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Journal of Human Growth and Development

versão On-line ISSN 2175-3598

J. Hum. Growth Dev. vol.28 no.2 São Paulo maio/ago. 2018

http://dx.doi.org/10.7322/jhgd.147215 

ARTIGO ORIGINAL

 

Características do uso de medicamentos durante a lactação

 

 

Taís Albano Hernandes; Alessandra Nikaido Fuginami; Enrique Caetano Raimundo; Cristina Peres Cardoso; Elza de Fátima Ribeiro Higa; Carlos Alberto Lazarini

Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) - Marília (SP), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

INTRODUÇÃO: É inquestionável a importância do aleitamento materno. Seus benefícios abrangem o lactente, a nutriz, a família e a sociedade. A Organização Mundial de Saúde preconiza o aleitamento exclusivo até os seis meses de idade, o qual pode ser comprometido por alguns motivos, dentre eles o uso de medicamentos.
OBJETIVO: Caracterizar os medicamentos utilizados por nutrizes, no que se refere a: categorias de risco; locais e responsáveis pela prescrição médica e orientações recebidas.
MÉTODO: estudo transversal, retrospectivo, quantitativo. Os dados foram coletados na Estratégia de Saúde da Família (ESF) com 161 nutrizes nos anos de 2012 e 2013, por meio de questionário estruturado, contendo informações sobre o uso de medicamentos durante a lactação. Os dados foram apresentados em frequências absolutas e relativas, e comparados às variáveis selecionadas no estudo para verificação da existência de associação, utilizando-se o Teste do Qui-quadrado.
RESULTADOS: 55,9% das entrevistadas referiram uso de medicamentos, predominando os que atuam no Sistema hormonal, seguidos dos de uso sistêmico e cardivascular. O clínico geral foi o que mais prescreveu, seguido do ginecologista, na ESF. 64,4% das entrevistadas receberam algum tipo de orientação. A análise estatística demonstrou associação positiva entre categoria de risco e as variáveis especialidade médica (p=0,03) e local de atendimento (p=0,001)
CONCLUSÃO: A classe de medicamento mais utilizada foi a dos anticoncepcionais. Todo medicamento classificado como contra indicado foi prescrito, na Atenção Primária, pelo clínico geral. Sendo assim, destaca-se a necessidade de profissionais qualificados em toda rede de atenção à saúde.

Palavras-chave: aleitamento materno, prescrições de medicamentos, lactação, saúde materno-infantil, atenção primária à saúde.


 

 

INTRODUÇÃO

A amamentação é uma prática milenar entre os humanos e sofre influência de múltiplos fatores que vão desde os biológicos, psíquicos, espirituais, familiares, ambientais, sociais e até o econômico1.

O leite materno é um alimento completo que contém vitaminas, minerais, gorduras, açúcares e proteínas, indicados para uma boa alimentação do recem nascido. Além das vantagens nutricionais promove o melhor desenvolvimento da cavidade bucal do bebê, previne contra diarreia, infecções respiratórias e confere proteção imunológica, diminuindo a mortalidade infantil2, bem como pode proteger contra o excesso de peso e diabetes mais ao longo da vida3.

Nesse sentido, a amamentação, além de suprir as necessidades nutricionais do bebê, envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no seu desenvolvimento fisiológico, cognitivo e emocional, proporcionando vantagens no estado nutricional e imunológico da criança4.

A legislação brasileira garante as mulheres o direito de amentar seus filhos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) preconizam o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e a partir dessa idade até os dois anos, recomenda-se a introdução gradativa de novos alimentos. Além disso, o Brasil instituiu na Constituição Federativa do Brasil e na Lei Orgânica de Saúde a licença-maternidade, o direito à creche e pausa para amamentar5. Apesar dessas recomendações, é frequente a interrupção precoce da amamentação6, o que pode levar ao atraso no desenvolvimento neuropsicomotor nos primeiros três anos de vida7.

Inúmeros fatores podem contribuir para este desmame precoce. Dentre eles, pode-se citar: falta de conhecimento das mães sobre as vantagens e importância do aleitamento materno8,9, profissionais de saúde despreparados para a orientação, políticas públicas fragilizadas na promoção do aleitamento, atuação cada vez mais frequente da mulher no mercado de trabalho10, falta de interresse do bebê, diminuição da produção e da liberação do leite materno, menor capacidade nutricional do leite, problemas físicos nas mamas11 e o uso de medicamentos durante a lactação12.

Como o uso de medicamentos durante a lactação pode contribuir para o desmame precoce, o MS disponibiliza orientações sobre medicamentos associados ao aleitamento materno, identificando os fármacos segundo a categoria de risco: uso compatível com a amamentação; uso criterioso durante a amamentação; e contraindicado durante a amamentação13.

Os medicamentos mais utilizados por nutrizes, em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), foram os sais de ferro e vitaminas (59%), analgésicos/antitérmicos/anti-inflamatórios - AINEs (15%), hormônios (2%), antibióticos (7%) e antitérmicos (2%), sendo que apenas 1% das pacientes interromperam o aleitamento porque necessitaram utilizar carbonato de lítio14. Outros medicamentos responsáveis pela interrupção da amentação foram: diazepam, o qual causou sonolência no neonato; doxepina, que induziu vômitos e ecterícia no bebê; e etinilestradiol, contraceptico hormonal que diminuiu a produção do leite materno15.

Em outro estudo, também realizado em UBS, demonstrou que 80% das participantes fez uso de medicamentos durante a amamentação, sendo os AINES (58%) os mais utilizados, seguidos pelos anticoncepcionais (11%) e antianêmicos (11%). Nesse contexto, 58,3% das nutrizes não recebeu orientação médica quanto ao ato de amamentar e o uso simultâneo de medicamentos16.

Considerando que alguns medicamentos das classes citadas anteriormente, de acordo com o MS, não são compatíveis com o aleitamento e que há escasses litarária nacional sobre essa temática, faz-se necessário à ampliação do conhecimento pelos responsáveis pela prescrição desses medicamentos, visando a preservação da saúde das nutrizes nesse momento tão importatne para o binômio mãe-bebê. Caso seja necessária a prescrição de algum fármaco nesse período, é fundamental que o profissional conheça os fatores envolvidos, com destaque para os aspectos metabólicos e fisiológicos do leite humano, que determinam a segurança do uso da droga durante a amamentação13. Portanto, a hipótese norteadora dessa pesquisa foi a necessidade de conhecimentos por todos os profissionais da rede de cuidado à saude da mulher e da criança quantoa ao uso de medicamentos durante a lactação.

Nesse contexto, o presente estudo objetivou caracterizar os medicamentos utilizados por nutrizes, no que se refere a: categorias de risco; locais e responsáveis pela prescrição médica e orientações recebidas.

 

MÉTODO

Estudo transversal retrospectivo com abordagem quantitativa desenvolvido em um município situado na região centro-oeste do estado de São Paulo, atualmente com uma população aproximada de 230 mil habitantes.

Participaram nutrizes que atenderam os seguintes critérios de inclusão: serem usuárias da Estratégia de Saúde da Familia e terem amamentado nos anos de 2012 e 2013. O tamanho de amostra foi calculado utilizando-se os seguintes parâmetros estatísticos: total de nascidos vivos na região sul do município, região essa que apresentou o maior número de nascimentos = 467, erro amostral de 5%, nível de confiança de 95% e percentual máximo de 78%, necessitando-se de 161 nutrizes.

A coleta dos dados foi realizada por meio de entrevista domiciliária, utilizando questionário padronizado e semiestruturado, adaptado de Fragoso et al.17. Os dados coletados abordaram características sociodemográficas (idade, escolaridade e idade do bebê), e de medicamentos (uso, classe farmacológica, especialidade médica, local de prescrição e orientação sobre o uso durante amamentação).

Os critérios de exclusão utilizados foram mudança de Unidade de Saúde da Família (USF) e ausência em mais de três visitas.

Para proceder à identificação dos medicamentos foi solicitado que a nutriz apresentasse todos os utilizados pela mesma. As categorias dos fármacos prescritos foram organizadas segundo a Classificação Anatômica e Terapêutica (ATC)18. Após a identificação, os mesmos foram classificados de acordo com as categorias de risco de uso durante a amamentação19. Os dados foram processados e analisados pelos pesquisadores, com a utilização do Software SPSS, versão 17.0. As variáveis sociodemográficas e de medicamentos foram apresentadas sob a forma de frequências absolutas e relativas. A variável categoria de risco foi considerada independente e comparada com as seguitnes variáveis dependentes: em que fase da lactação o medicamento foi prescrito, especialidade médica, local de prescrição e se recebeu orientação. Para verificação da existência de associação entre as variáveis, utilizando-se o Teste do Qui-quadrado. Foram consideradas estatisticamente significativas as relações entre variáveis em que p0,05.

O Projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de Marília, processo nº 133.616 e pelo Conselho Municipal de Avaliação em Pesquisa da Secretaria Municipal de Saúde (COMAP), sob o processo nº 373/12-SS.

 

RESULTADOS

Os dados sociodemográficos das 161 participantes demonstraram predomínio de idade entre 20 e 29 anos e nível de escolaridade com ensino médio completo.

A maioria das participantes informa ter utilizado alguns medicamentos durante a amementação. A tabela 1 apresenta a descrição dos 142 medicamentos prescritos que foram utilizados pelas nutrizes entrevistadas. A classe de medicamento mais utilizada foi a do Sistema hormonal, seguida dos Anti-infecciosos de uso sistêmico e do Sistema cardivascular.

Quanto à especialidade, o clínico geral foi o que mais prescreveu, seguido do ginecologista. O predomínio das prescrições ocorreu na Atenção Primária à Saúde na USF, seguida da UBS. Quanto à possibilidade do uso de medicamentos durante a amamentação, a maioria das entrevistadas recebeu algum tipo de orientação (Tabela 2).

No que se refere a classificação dos medicamentos enquanto categorias de risco, a análise estatística demonstrou associação positiva ao se comparar essa classificação com as variáveis especialidade médica e local de atendimento. As maiores porcentagens de prescrições de medicamentos das categorais uso criterioso e uso contraindicado foram feitas por clínicos gerais na Estratégia de Saúde da Família (Tabela 3).

 

DISCUSSÃO

Os dados socioeconômicos relativos à faixa etária e nível de escolaridade encontrados no presente trabalho se assemelham a estudo realizado no Estado do Rio de Janeiro no qual observa-se predomínio de mulheres entre 21-30 anos, com 46% delas com o ensino médio completo17. Variáveis como idade e escolaridade são descritas como fatores para o desmame precoce. Nesse sentido, sugere-se que quanto menor for o grau de escolaridade da mulher mais precocemente ocorrerá o desmame20. Em concordância a estes achados, outro estudo de desenho transversal demonstrou que mães com pouca escolaridade introduzem mais precocemente alimentos na dieta dos seus filhos21. Além disso, vale ressaltar que o estado civil pode ser também um determinante do desmame precoce. Mulheres casadas podem se sentir mais confiantes em relação ao aleitamento materno22.

No que se refere ao uso de medicamentos prescritos durante o aleitamento (Tabela 1), observa-se que 90 nutrizes (55,9%) utilizaram medicamentos com prescrição médica. Esses dados são ligeiramente menores que os observados em nutrizes atendidas em hospital da rede pública, onde 78% das mesmas faziam uso de medicação prescrita17 e por nutrizes acompanhadas em uma UBS (80%)16. As classes de medicamentos predominantes nessas prescrições médicas foram os analgésicos/anti-inflamatórios não esteroidais, variando de 58%16 a 61,5%17.

Em estudo transversal feito com as mães de lactentes menores de 6 meses em unidades básicas de saúde no interior de São Paulo, observa-se que, das entrevistadas que utilizaram medicamentos, 93% eram prescritos, sendo a maioria vitaminas/ferro (59%), porém, os antibióticos e anti-hipertensivos totalizaram apenas 2% e 1%, respectivamente14. Segundo estudo realizado em clínica da Holanda, das 451 mulheres que ainda amamentavam, 65,9% fizeram uso de algum tipo de medicamento, dessas (40,8%) utilizaram suplemento vitamínico e 7,1%, anticoncepcional oral23.

No presente estudo, a classe de medicamento mais utilizada foi o anticoncepcional, seguida dos antibióticos e anti-hipertensivos. A alta porcentagem de uso de anticoncepcionais pode estar relacionada com a idade predominantemente jovem das nutrizes participantes da pesquisa, uma vez que as mesmas se encontram no período reprodutivo. Consideramos importante classificar os anticoncepcionais em combinados e não combinados, visto que os primeiros são contraindicados durante o aleitamento, pois a presença do componente estrogênico compromete a produção de leite materno13.

Em nosso estudo, observa-se que 7,7% dos anticoncepcionais prescritos eram combinados. Entretanto, 8,4% das entrevistadas não soube especificar qual anticoncepcional foi utilizado. Além disso, os anti-hipertensivos e os antibióticos que foram prescritos, de acordo com as categorias de risco do Ministério da Saúde, requerem uso criterioso durante a amamentação. Em nosso estudo, 12,2% das nutrizes utilizaram medicamentos contraindicados nesse período, dado esse diferente do encontrado nas prescrições para mães atendidas no nível hospitalar, onde todos os medicamentos prescritos estavam na categoria de uso compatível com a amamentação17. Sendo assim, os estudos demonstram que a maioria das mulheres utiliza medicamentos prescritos durante a lactação, porém as classes farmacológicas apresentam porcentagens distintas de uso, podendo ter interferência do tipo de país, quantidade de nutrizes e serviço observados.

Quanto a especialidade médica (Tabela 2), o clínico geral foi o que mais prescreveu medicamentos. Uma vez que as nutrizes entrevistadas no presente trabalho foram atendidas na ESF, esses resultados contradizem o proposto na Atenção Primária em Saúde, pois o esperado para esse cenário de atenção não é restringir prevenção somente à medicalização24, mas implementar ações de prevenção primária e secundária, considerando seu caráter longitudinal de atuação. Já a presença do ginecologista pode ser justificada pelo fato das nutrizes também terem sido atendida no cenário hospitalar.

No que se refere à possibilidade de amamentação e o uso do medicamento, 64,4% das entrevistadas receberam algum tipo de orientação médica, dados esses semelhantes aos observados na literatura, onde 76,9% das nutrizes foram orientadas quanto ao uso dos fármacos por médicos ou enfermeiros17,20.

A Tabela 3 demonstra associação positiva entre a especialidade médica e o local de atendimento com a classificação dos medicamentos. Ressalta-se que todos os medicamentos classificados como contra indicado foram prescritos pelo clínico geral na Atenção Primária a Saúde. Essa conduta pode estar relacionada à formação do prescritor, uma vez que clínico geral não maneja rotineiramente esse grupo de medicamentos. A ausência de prescrições dessa categoria nos demais cenários pode estar relacionada à presença do ginecologista, profissional teoricamente mais habilitado ao manejo desses medicamentos durante essa fase de vida da mulher. Nesse sentido, o Ministério da Saúde recomenda que no caso da necessidade de tratamento farmacológico durante a amamentação, sejam cuidadosamente avaliados os riscos para saúde da mãe e da criança para que ela tenha tratamento adequado sem a necessidade de interrupção do aleitamento19.

No que se refere a ter recebido orientação sobre o uso de medicamentos e categorias de risco, a análise estatística não mostrou associação positiva entre essas duas variáveis (Tabela 3). No entanto, nove nutrizes tiveram prescrição de medicamentos classificados como uso contraindicado e criterioso. A presença dessas prescrições sinaliza a necessidade de melhor capacitação dos profissionais envolvidos na atenção à nutriz, respeitando a singularidade de cada situação25.

 

CONCLUSÃO

As características sociodemográficas das nutrizes entrevistadas apontam o predomínio de mulheres jovens e com ensino médio completo.

A classe de medicamento mais utilizada foi a dos anticoncepcionais. Ressalta-se a importância do cuidado na prescrição dos medicamentos visto que aproximadamente um quinto das entrevistadas declarou uso de anticoncepcionais combinados, que são contraindicados pelo Ministério da Saúde e cerca de um terço utilizou medicamentos que requerem uso criterioso durante a amamentação. Os autores consideram limitação do estudo, a falta de dados sobre as prováveis doenças apresentadas pelas mesmas, o que justificaria a prescrição de fármacos contraindicados de acordo com o Ministério da Saúde.

Esta pesquisa evidenciou que a maioria das participantes recebeu orientação quanto ao uso de medicamentos durante a lactação e que todo medicamento classificado como contra indicado foi prescrito na Atenção Primária pelo clínico geral.

Sendo assim, destaca-se a necessidade de profissionais qualificados em toda Rede de Atenção à Saúde, que possam fornecer orientações adequadas sobre o uso de fármacos compatíveis com a amamentação, tendo em vista a assistência integral à mãe e a criança.

 

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REFERÊNCIAS

 

 

Endereço para correspondência:
Carlos Alberto Lazarini
lazarini@famema.br

Manuscrito recebido: Janeiro 2018
Manuscrito aceito: Abril 2018
Versão online: Junho 2018

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