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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to analyze the relationship between job satisfaction and the organizational climates using scales elaborated and validated in Brazil, and also to explore differences in the scores of the scale Clima Organizacional no Trabalho (CLIMOR) by comparing groups with high and low scores on the Escala de Satisfação no Trabalho (EST). The participants were 182 workers with ages ranging 18-58 years (M = 26.47, SD = 7.66). The results pointed to the existence of positive correlation coefficients, with magnitudes between 0.36 and 0.69, showing that the level of worker satisfaction interferes with the positive perception of the work environment. We found that compared in terms of levels of satisfaction (satisfied, unsatisfied or indifferent), those most satisfied with their work tend to assess the work environment more positively. These findings are congruent with the fundamentals of the constructs, as well as empirical data recovered in the literature]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="add"></a><b>Rela&ccedil;&atilde;o entre satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e clima    organizacional: um estudo com trabalhadores </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Relationship between job satisfaction and organizational climate: a study with employees </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fabi&aacute;n Javier Mar&iacute;n Rueda<a href="#add1"><sup>*</sup></a>; Ac&aacute;cia Aparecida Angeli dos Santos<a href="#add1"><sup>*</sup></a>; Robisom Carlos de Lima</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Universidade S&atilde;o Francisco - SP - Brasil </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo teve como objetivo analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e o clima organizacional, usando escalas elaboradas e validadas no Brasil. Tamb&eacute;m pretendeu verificar diferen&ccedil;as nos escores da escala do Clima Organizacional no Trabalho (CLIMOR), comparando grupos com alta e baixa pontua&ccedil;&atilde;o na escala do Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (EST). Os participantes foram 182 trabalhadores com idades entre 18-58 anos (M=26,47, DP=7,66). Os resultados apontaram para a exist&ecirc;ncia de coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o positivos, com magnitudes entre 0,36 e 0,69, mostrando que o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o do trabalhador interfere na percep&ccedil;&atilde;o positiva do ambiente de trabalho. Quando comparados em termos de n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o (satisfeito, insatisfeito ou indiferente), verificou-se que os mais satisfeitos com seu trabalho tendem a avaliar o ambiente de trabalho de forma mais positiva. Estas descobertas s&atilde;o congruentes com os fundamentos dos construtos focalizados bem como os dados emp&iacute;ricos recuperados na literatura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras chave:</b> Clima organizacional; satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho; escalas; ambiente de trabalho.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">This study aimed to analyze the relationship between job satisfaction and the organizational climates using scales elaborated and validated in Brazil, and also  to explore differences in the scores of the scale Clima Organizacional no Trabalho (CLIMOR) by comparing groups with  high and low scores on the Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (EST). The participants were 182 workers with ages ranging 18-58 years (M = 26.47, SD = 7.66). The results pointed to the existence of positive correlation coefficients, with magnitudes between 0.36 and 0.69, showing that the level of worker satisfaction interferes with the positive perception of the work environment. We found that compared in terms of levels of satisfaction (satisfied, unsatisfied or indifferent), those most satisfied with their work tend to assess the work environment more positively. These findings are congruent with the fundamentals of the constructs, as well as empirical data recovered in the literature. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words</b>: Organizational climate; job satisfaction; scales; work environment.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dada a import&acirc;ncia do trabalho para o homem e para a vida em sociedade, surgiu a necessidade de investigar os diversos aspectos por meio dos quais o homem se relaciona com o trabalho e tem sua vida por ele regulada. Nesse sentido, um dos aspectos mais investigados na Psicologia organizacional e do trabalho &eacute; o conceito de satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, cujas primeiras pesquisas remontam ao in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. Tal import&acirc;ncia se d&aacute; pelo fato de a satisfa&ccedil;&atilde;o se relacionar a v&aacute;rios outros construtos e comportamentos do trabalhador, como comprometimento laboral (Maciel e Camargo, 2011; Rueda, Baptista, Sousa, Degenhardt e Nicoletti, 2010), produtividade, (Martinez e Paraguay, 2003) absente&iacute;smo (Siqueira, 2008) e estresse laboral (Suehiro, Santos, Hatamoto e Cardoso, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na tentativa de compreender os sentimentos provocados nos colaboradores pelo ambiente de trabalho, a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho foi atrelada ao conceito de motiva&ccedil;&atilde;o, sendo que ambos foram utilizados para explicar a maneira como o trabalhador se comportava em seu ambiente de trabalho. Essa vis&atilde;o foi introduzida por Vroom (1964), que acreditava na satisfa&ccedil;&atilde;o como causa de condutas relevantes para o bom andamento do trabalho, que se refletiria em indicadores de desempenho, alta produtividade, poucas faltas, dentre outros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na d&eacute;cada de 90 do s&eacute;culo XX o conceito de satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho come&ccedil;ou a se aproximar da no&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de do trabalhador, dentro e fora do ambiente de trabalho, e foi considerado um conceito que trata da afetividade no contexto laboral. Dessa forma, a satisfa&ccedil;&atilde;o deveria ser observada por meio da liga&ccedil;&atilde;o que o trabalhador estabelece com seu trabalho, das caracter&iacute;sticas afetivas nela envolvidas e de sua abrang&ecirc;ncia quanto a outras dimens&otilde;es da vida do trabalhador, como a sa&uacute;de e a qualidade de vida (Siqueira e Padovan, 2004). Anos antes, Locke (1976) definiu a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho como uma resposta emocional positiva advinda da avalia&ccedil;&atilde;o que o trabalhador faz de seu ambiente de trabalho, na medida em que este trabalho atende as suas necessidades e proporciona boas experi&ecirc;ncias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda que tenha sofrido diversas mudan&ccedil;as na concep&ccedil;&atilde;o geral, tendo se aproximado de di-versos outros construtos ao longo dos anos, estudiosos defendem a natureza multifatorial da satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho (Carlotto e C&acirc;mara, 2008; Sloane e Williams, 2000; Tamayo, 2000). Por natureza multifatorial entendem que o construto &eacute; composto por fatores distintos e bem definidos, ou seja, vari&aacute;veis que se inter-relacionam de modo a interferir no construto como um todo e que podem ser de ordem <i>intr&iacute;nseca</i>, ou seja, relativas a aspectos inerentes &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do trabalho ou ao seu ambiente imediato; mas que tamb&eacute;m podem ser de origem <i>extr&iacute;nseca</i>, concernente a aspectos do trabalho que n&atilde;o podem ser controlados de forma direta pelo trabalhador. Apesar de n&atilde;o haver consenso total, apontam a preval&ecirc;ncia de cinco fatores principais, sendo que as dimens&otilde;es que mais frequentemente s&atilde;o citadas referem-se &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com a natureza do trabalho, com o sal&aacute;rio, com as promo&ccedil;&otilde;es, com os colegas e com a chefia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda nessa linha, Martinez e Paraguay (2003) consideram que a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho deve ser compreendida como uma atitude e estado emocional positivos das pessoas com respeito a sua atividade profissional. Dessa forma, a apura&ccedil;&atilde;o do grau da satisfa&ccedil;&atilde;o &eacute; importante o suficiente para o fen&ocirc;meno ser aferido, sendo pesquisada tamb&eacute;m a sua rela&ccedil;&atilde;o com outros construtos, como desempenho laboral, absente&iacute;smo, comprometimento e produtividade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Autores como Laros e Puente-Palacios (2004) referem-se &agrave; imbrica&ccedil;&atilde;o dos construtos satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e clima organizacional. No entanto, h&aacute; distin&ccedil;&atilde;o entre os construtos, especialmente no que se refere &agrave; sua constitui&ccedil;&atilde;o conceitual. Estudiosos esclarecem que a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho se refere ao v&iacute;nculo que o trabalhador estabelece com seu trabalho, caracterizando assim um resultado da influ&ecirc;ncia do contexto sobre a sa&uacute;de e os comportamentos do colaborador, sendo composto por componentes afetivos (Brief e Weiss, 2002; Siqueira e Gomide Jr, 2004). O Clima organizacional, por sua vez, seria composto por componentes cognitivos, incluindo as percep&ccedil;&otilde;es que o trabalhador tem do contexto de trabalho. Tais percep&ccedil;&otilde;es seriam constru&iacute;das de forma coletiva, caracterizando uma condi&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria que regula as a&ccedil;&otilde;es dos colaboradores no ambiente laboral (Martins, 2008; Rueda e Santos, 2011). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o ao clima organizacional, vale lembrar que o termo faz refer&ecirc;ncia a uma concep&ccedil;&atilde;o da primeira metade do s&eacute;culo XX, proposta por Lewin, Lippitt e White (1939). Sob essa perspectiva, o comportamento humano seria fruto da rela&ccedil;&atilde;o existente entre as caracter&iacute;sticas pessoais do sujeito e seu ambiente psicol&oacute;gico. Segundo Toro (2001), at&eacute; meados da d&eacute;cada de 1980 ainda eram poucos os esfor&ccedil;os dirigidos ao estudo e compreens&atilde;o do clima organizacional, quando o foco predominante era sobre a qualidade de vida no trabalho. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir da d&eacute;cada de 1990, diversos estudos e aplica&ccedil;&otilde;es do clima organizacional contribu&iacute;ram para o desenvolvimento do conceito, de maneira que ele come&ccedil;asse a ser definido com mais clareza e desvinculado de outros termos (Jim&eacute;nez e Madrigal, 1996; Regis Filho e Lopes, 1994, entre outros). Pesquisadores come&ccedil;aram a se interessar por estudar o clima n&atilde;o s&oacute; em organiza&ccedil;&otilde;es em geral, como em diferentes contextos, como escolas (Karadag e &Ouml;ner, 2012), hospitais (Dawson, Gonz&aacute;lez-Rom&aacute;, Davis e West, 2008), ou institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica (Santos, Souza e Cabral, 2009). Tais estudos utilizam t&eacute;cnicas tanto quantitativas quanto qualitativas para a obten&ccedil;&atilde;o dos dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Patterson, Warr e West (2004), o clima organizacional &eacute; um fen&ocirc;meno duradouro e multidimensional, de car&aacute;ter perceptual, compartilhado pelos colaboradores de uma organiza&ccedil;&atilde;o. Sua fun&ccedil;&atilde;o seria orientar e regular os comportamentos de cada colaborador dentro da organiza&ccedil;&atilde;o, sempre de acordo com as normas e padr&otilde;es determinados por ela. Toro (2001) considera que o clima organizacional &eacute; a percep&ccedil;&atilde;o dos colaboradores / trabalhadores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pr&aacute;ticas empresariais adotadas pela organiza&ccedil;&atilde;o, bem como &agrave;s pol&iacute;ticas de trabalho e aos procedimentos organizacionais. O autor esclarece, ainda, que o construto inclui as percep&ccedil;&otilde;es compartilhadas pelo grupo e a maneira como este grupo apreende os aspectos do ambiente organizacional no qual est&aacute; inserido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dada a intersec&ccedil;&atilde;o entre os construtos, algumas investiga&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m sido realizadas com o intuito de explorar a rela&ccedil;&atilde;o entre satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e clima organizacional. Autores, como Oviedo e Calder&oacute;n (1994), afirmam que o clima organizacional tem impactos muito importantes na satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, enfatizando que a modifica&ccedil;&atilde;o no clima de uma determinada organiza&ccedil;&atilde;o interfere na satisfa&ccedil;&atilde;o dos funcion&aacute;rios da mesma. Ainda, mencionam que a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho apresenta uma liga&ccedil;&atilde;o muito estreita com o clima organizacional. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A recupera&ccedil;&atilde;o de literatura em bases nacionais e latino-americanas permitiu a identifica&ccedil;&atilde;o de dois estudos emp&iacute;ricos envolvendo os dois temas. Respeitando-se a ordem cronol&oacute;gica de publica&ccedil;&atilde;o, o trabalho de Hernandez e Melo (2003) objetivou verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre ambos os construtos em 41 funcion&aacute;rios de um centro m&eacute;dico de Porto Alegre. Para aferi&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho foi utilizado o <i>Question&aacute;rio de Satisfa&ccedil;&atilde;o S20/23</i> e para o clima organizacional, o <i>Question&aacute;rio de Clima Organizacional</i> de Kolb, Rubin e McIntyre. Os resultados revelaram uma correla&ccedil;&atilde;o positiva de magnitude forte (<i>r</i>=0,70). No que se refere a fatores espec&iacute;ficos de ambos os instrumentos, as correla&ccedil;&otilde;es positivas foram fracas e moderadas (0,33 a 0,55), levando &agrave; conclus&atilde;o de que a associa&ccedil;&atilde;o entre ambos os construtos &eacute; relevante. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tal rela&ccedil;&atilde;o foi tamb&eacute;m evidenciada em estudo posteriormente realizado no Chile por Vega, Botello, Rivera e Partido (2008), cujo objetivo foi adaptar e validar instrumentos destinado a aferir o Clima Organizacional e a Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho. Os participantes foram 547 trabalhadores de organiza&ccedil;&otilde;es estatais (57,3% do g&ecirc;nero masculino, 39 anos na m&eacute;dia), submetidos &agrave;s vers&otilde;es adaptadas dos instrumentos <i>Escala de Clima Organizacional </i>e <i>Question&aacute;rios de Satisfa&ccedil;&atilde;o Laboral S21/26 </i>e <i>S4/82</i>. Os resultados da an&aacute;lise fatorial mostraram valores adequados para a escala de clima organizacional (Alfa de Cronbach entre 0,64 e 0,86, com exce&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o 'press&atilde;o', cujo valor foi 0,33). Os autores consideraram que o estudo demonstrou a adequa&ccedil;&atilde;o das medidas dos construtos para a popula&ccedil;&atilde;o chilena e tamb&eacute;m confirmou a rela&ccedil;&atilde;o existente entre os construtos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tendo em vista as modifica&ccedil;&otilde;es constantes no mundo do trabalho e com base nos aspectos te&oacute;ricos e emp&iacute;ricos aqui trazidos, &eacute; poss&iacute;vel constatar a import&acirc;ncia de novos estudos sobre os construtos satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e clima organizacional. Nesse sentido, o presente trabalho prop&ocirc;s-se a verificar o quanto ambos s&atilde;o associados e ainda explorar diferen&ccedil;as na percep&ccedil;&atilde;o de clima organizacional com base na compara&ccedil;&atilde;o de grupos contrastantes em termos de n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. Vale lembrar que as medidas aqui usadas j&aacute; possuem estudos de validade e precis&atilde;o, mas que os resultados encontrados poder&atilde;o adicionalmente apontar para novas evid&ecirc;ncias de validade relativas &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com outras vari&aacute;veis, neste caso seria esperada uma rela&ccedil;&atilde;o de converg&ecirc;ncia. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Participaram da pesquisa 182 trabalhadores de diferentes &aacute;reas, com idade variando de 18 a 58 anos (<i>M</i>=26,47, <i>DP</i>=7,66), sendo 112 (61,5%) mulheres. A escolaridade dos indiv&iacute;duos variou de Ensino M&eacute;dio incompleto at&eacute; p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o conclu&iacute;da. No que se refere &agrave; &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, 88 (48,4%) trabalhavam como prestadores de servi&ccedil;os, 69 (37,9%) na &aacute;rea comercial e 16 (8,8%) na industrial, sendo que nove pessoas (4,9%) n&atilde;o forneceram essa informa&ccedil;&atilde;o. Quanto ao estado, os sujeitos eram provenientes de Sergipe. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho - EST (Siqueira, 1995). </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O processo de constru&ccedil;&atilde;o da EST foi baseado na coleta de dados de 287 trabalhadores, cujos resultados foram analisados por meio da an&aacute;lise dos componentes principais com rota&ccedil;&atilde;o <i>oblimin</i> e <i>varimax</i>. A an&aacute;lise revelou a exist&ecirc;ncia de cinco fatores, que explicaram 64,8% da vari&acirc;ncia total, cujas caracter&iacute;sticas s&atilde;o descritas a seguir. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com os colegas' (Alfa=0,86) diz respeito ao contentamento com a colabora&ccedil;&atilde;o e sentimentos positivos mantido com os colegas de trabalho. J&aacute; o fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio' (Alfa=0,82) aborda aspectos relacionados ao contentamento com o que a pessoa recebe em rela&ccedil;&atilde;o ao quanto ele trabalha, sua compet&ecirc;ncia e esfor&ccedil;o, bem como o custo de vida. Por sua vez, o fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com a chefia' (Alfa=0,90) trata do contentamento do funcion&aacute;rio com os seus superiores, no que se refere &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o, compet&ecirc;ncia e interesse pelo trabalho dos subordinados. O quarto fator denominado 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com a natureza do trabalho' (Alfa=0,82) est&aacute; relacionado ao contentamento com o trabalho em si, a dificuldade do mesmo, o desconforto que provoca e os desafios inerentes a ele. Por fim, o fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com as promo&ccedil;&otilde;es' (Alfa=0,87) refere-se ao contentamento com a mobilidade funcional, &agrave;s garantias e &agrave;s oportunidades oferecidas pela organiza&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O instrumento deve ser respondido por meio de uma escala <i>Likert</i> de sete pontos (totalmente insatisfeito, muito insatisfeito, insatisfeito, indiferente, satisfeito, muito satisfeito e totalmente satisfeito), pontuados de 1 a 7 respectivamente. Deve ser ressaltado que todos os fatores da EST ficaram compostos por cinco itens. Os escores m&eacute;dios para cada fator s&atilde;o obtidos somando-se os valores indicados pelos respondentes e dividindo-se o valor obtido pelo n&uacute;mero de itens. Dessa forma, a pontua&ccedil;&atilde;o em cada fator poder&aacute; variar de 1 e 7, sendo que valores entre 1 e 3,9 indicam insatisfa&ccedil;&atilde;o do sujeito com a dimens&atilde;o em quest&atilde;o; valores entre 4 e 4,9 indicam indiferen&ccedil;a; e valores entre 5 e 7 indicam satisfa&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o do Clima Organizacional - CLIMOR (Rueda e Santos, 2011)</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A elabora&ccedil;&atilde;o da CLIMOR foi realizada com a participa&ccedil;&atilde;o 1412 trabalhadores. A evid&ecirc;ncia de validade de construto foi estabelecida por meio de uma an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria que resultou em uma estrutura interna de 32 itens, distribu&iacute;dos em cinco fatores, que explicaram 49,71% da vari&acirc;ncia total, tal como descrito a seguir. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fator 'Comunica&ccedil;&atilde;o, integra&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o' &eacute; composto por 11 itens (Alfa=0,87), se refere &agrave; percep&ccedil;&atilde;o dos canais de comunica&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o e do grau de coopera&ccedil;&atilde;o e relacionamento entre os setores e funcion&aacute;rios e &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o como um todo. O fator 'Desenvolvimento profissional e benef&iacute;cios' &eacute; composto por 8 itens (Alfa=0,84), engloba itens que implicam a avalia&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o sob o prisma das oportunidades de treinamento, de promo&ccedil;&otilde;es e de carreira, assim como do grau de satisfa&ccedil;&atilde;o com os benef&iacute;cios oferecidos pela empresa. No caso do fator 'Ergonomia' possui 6 itens, (Alfa=0,75), que se referem &agrave;s qualidades de conforto oferecidas pela organiza&ccedil;&atilde;o, incluindo temperatura, modernidade, ilumina&ccedil;&atilde;o e riscos de trabalho. O fator chamado 'Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho', composto por 4 itens (Alfa=0,65), congregou aspectos gerais vistos como negativos dentro da organiza&ccedil;&atilde;o, o que demanda que sua pontua&ccedil;&atilde;o seja invertida para sua interpreta&ccedil;&atilde;o. Por fim, o fator 'Processo decis&oacute;rio' inclui 3 itens (Alfa=0,75) relacionados &agrave; autonomia oferecida pela organiza&ccedil;&atilde;o para a tomada de decis&otilde;es dos seus funcion&aacute;rios. O alfa global da escala &eacute; de 0,88. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A CLIMOR avalia a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo sobre o seu ambiente de trabalho. O instrumento &eacute; respondido por meio de uma escala <i>Likert </i>de cinco pontos (discordo totalmente, discordo parcialmente, nem discordo/nem concordo, concordo parcialmente e concordo plenamente), que s&atilde;o respectivamente pontuados de 1 a 5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto de pesquisa pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica, os instrumentos foram aplicados coletivamente. O tempo de aplica&ccedil;&atilde;o foi de aproximadamente 30 minutos, sendo coletados numa &uacute;nica sess&atilde;o, primeiro os dados da CLIMOR e posteriormente da EST. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na an&aacute;lise dos resultados primeiramente os fatores e a pontua&ccedil;&atilde;o total da CLIMOR foram correlacionados com as cinco dimens&otilde;es avaliadas pela EST e, em um segundo momento, foi realizada uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA), tendo como vari&aacute;vel dependente a pontua&ccedil;&atilde;o total na CLIMOR, em fun&ccedil;&atilde;o de cada uma das dimens&otilde;es da EST. No que se refere &agrave;s correla&ccedil;&otilde;es entre os instrumentos, os resultados podem ser visualizados na <a href="/img/revistas/bolpsi/v62n137/a03tab01.jpg">Tabela 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O resultado da correla&ccedil;&atilde;o entre os fatores da CLIMOR e a escala total com cada um dos fatores da EST evidenciou apenas uma correla&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o foi estatisticamente significativa, qual seja, o fator 'Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho' da CLIMOR com a 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com os colegas' da EST. No restante das compara&ccedil;&otilde;es, todos os &iacute;ndices foram positivos e estatisticamente significativos, sendo que 14 coeficientes foram de magnitude moderada e 14 de magnitude fraca, de acordo com a proposta de Dancey e Ridey (2006). Destaca-se que apenas uma correla&ccedil;&atilde;o apresentou um coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de magnitude forte, qual seja, o fator 'Desenvolvimento profissional e benef&iacute;cios' da CLIMOR com o fator referente &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com as promo&ccedil;&otilde;es da EST (<i>r</i>=0,73). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base nos resultados verificados pode-se concluir que o aumento da percep&ccedil;&atilde;o do clima organizacional, independentemente do fator, aumenta tamb&eacute;m a satisfa&ccedil;&atilde;o com os diferentes aspectos do trabalho. Com base na magnitude das correla&ccedil;&otilde;es pode-se inferir que ambos os construtos possuem aspectos em comum, mas em sua maior parte eles mostram peculiaridades pr&oacute;prias. No que tange &agrave; magnitude forte que foi evidenciada, ao considerar os aspectos avaliados por ambos os fatores percebe-se que a comunalidade &eacute; esperada, uma vez que ambos se referem ao desenvolvimento profissional dos funcion&aacute;rios, seja em forma de benef&iacute;cios ou de promo&ccedil;&otilde;es. Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que foi identificada uma evid&ecirc;ncia de validade referente &agrave; rela&ccedil;&atilde;o do escore da Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o do Clima Organizacional (CLIMOR) com outro construto similar, a Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (EST). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dando sequ&ecirc;ncia &agrave;s an&aacute;lises propostas realizou-se uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) considerando a pontua&ccedil;&atilde;o na CLIMOR e a classifica&ccedil;&atilde;o proposta pela EST para interpreta&ccedil;&atilde;o de seus fatores. Dessa forma, os indiv&iacute;duos foram agrupados em fun&ccedil;&atilde;o de apresentar insatisfa&ccedil;&atilde;o (1 a 3,9 pontos), indiferen&ccedil;a (4 a 4,9 pontos) ou satisfa&ccedil;&atilde;o (5 a 7 pontos) em cada um dos fatores da EST. Os resultados da ANOVA podem ser observados na <a href="#tab2">Tabela 2</a>. </font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bolpsi/v62n137/a03tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pela <a href="#tab2">Tabela 2</a> pode ser observado que as classifica&ccedil;&otilde;es propostas para cada fator da EST apresentaram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas em fun&ccedil;&atilde;o da pontua&ccedil;&atilde;o total na CLIMOR. No entanto, pela prova de <i>Tukey</i> observou-se que as tr&ecirc;s classifica&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foram diferenciadas em todos os casos. Na <a href="#tab3">Tabela 3</a> encontra-se o resultado dessa an&aacute;lise para os fatores 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com os colegas' e 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com a chefia'. </font></p>     <p><a name="tab3"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bolpsi/v62n137/a03tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pela prova de <i>Tukey</i> pode ser observado que os sujeitos classificados como satisfeitos com ambos os fatores avaliados foram os que apresentaram as maiores pontua&ccedil;&otilde;es na CLIMOR, sendo diferenciados dos indiv&iacute;duos classificados como insatisfeitos ou indiferentes, sendo que as pessoas dessas duas classifica&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foram diferenciadas. O mesmo procedimento estat&iacute;stico foi realizado nos outros tr&ecirc;s fatores da EST, podendo seus resultados ser visualizados na <a href="/img/revistas/bolpsi/v62n137/a03tab04.jpg">Tabela 4</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No caso espec&iacute;fico destes tr&ecirc;s fatores foi nitidamente evidenciado que os tr&ecirc;s grupos de classifica&ccedil;&otilde;es foram diferenciados, sendo que o grupo de pessoas satisfeitas apresentou uma m&eacute;dia maior do que o grupo de indiferentes que, por sua vez, tamb&eacute;m apresentaram uma pontua&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia maior que o grupo de sujeitos insatisfeitos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O E CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A satisfa&ccedil;&atilde;o com o trabalho e o clima organizacional s&atilde;o construtos que t&ecirc;m despertado o interesse de pesquisadores e profissionais da Psicologia organizacional nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. No entanto, n&atilde;o s&atilde;o tantos os estudos que trataram, especificamente, da rela&ccedil;&atilde;o entre ambos. Como evidenciam Oviedo e Calder&oacute;n (1994), a maneira como estes construtos se relacionam influenciam diretamente o v&iacute;nculo que o trabalhador estabelece com seu trabalho e seu ambiente laboral. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No que se refere a essa rela&ccedil;&atilde;o, este estudo evidenciou que todas as dimens&otilde;es que comp&otilde;em os instrumentos utilizados, tanto de satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho como de clima organizacional, se correlacionaram positivamente. Nesse sentido, destaque deve ser dado &agrave; rela&ccedil;&atilde;o entre o 'desenvolvimento profissional' da CLIMOR com a 'satisfa&ccedil;&atilde;o com as promo&ccedil;&otilde;es' da EST, que apresentaram uma magnitude de correla&ccedil;&atilde;o que Dancey e Ridey (2006) consideram forte, indicando que boa parte dos construtos cont&eacute;m aspectos semelhantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda no que se refere &agrave; compara&ccedil;&atilde;o da CLIMOR com a EST, houve correla&ccedil;&otilde;es de magnitudes que variaram de baixas a moderadas (entre 0,36 e 0,69). Tais resultados demonstram a interfer&ecirc;ncia que a satisfa&ccedil;&atilde;o do trabalhador pode ter sobre a percep&ccedil;&atilde;o positiva do ambiente laboral, o que corrobora estudos anteriores (Oviedo e Calder&oacute;n, 1994; Vega et al., 2008). Vai tamb&eacute;m ao encontro dos achados de Hernandez e Melo (2003), que compararam instrumentos que avaliavam a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e o clima organizacional e verificaram correla&ccedil;&otilde;es de magnitudes fracas e moderadas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando comparados os participantes da pesquisa em fun&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o fornecidos pela EST (satisfeitos, insatisfeitos ou indiferentes), observou-se que os trabalhadores satisfeitos sempre apresentaram pontua&ccedil;&otilde;es maiores na CLIMOR, o que confirma novamente a rela&ccedil;&atilde;o entre os construtos. Dessa forma, os resultados sugeriram que pessoas satisfeitas com seu trabalho tendem a avaliar o ambiente laboral de forma mais positiva. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base na compara&ccedil;&atilde;o realizada entre os construtos, e mais especificamente entre os instrumentos, &eacute; necess&aacute;rio mencionar que os resultados, al&eacute;m de estarem na dire&ccedil;&atilde;o hipotetizada e mostrarem a rela&ccedil;&atilde;o existente entre eles, tamb&eacute;m podem ser considerados uma evid&ecirc;ncia de validade convergente (AERA, APA e NCME, 1999). Dessa forma, o estudo contribui para a &aacute;rea organizacional, fornecendo dados psicom&eacute;tricos para que instrumentos possam ser utilizados com mais seguran&ccedil;a e contribuindo para o avan&ccedil;o do conhecimento sobre o tema. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Algumas limita&ccedil;&otilde;es devem ser apontadas, tais como n&atilde;o terem sido consideradas as diferen&ccedil;as entre as ocupa&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores, ou o n&uacute;mero de trabalhadores nas empresas pesquisadas, ou ainda, a &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o de cada trabalhador. Nesse sentido, futuros estudos podem ser desenvolvidos com o intuito de aprofundar estes achados. Talvez se possa considerar a possibilidade de realizar estudos experimentais que considerem medidas antes e depois da implanta&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias, mudan&ccedil;as de chefia ou de setor, dentre outros aspectos, que trar&atilde;o notada contribui&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento da &aacute;rea. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">American Educational Research Association &#91;AERA&#93;; American Psychological Association &#91;APA&#93;; and National Council on Measurement in Education &#91;NCME&#93;. (1999). <i>Standards for educational and psychological testing</i>. Washington, DC: American Psychological Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470840&pid=S0006-5943201200020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brief, A.P. &amp; Weiss, H.M. (2002). Organizational behavior: Affect in the workplace. <i>Annual Review of Psychology, 53</i>, 279-307.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470842&pid=S0006-5943201200020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carlotto, M.S. &amp; C&acirc;mara, S.G. (2008). Propriedades psicom&eacute;tricas do question&aacute;rio de satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho (s20/23). <i>PsicoUSF, 13 </i>(2), 203-210.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470844&pid=S0006-5943201200020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dancey, C.P. &amp; Reidy, J. (2006). <i>Estat&iacute;stica sem Matem&aacute;tica para Psicologia</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470846&pid=S0006-5943201200020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dawson, J.F.; Gonz&aacute;lez-Roma, V.; Davis, A. &amp; West, M. A. (2008). Organizational climate and climate strength in UK hospitals. <i>European Journal of Work and Organizational Psychology, 17 </i>(1), 89-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470848&pid=S0006-5943201200020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hernandez, J.A.E. &amp; Melo, F.M. (2003). O clima organizacional e a satisfa&ccedil;&atilde;o dos funcion&aacute;rios de um Centro M&eacute;dico Integrado. <i>Revista Psicologia: Organiza&ccedil;&atilde;o e Trabalho, 3 </i>(1), 11-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470850&pid=S0006-5943201200020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Jim&eacute;nez, J.G. &amp; Madrigal, O.M. (1996). An&aacute;lisis del clima organizacional de la Cl&iacute;nica Dr. Ricardo Moreno Ca&ntilde;as de la CCSS noviembre 1994 a julio 1995. <i>Heredia</i>, s/n, p. 390.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470852&pid=S0006-5943201200020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Karadag, E. &amp; &Ouml;ner, S. (2012). The relationship between the levels of participation of high school teachers in school management and their perception of organization climate. <i>International Business Management, 2 </i>(1), 10-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470854&pid=S0006-5943201200020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Laros, J.A. &amp; Puente-Palacios, K.E. (2004). Valida&ccedil;&atilde;o cruzada de uma escala de clima social. <i>Estudos de Psicologia (Natal), 9 </i>(1), 113-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470856&pid=S0006-5943201200020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lewin, K.: Lippitt, R. &amp; White, R.K. (1939). Patterns of aggressive behavior in experimentally created social climates. <i>Journal of Social Psychology, 10 </i>(2), 271-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470858&pid=S0006-5943201200020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Locke, E.A. (1976). The nature and causes of job satisfaction. In: M. D. Dunnette (Ed.), <i>Handbook of industrial and organizational Psychology.</i> (pp. 1297-1349). Chicago: Rand McNally.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470860&pid=S0006-5943201200020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Maciel, C.O. &amp; Camargo, C. (2011). Comprometimento, satisfa&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o no trabalho: Evid&ecirc;ncias da primazia dos aspectos morais e das normas de reciprocidade cobre o comportamento. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea, 15 </i>(3), 433-453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470862&pid=S0006-5943201200020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Martinez, M.C. &amp; Paraguay, A.I.B.B. (2003). Satisfa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de no trabalho: Aspectos conceituais e metodol&oacute;gicos. <i>Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 6</i>, 59-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470864&pid=S0006-5943201200020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Martins, M.C.F. (2008). Clima organizacional. In: M. M. M. Siqueira (Org.), <i>Medidas do comportamento organizacional: Ferramentas de diagn&oacute;stico e de gest&atilde;o.</i> (pp.29-40). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470866&pid=S0006-5943201200020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Oviedo, C.S. &amp; Calder&oacute;n, J.L. (1994). La satisfacci&oacute;n laboral y su papel en la evaluaci&oacute;n de la calidad de la atenci&oacute;n m&eacute;dica. <i>Salud P&uacute;blica (M&eacute;xico), 36 </i>(1), 22-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470868&pid=S0006-5943201200020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Patterson, M.; Warr, P. &amp; West, M. (2004). Organizational climate and organizational productivity: The role of employee affect and employee level. <i>Journal of Occupational and Organizational Psychology. 77</i>, 193-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470870&pid=S0006-5943201200020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Regis Filho, G.I. &amp; Lopes, M.C. (1994). Estudo de clima organizacional em servi&ccedil;os ambulatoriais de Sa&uacute;de P&uacute;blica. <i>Revista Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de, 13 </i>(1)<i>, </i>181-197.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470872&pid=S0006-5943201200020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rueda, F.J.M.; Baptista, M.N.; Souza, M.S.; Degenhardt, I. &amp; Nicoletti, I.G. (2010). Escala de Suporte Laboral (ESUL) e Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho: Evid&ecirc;ncias de validade. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 9 </i>(3), 479-488.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470874&pid=S0006-5943201200020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rueda, F.J.M. &amp; Santos, A.A.A. (2011). <i>Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o do Clima Organizacional (CLIMOR)</i>. S&atilde;o Paulo: Vetor Editora Psicopedag&oacute;gica Ltda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470876&pid=S0006-5943201200020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Santos Jr., A.A.; Souza, R.J. &amp; Cabral, A.B. (2009). Clima organizacional em organiza&ccedil;&otilde;es policiais militares. <i>Revista Brasileira de Gest&atilde;o e Desenvolvimento Regional, 5 </i>(1), 26-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470878&pid=S0006-5943201200020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Siqueira, M.M.M. (2008). Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho - EST. In: M. M. M. Siqueira e colaboradores, <i>Medidas do comportamento organizacional.</i> (pp. 265-274). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470880&pid=S0006-5943201200020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Siqueira, M.M.M. (Org.). (2008). <i>Medidas do comportamento organizacional. </i>Porto Alegre: Atmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470882&pid=S0006-5943201200020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Siqueira, M.M.M. &amp; Gomide, Jr, S. (2004). V&iacute;nculos do indiv&iacute;duo com o trabalho e com a organiza&ccedil;&atilde;o. In: J. C Zanelli &amp; J. E. Borges-Andrade (Orgs.), <i>Psicologia, organiza&ccedil;&otilde;es e trabalho no Brasil</i><b>. (</b>pp.300-328<b>). </b>Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470884&pid=S0006-5943201200020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Siqueira, M.M.M. &amp; Padovan, V.A.R. (2004). Influ&ecirc;ncias de percep&ccedil;&atilde;o de suporte no trabalho e de satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social sobre bem estar subjetivo de trabalhadores. <i>Ata do 5º Congresso Nacional de Psicologia da Sa&uacute;de</i>, Lisboa, 659-663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470886&pid=S0006-5943201200020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sloane, P.J. &amp; Williams, H. (2000). Job satisfaction, comparison earnings and gender. <i>Labour</i>, <i>14</i>, 473-501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470888&pid=S0006-5943201200020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Suehiro, A.C.B.; Santos, A.A.A.; Hatamoto, C.T. &amp; Cardoso, M.M. (2008). Vulnerabilidade ao estresse e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho em profissionais do programa de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. <i>Boletim de Psicologia, LVIII</i> (129), 205-218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470890&pid=S0006-5943201200020000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tamayo, A. (2000). Prioridades axiol&oacute;gicas e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o FEA-USP, 35 </i>(2), 37-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470892&pid=S0006-5943201200020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Toro, F.A. (2001). <i>El clima organizacional perfil de empresas colombianas</i>. Medell&iacute;n: Cicel Ltda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470894&pid=S0006-5943201200020000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vega, M.M.C.; Botello, C.M.S.; Rivera, P.C.H. &amp; Partido, A.N. (2008). Clima organizacional y satisfacci&oacute;n laboral en organizaciones del sector estatal (Instituciones p&uacute;blicas): Desarrollo, adaptaci&oacute;n y validaci&oacute;n de instrumentos. <i>Revista Universum, 23 </i>(2)<i>, 66-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470896&pid=S0006-5943201200020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </i></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vroom, V.H. (1964). <i>Work and motivation. </i>New York: Willey.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470898&pid=S0006-5943201200020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em 02/4/12     <br>   Revisto em 9/10/12     <br>   Aceito em14/10/12 </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="add1"></a><a href="#add">*</a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia: Universidade S&atilde;o Francisco. Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Psicologia. R. Alexandre Rodrigues Barbosa, 45. Itatiba-SP. CEP: 13251-900. E-mail: <a href="mailto:fabianrueda@saofrancisco.edu.br">fabianrueda@saofrancisco.edu.br</a>; <a href="mailto:acacia.angeli@gmail.com">acacia.angeli@gmail.com</a>; </font></p>      ]]></body>
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