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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESENHA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Avalia&ccedil;&atilde;o    Psicol&oacute;gica no Brasil: Caminhos e Possibilidades</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Ellen Carolina    de Paula Faria; Amanda Miranda Gomes de Azevedo; Eliana Santos de Farias</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Universidade de    Mogi das Cruzes, S&atilde;o Paulo, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#corresp">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A obra "Avalia&ccedil;&atilde;o    Psicol&oacute;gica: A atualidade da pr&aacute;tica profissional" foi coordenada    por Poliana Landin, Rayana Almeida e Andr&eacute;ia Roma. O livro publicado    em 2017 pela Editora Leader &eacute; composto por 11 cap&iacute;tulos (155 p&aacute;ginas)    que apresentam diferentes facetas da Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica.    Esse material &eacute; resultado do esfor&ccedil;o coletivo de professores desse    campo de estudo e apresenta a consolida&ccedil;&atilde;o dos trabalhos realizados    junto ao Instituto de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o e Gradua&ccedil;&atilde;o    (IPOG) no Brasil.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A publica&ccedil;&atilde;o    tem como objetivos propiciar, por meio da compila&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias    e estudos de profissionais da &aacute;rea, reflex&atilde;o e fortalecimento    dos saberes de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica em diferentes contextos.    Al&eacute;m disto, este livro foi elaborado visando &agrave; possibilidade de    sua utiliza&ccedil;&atilde;o como material complementar ao estudo desse tema,    que &eacute; considerado fundamental para a atua&ccedil;&atilde;o dos psic&oacute;logos.    Portanto, apresenta uma compila&ccedil;&atilde;o de diferentes estudos envolvendo    a Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, o que proporciona uma amplia&ccedil;&atilde;o    da vis&atilde;o sobre as possibilidades de atua&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo    nesta &aacute;rea.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No livro s&atilde;o    apresentados v&aacute;rios testes utilizados na &aacute;rea de Avalia&ccedil;&atilde;o    Psicol&oacute;gica. &Eacute; importante ressaltar que h&aacute; um sistema desenvolvido    pelo Conselho Federal de Psicologia (2019a), o Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o    de Testes Psicol&oacute;gicos (SATEPSI) que avalia, por meio de uma comiss&atilde;o    consultiva, a qualidade dos instrumentos a partir de um conjunto de pr&eacute;-requisitos    que os tornam favor&aacute;veis ou n&atilde;o para o uso dos profissionais.    Dessa forma, dada a relev&acirc;ncia do uso de testes com comprova&ccedil;&otilde;es    cientifica, ser&atilde;o informadas as situa&ccedil;&otilde;es dos testes quando    estes forem citados no par&aacute;grafo, com base no SATEPSI. Para tanto, ser&atilde;o    utilizadas as seguintes siglas: "TF", para testes favor&aacute;veis; "TD" para    testes desfavor&aacute;veis; "NP" para instrumentos n&atilde;o privativos; "NA"    para testes n&atilde;o avaliados pelo sistema e "NE" para testes n&atilde;o    encontrados em nenhuma das listas, ou seja, testes ou escalas n&atilde;o submetidas    &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No primeiro cap&iacute;tulo,    intitulado "Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica como um processo: aspectos    t&eacute;cnicos e &eacute;ticos", a autora, Maria Cristina Barros Maciel Pellini,    apresenta como objetivos: considerar as refer&ecirc;ncias sobre avalia&ccedil;&atilde;o    psicol&oacute;gica e a produ&ccedil;&atilde;o de documentos nos diversos contextos    em que ela pode ser utilizada, al&eacute;m de explorar as principais dificuldades    t&eacute;cnicas e &eacute;ticas encontradas tanto para avalia&ccedil;&atilde;o    quanto para os registros realizados. Utiliza informa&ccedil;&otilde;es de documentos    emitidos pelo Conselho Federal de Psicologia (2005), como o C&oacute;digo de    &Eacute;tica Profissional do Psic&oacute;logo e a Resolu&ccedil;&atilde;o 007/2003    (Conselho Federal de Psicologia, 2003), para discutir o comprometimento que    se espera dos profissionais psic&oacute;logos com a qualidade dos servi&ccedil;os    prestados e os documentos escritos resultantes desse processo. Mostra-se relevante    ressaltar, que o Conselho Federal de Psicol&oacute;gia (2019b) instituiu uma    nova resolu&ccedil;&atilde;o com regras para elabora&ccedil;&atilde;o de documentos    escritos produzidos pelo psic&oacute;logo, sendo esta a Resolu&ccedil;&atilde;o    004/2019 que revoga a Resolu&ccedil;&atilde;o 007/2003.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em continuidade,    nesse cap&iacute;tulo, &eacute; ressaltado pela autora que, mais do que meramente    um produto, o resultado da Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica afeta    o avaliado, o solicitante e toda a sociedade, bem como o reconhecimento da Psicologia    enquanto ci&ecirc;ncia e profiss&atilde;o. Assim sendo, o profissional deve    ser capacitado para realizar esse tipo de trabalho, atuar com &eacute;tica e    respeito &agrave; integridade humana, e cabe ao Conselho Federal de Psicologia    zelar pela qualidade dos servi&ccedil;os prestados. Como conclus&atilde;o de    seu texto, a autora reafirma a necessidade de uma vis&atilde;o abrangente que    considere o processo hist&oacute;rico e os determinantes envolvidos nos desafios    e problemas da Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica no Brasil.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No cap&iacute;tulo    dois, "Avalia&ccedil;&atilde;o Terap&ecirc;utica: uma nova abordagem para o    psicodiagn&oacute;stico", Philipe Gomes Vieira exp&otilde;e a necessidade de    tornar o psicodiagn&oacute;stico mais ben&eacute;fico ao sujeito, fazendo com    que ele seja mais ativo e tenha suas curiosidades respondidas ao longo do processo    e, sendo assim, o objetivo &eacute; proporcionar reflex&atilde;o sobre as possibilidades    existentes para que essa necessidade seja atendida. A tem&aacute;tica do texto    gira em torno da exposi&ccedil;&atilde;o de uma proposta j&aacute; existente    de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica que "auxilie o cliente a esclarecer    os conflitos por ele vivenciados", sendo essa proposta chamada de "Avalia&ccedil;&atilde;o    Terap&ecirc;utica". Como conclus&atilde;o, o autor postula que a Avalia&ccedil;&atilde;o    Terap&ecirc;utica revela-se como uma experi&ecirc;ncia que possibilita o empenho    do avaliando em mudan&ccedil;as referentes &agrave; sua realidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute; o terceiro    cap&iacute;tulo da obra, escrito por Poliana Landin e Rayana Almeida enfoca    a "Avalia&ccedil;&atilde;o em Psicologia Positiva" e objetiva apresentar as    possibilidades de avalia&ccedil;&atilde;o nesse campo, no Brasil. Inicialmente,    as autoras explanam sobre a Psicologia Positiva como um estudo do "funcionamento    positivo e as potencialidades humanas" e, de acordo com elas, trata-se de uma    tem&aacute;tica em crescimento no pa&iacute;s. Posteriormente, as autoras relatam    que muitas pesquisas visam &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de instrumentos para    avalia&ccedil;&atilde;o da Psicologia Positiva, sendo que h&aacute;, atualmente,    uma s&eacute;rie deles validados para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira,    tais como o <i>Values in Action Inventory of Strengths</i> VIA-IS, escalas disponibilizadas    em livros e a escala dos Pilares da Resili&ecirc;ncia. Os instrumentos citados    n&atilde;o foram encontrados em nenhuma das listas dispon&iacute;veis no SATEPSI.    Por fim, as autoras relatam a aplicabilidade da Psicologia Positiva em diversos    contextos, bem como citam a import&acirc;ncia da realiza&ccedil;&atilde;o de    mais pesquisas sobre o tema.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ana Cristina Resende    apresenta "Os diferentes prop&oacute;sitos e m&eacute;todos de avalia&ccedil;&atilde;o    da personalidade" no cap&iacute;tulo quatro do livro, objetivando expor as possibilidades    de avalia&ccedil;&atilde;o da personalidade em diferentes contextos. Ap&oacute;s    citar que "a investiga&ccedil;&atilde;o da personalidade &eacute; considerada    uma das &aacute;reas mais consolidadas e desafiadoras na Psicologia", a autora    relata que a avalia&ccedil;&atilde;o da personalidade &eacute; solicitada, frequentemente,    para seis prop&oacute;sitos e que tal construto &eacute; estudado a partir de    quatro m&eacute;todos diferentes. Cada t&oacute;pico &eacute; apresentado e    descrito pela autora. Ao final, Resende afirma que a avalia&ccedil;&atilde;o    da personalidade pode trazer contribui&ccedil;&otilde;es relevantes em diversos    contextos, sendo que cada m&eacute;todo possui vantagens e desvantagens que    devem ser considerados pelos psic&oacute;logos que realizam a avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma revis&atilde;o    de literatura &eacute; realizada no cap&iacute;tulo cinco, "Teste Palogr&aacute;fico:    levantamento de publica&ccedil;&otilde;es e pesquisas realizadas no Brasil nos    &uacute;ltimos dez anos", escrito por F&aacute;bio Camilo. Neste, o autor objetivou    apresentar uma descri&ccedil;&atilde;o das principais publica&ccedil;&otilde;es    que tiveram por base o teste Palogr&aacute;fico. Inicialmente, ele contextualiza    a avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica e o uso de testes, citando que    a aceita&ccedil;&atilde;o do uso desses instrumentos melhorou ap&oacute;s a    Resolu&ccedil;&atilde;o 002/2003 do CFP, em que os testes passaram a ter que    cumprir requisitos m&iacute;nimos para serem utilizados. Em seguida, relata    os avan&ccedil;os das publica&ccedil;&otilde;es sobre o Palogr&aacute;fico (TF),    o que gerou mudan&ccedil;as em seu manual. Camilo refere ainda sobre os estudos    em que utilizam o teste e cita que os resultados demonstram a amplitude da utiliza&ccedil;&atilde;o    do palogr&aacute;fico,</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Informa&ccedil;&otilde;es    sobre um teste utilizado nos processos de sele&ccedil;&atilde;o de pessoas &eacute;    oferecido no cap&iacute;tulo seis da obra, intitulado de "Metodologia HumanGuide&reg;:    o impacto da personalidade na din&acirc;mica e no desempenho de equipes". Nesse    cap&iacute;tulo, com o objetivo de apresentar o teste (TF) e suas possibilidades    de uso, a autora Giselle Mueller Roger Welter relata a influ&ecirc;ncia da personalidade    e da intera&ccedil;&atilde;o grupal para atingir resultados. Al&eacute;m disso,    explora possibilidades de utiliza&ccedil;&atilde;o dos dados para verificar    aspectos da personalidade dos candidatos, bem como examinar a sinergia do grupo.    Como conclus&atilde;o de sua pesquisa, a autora afirma que o referido teste    constitui um recurso v&aacute;lido para obter informa&ccedil;&otilde;es sobre    a personalidade das pessoas e para simular o desempenho de equipes. &Eacute;    v&aacute;lido ressaltar que o referido instrumento &eacute; um teste disponibilizado    <i>on-line</i>, de origem sueca, que foi traduzido e adaptado para o portugu&ecirc;s.    O teste apresenta parecer favor&aacute;vel pelo SATEPSI desde 2009 e possui    aprova&ccedil;&atilde;o de seus estudos de normaliza&ccedil;&atilde;o at&eacute;    2024.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Poliana Landim,    Lucas Francisco Carvalho e Rayana Almeida trataram do assunto "Avalia&ccedil;&atilde;o    da Personalidade e Validade Incremental" no s&eacute;timo cap&iacute;tulo da    obra, com o objetivo de explorar a contribui&ccedil;&atilde;o da validade incremental    na avalia&ccedil;&atilde;o da personalidade. No que tange aos testes de avalia&ccedil;&atilde;o    da personalidade, existem dois tipos que s&atilde;o caracterizados pelos autores:    expressivos e de relato, os quais podem apresentar baixa correla&ccedil;&atilde;o,    por&eacute;m, tal fato n&atilde;o indica necessariamente que s&atilde;o contradit&oacute;rios.    Para verifica&ccedil;&atilde;o dos resultados dos testes, os autores prop&otilde;e    o uso da validade incremental, sendo que esta "refere-se &agrave; capacidade    de uma medida para melhorar a capacidade preditiva de outra". Algumas dimens&otilde;es    desse conceito abrangente s&atilde;o caracterizadas pelos autores, que concluem    que, na pr&aacute;tica cl&iacute;nica e na pesquisa, tal validade se mostra    como fundamental.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No oitavo cap&iacute;tulo    do livro, "Avalia&ccedil;&atilde;o Neuropsicol&oacute;gica Cognitiva Infantil    e aplicabilidade instrumental cl&iacute;nica", escrito por Fernando Jos&eacute;    Silveira e Lariana Paula Pinto, s&atilde;o apresentados alguns dos instrumentos    da Avalia&ccedil;&atilde;o Neuropsicol&oacute;gica Infantil dispon&iacute;veis    para serem utilizados pelos psic&oacute;logos, com o objetivo de "apresentar    os principais recursos utilizados, atualmente, na avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica    no Brasil". Cada recurso apresentado pelos autores auxilia na avalia&ccedil;&atilde;o    de um ou mais destes construtos: intelig&ecirc;ncia, linguagem, aten&ccedil;&atilde;o,    mem&oacute;ria, percep&ccedil;&atilde;o, pr&aacute;xis, fun&ccedil;&otilde;es    executivas e habilidades acad&ecirc;micas. Os instrumentos citados (WISC-IV    (TF), SON - R 2&frac12; - 7[a] (TF), Neupsilin-Inf (TF), THCP (TF), BPA (TF),    TAVIS IV (TF), REY (TF), Benton (TF), Bender (TF), Tarefas para Avalia&ccedil;&atilde;o    Neuropsicol&oacute;gica de Linguagem e Fun&ccedil;&otilde;es Executivas em Crian&ccedil;as    (NE), LPI (NE), TDE (NP), Teste de Compreens&atilde;o Leitora (NE), Provas de    Avalia&ccedil;&atilde;o dos Processos de Leitura (NE) e Teste de Leitura (NE),    Escrita e Aritm&eacute;tica (NE)) visam ampliar o conhecimento dos profissionais    e auxili&aacute;-los nas demandas cl&iacute;nicas e, assim sendo, fornecer op&ccedil;&otilde;es    comprovadamente cient&iacute;ficas para a avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica    infantil. Os autores concluem que h&aacute; um repert&oacute;rio amplo de instrumentos    que podem auxiliar os profissionais a perceber o funcionamento cognitivo das    crian&ccedil;as atendidas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"A Avalia&ccedil;&atilde;o    Psicol&oacute;gica e seus recursos como estrat&eacute;gias no processo de Orienta&ccedil;&atilde;o    Profissional e de Carreira" (OPC) &eacute; tratado no cap&iacute;tulo 9 do livro,    escrito por Lariana Paula Pinto e Fernando Jos&eacute; Silveira. Tal cap&iacute;tulo    tem como objetivo expor alternativas para o processo de orienta&ccedil;&atilde;o    profissional e de carreira, apresentando instrumentos que podem ser utilizados    para esse fim. Os autores fazem uma breve contextualiza&ccedil;&atilde;o sobre    o homem e o mundo do trabalho, para depois citar os objetivos da orienta&ccedil;&atilde;o    profissional e discorrer sobre a aplica&ccedil;&atilde;o da avalia&ccedil;&atilde;o    psicol&oacute;gica nesse processo de escolha. Por fim, apresentam alguns instrumentos    utilizados na OPC, tais como: a Escala de Aconselhamento Profissional (TF),    o teste de avalia&ccedil;&atilde;o dos Interesses Profissionais (TF), o Teste    de Fotos de Profiss&otilde;es (TF), a Escala de Maturidade para a Escolha Profissional    (TF) e a Escala de Autoefic&aacute;cia para a Escolha Profissional (TF). Os    autores apresentam como conclus&atilde;o a import&acirc;ncia da amplia&ccedil;&atilde;o    de estudos na &aacute;rea para tornar a avalia&ccedil;&atilde;o mais confi&aacute;vel    e eficaz.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Lucas Dannilo Arag&atilde;o    Guimar&atilde;es trata no cap&iacute;tulo 10 um tema de interesse na &aacute;rea    da Psicologia Forense: a detec&ccedil;&atilde;o da mentira, sendo este intitulado    "Detec&ccedil;&atilde;o da mentira na per&iacute;cia psicol&oacute;gica forense:    vieses, indicadores n&atilde;o verbais e metodologias". O autor, com o objetivo    de apresentar os principais vieses na metodologia pericial de detec&ccedil;&atilde;o    de mentira, exp&otilde;e alguns dos indicadores verbais e n&atilde;o verbais    que auxiliam na detec&ccedil;&atilde;o do comportamento intencional de mentir.    Os indicadores n&atilde;o verbais s&atilde;o explorados pelo autor e se referem    &agrave;s mudan&ccedil;as nas rea&ccedil;&otilde;es do corpo e das express&otilde;es    da face quando um indiv&iacute;duo est&aacute; mentindo. Nesse cap&iacute;tulo,    s&atilde;o citados dois tipos de mentira (oculta&ccedil;&atilde;o e a falsifica&ccedil;&atilde;o),    as t&eacute;cnicas que podem ser utilizadas para a identifica&ccedil;&atilde;o    da mentira pelos peritos e os vieses que podem nublar a percep&ccedil;&atilde;o    do profissional, influenciando dessa forma a detec&ccedil;&atilde;o do ato de    mentir. Por fim, o autor afirma que "os m&eacute;todos de detec&ccedil;&atilde;o    da mentira no contexto psicol&oacute;gico pericial s&atilde;o classificados    basicamente em indicadores verbais e n&atilde;o verbais [...]". Contudo, para    identifica&ccedil;&atilde;o da mentira, &eacute; necess&aacute;rio que o profissional    considere as vari&aacute;veis e o contexto envolvidos nesse fen&ocirc;meno,    pois n&atilde;o h&aacute; um &uacute;nico indicador que seja exclusivo do comportamento    de mentir.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No &uacute;ltimo    cap&iacute;tulo, "Dados do perfil psicol&oacute;gico de agressores sexuais infantis    atrav&eacute;s do Psicodiagn&oacute;stico de Rorschach" (TF), o autor Handersenn    Shouzo Abe apresenta um percurso hist&oacute;rico para fornecer informa&ccedil;&otilde;es    sobre o perfil psicol&oacute;gico de agressores sexuais. No decorrer do cap&iacute;tulo,    o autor delineia o perfil psicol&oacute;gico de sete agressores sexuais de crian&ccedil;as    a partir do teste de Rorschach. Com a an&aacute;lise dos resultados dos participantes,    foi constatado que a maioria dos sujeitos tem dificuldades para reconhecer outras    pessoas, dificuldades de controlar seus impulsos sexuais e m&aacute; introje&ccedil;&atilde;o    do conte&uacute;do materno. O autor finaliza ressaltando a import&acirc;ncia    de mais pesquisas na &aacute;rea, visando a preven&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o    de indiv&iacute;duos agressores sexuais de crian&ccedil;as ou, pelo menos, um    melhor controle sobre eles e seus impulsos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A leitura da obra    de Landin, Almeida e Roma se faz relevante e &eacute; recomendada aos estudantes    e profissionais que buscam o aprendizado ou atualiza&ccedil;&atilde;o nos estudos    em Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, pois apresenta uma vis&atilde;o    geral sobre esse campo de estudo, desde as quest&otilde;es &eacute;ticas at&eacute;    a quest&otilde;es t&eacute;cnicas envolvidas no processo, apresentando tamb&eacute;m    instrumentos que podem ser utilizados com variados objetivos, como para psicodiagn&oacute;stico,    avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica da personalidade, recrutamento e    sele&ccedil;&atilde;o de pessoal, avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica,    orienta&ccedil;&atilde;o profissional, dentre outros. Apesar de caracterizada    pelas coordenadoras como uma obra de car&aacute;ter complementar, o livro traz    informa&ccedil;&otilde;es significativas e reflex&otilde;es pertinentes sobre    as facetas da avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica. Dessa forma, as autoras    trazem, em uma linguagem t&eacute;cnica, por&eacute;m de f&aacute;cil compreens&atilde;o,    um livro interessante e atrativo para ser lido, sendo uma leitura apropriada    que pode ser adotada em disciplinas de gradua&ccedil;&atilde;o em Psicologia    para apresentar aos estudantes a extens&atilde;o e as possibilidades da &aacute;rea    de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Landin, P., Almeida,    &amp; R., Roma, A. (Orgs.) (2017). Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica:    A atualidade da pr&aacute;tica profissional. S&atilde;o Paulo, SP: Leader.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=406180&pid=S1677-0471201900030001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conselho Federal    de Psicologia (2003). <i>Resolu&ccedil;&atilde;o CFP N&ordm; 007/2003.</i> Bras&iacute;lia:    Conselho Federal de Psicologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=406182&pid=S1677-0471201900030001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conselho Federal    de Psicologia (2005). <i>Resolu&ccedil;&atilde;o CFP N&ordm; 010/05.</i> Bras&iacute;lia:    Conselho Federal de Psicologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=406184&pid=S1677-0471201900030001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conselho Federal    de Psicologia (2019a). <i>Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o de Testes Psicol&oacute;gicos    </i>(SATEPSI). Recuperado de <a href="http://satepsi.cfp.org.br" target="_blank">http://satepsi.cfp.org.br</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=406186&pid=S1677-0471201900030001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conselho Federal    de Psicologia (2019b). <i>Resolu&ccedil;&atilde;o N&ordm; 4 de 11 de Fevereiro    de 2019. </i>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=406187&pid=S1677-0471201900030001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#top" name="corresp"><img src="/img/revistas/avp/v18n3/seta.jpg" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</b>:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Ellen Carolina de Paula Faria    <br>   Av. Jo&atilde;o Batista de Santana, 1357    <br>   Bandeira Branca, Jacare&iacute;, SP 12323-360    <br>   <a href="mailto:Email:ellenec.faria@outlook.com">Email:ellenec.faria@outlook.com</a>;    <a href="mailto:amandaa_gomes@hotmail.com">amandaa_gomes@hotmail.com</a>; <a href="mailto:elianass@gmail.com">elianass@gmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em fevereiro    de 2018    <br>   Aprovado em maio de 2019</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nota sobre os autores    <br>   <b>Ellen Carolina de Paula Faria</b> &eacute; psic&oacute;loga pela Universidade    de Mogi das Cruzes (UMC). <i>E-mail</i>: <a href="mailto:ellene.faria@outlook.com">ellene.faria@outlook.com</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>Amanda Miranda Gomes de Azevedo</b> &eacute; psic&oacute;loga pela Universidade    de Mogi das Cruzes (UMC). <i>E-mail</i>: <a href="mailto:amandaa_gomes@hotmail.com">amandaa_gomes@hotmail.com</a>    <br>   <b>Eliana Santos de Farias</b> &eacute; psic&oacute;loga (UBC), mestre, doutora    e p&oacute;s-doutoranda em Psicologia (PUC-Campinas), docente de Psicologia    (CUSC), SP. Contato: <a href="mailto:elianass@gmail.com">elianass@gmail.com</a>.    Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo / Rua Raul Pompia, 144, Pompia,    S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.</font></p>      ]]></body>
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