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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O que vai acontecer quando eu estiver na universidade?: Expectativas de jovens estudantes brasileiros]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The academic expectations of college students in the first year of higher education was related to a better adaptation to the university and to a better academic performance especially during the first year of college, which is why it is important to know what students hope to find when they enroll into college. The methodology of focus groups was used with 13 students aged 18-24 years old. Eight students were female. The discussions were recorded and later transcribed. Data analysis was performed according to the method of content analysis. Eight categories were identified and extracted from, exposing the main results that are presented in relation to remuneration, personal and professional fulfillment, trot, quality of faculty, disciplines, infrastructure, family acceptance and use of the course as a second option. The results were discussed, and that allowed thinking possible strategies of intervention that aim for a better performance from students in the college context.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS EMP&Iacute;RICOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>O que vai acontecer quando eu estiver na universidade? Expectativas de jovens estudantes brasileiros</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>What will happen when I will be in college? Expectations of young Brazilian students</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Pedro Fabi&atilde;o Moreno; Adriana Benevides Soares</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Universidade do Estado do Rio de Janeiro</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="end"></a><a href="#end2">Endere&ccedil;o para contato</a></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As expectativas acad&ecirc;micas de estudantes universit&aacute;rios t&ecirc;m sido relacionadas a uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade e tamb&eacute;m a um melhor rendimento escolar, sobretudo no ano de ingresso na Institui&ccedil;&atilde;o de N&iacute;vel Superior, da&iacute; a import&acirc;ncia de se conhecer o que os alunos imaginam encontrar no Ensino Superior. Este estudo teve por objetivo identificar as expectativas acad&ecirc;micas de estudantes universit&aacute;rios do primeiro ano do Ensino Superior. Foi utilizada a t&eacute;cnica de grupo focal com 13 estudantes com idades variando de 18 a 24 anos. Oito estudantes eram do sexo feminino. As falas foram gravadas e posteriormente transcritas. A an&aacute;lise dos dados foi feita utilizando a metodologia de An&aacute;lise de Conte&uacute;do. Foram identificadas oito categorias das quais foram extra&iacute;dos os principais resultados que se apresentam em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o, &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional, ao trote, &agrave; qualidade do corpo docente, &agrave;s disciplinas, &agrave; infraestrutura, &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o familiar e ao aproveitamento do curso como segunda op&ccedil;&atilde;o. Os resultados foram discutidos, permitindo pensar poss&iacute;veis estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o que visem a um melhor aproveitamento, por parte do aluno, no contexto universit&aacute;rio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Expectativas acad&ecirc;micas, Estudantes universit&aacute;rios, Ensino superior.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The academic expectations of college students in the first year of higher education was related to a better adaptation to the university and to a better academic performance especially during the first year of college, which is why it is important to know what students hope to find when they enroll into college. The methodology of focus groups was used with 13 students aged 18-24 years old. Eight students were female. The discussions were recorded and later transcribed. Data analysis was performed according to the method of content analysis. Eight categories were identified and extracted from, exposing the main results that are presented in relation to remuneration, personal and professional fulfillment, trot, quality of faculty, disciplines, infrastructure, family acceptance and use of the course as a second option. The results were discussed, and that allowed thinking possible strategies of intervention that aim for a better performance from students in the college context.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> Academic expectations, College students, Higher education.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A entrada no Ensino Superior &eacute; motivo de comemora&ccedil;&atilde;o para muitos alunos rec&eacute;m-chegados do Ensino M&eacute;dio, pois conquistaram com esfor&ccedil;o seu lugar no espa&ccedil;o universit&aacute;rio, ultrapassando assim uma barreira social de aceita&ccedil;&atilde;o e muitas vezes atendendo &agrave;s demandas dos pais ou da fam&iacute;lia. Existem, por&eacute;m, expectativas pr&oacute;prias desde o momento de ingresso, ligadas a construtos pessoais que est&atilde;o suscet&iacute;veis &agrave; confirma&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o, podendo modificar-se ou deixar de existir, de acordo com as mudan&ccedil;as que ocorrem ao longo da vida acad&ecirc;mica e que podem gerar dificuldades para que o estudante se integre &agrave; vida universit&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com Soares <i>et al</i>. (2014), devido &agrave;s diversas mudan&ccedil;as que o aluno encontra ao ingressar no Ensino Superior, a adapta&ccedil;&atilde;o pode ser dificultada pois, al&eacute;m das expectativas criadas pelo discente, existem mudan&ccedil;as cr&iacute;ticas que dizem respeito &agrave; vida no ambiente universit&aacute;rio: as mat&eacute;rias seguem com mais flexibilidade, cada aula acontece de maneira menos sequenciada do que na escola, o hor&aacute;rio &eacute; mais flex&iacute;vel, os professores desempenham fun&ccedil;&otilde;es, como de ensinar, regular subjetividades, analisar e avaliar o grupo de alunos, al&eacute;m de tra&ccedil;ar uma rela&ccedil;&atilde;o entre o que foi ensinado em sala e o que ocorre fora dela. Tudo isso pode trazer diversas dificuldades no processo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade e, em alguns casos, gerar desist&ecirc;ncias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra quest&atilde;o que requer especial aten&ccedil;&atilde;o no que diz respeito a expectativas e a dificuldades de adapta&ccedil;&atilde;o &eacute; que h&aacute; hoje um grupo bastante heterog&ecirc;neo de alunos. O perfil atual dos alunos que cursam a universidade mudou ao longo do tempo. O ensino deixou de ser elitizado e os estudantes de classe social mais desfavorecida comp&otilde;em o novo corpo universit&aacute;rio, uma vez que tem sido progressivamente democratizado o acesso ao Ensino Superior atrav&eacute;s de uma pol&iacute;tica de a&ccedil;&otilde;es afirmativas. Embora o acesso tenha sido flexibilizado, a perman&ecirc;ncia do estudante na Institui&ccedil;&atilde;o de Ensino Superior (IES) ainda &eacute; uma quest&atilde;o problem&aacute;tica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira (INEP, 2014) est&atilde;o listadas 2.391 institui&ccedil;&otilde;es, sendo 301 p&uacute;blicas e 2.090 privadas. O total de cursos oferecidos aumentou para 32.049, incluindo a modalidade presencial e a dist&acirc;ncia, entre as IES p&uacute;blicas e privadas. Nas institui&ccedil;&otilde;es privadas contabilizaram 21.199 o total de cursos. O n&uacute;mero de matriculados no total geral aumentou para 7.305.977 nas institui&ccedil;&otilde;es em todo o territ&oacute;rio nacional, sendo 1.932.527 nas p&uacute;blicas e 5.373.450 nas privadas. Esses dados representam um crescimento de 3,8&#37; nos anos entre 2012 e 2013, sendo 1,9&#37; na rede p&uacute;blica e 4,5&#37; na privada. O n&uacute;mero total de ingressos no Brasil em 2013 foi de 2.742.950 (17&#37;), sendo 531.846 nas p&uacute;blicas e 2.211.104 nas privadas. O n&uacute;mero total geral de concluintes incluindo as duas modalidades, ou seja, presenciais e a dist&acirc;ncia, foi de 991.010, sendo 229.278 nas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e 761.732 nas institui&ccedil;&otilde;es privadas (INEP, 2014). &Eacute; importante notar que a diferen&ccedil;a entre o n&uacute;mero de alunos matriculados e de concluintes &eacute; muito discrepante.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cabe apontar que fatores diversos podem contribuir para a mudan&ccedil;a de curso ou para a evas&atilde;o no Ensino Superior no Brasil tanto nas institui&ccedil;&otilde;es particulares quanto nas p&uacute;blicas. Segundo Silva Filho, Montejunas, Hip&oacute;lito e Lobo (2007) s&atilde;o quest&otilde;es relacionadas ao contexto acad&ecirc;mico, por&eacute;m de naturezas variadas. Segundo Igue, Bariani e Milanesi (2008), a expectativa do universit&aacute;rio &eacute; um dos fatores relevantes para a adapta&ccedil;&atilde;o, integra&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o do aluno e, por conseguinte, pode influenciar na sua perman&ecirc;ncia no Ensino Superior, pois na maioria das vezes &eacute; o que estimula ou o desestimula a dar continuidade ao investimento financeiro e&#47;ou de tempo para concluir o curso escolhido (Silva Filho <i>et al</i>., 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa de Polydoro (2000) indica que, geralmente nas institui&ccedil;&otilde;es particulares, o problema de evas&atilde;o est&aacute; relacionado a problemas financeiros. J&aacute; o estudo de Mercuri (1999) aponta como causas de evas&atilde;o um baixo grau de compromisso com o curso, problemas financeiros, moradia e problemas de integra&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica, bem como aspectos relacionados &agrave; fam&iacute;lia e aos amigos. No estudo de Vasconcelos, Almeida e Monteiro (2009), apresentam-se a escolha por engano do curso, as dificuldades para acompanhar o n&iacute;vel de exig&ecirc;ncia da institui&ccedil;&atilde;o, assim como tamb&eacute;m as expectativas frustradas dos alunos, dentre outros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As expectativas sobre o ambiente acad&ecirc;mico podem estar associadas tanto a quest&otilde;es estritamente acad&ecirc;micas como o curso, as disciplinas, as avalia&ccedil;&otilde;es quanto &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es sociais e interpessoais, ambiente de estudo, equipamentos disponibilizados pela institui&ccedil;&atilde;o de Ensino Superior, etc. &Eacute; a partir das expectativas acad&ecirc;micas que o estudante vislumbra um ambiente adequado as suas compet&ecirc;ncias. A conson&acirc;ncia entre suas capacidades e o ambiente idealizado leva o aluno a ser estimulado, caso contr&aacute;rio pode ser desmotivado e ter dificuldades em se adaptar ao ambiente estudantil (Almeida, Ferreira, &amp; Soares, 1999; Granado <i>et al</i>., 2005; Schleich, Polydoro, &amp; Santos, 2006; Soares &amp; Almeida, 2005). Vale lembrar que, expectativas acad&ecirc;micas envolvem pensamentos que definem o que o aluno ingressante espera da institui&ccedil;&atilde;o de Ensino Superior (Howard, 2005). O desencontro entre as expectativas e o que a universidade oferece pode desencadear v&aacute;rias decep&ccedil;&otilde;es com a vida acad&ecirc;mica (Pachane, 2003). O compromisso com a institui&ccedil;&atilde;o para o estudante est&aacute; ligado &agrave;s expectativas sobre a institui&ccedil;&atilde;o com o objetivo de graduar-se, se relaciona &agrave; forma&ccedil;&atilde;o ou obten&ccedil;&atilde;o do diploma. Al&eacute;m destes, fatores internos e pessoais ou externos abarcam os estudantes e &agrave; institui&ccedil;&atilde;o e podem determinar a perman&ecirc;ncia desses alunos no Ensino Superior (Bardagi &amp; Hutz, 2009; Basso &amp; Soares, 2013; Mercuri &amp; Polydoro, 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo Nadelson e Semmelroth (2013), as expectativas iniciais dos estudantes s&atilde;o, em geral, boas no que diz respeito ao que ir&atilde;o encontrar na universidade. Um conjunto de experi&ecirc;ncias anteriores, em diferentes campos da vida, tais como a profissional, a social e a familiar, influenciam nas diversas escolhas e na trajet&oacute;ria do estudante em sua vida acad&ecirc;mica. Algumas podem estar relacionadas com o sucesso e com o reconhecimento como um profissional da &aacute;rea. Nesse campo, est&atilde;o associadas com uma alta remunera&ccedil;&atilde;o ou a um status pessoal e profissional que a carreira oferece. O ingresso em determinado curso n&atilde;o &eacute; necessariamente a primeira op&ccedil;&atilde;o do aluno. Dessa forma, ele pode utilizar o que for aprendido nesse curso posteriormente em outro. Essa segunda op&ccedil;&atilde;o geralmente &eacute; a primeira escolha do aluno, que se viu impossibilitado de curs&aacute;-lo por algum motivo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mesmo antes de ingressar na universidade, os alunos mostram expectativas relacionadas com diversos pontos sobre a mesma. Segundo Aguiar e Concei&ccedil;&atilde;o (2009), as suposi&ccedil;&otilde;es dos alunos s&atilde;o fortemente relacionadas ao &acirc;mbito das rela&ccedil;&otilde;es sociais, amizades, e pelo fato de haver a possibilidade e curiosidade de aprender algo mais pragm&aacute;tico. Segundo Marques <i>et al</i>. (2011), quando as expectativas n&atilde;o est&atilde;o ligadas a uma vis&atilde;o futura acerca da profiss&atilde;o, ficam, em geral, em torno da pr&oacute;pria universidade e do que ela pode oferecer. Podem versar sobre a qualidade do corpo docente e sobre as mat&eacute;rias, o que se reflete no aprendizado durante o curso. A infraestrutura tamb&eacute;m &eacute; uma quest&atilde;o recorrente, o que pode ser oferecido, de produtos e servi&ccedil;os, dentro da universidade e, por exemplo, se a biblioteca da universidade &eacute; completa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com alguma frequ&ecirc;ncia, as expectativas iniciais dos alunos n&atilde;o s&atilde;o realistas e n&atilde;o se cumprem ao longo da vida acad&ecirc;mica (Fernandes &amp; Almeida, 2005). Esse fato pode, muitas vezes, trazer dificuldades relacionadas ao desempenho, &agrave;s viv&ecirc;ncias e em alguns casos pode ser determinante para a desist&ecirc;ncia do curso. O processo de ajustamento &agrave; vida no Ensino Superior depende de diversos fatores pessoais e profissionais, podendo estar ligado &agrave; aptid&atilde;o, ou seja, como o estudante foi preparado para enfrentar aquele processo, ou ligado &agrave;s suposi&ccedil;&otilde;es, que se referem ao que e quanto o aluno espera do seu curso e de sua institui&ccedil;&atilde;o de ensino. Segundo Igue, Bariani e Milanesi (2008), h&aacute; uma diferen&ccedil;a com rela&ccedil;&atilde;o ao preparo anterior, as expectativas iniciais dos estudantes e o que a universidade oferece. Ao se deparar com essas diferen&ccedil;as, pode ocorrer uma s&eacute;rie de sentimentos antag&ocirc;nicos, o que &eacute; preponderante para o sucesso ou fracasso no meio acad&ecirc;mico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao longo da vida acad&ecirc;mico-universit&aacute;ria, muitas expectativas s&atilde;o desfeitas, algumas s&atilde;o mantidas e outras modificadas. Quanto mais elas forem realistas, melhor o aluno conseguir&aacute; enfrentar as dificuldades e mais facilmente os objetivos podem ser alcan&ccedil;ados. Assim, os estudantes tendem a possuir um melhor rendimento acad&ecirc;mico do que outros que possuem ideias demasiadamente otimistas e menos realistas (Fernandes &amp; Almeida, 2005). Segundo Almeida <i>et al</i>. (2003), esse aspecto foi verificado de maneira mais elevada nos estudantes mais jovens, do sexo feminino e deslocados da fam&iacute;lia. A principal conclus&atilde;o do estudo &eacute; que esses alunos que possuem expectativas mais altas s&atilde;o mais suscet&iacute;veis a frustra&ccedil;&otilde;es, o que pode ser negativo em termos de continuidade no curso.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns alunos, para alcan&ccedil;ar suas metas, sejam essas relacionadas ao status que a forma&ccedil;&atilde;o profissional pode levar, a remunera&ccedil;&atilde;o que poder&aacute; ser recebida ou simplesmente chegar ao fim do curso, procuram trabalhos dentro da faculdade, tendo um contato mais profundo com determinada &aacute;rea do curso, podendo sentir, na pr&aacute;tica, como &eacute; a atua&ccedil;&atilde;o do profissional nessa &aacute;rea. Com isso, o estudante consegue enxergar a profiss&atilde;o de forma mais realista e, por consequ&ecirc;ncia, adapta-se melhor a essa nova realidade (Almeida, Costa, Alves, Gon&ccedil;alves, &amp; Ara&uacute;jo, 2012). O aluno que possui as suposi&ccedil;&otilde;es mais pr&oacute;ximas &agrave; realidade est&aacute; menos vulner&aacute;vel a frustra&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es na vida acad&ecirc;mica (Almeida <i>et al</i>., 2003).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O ingresso na universidade tamb&eacute;m gera presun&ccedil;&otilde;es acerca da forma como o aluno ser&aacute; recebido na mesma. Rituais como o trote podem ser desejados se entendidos como um momento de integra&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m podem ser temidos e vividos como situa&ccedil;&atilde;o de segrega&ccedil;&atilde;o e viol&ecirc;ncia. Existe uma apreens&atilde;o grande dos novos estudantes em rela&ccedil;&atilde;o a esse acontecimento: uns tem medo, outros encaram como um rito importante de passagem e, em outros casos, h&aacute; a vontade de se relacionar com as outras pessoas e de integrar-se. Isso faz parte das expectativas relacionadas com a intera&ccedil;&atilde;o e as amizades (Aguiar &amp; Concei&ccedil;&atilde;o, 2009). Mauritti (2002), em um estudo descritivo de caracteriza&ccedil;&atilde;o, destaca as dificuldades e mudan&ccedil;as por que os estudantes passam ao longo de sua trajet&oacute;ria acad&ecirc;mica apontando que estudantes de classes sociais menos favorecidas tendem a procurar solu&ccedil;&otilde;es para que a adapta&ccedil;&atilde;o seja facilitada e que, apesar de haver dificuldades de aprendizado, derivadas das falhas na educa&ccedil;&atilde;o de base e maiores dificuldades financeiras, esses estudantes tendem a procurar ocupa&ccedil;&otilde;es que possam suprir as mesmas, trabalhando na pr&oacute;pria universidade ou em est&aacute;gios em alguma &aacute;rea de interesse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo Igue, Bariani e Milanesi (2008), a integra&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade &eacute; primordial na importante decis&atilde;o entre permanecer ou abandonar o objetivo de cursar integralmente a gradua&ccedil;&atilde;o. Almeida <i>et al</i>. (2003) apontam que, em estudos estrangeiros, metade dos estudantes possui dificuldades na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade e que isso pode trazer obst&aacute;culos, al&eacute;m de gerar maior quantidade de casos de psicopatologia. Alguns dos motivos que fazem com que as ideias sobre o curso sejam ajustadas &agrave; realidade existente est&atilde;o relacionados com as dificuldades interpessoais dos alunos e aos m&eacute;todos r&iacute;gidos que alguns cursos utilizam. Segundo Gon&ccedil;alves e Lima (2007), &eacute; importante que os m&eacute;todos de gest&atilde;o sejam mais democr&aacute;ticos, flexibilizando algumas estruturas e estimulando o envolvimento das pessoas, o que facilita o acesso dos alunos aos materiais e, consequentemente, ao conhecimento. Com isso, as condi&ccedil;&otilde;es para o aprendizado s&atilde;o melhoradas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns estudos emp&iacute;ricos t&ecirc;m tamb&eacute;m associado &agrave;s expectativas acad&ecirc;micas ao desempenho do estudante durante o curso. Segundo Fernandes e Almeida (2005), em um estudo que teve como objetivo analisar a associa&ccedil;&atilde;o do rendimento escolar com as suposi&ccedil;&otilde;es iniciais dos alunos e as suas viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas avaliadas a meio do ano letivo e os n&iacute;veis de investimento conseguido no final do primeiro ano de frequ&ecirc;ncia universit&aacute;ria, verificou que alunos de Engenharia possuem maior rendimento acad&ecirc;mico e menor expectativa ligada a construtos institucionais, social&#47;interpessoal. Para os alunos de Ci&ecirc;ncias Econ&ocirc;micas, em termos de comportamentos, os alunos com melhor rendimento apresentam valores inferiores em termos de investimento na &aacute;rea pessoal e social&#47;interpessoal. A principal conclus&atilde;o do estudo &eacute; que os estudantes com maior rendimento acad&ecirc;mico, se comparados com os que t&ecirc;m um pior rendimento, em geral, pensam de forma mais realista quanto &agrave; vida universit&aacute;ria e demonstram maior seguran&ccedil;a em suas escolhas e no caminho que pretendem trilhar dentro de seus cursos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com a literatura apresentada sobre as expectativas e as viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas e a not&oacute;ria import&acirc;ncia destes construtos na perman&ecirc;ncia do estudante no meio acad&ecirc;mico, o objetivo desse estudo foi o de conhecer as expectativas acad&ecirc;micas de estudantes universit&aacute;rios brasileiros do primeiro ano do Ensino Superior.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Participaram 13 estudantes de diversas &aacute;reas do conhecimento de forma a contemplar especificidades de diferentes cursos. As idades variaram de 18 a 24 anos (M&#61; 19,54 e DP&#61; 3,1). Cinco dos participantes eram do curso de Psicologia, dois de Hist&oacute;ria e os demais, com apenas um participante respectivamente, eram dos cursos de Matem&aacute;tica, Estat&iacute;stica, Biomedicina, Engenharia, Enfermagem e Administra&ccedil;&atilde;o. Oito estudantes eram do sexo feminino e cinco do sexo masculino, sendo dez de universidades p&uacute;blicas e tr&ecirc;s de universidades particulares do Estado do Rio de Janeiro. Os estudantes eram todos solteiros e tr&ecirc;s pertenciam &agrave; classe social A1, um &agrave; classe A2, seis &agrave; classe B1 e tr&ecirc;s &agrave; classe B2 (ABEP, 2012).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi utilizada a t&eacute;cnica do grupo focal (Barbour, 2009) para a coleta de dados. Os dados foram categorizados e analisados com base na metodologia da An&aacute;lise de Conte&uacute;do de (Bardin, 2009). O conte&uacute;do das discuss&otilde;es foi gravado e transcrito. Al&eacute;m dos participantes do grupo, estavam presentes um moderador e dois observadores que visavam interferir o m&iacute;nimo poss&iacute;vel na din&acirc;mica desenvolvida. Algumas quest&otilde;es norteadoras foram a propostas para os participantes tais como: Quais eram suas expectativas acad&ecirc;micas ao entrar na Universidade? O que sua fam&iacute;lia esperava de seu curso universit&aacute;rio e de suas escolhas acad&ecirc;micas? O que voc&ecirc; esperava da sua institui&ccedil;&atilde;o de ensino? Voc&ecirc; esperava encontrar novos amigos? A dura&ccedil;&atilde;o foi de aproximadamente uma hora e quarenta e cinco minutos. Os participantes preencheram uma fi cha para a coleta dos dados sociodemogr&aacute;ficos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo foi aprovado em 25&#47;02&#47;2010 no comit&ecirc; de &eacute;tica em pesquisa, sob o n&uacute;mero n&ordm; 129&#47;2009. Todos os participantes assinaram, logo ap&oacute;s terem sido informados dos objetivos da pesquisa, um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido garantindo o sigilo de sua identidade e a possibilidade de retirar o seu consentimento a qualquer momento do estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram encontradas oito categorias no grupo focal que se seguem aqui discutidas junto com as falas correspondentes. A categoria "Honor&aacute;rios a serem recebidos" est&aacute; relacionada com o retorno financeiro que o profissional da &aacute;rea pode receber. O foco desta categoria est&aacute; direcionado para o sucesso em termos financeiros e, nesse caso, d&aacute;-se maior import&acirc;ncia para o desenvolvimento de atividades que direcionem a esse objetivo. "...A turma toda fala isso: &lsquo;Eu fa&ccedil;o esse curso porque quero ganhar dinheiro'". Muitos estudantes que visam esta meta podem procurar est&aacute;gios ou trabalhos dentro da faculdade para que haja um avan&ccedil;o na &aacute;rea que se pretende desenvolver em busca da realiza&ccedil;&atilde;o financeira. "...O est&aacute;gio que eu queria, eu queria por dinheiro"; "Eu pretendo dar aula de Psicologia, penso em ter um sal&aacute;rio bom...". Segundo Bueno (1993), determinadas profiss&otilde;es s&atilde;o menos procuradas ou vistas como uma op&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria pelo fato de que as expectativas ligadas ao retorno financeiro no mercado de trabalho s&atilde;o mais baixas, fato que tamb&eacute;m contribui com o n&iacute;vel de evas&atilde;o nos cursos dessas carreiras. De acordo com Oliveira e Piccinini (2012), o jovem muitas vezes procura um est&aacute;gio ou algum trabalho, dentro da vertente escolhida no curso, para ganhar a experi&ecirc;ncia necess&aacute;ria e receber honor&aacute;rios, como forma de prepara&ccedil;&atilde;o para os frutos que a futura carreira poder&aacute; gerar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A segunda categoria "Realiza&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional" est&aacute; relacionada com a escolha do curso, ou seja, &eacute; baseada no retorno pessoal e profissional que a carreira pode dar (status). Muitos estudantes que buscam as realiza&ccedil;&otilde;es nos campos pessoal e profissional procuram alcan&ccedil;ar algum tipo de status quando dizem por exemplo "... quando criamos expectativas, a gente meio que se joga, n&atilde;o sabemos os detalhes. Mas me vejo sendo uma boa profissional, ganhando bem, tendo o nome na porta pendurado". Nesse campo, pode-se destacar que o objetivo dos estudantes &eacute; o de encontrar e trabalhar em &aacute;reas que j&aacute; possuem um hist&oacute;rico de realiza&ccedil;&atilde;o, ou seja, que atendem a esse objetivo. "Ter um futuro promissor como professora", "Me qualificar para o mercado de trabalho", "...tem que ser bom tamb&eacute;m, ser bom profissional". Segundo Bueno (1993), o status que pode ser recebido em determinadas carreiras, como por exemplo um t&iacute;tulo de m&eacute;dico, psic&oacute;logo, advogado, dentre outros, &eacute; fator primordial para a decis&atilde;o de continuar no curso. A inser&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho ou em est&aacute;gios pode ser entendida como uma forma de realiza&ccedil;&atilde;o profissional que vai al&eacute;m do ideal ligado ao recebimento de honor&aacute;rios. Pode ser encarada como uma forma de exercer as fun&ccedil;&otilde;es profissionais e estar engajado nas experi&ecirc;ncias que um trabalhador daquela profiss&atilde;o realiza (Oliveira &amp; Piccinini, 2012). Segundo Baptista <i>et al</i>. (2004), o conhecimento dos estudantes sobre o Ensino Superior parece n&atilde;o ser preocupa&ccedil;&atilde;o constante das universidades. Segundo os autores, &eacute; necess&aacute;rio conhecer caracter&iacute;sticas do curso e da institui&ccedil;&atilde;o para que a realidade institucional possa ser adequada &agrave; realidade do aluno. Com isso, o espa&ccedil;o universit&aacute;rio torna-se uma das principais fontes de est&iacute;mulo para que o aluno siga sua trajet&oacute;ria profissional vinculada &agrave; forma&ccedil;&atilde;o profissional. O est&iacute;mulo, nesse caso, &eacute; importante, pois refor&ccedil;a o interesse que o estudante de n&iacute;vel superior tem em explorar as diversas possibilidades oferecidas pelo seu curso.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A terceira categoria, "Op&ccedil;&atilde;o de curso", incide sobre a possibilidade de usar os ensinamentos desse curso posteriormente, em outro (curso priorit&aacute;rio &ndash; 1&ordf; op&ccedil;&atilde;o). &Eacute; na realidade a primeira op&ccedil;&atilde;o do estudante, ou seja, &eacute; o curso em que o estudante queria primordialmente ingressar, mas se viu impossibilitado de alguma maneira de realizar. Estas falas foram principalmente atribu&iacute;das aos estudantes do curso de Enfermagem e Biomedicina que almejavam o curso de Medicina e que, por n&atilde;o conseguir pontos suficientes para ingressar no curso desejado, frequentavam o que julgavam ser o mais pr&oacute;ximo poss&iacute;vel em termos de conte&uacute;do e pr&aacute;tica. "...Eu, como falei, fa&ccedil;o enfermagem para passar meu tempo, eu n&atilde;o quero enfermagem", "Eu quero fazer Medicina, s&oacute; que eu n&atilde;o me vejo fazendo cursinhos e gastando para conseguir. Eu acho que eu posso fazer uma faculdade, terminar, sou nova e ter um trabalho garantido e continuar seguindo meu sonho, porque um dia eu vou conseguir", "Eu tamb&eacute;m n&atilde;o tinha tanta certeza quanto &agrave; Biomedicina, eu queria Medicina tamb&eacute;m, mas a&iacute; eu fiz o vestibular e n&atilde;o passei nem para Biomedicina nem para Medicina, e passei para coisas nada a ver, como Qu&iacute;mica, Hist&oacute;ria..". Fica evidente nestes casos o quanto o conhecimento pr&eacute;vio e o estudo anterior determinaram suas escolhas e possibilidades de atua&ccedil;&atilde;o (Vasconcelos, Almeida, &amp; Monteiro, 2009), podendo levar a frustra&ccedil;&otilde;es com o curso.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na quarta categoria, est&atilde;o descritas as expectativas que os estudantes t&ecirc;m no que diz respeito ao "trote". Est&atilde;o ligadas &agrave; maneira como esse estudante ser&aacute; recebido em seu novo curso (medos, curiosidades, rito de passagem...). Para muitos, o trote &eacute; visto como um rito de passagem para o Ensino Superior e o enfrentamento desse evento pode ser dado de diferentes formas. "...Eu acho que quem n&atilde;o participa do trote, fica destacado pra sempre". Alguns estudantes encaram com medo, pois, se trata de uma recep&ccedil;&atilde;o carregada de empolga&ccedil;&atilde;o. "Eu via na televis&atilde;o sobre os trotes e tinha medo"; "Eu tinha medo mais da rejei&ccedil;&atilde;o, a pessoa n&atilde;o me dar o dinheiro, eu ficaria triste". Muitos trotes t&ecirc;m recebido r&oacute;tulos de "viol&ecirc;ncia" ou "bagun&ccedil;a", e isso podem ser motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o para alguns. Por outro lado, alguns alunos enxergam o trote como uma fase de integra&ccedil;&atilde;o com os novos colegas, com o ambiente universit&aacute;rio e com o curso como um todo e, nesse sentido, querem aproveitar ao m&aacute;ximo essa experi&ecirc;ncia e celebrar esse acontecimento intensamente. "Eu queria entrar na faculdade s&oacute; pelo trote, o meu sonho era entrar na faculdade, pra ter o trote e ir na minha escola, pra pedir dinheiro, todo mundo ver, esfregar na cara de todo mundo", "...Eu gostei bastante, tanto &eacute; que a nossa turma &eacute; bem unida".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O jovem, antes de ingressar na universidade, carrega consigo uma s&eacute;rie de esperan&ccedil;as e viv&ecirc;ncias &uacute;nicas, j&aacute; tem em si seu estilo de vida e muitas vezes n&atilde;o trabalha, vivendo sob as regras dos pais. Muitas vezes, o trote representa n&atilde;o s&oacute; a passagem do Ensino M&eacute;dio para o Ensino Superior, mas pode ser entendido como um rito de inicia&ccedil;&atilde;o &agrave; vida adulta. "...Eu acho que quem n&atilde;o participa do trote, fica destacado pra sempre". Dessa forma o trote representa um momento de integra&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;as que ir&atilde;o acompanhar o estudante ao longo de toda vida (Almeida &amp; Pinho, 2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A categoria "Qualidade do corpo docente" relaciona-se &agrave; qualidade dos professores considerando a did&aacute;tica e o conte&uacute;do. Est&aacute; relacionada com o que os estudantes esperam dos professores do curso, ou seja, se existem professores famosos, principalmente com "boa fama", que sabem transmitir o conhecimento de forma clara, que interagem com a turma, dentre outras qualidades. "Ih, vou ter aula com fulano...". Cheguei para ter aula com fulano, eu pensava &lsquo;Esse era o fulano?', a&iacute; com outro &lsquo;Esse era o fulano?'. A&iacute; quando voc&ecirc; procurava no Lattes, aquele que nem aparecia, era o que dava a melhor aula"; "Eu tinha uma outra vis&atilde;o de professor, eu fiz alguns projetos fora do vestibular, eu tinha professores que que eram muito bons, voc&ecirc; via, nossa, que coisa linda, coisa maravilhosa"; "Quando eu escolhi biom&eacute;dica, eu pensei que eu ia chegar ia ter anatomia, eu tive sociologia, antropologia, filosofia, eu tive tudo, menos a parte biom&eacute;dica, eu me perguntava o que estava fazendo aqui, eu t&ocirc; em Psicologia, t&ocirc; em humanas?" Al&eacute;m da boa did&aacute;tica, outra caracter&iacute;stica que &eacute; bastante visada pelos estudantes &eacute; a forma como o professor lida com a turma e se trabalha de forma integrada, pois assim ter&aacute; maiores possibilidades de relacionar o que ensina com o mundo real. "No meu primeiro dia, teve uma professora que colocou um slide com o que ela n&atilde;o queria, que ela tirava ponto, o quanto ela tirava com coes&atilde;o, coer&ecirc;ncia, quantos pontos ela dava em cada quesito"; "C&aacute;lculo, o melhor era ter aprendido antes e entrar l&aacute; j&aacute; sabendo, porque eles n&atilde;o ensinam"; "Eles explicam, d&atilde;o o nome e falam para ir at&eacute; a Xerox"; "n&oacute;s vemos em filme, professor chega na sala, escreve e &lsquo;Se vira&#33;', sei l&aacute;, voc&ecirc; tem que saber de tudo. Quando chega &lsquo;&Oacute;, esse &eacute; o tema"; "Era bem legal, mas a&iacute; quando cheguei na faculdade, voc&ecirc; s&oacute; v&ecirc; o professor jogando mat&eacute;ria, jogando mat&eacute;ria... n&atilde;o est&aacute; se importando se voc&ecirc; est&aacute; aprendendo ou n&atilde;o". Segundo Marin <i>et al</i>. (2013), o espa&ccedil;o educacional &eacute; o campo para lidar com contradi&ccedil;&otilde;es sociais e problematizar a realidade, &eacute; esperado que o professor tenha boa did&aacute;tica e trabalhe de forma integrada com a turma, fazendo liga&ccedil;&otilde;es entre o que aparece no mundo real e externo e o que ele ensina. Muitas das pr&aacute;ticas e ideias iniciais dos alunos poder&atilde;o ser modificadas ap&oacute;s o contato com os dados de realidade e o seu questionamento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na categoria sobre "Disciplinas" incidem sobre a qualidade e pertin&ecirc;ncia do conte&uacute;do que pode ser transmitido nas disciplinas. A demanda est&aacute; relacionada com o interesse do aluno na disciplina e a forma como o professor a ministra. "Claro, h&aacute; mat&eacute;rias que n&atilde;o t&ecirc;m nada a ver com a minha &aacute;rea", "Bom, eu estou no segundo per&iacute;odo agora, at&eacute; agora eu estou adorando tudo que estou vendo, eu tenho certeza absoluta que &eacute; isso que eu quero", "De oito mat&eacute;rias que eu tenho num per&iacute;odo, eu tenho duas que t&ecirc;m a ver". Tem sido bastante dif&iacute;cil lidar com curr&iacute;culos em que determinadas disciplinas s&atilde;o vistas como pouco &uacute;teis para a forma&ccedil;&atilde;o por terem conte&uacute;do diferente da especificidade do curso. Segundo Souza, Zem-Mascarenhas e Rocha (2005), &eacute; fundamental que os alunos entendam a import&acirc;ncia das disciplinas da forma&ccedil;&atilde;o do profissional, sem o que o rendimento e a participa&ccedil;&atilde;o dos alunos s&atilde;o reduzidos, levando &agrave; frustra&ccedil;&atilde;o e a pouca atribui&ccedil;&atilde;o de relev&acirc;ncia para forma&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A categoria "Infraestrutura" est&aacute; relacionada com o local onde ser&aacute; realizado o curso, ou seja, o campus universit&aacute;rio. O estudante espera que exista uma biblioteca ampla, em que seja poss&iacute;vel atender de forma pontual as exig&ecirc;ncias das disciplinas dos cursos, oferecendo as bibliografias necess&aacute;rias para a boa forma&ccedil;&atilde;o e diversos tipos de refer&ecirc;ncias complementares, al&eacute;m de materiais diversos para leitura e pesquisa e um espa&ccedil;o amplo para estudo coletivo. "Antes de entrar na xxx, eu ouvia muita coisa da xxx, as salas n&atilde;o t&ecirc;m ar condicionado, calor infernal, muitas coisas"; "...Dentro da institui&ccedil;&atilde;o, todos os livros t&ecirc;m na biblioteca, o professor passa, n&oacute;s n&atilde;o temos que ficar correndo atr&aacute;s, n&oacute;s pegamos ali. Pode ficar uma semana com a gente, se voc&ecirc; n&atilde;o conseguir, pode ficar mais um tempo, isso &eacute; bom"; "Assim, eu n&atilde;o sei como &eacute; o andar de voc&ecirc;s, porque eu tenho um pr&eacute;dio s&oacute; pra gente, a gente fica com cinco andares s&oacute; pra gente, cada andar tem laborat&oacute;rio, uma biblioteca s&oacute; para a gente, todas as salas t&ecirc;m ar condicionado, l&aacute; &eacute; tudo lindo". Segundo Silva, Tavares, Silva e Silva (2012), a implanta&ccedil;&atilde;o de bibliotecas universit&aacute;rias corresponde &agrave; miss&atilde;o universit&aacute;ria e d&aacute; suporte &agrave;s atividades educativas contribu&iacute;do para melhorar o n&iacute;vel sociocultural dos alunos e da sociedade como um todo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A categoria relacionada com a "Aceita&ccedil;&atilde;o familiar" est&aacute; relacionada ao que a fam&iacute;lia espera dessa profiss&atilde;o escolhida. Diz respeito ao que os pais ou a fam&iacute;lia esperam com rela&ccedil;&atilde;o ao curso e &agrave; futura profiss&atilde;o. Muitas vezes, &eacute; depositada uma grande carga no estudante universit&aacute;rio para que ele ingresse e permane&ccedil;a no curso, pois pode existir uma expectativa da fam&iacute;lia com rela&ccedil;&atilde;o a isso. "Bom, eu decidi fazer a Psicologia no finalzinho do meu terceiro ano, porque at&eacute; l&aacute; eu sempre achei que ia fazer direito, meus pais fizeram direito, ent&atilde;o, eu sempre tive essa ideia de ser advogada, fazer concurso, etc. Mas ent&atilde;o eu parei para pensar que n&atilde;o queria fazer direito, decorar o c&oacute;digo civil, eu n&atilde;o quero ter que julgar uma pessoa, a&iacute; comecei a pensar no que eu queria fazer, da&iacute; vi que eu gostava de observar o comportamento das pessoas", "'Voc&ecirc; vai para l&aacute;? Eu n&atilde;o vou te sustentar, se for para fazer l&aacute;, eu pago uma particular...'. E desde o in&iacute;cio, a minha fam&iacute;lia n&atilde;o gostava de particular, minha m&atilde;e n&atilde;o aceita de jeito nenhum fazer particular, a&iacute; eu cresci com isso, n&atilde;o &eacute;?". Cada fam&iacute;lia possui cren&ccedil;as pr&oacute;prias, com isso determinadas profiss&otilde;es podem ser vistas como nobres, ou que trar&atilde;o mais retorno financeiro. "Pois &eacute;, minha m&atilde;e disse &lsquo;N&atilde;o vai, n&atilde;o vai. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; falando isso porque est&aacute; com medo de n&atilde;o passar para Direito, por isso voc&ecirc; quer Psicologia". Mesmo que a realidade contrarie as expectativas, o curso superior continua a receber um pesado investimento dos alunos e de seus familiares, independentemente do pre&ccedil;o a ser pago pelo percurso, pois os projetos de vida s&atilde;o fundados na aposta feita na carreira de n&iacute;vel superior. Ao ingressar no campo do trabalho, o estudante est&aacute; supostamente capacitado para desempenhar aquela fun&ccedil;&atilde;o. O diploma &eacute; uma prova dessa compet&ecirc;ncia, &eacute; uma indica&ccedil;&atilde;o de diferencia&ccedil;&atilde;o entre os que o possuem ou n&atilde;o, fato este que gera mais oportunidades. Por&eacute;m, a forma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o necessariamente significa emprego garantido, ent&atilde;o o estudante s&oacute; sentir&aacute; a real import&acirc;ncia do diploma quando fizer seu ingresso ou reingresso no mercado de trabalho. Al&eacute;m disso, muitas vezes, algum membro da fam&iacute;lia teve vontade de seguir nessa profiss&atilde;o e, por algum motivo, n&atilde;o conseguiu realizar essa meta. Com isso, a esperan&ccedil;a desse familiar &eacute; ter algu&eacute;m pr&oacute;ximo como uma forma de realizar seu objetivo de forma indireta. "Eu tive esse problema, meu pai &eacute; empres&aacute;rio, minha m&atilde;e &eacute; consultora. A&iacute; eles viam os planos do passado dele, assim, querendo projetar em mim, meu pai tinha sonho de fazer engenharia el&eacute;trica. A&iacute; eu tive nota do ENEM para xxx, a&iacute; meu pai queria porque queria que eu fizesse engenharia el&eacute;trica, eu disse que n&atilde;o ia fazer, que n&atilde;o ia ser feliz". De acordo com Santos (2005), a fam&iacute;lia deve ser levada em considera&ccedil;&atilde;o como um dos motivos poss&iacute;veis na escolha do curso e da continuidade no mesmo. Al&eacute;m das ideias pessoais do estudante e do conhecimento que possui sobre o curso escolhido, a fam&iacute;lia pode exercer bastante press&atilde;o, principalmente quando existe algum desejo por parte dos pais de que o filho esteja cursando algo que foi fortemente visado por eles durante a vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda segundo Santos (2005), os padr&otilde;es aprendidos com os pais s&atilde;o usados durante a vida. De acordo com as viv&ecirc;ncias, o indiv&iacute;duo vai discriminar aquilo que considera mais ou menos adequado dentre esses comportamentos e ir&aacute; utiliz&aacute;-los de acordo com a situa&ccedil;&atilde;o. Dessa forma, as escolhas podem ser feitas tamb&eacute;m durante a vida acad&ecirc;mica, fato que ir&aacute; nortear os comportamentos e as pr&aacute;ticas do estudante no curso. De acordo com Farias, Nascimento, Gra&ccedil;a e Baptista (2011), os alunos levam para os cursos de forma&ccedil;&atilde;o inicial cren&ccedil;as preestabelecidas, o que pode gerar conflito entre as expectativas iniciais e o que &eacute; aprendido durante o curso de gradua&ccedil;&atilde;o. &Eacute; importante que o curso ofere&ccedil;a est&iacute;mulos que desenvolvam tanto as concep&ccedil;&otilde;es positivas sobre a teoria apresentada nas disciplinas do curso quanto as pr&aacute;ticas. Desse modo, diminui-se a probabilidade de desist&ecirc;ncia do mesmo e aumenta a confian&ccedil;a do estudante.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Analisando as perspectivas dos estudantes neste estudo, pode-se observar que a maior parte delas est&aacute; relacionada com cren&ccedil;as anteriores a respeito daquele curso e&#47;ou profiss&atilde;o. Essas cren&ccedil;as, geralmente, s&atilde;o constru&iacute;das ao longo da vida, por meio dos pensamentos sobre si, sobre a influ&ecirc;ncia familiar, dos amigos ou mesmo de pessoas pr&oacute;ximas. Uma ideia &eacute; formada e fixada de maneira r&iacute;gida e muitas vezes o contato com dados de realidade que o curso proporciona pode levar a uma disson&acirc;ncia entre o que era aguardado e o que realmente ocorre. Isso pode levar ao des&acirc;nimo com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; continua&ccedil;&atilde;o no curso. Por outro lado, nem sempre a suposi&ccedil;&atilde;o inicial se desfaz totalmente. Com o tempo, algumas delas podem apresentar determinado grau de similaridade com o que lhe &eacute; apresentado na pr&aacute;tica e, em um menor n&uacute;mero de vezes, a realidade pode superar as expectativas iniciais. Dessa forma, o estudante ter&aacute; que adequar suas concep&ccedil;&otilde;es de acordo com as possibilidades oferecidas e tirar o melhor proveito disso para sua perman&ecirc;ncia e seu aproveitamento acad&ecirc;mico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste estudo foi o de conhecer as expectativas dos estudantes de Ensino Superior. Foram identificadas diversas categorias que mostraram desejos de longo prazo que um profissional da &aacute;rea escolhida pode ter. Em alguns casos, essas expectativas possuem ra&iacute;zes familiares, ou seja, &eacute; uma expectativa relacionada, primordialmente, com o desejo da fam&iacute;lia. Isso p&ocirc;de ser evidenciado nas falas dos estudantes, que puderam ser categorizadas em: "Honor&aacute;rios a serem recebidos", "Realiza&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional" e "Aceita&ccedil;&atilde;o familiar".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pode-se perceber tamb&eacute;m que as expectativas mais imediatas t&ecirc;m a ver com o que acontece dentro da institui&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria. Sendo assim, as prospec&ccedil;&otilde;es se apresentam em um vi&eacute;s que incide mais sobre o espa&ccedil;o f&iacute;sico da institui&ccedil;&atilde;o e as rela&ccedil;&otilde;es que podem ocorrer durante o curso. Dessa forma, o estudante espera algo relacionado com a infraestrutura (laborat&oacute;rios com aparelhos atuais e funcionando, biblioteca completa, espa&ccedil;o para o acesso a Internet, quadra, dentre outros), assim como espera ser bem recebido por colegas e professores. Possui diversas ideias e cren&ccedil;as a respeito da forma como ser&aacute; recebido (o trote). Al&eacute;m disso, o estudante esperar algo relacionado &agrave;s disciplinas e ao que ser&aacute; aprendido e decidir que caminho quer tra&ccedil;ar a partir disso. Esses fatos podem ser observados nas falas das categorias "trote", "qualidade do corpo docente", "disciplinas", "infraestrutura" e "segunda op&ccedil;&atilde;o de curso".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como limita&ccedil;&atilde;o, pode-se apontar o fato de que nem todos os participantes estavam no primeiro ano do curso de gradua&ccedil;&atilde;o, o que pode ter levado os estudantes a expressar n&atilde;o s&oacute; expectativas acad&ecirc;micas, mas tamb&eacute;m frustra&ccedil;&otilde;es e comportamentos realizados e j&aacute; vivenciados no Ensino Superior. Esse estudo permitiu conhecer os desejos e prospec&ccedil;&otilde;es dos estudantes que est&atilde;o associados, conjuntamente, ao desempenho e &agrave; perman&ecirc;ncia acad&ecirc;mica. No futuro, podem ser propostas estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o para um melhor desenvolvimento dos estudantes universit&aacute;rios em sua trajet&oacute;ria acad&ecirc;mica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Aguiar, F. H. R., &amp; Concei&ccedil;&atilde;o, M. I. G. (2009). Expectativas de futuro e escolha vocacional em estudantes na transi&ccedil;&atilde;o para o ensino m&eacute;dio. <i>Revista Brasileira de Orienta&ccedil;&atilde;o Profissional, 10</i>(2), 105-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113666&pid=S1413-0394201400020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, L. S., Costa, A. R., Alves, F., Gon&ccedil;alves, P., &amp; Ara&uacute;jo, A. (2012). Expectativas acad&eacute;micas dos alunos do ensino superior: constru&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o de uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o. <i>Psicologia, Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura, XVI</i>, 1, 70-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113668&pid=S1413-0394201400020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, L. S., Ferreira, J. A., &amp; Soares, A. P. (1999). Question&aacute;rios de viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas: Constru&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o de uma vers&atilde;o reduzida (QVA-r). <i>Revista Portuguesa de Pedagogia, 33</i>(3), 181-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113670&pid=S1413-0394201400020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, L. S., Gon&ccedil;alves, A., Salgueira, A. P., Soares, A. P., Machado, C., Fernandes, E., Machado, J. C., &amp; Vasconcelos, R. (2003). Expectativas de Envolvimento Acad&eacute;mico &agrave; Entrada da Universidade: Estudo com Alunos da Universidade do Minho. <i>Psicologia: Teoria, Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;tica, 8</i>>(1), 3-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113672&pid=S1413-0394201400020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, L. S., Guisande, M. A., Soares, A. P., &amp; Saavedra, L. (2006). Acesso e sucesso no Ensino Superior em Portugal: quest&otilde;es de g&eacute;nero, origem sociocultural e percurso acad&eacute;mico dos alunos. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, Porto Alegre, <i>19</i>(3), 1-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113674&pid=S1413-0394201400020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) (2012). O Crit&eacute;rio de Classifica&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica Brasil, 2012. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.abep.org" target="_blank">http:&#47;&#47;www.abep.org</a>&gt;. Acessado em: nov. 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113676&pid=S1413-0394201400020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Baptista, M., Amadio, A., Rodrigues, E., Santos, K., &amp; Palludetti, S. (2004). Avalia&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos, conhecimentos e expectativas de alunos de um curso de psicologia: avalia&ccedil;&atilde;o de alunos de psicologia. <i>Psicologia Escolar e Educacional, 8</i>(2) 207-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113678&pid=S1413-0394201400020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Barbour, R. (2009). <i>Grupos focais</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113680&pid=S1413-0394201400020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bardagi M. P., &amp; Hutz C. S. (2009). "N&atilde;o havia outra sa&iacute;da": percep&ccedil;&otilde;es de alunos evadidos sobre o abandono do curso superior. <i>Psico-USF, 14</i>(1), 95-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113682&pid=S1413-0394201400020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bardin, L. (2009). <i>An&aacute;lise de conte&uacute;do</i>. Lisboa, Portugal: Edi&ccedil;&otilde;es 70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113684&pid=S1413-0394201400020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Basso, C., &amp; Soares, D. H. P. (2013). <i>Viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas e a perman&ecirc;ncia de estudantes rurais e n&atilde;o rurais no curso de n&iacute;vel superior</i>. Segundo Col&oacute;quio de Orienta&ccedil;&atilde;o Profissional, de Carreira e para a Aposentadoria, Florian&oacute;polis, SC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113686&pid=S1413-0394201400020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bueno, J. L. (1993). A evas&atilde;o de alunos. <i>Pad&eacute;ia, 5</i>, 9-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113688&pid=S1413-0394201400020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Farias, G. O., Nascimento, J. V., Gra&ccedil;a, A., &amp; Batista, P. M (2011). Cren&ccedil;as e expectativas constitu&iacute;das ao longo da carreira docente em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. Maring&aacute;. <i>Revista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica&#47;UEM, 22</i>(4), 497-509.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113690&pid=S1413-0394201400020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Fernandes, E. P., &amp; Almeida, L. S. (2005). Expectativas e viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas: impacto no rendimento dos alunos do 1&deg; ano. <i>Psichologica, 40</i>, 267-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113692&pid=S1413-0394201400020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gomes, G., Soares, A.B. (2013). Intelig&ecirc;ncia, Habilidades Sociais e Expectativas Acad&ecirc;micas no Desempenho de Estudantes Universit&aacute;rios. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 26</i>(4), 780-789.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113694&pid=S1413-0394201400020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gonzal&aacute;lez, M. S., L&oacute;pez, Z. M., Vacas, C. T., Cou&ntilde;ago Guisande, M. A., &amp; Fern&aacute;ndez, M. F. (2012). Adaptaci&oacute;n espa&ntilde;ola de la Escala de Aceptaci&oacute;n Percibida (PAS) en estudiantes universit&aacute;rios. <i>Psicothema, 24</i>(3), 483-488.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113696&pid=S1413-0394201400020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Granado, J. I., Santos, A. A. A., Almeida, L. S., Soares, A. P., &amp; Guisande, M. A. (2005, dezembro). Integra&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica de estudantes universit&aacute;rios: Contributos para a adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o do QVA-r no Brasil. <i>Psicologia e Educa&ccedil;&atilde;o, 4</i>(2), 31-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113698&pid=S1413-0394201400020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Howard, J. A. (2005). Why should we care about student expectations? In T.E. Miller, B. E. Bender., &amp; J. H. Schuh (Eds.), <i>Promoting reasonable expectations: Aligning student and institutional thinking about the college experience</i> (p.10-33). San Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113700&pid=S1413-0394201400020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Igue, E. A., Bariani, I. C., &amp; Milanesi P. V. (2008). Viv&ecirc;ncia acad&ecirc;mica e expectativas de universit&aacute;rios ingressantes e concluintes. <i>PsicoUSF, 13</i>(2), 155-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113702&pid=S1413-0394201400020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira. (2014). Censo da educa&ccedil;&atilde;o superior 2012: sinopses estat&iacute;sticas da Educa&ccedil;&atilde;o Superior &ndash; gradua&ccedil;&atilde;o. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://portal.inep.gov.br/superior-censosuperior-sinopse" target="_blank">http:&#47;&#47;portal.inep.gov.br&#47;superior-censosuperior-sinopse</a>&gt;.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Marin, M., Tonhom, S., Michelone, A., Higa, E., Bernardo, M., &amp; Tavares, C. (2013). Proje&ccedil;&otilde;es e expectativas de ingressantes no curso de forma&ccedil;&atilde;o docente em educa&ccedil;&atilde;o profissional t&eacute;cnica na sa&uacute;de. <i>Revista da Escola de Enfermagem da USP, 47</i>(1), 221-228.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113705&pid=S1413-0394201400020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Marques, A. C., Silva, A. C., Silva, I. R., Queiroz, F. C., &amp; Queiroz, J. V. (2011). Levantamento das expectativas dos alunos ingressantes: um estudo sobre a op&ccedil;&atilde;o e perman&ecirc;ncia do graduando no curso de engenharia de produ&ccedil;&atilde;o da UFRN. Belo Horizonte. <i>XXXI Encontro Nacional de Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113707&pid=S1413-0394201400020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mauritti, R. (2002). Padr&otilde;es de vida dos estudantes universit&aacute;rios nos processos de transi&ccedil;&atilde;o para a vida adulta. <i>Sociologia, Problemas e Pr&aacute;ticas, 39</i>, 85-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113709&pid=S1413-0394201400020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mercuri, E. (1999). Determinantes da evas&atilde;o de curso ao longo da gradua&ccedil;&atilde;o. Trabalho apresentado na Vig&eacute;sima Nona Reuni&atilde;o Anual de Psicologia, Campinas, SP. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.sbponline.org.br/resources/anais/1999.pdf" target="_blank">http:&#47;&#47;www.sbponline.org.br&#47;resources&#47;anais&#47;1999.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113711&pid=S1413-0394201400020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mercuri, E., &amp; Polydoro, S. A. J. (2003). O compromisso com o curso no processo de perman&ecirc;ncia&#47;evas&atilde;o no ensino superior: Algumas contribui&ccedil;&otilde;es. In E. Mercuri, &amp; S. A. J. Polydoro (Eds.), <i>Estudante universit&aacute;rio: caracter&iacute;sticas e experi&ecirc;ncias de forma&ccedil;&atilde;o</i> (p.219-236). Taubat&eacute;: Cabral Editora e Livraria Universit&aacute;ria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113713&pid=S1413-0394201400020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nadelson, L.S., Semmelroth, C., Martinez, G., Featherstone, M., Fuhriman, C.A., &amp; Sell, A. (2013). Why Did They Come Here? &ndash; The Influence and Expectations of First-Year Students' College Experiences. <i>Higher Education Studies, 3</i>(1), 50-62.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Oliveira, S., &amp; Piccinini, V. (2012). Uma an&aacute;lise sobre a inser&ccedil;&atilde;o profissional de estudantes de administra&ccedil;&atilde;o no Brasil. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Mackenzie, 13</i>(2), 44-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113716&pid=S1413-0394201400020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pachane, G. G. (2003). A experi&ecirc;ncia universit&aacute;ria e sua contribui&ccedil;&atilde;o ao desenvolvimento pessoal do aluno. In E. Mercuri, &amp; S. A. J. Polydoro (Eds.), <i>Estudante universit&aacute;rio: Caracter&iacute;sticas e experi&ecirc;ncias de forma&ccedil;&atilde;o</i> (p155-186). Taubat&eacute;: Cabral Editora e Livraria Universit&aacute;ria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113718&pid=S1413-0394201400020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Polydoro, S. A. J. (2000). O trancamento de matr&iacute;cula na trajet&oacute;ria acad&ecirc;mica do universit&aacute;rio: condi&ccedil;&otilde;es de sa&iacute;da e de retorno &agrave; institui&ccedil;&atilde;o (Tese de Doutorado). Dispon&iacute;vel:&lt;<a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000219642" target="_blank">http:&#47;&#47;www.bibliotecadigital.unicamp.br&#47;document&#47;?code&#61;vtls000219642</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113720&pid=S1413-0394201400020000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Santos, L. (2005). O papel da fam&iacute;lia e dos pares na escolha profissional. Maring&aacute;. <i>Psicologia em Estudo, 10</i>(1), 57-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113722&pid=S1413-0394201400020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Schleich, A. L. R., Polydoro, S. A. J., &amp; Santos, A. A. A. (2006). Escala de satisfa&ccedil;&atilde;o com a experi&ecirc;ncia acad&ecirc;mica de estudantes do ensino superior. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 5</i>(1), 11-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113724&pid=S1413-0394201400020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silva Filho, R. L. L., Montejunas, P. R., Hip&oacute;lito, O., &amp; Lobo, M. B. C. M. (2007). A evas&atilde;o no ensino superior brasileiro. <i>Cadernos de Pesquisa, 37</i>(132), 641-649.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113726&pid=S1413-0394201400020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silva, C. A. M. G., Tavares, M. A. B., Silva, S. M., &amp; Silva, J. L.C. (2012). Um estudo sobre a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios como servi&ccedil;o em bibliotecas universit&aacute;rias: O caso da biblioteca da UFC &ndash; Campus Cariri em Juazeiro do Norte &ndash; CE1. <i>Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documenta&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Gest&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o</i>, 1-15.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silveira, S., &amp; Nardi, H. (2008). Forma&ccedil;&atilde;o em Psicologia e Vulnerabilidade Social: Um Estudo das Expectativas de Inser&ccedil;&atilde;o Profissional de Formandos. <i>Psicologia: Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, 28</i>(2), 228-243.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113729&pid=S1413-0394201400020000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Soares, A. B., Francischetto, V., Dutra, B. M., Miranda, J. M., Nogueira, C., Leme, V. R., Ara&uacute;jo, A. M., &amp; Almeida, L.S. (2014). O impacto das expectativas na adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica dos estudantes no Ensino Superior. <i>PsicoUSF, 19</i>(1), 49-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113731&pid=S1413-0394201400020000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Soares, A. P., &amp; Almeida, L. S. (2005). Question&aacute;rio de Envolvimento Acad&ecirc;mico (QEA): Novos elementos para a sua valida&ccedil;&atilde;o. <i>Psicologia: Teoria, Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;tica, 10</i>(2), 139-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113733&pid=S1413-0394201400020000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Souza, M.B.B., Zem-Mascarenhas, S. H., &amp; Rocha, E. S. B. (2005). 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Dispon&iacute;vel em: &lt; http:&#47;&#47;hdl.handle.net&#47;1822&#47;9412&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=113737&pid=S1413-0394201400020000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="end2"></a><a href="#end"><img src="/img/revistas/aletheia/n45/seta.gif" border="0">Endere&ccedil;o para contato</a></b>    <br> <b>E-mail</b>: <a href="mailto:adribenevides@gmail.com">adribenevides@gmail.com</a></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em mar&ccedil;o de 2015    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Aceito em agosto de 2015</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Pedro Fabi&atilde;o Moreno:</b> Graduando em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.    <br> <b>Adriana Benevides Soares:</b> Doutora em Psicologia Cognitiva &ndash; Universidade de Paris XI &ndash; P&oacute;s-Doutora pela UFSCar &ndash; Professora Titular da Universidade Salgado de Oliveira e Professora Associada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.</font></p>      ]]></body>
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