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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[How people feel and think of challenges, each person manages and searches for a solution in a personal way. Applying a strategy, choosing a specific way, deciding between two alternatives indicate a personal and unique approach to deal with information. How do human beings learn? Understanding how people elaborate and process information is one way of getting to know how a human being learns in both systems, formal and distance learning. Different theoretical assumptions, among others, may explain this phenomenon as the Theory of Multiple Intelligence, the Theory of Cognitive Styles and also the Theory of Learning Styles. Aiming at making the connection among the concepts cognitive styles, multiple intelligence and learning styles, we have searched in the literature the reasoning to clarify the concepts mentioned which could be the reason to review the teaching and learning processes.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <b>ARTIGO ESPECIAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><a name="top"></a>A    aprendizagem humana: cada pessoa com seu estilo</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">The human learning:    each person with his/her style</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Maria Cristina    Natel<sup>I</sup>; Rita Maria Lino de Tarcia<sup>II</sup>; Daniel Sigulem<sup>III</sup></font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Mestranda    do curso de programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o    e Inform&aacute;tica em Sa&uacute;de da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo,    Escola Paulista de Medicina, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Doutora, docente do Departamento de Inform&aacute;tica em Sa&uacute;de    da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo, Escola Paulista de Medicina, S&atilde;o    Paulo, SP, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Doutor, docente do Departamento de Inform&aacute;tica em Sa&uacute;de    da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo, Escola Paulista de Medicina, S&atilde;o    Paulo, SP, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1"/>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O modo como as    pessoas sentem e pensam os desafios, isto &eacute;, como manejam e buscam a    solu&ccedil;&atilde;o, &eacute; diferente de uma para outra. Adotar determinada    estrat&eacute;gia, optar por certo caminho e decidir entre uma ou outra alternativa    evidencia um jeito pr&oacute;prio e singular de lidar com as informa&ccedil;&otilde;es.    Como se d&aacute; a aprendizagem humana, compreender como as pessoas elaboram    e processam as informa&ccedil;&otilde;es &eacute; uma das possibilidades de    conhecer como ela aprende. Diferentes pressupostos te&oacute;ricos podem explicar    o fen&ocirc;meno da aprendizagem humana, como a Teoria das Intelig&ecirc;ncias    M&uacute;ltiplas, a Teoria dos Estilos Cognitivos, bem como a Teoria dos Estilos    de Aprendizagem. Com o objetivo de relacionar os conceitos de estilos cognitivos,    de intelig&ecirc;ncias m&uacute;ltiplas e de estilos de aprendizagem com o modo    de aprender das pessoas, buscamos na literatura a fundamenta&ccedil;&atilde;o    que esclarecesse os conceitos citados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Unitermos:</b>    Aprendizagem. Intelig&ecirc;ncia. Cogni&ccedil;&atilde;o.</font></p> <hr noshade size="1"/>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">How people feel    and think of challenges, each person manages and searches for a solution in    a personal way. Applying a strategy, choosing a specific way, deciding between    two alternatives indicate a personal and unique approach to deal with information.    How do human beings learn? Understanding how people elaborate and process information    is one way of getting to know how a human being learns in both systems, formal    and distance learning. Different theoretical assumptions, among others, may    explain this phenomenon as the Theory of Multiple Intelligence, the Theory of    Cognitive Styles and also the Theory of Learning Styles. Aiming at making the    connection among the concepts cognitive styles, multiple intelligence and learning    styles, we have searched in the literature the reasoning to clarify the concepts    mentioned which could be the reason to review the teaching and learning processes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    Learning. Intelligence. Cognition.</font></p> <hr noshade size="1"/>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>APRENDIZAGEM    HUMANA: CONTEXTUALIZA&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A natureza da aprendizagem    humana e o interesse em compreender como o homem constr&oacute;i conhecimento    j&aacute; era objeto de estudo na Antiga Gr&eacute;cia: na formula&ccedil;&atilde;o    socr&aacute;tica de que o homem deveria, antes de tudo, conhecer a si mesmo    e na convic&ccedil;&atilde;o de Plat&atilde;o, de que os conhecimentos do homem    foram adquiridos de uma vida anterior.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O desenvolvimento    das disciplinas cient&iacute;ficas surge no final do s&eacute;culo XIX, e dentre    elas a Psicologia que, fortemente influenciada pelo pensamento filos&oacute;fico,    configura-se como parte das Ci&ecirc;ncias Humanas, tendo como um de seus campos    de estudo a aprendizagem humana, que &eacute; compreendida por diferentes pressupostos    te&oacute;ricos. Depreende-se, ent&atilde;o, que a concep&ccedil;&atilde;o de    como se aprende n&atilde;o est&aacute; fundamentada em uma &uacute;nica teoria,    justificando a dificuldade para encontrar um consenso a respeito, uma vez que    coexistem diferentes ideias, concep&ccedil;&otilde;es e teorias que explicam    a aprendizagem humana.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste artigo, priorizamos    tr&ecirc;s, dentre as teorias cl&aacute;ssicas da Psicologia: a que elege o    objeto como fonte do conhecimento, o Inatismo, considerando apenas as categorias    de pensamento do sujeito para a apreens&atilde;o do conhecimento; destaca-se    outra concep&ccedil;&atilde;o, o Empirismo, que valoriza a perspectiva do sujeito    e fundamenta-se na ideia de que o conhecimento est&aacute; fundado na experi&ecirc;ncia    que se organiza da mais simples &agrave; mais complexa. E, rompendo com o reducionismo    dessas teorias que n&atilde;o consideram a complexidade da aprendizagem humana,    situa-se o Construtivismo, teoria do conhecimento que engloba o sujeito hist&oacute;rico    e o objeto cultural, em intera&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca; intera&ccedil;&atilde;o    essa que ultrapassa dialeticamente e sem cessar as constru&ccedil;&otilde;es    j&aacute; acabadas para satisfazer as lacunas, car&ecirc;ncias (necessidades)    e valoriza a intera&ccedil;&atilde;o entre sujeito e objeto, uma vez que, segundo    Perkins<sup>1</sup>, no construtivismo, h&aacute; um sujeito engajado, participante    e buscando o sentido e o significado das ocorr&ecirc;ncias no mundo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Se na perspectiva    construtivista s&oacute; a a&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea do sujeito ou    nele desencadeada tem sentido, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que cada um    faz, elabora e testa suas experi&ecirc;ncias segundo seu modo particular de    aprender.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diante dessa premissa,    neste artigo, ser&atilde;o abordados os conceitos de intelig&ecirc;ncias m&uacute;ltiplas,    de estilos cognitivos e de estilos de aprendizagem, uma vez que estudam e explicam    a particularidade do modo de aprender de cada um.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>ESTILOS COGNITIVOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A maneira como    cada pessoa organiza e analisa a informa&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada    n&atilde;o somente ao "quanto inteligente" ela &eacute;, mas, sobretudo, ao    como ela exerce ou usa sua intelig&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Datam da d&eacute;cada    de 1950 pesquisas acerca das diferen&ccedil;as entre estilo cognitivo e n&iacute;vel    cognitivo: enquanto diferentes n&iacute;veis de habilidades cognitivas podem    levar a diferentes n&iacute;veis de desempenho, estilos n&atilde;o t&ecirc;m    rela&ccedil;&atilde;o com efic&aacute;cia ou efici&ecirc;ncia e podem ser julgados    mais ou menos adequados a determinadas situa&ccedil;&otilde;es de como a pessoa    adquire, armazena e usa o conhecimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Allport<sup>2</sup>,    entre outros te&oacute;ricos, afirma que "existir como pessoa e desenvolver    a pr&oacute;pria vis&atilde;o de mundo determinaria o estilo cognitivo" e explica    a diferen&ccedil;a no modo como cada um aprende pela exist&ecirc;ncia de disposi&ccedil;&otilde;es    proceptivas, que s&atilde;o as rela&ccedil;&otilde;es passadas com o mundo,    as disposi&ccedil;&otilde;es emocionais e expectativas para o futuro em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; cultura em que vive, preservando a individualidade de cada um. Enquanto    Messick<sup>3</sup> considera que os estilos cognitivos refletem diferen&ccedil;as    individuais na organiza&ccedil;&atilde;o cognitiva da pessoa e os v&ecirc; como    elemento mediador entre a habilidade e a personalidade, Bariani et al.<sup>4-6</sup>    entendem os estilos como estruturas relativamente est&aacute;veis, que podem    sofrer impacto de experi&ecirc;ncias vividas durante os anos de escolaridade,    inclusive na etapa do ensino superior.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&atilde;o diferentes    as formas de apreender e aprender os dados de uma dada realidade, uma vez que    a cogni&ccedil;&atilde;o est&aacute; associada ao modo como "a pessoa adquire,    armazena e usa o conhecimento"<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estilos cognitivos    mais estudados referem-se a tr&ecirc;s dimens&otilde;es: impulsividade e reflexividade    de resposta; converg&ecirc;ncia e diverg&ecirc;ncia de pensamento; independ&ecirc;ncia    e depend&ecirc;ncia de campo. A primeira dimens&atilde;o citada est&aacute;    relacionada ao tempo de execu&ccedil;&atilde;o de uma tarefa, sendo que na impulsividade    ocorre um baixo tempo de lat&ecirc;ncia entre a apresenta&ccedil;&atilde;o da    tarefa e a resposta, enquanto que a reflexividade da resposta estaria relacionada    &agrave; pondera&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de uma resposta. Na segunda    dimens&atilde;o, a converg&ecirc;ncia aparece associada ao pensamento l&oacute;gico,    ou seja, o racioc&iacute;nio e o pensamento divergente aparecem associados &agrave;    criatividade. E, contextos de aprendizagem com maior ou menor estrutura&ccedil;&atilde;o    estariam relacionados &agrave; indep&ecirc;ndencia e dep&ecirc;ndencia de campo,    a terceira dimens&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo esses te&oacute;ricos,    o estilo cognitivo &eacute; individual e relativamente est&aacute;vel, sendo    poss&iacute;vel identific&aacute;-lo, por exemplo, pela Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o    de Estilos Cognitivos desenvolvida por Bariani et al.<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conclu&iacute;mos    ser importante a identifica&ccedil;&atilde;o dos estilos cognitivos dos sujeitos,    uma vez que os estilos cognitivos predominantes podem influenciar o modo de    aprender e, consequentemente, o modo de ensinar e a intera&ccedil;&atilde;o    de quem aprende com quem ensina.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTELIG&Ecirc;NCIAS    M&Uacute;LTIPLAS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escola no in&iacute;cio    de s&eacute;culo passado valorizava a l&oacute;gica e a lingu&iacute;stica como    sendo as habilidades fundamentais para uma pessoa ser considerada inteligente    e a avalia&ccedil;&atilde;o dessas habilidades constituiu o cerne do instrumento    criado por Binet, que testava as crian&ccedil;as nas &aacute;reas verbal e l&oacute;gica,    no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX, o Stand Ford Intelligence Scale.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao inv&eacute;s    de analisar a intelig&ecirc;ncia a partir de estudos normativos, buscando superar    a no&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia como uma capacidade geral e, em    contraposi&ccedil;&atilde;o &agrave; vis&atilde;o de "intelig&ecirc;ncia &uacute;nica",    Gardner<sup>8</sup> desenvolve pesquisas que se baseiam na origem biol&oacute;gica    relacionando habilidade, talento e criatividade como componentes da intelig&ecirc;ncia.    Ao redefinir o conceito de intelig&ecirc;ncia, apresenta-a com uma vis&atilde;o    pluralista, isto &eacute;, com grande variedade de estilos, de habilidades e    diferentes aspectos da cogni&ccedil;&atilde;o, Gardner<sup>8</sup> desenvolve    a Teoria das Intelig&ecirc;ncias M&uacute;ltiplas, defendendo a ideia de que    a cogni&ccedil;&atilde;o humana, para ser estudada em sua totalidade, precisa    considerar outras e diferentes compet&ecirc;ncias, uma vez que segundo esse    te&oacute;rico n&atilde;o h&aacute; uma capacidade geral para a resolu&ccedil;&atilde;o    de problemas. Com o prop&oacute;sito de compreender como as pessoas buscavam    a realiza&ccedil;&atilde;o e a solu&ccedil;&atilde;o para os problemas, Gardner<sup>8</sup>    avaliou as atua&ccedil;&otilde;es de diferentes profissionais em diversas culturas,    o repert&oacute;rio de habilidades, e identificou inicialmente sete intelig&ecirc;ncias:    lingu&iacute;stica, l&oacute;gica-matem&aacute;tica, espacial, musical, cinest&eacute;sica,    interpessoal e intrapessoal. Fatores ambientais, gen&eacute;ticos e neurobiol&oacute;gicos    s&atilde;o determinantes para o desenvolvimento dessas intelig&ecirc;ncias,    sendo que cada uma delas apresenta um grupo de componentes que formam a base    dos mecanismos de processamento de informa&ccedil;&atilde;o do ser humano, uma    vez que "todos os indiv&iacute;duos t&ecirc;m como parte de sua bagagem gen&eacute;tica,    habilidades b&aacute;sicas nas sete intelig&ecirc;ncias, com potenciais diversos    em cada uma delas e, varia&ccedil;&otilde;es em seus desempenhos", que s&atilde;o    independentes entre si, embora seja na combina&ccedil;&atilde;o delas que se    verifica a sofistica&ccedil;&atilde;o de uma realiza&ccedil;&atilde;o humana<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Se todos temos    habilidades b&aacute;sicas nas sete intelig&ecirc;ncias, entendemos Gardner    quando altera a pergunta "Quanto uma pessoa &eacute; inteligente?" para "Como    uma pessoa pode ser inteligente?", sugerindo que quando a abordagem do ensino    est&aacute; em conson&acirc;ncia com as potencialidades individuais, os alunos    podem aprender melhor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Teoria das Intelig&ecirc;ncias    M&uacute;ltiplas contribui, ent&atilde;o, para o processo de ensino e de aprendizagem    na medida em que oferece subs&iacute;dios ao professor para elaborar atividades    de acordo com a predomin&acirc;ncia das intelig&ecirc;ncias de seu grupo e ainda    desenvolver ferramentas para estimular a habilidade ou intelig&ecirc;ncia que    ainda &eacute; menos desenvolvida, garantindo assim a efetiva aprendizagem do    aluno.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>ESTILOS DE APRENDIZAGEM</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos sobre    o conceito de estilo de aprendizagem frequentemente est&atilde;o relacionados    a tr&ecirc;s constructos: g&ecirc;nero, personalidade e intelig&ecirc;ncia e    as pesquisas indicam que s&atilde;o insignificantes as diferen&ccedil;as de    g&ecirc;nero e que os estilos de aprendizagem s&atilde;o independentes da intelig&ecirc;ncia.    A correla&ccedil;&atilde;o entre a personalidade e os estilos de aprendizagem    &eacute; pesquisada por autores com diferentes esquemas de an&aacute;lise, que    indicam que n&atilde;o &eacute; significativa essa correla&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diversos estudos    foram realizados buscando a identifica&ccedil;&atilde;o dos estilos de aprendizagem,    como os de Lowenfeld e Brittain<sup>9</sup>, realizados na d&eacute;cada de    1940, que distinguem os estilos em visuais e t&aacute;teis, ao afirmarem que    a compreens&atilde;o do mundo se d&aacute; por meio da vis&atilde;o e depois    pelo tato, e os de Klein, descritos por Barros<sup>10</sup> que, ao explicar    como as pessoas assimilam os eventos novos com os armazenados na mem&oacute;ria,    identificou dois estilos: os niveladores e os afiladores.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alonso et al.<sup>11,12</sup>    empregaram esse conceito em 1994 relacionando-o ao &acirc;mbito pedag&oacute;gico    e explicaram inicialmente estilo como "as conclus&otilde;es acerca da forma    como atuam as pessoas, favorecendo a classifica&ccedil;&atilde;o e a an&aacute;lise    dos comportamentos", para posteriormente definirem como "tra&ccedil;os cognitivos,    afetivos e fisiol&oacute;gicos que servem de indicadores relativamente est&aacute;veis    no modo do aluno perceber, interrelacionar e responder as situa&ccedil;&otilde;es    de aprendizagem".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O modo pessoal    e distinto de como cada um aprende constitui-se como a caracter&iacute;stica    b&aacute;sica do estilo de aprendizagem, como indica Lozano<sup>13</sup>, que    define estilo como "o conjunto de prefer&ecirc;ncias, tend&ecirc;ncias e disposi&ccedil;&otilde;es    de uma pessoa para fazer algo, isto &eacute;, um padr&atilde;o de conduta que    o distingue das demais". Da mesma forma, Labour<sup>14</sup> define estilo como    "o conjunto constitu&iacute;do por diferentes elementos que o ambiente permite    ao indiv&iacute;duo desenvolver de um modo preferido quando identifica, executa    ou avalia uma tarefa particular, numa dada situa&ccedil;&atilde;o de aprendizagem".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o    dos estilos de aprendizagem e sua rela&ccedil;&atilde;o com a melhoria no processo    de ensino e aprendizagem foi contemplada em Given &amp; Reid<sup>15</sup>, quando    mencionam que "a identifica&ccedil;&atilde;o do estilo de aprendizagem incita    a liga&ccedil;&atilde;o entre o ensinar e o aprender" e &eacute; refor&ccedil;ada    por Bender<sup>16</sup>, que afirma: "quando se conhecem e respeitam os diferentes    estilos de aprendizagem e o ato de ensinar &eacute; adaptado a esse fato".</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m encontramos    em Garcia Cu&eacute;<sup>17</sup> esse tra&ccedil;o distintivo no modo de aprender    de cada um, quando define estilo como "um conjunto de atitudes, prefer&ecirc;ncias,    aptid&otilde;es e tend&ecirc;ncias que tem uma pessoa para fazer algo e que    se manifesta por meio de um padr&atilde;o de conduta e de destrezas que a distinguem    das demais pessoas".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em diferentes &eacute;pocas,    outros autores elaboraram defini&ccedil;&otilde;es sobre o conceito de estilos    de aprendizagem, como Kolb, em 1976, Hunt, em 1978, Keefe, em 1979, Alonso,    em 1994, Woolfolk, em 1996, e Cazau, em 2004, e tamb&eacute;m criaram instrumentos    diagn&oacute;sticos para medir os estilos de aprendizagem validados em pesquisas    nos campos empresariais, psicol&oacute;gicos e pedag&oacute;gicos como O Oregon    Instructional Preference Inventory de Goldberg, o Leaning Style Profile de Keefe;    o Learning Context Questionnaire (LCQ) de Griffith; e o Cuestionario Honey-Alonso    de Estilos de Aprendizaje de Alonso<sup>17</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Analisando as publica&ccedil;&otilde;es,    depreendemos que as muitas defini&ccedil;&otilde;es para o conceito de estilos    consideram, por vezes, diferentes postulados te&oacute;ricos e, em outras, s&atilde;o    amplia&ccedil;&otilde;es, reformula&ccedil;&otilde;es ou atualiza&ccedil;&otilde;es    de uma defini&ccedil;&atilde;o j&aacute; existente, uma vez que os estilos de    aprendizagem s&atilde;o um campo de investiga&ccedil;&atilde;o muito abrangente,    sobrepondo-se, como sugerem Adey et al.<sup>18</sup>, a muitos outros campos    de interesse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o    dos estilos de aprendizagem permite planificar e aplicar estrat&eacute;gias    de ensino centradas no aluno e proporciona orienta&ccedil;&otilde;es para a    individualiza&ccedil;&atilde;o do ensino e, segundo Bender<sup>16</sup>, quando    se conhece e se respeita os diferentes estilos dos alunos e o ato de ensinar    &eacute; adaptado a esse fato, os alunos podem atingir n&iacute;veis positivos    de aprendizagem.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ensinar a muitos    como se fosse a um s&oacute;, princ&iacute;pio que caracterizou a escola por    muito tempo, tinha por ess&ecirc;ncia a padroniza&ccedil;&atilde;o, a uniformiza&ccedil;&atilde;o    de t&eacute;cnicas e procedimentos e desconsiderava os modos particulares de    como cada um aprendia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A resposta &agrave;    pergunta de como se aprende vem ganhando novos contornos: n&atilde;o basta oferecer    informa&ccedil;&atilde;o, conte&uacute;do, uma vez que o sujeito da aprendizagem    &eacute; entendido e visto na atualidade como ativo, participativo e que aciona    diferentes condutas segundo seu modo de aprender.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O reconhecimento    de que h&aacute; uma caracter&iacute;stica individual no modo com que cada pessoa    aprende - estilo de aprendizagem - e a identifica&ccedil;&atilde;o de que h&aacute;    diferen&ccedil;as b&aacute;sicas nas formas de apreender e relacionar os dados    da realidade - estilo cognitivo - implica for&ccedil;osamente na revis&atilde;o    e atualiza&ccedil;&atilde;o dos processos de ensinar e aprender.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A aplica&ccedil;&atilde;o    da Teoria dos Estilos de Aprendizagem tem uma utilidade pedag&oacute;gica, pois    permite planificar e aplicar estrat&eacute;gias de ensino centrados no aluno    com tamb&eacute;m proporciona orienta&ccedil;&otilde;es para a individualiza&ccedil;&atilde;o    do ensino e a identifica&ccedil;&atilde;o dos estilos cognitivos predominantes    viabiliza pr&aacute;ticas educacionais que priorizam a autonomia do aluno no    processo de aprendizagem e ambas respondem ao paradigma do aluno como sujeito    ativo e construtor de sua aprendizagem.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O aluno visto como    um ser "total" e, como tal, possuidor de intelig&ecirc;ncias outras que n&atilde;o    somente a lingu&iacute;stica e a l&oacute;gica-matem&aacute;tica, como argumenta    Gardner<sup>8</sup>, tamb&eacute;m atende aos atuais paradigmas da educa&ccedil;&atilde;o,    que preconizam serem eles, os alunos, os construtores do seu conhecimento. Ent&atilde;o    entendemos que, se o educador em sua pr&aacute;tica considera a Teoria das Intelig&ecirc;ncias    M&uacute;ltiplas, pode desenvolver avalia&ccedil;&otilde;es de acordo com as    diferentes habilidades humanas, bem como uma educa&ccedil;&atilde;o com curr&iacute;culo    espec&iacute;fico, centrada na necessidade de cada um.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essas perspectivas    te&oacute;ricas coincidem com os desafios da educa&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea,    na medida em que contempla os envolvidos no processo de aprender e de ensinar,    quando: se reconhece os estilos cognitivos predominantes que podem influenciar    o modo de aprender, de ensinar e a intera&ccedil;&atilde;o de quem aprende com    quem ensina; se consideradas a habilidade/intelig&ecirc;ncia prevalente e a    abordagem do ensino est&aacute; em conson&acirc;ncia com as potencialidades    individuais, os alunos podem aprender melhor; se identifica os estilos de aprendizagem    que permitem planificar e aplicar estrat&eacute;gias de ensino centradas no    aluno e proporciona orienta&ccedil;&otilde;es para a individualiza&ccedil;&atilde;o    do ensino.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Se na atualidade    a educa&ccedil;&atilde;o busca compreender e respeitar a diversidade humana,    ent&atilde;o, &eacute; imprescind&iacute;vel que haja rela&ccedil;&atilde;o    dos modos de ensinar dos professores aos modos de aprender dos alunos, que pode    ser alcan&ccedil;ada ao se considerar a Teoria das Intelig&ecirc;ncias M&uacute;ltiplas,    a Teoria dos Estilos Cognitivos, bem como a Teoria dos Estilos de Aprendizagem,    que em seus pressupostos apontam para a singularidade da aprendizagem humana.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Perkins DN.    Technology meets constructivism: do they make a marriage? In: Duffy TM, Jonassen    DH, eds. Constructivism and the technology of instruction. Hillsdale: Lawrence    Erlbaum Associates; 1992. p.45-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366315&pid=S0103-8486201300020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Allport GW.    Personalidade: padr&otilde;es e desenvolvimento. S&atilde;o Paulo: EPU; 1973.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366317&pid=S0103-8486201300020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Messick S. Individuality    in learning. San Francisco: Jossey-Bass; 1976.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366319&pid=S0103-8486201300020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Bariani ICD,    Escher CA, Santos LAD, Pitta KB. Estilos cognitivos de estudantes de Psicologia:    impacto da experi&ecirc;nia em inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Psicol    Esc Educ. 2000;4(2):41-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366321&pid=S0103-8486201300020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Bariani ICD,    Sisto FF, Santos AAA. Constru&ccedil;&atilde;o de um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o    de estilos cognitivos. In: Sisto FF, Sbardelini ETB, Primi R, orgs. Contextos    e quest&otilde;es da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica. S&atilde;o    Paulo: Casa do Psic&oacute;logo; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366323&pid=S0103-8486201300020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Bariani ICD.    Estilos cognitivos de universit&aacute;rios e inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica    [Tese de doutorado]. Campinas: Universidade Estadual de Campinas, Faculdade    de Educa&ccedil;&atilde;o; 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366325&pid=S0103-8486201300020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Hayes J, Allisson    CW. Cognitive style and its relevance for management practice. Br J Manag. 1994;5(1):53-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366327&pid=S0103-8486201300020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Gardner H. Frames    of mind. New York: Basic Books; 1985.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366329&pid=S0103-8486201300020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Lowenfeld V,    Brittain WL. Desenvolvimento da capacidade criadora. S&atilde;o Paulo: Mestre    Jou; 1977.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366331&pid=S0103-8486201300020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Barros DMV.    Estilos de uso do espa&ccedil;o virtual: como se aprende e se ensina no virtual?    Inter-A&ccedil;&atilde;o: Rev Fac Educ UFG. 2009;34(1):51-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366333&pid=S0103-8486201300020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Alonso CG,    Gallego DJ, Honey P. Los estilos de aprendizaje: procedimientos de diagn&oacute;stico    y mejora. Madrid: Mensajero; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366335&pid=S0103-8486201300020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Alonso CG,    Gallego D. Aprendizaje y ordenador. Madrid: Dykinson; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366337&pid=S0103-8486201300020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Lozano RA.    Estilos de aprendizaje y ense&ntilde;anza: um panorama de la estil&iacute;stica    educativa. Mexico: Trillas; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366339&pid=S0103-8486201300020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Labour M. Learner    empowerment via raising awareness of learning styles in foreign language teacher    training. In: Armstrong SJ, ed. Learning styles: reability and validity. Proceedings    of the 7th Annual Elsin Conference. Ghest: Ghest University, Belgium and Elsin.    p.227-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366341&pid=S0103-8486201300020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Given B, Reid    G. Learning styles: a guide for teachers and parents (revised). Oceanside: Learning    Forum Publications; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366343&pid=S0103-8486201300020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Bender T. Discussion    basead online teaching to enhance student learning: theory, practice and assessment.    Sterling Virginia: Stylus Plushing; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366345&pid=S0103-8486201300020000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Garcia Cu&eacute;    JL. Los estilos de aprendizaje y las tecnologias de la informaci&oacute;n e    de la comunicaci&oacute;n em la formaci&oacute;n del profesorado [Tesis]. Madrid:    Universidad de Educaci&oacute;n a Distancia; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366347&pid=S0103-8486201300020000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Adey P, Fairbrother    R, William D. Learning styles &amp; strategies: a review of research. London:    King's College London School of Education; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4366349&pid=S0103-8486201300020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="back"/></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#top"><img src="/img/revistas/psicoped/v30n92/seta.jpg" border="0"/></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> Maria Cristina Natel    <br>   Rua Dr. Bas&iacute;lio Machado, 432    <br>   12&ordm; andar - Higien&oacute;polis    <br>   S&atilde;o Paulo, SP, Brasil - CEP 01230-010    <br>   E-mail: <a href="mailto:natel-natel@uol.com.br">natel-natel@uol.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido:    5/6/2013    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aprovado: 2/8/2013</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho realizado    na Universidade Federal de S&atilde;o Paulo, Escola Paulista de Medicina, S&atilde;o    Paulo, SP, Brasil.</font></p>      ]]></body>
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