Scielo RSS <![CDATA[Psicologia Clínica]]> http://pepsic.bvsalud.org/rss.php?pid=0103-566520260001&lang=en vol. 38 num. lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://pepsic.bvsalud.org/img/en/fbpelogp.gif http://pepsic.bvsalud.org <![CDATA[AMY-DAILY: A POTENTIAL TOOL FOR THERAPISTS TO MONITOR AND FOSTER CLIENTS’ COPING SKILLS]]> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652026000100601&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Problem-solving is essential for mental health and emotional well-being. Emotion-Centered Problem-Solving Therapy (EC-PST) is a diathesis-stress-based model that promotes strategies for emotional regulation and adaptive coping. This article presents the AMY-Daily tool, a ten-step tool that could serve as a potential instrument to assist therapists in monitoring their clients’ coping strategies, encouraging reflection on challenges, promoting externalization of thoughts and emotions, and enhancing adaptive solutions. AMY-Daily is based on the four intervention mechanisms of EC-PST: systematic planning, reduction of cognitive overload, motivation for action, and emotional regulation. Although promising, the AMY-Daily remains a proposal for a potential tool for clinical use and still lacks empirical validation. It is concluded that AMY-Daily could be an innovative resource in EC-PST, contributing to the promotion of coping and emotional regulation skills. Further studies should investigate its effectiveness in different clinical contexts.<hr/>RESUMO A resolução de problemas é essencial para a saúde mental e o bem-estar emocional. A Terapia de Solução de Problemas Centrada nas Emoções (EC-PST) é um modelo baseado no diátese-estresse que promove estratégias para a regulação emocional e o enfrentamento adaptativo. Este artigo apresenta a ferramenta AMY-Daily, uma ferramenta com dez passos que pode servir como um instrumento potencial para auxiliar terapeutas no monitoramento das estratégias de enfrentamento de seus clientes, incentivando a reflexão sobre os desafios, promovendo a externalização de pensamentos e emoções, e aprimorando soluções adaptativas. A AMY-Daily se baseia nos quatro mecanismos de intervenção da EC-PST: planejamento sistemático, redução da sobrecarga cognitiva, motivação para a ação e regulação emocional. Embora promissora, a AMY-Daily ainda é uma proposta de ferramenta potencial para uso clínico e carece de validação empírica. Conclui-se que a AMY-Daily pode ser um recurso inovador na EC-PST, contribuindo para a promoção de habilidades de enfrentamento e regulação emocional. Estudos futuros devem investigar sua eficácia em diferentes contextos clínicos.<hr/>RESUMEN La resolución de problemas es esencial para la salud mental y el bienestar emocional. La Terapia de Solución de Problemas Centrada en las Emociones (EC-PST) es un modelo basado en diátesis-estrés que promueve estrategias para la regulación emocional y el afrontamiento adaptativo. Este artículo presenta la herramienta AMY-Daily, una herramienta de diez pasos que podría servir como un instrumento potencial para ayudar a los terapeutas a monitorear las estrategias de afrontamiento de sus clientes, fomentar la reflexión sobre los retos, promover la externalización de pensamientos y emociones, y mejorar las soluciones adaptativas. La AMY-Daily se basa en los cuatro mecanismos de intervención de EC-PST: planificación sistemática, reducción de la sobrecarga cognitiva, motivación para la acción y regulación emocional. Aunque prometedora, AMY-Daily todavía es una herramienta propuesta para un posible uso clínico y carece de validación empírica. Se concluye que AMY-Daily puede ser un recurso innovador en EC-PST, que contribuye a la promoción de habilidades de afrontamiento y regulación emocional. Estudios futuros deben investigar su eficacia en diferentes contextos clínicos. <![CDATA[THE THERAPEUTIC ALLIANCE IN ONLINE THERAPY: A THEORETICAL AND REFLECTIVE REVIEW]]> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652026000100602&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A aliança terapêutica tem se consolidado como um fator fundamental para os resultados da psicoterapia online. Embora seus efeitos sejam semelhantes aos observados na terapia presencial, é fundamental compreender as diferenças qualitativas entre essas modalidades de atendimento para aprimorar tanto a pesquisa quanto a prática clínica. Este estudo apresenta uma discussão sobre a aliança terapêutica na terapia online, focando especialmente no conceito, na avaliação e no papel da aliança no processo psicoterapêutico na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por meio de uma revisão narrativa da literatura. Os estudos na área demonstram pouca preocupação em considerar fatores inerentes ao processo psicoterapêutico na terapia online ao definir e avaliar a aliança, ainda que alguns autores defendam que a tecnologia deva ser considerada como parte integrante da aliança terapêutica e sugiram a necessidade de adaptações conceituais e nos métodos de avaliação. Nesse sentido, o conceito de aliança adotado na psicoterapia presencial é comumente transposto para o contexto online sem reservas, o que afeta sua avaliação. Por fim, estudos sugerem que a terapia por videoconferência pode atuar como facilitadora da aliança terapêutica na TCC. Em síntese, este estudo oferece importantes reflexões sobre a aliança terapêutica na terapia online, que podem contribuir para as discussões teóricas nesse campo.<hr/>ABSTRACT The therapeutic alliance has been consolidated as a key factor in online psychotherapy outcomes. Although its effects are similar to those observed in face-to-face therapy, it is essential to understand the qualitative differences between these modalities in order to enhance both research and clinical practice. This study presents a discussion about the therapeutic alliance in online therapy, focusing particularly on its concept, assessment, and role in the psychotherapeutic process within Cognitive-Behavioral Therapy (CBT), through a narrative literature review. Research in the field shows limited concern with considering factors inherent to the psychotherapeutic process in online therapy when defining and assessing the alliance, even though some authors argue that technology should be regarded as an integral part of the therapeutic alliance and suggest the need for conceptual adaptations and in assessment methods. In this sense, the concept of alliance adopted in face-to-face psychotherapy is often transferred to the online context without reservation, which affects its assessment. Finally, studies suggest that videoconference-based therapy may act as a facilitator of the therapeutic alliance in CBT. In summary, this study offers important reflections on the therapeutic alliance in online therapy, which may contribute to theoretical discussions in this field.<hr/>RESUMEN La alianza terapéutica se ha consolidado como un factor fundamental para los resultados de la psicoterapia en línea. Aunque sus efectos son similares a los observados en la terapia presencial, es esencial comprender las diferencias cualitativas entre estas modalidades de atención para mejorar tanto la investigación como la práctica clínica. Este estudio presenta una discusión sobre la alianza terapéutica en la terapia en línea, centrando la atención especialmente en su concepto, evaluación y papel en el proceso psicoterapéutico dentro de la Terapia Cognitivo-Conductual (TCC), a partir de una revisión narrativa de la literatura. Los estudios en el área muestran una escasa preocupación por considerar los factores inherentes al proceso psicoterapéutico en la terapia en línea al definir y evaluar la alianza, aunque algunos autores sostengan que la tecnología debe considerarse como parte integrante de la alianza terapéutica y sugieran la necesidad de adaptaciones conceptuales y en los métodos de evaluación. En este sentido, el concepto de alianza adoptado en la psicoterapia presencial se suele trasladar al contexto en línea sin reservas, lo que afecta su evaluación. Finalmente, los estudios sugieren que la terapia por videoconferencia puede actuar como facilitadora de la alianza terapéutica en la TCC. En síntesis, este estudio ofrece importantes reflexiones sobre la alianza terapéutica en la terapia en línea, que pueden contribuir a las discusiones teóricas en este campo. <![CDATA[‘OF MY CHILD, I TAKE CARE’: RELATIONSHIPS BETWEEN PARENTAL-FILIAL CODEPENDENCY, PERSONALITY, AND ATTACHMENT]]> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652026000101401&lng=en&nrm=iso&tlng=en ABSTRACT Codependency can be understood as a compulsion to care for another individual, where a dysfunctional relationship is established, resulting in losses and suffering for both parties. In parenting contexts, codependent relationships may exceed the bounds of care and hinder the development of children. However, studies on parental-filial codependency are scarce. This study aimed to explore codependency relationships between parents and children, caregiver personality traits and attachment style. A questionnaire was answered by 487 Brazilian adults with children, of whom 79.7% were women, with an average age of 46.9 years. The findings revealed weak to moderate correlations, negative between codependency and the personality factors extroversion, agreeableness, conscientiousness, and openness to new experiences, and positive ones with the neuroticism factor and the anxiety dimension of attachment. Women and primary caregivers presented higher codependency levels. This study provides new evidence on codependency in parental contexts and underscores the need for targeted interventions.<hr/>RESUMO A codependência pode ser compreendida como uma compulsão por cuidar de outro indivíduo, na qual se estabelece um relacionamento disfuncional com prejuízos e sofrimento para ambas as partes. No contexto da parentalidade, relacionamentos com codependência podem ultrapassar os limites do cuidado e prejudicar o desenvolvimento das crianças. No entanto, estudos sobre a codependência parental-filial são escassos. Este estudo buscou examinar relações de codependência entre pais e filhos, traços de personalidade e estilo de apego do cuidador. Responderam a um questionário 487 adultos brasileiros com filhos, dos quais 79,7% eram mulheres, com média de idade de 46,9 anos. Correlações fracas a moderadas foram encontradas, negativas entre a codependência e os fatores de personalidade extroversão, amabilidade, responsabilidade e abertura a novas experiências, e positivas com o fator neuroticismo e a dimensão ansiedade do apego. Mulheres e cuidadores primários apresentaram níveis mais altos de codependência. Este estudo fornece novas evidências sobre a codependência em contextos parentais e destaca a necessidade de intervenções direcionadas.<hr/>RESUMEN La codependencia puede entenderse como una compulsión por cuidar de otro individuo, en la que se establece una relación disfuncional con pérdidas y sufrimiento para ambas partes. En la crianza de hijos, las relaciones codependientes pueden exceder los límites del cuidado y perjudicar el desarrollo de los niños. Sin embargo, los estudios sobre la codependencia padre-filial son escasos. Este estudio buscó examinar relaciones de codependencia entre padres e hijos, rasgos de personalidad y estilo de apego del cuidador. Respondieron a un cuestionario 487 adultos brasileños con hijos, de los cuales el 79,7% eran mujeres, con una edad media de 46,9 años. Se encontraron correlaciones débiles a moderadas, negativas entre la codependencia y los factores de personalidad extroversión, amabilidad, responsabilidad y apertura a nuevas experiencias, y positivas con el factor neuroticismo y la dimensión ansiedad del apego. Las mujeres y los cuidadores primarios presentaron niveles más altos de codependencia. Este estudio aporta nuevas evidencias sobre la codependencia en contextos parentales y resalta la necesidad de intervenciones específicas. <![CDATA[ONLINE INTERVENTION PROMOTING PARENTAL REFLEXIVE FUNCTION DURING THE COVID-19 PANDEMIC]]> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652026000101402&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo A Função Reflexiva Parental (FRP) é uma habilidade necessária para a sensibilidade materna, para a regulação emocional do bebê e para a instauração de um apego seguro. Constitui-se de elementos conscientes e inconscientes, e sofreu influência de situações estressoras como a prematuridade e o isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Assim, o objetivo deste estudo foi compreender como a Intervenção Psicológica para o Favorecimento da Função Reflexiva Parental (IPFFRP) on-line repercute na interação mãe-bebê e na função reflexiva parental (FRP) durante os 12 meses de vida de bebês prematuros que passaram por internação em UTIN em decorrência de seu nascimento, no contexto da pandemia de Covid-19. Trata-se de um estudo de casos múltiplos, qualitativo, de intervenção, exploratório, descritivo e longitudinal. Participaram quatro díades mãe-bebê prematuro. Utilizou-se a Filmagem de Interação Livre mãe-bebê, o Parental Reflective Functioning Questionnaire (PRFQ – versão brasileira) e a Entrevista de Interação e de Intervenção Pós-Alta. Avaliaram-se os achados pelas categorias FRP e a Organização Interativa Mãe-Bebê, e Concepções Maternas sobre a IPFFRP e suas Repercussões. Os resultados apontaram maior FRP, sensibilidade materna e responsividade do bebê. Concluiu-se que a intervenção on-line é capaz de favorecer a FRP e melhorar a interação mãe-bebê, e pode constituir um instrumento psicoterápico psicanalítico em atendimentos clínicos breves on-line.<hr/>Abstract The Parental Reflective Function (PRF) is a necessary skill for maternal sensitivity, infant emotional regulation, and the establishment of secure attachment. It consists of both conscious and unconscious elements and was influenced by stressors such as prematurity and social isolation during the Covid-19 pandemic. Thus, the aim of this study was to understand how the online Intervention for the Favoring of the Parental Reflective Functioning (IPFRF) affects the mother-baby interaction and the parental reflective function (FRP) during the 12 months of life of premature babies who were admitted to the NICU because of their birth, in the context of the Covid-19 pandemic. It is a qualitative, interventional, exploratory, descriptive, and longitudinal multiple-case study. Four mother-premature baby dyads participated. The Mother-Baby Free Interaction Filming, the Parental Reflective Functioning Questionnaire (PRFQ – Brazilian version), and the Interaction and Post-Discharge Intervention Interview were used. The findings were evaluated by the categories PRF and the Mother-Baby Interactive Organization, as well as Maternal Conceptions about the IPFRF and its Repercussions. The results showed greater FRP, maternal sensitivity, and baby responsiveness. It was concluded that online intervention can favor FRP and mother-infant interaction and improve mother-infant interaction, potentially serving as a psychoanalytic psychotherapeutic tool in brief online clinical interventions.<hr/>Resumen La Función Reflexiva Parental (FRP) es una habilidad necesaria para la sensibilidad materna, la regulación emocional del bebé y el establecimiento de un apego seguro. Está compuesta de elementos conscientes e inconscientes, y fue influenciada por factores estresantes como la prematuridad y el aislamiento social durante la pandemia de Covid-19. Así, el objetivo de este estudio fue comprender cómo la Intervención Psicológica para Favorecer la Función Reflexiva Parental (IPFRFP) en línea afecta la interacción madre-bebé y el funcionamiento reflexivo parental (FRP) durante los 12 meses de vida de bebés prematuros que fueran hospitalizados en la UCIN como consecuencia de su nacimiento, en el contexto de la pandemia de Covid-19. Es un estudio de caso múltiple, cualitativo, de intervención, exploratorio, descriptivo y longitudinal. Participaron cuatro díadas madre-bebé prematuro. Se utilizaron la Filmación de Interacción Libre Madre-Bebé, el Cuestionario de Funcionamiento Reflexivo Parental (PRFQ – versión brasileña) y la Entrevista de Interacción y de Intervención Posalta. Los hallazgos fueron evaluados por las categorías FRP y la Organización Interactiva Madre-Bebé, y Concepciones Maternas sobre la IPPFRP y sus Repercusiones. Los resultados mostraron mayor FRP, sensibilidad materna y capacidad de respuesta del bebé. Se concluyó que la intervención en línea es capaz de promover la FRP y mejorar la interacción madre-bebé, y puede constituir una herramienta psicoterapéutica psicoanalítica en intervenciones clínicas breves en línea. <![CDATA[SOCIAL SKILLS TRAINING WITH ELEMENTARY SCHOOL CHILDREN]]> http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652026000101403&lng=en&nrm=iso&tlng=en RESUMO A infância é uma fase desafiadora, na qual transtornos como ansiedade e depressão podem comprometer o desenvolvimento emocional. Este estudo teve como objetivo verificar se a aquisição de habilidades sociais, por meio de um Treinamento de Habilidades Sociais (THS), poderia reduzir indicadores de sofrimento psíquico. Trata-se de um delineamento quase experimental, com pré e pós-teste e comparação entre grupos. Participaram 23 crianças, com idades entre 7 e 12 anos (M=8,39; DP=1,87), matriculadas numa escola do Rio de Janeiro. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Sistema de Habilidades Sociais, Problemas de Comportamento e Competência Acadêmica para Crianças; Escala Spence de Ansiedade Infantil; e Inventário de Depressão Infantil. A análise de dados incluiu os testes de Mann-Whitney e de Wilcoxon, e o Método JT. Os resultados indicaram que a intervenção promoveu habilidades sociais e reduziu sintomas de depressão e ansiedade no grupo quase experimental. Nesse grupo, observaram-se melhorias consistentes, especialmente em Autocontrole/Civilidade e Assertividade, fatores associados à redução dos sintomas depressivos. Conclui-se que o THS é uma estratégia viável para promover o bem-estar emocional infantil e reduzir os sintomas psicopatológicos.<hr/>ABSTRACT Childhood is a challenging stage, during which disorders such as anxiety and depression can compromise emotional development. This study aimed to verify whether the acquisition of social skills, through a Social Skills Training (SST) program, could reduce indicators of psychological distress. A quasi-experimental design was used, with pre- and post-tests and group comparisons. Twenty-three children aged 7 to 12 years (M=8.39, SD=1.87), enrolled in a school in Rio de Janeiro, participated in the study. The instruments used were: Social Skills Rating System; Spence Children’s Anxiety Scale; and Children’s Depression Inventory. Data analysis included the Mann-Whitney test, the Wilcoxon test, and the JT method. Results indicated that the intervention promoted social skills and reduced symptoms of depression and anxiety in the quasi-experimental group. Consistent improvements were observed in this group, especially in Self-Control/Civility and Assertiveness, factors associated with reduced depressive symptoms. It is concluded that SST is a feasible strategy for promoting children’s emotional well-being and for reducing psychopathological symptoms.<hr/>RESUMEN La infancia es una etapa desafiante, en la que trastornos como la ansiedad y la depresión pueden comprometer el desarrollo emocional. Este estudio tuvo como objetivo verificar si la adquisición de habilidades sociales, a través de un Entrenamiento en Habilidades Sociales (EHS), podría reducir indicadores de malestar psicológico. Se utilizó un diseño cuasiexperimental, con pruebas antes y después de la intervención y comparación entre grupos. Participaron 23 niños, con edades entre 7 y 12 años (M=8,39; DE=1,87), matriculados en una escuela de Río de Janeiro. Se utilizaron los siguientes instrumentos: Sistema de Evaluación de Habilidades Sociales; Escala de Ansiedad Infantil de Spence; e Inventario de Depresión Infantil. El análisis de datos incluyó las pruebas de Mann-Whitney y la de Wilcoxon, y el método JT. Los resultados indicaron que la intervención promovió habilidades sociales y redujo los síntomas de depresión y ansiedad en el grupo cuasiexperimental. En este grupo se observaron mejoras consistentes, especialmente en Autocontrol/Cortesía y Asertividad, factores asociados a la reducción de los síntomas depresivos. Se concluye que el EHS es una estrategia viable para promover el bienestar emocional infantil y reducir los síntomas psicopatológicos.