

Os manuscritos deverão ser encaminhados ao Corpo Editorial da revista de acordo com as condições acima descritas. Os originais serão submetidos à aprovação do Corpo Editorial, e/ou de consultores ad hoc. Os consultores não serão informados das identidades dos autores e de suas afiliações institucionais. Os autores dos manuscritos também não terão conhecimento das identidades dos consultores.

Após análise dos manuscritos, os consultores emitem por escrito os pareceres: aprovado, aprovado com recomendações e/ou sugestões ou rejeitado para publicação. O Jornal de Psicanálise conta com consultores qualificados que procuram emitir pareceres construtivos aos trabalhos dos autores. As cópias dos pareceres dos consultores serão fornecidas na íntegra aos autores do trabalho. No entanto, caberá ao Corpo Editorial a decisão final acerca da publicação ou não do manuscrito.

O Corpo Editorial da revista reserva-se, também, o direito de fazer pequenas modificações no texto dos autores durante o processo de editoração gráfica.

IV – Direitos autorais

Os direitos autorais de todos os artigos publicados pertencem ao Jornal de Psicanálise. A reprodução total dos artigos em outras publicações requer autorização por escrito do Corpo Editorial da revista.

V – Publicação eletrônica

O Jornal de Psicanálise é uma publicação disponibilizada a seus leitores tanto na forma gráfica tradicional como também na versão eletrônica, através de diversos bancos de dados de referência na área. Sendo assim, os artigos aceitos serão publicados, automaticamente e integralmente, em ambas as formas – gráfica e eletrônica.

O Corpo Editorial da revista reserva-se, também, o direito de definir quais serão os bancos de dados para os quais a revista será disponibilizada em sua versão eletrônica.

 

 

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