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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[With this article, we aim to expose the research being developed in the NAPAp/PUC-SP (Núcleo de Apoio Psicopedagógico à Aprendizagem) and presented in a lecture, given by Prof. Neide de Aquino Noffs, at the IV International Symposium on Psychopedagogy, held in Sao Paulo, in 2010, by Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Such research leads us to note that the Psychopedagogy for decades focused on building activities with children and adolescents of school age. However, after the implementation of the Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), which was included as an indicator for evaluating the degree courses and pedagogy the item "student service" we mean that it is necessary to reflect and review the actions developed pedagogical in Higher Education. This item to be evaluated will be scored from 1 to 5 and the standard of review includes levels of implementation (or not) programs for "extra class attendance and grading activity" beyond psychopedagogical service offered by the institution. Supported this assumption, we started from 2007, an intervention project through the NAPAp/PUC-SP. This core, taken by students of Psychopedagogy in the institutional approach, coordinated and supervised by Prof. Neide de Aquino Noffs, is building tools and methodologies specific to adults seeking assistance to identify and / or improve their academic performance, professional and personal. In this paper, we discuss the contributions of this action in the expansion of the field of adult learning: andragogy.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="verdana, arial, helvetica, sans-serif" size="4"><b>Andragogia    na Psicopedagogia: a atua&ccedil;&atilde;o com adultos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Andragogy in    Psychopedagogy: the role with adults</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Neide de Aquino    Noffs<sup>I</sup>; Carla Maria Rezende Rodrigues<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Doutora    em Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade de S&atilde;o Paulo; Psicopedagoga    Cl&iacute;nica e Institucional; coordenadora do curso Psicopedagogia na Pontif&iacute;cia    Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo (PUC-SP); Diretora e docente    da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o da PUC-SP; presidente vital&iacute;cia    da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), assessora institucional    na rede municipal de ensino e coordenadora geral da comiss&atilde;o de regulamenta&ccedil;&atilde;o    e forma&ccedil;&atilde;o do Psicopedagogo no Brasil junto &agrave; ABPp    <br>   <sup>II</sup>Mestrado em Curso de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Letras.    Universidade Presbiteriana Mackenzie</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com esse artigo,    temos como objetivo expor a pesquisa que vem sendo desenvolvida no NAPAp/PUC-SP    (N&uacute;cleo de Apoio Psicopedag&oacute;gico &agrave; Aprendizagem) e apresentada    em palestra, ministrada pela Profª Neide de Aquino Noffs, no IV Simp&oacute;sio    Internacional de Psicopedagogia, realizado em S&atilde;o Paulo pela Associa&ccedil;&atilde;o    Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), em 2010. A referida pesquisa nos leva a    observar que a Psicopedagogia, durante d&eacute;cadas, se preocupou em desenvolver    a&ccedil;&otilde;es com crian&ccedil;as e adolescentes em idade escolar. No    entanto, ap&oacute;s a implanta&ccedil;&atilde;o do Sistema Nacional de Avalia&ccedil;&atilde;o    da Educa&ccedil;&atilde;o Superior (SINAES), no qual foi inclu&iacute;do como    indicador de avalia&ccedil;&atilde;o dos cursos de Licenciatura e Pedagogia    o item "<i>atendimento ao discente</i>", entendemos que se faz necess&aacute;rio    refletir e revisar as a&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas desenvolvidas no    Ensino Superior. Este quesito ao ser avaliado ser&aacute; pontuado de 1 a 5    e o crit&eacute;rio de an&aacute;lise inclui n&iacute;veis de implementa&ccedil;&atilde;o    (ou n&atilde;o) do programas de "<i>atendimento extraclasse e atividade de nivelamento</i>",    al&eacute;m de atendimento psicopedag&oacute;gico oferecido pela institui&ccedil;&atilde;o.    Apoiados neste pressuposto, iniciamos, em 2007, um projeto de interven&ccedil;&atilde;o    por meio do NAPAp/PUC-SP. Este n&uacute;cleo, assumido pelos estudantes de Psicopedagogia    na abordagem institucional, coordenado e supervisionado pela Profª Neide de    Aquino Noffs, est&aacute; construindo instrumentos e metodologias espec&iacute;ficas    no atendimento a adultos que buscam identificar e/ou melhorar seu desempenho    escolar, profissional e pessoal. Neste texto, abordaremos as contribui&ccedil;&otilde;es    dessa a&ccedil;&atilde;o na amplia&ccedil;&atilde;o do campo de atua&ccedil;&atilde;o    de aprendizagem com adultos: a andragogia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Unitermos:</b>    Ensino. Aprendizagem. Educa&ccedil;&atilde;o superior.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> With this article,    we aim to expose the research being developed in the NAPAp/PUC-SP (N&uacute;cleo    de Apoio Psicopedag&oacute;gico &agrave; Aprendizagem) and presented in a lecture,    given by Prof. Neide de Aquino Noffs, at the IV International Symposium on Psychopedagogy,    held in Sao Paulo, in 2010, by Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psicopedagogia    (ABPp). Such research leads us to note that the Psychopedagogy for decades focused    on building activities with children and adolescents of school age. However,    after the implementation of the Sistema Nacional de Avalia&ccedil;&atilde;o    da Educa&ccedil;&atilde;o Superior (SINAES), which was included as an indicator    for evaluating the degree courses and pedagogy the item "student service" we    mean that it is necessary to reflect and review the actions developed pedagogical    in Higher Education. This item to be evaluated will be scored from 1 to 5 and    the standard of review includes levels of implementation (or not) programs for    "extra class attendance and grading activity" beyond psychopedagogical service    offered by the institution. Supported this assumption, we started from 2007,    an intervention project through the NAPAp/PUC-SP. This core, taken by students    of Psychopedagogy in the institutional approach, coordinated and supervised    by Prof. Neide de Aquino Noffs, is building tools and methodologies specific    to adults seeking assistance to identify and / or improve their academic performance,    professional and personal. In this paper, we discuss the contributions of this    action in the expansion of the field of adult learning: andragogy.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Key words:</b>    Teaching. Learning. Education, higher.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    artigo &eacute; apresentar o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo N&uacute;cleo    de Apoio Psicopedag&oacute;gico &agrave; Aprendizagem (NAPAp) da Pontif&iacute;cia    Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo (PUC-SP), sob a coordena&ccedil;&atilde;o    e supervis&atilde;o da Profª Neide de Aquino Noffs e assumido pela equipe de    p&oacute;s-graduandas do Curso de Psicopedagogia da citada Institui&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O NAPAp, criado    em 2007, &eacute; uma iniciativa da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o da PUC/SP,    que oferece o curso de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o (<i>lato sensu</i>)    em Psicopedagogia e atende a dois prop&oacute;sitos, sendo o primeiro, oferecer    aos alunos, que optam pelo est&aacute;gio institucional do curso de Psicopedagogia,    o ambiente e as situa&ccedil;&otilde;es de aprendizagem exigidos no futuro exerc&iacute;cio    de sua pr&aacute;tica e, como segundo prop&oacute;sito, atender aos alunos dos    diferentes cursos de gradua&ccedil;&atilde;o que procuram apoio para lidar com    sua aprendizagem. A partir de 2010, criamos grupos de apoio espec&iacute;ficos    para estudantes do curso de Pedagogia e demais licenciaturas, bem como a estudantes    participantes do Programa Universidade para Todos (PROUNI).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Psicopedagogia    se apresenta como uma &aacute;rea das Ci&ecirc;ncias Humanas que se dedica ao    estudo dos processos de aprendizagem. Com olhar te&oacute;rico transdisciplinar,    o Psicopedagogo observa as caracter&iacute;sticas da aprendizagem humana, estuda    como se aprende, como essa aprendizagem varia evolutivamente e est&aacute; articulada    a v&aacute;rios fatores, como se produzem as altera&ccedil;&otilde;es na aprendizagem,    como reconhec&ecirc;-las, trat&aacute;-las e preveni-las. No olhar institucional,    entendemos como "o estudo das modalidades de aprendizagem desencadeadas e/ou    possibilitadas pela institui&ccedil;&atilde;o-escola. Sua inten&ccedil;&atilde;o    &eacute; cuidar da preven&ccedil;&atilde;o e enfrentamento de conflitos envolvendo    a escolariza&ccedil;&atilde;o. Este trabalho pressup&otilde;e uma postura profissional    (e de vida) do indiv&iacute;duo consigo mesmo e com a coletividade em que convive"<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entendemos que,    ao oferecer o atendimento psicopedag&oacute;gico qualificado, contribu&iacute;mos    para melhor desempenho nas atividades acad&ecirc;micas dos estudantes ingressantes    na Gradua&ccedil;&atilde;o. Nosso trabalho viabiliza, por meio de estrat&eacute;gias    adequadas, o aux&iacute;lio nas produ&ccedil;&otilde;es de leitura e de escrita,    bem como a apresenta&ccedil;&atilde;o da diversidade de m&eacute;todos de organiza&ccedil;&atilde;o    e estudos que favore&ccedil;am a cada indiv&iacute;duo e ao grupo, de acordo    com sua modalidade de aprendizagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como estudantes    de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o da PUC-SP, bem como profissionais da Educa&ccedil;&atilde;o,    atuando nas diferentes Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior, convivemos    com a realidade que consiste em ter nas salas de aula dos cursos de Gradua&ccedil;&atilde;o,    em especial nos de Licenciaturas, alunos que trazem diferentes modalidades de    aprendizagem e, em grande n&uacute;mero, indiv&iacute;duos que apresentam dificuldades    em seu desempenho escolar e nas diferentes &aacute;reas de conhecimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diante de tal realidade,    cada vez representado por maior n&uacute;mero de egressos, entendemos que se    faz necess&aacute;ria a reflex&atilde;o, como tamb&eacute;m, a revis&atilde;o    das a&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas desenvolvidas no Ensino Superior.    Contribui, tamb&eacute;m, para essa iniciativa, o fato de ter sido inclu&iacute;do    no instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o para reconhecimento de Cursos de Pedagogia,    no &acirc;mbito do Sistema Nacional de Avalia&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o    Superior (SINAES), Portaria 808/2010, na Dimens&atilde;o 1 Organiza&ccedil;&atilde;o    did&aacute;tico-pedag&oacute;gica do Curso, o item 13, que trata do Atendimento    ao Discente, devendo ser pontuado de 1 a 5, dependendo do n&iacute;vel de implementa&ccedil;&atilde;o    realizado ou n&atilde;o nos "programas sistem&aacute;ticos de atendimento extraclasse,    e atividade de nivelamento, al&eacute;m de apoio psicopedag&oacute;gico oferecido    pela institui&ccedil;&atilde;o".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando as    novas exig&ecirc;ncias do Ensino, nosso trabalho visa, portanto, o desenvolvimento    de habilidades necess&aacute;rias para a atua&ccedil;&atilde;o do estudante,    com procedimentos pedag&oacute;gicos, psicopedag&oacute;gicos e t&eacute;cnicas    adequadas, detectando as causas pelas quais o sujeito n&atilde;o aprende ou    encontra-se inadaptado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por meio do Atendimento    Psicopedag&oacute;gico, buscamos proporcionar condi&ccedil;&otilde;es que facilitem    o desenvolvimento do indiv&iacute;duo, do grupo, da institui&ccedil;&atilde;o    e da comunidade, bem como a preven&ccedil;&atilde;o e a solu&ccedil;&atilde;o    de dificuldades existentes de modo a atingir objetivos educacionais, pedag&oacute;gicos    e psicopedag&oacute;gicos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como objetivo geral,    nos interessa ressignificar o papel do estudante no ensino superior, buscando    atender &agrave;s necessidades dos professores e dos estudantes, a fim de oferecer    a esses condi&ccedil;&otilde;es de trabalho aperfei&ccedil;oado, apoiando-os    durante o processo acad&ecirc;mico, revendo a metodologia de ensino e de estudos    utilizada por eles, aprimorando a organiza&ccedil;&atilde;o e a autonomia do    aprendente para a aquisi&ccedil;&atilde;o do conhecimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O foco de nosso    trabalho est&aacute; nos sujeitos que est&atilde;o em constante processo de    aprendizagem, colaborando com a constru&ccedil;&atilde;o do seu conhecimento,    identificando obst&aacute;culos no processo de aprendizagem e o seu desenvolvimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao abra&ccedil;armos    tal desafio nos deparamos com uma quest&atilde;o fundamental: <i>Como tratar    da aprendizagem desses professores/aprendentes adultos?</i> Nossa pesquisa nos    levou &agrave; percep&ccedil;&atilde;o de que nossas interven&ccedil;&otilde;es,    no ensino superior, estavam articuladas mais ao processo de aprendizagem das    crian&ccedil;as do que aos profissionais adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gostar&iacute;amos    de ressaltar que a educa&ccedil;&atilde;o de adultos tem sido uma preocupa&ccedil;&atilde;o    da Humanidade desde a Antiguidade, onde as escolas funcionavam com um conjunto    de pressupostos, sobre a aprendizagem e as estrat&eacute;gias de ensino, que    recebeu o nome de Pedagogia, que literalmente significa "a arte e ci&ecirc;ncia    de ensinar crian&ccedil;as".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Constatando, ent&atilde;o,    que o ensino com adultos &eacute; algo ainda pouco discutido, iniciamos nosso    estudo com o percurso hist&oacute;rico que nos introduzisse &agrave;s ideias    e aos pressupostos te&oacute;ricos que norteiam a aprendizagem com adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O termo <i>Pedagogia</i>    tem origem no modelo organizacional das escolas da Europa do s&eacute;culo VII,    j&aacute; que estas tinham como fun&ccedil;&atilde;o primordial preparar jovens    meninos para o sacerd&oacute;cio, tendo os professores a miss&atilde;o de doutrin&aacute;-los    na f&eacute; e nos rituais da Igreja.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Somente ap&oacute;s    a Primeira Guerra Mundial surge um conjunto de ideias, que se expande, pouco    a pouco, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, sobre as caracter&iacute;sticas    que distinguem a aprendizagem de crian&ccedil;as e a aprendizagem de adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nossa investiga&ccedil;&atilde;o    levou-nos &agrave;s ideias e aos modelos que delinearam o percurso da Educa&ccedil;&atilde;o    de adultos. Segundo Knowles et al.<sup>2</sup>, discernimos duas correntes de    investiga&ccedil;&atilde;o para a Educa&ccedil;&atilde;o de adultos, a saber:    a corrente cient&iacute;fica e a corrente art&iacute;stica ou intuitiva reflexiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em 1926, com a    publica&ccedil;&atilde;o de <i>The Meaning of Adult Education</i>, Eduard C.    Lindeman<sup>2</sup> estabeleceu os fundamentos para uma teoria sobre a aprendizagem    de adultos, denominada corrente art&iacute;stica ou intuitiva. Em sua investiga&ccedil;&atilde;o    interessou-se em entender o modo como os adultos aprendem, buscando descobrir    novos conhecimentos por meio da intui&ccedil;&atilde;o e da an&aacute;lise da    experi&ecirc;ncia. Em seus estudos observamos que Lindeman estabelece uma dicotomia    entre a educa&ccedil;&atilde;o de adultos e a educa&ccedil;&atilde;o convencional,    e n&atilde;o entre jovens e adultos como inicialmente podemos supor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A abordagem para    a educa&ccedil;&atilde;o de adultos ocorrer&aacute; por meio de situa&ccedil;&otilde;es,    e n&atilde;o de disciplinas. Nosso sistema acad&ecirc;mico se desenvolveu em    ordem inversa: as disciplinas e os professores s&atilde;o o ponto de partida;    os alunos v&ecirc;m em segundo lugar. Na educa&ccedil;&atilde;o convencional,    espera-se que um aluno ajuste-se a um curr&iacute;culo estabelecido; na educa&ccedil;&atilde;o    de adultos, o curr&iacute;culo &eacute; constru&iacute;do em torno das necessidades    e interesses do aluno<sup>2</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A corrente chamada    cient&iacute;fica foi proposta em 1928, por E. L. Thorndike, por ocasi&atilde;o    da publica&ccedil;&atilde;o de <i>Adult Learning</i>. &Eacute; preciso ressaltar    que a corrente cient&iacute;fica busca "descobrir novos conhecimentos por meio    de investiga&ccedil;&atilde;o rigorosa" e Thorndike interessou-se pela habilidade    de aprendizagem dos adultos, e n&atilde;o pelos processos de aprendizagem. Seus    estudos foram de grande import&acirc;ncia na medida em que apresentam uma fundamenta&ccedil;&atilde;o    cient&iacute;fica para aquilo que, a princ&iacute;pio, constitu&iacute;a-se    apenas como uma cren&ccedil;a: de que os adultos podiam aprender.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Podemos dizer que,    na d&eacute;cada de 1940, foi divulgada a maioria dos elementos necess&aacute;rios    para uma conceitualiza&ccedil;&atilde;o da aprendizagem de adultos, por&eacute;m    esses elementos encontravam-se ainda fragmentados, n&atilde;o conjugados para    um modelo integrado de aprendizagem. As pesquisas foram intensificadas durante    a d&eacute;cada de 1950, quando algumas disciplinas das ci&ecirc;ncias sociais,    tais como, a psicologia cl&iacute;nica, a psicologia do desenvolvimento, a sociologia,    a psicologia social e a filosofia, se interessaram pela aprendizagem de adultos.    Observamos, tamb&eacute;m, que Freud, Jung, Erikson, Maslow e Rogers contribu&iacute;ram    enormemente com a amplia&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre as diferentes    dimens&otilde;es do ser humano e, consequentemente, com os fatores que interferem    nos processos de ensino e aprendizagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Surge, assim, o    termo <i>andragogia</i>, definido por Knowles como a "arte e a ci&ecirc;ncia    de ajudar os adultos a aprender", estabelecendo, inicialmente, o contraste com    a pedagogia, que trata do ensino de crian&ccedil;as. Posteriormente, reconsiderou    sua formula&ccedil;&atilde;o, entendendo a andragogia como um modelo de princ&iacute;pios    de aprendizagem e, portanto, podem ser considerados tamb&eacute;m, "&agrave;    educa&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as e jovens"<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No modelo de educa&ccedil;&atilde;o    andrag&oacute;gico, os alunos participam das diversas fases do processo de ensino-aprendizagem,    no diagn&oacute;stico das necessidades educativas, na elabora&ccedil;&atilde;o    de plano, no estabelecimento de objetivos e nas formas de avalia&ccedil;&otilde;es    a partir do que foi definido no diagn&oacute;stico educativo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A metodologia &eacute;    voltada para a participa&ccedil;&atilde;o ativa dos alunos com uma organiza&ccedil;&atilde;o    curricular flex&iacute;vel, visando atender &agrave;s especificidades de cada    adulto. O docente, envolvido nesse modelo, necessita conhecer o desenvolvimento    e as necessidades de diferentes faixas et&aacute;rias com as quais vai lidar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O professor &eacute;    considerado um facilitador e, como tal, sua rela&ccedil;&atilde;o com os alunos    &eacute; horizontal, tendo como principal caracter&iacute;stica o di&aacute;logo,    o respeito, a colabora&ccedil;&atilde;o, a confian&ccedil;a, o conforto, a informalidade,    garantindo, assim, que o aluno se sinta seguro e confiante, propiciando um clima    prop&iacute;cio para a aprendizagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A andragogia, enquanto    modelo para a educa&ccedil;&atilde;o com adultos, &eacute; caracterizada pelo    seu foco no processo de aprendizagem, ao inv&eacute;s da &ecirc;nfase no conte&uacute;do.    O processo de aprendizagem se desenvolve seguindo uma ordem; sensibiliza&ccedil;&atilde;o    (motiva&ccedil;&atilde;o), pesquisa (estudo), discuss&atilde;o (esclarecimento),    experimenta&ccedil;&atilde;o (pr&aacute;tica), conclus&atilde;o (converg&ecirc;ncia)    e compartilhamento (sedimenta&ccedil;&atilde;o).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O di&aacute;logo    &eacute; fundamental, j&aacute; que pressupomos um professor facilitador e um    aluno aprendiz, compartilhando o conhecimento de um com a experi&ecirc;ncia    do outro.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesse processo,    torna-se dif&iacute;cil distinguir quem aprende mais, se o professor ou o aluno,    pois o aprendizado andrag&oacute;gico &eacute; caminho de duas vias e n&atilde;o    um caminho de m&atilde;o &uacute;nica, busca promover o aprendizado por meio    da experi&ecirc;ncia, fazendo com que a viv&ecirc;ncia estimule e transforme    o conte&uacute;do, impulsionando a assimila&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em nosso projeto    de trabalho iniciamos comparando os diferentes modelos de conhecer: o pedag&oacute;gico,    compreendido aqui, como aprendizagem tradicional e o andrag&oacute;gico, como    aprendizagem contempor&acirc;nea (<a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09q01.jpg">Quadro 1</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todos n&oacute;s,    os que ensinam e os que aprendem, experienciamos o modelo tradicional de aprendizagem    - o Pedag&oacute;gico. Este modelo est&aacute; presente em nossas escolas de    ensino fundamental e m&eacute;dio, em nossos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o    e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o. Podemos inferir que as dificuldades apresentadas,    atualmente, na aprendizagem dos alunos no ensino superior, est&atilde;o associadas    com a ado&ccedil;&atilde;o de um modelo pedag&oacute;gico para o ensino de jovens    adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Partindo desse    pressuposto, planejamos a interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica,    aplicando o sistema de hip&oacute;teses andrag&oacute;gicas, dialogando com    as hip&oacute;teses pedag&oacute;gicas, j&aacute; estabelecidas e vivenciadas    pelos ingressantes em situa&ccedil;&atilde;o de aprendizagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O projeto de interven&ccedil;&atilde;o    ocorreu ao longo do ano letivo de 2010 e, para nortear nossas a&ccedil;&otilde;es,    realizamos um cronograma contando com elabora&ccedil;&atilde;o de instrumentos    investigativos, execu&ccedil;&atilde;o dos instrumentos planejados e avalia&ccedil;&atilde;o    (<a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09q02.jpg">Quadro 2</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inicialmente, distribu&iacute;mos    uma carta convite (<a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a01.jpg">Anexo 1</a>), expondo, em linhas    gerais, a nossa inten&ccedil;&atilde;o de trabalho e, em seguida, distribu&iacute;mos    um question&aacute;rio a ser preenchido por aqueles que desejassem participar    do projeto (<a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a02.jpg">Anexo 2</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esse question&aacute;rio    foi realizado com a finalidade de levantamento de dados iniciais, do perfil    da clientela e do conhecimento pr&eacute;vio das experi&ecirc;ncias educativas    dos interessados. As perguntas foram elaboradas tomando-se por base, os seis    princ&iacute;pios fundamentais que orientam o modelo andrag&oacute;gico na pr&aacute;tica,    demonstrado na <a href="#f1">Figura 1</a>.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psicoped/v28n87/09f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="#f1">Figura    1</a> pode ser interpretada como representante do percurso da aprendizagem,    no qual est&atilde;o expostos, ao centro, os seis princ&iacute;pios, rodeados    por outros fatores que afetam o processo de aprendizagem, tais como: as diferentes    modalidades de aprendizagem, que individualmente possu&iacute;mos, as influ&ecirc;ncias    sociais, culturais institucionais, entre outros (<a href="#q3">Quadro 3</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="q3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psicoped/v28n87/09q03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, ap&oacute;s    o levantamento, a leitura e a an&aacute;lise dos dados obtidos, nossos objetivos    espec&iacute;ficos foram assim definidos:</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; Rever      a concep&ccedil;&atilde;o e a atua&ccedil;&atilde;o do estudante universit&aacute;rio;</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; Auxiliar      o aprendiz para que se vincule &agrave; tarefa de modo a produzir uma aprendizagem      efetiva;</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; Selecionar      estrat&eacute;gias facilitadoras da aprendizagem, que envolvam a escolaridade      como um todo;</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; Utilizar      o cotidiano como um desencadeador das reflex&otilde;es pertinentes aos seus      processos de ensino e aprendizagem;</font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; Integrar      pessoas, bem como a modalidade de articula&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis      entre os conte&uacute;dos-conhecimentos escolares e as atividades de ensino-aprendizagem;</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; Proporcionar      a transposi&ccedil;&atilde;o did&aacute;tica, integrando os saberes emp&iacute;ricos,      ensinados e cient&iacute;ficos.</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estabelecido os    objetivos a partir da an&aacute;lise dos dados, iniciamos as sess&otilde;es,    atendendo aos grupos e optamos por utilizar as t&eacute;cnicas projetivas de    Jorge Visca, nas primeiras sess&otilde;es, para explorarmos a rela&ccedil;&atilde;o    de aprendizagem estabelecida em cada um dos elementos do grupo, e tamb&eacute;m    abrir o canal da escuta psicopedag&oacute;gica para as demandas individuais    e coletivas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s esse    momento, organizamos as sess&otilde;es a partir de atividades pedag&oacute;gicas    espec&iacute;ficas articuladas a um processo de autoconhecimento do estudante    como pessoa e como acad&ecirc;mico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre as atividades    pedag&oacute;gicas espec&iacute;ficas eram oferecidos textos de jornais, revistas,    artigos de livros cient&iacute;ficos proposto pelo curso (do qual o cliente    era oriundo), bem como subs&iacute;dios espec&iacute;ficos &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es    vivenciadas academicamente, tais como: semin&aacute;rios, trabalhos individuais    ou coletivos, rela&ccedil;&atilde;o professor-aluno e aluno-aluno.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Visando &agrave;    compreens&atilde;o do processo andrag&oacute;gico e psicopedag&oacute;gico de    aprendizagem, eram refletidas no momento da supervis&atilde;o deste est&aacute;gio:    as atividades a serem desenvolvidas, o processo e atua&ccedil;&atilde;o dos    profissionais, e tamb&eacute;m, o produto conquistado individual e coletivamente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES    FINAIS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estas reflex&otilde;es    s&atilde;o registros de um processo em execu&ccedil;&atilde;o, configurando-se    num estudo ainda n&atilde;o conclusivo. O que j&aacute; podemos adiantar &eacute;    que, diante dos dados apresentados e das experi&ecirc;ncias com os indiv&iacute;duos    do grupo, vislumbramos a necessidade de se repensar os modelos de ensino, principalmente    para aqueles que exercer&atilde;o, futuramente, o papel social de docentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ressalta-nos a    necessidade de que, os mediadores dos processos de aprendizagem, entre eles,    o psicopedagogo, se esforce para encontrar estrat&eacute;gias que contemplem    as reais necessidades e demandas dos aprendentes, revendo os procedimentos e    as propostas educacionais atuais, abrindo di&aacute;logo entre as diferentes    teorias e &aacute;reas do conhecimento, estabelecendo um paradigma de educa&ccedil;&atilde;o,    no qual o centro do processo seja, integralmente, o sujeito, sua aprendizagem    em suas diferentes dimens&otilde;es<sup>4</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro ponto importante    foi a identifica&ccedil;&atilde;o do grupo com os objetivos e prop&oacute;sitos    para a aprendizagem indicados no quadro modelo de andragogia na pr&aacute;tica    com a Psicopedagogia. O psicopedagogo em suas a&ccedil;&otilde;es reconhece,    nos seis princ&iacute;pios fundamentais da aprendizagem com adultos, um roteiro    poss&iacute;vel de ser seguido desde que o profissional o fa&ccedil;a refletidamente    e n&atilde;o mecanicamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A atua&ccedil;&atilde;o    do psicopedagogo a partir da perspectiva da andragogia se apresenta como mais    uma possibilidade de inova&ccedil;&atilde;o &agrave;s refer&ecirc;ncias convencionais    de interven&ccedil;&atilde;o na dimens&atilde;o institucional do psicopedagogo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Noffs NA. Psicopedagogo    na rede de ensino: a trajet&oacute;ria institucional de seus atores-autores.    S&atilde;o Paulo:Eleva&ccedil;&atilde;o;2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4360041&pid=S0103-8486201100030000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Knowles MS,    Holton III EF, Swanson RA. Aprendizagem de resultados: uma abordagem pr&aacute;tica    para aumentar a efetividade da educa&ccedil;&atilde;o corporativa. Rio de Janeiro:Elsevier;2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4360043&pid=S0103-8486201100030000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Knowles MS,    Holton III EF, Swanson RA. The modern practice of adult education: from pedagogy    to andragogy. New York:Association Press;1980.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4360045&pid=S0103-8486201100030000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Noffs NA, Esp&oacute;sito    VHC. Forma&ccedil;&atilde;o de profissionais da Educa&ccedil;&atilde;o: da proposi&ccedil;&atilde;o    &agrave; a&ccedil;&atilde;o. Rev Psicopedagogia. 2011;28:178-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4360047&pid=S0103-8486201100030000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/psicoped/v28n87/seta.jpg" border="0"></a>    <b>Correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Neide de Aquino Noffs    <br>   Rua Diana, 715    <br>   S&atilde;o Paulo, SP, Brasil - CEP 05019-000    <br>   E-mail: <a href="mailto:nnoffs@terra.com.br">nnoffs@terra.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido:    1/10/2011    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aprovado: 28/10/2011</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho realizado    no N&uacute;cleo de Apoio Psicopedag&oacute;gico &agrave; Aprendizagem (NAPAp)    da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo (PUC-SP),    S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a01.jpg"><img src="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a01thumb.jpg" border="0"></a>    <br>   <a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a01.jpg"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Anexo    1 - Clique para ampliar</font></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a02.jpg"><img src="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a02thumb.jpg" border="0"></a>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="/img/revistas/psicoped/v28n87/09a02.jpg">Anexo    2 - Clique para ampliar</a></font></p>      ]]></body>
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