SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.28 número2Resgatando a memória dos pioneiros: João Cruz Costa (* 13/02/1904 - † 10/10/1978) Patrono da cadeira nº 32Contribuição ao módulo história da psicologia do sistema de ensino na BVS-Psi sobre Carlos R. Affonso, Waldecy A. Miranda e Salomão Rabinovich índice de autoresíndice de assuntospesquisa de artigos
Home Pagelista alfabética de periódicos  

Boletim - Academia Paulista de Psicologia

versão impressa ISSN 1415-711X

Bol. - Acad. Paul. Psicol. v.28 n.2 São Paulo dez. 2008

 

HISTÓRIA DA PSICOLOGIA

 

Resgatando a memória dos pioneiros: Oscar Freire de Carvalho (Salvador, * 03/10/1882 - São Paulo, † 11/01/1923)

 

Redeeming the memory of the pioneers: Oscar Freire de Carvalho (Salvador, * 03/10/1882 - São Paulo, † 11/01/1923)

 

 

Marilda Emanuel N. Lipp1

Cadeira nº 7 “Oscar Freire”
Pontifícia Universidade Católica de Campinas

 

 


RESUMO

Dr. Oscar Freire de Carvalho, notável médico brasileiro, nasceu na Bahia em 3 de outubro de 1882. Precoce, aos 14 anos de idade matriculou-se na Faculdade de Medicina da Bahia, e diplomou-se aos 18 anos. Dedicou-se primeiro à cirurgia e, logo depois, influenciado pelo mestre e amigo Raimundo Nina Rodrigues, inclinou-se pela Medicina Legal Em março de 1907, depois de brilhante prova de concurso, foi nomeado professor substituto de Higiene e Medicina Legal. Em 1914 era promovido Catedrático de Medicina Legal da citada Faculdade de Medicina. Convidado pelo Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho, instalou, na Faculdade de Medicina, em São Paulo a disciplina de Medicina Legal, que começou a funcionar em 18 de abril de 1918. Fundou a Sociedade de Medicina Legal e Criminologia e a Sociedade de Educação e Ensino. Como professor de Medicina e cientista, deixou numerosos trabalhos, além de artigos na imprensa diária sobre a história do ensino na perícia, centenas de laudos periciais, pareceres médico-legais, lições, artigos e estudos variados. Faleceu em São Paulo em 11 de janeiro de 1923. Oscar Freire era um defensor dos princípios éticos e do altruísmo entre os médicos.

Palavras-chave: Oscar Freire, Medicina legal, Cientista.


ABSTRACT

Dr. Oscar Freire de Carvalho, the prestigious Brazilian physician, was born in Bahia on October 3rd, 1882. Precocious, he was accepted at the Bahia Medical School at the age of 14, and graduated at 18 years of age. He started his practice as a surgeon but, soon, under the influence of Raimundo Nina Rodrigues, his professor and dear friend, he shifted his interest to work in the field of Legal Medicine. In March, 1907, after a brilliant exam, he became substitute professor of Legal Medicine and Hygiene. In 1914 he was promoted as a full professor of Legal Medicine at the Medical School in Bahia. Invited by Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho, he moved to Sao Paulo where he introduced the Legal Medicine discipline on April 18th, 1918. He was the founder of the Criminology and Legal Medicine Society and the Teaching and Educational Society. As a professor in the field of Medicine and a scientist, he left innumerous scientific papers, articles in the daily newspaper, hundreds of legal-medical reports, lectures and many other studies. He died in Sao Paulo on January 11th, 1923. Oscar Freire was a speaker in favor of ethical principles and altruism among physicians.

Keywords: Oscar Freire, Legal medicine, Scientist.


 

 

Quando soube que o Patrono da Cadeira número 7, que eu ocuparia na Academia Paulista de Psicologia, era o Dr. Oscar Freire de Carvalho, de imediato iniciei a busca de dados sobre ele. Encontrei o nome desse grande cientista em alguns dos mais importantes locais de São Paulo, incluindo a famosíssima Rua Oscar Freire, localizada na região nobre dos Jardins, com início na Alameda Casa Branca e término na Avenida Doutor Arnaldo, reduto das mais caras vitrines do Brasil e considerada pelo Mystery Shopping Internactional como uma das mais luxuosas do mundo.

Entre outros muitos locais, encontrei também seu nome no prédio do atual Instituto Oscar Freire, antigo Prédio da Medicina Legal que abrigava o Departamento de Anatomia da então Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo. O Departamento de Medicina Legal foi instalado naquele prédio, projeto de Ramos de Azevedo, em 18 de abril de 1918 e recebeu o nome de Instituto Oscar Freire em 16 de janeiro de 1923, como consta da ata da sessão extraordinária da Congregação da Faculdade, em uma homenagem póstuma ao renomado pesquisador.

O Prof. Dr. Oscar Freire de Carvalho foi quem, em 1918, iniciou a Cadeira de Medicina Legal, dando origem ao Departamento de Medicina Legal, Medicina Social e do Trabalho e Deontologia Médica, sediado nesse Instituto e que a partir de 21 de março de 1989, pela Resolução da Reitoria da Universidade de São Paulo, nº 3.498 de 14 de março de 1989, passou a ser denominado Departamento de Medicina Legal, Ética Médica e Medicina Social e do Trabalho, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Muito menos informações consegui, em um primeiro momento, sobre o Patrono, sobre sua pessoa e sua personalidade, até que encontrei uma entrevista concedida há alguns anos atrás pela filha e netas do ilustre médico e localizeias na Bahia: a Sra. Zeneide, filha, com mais de 100 anos de idade e as duas netas, Sra. Nícia e Sra. Isa Maria Moniz. Por meio da Sra. Isa, artista plástica conhecida na Bahia, mulher de força e bom humor, foi possível entrar em contato com um bisneto do Dr. Oscar Freire, o Sr. Arthur Moniz de Aragão Faria (que, curiosamente, reside na Rua Oscar Freire em São Paulo). A Sra. Isa, mãe de sete filhos, mais um adotivo, com um currículo invejável, principalmente para sua época, que inclui desde ter sido professora na Escola de Belas Artes da UFBA, como ter sido aviadora, radialista, jornalista e uma batalhadora contra a exclusão social e a favor da superação da miséria, veio a falecer no dia 24 de abril próximo passado, com 80 anos. O contato com membros da família de Oscar Freire tem sido muito gratificante, pois aqueles com os quais falei apresentam sinais especiais de uma nobre linhagem intelectual permeada por valores éticos e sociais, dignos de serem notados e que, ao analisarem-se os discursos e obras do seu emérito antepassado, verifica-se que representam a continuação dos conceitos e exemplo por ele dado durante uma vida brilhante e notável, fundamentada na humildade, sinceridade, preocupação com o próximo, honestidade e despreocupação com a riqueza material.

Dr. Oscar Freire, médico, nascido em Salvador, Bahia em 3 de outubro de 1882, filho do advogado Dr. Manuel Freire de Carvalho e Isaura Freire de Carvalho, que entre os séculos XIX e XX tentou descrever e explicar o Homem a partir do referencial da genética. Acreditava no método científico. Precoce, de inteligência admirável, Oscar Freire ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia com 14 anos onde foi aluno de Raimundo Nina Rodrigues, considerado um dos maiores precursores do estudo da Medicina Legal no Brasil, que lhe despertou o interesse pela Medicina Legal. Formou-se em Medicina aos 18 anos, em 1900, e dedicouse primeiro à cirurgia que, logo depois, deixou pela Medicina Legal, pois seu interesse maior era na pesquisa e na docência.

Em 1906, Oscar Freire fundou o Instituto Médico-Legal Nina Rodrigues (IMLNR) que é o mais antigo dos quatro órgãos que compõem a estrutura do Departamento de Polícia Técnica da Bahia. O nome Nina Rodrigues deve-se à homenagem prestada pela Congregação da Faculdade a Raimundo Nina Rodrigues, Professor Catedrático de Medicina-Legal, falecido naquele mesmo ano, aos 44 anos de idade, e que foi amigo e mestre de Oscar Freire e o inspirou na escolha da área de pesquisa.

Em 1907, depois de brilhante prova de concurso, foi nomeado professor substituto de Higiene e Medicina Legal. Em dezembro de 1911, um decreto determina a reorganização do serviço de perícias oficiais e Oscar Freire tornase o primeiro diretor do IMLNR. Nomeado professor substituto de História Natural da Escola Politécnica da Bahia em 1913, no ano seguinte, com 32 anos de idade, era promovido a Professor Catedrático de Medicina Legal da Faculdade de Medicina, acumulando, também, a direção do Serviço Médico Legal.

Três anos mais tarde, convidado pelo Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho, mudouse para São Paulo a fim de instalar a disciplina de Medicina Legal na antiga Faculdade de Medicina Paulista. São Paulo pagava, assim, um grande tributo ao conhecimento médico da Bahia. Chegou a São Paulo em fevereiro de 1918 acompanhado de esposa, mãe, irmã e filhos menores. Foi recebido com honra pelos grandes nomes da Medicina de São Paulo da época. Em abril, proferiu uma magnífica aula inaugural. Aula a que estiveram presentes as grandes figuras do meio médico de então. A disciplina começou a funcionar em 18 de abril de 1918, a princípio no Instituto de Higiene, depois no Laboratório Central da Santa Casa e, mais tarde, no prédio especialmente construído para esse fim, graças aos seus esforços, pois idealizou, traçou planos e acompanhou as obras do edifício até próximo de sua conclusão.

Mantinha contatos internacionais, atualizando-se e divulgando seus conhecimentos. Foi convidado a ser membro honorário do Instituto de Medicina Legal da Universidade de Madri e correspondente da Sociedade de Medicina Legal da Bélgica e de Roma. Fundou a Sociedade de Medicina Legal e Criminologia e a Sociedade de Educação e Ensino aberta a todos os que tivessem a educação como leme. No discurso de Oscar Freire, na inauguração desta sociedade, como seu primeiro presidente, ele a chamou de “sonho de incorrigíveis idealistas”. Na ocasião, também frisou inúmeras vezes a necessidade de criação de uma universidade em São Paulo, sonho esse concretizado em 1934, com a criação da Universidade de São Paulo. Oscar Freire era um orador que empolgava pela forma, pela cultura e pelas idéias. Uma das suas conferências mais lembradas foi a que proferiu em 1921, no Centro Acadêmico Oswaldo Cruz, intitulada “Fauna cadavérica Brasileira”, na qual ele mostra seu poder de oratória, sua modéstia e simplicidade ao iniciá-la dizendo: “Devo pedir-vos, antes de mais nada, uma rectificação. Não é uma conferência que vou fazer.... mas uma palestra singela, despretensiosa....”. Em outra conferência, em 1921, sobre “O individualismo pernicioso”, Oscar Freire alerta: “Sitiado por concorrência asfixiante, imerso numa luta febril, nem sempre leal, pode-se ir entranhando no espírito do médico um pernicioso individualismo...”. Ainda no mesmo ano, falando sobre “Os homens práticos”, Oscar Freire menciona:

Haverá, bem sei, quem despreze o cogitar de tais assuntos. Poesias, discursos, nonadas! São os homens práticos, que respeito humildemente; entes felizes que têm opinião segura, matemática, inabalável sobre todas as coisas; e que não vêem na medicina uma profissão, mas um mister, não a estimam como arte, mas como fonte de renda. Perdoai-nos meus amigos, como eu os perdôo, com a mesma condescendência piedosa com que a divina misericórdia lhes prometeu em verdade que deles seria o reino dos céus. (Falcão & Ferreira, 1968, p.157)

Tinha um grande espírito de síntese e de questionamento. Incrivelmente ativo e empreendedor, inspirador de grandes idéias e um executor de grandes projetos. Falava sobre ética e valores morais em suas aulas, sendo que em uma delas (Falcão & Ferreira, 1968, p. 154) discursou sobre a utilidade do ensino da denontologia dizendo; Não me embalam ilusões sobre a eficácia do ensino doutrinário. Nunca logrará o raciocínio, límpido e perfeito que seja, vencer no cérebro do indivíduo a ação dos factores hereditários e mesológicos que determinam a conduta. Lecionando sobre a necessidade de associação, dizia em suas aulas Sei que, como em todas as colectividades, nunca conseguiremos expungir de nosso meio os maldizentes e os maus. Há homens-fermento; levedam todos os meios em que se acham. Uns fermentam para o bem, para o progresso; é o utilizar de reservas úteis. Outros para o mal; nestes a fermentação é pútrida (Falcão & Ferreira, 1968, p. 154). A preocupação com valores morais e éticos surgia constantemente em suas palestras e aulas, tentando sempre incutir em seus alunos conceitos profundos e idealistas, como exemplificado pelas observações finais de uma de suas últimas aulas na Faculdade de Medicina, quando falando sobre a fauna cadavérica brasileira, afirmou enfaticamente;

Se alguma lição, meus amigos, valiosa, podereis colher desta palestra sem pretensões, se algum incitamento ela pode deixar para a vossa vida e para a vossa actividade, será justamente esse de trabalhardes pela ciência brasileira, sem a preocupação mesquinha da aplicação imediata do utilitarismo grosseiro e esterilizante, que é positivamente o mal maior do vosso esforço. Fazendo a ciência pela ciência, pelas alegrias que ela concede, pela elevação moral que do seu trato resulta, dominados pelo pensamento de que todos os esforços em prol do conhecimento dos problemas do universo são úteis, por menores que sejam, por estreitos os seus limites, adquirireis uma norma de conduta e uma vantagem imensa sobre os demais, bastando à vossa felicidade as alegrias sem limites, sem parelhas, puras e profundas, que só a ciência desinteressada vos pode conceder.(Falcão & Ferreira, 1968, p.210)

A seu respeito, disse Plínio Barreto passou pelos tribunais de justiça de SP como um vendaval benéfico-varrendo impurezas e semeando grãos preciosos. A perícia médico-legal adquiriu nova dimensão em sua visão criativa e transformou-se em uma ciência.

Oscar Freire, esposo de Marieta e pai de dois filhos, Eutélio e Zeneida, contraiu uma pneumonia e faleceu, no meio de todos os seus projetos, muitos deles ainda inacabados, no dia 11 de janeiro de 1923, com 41 anos de idade. Tão brilhante era o pesquisador, com tão assombrosa capacidade de trabalho mental, tão voltado para valores éticos e conduta impecável, que se envolvia em múltiplos projetos e, como disse em 1965 o prof. Afrânio do Amaral, em um discurso em sua homenagem no qual discutiu o falecimento do grande mestre: ....vitimado que foi por infecção reveladora do descaso com que tratava o corpo enquanto deixava o espírito alcandorar-se em vôos da mais pura genialidade (Falcão & Ferreira, 1968, p. 15).

Rico de idéias e prestígio, com amigos intelectuais, como o jornalista Julio Mesquita, faleceu no apogeu de sua carreira, sem grandes preocupações quanto a construir uma fortuna material. Ao adoecer, aceitou a idéia da morte com resignação ...despediu-se de todos, perdoando e pedindo perdão, aconselhando, exortando e ensinando, como relata Arnaldo Amado Ferreira (1963, p.16). Oscar Freire não deixou de se despedir de todos os que faziam parte de sua vida. Em certo momento, quando já estava a minutos da morte, como relata o Dr. Antonio Ferreira de Almeida Junior, presente na hora:

Jazia ele em seu quarto, enquanto mais de uma dezena de amigos permaneciam na sala contígua. Lá fora brilhava o sol da manhã; dentro de casa uma vida preciosa se extinguia, irremediavelmente. Em dado momento, ouvimos a voz de Oscar Freire que dizia que nos chegássemos a ele, queria despedir-se...... Pediu: ‘Chamem agora o Pinheiro Cintra. É a única pessoa com quem não me dou. Quero fazer as pazes com ele’. ... Dentre em pouco entrava o prof. Pinheiro Cintra, cujo nome era anunciado ao agonizante. ‘Muito obrigado por ter vindo, Pinheiro Cintra. Talvez eu tenha ofendido você. Peço-lhe que me perdoe’. Duas horas depois a sua morte era anunciada. (p.50).

Assim era Oscar Freire, preocupado com o próximo e com o impacto que lhe causava. Popular pelas suas idéias e pela grandeza de sua alma.

De acordo com seu desejo, seu corpo, após ter sido embalsamado pelo prof. Alfonso Bovero e pelo Dr. Flaminio Fávero, foi enviado para Salvador após a solenidade de despedida na qual falaram vários amigos e admiradores. Seu jazigo encontra-se no Cemitério de Campo Santo. Sua morte, no entanto, não representou o fim de sua contribuição, pois, como diz Flamínio Favero em seu artigo Oscar Freire, meu Mestre: Morreu para viver. Porque vivo ele está na força propulsora que sua memória imprime aos empreendimentos que deixou e que lhe pertencem por todos os títulos (Fávero, 1968, p. 47). O grande legado que deixou foi de idéias, de idealismo incondicional, de conhecimento científico, de métodos de pesquisa na área da medicina, de honestidade e honra. Era possuidor de uma vasta e preciosa biblioteca que o governo adquiriu quando do retorno de sua família para a Bahia.

Como professor de Medicina e cientista, deixou numerosos trabalhos no ensino de perícias, centenas de laudos periciais e pareceres médico-legais, lições, artigos e estudos. Dotado de inteligência privilegiada, altruísmo e idéias inovadoras, Oscar Freire será sempre lembrado no campo da Medicina científica. Como pessoa, Dr. Oscar Freire de Carvalho é um ícone para os que estão e os que estão por vir. Pode ser lembrado como um humanista, que foi e que continua sendo, uma vez que suas idéias perduram. Foi um incentivador de bons princípios, um idealista, amigo fiel, pai e marido dedicado que encontrava tempo para os momentos familiares. Abafava seus anseios e dúvidas, compartilhando-os com poucos, pois sua grande missão era ouvir o outro e guiá-lo no caminho da riqueza espiritual, da reflexão profunda dos conceitos nobres do viver e da dedicação ao próximo. Oscar Freire representa a grandeza de um cientista preocupado, acima de tudo, com o bem da humanidade. Tais razões justificaram plenamente ter sido distinguido como Patrono da Cadeira nº 7, que leva o seu nome, pela Academia Paulista de Psicologia.

 

Referências

• Amaral, A. (1968). Oscar Freire – Elo cultural entre Bahia e São Paulo. In E.C. Falcão, & A. A. Ferreira (Org.). Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire. São Paulo: Soc. Paulista de História da Medicina, Soc. Medicina Legal e Criminologia e Cátedra de Medicina Legal da Fac. de Direito do Vale da Paraíba, p. 9-15 .

• Almeida Jr., A.F. (1968). Ao ensejo da outorga da Medalha Oscar Freire. Discurso realizado em 11 de janeiro de 1964. In E.C. Falcão, & A. A. Ferreira (Org.). Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire. São Paulo: Soc. Paulista de História da Medicina, Soc. Medicina Legal e Criminologia e Cátedra de Medicina Legal da Fac. de Direito do Vale da Paraíba, p. 48-52.

• A Nossa Revista. Revista da Sociedade de Educação, v.1, n.1, ago/23, p.1

• A nova diretoria da Sociedade de Educação. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 14 set. 1929, p.8-9.

• Falcão, E.C. & Ferreira, A. A. (1968). Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire. São Paulo: Soc. Paulista de História da Medicina, Soc. Medicina Legal e Criminologia e Cátedra de Medicina Legal da Fac. de Direito do Vale da Paraíba.

• Fávero, F. (1968). Oscar Freire, meu Mestre. In E.C. Falcão, & A.A. Ferreira (Org.). Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire. São Paulo: Soc. Paulista de História da Medicina, Soc. Medicina Legal e Criminologia e Cátedra de Medicina Legal da Fac. de Direito do Vale da Paraíba, p. 32-47.

• Ferreira, A.A. (1968). Oscar Freire. Conferencia pronunciada no dia 11 de janeiro de 1963, 40º Aniversario da morte do prof. Oscar Freire, na Sociedade de Medicina Legal e Criminologia de São Paulo. In E.C. Falcão, & A. A. Ferreira (Org.). Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire. São Paulo: Soc. Paulista de História da Medicina, Soc. Medicina Legal e Criminologia e Cátedra de Medicina Legal da Fac. de Direito do Vale da Paraíba, p. 16-31.

• França, G.V. (2004). O ensino de medicina Legal no Brasil: Passado, presente e futuro. Gestão 2002/2004. Jornal da AMLBA. Ano VIII, nº13. Salvador.

• Segre, M. (2007) .Instituto Oscar Freire. http://www.fm.usp.br/medleg/instituto.phd (acessado em 7 de setembro de 2008).

 

 

Recebido em: 01/08/2008
Aceito em: 22/09/2008

 

 

1 Contato: Condomínio Chácara Flora, Rua dos Ipês, 29, Estrada Campinas/Valinhos, Km 1 – CEP 13272-561 – Valinhos – SP. Tel.: (19) 3869-5280. E-mail: mlipp@estresse.com.br

Creative Commons License Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons