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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desempenho de escolares com e sem transtorno de aprendizagem em leitura, escrita, consciência fonológica, velocidade de processamento e memória de trabalho fonológica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: The objective this study was to compare the performance of students with and without learning disorder in reading, writing, phonological awareness, processing speed and work memory phonological. METHOD: Participated in this study 40 students from 2ª to 4ª grades of elementary education, divided into GI (20 students without learning difficulties) and GII (20 students with learning disabilities). As procedure, we used the tests of reading, writing, phonological awareness, processing speed and work memory phonological of the Test Cognitive-Linguistic Performance - collective and individual version. RESULTS: The results of this study pointed statistically significant differences, suggesting better performance of GI in relation to GII in skills of reading, writing, processing speed and work memory phonological. There was no statistically significant difference in skill of phonological awareness between the groups compared. CONCLUSION: We concluded that the performance of students with learning disabilities in skills of reading, writing, processing speed and work memory phonological showed altered, indicating a limitation in the linguistic performance compared to students without learning disabilities. Concerning the skill of phonological awareness, the students with learning disabilities showed similar difficulty to the group of students without learning difficulties, suggesting that this difficulty is not specific to students with learning disabilities.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Leitura]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><a name="top"></a><b>Desempenho    de escolares com e sem transtorno de aprendizagem em leitura, escrita, consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica, velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho    fonol&oacute;gica</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Performance    of students with and without learning disabilities in reading, writing, phonological    awareness, processing speed and work memory phonological</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Cl&aacute;udia    da Silva<sup>I</sup>; Simone Aparecida Capellini<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Fonoaudi&oacute;loga;    Doutora em Educa&ccedil;&atilde;o pela Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias    da Universidade Estadual Paulista (FFC/UNESP), Mar&iacute;lia, SP, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Livre Docente em Linguagem Escrita pela FFC/UNESP; Docente do Departamento    de Fonoaudiologia e do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o    da FFC/UNESP, Mar&iacute;lia, SP, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1"/>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO:</b>    O objetivo deste estudo foi comparar o desempenho de escolares com e sem transtorno    de aprendizagem em leitura, escrita, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, velocidade    de processamento e mem&oacute;ria de trabalho fonol&oacute;gica.     <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> Participaram deste estudo 40 escolares de 2&ordf; a 4&ordf;    s&eacute;ries do Ensino Fundamental, divididos em GI (20 escolares sem dificuldades    de aprendizagem) e GII (20 escolares com transtorno de aprendizagem). Como procedimento,    foram realizadas as provas de leitura, escrita, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica,    velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho fonol&oacute;gica do    Teste de Desempenho Cognitivo-Lingu&iacute;stico - vers&atilde;o coletiva e    individual.     <br>   <b>RESULTADOS:</b> Os resultados deste estudo evidenciaram diferen&ccedil;a    estatisticamente significante, sugerindo desempenho superior do GI em rela&ccedil;&atilde;o    ao GII nas habilidades de leitura, escrita, velocidade de processamento e mem&oacute;ria    de trabalho fonol&oacute;gica. N&atilde;o ocorreu diferen&ccedil;a estatisticamente    significante na habilidade de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica entre os grupos    comparados.     <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> O desempenho de escolares com transtorno de aprendizagem    nas habilidades de leitura, escrita, velocidade de processamento e mem&oacute;ria    de trabalho fonol&oacute;gica apresenta-se alterado, apontando para uma limita&ccedil;&atilde;o    no desempenho lingu&iacute;stico em compara&ccedil;&atilde;o aos escolares sem    dificuldades de aprendizagem. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; habilidade de    consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, os escolares com transtorno de aprendizagem    apresentaram dificuldades semelhantes ao grupo de escolares sem dificuldades,    o que sugere que essa dificuldade n&atilde;o &eacute; espec&iacute;fica de escolares    com transtorno de aprendizagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Unitermos:</b>    Leitura. Escrita. Mem&oacute;ria. Aprendizagem. Educa&ccedil;&atilde;o.</font></p> <hr noshade size="1"/>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJECTIVE:</b>    The objective this study was to compare the performance of students with and    without learning disorder in reading, writing, phonological awareness, processing    speed and work memory phonological.     <br>   <b>METHOD:</b> Participated in this study 40 students from 2&ordf; to 4&ordf;    grades of elementary education, divided into GI (20 students without learning    difficulties) and GII (20 students with learning disabilities). As procedure,    we used the tests of reading, writing, phonological awareness, processing speed    and work memory phonological of the Test Cognitive-Linguistic Performance -    collective and individual version.     <br>   <b>RESULTS:</b> The results of this study pointed statistically significant    differences, suggesting better performance of GI in relation to GII in skills    of reading, writing, processing speed and work memory phonological. There was    no statistically significant difference in skill of phonological awareness between    the groups compared.     <br>   <b>CONCLUSION:</b> We concluded that the performance of students with learning    disabilities in skills of reading, writing, processing speed and work memory    phonological showed altered, indicating a limitation in the linguistic performance    compared to students without learning disabilities. Concerning the skill of    phonological awareness, the students with learning disabilities showed similar    difficulty to the group of students without learning difficulties, suggesting    that this difficulty is not specific to students with learning disabilities.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    Reading. Writing. Memory. Learning. Education.</font></p> <hr noshade size="1"/>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A leitura e a escrita    s&atilde;o atividades complexas, compostas por m&uacute;ltiplos processos interdependentes.    A psicologia cognitiva e a neuropsicologia cognitiva focalizam a an&aacute;lise    dos processos neurocognitivos subjacentes &agrave;s habilidades de ler e escrever,    tanto no leitor/escritor proficiente como no leitor/escritor, com altera&ccedil;&otilde;es    no processo de aprendizagem. Dentre as altera&ccedil;&otilde;es neuropsicol&oacute;gicas    e neurocognitivas que podem acarretar atraso na aquisi&ccedil;&atilde;o e no    desenvolvimento escolar, encontra-se o transtorno de aprendizagem<sup>1,2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O transtorno de    aprendizagem n&atilde;o deve ser utilizado como sin&ocirc;nimo de dificuldade    de aprendizagem, uma vez que a dificuldade &eacute; um termo mais global e abrangente,    com causas relacionadas com o sujeito que aprende, com os conte&uacute;dos pedag&oacute;gicos,    com o professor, com os m&eacute;todos de ensino e, at&eacute; mesmo, com o    ambiente f&iacute;sico e social da escola; enquanto que o transtorno de aprendizagem    se refere a um grupo de dificuldades mais dif&iacute;ceis de serem identificadas,    mais espec&iacute;ficas e pontuais, caracterizadas pela presen&ccedil;a de uma    disfun&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica, que &eacute; respons&aacute;vel    pelo insucesso na escrita, na leitura e no c&aacute;lculo matem&aacute;tico<sup>3,4</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, o transtorno    de aprendizagem pode ser caracterizado pela presen&ccedil;a de disfun&ccedil;&atilde;o    neurol&oacute;gica ou heredit&aacute;ria, que &eacute; respons&aacute;vel pela    altera&ccedil;&atilde;o do processamento cognitivo e da linguagem, causada por    um funcionamento cerebral at&iacute;pico. Como consequ&ecirc;ncia dessa disfun&ccedil;&atilde;o,    a forma como crian&ccedil;as com transtorno de aprendizagem processam e adquirem    informa&ccedil;&otilde;es &eacute; diferente do funcionamento t&iacute;pico    de crian&ccedil;as sem dificuldades em fase de aprendizagem escolar. Sendo assim,    o transtorno de aprendizagem pode se manifestar nas &aacute;reas acad&ecirc;micas    que necessitam de decodifica&ccedil;&atilde;o ou identifica&ccedil;&atilde;o    de palavras, como leitura, compreens&atilde;o de leitura, racioc&iacute;nio    matem&aacute;tico, atividades de soletra&ccedil;&atilde;o, escrita de palavras    e textos<sup>5,6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, as manifesta&ccedil;&otilde;es    do transtorno de aprendizagem no escolar ocorrem por meio de falhas no processamento    cognitivo, lingu&iacute;stico, auditivo e visual e, em decorr&ecirc;ncia dessas,    o acionamento de mecanismos cognitivos para analisar, sintetizar, manipular,    estocar e evocar informa&ccedil;&otilde;es lingu&iacute;sticas encontra-se alterado,    prejudicando, assim, a aprendizagem de sistemas de escrita com base alfab&eacute;tica<sup>5,7,8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O in&iacute;cio    do aprendizado do sistema de escrita alfab&eacute;tico, para a leitura ou para    a escrita, demonstra ter uma base comum, ou seja, requer que a crian&ccedil;a    desenvolva compet&ecirc;ncias metalingu&iacute;sticas que lhe permitam direcionar    sua aten&ccedil;&atilde;o para os diferentes segmentos da palavra e associar    cada som a uma letra espec&iacute;fica, sendo este o mecanismo de convers&atilde;o    grafema/fonema. Dessa forma, quanto melhor a capacidade de processar, armazenar    e recuperar informa&ccedil;&otilde;es, maior ser&aacute; o sucesso no aprendizado    inicial da leitura e da escrita<sup>9-12</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Evidentemente,    para que ocorra o desenvolvimento e a aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura e da    escrita &eacute; necess&aacute;rio, tamb&eacute;m, o acesso ao l&eacute;xico    mental, &agrave; mem&oacute;ria de trabalho, ao processamento visual e ao processamento    auditivo, que, quando alterados, comprometem diretamente o dom&iacute;nio do    sistema de escrita em n&iacute;vel ortogr&aacute;fico e fonol&oacute;gico<sup>13-17</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com base no exposto,    este estudo teve como objetivo comparar o desempenho de escolares com e sem    transtorno de aprendizagem em leitura, escrita, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica,    velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho fonol&oacute;gica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo foi    realizado ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica    em Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias da Universidade Estadual    Paulista - CEP/FFC/UNESP, sob o protocolo n&ordm; 2596/2007.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Participaram deste    estudo 40 escolares de 2&ordf; a 4&ordf; s&eacute;rie do ensino fundamental    de uma escola municipal, sendo 35 (87,5%) do sexo masculino e 5 (12,5%) do sexo    feminino, com idades entre 8 e 12 anos, distribu&iacute;dos em dois grupos:</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Grupo I (GI): composto por 20 escolares sem dificuldades de aprendizagem. Os    escolares sem dificuldades de aprendizagem foram selecionados pelos professores,    seguindo o crit&eacute;rio de desempenho satisfat&oacute;rio (m&eacute;dia de    nota variando entre 7,0 e 8,0) em dois bimestres consecutivos em avalia&ccedil;&atilde;o    de leitura e escrita;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Grupo II (GII): composto por 20 escolares com diagn&oacute;stico interdisciplinar    de transtorno de aprendizagem. O diagn&oacute;stico de transtorno de aprendizagem    foi realizado por equipe interdisciplinar do Centro de Estudos da Educa&ccedil;&atilde;o    e Sa&uacute;de - CEES/UNESP - Mar&iacute;lia (SP) e Ambulat&oacute;rio de Neurologia    Infantil - Aprendizagem do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina    da UNESP - Botucatu (SP), incluindo avalia&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica,    neurol&oacute;gica, pedag&oacute;gica, neuropsicol&oacute;gica e de neuroimagem    (<i>Single Photon Emission Computed Tomograpy</i> - SPECT).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como crit&eacute;rio    de exclus&atilde;o foi considerada a presen&ccedil;a de defici&ecirc;ncia sensorial,    motora ou cognitiva e, como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o, a assinatura    do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme resolu&ccedil;&atilde;o    do Conselho Nacional de Sa&uacute;de CNS 196/96, e a aus&ecirc;ncia de queixa    auditiva ou visual, descritas em prontu&aacute;rio escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a realiza&ccedil;&atilde;o    deste estudo foram utilizados os seguintes procedimentos: as provas de leitura,    escrita, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, velocidade de processamento e    mem&oacute;ria de trabalho fonol&oacute;gica do Teste de Desempenho Cognitivo-Lingu&iacute;stico    - vers&atilde;o coletiva e individual<sup>18</sup>, composta por:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>1) Habilidade    de leitura</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa habilidade    &eacute; composta por subtestes de:</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Reconhecimento do alfabeto em sequ&ecirc;ncia: no qual o escolar foi orientado    a escrever todas as letras do alfabeto em sequ&ecirc;ncia, em uma folha de papel    A4 oferecida pelo examinador;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Leitura de palavras reais: composta por 70 palavras reais, em que o escolar    foi orientado a realizar a leitura em voz alta, enquanto o examinador anotava    as palavras lidas corretamente;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Leitura de n&atilde;o-palavras: composta por 10 n&atilde;o-palavras, em que    o escolar foi orientado a realizar a leitura em voz alta, enquanto o examinador    marcava as palavras lidas corretamente;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Palavras lidas corretamente em 1 minuto: foi marcado, com o aux&iacute;lio de    um cron&ocirc;metro, o n&uacute;mero de palavras lidas corretamente em um minuto    durante a realiza&ccedil;&atilde;o da leitura das palavras reais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>2) Habilidade    de escrita</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa habilidade    &eacute; composta por subtestes de:</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Ditado de palavras reais: composto por 30 palavras reais, no qual o escolar    foi orientado, pelo examinador, a escrever as palavras que foram ditadas;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Ditado de n&atilde;o-palavras: composto por 10 palavras inventadas, em que o    escolar foi orientado, pelo examinador, a escrever as n&atilde;o-palavras que    eram ditadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3) Habilidade    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa habilidade    &eacute; composta por subtestes de:</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Alitera&ccedil;&atilde;o: composto por 10 subtestes de alitera&ccedil;&atilde;o,    nos quais o escolar foi orientado, pelo examinador, a ouvir uma sequ&ecirc;ncia    de tr&ecirc;s palavras e escolher duas delas que apresentassem alitera&ccedil;&atilde;o;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Rima: composto por 20 subtestes de rima, em que o escolar foi orientado, pelo    examinador, a ouvir uma sequ&ecirc;ncia de tr&ecirc;s palavras e escolher duas    delas que apresentassem rima.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>4) Velocidade    de processamento</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa habilidade    &eacute; composta por subtestes de:</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Nomea&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida de figuras: composto por um quadro com    quatro figuras diferentes que se repetiam em ordem aleat&oacute;ria, em que    o escolar foi orientado a nomear rapidamente as figuras apresentadas, enquanto    o examinador realizou a marca&ccedil;&atilde;o do tempo com o aux&iacute;lio    de um cron&ocirc;metro.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Nomea&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida de d&iacute;gitos: composto por um quadro    com d&iacute;gitos de um a nove, que se repetiam em ordem aleat&oacute;ria,    em que o escolar foi orientado a nomear rapidamente os d&iacute;gitos apresentados,    enquanto o examinador realizou a marca&ccedil;&atilde;o do tempo com o aux&iacute;lio    de um cron&ocirc;metro.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>5) Mem&oacute;ria    de trabalho fonol&oacute;gica</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa habilidade    &eacute; composta por subtestes de:</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Repeti&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o-palavras: composto por seis sequ&ecirc;ncias    de n&atilde;o-palavras, no qual o escolar foi orientado, pelo examinador, a    reproduzir as n&atilde;o-palavras na mesma sequ&ecirc;ncia em que eram pronunciadas,    em voz alta, tamb&eacute;m pelo examinador;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Repeti&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros em ordem aleat&oacute;ria: composto    por seis sequ&ecirc;ncias de n&uacute;meros em ordem aleat&oacute;ria, no qual    o escolar foi orientado, pelo examinador, a reproduzir as sequ&ecirc;ncias que    eram pronunciadas em voz alta, tamb&eacute;m pelo examinador;</font></p>     <p><font  size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Repeti&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros em ordem invertida: composto por nove    sequ&ecirc;ncias de n&uacute;meros, no qual o escolar foi orientado, pelo examinador,    a reproduzir a sequ&ecirc;ncia pronunciada, tamb&eacute;m pelo examinador, na    ordem contr&aacute;ria &agrave; que foi apresentada, ou seja, de tr&aacute;s    para frente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A marca&ccedil;&atilde;o    das respostas foi realizada atribuindo um ponto para cada resposta correta nos    subtestes de rima e alitera&ccedil;&atilde;o, um ponto para cada sequ&ecirc;ncia    correta nos subtestes de repeti&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o-palavras, n&uacute;meros    em ordem aleat&oacute;ria e n&uacute;meros em ordem invertida, e um ponto para    cada palavra lida ou escrita corretamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A coleta de dados    foi realizada no Centro de Estudos da Educa&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de    - CEES/UNESP - Mar&iacute;lia (SP) em per&iacute;odo contr&aacute;rio ao de    estudos dos escolares. A aplica&ccedil;&atilde;o das atividades foi realizada    de forma individual, em uma sess&atilde;o com dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia    de 50 minutos para cada escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados foram    analisados estatisticamente com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5% (0,050)    para a aplica&ccedil;&atilde;o dos testes estat&iacute;sticos, utilizando o    programa SPSS (<i>Statistical Package for Social Sciences</i>), em sua vers&atilde;o    17.0. Os testes utilizados para an&aacute;lise estat&iacute;stica foram o Teste    de Mann-Whitney e o Teste de Friedman. Os resultados estatisticamente significantes    foram marcados com um asterisco (*).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com a    <a href="/img/revistas/psicoped/v30n91/02t01.jpg">Tabela 1</a>, ao realizar a compara&ccedil;&atilde;o    do desempenho dos grupos GI e GII, foi poss&iacute;vel verificar, na habilidade    de leitura, que houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante para os    subtestes de alfabeto, leitura de palavras, leitura de n&atilde;o-palavras e    palavras corretas em um minuto. Isso indica que os escolares do GI apresentaram    m&eacute;dias superiores aos escolares do GII em termos de decodifica&ccedil;&atilde;o    fonol&oacute;gica e acesso ao l&eacute;xico, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;    leitura de n&atilde;o-palavras e &agrave; leitura de palavras, respectivamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na compara&ccedil;&atilde;o    do desempenho de GI e GII nos subtestes da habilidade de escrita, houve diferen&ccedil;a    estatisticamente significante nas provas de ditado de palavras e ditado total,    o que sugere melhor dom&iacute;nio dos escolares do grupo GI em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; mem&oacute;ria lexical ao compararmos com o desempenho do grupo GII.    Vale ressaltar que GI e GII apresentaram desempenhos semelhantes, quando comparados    seus desempenhos no subteste de ditado de n&atilde;o-palavras, sugerindo dificuldade    para ambos os grupos em acessar a mem&oacute;ria fonol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para os subtestes    de rima e alitera&ccedil;&atilde;o, da habilidade de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica,    foi poss&iacute;vel verificar que ambos os grupos n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;a    estatisticamente significante, o que sugere dificuldade para desempenhar atividades    que envolvem, diretamente, a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, ou seja, a    rela&ccedil;&atilde;o letra/som.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/psicoped/v30n91/02t02.jpg">Tabela    2</a> apresenta os resultados da compara&ccedil;&atilde;o dos escolares do GI    e GII nas habilidades de velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho    fonol&oacute;gica, observando-se diferen&ccedil;a estatisticamente significante    entre todos os subtestes dessas habilidades. Para os subtestes de repeti&ccedil;&atilde;o    de n&atilde;o-palavras, repeti&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros em ordem aleat&oacute;ria    e repeti&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros em ordem invertida, foi verificado    desempenho superior para o grupo GI, indicando que esses escolares apresentam    desempenho superior em provas que envolvem mem&oacute;ria sequencial auditiva    e de curto prazo. Em rela&ccedil;&atilde;o aos subtestes de nomea&ccedil;&atilde;o    r&aacute;pida de figuras e n&uacute;meros, foi poss&iacute;vel verificar m&eacute;dias    inferiores do GI em rela&ccedil;&atilde;o ao GII. Isso ocorreu devido ao fato    de a marca&ccedil;&atilde;o da resposta ser realizada por tempo necess&aacute;rio    para a execu&ccedil;&atilde;o da prova, o que indica desempenho superior para    os escolares do GI, sugerindo melhor desempenho em provas que exigem a fus&atilde;o    r&aacute;pida de est&iacute;mulos em sucess&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para os subtestes    de alfabeto, leitura de palavras, leitura de n&atilde;o-palavras e n&uacute;mero    de palavras lidas corretamente em um minuto, presentes na habilidade de leitura,    podemos destacar que os escolares com transtorno de aprendizagem apresentaram    dificuldades quanto &agrave; precis&atilde;o da leitura e em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; decodifica&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica, tanto na realiza&ccedil;&atilde;o    da leitura de palavras reais como de n&atilde;o-palavras; o que pode indicar    uma limita&ccedil;&atilde;o no desempenho lingu&iacute;stico desses escolares,    representando dificuldades na decodifica&ccedil;&atilde;o e no uso de novas    palavras, sendo essas menos frequentes e de maior complexidade estrutural<sup>6,19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O d&eacute;ficit    na decodifica&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica &eacute; um dos fatores que    pode explicar o desempenho inferior de leitura em crian&ccedil;as com transtorno    de aprendizagem. Para alguns pesquisadores, os escolares com transtorno de aprendizagem    apresentam dificuldades no uso da rota sublexical para a leitura, ou seja, no    uso do mecanismo de convers&atilde;o grafema-fonema em atividades que exigem    habilidades fonol&oacute;gicas, como na leitura de palavras inventadas ou na    categoriza&ccedil;&atilde;o de palavras quanto aos sons<sup>6,15</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na habilidade de    escrita, os resultados indicaram que os escolares com transtorno de aprendizagem    apresentaram desempenho inferior ao dos escolares sem dificuldades de aprendizagem    em rela&ccedil;&atilde;o aos subtestes de ditado de palavras e ditado total.    De acordo com estudos, torna-se comum escolares com transtorno de aprendizagem    apresentarem erros na escrita, uma vez que esses escolares, na maioria dos casos,    possuem um sistema fonol&oacute;gico deficiente, o que ocasiona altera&ccedil;&otilde;es    na convers&atilde;o letra-som e em seu armazenamento, resultando em uma leitura    e escrita lentificadas e em confus&atilde;o entre palavras similares, o que    acarreta os erros na codifica&ccedil;&atilde;o<sup>6,19</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No entanto, ao    verificarmos desempenhos semelhantes na compara&ccedil;&atilde;o de GI e GII    no subteste de ditado de n&atilde;o-palavras, podemos sugerir que ambos os grupos    apresentaram defasagem no acesso &agrave; mem&oacute;ria fonol&oacute;gica.    Conforme descrito na literatura, a sensibilidade geral das crian&ccedil;as para    a estrutura dos sons da linguagem tem sido pouco explorada nas s&eacute;ries    iniciais e subsequentes da alfabetiza&ccedil;&atilde;o, o que impede a forma&ccedil;&atilde;o    de uma mem&oacute;ria fonol&oacute;gica, sendo que essa sensibilidade &agrave;    representa&ccedil;&atilde;o dos sons da fala, para a correspond&ecirc;ncia grafema/fonema,    &eacute; um importante preditor para o aprendizado da habilidade de soletrar,    ler e, posteriormente, escrever. Pois, a partir do momento que a crian&ccedil;a    possui a representa&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica dos sons da fala, a codifica&ccedil;&atilde;o    e a decodifica&ccedil;&atilde;o de palavras de baixa frequ&ecirc;ncia, e at&eacute;    mesmo de palavras irreais, &eacute; realizada por meio da recupera&ccedil;&atilde;o    da informa&ccedil;&atilde;o armazenada em sua mem&oacute;ria fonol&oacute;gica,    diminuindo o n&uacute;mero de erros em sua escrita<sup>20</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; habilidade de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, os escolares de    ambos os grupos apresentaram desempenhos semelhantes, tanto no subteste de rima    como no de alitera&ccedil;&atilde;o, sugerindo que tal habilidade, quando avaliada    de forma direta, n&atilde;o se encontra alterada apenas em escolares com transtorno    de aprendizagem, mas, tamb&eacute;m, em escolares sem dificuldades de aprendizagem.    Assim, fica claro que, quando o princ&iacute;pio alfab&eacute;tico n&atilde;o    &eacute; inserido como instru&ccedil;&atilde;o formal no contexto da alfabetiza&ccedil;&atilde;o,    podem ocorrer altera&ccedil;&otilde;es na percep&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica    tanto de escolares com transtorno de aprendizagem como para escolares com desempenho    acad&ecirc;mico dentro do esperado em rela&ccedil;&atilde;o ao seu grupo classe<sup>7,21,22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica permite aos escolares representar os segmentos de sons na    linguagem escrita e decifrar segmentos de grafemas durante a leitura. &Agrave;    medida que as crian&ccedil;as tomam consci&ecirc;ncia de tipos diferentes de    unidades fonol&oacute;gicas, como as s&iacute;labas, rimas e fonemas, e aprendem    a manipul&aacute;-las, h&aacute; concomitante avan&ccedil;o da leitura e da    escrita, dessa forma, o ensino expl&iacute;cito da correspond&ecirc;ncia letra/som    tende a maximizar o aprendizado de escolares, sejam eles com ou sem altera&ccedil;&otilde;es    no aprendizado<sup>9,12,23,24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na compara&ccedil;&atilde;o    do desempenho dos escolares de GI e GII na habilidade de mem&oacute;ria de trabalho    fonol&oacute;gica, os escolares do GI apresentaram desempenho superior em todos    os subtestes em rela&ccedil;&atilde;o ao GII, indicando altera&ccedil;&atilde;o    de mem&oacute;ria sequencial auditiva e de curto prazo para os escolares com    transtorno de aprendizagem. De acordo com a literatura, o processamento da informa&ccedil;&atilde;o    auditiva e visual, a organiza&ccedil;&atilde;o, o armazenamento da informa&ccedil;&atilde;o    por meio da mem&oacute;ria de trabalho e a recupera&ccedil;&atilde;o ao l&eacute;xico    mental ocorrem de forma conjunta e inter-relacionada, de forma que ao ocorrer    altera&ccedil;&otilde;es nesses componentes o desenvolvimento cognitivo-lingu&iacute;stico    tamb&eacute;m ser&aacute; alterado; justifica-se, assim, o baixo desempenho    dos escolares do grupo GII em rela&ccedil;&atilde;o aos escolares do GI<sup>8,17,25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para os subtestes    que envolviam nomea&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, sendo eles a nomea&ccedil;&atilde;o    r&aacute;pida de figuras e a nomea&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida de d&iacute;gitos,    os escolares com transtorno de aprendizagem necessitaram de mais tempo para    executar as atividades, sugerindo altera&ccedil;&atilde;o para o processamento    visual da informa&ccedil;&atilde;o quando oferecido o est&iacute;mulo de forma    sequencial e sucessivo<sup>16,26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para que ocorra    a nomea&ccedil;&atilde;o de um est&iacute;mulo, &eacute; necess&aacute;ria a    manuten&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o ao est&iacute;mulo apresentado,    para em seguida haver o processamento visual da informa&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s    ser processada a informa&ccedil;&atilde;o, sua representa&ccedil;&atilde;o deve    estar estocada/armazenada na mem&oacute;ria, tornando poss&iacute;vel o acesso    &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, para em seguida haver a manipula&ccedil;&atilde;o    da informa&ccedil;&atilde;o e a nomea&ccedil;&atilde;o. Em atividades de nomea&ccedil;&atilde;o    r&aacute;pida ocorre o mesmo processo, por&eacute;m de forma r&aacute;pida e    sucessiva. E, de acordo com a literatura, a altera&ccedil;&atilde;o em uma dessas    habilidades pode levar ao baixo desempenho em provas que envolvem velocidade    de processamento, ao passo que se torna dif&iacute;cil para escolares com transtorno    de aprendizagem obter desempenho superior em provas de nomea&ccedil;&atilde;o    devido ao fato de apresentarem alterados os mecanismos de processamento e armazenamento    da informa&ccedil;&atilde;o<sup>2,8,13,27</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados deste    estudo permitiram concluir que os escolares com transtorno de aprendizagem apresentaram    desempenho inferior aos escolares sem dificuldades de aprendizagem nas habilidades    de leitura, escrita, velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho    fonol&oacute;gica, apontando para uma limita&ccedil;&atilde;o no desempenho    lingu&iacute;stico desses escolares, principalmente nos aspectos que envolvem    o processamento auditivo e visual da informa&ccedil;&atilde;o e o acesso &agrave;    informa&ccedil;&atilde;o, caracterizando altera&ccedil;&atilde;o em mem&oacute;ria    de trabalho e, consequentemente, no acesso ao lexical mental.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; habilidade de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, ambos os grupos    apresentaram desempenhos semelhantes, sugerindo que a dificuldade em realizar    atividades espec&iacute;ficas, que envolvem a rela&ccedil;&atilde;o grafema/fonema,    n&atilde;o &eacute; um obst&aacute;culo apenas para os escolares com quadro    de transtorno de aprendizagem, mas tamb&eacute;m para os escolares sem dificuldades    de aprendizagem.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Salles JF, Parente    MAMP. Avalia&ccedil;&atilde;o da leitura e escrita de palavras em crian&ccedil;as    de 2&ordf; s&eacute;rie: abordagem neuropsicol&oacute;gica cognitiva. Psicol    Refl Cr&iacute;t. 2007;20(2):220-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366585&pid=S0103-8486201300010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Buj&aacute;n    A, Lind&iacute;n M, D&iacute;az F. The effect of aging on movement related cortical    potentials during a face naming task. International J Psychoph. 2010;78:169-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366587&pid=S0103-8486201300010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Fonseca V. Introdu&ccedil;&atilde;o    &agrave;s dificuldades de aprendizagem. 2&ordf; ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas;1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366589&pid=S0103-8486201300010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Johnson D, Myklebust    RH. Learning Disabilities. New York: Grune e Stratton;1967.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366591&pid=S0103-8486201300010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Silver CH, Ruff    RM, Iverson GL, Barth JT, Broshek DK, Bush SS, et al. Nan Policy and Planning    Committee. Learning disabilities: the need for neuropsychological evaluation.    Arch Clin Neuropsychol. 2008;23:217-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366593&pid=S0103-8486201300010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Silva C, Capellini    SA. Efic&aacute;cia do programa de remedia&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica    e leitura no dist&uacute;rbio de aprendizagem. Pr&oacute;-Fono Rev Atual Cient.    2010;22(2):131-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366595&pid=S0103-8486201300010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Costa RCC, Souza    TNU, &Aacute;vila CRB. Sensibilidade fonol&oacute;gica para rima e alitera&ccedil;&atilde;o    em pr&eacute;-escolares com transtorno fonol&oacute;gico. Rev Soc Bras Fonoaudiol.    2011;23(2):129-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366597&pid=S0103-8486201300010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Furnes B, Samuelsson    S. Phonological awareness and rapid automatized naming predicting early development    in reading and spelling: results from a cross-linguistic longitudinal study.    Learn Ind Differ. 2011;21:85-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366599&pid=S0103-8486201300010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Ryder JF, Tunmer    WE, Greaney KT. Explicit instruction in phonemic awareness and phonemically    based decoding skill as an intervention strategy for struggling readers in whole    language classrooms. Read Write: Interd J. 2008;21:349-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366601&pid=S0103-8486201300010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Piai V, Roelofs    A, Schriefers H. Semantic interference in immediate and delayed naming and reading:    attention and task decisions. J Mam Lang. 2011;64:404-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366603&pid=S0103-8486201300010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Hogan TP, Bowles    RP, Catts HW, Storkel HL. The influence of neighborhood density and word frequency    on phoneme awareness in 2nd and 4th grades. J Commun Disord. 2011;44:49-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366605&pid=S0103-8486201300010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Macoir J, Fossard    M, Saint-Pierre MC, Auclair-Ouellet N. Phonological or procedural dyslexia:    Specific deficit of complex grapheme-to-phoneme conversion. J Nuroling. 2012;25:163-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366607&pid=S0103-8486201300010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Cardoso-Martins    C, Pennington BF. Qual &eacute; a contribui&ccedil;&atilde;o da nomea&ccedil;&atilde;o    seriada r&aacute;pida para a habilidade de leitura e escrita? Evid&ecirc;ncia    de crian&ccedil;as e adolescentes com e sem dificuldade de leitura. Psicol Refl    Cr&iacute;t. 2001; 14(2):387-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366609&pid=S0103-8486201300010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Mousinho R,    Correa J. Habilidades lingu&iacute;stico-cognitivas em leitores e n&atilde;o    leitores. Pr&oacute;-Fono Rev Atual Cient. 2009;21(2):113-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366611&pid=S0103-8486201300010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Salles JF,    Parente MAMP, Freitas LBL. Leitura/escrita de crian&ccedil;as: compara&ccedil;&atilde;o    entre grupos de diferentes escolas p&uacute;blicas. Paideia. 2010;20(47):335-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366613&pid=S0103-8486201300010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Piasta SB,    Wagner RK. Learning letters names and sounds: effects of instruction, letter    type, and phonological processing skill. J Exp Child Psychol. 2010;105:324-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366615&pid=S0103-8486201300010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Sarver DE,    Rapport MD, Kofler MJ, Scanlan SW, Raiker JS, Altro TA, et al. Attention problems,    phonological short-term memory, and visuospatial short-term memory: differential    effects on near-and long-term scholastic achievement. Learn Ind Differ. 2012;22:8-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366617&pid=S0103-8486201300010000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Capellini AS,    Smythe I, Silva C. Protocolo de avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades cognitivo-lingu&iacute;sticas.    Livro do profissional e do professor. Mar&iacute;lia: Fundepe; 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366619&pid=S0103-8486201300010000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Ukrainetz TA,    Nuspl JJ, Wilkerson K, Beddes SRB. The effects of syllable instruction on phonemic    awareness in preschoolers. Early Child Res Q. 2011;26(1):50-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366621&pid=S0103-8486201300010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Machado AC,    Capellini SA. Caracteriza&ccedil;&atilde;o do desempenho de crian&ccedil;as    com dislexia do desenvolvimento em tarefas de escrita. Rev Bras Crescimento    e Desenvolvimento Hum. 2011;21(1):133-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366623&pid=S0103-8486201300010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Murphy CFB,    Schochat E. Correla&ccedil;&otilde;es entre leitura, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    e processamento temporal auditivo. Pr&oacute;-Fono Rev Atual Cient. 2009;21(1):13-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366625&pid=S0103-8486201300010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Acheson DJ,    McDonald MC. The rhymes that the reader perused confused the meaning: phonological    effects during on-line sentence comprehension. J Mam Lang. 2011; 65:193-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366627&pid=S0103-8486201300010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Gindri G, Keske-Soares    M, Mota HB. Mem&oacute;ria de trabalho, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    e hip&oacute;tese de escrita. Pr&oacute;-Fono Rev Atual Cient. 2007;19(3):313-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366629&pid=S0103-8486201300010000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Sampaio MN,    Pinheiro FH, Silva C. Interven&ccedil;&atilde;o para escolares com dificuldade    de aprendizagem. In: Capellini SA, Silva C, Pinheiro FH, eds. T&oacute;picos    em transtornos de aprendizagem. S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos: Pulso Editorial;    2011. p.103-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366631&pid=S0103-8486201300010000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Rodrigues A,    Befi-Lopes DM. Mem&oacute;ria operacional fonol&oacute;gica e suas rela&ccedil;&otilde;es    com o desenvolvimento da linguagem infantil. Pr&oacute;-Fono Rev Atual Cient.    2009;21(1):63-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366633&pid=S0103-8486201300010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Vaessen A,    Gerretsen P, Blomert L. Naming problems do not reflect a second independent    core deficit in dyslexia: double deficits explored. J Exp Child Psychol. 2009;102:    202-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366635&pid=S0103-8486201300010000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Swanson HL,    Kehler P, Jerman O. Working memory, strategy knowledge, and strategy instruction    in children with reading disabilities. J Learn Disabil. 2010;43(1):24-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366637&pid=S0103-8486201300010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="back"/></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#top"><img src="/img/revistas/psicoped/v30n91/seta.jpg" border="0"/></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> Cl&aacute;udia da Silva    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Rua Goi&aacute;s, 391 - apt. 22    <br>   Edif&iacute;cio Bounganville - Cascata    <br>   Mar&iacute;lia, SP, Brasil - CEP: 17509-140    <br>   E-mail: <a href="mailto:claudiasilvafono@yahoo.com.br">claudiasilvafono@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido:    3/12/2012    <br>   Aprovado: 1/3/2013</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho realizado    na Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias da Universidade Estadual Paulista    (FFC/UNESP), Mar&iacute;lia, SP, Brasil.</font></p>      ]]></body>
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<person-group person-group-type="author">
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<surname><![CDATA[Salles]]></surname>
<given-names><![CDATA[JF]]></given-names>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da leitura e escrita de palavras em crianças de 2ª série: abordagem neuropsicológica cognitiva]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicol Refl Crít]]></source>
<year>2007</year>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of aging on movement related cortical potentials during a face naming task]]></article-title>
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