<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1676-7314</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psic: revista da Vetor Editora]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psic]]></abbrev-journal-title>
<issn>1676-7314</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Vetor Editora Psico-Pedagógica]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1676-73142002000200010</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O valor preditivo da avaliação psicológica para a alfabetização e o papel da pré-escola]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Maria da Paz]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alves]]></surname>
<given-names><![CDATA[Iraí Cristina B.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Santo Amaro  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2002</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2002</year>
</pub-date>
<volume>3</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>82</fpage>
<lpage>94</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1676-73142002000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1676-73142002000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1676-73142002000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo desta pesquisa foi determinar que instrumentos poderiam predizer o sucesso na alfabetização e qual a importância da educação pré-escolar nesse processo. Foram estudadas 62 crianças de 6 anos e 2 meses a 7anos e 10 meses, de ambos os sexos e de duas escolas públicas da cidade de São Paulo. A amostra foi dividida em dois grupos, um de crianças que cursaram a pré-escola e outro de crianças que não cursaram a pré-escola. No início do ano letivo foram aplicados os seguintes testes: Teste Metropolitano de Prontidão, Teste Gestáltico Visomotor de Bender, Desenho da Figura Humana, Bateria Piaget-Head. Ao final do ano letivo foi feita a avaliação do desempenho escolar, por meio de conceitos atribuídos pelas professoras. A análise estatística dos resultados mostra que a experiência de pré-escola foi relevante para diferenciar os resultados dos dois grupos no teste de Prontidão, no Bender, na prova 2 de Head e no Desenho da Figura Humana, assim como preparou adequadamente as crianças para a aprendizagem da leitura e da escrita.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this research was to determinate which tests could predict the success in the reading and writing learning process and the importance of preschool education in this process. Sixty-two children aged from 6 years and 2 months to 7 years and 10 months, of both sexes from two public schools in São Paulo City were studied. The sample was divided into two groups in which one group was of children who attended preschool and the other group of children who didn't attend preschool. At the beginning of the academic year, the Metropolitan Readiness Test, The Bender Perceptual-Motor Gestalt Test, the Piaget-Head Battery and Human Figure Drawing were applied. At the end of the year, the teachers assessed the school achievement. The statistic analysis of the results showed that the experience of preschool was relevant on the results of the reading readiness test, the Bender test, the Head-2 and the Human Figure Drawing, as well as, it showed that children were suitably prepared for the reading and writing learning process.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Prontidão para alfabetização]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Pré-escola]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Avaliação psicológica]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Reading readiness]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Preschool]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Psychodiagnostic]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Psychological assessment]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>O valor preditivo  da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o  e o papel da pr&eacute;-escola<sup><a name="*"></a><a href="#*b">*</a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Maria da Paz Pereira <sup>I</sup>; Ira&iacute; Cristina B. Alves <sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">I Universidade Santo Amaro    <br> II Universidade de São Paulo</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="ender"></a><a href="#enderb">Endereço para correspondência</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo desta pesquisa foi determinar que instrumentos poderiam predizer    o sucesso na alfabetiza&ccedil;&atilde;o e qual a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o    pr&eacute;-escolar nesse processo. Foram estudadas 62 crian&ccedil;as de 6 anos    e 2 meses a 7anos e 10 meses, de ambos os sexos e de duas escolas p&uacute;blicas    da cidade de S&atilde;o Paulo. A amostra foi dividida em dois grupos, um de    crian&ccedil;as que cursaram a pr&eacute;-escola e outro de crian&ccedil;as    que n&atilde;o cursaram a pr&eacute;-escola. No in&iacute;cio do ano letivo    foram aplicados os seguintes testes: Teste Metropolitano de Prontid&atilde;o,    Teste Gest&aacute;ltico Visomotor de Bender, Desenho da Figura Humana, Bateria    Piaget-Head. Ao final do ano letivo foi feita a avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho    escolar, por meio de conceitos atribu&iacute;dos pelas professoras. A an&aacute;lise    estat&iacute;stica dos resultados mostra que a experi&ecirc;ncia de pr&eacute;-escola    foi relevante para diferenciar os resultados dos dois grupos no teste de Prontid&atilde;o,    no Bender, na prova 2 de Head e no Desenho da Figura Humana, assim como preparou    adequadamente as crian&ccedil;as para a aprendizagem da leitura e da escrita.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Prontid&atilde;o para alfabetiza&ccedil;&atilde;o, Pr&eacute;-escola, Psicodiagn&oacute;stico,    Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The objective of this research was to determinate which tests could predict    the success in the reading and writing learning process and the importance of    preschool education in this process. Sixty-two children aged from 6 years and    2 months to 7 years and 10 months, of both sexes from two public schools in    S&atilde;o Paulo City were studied. The sample was divided into two groups in    which one group was of children who attended preschool and the other group of    children who didn't attend preschool. At the beginning of the academic year,    the Metropolitan Readiness Test, The Bender Perceptual-Motor Gestalt Test, the    Piaget-Head Battery and Human Figure Drawing were applied. At the end of the    year, the teachers assessed the school achievement. The statistic analysis of    the results showed that the experience of preschool was relevant on the results    of the reading readiness test, the Bender test, the Head-2 and the Human Figure    Drawing, as well as, it showed that children were suitably prepared for the    reading and writing learning process.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> Reading    readiness, Preschool, Psychodiagnostic, Psychological assessment.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Introdu&ccedil;&atilde;o</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pensar a import&acirc;ncia da prontid&atilde;o para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o    no contexto cl&iacute;nico constitui uma das reflex&otilde;es que esse trabalho    propiciou, considerando que o psic&oacute;logo cl&iacute;nico &eacute;, muitas    vezes, convocado a fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;-gica de    crian&ccedil;as com dificuldades de aprendizagem escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As novas descobertas no campo da alfabetiza&ccedil;&atilde;o mostram que a aprendizagem    da leitura e da escrita requer muito mais do que a intelig&ecirc;ncia e as aptid&otilde;es    perceptivas e motoras. As vari&aacute;veis que influem nesse processo s&atilde;o    muito amplas e complexas, ainda mais quando asso-ciadas &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es    de ensino da escola p&uacute;blica em nosso meio, j&aacute; t&atilde;o amplamente    discutidas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Observamos na literatura especializada que a prontid&atilde;o avaliada por meio    de testes padronizados parece ser um aspecto muito pouco pesquisado ultimamente,    parecendo haver uma tend&ecirc;ncia em substituir esse conceito pelo de habilidades    e compet&ecirc;ncias para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Conforme ressaltam    Capovilla, A. G. S., G&uuml;tschow e Capovilla, F. C. (2002), dispomos de um    n&uacute;mero limitado de instrumentos normatizados, v&aacute;lidos e fidedignos    que possam ser usados por cl&iacute;nicos e pesquisadores para avaliar leitura,    escrita e habilidades cognitivas relacionadas &agrave; alfabetiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Entre os aspectos avaliados pelos de instrumentos padronizados, verificamos    que a maturidade percepto-motora, avaliada por meio do Teste de Bender (1955),    e o aspecto afetivo, avaliado com o Desenho da Figura Humana, t&ecirc;m sido    temas de interesse nas pesquisas sobre instrumentos preditores do desempenho    escolar. Essas pesquisas corroboram a id&eacute;ia de que a matura&ccedil;&atilde;o    e a afetividade s&atilde;o vari&aacute;veis importantes para a aprendizagem    da leitura e da escrita. Cabe relembrar que tanto a matura&ccedil;&atilde;o    como a afetividade s&atilde;o elementos avaliados nos testes de prontid&atilde;o    e, mais particularmente, no Teste Metropolitano de Prontid&atilde;o, que tem    como prova suplementar o "Desenho de um Homem". Isso mostra a complexidade    que envolve o conceito de maturidade para aprender e a import&acirc;ncia de    sua compreens&atilde;o no contexto escolar e em um psicodiagn&oacute;stico cl&iacute;nico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os estudos mais recentes t&ecirc;m abordado as seguintes habilidades e compet&ecirc;ncias    para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o: a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, a    linguagem, o seq&uuml;enciamento, o vocabul&aacute;rio, a mem&oacute;ria, a    cogni&ccedil;&atilde;o, a c&oacute;pia de formas geom&eacute;tricas. Elas t&ecirc;m    sido descritas como pr&eacute;-requisitos para a aprendizagem da leitura e da    escrita (Capovilla, A. G. S., G&uuml;tschow & Capovilla, F. C., 2002; Souza,    2001; Sol&eacute;r, 2001). &Eacute; importante ressaltar que o conceito de prontid&atilde;o    ou de maturidade para aprender envolve habilidades b&aacute;sicas muito semelhantes    a essas mencionadas, indicando que h&aacute; uma tend&ecirc;ncia de mudan&ccedil;a    conceitual, por&eacute;m conserva-se a id&eacute;ia b&aacute;sica de haver necessidade    de alguns pr&eacute;-requisitos para a crian&ccedil;a ingressar no processo    de aprendizagem da leitura e da escrita.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>O in&iacute;cio    do precesso de escolariza&ccedil;&atilde;o</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante muito tempo,    em nosso meio, a alfabetiza&ccedil;&atilde;o se dava no ingresso da crian&ccedil;a    na escola, no ensino formal obrigat&oacute;rio. S&oacute; mais recentemente    foi inicia-da a educa&ccedil;&atilde;o infantil ou pr&eacute;-escolar, tendo    grande expans&atilde;o a partir dos anos 70. Mesmo assim, n&atilde;o &eacute;    obrigat&oacute;ria e ainda n&atilde;o &eacute; suficiente para atender a demanda.    Do ponto de vista da obrigato-riedade do ensino, no Brasil, a crian&ccedil;a    inicia a escolariza&ccedil;&atilde;o aos sete anos de idade (Lei no. 9.394,    1996, art. 6&ordm;).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A compreens&atilde;o da import&acirc;ncia dos primeiros seis anos de vida e    dos principais aspectos do desenvolvimento bio-psico-social nessa faixa et&aacute;ria    datam de uma &eacute;poca relativamente recente. Conforme ressalta Vectore (1989),    nas primeiras d&eacute;cadas do s&eacute;culo passado, a psican&aacute;lise    muito contribuiu para se considerar a import&acirc;ncia emocional dos primeiros    anos de vida, ao destacar a rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre o que    acontece nessa faixa et&aacute;ria e a personalidade adulta. Na d&eacute;cada    de 20 Watson, em uma abordagem behaviorista do comportamento humano, enfatizava    a relev&acirc;ncia da aprendizagem nos primeiros anos de vida para a defini&ccedil;&atilde;o    do adulto que a crian&ccedil;a ser&aacute; mais tarde. Nas d&eacute;cadas de    30 e 40, os estudos psicogen&eacute;ticos de Piaget e seus colaboradores foram    de grande import&acirc;ncia para o conhecimento do desenvolvimento cognitivo    do pr&eacute;-escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Partindo de uma vis&atilde;o maturacionista, alguns autores (Antunha, [19--];    1985; Frostig, 1968, apud Fonseca & Mendes, 1987; Johnson & Myklebust,    1987; Louren&ccedil;o Filho, 1971; Poppovic & Moraes, 1966; Witter, 1973)    t&ecirc;m considerado que aos sete anos de idade a crian&ccedil;a adquiriu a    maturidade para iniciar a alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Nessa idade, os processos    psicol&oacute;gicos e neurol&oacute;gicos necess&aacute;rios para a aprendizagem    da leitura e da escrita j&aacute; esta-riam suficientemente desenvolvidos. Em    vista disso, a entrada na escola estaria associada &agrave; maturidade da crian&ccedil;a,    o que garantiria seu &ecirc;xito escolar. A maturidade para a leitura e para    a escrita foi avaliada inicialmente em termos da idade mental da crian&ccedil;a    e os testes de intelig&ecirc;ncia muito contribu&iacute;ram para o surgimento    dessa no&ccedil;&atilde;o. No entanto, logo se constatou que o diagn&oacute;stico    da maturidade por meio dos testes de intelig&ecirc;ncia n&atilde;o era confi&aacute;vel,    pois algumas crian&ccedil;as com resultado baixo nesses testes eram bem-sucedidas    no processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o, enquanto outras crian&ccedil;as    que apresentavam uma classifica&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia superior    mostravam dificuldades para ler e escrever. Concluiu-se, ent&atilde;o, que a    intelig&ecirc;ncia n&atilde;o era o fator mais importante para a crian&ccedil;a    ser alfabetizada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A partir desse pressuposto, surgiram os testes de Prontid&atilde;o que avaliam    a linguagem e os aspectos perceptivos e motores da crian&ccedil;a. Destacam-se    entre estes o Teste Metropolitano de Prontid&atilde;o, constru&iacute;do por    Gertrude H. Hildreth e Nellie L. Griffiths, em Nova York, no ano de 1949 e padronizado    para o nosso meio por Ana Maria Poppovic em S&atilde;o Paulo, em 1966. Em nosso    meio, Louren&ccedil;o Filho j&aacute; havia constru&iacute;do o Teste ABC, em    1931, com o mesmo objetivo de avaliar a maturidade necess&aacute;ria &agrave;    aprendizagem da leitura e da escrita.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O conceito de prontid&atilde;o para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o &eacute; similar    &agrave; no&ccedil;&atilde;o de maturidade para aprender. Na pr&aacute;tica    pedag&oacute;gica esse conceito teve como conseq&uuml;&ecirc;ncia a redefini&ccedil;&atilde;o    dos objetivos da pr&eacute;-escola como educa&ccedil;&atilde;o preparat&oacute;ria    para o ensino elementar. Ou seja, a pr&eacute;-escola passou a estimular as    habilidades consideradas importantes para o progresso da crian&ccedil;a na aprendizagem    da leitura e da escrita. Essas habilidades s&atilde;o intelectuais, afetivas,    sociais, f&iacute;sicas e fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas (Poppovic    & Moraes, 1966). Para os autores da perspectiva maturacionista, o in&iacute;cio    da escolariza&ccedil;&atilde;o deveria anteceder a alfabetiza&ccedil;&atilde;o,    tendo como objetivo instrumentalizar a crian&ccedil;a para essa aquisi&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Mais recentemente, os estudos de Ferreiro e colaboradores trazem a oportunidade    de se rever a no&ccedil;&atilde;o de maturidade vigente na pr&aacute;tica do    ensino tradicional. Ferreiro (1993), cuja preocupa&ccedil;&atilde;o central    &eacute; com os aspectos construtivos da escrita, defende a entrada na escola    bem antes dos sete anos, pois considera importante que a crian&ccedil;a esteja    em contato com materiais escritos para que possa descobrir o valor social da    escrita antes da escolariza&ccedil;&atilde;o formal. Sendo a crian&ccedil;a    sujeito ativo no processo de constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento, a intera&ccedil;&atilde;o    com a l&iacute;ngua escrita far&aacute; com que descubra a escrita como um sistema    complexo de s&iacute;mbolos e signos. A crian&ccedil;a percorre um longo caminho    at&eacute; descobrir a escrita como representa&ccedil;&atilde;o da linguagem,    bem como a import&acirc;ncia da mesma para sua vida cotidiana. Ent&atilde;o,    a crian&ccedil;a &eacute; a protagonista do seu processo de aprendizagem, cabendo    &agrave; escola, representada pela professora, a fun&ccedil;&atilde;o de ser    mediadora em rela&ccedil;&atilde;o aos conhecimentos acumulados culturalmente    pelas civiliza&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A teoria psicanal&iacute;tica, por sua vez, tem dado grande valor ao desenvolvimento    da crian&ccedil;a como fator importante para o in&iacute;cio da escolariza&ccedil;&atilde;o.    A preocupa&ccedil;&atilde;o dos te&oacute;ricos da psican&aacute;lise n&atilde;o    &eacute; especificamente com a maturidade para aprender a leitura e a escrita,    mas sim com o momento em que a crian&ccedil;a est&aacute; preparada para afastar-se    temporariamente de casa. Assim, sugere que o momento mais adequado para iniciar    a escolariza&ccedil;&atilde;o &eacute; por volta dos cinco anos, uma vez que    nesse per&iacute;odo a individua&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a est&aacute;    mais desenvolvida com a possibilidade de elabora&ccedil;&atilde;o do complexo    de &Eacute;dipo (Freud, 1976). A passagem pelo complexo de &Eacute;dipo faz    com que a crian&ccedil;a desloque seus interesses do campo do conhecimento do    corpo para a cultura, o que muito favorece a aprendizagem escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sendo o ingresso na escola o primeiro afastamento tempor&aacute;rio de casa,    isso pressup&otilde;e a possibilidade de a crian&ccedil;a deslocar para outras    pessoas os afetos vivenciados com os familiares. A esse respeito, Ajuriaguerra    [19--] sugere que a entrada na escola deve ser vista tanto na perspectiva da    crian&ccedil;a, como na dos pais. Para a crian&ccedil;a, entrar na escola &eacute;    entrar em um mundo novo, no qual adquirir&aacute; conhecimentos cada vez mais    complexos, que lhe ser&atilde;o necess&aacute;rios em uma dada sociedade, e    cujas bases ser&atilde;o indispens&aacute;veis a seu futuro desenvolvimento.    Por&eacute;m, a escola al&eacute;m de sistematizar o conhecimento para a crian&ccedil;a,    deveria favorecer sua socializa&ccedil;&atilde;o. A escola representa uma nova    realidade com regras preestabelecidas, na qual a crian&ccedil;a vai assumir    responsabilidades at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas. A escola representa    tamb&eacute;m um campo novo de experi&ecirc;ncias no qual a crian&ccedil;a revive    e assume suas rela&ccedil;&otilde;es familiares sob novas formas, o que representa    um grande progresso em seu desenvolvimento. J&aacute; na perspectiva dos pais,    a entrada na escola consiste em uma recoloca&ccedil;&atilde;o de seus problemas    pessoais. Assim, podem sentir esse momento de v&aacute;rias maneiras: como uma    separa&ccedil;&atilde;o, como um in&iacute;cio de autonomia para a crian&ccedil;a,    como uma transfer&ecirc;ncia de autoridade oficialmente reconhecida e &agrave;    nova sociabilidade, como uma amea&ccedil;a &agrave; unidade do grupo familiar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nessa perspectiva, os pais v&atilde;o desempenhar um papel muito importante    no interesse da crian&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; escola. E a    crian&ccedil;a, por sua vez, identificada com o desejo dos pais aceitar&aacute;    ou n&atilde;o a escola, seja pelo valor que os pais atribuem &agrave; alfabetiza&ccedil;&atilde;o,    seja pela necessidade de uma certa autonomia, ou por considerar a escola uma    nova aventura e uma possibilidade de fazer amizades.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Soifer (1989) atribui grande valor &agrave; fun&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia    na escolariza&ccedil;&atilde;o dos filhos. A fam&iacute;lia constitui a primeira    institui&ccedil;&atilde;o na qual a crian&ccedil;a aprende a amar, a fazer trocas    e a construir experi&ecirc;ncias com as quais cada vez mais descobrir&aacute;    o mundo. Assim, a fam&iacute;lia em seu cotidiano fornece &agrave; crian&ccedil;a    o modelo b&aacute;sico de ensino e aprendizagem que servir&aacute; de alicerce    para a aprendizagem escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Se considerarmos a escola como continua&ccedil;&atilde;o do lar, ao iniciar    a escolariza&ccedil;&atilde;o a crian&ccedil;a deveria ter a oportunidade de    continuar brincando, s&oacute; que agora incluindo letras, palavras e n&uacute;meros.    Dessa maneira, a escola estaria garantindo a adapta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a    com recursos que lhe s&atilde;o conhecidos e cumprindo a fun&ccedil;&atilde;o    de agente socializador para, aos poucos, imprimir suas caracter&iacute;sticas    na modifica&ccedil;&atilde;o das necessidades e desejos infantis.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A fam&iacute;lia e a escola (e a pr&eacute;-escola) seriam, portanto, elementos    importantes no processo de matura&ccedil;&atilde;o e aprendizagem da crian&ccedil;a,    sendo a escola o elemento facilitador quando parte da concep&ccedil;&atilde;o    de que a crian&ccedil;a &eacute; um ser ativo no processo de constru&ccedil;&atilde;o    do conhecimento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Objetivo</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">a) Verificar se h&aacute; diferen&ccedil;a estatisticamente significante entre    as crian&ccedil;as que cursaram e as que n&atilde;o cursaram a pr&eacute;-escola,    nos resultados dos testes: Teste Gest&aacute;ltico Visomotor de Bender; Bateria    Piaget-Head; Desenho da Figura Humana; Teste Metropolitano de Prontid&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">b) Estabelecer    a correla&ccedil;&atilde;o entre os resultados dos testes com o Desempenho Escolar    avaliado pelas professoras, de modo a identificar seu valor preditivo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Método</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>a) Sujeitos</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi utilizada uma amostra composta de 62 crian&ccedil;as de duas escolas pertencentes    &agrave; rede oficial de ensino do Estado de S&atilde;o Paulo, freq&uuml;entando    a 1&ordf; s&eacute;rie do 1&ordm; grau (atual ensino fundamental) e de faixa    et&aacute;ria entre 6 anos e 2 meses e 7 anos e 10 meses. A amostra foi constitu&iacute;da    de dois grupos, um de 31 crian&ccedil;as que cursaram a pr&eacute;-escola e    outro de 31 crian&ccedil;as que n&atilde;o a cursaram.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>b) Instrumentos</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   1. Teste Metropolitano de Prontid&atilde;o - Forma R (TMP).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   2. Desenho da Figura Humana (DFH), avaliado pelos Indicadores Emocionais e Maturacionais    de Koppitz (1973).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   3. Teste Gest&aacute;ltico Visomotor de Bender, avaliado de acordo com o sistema    de pontua&ccedil;&atilde;o proposto por Koppitz (1989), e a tabela de "Dados    Normativos Brasileiros para a Escala de Matura&ccedil;&atilde;o do Bender",    proposta por Kro&euml;ff (1988).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   4. Bateria Piaget-Head. (Galifret-Granjon, 1981).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   5. Entrevista com as professoras para verifica&ccedil;&atilde;o do Desempenho    Escolar (DE) das crian&ccedil;as, que foi classificado em Bom (DE+), M&eacute;dio    (DE) e Insatisfat&oacute;rio (DE-).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Al&eacute;m disso, foram consultados os arquivos da escola para verificar a    escolariza&ccedil;&atilde;o anterior da crian&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>c) Procedimento</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As aplica&ccedil;&otilde;es dos instrumentos foram conduzidas pela pr&oacute;pria    pesquisadora, em uma sala reservada dentro das escolas para esse fim.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No in&iacute;cio do ano letivo foi feita a aplica&ccedil;&atilde;o do TMP e,    em seguida, foram aplicados os demais testes na seguinte ordem: Desenho da Figura    Humana, Teste de Bender e Bateria Piaget-Head. Apenas a aplica&ccedil;&atilde;o    do TMP foi coletiva, em grupo de no m&aacute;ximo 6 crian&ccedil;as.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o dos testes foram seguidas as instru&ccedil;&otilde;es    contidas nos manuais. Apenas para a corre&ccedil;&atilde;o do TMP foi feita    uma mudan&ccedil;a, com base nas sugest&otilde;es de Oliveira (1986), isto &eacute;,    no subteste de senten&ccedil;as foram aceitas duas respostas para o item do    homem aleijado, a cadeira de rodas e as muletas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para a an&aacute;lise dos resultados, foi realizado um tratamento estat&iacute;stico    no qual foram calculadas as freq&uuml;&ecirc;ncias, m&eacute;dias, desvios-padr&atilde;o    e teste "t" de Student dos pontos brutos de todos os alunos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Resultados</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Tabela 1 apresenta as m&eacute;dias e os desvios-padr&atilde;o dos pontos    brutos dos dois grupos e os testes "t", com respectivo n&iacute;vel    de signific&acirc;ncia para os tr&ecirc;s resultados do Teste Metropolitano    (prontid&atilde;o de Leitura, de N&uacute;meros e Total), do Bender, dos quatro    resultados parciais e total do Piaget-Head e dois do DFH (Indicadores Maturacionais    e Emocionais). Foram significantes as diferen&ccedil;as entre as crian&ccedil;as    com e sem pr&eacute;-escola nos tr&ecirc;s resultados do Teste Metropolitano,    no Bender, no Head 2 e nos Indicadores Maturacionais do DFH. Os resultados das    crian&ccedil;as com pr&eacute;-escola foram superiores &agrave;s sem pr&eacute;-escola,    mostrando a import&acirc;ncia da pr&eacute;-escola no desenvolvimento das capacidades    medidas por esses testes. No Bender e nos Indicadores Emocionais do DFH o n&uacute;mero    de pontos do grupo SP foi maior, porque nesse caso o maior n&uacute;mero de    pontos indica um resultado pior.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/1a10t1.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para entender melhor    a rela&ccedil;&atilde;o entre esses testes e a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar,    ser&atilde;o apresentados, separadamente, os resultados dos testes que apresentaram    diferen&ccedil;as estatisticamente significantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>a) Teste Metropolitano    de Prontid&atilde;o (TMP)</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No TMP, as classifica&ccedil;&otilde;es dos resultados m&eacute;dio (M), m&eacute;dio    superior (MS) e superior (S) indicam que a crian&ccedil;a apresenta os pr&eacute;-requisitos    necess&aacute;rios para obter sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita.    A classifica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dio inferior (MI) indica que provavelmente    ter&aacute; dificuldade nessa aprendizagem; e a inferior (I) indica grande probabilidade    de fracasso sob condi&ccedil;&otilde;es comuns de instru&ccedil;&atilde;o (Poppovic,    1966).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/1a10f1.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Figura 1 mostra a freq&uuml;&ecirc;ncia percentual de cada classifica&ccedil;&atilde;o    no resultado de prontid&atilde;o total do TMP dos dois grupos. As crian&ccedil;as    sem pr&eacute;-escola tiveram uma maior freq&uuml;&ecirc;ncia na classifica&ccedil;&atilde;o    inferior (48%), o que tamb&eacute;m ocorreu para a Prontid&atilde;o de Leitura    (PL) e de N&uacute;meros (PN). Enquanto entre as crian&ccedil;as com pr&eacute;-escola    a concentra&ccedil;&atilde;o se d&aacute; na classifica&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia    (42%), resultado tamb&eacute;m semelhante em PL e PN. Ou seja, h&aacute; predomin&acirc;ncia    de resultados mais favor&aacute;veis para o grupo com pr&eacute;-escola. Considerando    que a classifica&ccedil;&atilde;o inferior indica a previs&atilde;o de fracasso    na aprendizagem da leitura e da escrita, o grupo sem pr&eacute;-escola apresenta    percentuais menos favor&aacute;veis para essa aprendizagem do que o grupo com    pr&eacute;-escola.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>b) Teste de    Bender</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/1a10f2.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Figura 2 mostra    a porcentagem dos dois grupos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s normas do teste,    classificadas em m&eacute;dia, abaixo da m&eacute;dia e acima da m&eacute;dia.    A an&aacute;lise desse resultado mostra que no grupo com pr&eacute;-escola h&aacute;    grande concentra&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as na classifica&ccedil;&atilde;o    m&eacute;dia (74%), enquanto as do grupo sem pr&eacute;-escola se distribuem    em igual quantidade entre as classifica&ccedil;&otilde;es abaixo da m&eacute;dia    (48%) e m&eacute;dia (48%), ou seja, a concentra&ccedil;&atilde;o de pontos    do grupo sem pr&eacute;-escola est&aacute; entre a m&eacute;dia e abaixo da    m&eacute;dia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <i>c) A Prova    Head-2</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A an&aacute;lise dos resultados na prova Head-2, apresentados na Figura 3 mostra    que 58% das crian&ccedil;as que n&atilde;o cursaram a pr&eacute;-escola concentram-se    na classifica&ccedil;&atilde;o abaixo da m&eacute;dia, enquanto as crian&ccedil;as    que cursaram a pr&eacute;-escola encontram-se predominantemente na classifica&ccedil;&atilde;o    m&eacute;dia (42%).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apesar de a prova 2 de Head ser um teste evolutivo, a educa&ccedil;&atilde;o    pr&eacute;-escolar parece estar influenciando a realiza&ccedil;&atilde;o dessa    prova.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/1a10f3.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>d) Indicadores    Maturacionais do DFH</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A Tabela 2 apresenta as freq&uuml;&ecirc;ncias bruta e percentual dos Indicadores    Maturacionais do DFH dos grupos sem e com pr&eacute;-escola e a freq&uuml;&ecirc;ncia    percentual m&eacute;dia dos dois sexos da amostra de Koppitz (1973) na idade    de 7 anos. O grupo CP, de um modo geral apresenta freq&uuml;&ecirc;ncias superiores    ao grupo SP, especialmente nos itens sobrancelhas/pestanas, cabelos, pesco&ccedil;o,    bra&ccedil;os em duas dimens&otilde;es, pernas em duas dimens&otilde;es e m&atilde;os.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/1a10t2.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>e) A educa&ccedil;&atilde;o    pr&eacute;-escolar e o desempenho escolar na 1&ordf; s&eacute;rie.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A Tabela 3 mostra a freq&uuml;&ecirc;ncia dos conceitos escolares atribu&iacute;dos    pelas professoras &agrave;s crian&ccedil;as dos dois grupos. A quantidade de    alunos avaliados pelas professoras &eacute; menor no grupo SP porque uma das    crian&ccedil;as foi transferida de escola antes do final do ano letivo e a professora    preferiu n&atilde;o atribuir nenhum conceito a ela.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Observa-se que no grupo com pr&eacute;-escola a porcentagem de alunos nas classifica&ccedil;&otilde;es    m&eacute;dia e acima da m&eacute;dia, isto &eacute;, que aprenderam a leitura    e a escrita corresponde a 84%. Apenas 16% dos alunos desse grupo n&atilde;o    obteve resultados satisfat&oacute;rios na aprendizagem da leitura e da escrita    no ano letivo. No grupo SP, menos da metade (47%) aprendeu a leitura e a escrita.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/1a10t3.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>f) Correla&ccedil;&atilde;o    entre os conceitos escolares e os resultados dos testes.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para verificar a exist&ecirc;ncia de correla&ccedil;&atilde;o entre os conceitos    escolares e os demais testes utilizados, foi feita a correla&ccedil;&atilde;o    de postos de Spearman, que mostra que apenas os resultados da prontid&atilde;o    e a prova 2 de Head apresentaram correla&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante    com os conceitos escolares, simultaneamente nos dois grupos e na amostra total.    As correla&ccedil;&otilde;es do TMP para a amostra total foram 0,70 para Prontid&atilde;o    em Leitura, 0,73 para N&uacute;meros e 0,74 para a Prontid&atilde;o total. A    correla&ccedil;&atilde;o com a Prova Head 2 foi de 0,41. Tamb&eacute;m foram    significantes na amostra total, mas n&atilde;o para os tr&ecirc;s grupos, as    correla&ccedil;&otilde;es com o Bender (-0,27), com o total do resultado do    Piaget (-0,24), com a Prova Head 1 (0,27) e com o total do Piaget-Head (0,37).    No grupo SP foi significante tamb&eacute;m a correla&ccedil;&atilde;o com a    prova Head 1 (0,38). No Grupo CP foram significantes tamb&eacute;m as correla&ccedil;&otilde;es    com o Piaget-Head total (0,36) e com IM do DFH (0,47).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Conclusão</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados da pesquisa possibilitaram concluir que a maturidade para aprender    constitui um fator muito importante para a aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura    e da escrita, pois a maior parte das crian&ccedil;as que n&atilde;o foi alfabetizada,    n&atilde;o apresentava prontid&atilde;o no in&iacute;cio do ano letivo. Al&eacute;m    disso, a maturidade observada sofre a influ&ecirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o    pr&eacute;-escolar. Apesar da precariedade de funcionamento das pr&eacute;-escolas    p&uacute;blicas e do pouco preparo pedag&oacute;gico das educadoras, a pr&eacute;-escola    cumpre uma fun&ccedil;&atilde;o muito importante quanto &agrave; socializa&ccedil;&atilde;o    e ao treino preparat&oacute;rio para o ensino na primeira s&eacute;rie, considerando    o modelo de ensino vigente nas s&eacute;ries iniciais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Outrossim, &eacute; importante tamb&eacute;m considerar o que a pr&eacute;-escola    representa para a crian&ccedil;a. Quando a pr&eacute;-escola se constitui em    uma experi&ecirc;ncia interessante, a crian&ccedil;a investe seus melhores esfor&ccedil;os    para ampliar seu universo com novos conhecimentos. Ent&atilde;o, torna-se interessante    para ela ter um outro lugar onde pode construir e reconstruir os objetos que    est&atilde;o a sua volta para melhor se integrar ao mundo. A conquista da independ&ecirc;ncia    em rela&ccedil;&atilde;o aos pais e a autonomia que adv&eacute;m dessa experi&ecirc;ncia    s&atilde;o muito enriquecedoras para seu desenvolvimento global. A independ&ecirc;ncia    e a autonomia se realizam no espa&ccedil;o afetivo entre a crian&ccedil;a e    o outro, fazendo com que a crian&ccedil;a aumente ainda mais a percep&ccedil;&atilde;o    de si mesma e do outro, tornando a experi&ecirc;ncia de busca do conhecimento    ainda mais interessante.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Portanto, a estimula&ccedil;&atilde;o fornecida pela pr&eacute;-escola associada    ao interesse da crian&ccedil;a pelas atividades desenvolvidas, s&atilde;o conjuntamente    relevantes para favorecer a sua maturidade, corroborando a id&eacute;ia de que    a fam&iacute;lia e a pr&eacute;-escola s&atilde;o elementos fundamentais para    o seu desenvolvimento. Isso explica porque as crian&ccedil;as que freq&uuml;entaram    a pr&eacute;-escola, apresentaram resultados melhores quanto &agrave; prontid&atilde;o    para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o, quanto &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o    percepto-motora, quanto &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o espacial do corpo    e quanto aos detalhes esperados na representa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica    da Figura Humana.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Quanto aos instrumentos utilizados, concluiu-se que o Teste Metropolitano de    Prontid&atilde;o &eacute; o melhor teste preditor do desempenho escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O Teste de Bender, apresenta correla&ccedil;&atilde;o significante, mas baixa,    com o desempenho escolar. A correla&ccedil;&atilde;o encontrada &eacute; negativa,    porque os pontos desse teste avaliam erros e n&atilde;o acertos. A compara&ccedil;&atilde;o    entre os resultados dos dois grupos revela que a matura&ccedil;&atilde;o percepto-motora    &eacute; fortemente influenciada pelo treino das crian&ccedil;as na pr&eacute;-escola    com materiais gr&aacute;ficos. Resultados baixos no Bender podem indicar uma    aprendizagem mais lenta, ou mesmo uma imaturidade "normal" que ser&aacute;    recuperada no decorrer do ano, n&atilde;o implicando necessariamente em dificuldade    para aprender (Koppitz, 1975). Isso corrobora a literatura que mostra que n&atilde;o    &eacute; somente o treino gr&aacute;fico que ajuda a crian&ccedil;a na aprendizagem    da leitura e da escrita.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Quanto &agrave; bateria Piaget-Head, ela &eacute; composta por testes cujos    resultados dependem da idade. Desse modo, apenas a prova 1 (conhecimento de    direita e esquerda em si mesmo) e 2 (conhecimento sobre o observador) de Piaget    e a prova 2 de Head s&atilde;o relevantes nesse estudo, pois apenas essas duas    provas s&atilde;o discriminativas para a idade de 6 e 7 anos. A prova 3 de Piaget    (posi&ccedil;&atilde;o relativa de tr&ecirc;s objetos) s&oacute; &eacute; bem    realizada aos 10 anos. As provas de Head consistem na imita&ccedil;&atilde;o    dos movimentos do observador face a face (Head 1), execu&ccedil;&atilde;o dos    movimentos mediante ordem oral (Head 2) e imita&ccedil;&atilde;o mediante figuras    esquem&aacute;ticas (Head 3). Segundo Galifret-Granjon (1981) a prova Head 1    &eacute; bem executada a partir dos 9 anos, a Head 2 a partir dos 7 anos e a    Head 3 aos 10 anos. &Eacute; importante ressaltar que o resultado da prova 1    de Piaget revelou que o conhecimento da direita e da esquerda no pr&oacute;prio    corpo ocorreu a partir da aprendizagem informal, enquanto o resultado da prova    2 de Piaget e da prova 2 de Head mostrou que a orienta&ccedil;&atilde;o espacial    direita-esquerda sofreu a influ&ecirc;ncia da experi&ecirc;ncia pr&eacute;-escolar.    Assim a correla&ccedil;&atilde;o negativa obtida com o resultado total da prova    de Piaget pode se dever ao fato de que n&atilde;o se espera sucesso na prova    3 nessa idade. Ent&atilde;o, a estimula&ccedil;&atilde;o que as crian&ccedil;as    receberam em casa ajudou no conhecimento do pr&oacute;prio corpo, mas n&atilde;o    foi suficiente para ampliar esse conhecimento ao n&iacute;vel da orienta&ccedil;&atilde;o    espacial mais global.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sugere-se que seria importante dar mais &ecirc;nfase ao desenvolvimento psicomotor    das crian&ccedil;as, na pr&eacute;-escola e na escola. A &ecirc;nfase a este    desenvolvimento n&atilde;o seria no sentido de treinar habilidades isoladas,    mas de favorecer a experi&ecirc;ncia corporal da crian&ccedil;a. O conhecimento    do pr&oacute;prio corpo &eacute; uma experi&ecirc;ncia importante para a aprendizagem    da leitura e da escrita e, em especial, para a vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Outra conclus&atilde;o importante em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; prova 2    de Head &eacute; quanto &agrave; correla&ccedil;&atilde;o significante com o    desempenho escolar, ou seja, a orienta&ccedil;&atilde;o espacial do corpo &eacute;    um aspecto relevante para a aprendizagem da leitura e da escrita. Isso pressup&otilde;e    que a crian&ccedil;a precisa ter a percep&ccedil;&atilde;o adequada das letras,    uma vez que muitas delas, pela similaridade da forma, mudam de significado de    acordo com a orienta&ccedil;&atilde;o no espa&ccedil;o. Quando a crian&ccedil;a    ainda n&atilde;o apresenta a orienta&ccedil;&atilde;o espacial em seu pr&oacute;prio    corpo, n&atilde;o consegue discriminar a orienta&ccedil;&atilde;o das letras    parecidas. Possivelmente, isso transforme a leitura em uma atividade muito dif&iacute;cil    e frustrante para a crian&ccedil;a. Por&eacute;m, sugere-se que sejam realizadas    novas pesquisas com essa prova, pois o Head-2 associado &agrave; aprendizagem    escolar &eacute; uma prova pouco investigada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Quanto &agrave; imagem corporal, apenas os Indicadores Maturacionais mostram-se    relevantes para diferenciar as crian&ccedil;as sem e com pr&eacute;-escola.    Mesmo assim, havendo correla&ccedil;&atilde;o significante com o desempenho    escolar apenas no grupo com pr&eacute;-escola. Pode-se ent&atilde;o concluir    que os indicadores emocionais propostos por Koppitz (1973) fornecem poucas informa&ccedil;&otilde;es    para se obter conhecimento mais amplo das crian&ccedil;as no processo de aprendizagem    escolar. Em seus estudos, a pr&oacute;pria Koppitz n&atilde;o especifica com    clareza as no&ccedil;&otilde;es de maturidade e afetividade pesquisadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O estudo da imagem corporal por meio do Desenho da Figura Humana &eacute; ao    mesmo tempo muito interessante e complexo, pois trata-se de uma prova que analisa    diversos aspectos que est&atilde;o relacionados &agrave; intelig&ecirc;ncia,    &agrave; motricidade e &agrave; afetividade, bem como &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o    emocional e social da crian&ccedil;a e ao seu modo de viver (Abraham, 1963).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Assim, a an&aacute;lise do DFH por meio dos indicadores de Koppitz &eacute;    importante para informar sobre a matura&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as,    por&eacute;m s&oacute; se relacionou ao futuro desempenho escolar nas crian&ccedil;as    que passaram pela experi&ecirc;ncia pr&eacute;-escolar. Isso provavelmente se    deve ao empobrecimento dos desenhos das crian&ccedil;as que n&atilde;o tiveram    oportunidades freq&uuml;entes para desenhar, dessa forma o teste n&atilde;o    foi discriminativo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Retomar a discuss&atilde;o    sobre a import&acirc;ncia da prontid&atilde;o para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o    resgata a import&acirc;ncia dos aspectos psicomotores para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o,    em especial a constata&ccedil;&atilde;o de que a orienta&ccedil;&atilde;o espacial    &eacute; um pr&eacute;-requisito importante para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o.    A no&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;-requisitos para a alfabetiza&ccedil;&atilde;o    tem sido vista, atualmente, com um certo preconceito, como se fosse uma no&ccedil;&atilde;o    ultrapassada. No entanto, os resultados desta pesquisa mostram a relev&acirc;ncia    do desenvolvimento desses aspectos na Pr&eacute;-escola. Em nosso meio a rede    particular de ensino converteu, informalmente, a pr&eacute;-escola em um pr&eacute;-requisito    para o ingresso na 1&ordf; s&eacute;rie. Isso indica que a crian&ccedil;a precisa    de uma <b>prepara&ccedil;&atilde;o</b> antes de entrar na escolariza&ccedil;&atilde;o    formal, tornando-se muito interessante quando essa <b>prepara&ccedil;&atilde;o</b>    engloba tarefas que fazem sentido para a pr&oacute;pria crian&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   &Eacute; importante que a crian&ccedil;a, na pr&eacute;-escola, esteja em contato    com materiais escritos para compreender a import&acirc;ncia social da escrita,    assim como &eacute; importante que a crian&ccedil;a esteja em contato com o    seu corpo como sendo a experi&ecirc;ncia elementar da sua matura&ccedil;&atilde;o.    Ent&atilde;o, em cada etapa de seu desenvolvimento a crian&ccedil;a adquire    experi&ecirc;ncias que precisa integrar para melhor se adaptar ao mundo. Afinal,    o sujeito que aprende &eacute; o sujeito que est&aacute; no mundo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para finalizar, consideramos que os resultados dessa pesquisa podem constituir    uma contribui&ccedil;&atilde;o tanto para a escola, como para os psic&oacute;logos    que trabalham com testes psicol&oacute;gicos e com crian&ccedil;as que apresentam    dificuldades escolares. Para a escola, porque essa pesquisa mostrou a import&acirc;ncia    de se considerar a maturidade para aprender como um requisito b&aacute;sico    para a aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura e da escrita. A escola p&uacute;blica,    seguindo o exemplo da escola particular, n&atilde;o deveria matricular na primeira    s&eacute;rie a crian&ccedil;a que n&atilde;o fez pr&eacute;-escola. Assim, a    escola estar&aacute; contribuindo para que a crian&ccedil;a n&atilde;o vivencie    a experi&ecirc;ncia de frustra&ccedil;&atilde;o e fracasso em seu primeiro ano    escolar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Recomenda-se aos psic&oacute;logos que utilizam os testes Metropolitano de Prontid&atilde;o,    Teste de Bender, Desenho da Figura Humana e Piaget-Head considerarem a influ&ecirc;ncia    da aprendizagem escolar sobre os resultados desses instrumentos. Desse modo,    poder&aacute; ser ampliado ainda mais o conhecimento sobre a crian&ccedil;a    em sua hist&oacute;ria de aprendizagem.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Referências</font></b></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Abraham, A (1963). <i>Le dessin d'une persone</i>. Neuchatel: Delachaux &    Niestl&eacute;.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542702&pid=S1676-7314200200020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ajuriaguerra, J. [19-]. <i>Manual de psiquiatria infantil</i>. S&atilde;o Paulo:    Masson.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542703&pid=S1676-7314200200020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Antunha, E. L. G. [19-]. Dislexia: implica&ccedil;&otilde;es diagn&oacute;sticas.    <i>Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Dislexia, 3</i>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542704&pid=S1676-7314200200020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Antunha, E. L. G. (1985). Dislexia: ponto de vista neuropsicol&oacute;gico.    <i>Boletim AEP de S&atilde;o Paulo, 4</i>, 8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542705&pid=S1676-7314200200020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Bender, L. (1955). <i>Test Guest&aacute;ltico visomotor: usos y aplicaciones    cl&iacute;nicas</i>. Buenos Aires, Argentina: Paid&oacute;s.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542706&pid=S1676-7314200200020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capovilla, A. G. S., G&uuml;tschow, & Capovilla, F. C. (2002). An&aacute;lise    da validade e da fidedignidade de instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o de    habilidades relacionadas &agrave; alfabetiza&ccedil;&atilde;o. In Macedo et    al. (Org.). <i>Tecnologia em (re)habilita&ccedil;&atilde;o cognitiva</i> (pp.    189-207). S&atilde;o Paulo: Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542707&pid=S1676-7314200200020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capovilla, A. G. S., G&uuml;tschow, & Capovilla, F. C. (2002). Identifica&ccedil;&atilde;o    de perfis cognitivos preditivos de dificuldades de leitura e escrita. In Macedo    et al. (Org.). <i>Tecnologia em (re)habilita&ccedil;&atilde;o cognitiva</i>    (pp.173-188). S&atilde;o Paulo: Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542708&pid=S1676-7314200200020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ferreiro, E. (1993). <i>Com todas as letras</i> (2a. ed.). S&atilde;o Paulo:    Cortez.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542709&pid=S1676-7314200200020001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Fonseca, V., & Mendes, N. (1987). <i>Escola, escola, quem &eacute;s tu?</i>    Porto Alegre, RS: Artes M&eacute;dicas.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542710&pid=S1676-7314200200020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Freud, A. (1976). <i>Introducion al psicoanalisis para educadores</i>. Buenos    Aires: Paid&oacute;s.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542711&pid=S1676-7314200200020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Galifret-Granjon, N. (1981). Seria&ccedil;&atilde;o (Bateria) Piaget-Head. In:    R. Zazzo <i>Manual para o Exame Psicol&oacute;gico da Crian&ccedil;a</i>. (2a    ed., pp. 48-85). S&atilde;o Paulo: Mestre Jou.(Originalmente publicado em 1960).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542712&pid=S1676-7314200200020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Johnson, D. J., & Myklebust, H. R. (1987). <i>Dist&uacute;rbios de aprendizagem</i>    (2&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Pioneira.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542713&pid=S1676-7314200200020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Koppitz, E. (1973). <i>El dibujo de la Figura Humana en los ni&ntilde;os</i>.    Buenos Aires, Argentina: Guadalupe. (Originalmente publicado em 1968).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542714&pid=S1676-7314200200020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Koppitz, E. (1975). Bender Gestalt Test performance and school, achievement:    a 9-year study. <i>Journal of Learning Desabilities, 3</i>, (8).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542715&pid=S1676-7314200200020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Koppitz, E.(1989). <i>O Teste Gest&aacute;ltico Bender para crian&ccedil;as</i>.    Porto Alegre, RS: Artes M&eacute;dicas. (Originalmente publicado em 1964).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542716&pid=S1676-7314200200020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Kroeff, P.(1988). Normas brasileiras para o Teste de Bender. <i>Psicologia:    Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 3</i>, (1-2), 12-19.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542717&pid=S1676-7314200200020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Louren&ccedil;o Filho, M. B. (1967). <i>Testes ABC para verifica&ccedil;&atilde;o    da maturidade necess&aacute;ria &agrave; aprendiizagem de leitura e escrita</i>    (9a ed.). S&atilde;o Paulo: Melhoramentos. (Original publicado em 1931).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542718&pid=S1676-7314200200020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Louren&ccedil;o Filho, M .B. (1971). Matura&ccedil;&atilde;o e aprendizagem    da leitura e da escrita. <i>Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada, 23</i>,    (3), 55-61.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542719&pid=S1676-7314200200020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Oliveira, Q. L. (1986). <i>Estudo Psicom&eacute;trico de quatro instrumentos    de avalia&ccedil;&atilde;o da prontid&atilde;o para a leitura</i>. Tese de Doutorado,    Instituto de Psicologia, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542720&pid=S1676-7314200200020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Poppovic, A. M. (1966). <i>Teste Metropolitano de Prontid&atilde;o: Forma R.    Manual de aplica&ccedil;&atilde;o</i>. S&atilde;o Paulo: Vetor.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542721&pid=S1676-7314200200020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Poppovic, A. M., & Moraes, G. C. (1966). <i>Prontid&atilde;o para alfabetiza&ccedil;&atilde;o:    programa para o desenvolvimento de fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas    - teoria e Pr&aacute;tica</i>. S&atilde;o Paulo: Vetor.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542722&pid=S1676-7314200200020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Soifer, R. (1989). <i>Psicodinamismos da fam&iacute;lia com crian&ccedil;as</i>    (2a. ed.). Petr&oacute;polis: Vozes.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542723&pid=S1676-7314200200020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sol&eacute;r, L. A F. (2001). <i>Alfabetiza&ccedil;&atilde;o e suas rela&ccedil;&otilde;es    com a constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento: um estudo em defici&ecirc;ncia    mental leve</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Instituto de Psicologia,    Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542724&pid=S1676-7314200200020001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Souza, L. M. A. (2001). <i>An&aacute;lise do desempenho das habilidades fonol&oacute;gicas    em crian&ccedil;as, em idade pr&eacute;-escolar: modelo construtivista</i>.    Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Instituto de Psicologia, Universidade    de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542725&pid=S1676-7314200200020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Vectore, C. (1989). <i>Professores, pais e pr&eacute;-escola: uma pesquisa explorat&oacute;ria    em escolas p&uacute;blicas e particulares que mant&eacute;m classes pr&eacute;-prim&aacute;rias</i>.    Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Instituto de Psicologia, Universidade    de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542726&pid=S1676-7314200200020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Witter, G. P. (1973). Estimula&ccedil;&atilde;o ambiental e prontid&atilde;o.    <i>Revista Interamericana de Psicologia, 7</i>, 3-4.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1542727&pid=S1676-7314200200020001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="enderb"></a><a href="#ender"><img src="/img/revistas/psic/v3n2/seta.gif" border="0">Endere&ccedil;o    para correspondência:</a>    <br> E-mail: <a href="mailto:dapaz@visualmail.com.br">dapaz@visualmail.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Encaminhado    em 06/05/03</i>    <br>   <i>Aceito em 11/06/03</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="*b"></a><a href="#*"><sup><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">*</font></sup></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Este trabalho é um resumo da Dissertação de Mestrado: A Importância da pré-escola na aprendizagem da leitura e escrita e sua relação com algumas variáveis psicomotoras em crianças de 1a série do 1o  grau, apresentada ao Instituto de Psicologia da USP por Maria da Paz Pereira em 1997.</font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Abraham]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Le dessin d'une persone]]></source>
<year>1963</year>
<publisher-loc><![CDATA[Neuchatel ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Delachaux & Niestlé]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ajuriaguerra]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual de psiquiatria infantil]]></source>
<year></year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Masson]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Antunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dislexia: implicações diagnósticas]]></article-title>
<source><![CDATA[Associação Brasileira de Dislexia]]></source>
<year></year>
<volume>3</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Antunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dislexia: ponto de vista neuropsicológico]]></article-title>
<source><![CDATA[Boletim AEP de São Paulo]]></source>
<year>1985</year>
<volume>4</volume>
<page-range>8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bender]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Test Guestáltico visomotor: usos y aplicaciones clínicas]]></source>
<year>1955</year>
<publisher-loc><![CDATA[Buenos Aires ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Paidós]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Capovilla]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gütschow]]></surname>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Capovilla]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da validade e da fidedignidade de instrumentos de avaliação de habilidades relacionadas à alfabetização]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tecnologia em (re)habilitação cognitiva]]></source>
<year>2002</year>
<page-range>189-207</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Centro Universitário São Camilo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Capovilla]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gütschow]]></surname>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Capovilla]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Identificação de perfis cognitivos preditivos de dificuldades de leitura e escrita]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tecnologia em (re)habilitação cognitiva]]></source>
<year>2002</year>
<page-range>173-188</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Centro Universitário São Camilo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Com todas as letras]]></source>
<year>1993</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Cortez]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fonseca]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mendes]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Escola, escola, quem és tu?]]></source>
<year>1987</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre^eRS RS]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freud]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Introducion al psicoanalisis para educadores]]></source>
<year>1976</year>
<publisher-loc><![CDATA[Buenos Aires ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Paidós]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Galifret-Granjon]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Seriação (Bateria) Piaget-Head]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Zazzo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual para o Exame Psicológico da Criança]]></source>
<year>1981</year>
<edition>2</edition>
<page-range>48-85</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Mestre Jou]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Johnson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Myklebust]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Distúrbios de aprendizagem]]></source>
<year>1987</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pioneira]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koppitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[El dibujo de la Figura Humana en los niños]]></source>
<year>1973</year>
<publisher-loc><![CDATA[Buenos Aires ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guadalupe]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koppitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Bender Gestalt Test performance and school, achievement: a 9-year study]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Learning Desabilities]]></source>
<year>1975</year>
<volume>3</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koppitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O Teste Gestáltico Bender para crianças]]></source>
<year>1989</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre^eRS RS]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kroeff]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Normas brasileiras para o Teste de Bender]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>1988</year>
<volume>3</volume>
<numero>1</numero><numero>2</numero>
<issue>1</issue><issue>2</issue>
<page-range>12-19</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lourenço Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Testes ABC para verificação da maturidade necessária à aprendiizagem de leitura e escrita]]></source>
<year>1967</year>
<edition>9</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Melhoramentos]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lourenço Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M .B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Maturação e aprendizagem da leitura e da escrita]]></article-title>
<source><![CDATA[Arquivos Brasileiros de Psicologia Aplicada]]></source>
<year>1971</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>55-61</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Q. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estudo Psicométrico de quatro instrumentos de avaliação da prontidão para a leitura]]></source>
<year>1986</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Poppovic]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Teste Metropolitano de Prontidão: Forma R. Manual de aplicação]]></source>
<year>1966</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Vetor]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Poppovic]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Prontidão para alfabetização: programa para o desenvolvimento de funções específicas - teoria e Prática]]></source>
<year>1966</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Vetor]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Soifer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicodinamismos da família com crianças]]></source>
<year>1989</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Petrópolis ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Vozes]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Solér]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Alfabetização e suas relações com a construção do conhecimento: um estudo em deficiência mental leve]]></source>
<year>2001</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise do desempenho das habilidades fonológicas em crianças, em idade pré-escolar: modelo construtivista]]></source>
<year>2001</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vectore]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Professores, pais e pré-escola: uma pesquisa exploratória em escolas públicas e particulares que mantém classes pré-primárias]]></source>
<year>1989</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Witter]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estimulação ambiental e prontidão]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Interamericana de Psicologia]]></source>
<year>1973</year>
<volume>7</volume>
<page-range>3-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
