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Psicologia Clínica

 ISSN 0103-5665 ISSN 1980-5438

ANDRES, María Laura et al. El rol de las funciones ejecutivas en las estrategias cognitivas de regulación emocional no adaptativas en niños. []. , 32, 3, pp.557-575. ISSN 0103-5665.  https://doi.org/10.33208/pc1980-5438v0032n03a07.

^les^aEl objetivo de este trabajo fue analizar la relación de las funciones ejecutivas con las estrategias cognitivas de regulación emocional no adaptativas (ECRE-NA) en niños, controlando el género y los síntomas de ansiedad y depresión; así como analizar el posible efecto moderador de estos factores en dicha relación. Fueron evaluados 95 niños de 9 a 12 años de edad. Los resultados mostraron que menores niveles de memoria de trabajo y de flexibilidad cognitiva predijeron mayor rumiación; y que una menor capacidad de flexibilidad cognitiva predijo mayor autoculpabilización. El género moderó - marginalmente - las relaciones de la memoria de trabajo y la flexibilidad cognitiva con la rumiación, en el sentido de que un menor desempeño en ambas funciones ejecutivas predijo la rumiación en mayor proporción entre las mujeres que entre los varones. Se espera que estos resultados contribuyan a la mejora del diseño de programas de intervención de promoción de la salud mental infantil.^lpt^aO objetivo deste trabalho foi analisar a relação das funções executivas com as estratégias cognitivas de regulação emocional não adaptivas em crianças, controlando o gênero e os sintomas de ansiedade e depressão; bem como analisar o possível efeito moderador desses fatores. Um total de 95 crianças entre 9 e 12 anos foram avaliadas. Os resultados mostraram que níveis mais baixos de memória de trabalho e flexibilidade cognitiva predisseram maior ruminação; e que uma menor capacidade de flexibilidade cognitiva predisse maior autoculpabilização. O gênero influiu - marginalmente - nas relações de memória de trabalho e flexibilidade cognitiva com a ruminação, no sentido de que um desempenho inferior em ambas as funções executivas predisse ruminação em uma proporção maior entre as meninas que entre os meninos. Espera-se que estes resultados contribuam para a melhoria do desenho de programas de intervenção na promoção da saúde mental infantil.^len^aThe aim of this work was to analyze the relationship of executive functions with maladaptive cognitive emotion regulation strategies in children, controlling for gender and for symptoms of anxiety and depression; as well as analyzing the possible moderating effect of these factors. A total of 95 children between 9 and 12 years old were evaluated. The results showed that lower levels of working memory and cognitive flexibility predicted greater rumination; and that a lower capacity for cognitive flexibility predicted greater self-blaming. Gender moderated - marginally - the relationships of working memory and cognitive flexibility with rumination, in the sense that a lower performance in both executive functions predicted rumination in a higher proportion among girls than among boys. It is expected that these results will contribute to the improvement in the design of intervention programs for promotion of mental health in children.

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