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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Humanization in the hospital environment should be viewed in a way that goes beyond the humanitarian act, it involves the integrity which represents above all, the demise of reductionism when it comes to care. The construction of a new practice in interdisciplinary space should be guided by ethical and humanitarian principles, through a process of dialogue and reflective. For both effective communication and collaborative relationships between healthcare professionals, patients and their families are essential to the quality of care and, consequently, the quality of hospital care.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Humaniza&ccedil;&atilde;o e integralidade<a name="1"></a><sup><a href="#1a">1</a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Humanization and completeness</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Raquel Pusch<a name="*"></a><sup><a href="#*a">*</a></sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Associa&ccedil;&atilde;o de Medicina Intensiva Brasileira</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="enda"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <P><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A humaniza&ccedil;&atilde;o no ambiente hospitalar deve ser vista de uma maneira que vai muito al&eacute;m do ato humanit&aacute;rio, ela envolve a integralidade que representa acima de tudo, a fuga do reducionismo quando se fala em cuidados. A constru&ccedil;&atilde;o de uma nova pr&aacute;xis no espa&ccedil;o interdisciplinar deve ser norteada por princ&iacute;pios &eacute;ticos e humanit&aacute;rios, por meio de um processo dial&oacute;gico e reflexivo. Para tanto a comunica&ccedil;&atilde;o efetiva e relacionamentos colaborativos entre profissionais de sa&uacute;de, paciente e seus familiares s&atilde;o componentes vitais para a qualidade de cuidados e, conseq&uuml;entemente, para a qualidade da assist&ecirc;ncia hospitalar.</font></P>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Humaniza&ccedil;&atilde;o, Integralidade, Comunica&ccedil;&atilde;o.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Humanization in the hospital environment should be viewed in a way that goes beyond the humanitarian act, it involves the integrity which represents above all, the demise of reductionism when it comes to care. The construction of a new practice in interdisciplinary space should be guided by ethical and humanitarian principles, through a process of dialogue and reflective. For both effective communication and collaborative relationships between healthcare professionals, patients and their families are essential to the quality of care and, consequently, the quality of hospital care.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> Humanization, Completeness, Communication.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A humaniza&ccedil;&atilde;o no ambiente hospitalar deve ser vista de uma maneira que vai muito al&eacute;m do ato humanit&aacute;rio, ela envolve a integralidade que representa acima de tudo, a fuga do reducionismo quando se fala em cuidados. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um primeiro conjunto de sentidos da integralidade remete &agrave; medicina integral, que criticava a atitude cada vez mais fragment&aacute;ria dos m&eacute;dicos diante dos pacientes, responsabilizando por isso as escolas m&eacute;dicas. Para esse grupo, ent&atilde;o, a integralidade estava associada &agrave; atitude e, portanto, &agrave; boa pr&aacute;tica m&eacute;dica. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Humaniza&ccedil;&atilde;o e a Integralidade requerem um olhar no processo de <i>comunica&ccedil;&atilde;o interdisciplinar</i>, com o paciente e sua fam&iacute;lia. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A constru&ccedil;&atilde;o de uma nova pr&aacute;xis no espa&ccedil;o interdisciplinar deve ser norteada por princ&iacute;pios &eacute;ticos e humanit&aacute;rios, por meio de um processo dial&oacute;gico e reflexivo. O di&aacute;logo, no entanto, n&atilde;o significa somente ouvir o outro, mas tamb&eacute;m incentiv&aacute;-lo na participa&ccedil;&atilde;o do contexto apresentado. Sabe-se que o di&aacute;logo pode diminuir dist&acirc;ncias e fortalecer la&ccedil;os.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No ambiente hospitalar, entende-se que a humaniza&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; al&eacute;m de um tratamento digno, solid&aacute;rio e acolhedor ao paciente e seus familiares por parte dos trabalhadores, uma nova postura &eacute;tica, integral deve permear todas as atividades profissionais. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Humanizar significa considerar a ess&ecirc;ncia do ser humano, o respeito &agrave; individualidade bem como a necessidade da constru&ccedil;&atilde;o de um entendimento que legitime o aspecto humano de todas as pessoas envolvidas na assist&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O ser humano &eacute; um ser de rela&ccedil;&otilde;es no mundo e com os outros. Com o contato com o outro o homem transforma-se a si pr&oacute;prio, e assume a condi&ccedil;&atilde;o de ser protagonista, porque j&aacute; n&atilde;o se satisfaz em assistir, mas quer participar, partilhar, construir tanto para si como para o outro. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A humaniza&ccedil;&atilde;o desafia os profissionais da sa&uacute;de a repensar sua postura profissional, &eacute; imprescind&iacute;vel a cria&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o interdisciplinar para a partilha, a conviv&ecirc;ncia e o estreitamento do v&iacute;nculo afetivo. A humaniza&ccedil;&atilde;o vista a partir da integralidade do sujeito gera v&iacute;nculo afetivo, reflex&atilde;o intra e interpessoal que se transformam em a&ccedil;&otilde;es, tais como desenvolvimento de la&ccedil;os afetivos os quais tornam as pessoas e as situa&ccedil;&otilde;es preciosas e portadoras de valores &eacute;ticos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Humaniza&ccedil;&atilde;o, Integralidade e a equipe</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para despertar e aprofundar o esp&iacute;rito solid&aacute;rio, o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos entre os integrantes de uma mesma equipe, e na expectativa de minimizar as diferen&ccedil;as profissionais e sociais &eacute; necess&aacute;rio que a comunica&ccedil;&atilde;o seja fluente entre os membros da mesma equipe. Campos (1995) comenta que al&eacute;m de acrescentar conhecimentos e dividir ansiedades, a comunica&ccedil;&atilde;o favorece o surgimento de solu&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entendendo a equipe multiprofissional com a lente da humaniza&ccedil;&atilde;o, percebe-se que o objetivo principal &eacute; desenvolver um trabalho comum em diferentes especialidades, concentrando todos os esfor&ccedil;os no cuidado e tratamento aos pacientes. Se uma equipe n&atilde;o consegue comunicar-se ou criar uma intera&ccedil;&atilde;o leal entre si, o atendimento acaba sendo prejudicado. Antes de cuidar do paciente, a equipe precisa aprender a se cuidar, a se comunicar e a criar v&iacute;nculos entre os pr&oacute;prios colegas do trabalho. Assim, para que a comunica&ccedil;&atilde;o aconte&ccedil;a, &eacute; necess&aacute;rio que as informa&ccedil;&otilde;es sejam transmitidas e que o destinat&aacute;rio as receba e as compreenda. A equipe precisa estar atenta para que as interfer&ecirc;ncias neste processo, como o excesso de ru&iacute;dos do ambiente, a impossibilidade de assimilar o que est&aacute; sendo repassado, possam interferir e gerar distor&ccedil;&otilde;es gerando uma sobrecarga e estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um outro entendimento da equipe sobre a &oacute;tica da humaniza&ccedil;&atilde;o &eacute; a busca da qualidade de vida no ambiente profissional. Ser saud&aacute;vel &eacute; uma conquista que deve ser buscada n&atilde;o s&oacute; para os pacientes, mas tamb&eacute;m para a vida dos profissionais que atuam em UTI. Campos (1995) fala que o bom senso, as trocas de conhecimentos entre os profissionais, o autoconhecimento, a inter-ajuda, o apoio entre os membros da equipe facilitar&atilde;o a atua&ccedil;&atilde;o de cada um em benef&iacute;cio pr&oacute;prio, do paciente e da institui&ccedil;&atilde;o. Pequenas atitudes dos profissionais podem indicar o processo da humaniza&ccedil;&atilde;o, e resgatar a dignidade do ser humano, muitas vezes abalada pela ambiente hospitalar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Freq&uuml;entemente n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel para a equipe simplesmente remover o est&iacute;mulo nocivo que provoca a ansiedade no paciente e em si mesma, segundo Souza (2010) para isso a equipe deve estar preparada para entender e acolher as adversidades que ocorrem no dia-a-dia. Criando como rotina pr&oacute;pria:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Ordem e previsibilidade no ambiente de trabalho</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Orienta&ccedil;&atilde;o antecipada entre os membros da equipe</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Desenvolver comportamentos flex&iacute;veis</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Incluir o paciente e familiares nas tomadas de decis&otilde;es</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Fornecer informa&ccedil;&otilde;es e explica&ccedil;&otilde;es sempre que necess&aacute;rio</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A humaniza&ccedil;&atilde;o e a integralidade renascem para valorizar as caracter&iacute;sticas do g&ecirc;nero humano. &Eacute; imprescind&iacute;vel no processo de humaniza&ccedil;&atilde;o uma equipe consciente dos desafios a serem enfrentados e dos limites a serem transpostos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rios estudos &ndash; Chiattonne (1997), assinala a violenta gama de est&iacute;mulos emocionais nocivos e aos quais os profissionais de sa&uacute;de est&atilde;o intermitentemente expostos, entre eles: a atitude (muitas vezes interpretada como agressiva e/ou evasiva) de lidar com a intimidade emocional e corporal do paciente; conviver com limita&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, pessoais e materiais sem contraponto ao alto grau de expectativas e cobran&ccedil;as lan&ccedil;adas sobre este profissional pelos pacientes, familiares, institui&ccedil;&atilde;o hospitalar e at&eacute; mesmo por si pr&oacute;prio; a solicita&ccedil;&atilde;o constante de decis&otilde;es r&aacute;pidas e precisas, a cruel e desumana tarefa de "selecionar" quem usa esse ou aquele equipamento, pois o n&uacute;mero de urg&ecirc;ncias graves &eacute; quase sempre superior aos recursos. Diante desses questionamentos, espera-se que as equipes estejam treinadas e experimentadas para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Menzies (1976) diz que lidar com o corpo do paciente, suas excre&ccedil;&otilde;es e dores, na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de enfermagem revela sobremaneira a quantidade de ansiedade suport&aacute;vel, desencadeando na equipe de atendimento defesas rigidamente estruturadas. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pitta (1990) aponta que o sofrimento ps&iacute;quico da equipe hospitalar pode ser identificado pelas jornadas prolongadas e ritmo acelerado de trabalho, a quase inexist&ecirc;ncia de pausas para descanso ao longo do dia, a intensa responsabilidade por cada tarefa a ser executada com a press&atilde;o de ter "uma vida nas m&atilde;os". As intercorr&ecirc;ncias inesperadas, como mudan&ccedil;as repentinas no estado cl&iacute;nico de um paciente que estava bem, aumentam a tens&atilde;o e a ansiedade. Essas situa&ccedil;&otilde;es geram inquietude na equipe como um todo e a fazem avaliar as capacidades pessoais de conviver no ambiente que gera estresse. Esses sentimentos podem levar &agrave; frustra&ccedil;&atilde;o, raiva, depress&atilde;o e falta de confian&ccedil;a em si pr&oacute;prio, diminuindo a satisfa&ccedil;&atilde;o com o trabalho. &Eacute; importante que a equipe esteja atenta e colabore para o trabalho interativo, contribuindo para o saber multidisciplinar, facilitando sempre o processo comunicacional. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma equipe coesa facilitar&aacute; o trabalho interacional, podendo estruturar grupos para reuni&otilde;es cient&iacute;ficas, discuss&atilde;o de casos cl&iacute;nicos, buscando aperfei&ccedil;oar o atendimento aos pacientes, atrav&eacute;s da estrutura&ccedil;&atilde;o de condutas discutidas em equipe. Muitas vezes, h&aacute; necessidade de esclarecimentos, trocas de informa&ccedil;&otilde;es e conhecimentos, que permitir&atilde;o aos profissionais preparar melhor o paciente com informa&ccedil;&otilde;es esclarecedoras.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale lembrar que o cuidado emocional &eacute; de responsabilidade de toda a equipe de sa&uacute;de, que precisa estar em condi&ccedil;&otilde;es emocionais de trabalhar com os pacientes, seus familiares e comunidades. Ser saud&aacute;vel &eacute; uma conquista que deve ser buscada n&atilde;o s&oacute; para os pacientes, mas tamb&eacute;m para a vida dos profissionais. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre as situa&ccedil;&otilde;es mais complicadas para a equipe a morte do paciente &eacute; a que causa mais ang&uacute;stia, pois a impot&ecirc;ncia frente ao &oacute;bito muitas vezes abre campo para uma an&aacute;lise interior sobre a finitude da condi&ccedil;&atilde;o de ser humano. De certa forma algumas quest&otilde;es devem ser lan&ccedil;adas a fim de proporcionar alguma seguran&ccedil;a ao profissional da sa&uacute;de, diante desta que &eacute; a uma das maiores dores do ser humano. Souza (2010) sugere:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Realizar grupos terap&ecirc;uticos, abordando temas relacionados &agrave; morte e o processo do morrer; </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Encorajar os momentos de al&iacute;vio das tens&otilde;es diante do constante lidar com a morte, como por exemplo, a realiza&ccedil;&atilde;o de viv&ecirc;ncias; </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Reunir a equipe a fim de discutir casos cl&iacute;nicos como forma de manter posturas uniformes que acarretam uma maior tranq&uuml;ilidade e um menor sentimento de culpa;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Proporcionar momentos informais onde a equipe poder&aacute; manter trocas de opini&otilde;es, fortalecendo assim o v&iacute;nculo, favorecendo um clima de uni&atilde;o em momentos cr&iacute;ticos;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&bull; Ampliar a forma de entender a morte e o morrer para auxiliar o profissional da sa&uacute;de a perceber a maneira como lida com o seus pacientes e consigo mesmo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O diferencial de uma equipe de sa&uacute;de caracteriza-se basicamente pela sua capacidade de fornecer apoio e compreens&atilde;o de forma humanizada nos diversos momentos do internamento de um paciente e na capacidade de intera&ccedil;&atilde;o entre si. Portanto, a comunica&ccedil;&atilde;o efetiva e relacionamentos colaborativos entre profissionais de sa&uacute;de, paciente e seus familiares s&atilde;o componentes vitais para a qualidade de cuidados e, conseq&uuml;entemente, para a qualidade da assist&ecirc;ncia hospitalar. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><B>Refer&ecirc;ncias </B></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Campos, Terezinha C. P. (1995). <i>Psicologia Hospitalar: atua&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo em hospitais.</i> S&atilde;o Paulo: EPU.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3057419&pid=S1516-0858201000020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Carter, b. McGoldrick M. (1995) <i>As Mudan&ccedil;as no ciclo de vida familiar &ndash; Uma estrutura para terapia familiar</i>. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Chiattone, H.B.C. &amp; Sebastiani, R.W. (1997) &Eacute;tica em Sa&uacute;de: algumas Reflex&otilde;es Sobre Nossos Desafios para o S&eacute;culo XXI. In: Angerami, V.A.(org) <i>A &Eacute;tica na Sa&uacute;de</i>, Ed. Pioneira, SP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3057422&pid=S1516-0858201000020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Codo, W. (1999) <i>Educa&ccedil;&atilde;o: carinho e trabalho.</i> Bras&iacute;lia, DF. Ed. Vozes. (pgs. 237-362)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3057424&pid=S1516-0858201000020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Menzies I.(1976) <i>O funcionamento das organiza&ccedil;&otilde;es como sistemas sociais de defesa contra a ansiedade</i>. S&atilde;o Paulo: Escola de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas de S&atilde;o Paulo/Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3057425&pid=S1516-0858201000020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pitta A. (1990) <i>O Hospital: Dor e Morte Como Of&iacute;cio</i>. S&atilde;o Paulo: Editora Hucitec.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3057427&pid=S1516-0858201000020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Souza, R. (2010) <i>Manual de Rotinas de Humaniza&ccedil;&atilde;o em Medicina Intensiva.</i> Curitiba &ndash; PR 2&ordf;. Edi&ccedil;&atilde;o. Ed. Atheneu.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="left"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><img src="/img/revistas/rsbph/v13n2/seta.gif"><a name="end"></a><a href="#enda">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>    <br>   Raquel Pusch    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <i>e-mail</i>: <a href="mailto:pusch11@terra.com.br">pusch11@terra.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="1a"></a><sup><a href="#1">1</a></sup> Trabalho apresentado na <i>VIII Jornada de Psicologia do HU/UEL e 2&deg; Congresso Brasileiro de Psicologia Aplicada &agrave; Sa&uacute;de </i>realizados em Londrina, 27-28-29 outubro de 2010    <br>       <a name="*a"></a><sup><a href="#*">*</a></sup> Psic&oacute;loga Clinica; Mestre em Organiza&ccedil;&otilde;es e Desenvolvimento FAE- Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas &aacute;rea Sa&uacute;de; Especialista em Sa&uacute;de Mental e Psicopatologia pela PUC; Especialista em Psicologia Hospitalar pelo CFP; Presidente do Departamento de Psicologia AMIB (Associa&ccedil;&atilde;o de Medicina Intensiva Brasileira). Contato: <a href="http://www.psicosaude.com.br">www.psicosaude.com.br</a>; <a href="mailto:pusch11@terra.com.br">pusch11@terra.com.br</a> </font></p>      ]]></body>
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