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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study intended to assess the relationship between quality of life at work and job satisfaction. Data were collected using the Escala de Avaliação da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT Scale) and the Escala de Satisfação no Trabalho (EST) in a sample of 241 subjects, of both sexes, aged between 18 and 63 years. Results showed significant positive correlations between all dimensions of the QVT Scale and all factors of the EST, indicating that with the increase of the quality of life at work there was an increase in job satisfaction. When comparing the means of the QVT Scale regarding the classification of the subjects relative to the degree of satisfaction in EST, it was found that subjects classified as 'unhappy' at all the EST factors, were also those who had the lowest scores on factors of the QVT Scale. These results provided evidence for the validity scales, through comparison of tests that assess related constructs]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="add"></a><b>Qualidade de vida e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho: rela&ccedil;&atilde;o entre escalas que avaliam  os construtos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Quality of life and job satisfaction: relationship between scales that measure these constructs</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fabi&aacute;n Javier Mar&iacute;n Rueda<sup>I,</sup><a href="#add1"><sup>*</sup></a>; Robisom Carlos de Lima<sup>I</sup>; Alexandre Jos&eacute; Raad<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Universidade S&atilde;o FranciscoSP - Brasil    <br> <sup>II</sup>Universidade Tiradentes/Aracaju - SE - Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo buscou verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade de vida no trabalho e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. Participaram 241 sujeitos de ambos os sexos, com idade entre 18 e 63 anos, que responderam a Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida no Trabalho (Escala-QVT) e a Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (EST). Os resultados mostraram correla&ccedil;&otilde;es positivas e significativas entre as dimens&otilde;es da Escala-QVT e os fatores da EST, evidenciando que com o aumento da qualidade de vida no trabalho houve um aumento na satisfa&ccedil;&atilde;o laboral. Quando comparadas as m&eacute;dias da Escala-QVT, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o dos sujeitos quanto ao grau de satisfa&ccedil;&atilde;o na EST, constatou-se que os sujeitos classificados como 'insatisfeitos' em todos os fatores da EST, foram os que apresentaram as menores pontua&ccedil;&otilde;es nos fatores da Escala-QVT. Tais resultados forneceram evid&ecirc;ncia de validade para as escalas, por meio da compara&ccedil;&atilde;o de testes que avaliam construtos relacionados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Palavras-chave:</b> Qualidade de vida no trabalho; satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho; evid&ecirc;ncia de validade; Psicologia Organizacional e do Trabalho. </font></p> <hr size="1" noshade>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The study intended to assess the relationship between quality of life at work and job satisfaction. Data were collected using the Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT Scale) and the Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (EST) in a sample of 241 subjects, of both sexes, aged between 18 and 63 years. Results showed significant positive correlations between all dimensions of the QVT Scale and all factors of the EST, indicating that with the increase of the quality of life at work there was an increase in job satisfaction. When comparing the means of the QVT Scale regarding the classification of the subjects relative to the degree of satisfaction in EST, it was found that subjects classified as 'unhappy' at all the EST factors, were also those who had the lowest scores on factors of the QVT Scale. These results provided evidence for the validity scales, through comparison of tests that assess related constructs.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words:</b> Quality of work life; job satisfaction; evidence of validity; Organizational and Labor Psychology. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o significado do trabalho para o homem, assim como a rela&ccedil;&atilde;o que se estabelece entre ambos, vem se modificando em decorr&ecirc;ncia do desenvolvimento do mercado e das transforma&ccedil;&otilde;es do capitalismo na p&oacute;s-modernidade. Para Gorz (2005), cada vez mais as empresas se adaptam &agrave; realidade da chamada "sociedade do conhecimento", na qual o capital valorizado n&atilde;o se restringe ao produto ou a mat&eacute;ria prima, mas abarca tamb&eacute;m as compet&ecirc;ncias e conhecimentos do trabalhador. Assim, surge a preocupa&ccedil;&atilde;o em valorizar e desenvolver o capital humano e a necessidade de pensar o homem em sua integralidade (trabalho, lazer, sa&uacute;de e fam&iacute;lia). Nesse contexto, o conceito e as pr&aacute;ticas voltadas para a qualidade de vida no trabalho fazem refer&ecirc;ncia aos aspectos do trabalhador que podem influenciar o exerc&iacute;cio de suas atividades laborais, como estilo de vida, capacidade de autogest&atilde;o e resolu&ccedil;&atilde;o de problemas (Barros, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na literatura n&atilde;o existe um consenso sobre a defini&ccedil;&atilde;o de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), dada a diversidade de formula&ccedil;&otilde;es sobre o tema (Fernandes &amp; Gutierrez, 1988; Rodrigues, 1998; Detoni, 2001; Heloani &amp; Capit&atilde;o, 2003). Entretanto, de forma geral, o conceito de QVT faz refer&ecirc;ncia &agrave; necessidade de humanizar o ambiente laboral e desenvolver o fator humano relacionado aos processos produtivos (Nadler &amp; Lawler, 1983). Ainda, diz respeito &agrave; sa&uacute;de e ao bem-estar dos trabalhadores em seu ambiente de trabalho, bem como a outras inst&acirc;ncias da vida do trabalhador, que influenciam direta ou indiretamente sobre a forma como executam suas tarefas. O construto est&aacute; ligado a aspectos como satisfa&ccedil;&atilde;o, motiva&ccedil;&atilde;o, condi&ccedil;&otilde;es e gerenciamento do trabalho (Silva &amp; Tolfo, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Walton (1973), colocar em pr&aacute;tica o conceito de QVT, visa proporcionar um ambiente laboral saud&aacute;vel, que possibilite ao trabalhador condi&ccedil;&otilde;es de desenvolver suas atividades com satisfa&ccedil;&atilde;o e bem-estar. O construto resgata valores que foram postos de lado no decorrer do desenvolvimento industrial em favor da produtividade e efici&ecirc;ncia. Tal resgate tem por objetivo integrar os interesses entre organiza&ccedil;&atilde;o e colaboradores, buscando a efici&ecirc;ncia e a qualidade por meio de investimentos voltados para a valoriza&ccedil;&atilde;o do capital humano, das compet&ecirc;ncias do trabalhador e do conhecimento que este agrega ao trabalho que executa (Zanelli, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda que os primeiros estudos datem da d&eacute;cada de 1950, a QVT come&ccedil;ou a ser pensada em termos de aplica&ccedil;&atilde;o apenas a partir de 1970, tendo o trabalhador como foco principal de estudo. O conceito era relacionado &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o, necessidades individuais, satisfa&ccedil;&atilde;o e humaniza&ccedil;&atilde;o no trabalho, al&eacute;m de investigar a rela&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com seu ambiente de trabalho (Walton, 1973; Suttle, 1977). Entre as d&eacute;cadas de 1980 e 1990, os estudos sobre a QVT passaram a focar os processos organizacionais e a forma como tais processos influenciavam o trabalhador. Nesse per&iacute;odo observou-se uma preocupa&ccedil;&atilde;o com a efetividade das atividades, as rela&ccedil;&otilde;es laborais, os n&iacute;veis de produtividade e sua rela&ccedil;&atilde;o com a participa&ccedil;&atilde;o, o bem-estar e a satisfa&ccedil;&atilde;o do trabalhador (Nadler &amp; Lawder, 1983; Delamotte &amp; Takezawa, 1984; Fern&aacute;ndez &amp; Gim&eacute;nez, 1988; Robins, 1989). A partir da d&eacute;cada de 1990, em concord&acirc;ncia com as novas formas de gest&atilde;o dos recursos humanos e as distintas formas de organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho, a QVT passou a ser pensada de forma abrangente, extrapolando os limites da organiza&ccedil;&atilde;o e integrando outros campos da vida do trabalhador, como fam&iacute;lia, sa&uacute;de e lazer (Lau, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Nadler e Lawler (1983), a gest&atilde;o da QVT diz respeito &agrave; busca da efetividade e produtividade por parte da organiza&ccedil;&atilde;o, sem que para tanto sejam postos de lado aspectos relacionados &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o e &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com seu trabalho. J&aacute; George e Brief (1990) e Leiter e Durup (1996) tratam da QVT relacionada ao conceito de <i>spillover, </i>que diz respeito &agrave; forma como o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o em determinada &aacute;rea da vida, como no trabalho, pode influenciar a satisfa&ccedil;&atilde;o em outros dom&iacute;nios, como fam&iacute;lia ou sa&uacute;de do trabalhador. Tais estudos demonstram a import&acirc;ncia da satisfa&ccedil;&atilde;o, em especial a satisfa&ccedil;&atilde;o laboral, como um importante componente na avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida, que se relaciona de forma abrangente com os fatores da QVT. Portanto, ainda que sejam construtos diferentes, alguns autores consideram a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho como sendo resultado de uma boa gest&atilde;o de qualidade de vida no trabalho (Sirgy, Efraty, Siegel &amp; Lee, 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No que se refere &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, esta pode ser compreendida como um tema de suma import&acirc;ncia e relev&acirc;ncia para a Psicologia, cujas primeiras pesquisas datam do in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. Para Locke (1976) o trabalhador se comporta, se posiciona e toma decis&otilde;es referentes ao seu trabalho a partir da avalia&ccedil;&atilde;o positiva ou negativa que faz de seu ambiente laboral e do retorno obtido por meio desse trabalho para suas necessidades.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho &eacute; um construto de natureza multifatorial, composto por diferentes fatores que se inter-relacionam. Tais fatores dizem respeito a caracter&iacute;sticas <i>intr&iacute;nsecas </i>ao trabalho (inerentes &agrave; execu&ccedil;&atilde;o das tarefas ou a seu ambiente laboral) e tamb&eacute;m a caracter&iacute;sticas <i>extr&iacute;nsecas </i>(que n&atilde;o podem ser controlados pelo trabalhador). Os fatores em quest&atilde;o referem-se &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com a natureza do trabalho, com o sal&aacute;rio, com as promo&ccedil;&otilde;es, com os colegas e com a chefia (Siqueira, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A import&acirc;ncia do construto decorre da forma como a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho se relaciona com diversos outros construtos. Sua relev&acirc;ncia para a compreens&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es laborais pode ser observada em pesquisas que articulam o construto com diversos aspectos do trabalho, como a produtividade (Martinez &amp; Paraguay, 2003), o estresse laboral (Suehiro, Santos, Hatamoto &amp; Cardoso, 2008) e a qualidade de vida no trabalho (Martins, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a elabora&ccedil;&atilde;o do presente trabalho, em abril de 2013 foi feita uma busca em bases de dados nacionais (<i>Peri&oacute;dicos CAPES, Pepsic </i>e <i>Scielo</i>), publica&ccedil;&otilde;es especializadas na &aacute;rea (<i>Revista Psicologia: Organiza&ccedil;&atilde;o e Trabalho</i>), bem como em bases internacionais (<i>DialNET, Springerlink, Medline), </i>considerando, para a pesquisa, a proximidade e a inter-rela&ccedil;&atilde;o que os construtos guardam entre si. Tal busca permitiu a identifica&ccedil;&atilde;o de estudos que abordam o tema, como o trabalho de Timossi, Francisco, Santos Jr e Xavier (2010), que investigou a QVT em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de instru&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores. Para isso, um instrumento baseado no modelo de QVT proposto por Walton foi aplicado em uma amostra de 154 sujeitos, em diferentes atividades profissionais e diversos n&iacute;veis de instru&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise de vari&acirc;ncia e de correla&ccedil;&atilde;o demonstraram que n&atilde;o existiam diferen&ccedil;as ou correla&ccedil;&otilde;es significativas entre a medida de QVT e os diferentes n&iacute;veis de instru&ccedil;&atilde;o, indicando que os colaboradores da amostra foram sens&iacute;veis &agrave;s medidas de promo&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida no trabalho implantadas pela organiza&ccedil;&atilde;o, apresentando melhor ou pior &iacute;ndice de QVT independente do seu grau de instru&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">J&aacute; o estudo de Timossi, Pedroso, Pilatti e Francisco (2009) teve por objetivo adaptar o modelo de avalia&ccedil;&atilde;o da QVT de Walton para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira, visando trabalhadores de baixa escolaridade. Os itens originais de Walton foram avaliados e reestruturados na forma interrogativa, organizados em escala <i>Likert </i>de cinco pontos, enquanto os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o foram adaptados do trabalho de Detoni (2001). O instrumento foi aplicado em uma amostra composta por 99 sujeitos. Os dados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna, que apresentou <i>alfa de Cronbach </i>total de 0,96, variando entre 0,66 e 0,88 para os oito fatores separadamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por sua vez, o trabalho de Sirgy, Efraty, Siegel e Lee (2001) prop&ocirc;s uma medida de QVT com base na satisfa&ccedil;&atilde;o e na teoria de <i>spillover<a name="not1a"></a></i><a href="#not1"><sup>1</sup></a>, que possibilitasse compreender a extens&atilde;o em que as caracter&iacute;sticas organizacionais, como supervis&atilde;o, suporte, ambiente laboral, entre outros, satisfazem as necessidades dos empregados e proporcionam qualidade de vida. O trabalho apresentou evid&ecirc;ncias de validade convergente e discriminante, bem como an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria para os sete fatores propostos pelos autores. Os dados foram coletados por meio de question&aacute;rio estruturado, dividido em dez etapas, que avaliaram a satisfa&ccedil;&atilde;o dos empregados relacionada a sete categorias de necessidades, al&eacute;m do comprometimento organizacional. Os dados foram coletados a partir de tr&ecirc;s diferentes amostras (180 funcion&aacute;rios de universidades, 310 alunos e funcion&aacute;rios de universidade rural e 37 trabalhadores de uma ag&ecirc;ncia de empregos) totalizando 527 sujeitos de ambos os sexos. Os resultados demonstraram a validade de construto para o modelo proposto, como tamb&eacute;m para a hip&oacute;tese de que a satisfa&ccedil;&atilde;o de necessidades dos trabalhadores no ambiente laboral resulta n&atilde;o apenas em satisfa&ccedil;&atilde;o com o trabalho, mas nos diferentes dom&iacute;nios da vida, contribuindo assim para a qualidade de vida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A rela&ccedil;&atilde;o ente a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho e a QVT tamb&eacute;m foi tema do trabalho de Santos (2000), que prop&ocirc;s modelos estat&iacute;sticos de regress&atilde;o e causalidade para analisar em que medida a satisfa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; estrutura organizacional se relaciona com o bem-estar subjetivo e com a qualidade de vida no trabalho. Para tanto, foram submetidos &agrave; an&aacute;lise os dados de 4.578 trabalhadores assalariados, com idades entre 16 e 80 anos, de ambos os sexos, que responderam o Question&aacute;rio de Qualidade de Vida no Trabalho. Os resultados demonstraram a signific&acirc;ncia dos modelos constru&iacute;dos, evidenciando a exist&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o positiva entre a satisfa&ccedil;&atilde;o laboral e os n&iacute;veis de bem-estar e a QVT, al&eacute;m de demonstrar que a satisfa&ccedil;&atilde;o com as estruturas organizacionais &eacute; um preditor seguro, quando se avalia o bem-estar subjetivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por fim, o trabalho de Oliveira (2009) investigou a rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade de vida no trabalho, satisfa&ccedil;&atilde;o laboral e &iacute;ndices de <i>turnover, </i>no setor de vendas de uma empresa multinacional de Portugal. Os dados foram coletados por meio do Invent&aacute;rio sobre Qualidade de Vida no Trabalho (instrumento desenvolvido com base no modelo de QVT proposto por Walton) e uma Ficha de Dados Pessoais, que al&eacute;m de informa&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter sociodemogr&aacute;fico, avaliava a satisfa&ccedil;&atilde;o laboral, a afetividade e a inten&ccedil;&atilde;o de <i>turnover</i>. Os instrumentos foram aplicados em uma amostra composta por 24 representantes de vendas de uma unidade da empresa instalada na cidade de Lisboa, com idades entre 22 e 50 anos. As vari&aacute;veis QVT, satisfa&ccedil;&atilde;o profissional e inten&ccedil;&atilde;o de <i>turnover </i>foram correlacionadas, e os resultados mostraram correla&ccedil;&otilde;es positivas e significativas entre a QVT e a satisfa&ccedil;&atilde;o (variando de 0,47 a 0,65). Tais resultados confirmaram a hip&oacute;tese da autora, de que uma avalia&ccedil;&atilde;o positiva da qualidade de vida influenciaria diretamente nos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o laboral dos colaboradores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante do que foi apresentado, o presente trabalho se prop&otilde;e a explorar as rela&ccedil;&otilde;es entre a qualidade de vida e a satisfa&ccedil;&atilde;o com o trabalho em uma amostra de trabalhadores de diversas &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o. Com tal investiga&ccedil;&atilde;o pretende-se contribuir para uma melhor compreens&atilde;o da maneira como se desenvolve a percep&ccedil;&atilde;o da QVT e como esta pode influenciar os n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o dos sujeitos no desempenho de suas atividades. Para tanto, ser&aacute; realizada a an&aacute;lise da correla&ccedil;&atilde;o entre os fatores da Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida no Trabalho - Escala-QVT (Rueda, 2013) e as dimens&otilde;es da Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho - EST (Siqueira, 1995).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Participaram da pesquisa 241 trabalhadores do Estado de Sergipe, com idade variando de 18 a 63 anos (<i>M</i>=33,40, <i>DP</i>=11,26), sendo 124 (51,5%) mulheres. A escolaridade dos indiv&iacute;duos variou de Ensino Fundamental completo ou incompleto (7,9%) at&eacute; p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o conclu&iacute;da (9,9%), sendo que a maior porcentagem foi observada com Ensino M&eacute;dio completo ou incompleto (49,3%), seguido de Ensino Superior completo ou incompleto (32,9%) No que se refere &agrave; &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, 111 (46,1%) trabalhavam na &aacute;rea comercial, 73 (30,3%) na &aacute;rea industrial, 35 (14,5%) como prestadores de servi&ccedil;os e 22 (9,1%) no terceiro setor, de diferentes empresas do estado. &Eacute; importante destacar que a amostra foi por conveni&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Instrumentos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida no Trabalho - Escala-QVT</i> <b>(Rueda, 2012)</b>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O instrumento foi constru&iacute;do com base no modelo de Qualidade de Vida no Trabalho proposto por Walton (1973), considerando aspectos "intra" e "extra" organizacionais no processo de diagn&oacute;stico. Nesse sentido, as dimens&otilde;es da QVT est&atilde;o ligadas a aspectos como satisfa&ccedil;&atilde;o, condi&ccedil;&otilde;es e gerenciamento do trabalho e motiva&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de possibilitar a promo&ccedil;&atilde;o de boas condi&ccedil;&otilde;es no ambiente laboral e a integra&ccedil;&atilde;o dos interesses do colaborador e da organiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A elabora&ccedil;&atilde;o da Escala-QVT foi realizada em dois momentos. Um primeiro estudo contou com a participa&ccedil;&atilde;o de 248 trabalhadores e a evid&ecirc;ncia de validade de construto foi estabelecida por meio de uma an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria, que resultou em uma estrutura interna com 35 itens, distribu&iacute;dos em quatro fatores, que explicaram 48,70% da vari&acirc;ncia total. Posteriormente a escala foi aplicada em 1326 trabalhadores, mantendo os 35 itens e os quatro fatores inicialmente observados. A vari&acirc;ncia explicada nesse estudo foi de 51,17%. Em sequ&ecirc;ncia encontra-se a descri&ccedil;&atilde;o de cada um dos fatores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fator "QVT relacionado &agrave; integra&ccedil;&atilde;o, respeito e autonomia" &eacute; composto por 15 itens (alfa=0,90) e se refere &agrave; promo&ccedil;&atilde;o do respeito pelas diferen&ccedil;as individuais e pelos direitos dos funcion&aacute;rios, a colabora&ccedil;&atilde;o e respeito entre os colegas, assim como a promo&ccedil;&atilde;o da autonomia por meio de normas e regras claras. O fator "QVT relacionado &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o justa e adequada" &eacute; composto por seis itens (alfa=0,89) e engloba itens que se referem &agrave; qualidade de vida, que estaria atrelada &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio e as pol&iacute;ticas salariais da organiza&ccedil;&atilde;o, percebendo que a mesma &eacute; justa com o funcion&aacute;rio nesse quesito. O fator "QVT relacionado ao incentivo e suporte" possui oito itens (alfa=0,82), sendo agrupados aqueles relacionados ao incentivo e suporte que a organiza&ccedil;&atilde;o proporciona aos seus funcion&aacute;rios, e que estariam refletindo na qualidade de vida dos mesmos. Tais incentivos e suporte est&atilde;o relacionados a treinamentos, cursos de aperfei&ccedil;oamento, incentivo &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de atividades culturais, por exemplo. Por fim, o fator "QVT relacionado &agrave; possibilidades de lazer e conv&iacute;vio social", composto por seis itens (alfa=0,84), reuniu itens que dizem respeito &agrave;s qualidades de conv&iacute;vio fora da organiza&ccedil;&atilde;o, proporcionadas com base em algumas caracter&iacute;sticas da pr&oacute;pria organiza&ccedil;&atilde;o, como a jornada e trabalho, a carga hor&aacute;ria e o volume de trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O instrumento &eacute; respondido por meio de uma escala <i>Likert </i>de cinco pontos (discordo totalmente, discordo parcialmente, nem discordo/nem concordo, concordo parcialmente e concordo plenamente), que s&atilde;o respectivamente pontuados de 1 a 5. A pontua&ccedil;&atilde;o em cada fator corresponde &agrave; soma das pontua&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;das a cada item.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho - EST</i> (Siqueira, 1995).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Siqueira (2008), a satisfa&ccedil;&atilde;o laboral diz respeito ao v&iacute;nculo afetivo que o sujeito estabelece com o seu trabalho e com os aspectos a ele relacionados, como as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e profissionais, as condi&ccedil;&otilde;es do ambiente laboral e remunera&ccedil;&atilde;o. O construto diz respeito a caracter&iacute;sticas que transcendem do ambiente de trabalho, como a perspectiva de futuro, as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e as normas da organiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O processo de constru&ccedil;&atilde;o da EST foi baseado na coleta de dados de 287 trabalhadores. Os resultados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise fatorial, revelando a exist&ecirc;ncia de cinco fatores que explicaram 64,8% da vari&acirc;ncia total, cujas caracter&iacute;sticas s&atilde;o descritas a seguir.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com os colegas'(alfa=0,86) diz respeito ao contentamento com a colabora&ccedil;&atilde;o e sentimentos positivos mantido com os colegas de trabalho. J&aacute; o fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio'(alfa=0,82) aborda aspectos relacionados ao contentamento com o que a pessoa recebe, em rela&ccedil;&atilde;o ao quanto ele trabalha, sua compet&ecirc;ncia e esfor&ccedil;o, bem como o custo de vida. Por sua vez, o fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com a chefia' (alfa=0,90) trata do contentamento do funcion&aacute;rio com os seus superiores, no que se refere &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o, compet&ecirc;ncia e interesse pelo trabalho dos subordinados. O quarto fator, denominado 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com a natureza do trabalho' (alfa=0,82), est&aacute; relacionado ao contentamento ao trabalho em si, &agrave; dificuldade do mesmo, ao desconforto que provoca e aos desafios inerentes a ele. Por fim, o fator 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com as promo&ccedil;&otilde;es' (alfa=0,87) refere-se ao contentamento com a mobilidade funcional, &agrave;s garantias e &agrave;s oportunidades oferecidas pela organiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O instrumento deve ser respondido por meio de uma escala <i>Likert </i>de sete pontos (totalmente insatisfeito, muito insatisfeito, insatisfeito, indiferente, satisfeito, muito satisfeito e totalmente satisfeito), pontuados de 1 a 7 respectivamente. Deve ser ressaltado que todos os fatores da EST ficaram compostos por cinco itens. Os escores m&eacute;dios para cada fator s&atilde;o obtidos, somando-se os valores indicados pelos respondentes e dividindo-se o valor obtido pelo n&uacute;mero de itens. Dessa forma, a pontua&ccedil;&atilde;o em cada fator poder&aacute; variar de 1 a 7, sendo que valores entre 1 e 3,9 indicam insatisfa&ccedil;&atilde;o do sujeito com a dimens&atilde;o em quest&atilde;o; entre 4 e 4,9 indicam indiferen&ccedil;a; e entre 5 e 7 indicam satisfa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Procedimento </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto de pesquisa pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica (CAAE: 0376.0.142.000), os instrumentos foram aplicados individual e coletivamente, dependendo do espa&ccedil;o e tempo cedido pelas organiza&ccedil;&otilde;es. O tempo de aplica&ccedil;&atilde;o foi de aproximadamente 30 minutos, sendo coletados primeiro os dados da Escala QVT e posteriormente da EST.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na an&aacute;lise dos resultados primeiramente os fatores da Escala-QVT foram correlacionados com as cinco dimens&otilde;es avaliadas pela EST. Em um segundo momento foi realizada uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) tendo como vari&aacute;vel dependente a pontua&ccedil;&atilde;o em cada fator da Escala-QVT, em fun&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o dos sujeitos da amostra como insatisfeito, indiferente ou satisfeito, em cada uma das dimens&otilde;es da EST. Por fim, foi realizada uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) considerando os fatores de ambas as escalas em fun&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o dos sujeitos participantes da pesquisa. No que se refere &agrave;s correla&ccedil;&otilde;es entre os instrumentos, os resultados podem ser vistos na <a href="/img/revistas/bolpsi/v64n141/a03tab01.jpg">Tabela 1</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O resultado entre as escalas mostrou que as 20 correla&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis foram positivas e estatisticamente significativas. No que se refere &agrave; magnitude dos coeficientes, tr&ecirc;s foram fracos, 16 moderados e um forte, de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o de Dancey e Ridey (2006). Quanto ao coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de magnitude forte, destaca-se que ocorreu entre a 'QVT relacionada &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o justa e adequada' e a 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio'. Esse resultado poderia ser esperado, pois ambos os fatores est&atilde;o avaliando aspectos organizacionais com caracter&iacute;sticas semelhantes, uma vez que na Escala-QVT o fator est&aacute; relacionado &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio e &agrave;s pol&iacute;ticas salariais da organiza&ccedil;&atilde;o, percebendo que a mesma &eacute; justa com o funcion&aacute;rio, enquanto que na EST tamb&eacute;m se refere ao contentamento do funcion&aacute;rio em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o se comparado com o quanto trabalha e com os esfor&ccedil;os que realiza na sua fun&ccedil;&atilde;o. A menor correla&ccedil;&atilde;o observada foi entre a 'QVT relacionada a incentivo e suporte' e a 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com os colegas' (<i>r</i>=0,36).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base nos resultados verificados pode-se concluir que ao aumento da qualidade de vida no trabalho, independentemente do fator, aumenta tamb&eacute;m a satisfa&ccedil;&atilde;o com os diferentes aspectos do trabalho. Pela magnitude das correla&ccedil;&otilde;es pode-se inferir que ambos os construtos possuem aspectos em comum, mas possuem grande parte de peculiaridades pr&oacute;prias. Assim sendo, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que foi identificada uma evid&ecirc;ncia de validade referente &agrave; rela&ccedil;&atilde;o do escore da Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida no Trabalho (Escala-QVT) com outro construto similar, a Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (EST).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em sequ&ecirc;ncia realizou-se a ANOVA de cada fator da Escala-QVT em fun&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o dos sujeitos em cada dimens&atilde;o da EST. Os resultados podem ser observados na <a href="/img/revistas/bolpsi/v64n141/a03tab02.jpg">Tabela 2</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="/img/revistas/bolpsi/v64n141/a03tab02.jpg">Tabela 2</a> mostra que todas as compara&ccedil;&otilde;es realizadas apresentaram diferen&ccedil;a estatisticamente significativa. Par verificar se as tr&ecirc;s classifica&ccedil;&otilde;es se diferenciavam em cada compara&ccedil;&atilde;o, foi realizada a prova de <i>Tukey</i>, que demonstrou que em todos os casos foram formados, no m&iacute;nimo, dois grupos. Nesse sentido, quando essa an&aacute;lise separou os tr&ecirc;s grupos, as menores pontua&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias na escala QVT foram apresentadas pelo grupo de pessoas classificadas como 'insatisfeitas', seguidos daqueles sujeitos classificados como 'indiferentes', enquanto os sujeitos classificados como 'satisfeitos' apresentaram as maiores pontua&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias no instrumento. Quando a prova de <i>Tukey </i>diferenciou apenas dois grupos, observou-se que as pessoas insatisfeitas foram diferenciadas das pessoas indiferentes ou satisfeitas, que ficaram agrupadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por fim, realizou-se uma ANOVA para os fatores de ambas as escalas, em fun&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o dos participantes (comercial, industrial, presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e terceiro setor). O resultado encontra-se na <a href="#tab3">Tabela 3</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bolpsi/v64n141/a03tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pode ser constatado que das nove compara&ccedil;&otilde;es, apenas tr&ecirc;s apresentaram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas, sendo todas elas relacionadas a fatores da Escala-QVT. As diferen&ccedil;as observadas aconteceram nos fatores 'QVT relacionada &agrave; Integra&ccedil;&atilde;o, respeito e autonomia', 'QVT relacionada ao Incentivo e suporte' e 'QVT relacionada &agrave; Possibilidade de lazer e conv&iacute;vio social'. Ao realizar a prova de <i>Tukey</i>, para verificar a pontua&ccedil;&atilde;o de qual(is) grupo(s) justificaria tais diferen&ccedil;as, verificou-se que no caso do fator 'QVT relacionada &agrave; Integra&ccedil;&atilde;o, respeito e autonomia' os grupos n&atilde;o foram separados, indicando que, ainda que exista uma diferen&ccedil;a significativa na pontua&ccedil;&atilde;o, esses valores foram pr&oacute;ximos o suficiente para que n&atilde;o houvesse distin&ccedil;&atilde;o entre os grupos. Dessa forma, independentemente da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, a QVT relacionada a esses aspectos foi semelhante para os grupos. Por sua vez, no fator 'QVT relacionada a Incentivo e suporte' foi observado que as &aacute;reas comercial e de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os foram separadas da ind&uacute;stria e do terceiro setor, estas &uacute;ltimas apresentando as maiores m&eacute;dias. Analisando esses dados, &eacute; poss&iacute;vel supor que o setor industrial possa oferecer, de fato, maiores benef&iacute;cios e possibilidade de suporte para os seus funcion&aacute;rios, o que muitas vezes n&atilde;o acontece na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os ou com&eacute;rcio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os estudos sobre qualidade de vida no trabalho v&ecirc;m despertando o interesse de pesquisadores ligados &agrave; Psicologia Organizacional e do Trabalho nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, ao passo que a satisfa&ccedil;&atilde;o laboral vem sendo estudada desde o in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. No entanto, apesar do interesse crescente dos pesquisadores, ainda s&atilde;o poucos os trabalhos que tratam da rela&ccedil;&atilde;o entre esses construtos. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo explorar a rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade de vida no trabalho e a satisfa&ccedil;&atilde;o laboral.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No que tange a essa rela&ccedil;&atilde;o, quando observados os resultados obtidos por meio da an&aacute;lise da correla&ccedil;&atilde;o de <i>Pearson </i>entre a Escala-QVT (Rueda, 2013) e a EST (Siqueira, 2008), todas as correla&ccedil;&otilde;es foram positivas e estatisticamente significativas. Tais resultados sugerem que a avalia&ccedil;&atilde;o feita pelos colaboradores referente &agrave; qualidade de vida no trabalho pode influenciar diretamente na satisfa&ccedil;&atilde;o laboral, o que corrobora os achados de estudos anteriores (Martins, 2010; Oliveira, 2009; Santos, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda no que diz respeito &agrave; rela&ccedil;&atilde;o entre os instrumentos em quest&atilde;o, praticamente todas as correla&ccedil;&otilde;es observadas (com exce&ccedil;&atilde;o de uma correla&ccedil;&atilde;o em espec&iacute;fico), apresentaram coeficientes entre 0,36 e 0,66, que s&atilde;o resultados semelhantes aos encontrados por Oliveira (2009). A exce&ccedil;&atilde;o ficou por conta da correla&ccedil;&atilde;o entre a dimens&otilde;es 'QVT relacionada &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o justa e adequada' e a 'Satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio', cujo coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o pode ser classificado como forte, de acordo com Dancey e Ridey (2006), o que indica que ambos os construtos partilham de aspectos bastante semelhantes, por&eacute;m mantendo algumas especificidades. Nesse sentido, deve-se mencionar que a 'satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio' refere-se ao contentamento que o indiv&iacute;duo apresenta com o que &eacute; recebido de sal&aacute;rio, levando em considera&ccedil;&atilde;o o quanto ele trabalha, sua capacidade profissional, com o seu custo de vida e com os esfor&ccedil;os realizados na sua atividade laboral. Por sua vez, a 'QVT relacionada a compensa&ccedil;&atilde;o justa e adequada' se refere &agrave; qualidade de vida que estaria atrelada &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com o sal&aacute;rio e as pol&iacute;ticas salariais da organiza&ccedil;&atilde;o, percebendo que a mesma &eacute; justa com o funcion&aacute;rio nesse quesito. Dessa forma, a forte rela&ccedil;&atilde;o evidenciada entre ambas as vari&aacute;veis parece ser coerente com os pressupostos te&oacute;ricos (Rueda, 2013; Siqueira, 2008).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando comparados os resultados obtidos na Escala-QVT, em fun&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o feita com base na EST, observou-se que os colaboradores classificados como "insatisfeitos" apresentaram as menores pontua&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias na Escala-QVT. Tais resultados sugerem que trabalhadores que avaliam como insuficientes as medidas da organiza&ccedil;&atilde;o para proporcionar uma maior satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, tendem a apresentar menor QVT. No entanto, quando comparados os resultados de ambas as escalas em fun&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, o setor industrial e o terceiro setor se destacaram nos resultados referente &agrave;s dimens&otilde;es "QVT relacionada ao Incentivo e suporte" e "QVT relacionada &agrave; Possibilidade de lazer e conv&iacute;vio social", com pontua&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias mais elevadas. Essa informa&ccedil;&atilde;o pode significar que os trabalhadores de empresas ligadas ao setor industrial percebem com maior facilidade as garantias e incentivos oferecidos pelas organiza&ccedil;&otilde;es, quando comparados a trabalhadores de outros setores que, muitas vezes, n&atilde;o t&ecirc;m seguran&ccedil;a e estabilidade no emprego.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONSIDERA&Ccedil;&otilde;ES FINAIS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O mundo vem sofrendo grandes transforma&ccedil;&otilde;es no cen&aacute;rio econ&ocirc;mico, em parte, resultado da abertura de mercado e de capital. Na tentativa de se adaptar a esse novo contexto, no qual o mercado demanda qualidade e competitividade, as organiza&ccedil;&otilde;es tem dado cada vez mais aten&ccedil;&atilde;o ao seu capital humano. Nesse sentido, o presente trabalho buscou aprofundar a discuss&atilde;o sobre qualidade de vida e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, investigando a rela&ccedil;&atilde;o entre esses que s&atilde;o dois dos indicadores de bem-estar mais investigados nas empresas na atualidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim, diante do que foi discutido, este estudo apresenta uma contribui&ccedil;&atilde;o para a &aacute;rea organizacional, assim como tamb&eacute;m para o avan&ccedil;o nas discuss&otilde;es sobre o tema, uma vez que os resultados aqui apresentados, al&eacute;m de demonstrar a rela&ccedil;&atilde;o entre os construtos em quest&atilde;o, fornecem evid&ecirc;ncia de validade convergente para as escalas estudadas (AERA, APA &amp; NCME, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entretanto, novos estudos se fazem necess&aacute;rios. Ainda que os coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o apresentados indiquem o quanto a qualidade de vida no trabalho e a satisfa&ccedil;&atilde;o estejam interligados, estes resultados n&atilde;o permitem descrever uma rela&ccedil;&atilde;o de causalidade. Dessa forma, estudos que explorem an&aacute;lise de regress&atilde;o s&atilde;o indicados. Uma limita&ccedil;&atilde;o do estudo diz respeito &agrave; pouca informa&ccedil;&atilde;o a respeito da caracteriza&ccedil;&atilde;o do terceiro setor. Uma an&aacute;lise mais aprofundada sobre o grupo proveniente dessa &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o seria interessante, inclusive para embasar os resultados relacionados a essa &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o. Um exemplo &eacute; o resultado da ANOVA em fun&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o dos sujeitos, que demonstrou que no caso do fator 'QVT relacionada &agrave; Possibilidade de lazer e conv&iacute;vio social' foi observado que o terceiro setor foi o &uacute;nico a se diferenciar das demais &aacute;reas. Um resultado expressivo, mas que carece de melhor caracteriza&ccedil;&atilde;o dessa &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">AERA, APA &amp; NCME (1999). <i>Standards for educational and psychological testing</i>. Washington, D.C.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477483&pid=S0006-5943201400020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Barros, S.P. (2010). <i>A promo&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida para os trabalhadores: Discurso, poder e disciplina</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Universidade de S&atilde;o Paulo - USP, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477485&pid=S0006-5943201400020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dancey, C. P. &amp; Reidy, J. (2006). <i>Estat&iacute;stica sem matem&aacute;tica para Psicologia</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477487&pid=S0006-5943201400020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Delamotte, Y. &amp; Takezawa, S. (1984). <i>Quality of working life in international perspective. </i>Ginebra: OTI.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477489&pid=S0006-5943201400020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Detoni, D. J. (2001). <i>Estrat&eacute;gias de avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida no trabalho</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Engenharia de produ&ccedil;&atilde;oUFSC, Florian&oacute;polis - SC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477491&pid=S0006-5943201400020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fernandes, E.C. &amp; Gutierrez, L.H. (1998). Qualidade de vida no trabalho: Uma experi&ecirc;ncia brasileira. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o da USP, </i>23(4), 29-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477493&pid=S0006-5943201400020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fern&aacute;ndez, M. &amp; Gim&eacute;nez, L. (1988). Criterios para definir la calidad de vida laboral. <i>1<sup>o</sup> Congreso Iberoamericano y 3<sup>o</sup> Nacional de Psicolog&iacute;a del Trabajo y de las Organizaciones. </i>Madrid: Espanha.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477495&pid=S0006-5943201400020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">George, J.M. &amp; Brief, A.P. (1990). The economic instrumentality of work: An examination  of the moderating effects of ï¬nancial requirements and sex on the pay-life satisfaction relationship. <i>Journal of Vocational Behavior 37</i>, 357-368.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gorz, A. (2005). <i>O imaterial: Conhecimento, valor e capital. </i>S&atilde;o Paulo: Annablume.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477498&pid=S0006-5943201400020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Heloani, R.J. &amp; Capit&atilde;o, C.G. (2003). Sa&uacute;de mental e Psicologia do trabalho. <i>S&atilde;o Paulo em Perspectiva, 17</i>(2), 102-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477500&pid=S0006-5943201400020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hoffman, M.A.S. (2007). <i>Proposta do Banco do Brasil e a percep&ccedil;&atilde;o dos funcion&aacute;rios. </i>Trabalho de conclus&atilde;o para o curso de especializa&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o de Neg&oacute;cios Financeiros, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Cascavel-RS.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477502&pid=S0006-5943201400020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lau, R.S.M. (2000). Quality of working life and performance. An ad hoc investigation of tow elements in the service profit chain model. <i>International Journal of Service Industry Management, 11 </i>(5), 422-437.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477504&pid=S0006-5943201400020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Leiter, M.P. &amp; Durup, M.J. (1996). Work, home, and in-between: A longitudinal study of spillover. Journal of Applied Behavioral Science 32(1), 29-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477506&pid=S0006-5943201400020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Locke, E.A. (1969). What is job satisfaction? <i>Organizational Behavior and Human Performance</i>, 4(4), 309-336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477508&pid=S0006-5943201400020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Martinez, M.C. &amp; Paraguay, A.I.B.B. (2003). Satisfa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de no trabalho: Aspectos conceituais e metodol&oacute;gicos. <i>Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 6</i>, 59-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477510&pid=S0006-5943201400020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Martins, A.M.L.P. (2010). <i>Qualidade de vida no trabalho, satisfa&ccedil;&atilde;o profissional e sali&ecirc;ncia das atividades em adultos trabalhadores</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477512&pid=S0006-5943201400020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nadler, D.A. &amp; Lawler, E.E. (1983). Quality of work life: Perspectives and directions. <i>Organizational Dynamics, 11</i>(3), 20-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477514&pid=S0006-5943201400020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Oliveira, J.P.O.B. (2009). <i>Rela&ccedil;&atilde;o entre inten&ccedil;&atilde;o de turnover, qualidade de vida no trabalho e satisfa&ccedil;&atilde;o profissional: Estudo explorat&oacute;rio numa das melhores empresas para trabalhar em Portugal. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477516&pid=S0006-5943201400020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Robbins, S. (1989). <i>Organizational behavior: Concepts, controversies and applications. </i>Englewood Cliffs, Prentice-Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477518&pid=S0006-5943201400020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rodrigues, C.M.C. (1998). Qualidade de vida no trabalho (QVT) e sua influ&ecirc;ncia na filosofia de qualidade total: Estudo realizado em n&iacute;vel gerencial em ind&uacute;strias frigor&iacute;ficas. <i>8<sup>o</sup> Congresso Brasileiro de Agronomia. Anais. Florian&oacute;polis: ABERGO, </i>863-869.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477520&pid=S0006-5943201400020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rueda, F.J.M. (2013). <i>Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida no Trabalho - Escala-QVT</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477522&pid=S0006-5943201400020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Santos, F.R. (2000). Satisfacci&oacute;n, bienestar y calidad de vida en el trabajo. <i>Revista Espa&ntilde;ola de Investigaciones Sociol&oacute;gicas, 92</i>, 11-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477524&pid=S0006-5943201400020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Silva, N. &amp; Tolfo, S.R. (1999). Qualidade de vida no trabalho e cultura organizacional: Um estudo no ramo hoteleiro de Florian&oacute;polis/SC/Brasil. <i>Revista Convergencia de Ciencias Sociales, 6</i>(20), 275-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477526&pid=S0006-5943201400020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Siqueira, M.M.M. (1995). <i>Antecedentes de comportamentos de cidadania organizacional: An&aacute;lise de um modelo p&oacute;s-cognitivo</i>. Tese de Doutorado. Instituto de PsicologiaUniversidade de Bras&iacute;lia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477528&pid=S0006-5943201400020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Siqueira, M.M.M. (2008). Satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. In: M. M. M. Siqueira (Org.). <i>Medidas do comportamento organizacional</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477530&pid=S0006-5943201400020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sirgy, M.J.; Efraty, D.; Siegel, P. &amp; Lee, D. (2001). A new measure of quality of work life (QWL) based on need satisfaction and spillover theories. <i>Social Indicators Research, 55</i>, 241-302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477532&pid=S0006-5943201400020000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Suehiro, A.C.B.; Santos, A.A.A.; Hatamoto, C.T. &amp; Cardoso, M.M. (2008). Vulnerabilidade ao estresse e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho em profissionais do programa de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. <i>Boletim de Psicologia, LVIII </i>(129), 205-218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477534&pid=S0006-5943201400020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Suttle, J.L. (1977). Improving life at work: Problems and prospects, In J. R. Hackman &amp; J. L. Suttle (Eds), <i>Improving life at work: Behavioral science approaches to organizational change. </i>Santa Monica: Goodyear Publishing Company.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477536&pid=S0006-5943201400020000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Timossi, L.S.; Francisco, A.C.; Santos Jr., G. &amp; Xavier, A.A.P. (2010). An&aacute;lise da qualidade de vida no trabalho de colaboradores com diferentes n&iacute;veis de instru&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise de correla&ccedil;&otilde;es. <i>Produ&ccedil;&atilde;o, 20</i>(3), 471-480.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477538&pid=S0006-5943201400020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Timossi, L.S.; Pedroso, B.; Pilatti, L.A. &amp; Francisco, A.C. (2009). Adapta&ccedil;&atilde;o do modelo de Walton para avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida no trabalho. <i>Revista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica UEM, 20</i>(3), 395-405.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477540&pid=S0006-5943201400020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Walton, R.E. (1973). Quality of working life: what is it? <i>Slow Management Review, 15</i>(1), 11-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477542&pid=S0006-5943201400020000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Zanelli, J.C. (2002). <i>O psic&oacute;logo nas organiza&ccedil;&otilde;es de trabalho</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=477544&pid=S0006-5943201400020000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em 19/11/13    <br> Revisto em 03/12/14    <br> Aceito em 05/12/14</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="add1"></a><a href="#add">*</a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia: Rua Alexandre Rodrigues Barbosa, 45, Centro, Itatiba, S&atilde;o Paulo. CEP: 13251-900. Telefone: (011) 4534-8034. E-mail: <a href="mailto:fabian.m.rueda@gmail.com">fabian.m.rueda@gmail.com</a>    <br>     <a name="not1"></a><a href="#not1a">1</a> Termo oriundo do neofuncionalismo, que faz refer&ecirc;ncia a determinados processos que "repercutem" e provocam a integra&ccedil;&atilde;o de outros processos ao sistema. No caso do estudo em quest&atilde;o, diz respeito &agrave; forma como a ado&ccedil;&atilde;o de medidas de gest&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o laboral podem repercutir em outras &aacute;reas do trabalho e da vida.</font></p>     ]]></body>
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<collab>NCME</collab>
<source><![CDATA[Standards for educational and psychological testing]]></source>
<year>1999</year>
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<surname><![CDATA[Barros]]></surname>
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<source><![CDATA[A promoção de qualidade de vida para os trabalhadores: Discurso, poder e disciplina]]></source>
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<surname><![CDATA[Dancey]]></surname>
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