<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0103-8486</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Psicopedagogia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. psicopedag.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0103-8486</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associacao Brasileira de Psicopedagogia]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0103-84862014000200009</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Possibilidades na intervenção psicopedagógica: as habilidades sociais como alternativa ao estresse]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Possibilities psychoeducational intervention: the social skills as an alternative to stress]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Samora]]></surname>
<given-names><![CDATA[Bruna Machado]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marjorie Cristina Rocha da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Faculdades de Atibaia  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Atibaia SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,UNIFIEO  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Osasco SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<volume>31</volume>
<numero>95</numero>
<fpage>158</fpage>
<lpage>168</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-84862014000200009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0103-84862014000200009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0103-84862014000200009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo deste artigo é refletir sobre a importância da atuação do psicopedagogo na área empresarial, mais especificamente tendo em vista a intervenção psicopedagógica com o uso de vivências para a promoção de habilidades sociais como alternativa ao estresse. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica em artigos científicos dos últimos 10 anos, utilizando como palavras-chave os termos estresse, psicopedagogia e habilidades sociais, bem como foram pesquisados livros, dissertações e teses. Em geral, as pesquisas relatam que os sujeitos com déficits em habilidades sociais dispõem de maior propensão ao estresse, dentro e fora do local de trabalho. E que a atuação do psicopedagogo numa empresa seria de avaliar, obter o conhecimento do problema e intervir, ajudando o sujeito a reelaborar sua vida e readquirindo a sua aprendizagem ao estado normal. Os estudos encontrados apontam que de 25% a 30% dos indivíduos com deficiências em habilidades sociais têm sido vinculados ao estresse. Porém, conclui-se que existe uma escassez de trabalhos interligando a atuação do psicopedagogo na melhoria do estresse por meio do estudo das habilidades sociais, revelando assim a necessidade de futuros estudos, bem como pesquisas que apresentem propostas de intervenção ou prevenção no meio empresarial com exibição de resultados nas aprendizagens.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this article is to discuss the importance of the work of Educational Psychologist in the business area, more specifically considering Educational Intervention with the use of life experiences to promote social skills as an alternative to stress. Therefore, a bibliographic review was performed papers covering the last 10 years, using keywords such as stress, psychological education and social skills. Books, essay and theses were searched for content, samples and guidelines. In general, studies report that subjects with social skills deficits have a higher predisposition to stress within and outside the workplace. The Educational Psychologist's work in corporate businesses should aim to obtain the knowledge of the problems and to intervene by helping the individuals to revise their lives and recover their learning to normal standards. Research and studies have concluded that 25% to 30% of individuals' deficits in social skills are linked to stress. However, it was observed a lack of studies relating the actions of the Educational Psychologist in reducing the stress through the study of social skills, thus revealing the need for future studies as well as research to develop proposals for intervention or prevention in the business environment.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Psicopedagogia empresarial]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Saúde do trabalhador]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[corporate educational psychology]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[organizational psychology]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[occupational health]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><a name="top"></a><b>Possibilidades    na interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica: as habilidades sociais    como alternativa ao estresse</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Possibilities    psychoeducational intervention: the social skills as an alternative to stress</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Bruna Machado    Samora<sup>I</sup>; Marjorie Cristina Rocha da Silva<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Faculdades    de Atibaia (FAAT), Atibaia, SP, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o Strictu Sensu em    Psicologia Educacional/UNIFIEO, Osasco, SP, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1"/>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> O objetivo deste    artigo &eacute; refletir sobre a import&acirc;ncia da atua&ccedil;&atilde;o    do psicopedagogo na &aacute;rea empresarial, mais especificamente tendo em vista    a interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica com o uso de viv&ecirc;ncias    para a promo&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais como alternativa ao estresse.    Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliogr&aacute;fica em artigos cient&iacute;ficos    dos &uacute;ltimos 10 anos, utilizando como palavras-chave os termos estresse,    psicopedagogia e habilidades sociais, bem como foram pesquisados livros, disserta&ccedil;&otilde;es    e teses. Em geral, as pesquisas relatam que os sujeitos com d&eacute;ficits    em habilidades sociais disp&otilde;em de maior propens&atilde;o ao estresse,    dentro e fora do local de trabalho. E que a atua&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo    numa empresa seria de avaliar, obter o conhecimento do problema e intervir,    ajudando o sujeito a reelaborar sua vida e readquirindo a sua aprendizagem ao    estado normal. Os estudos encontrados apontam que de 25% a 30% dos indiv&iacute;duos    com defici&ecirc;ncias em habilidades sociais t&ecirc;m sido vinculados ao estresse.    Por&eacute;m, conclui-se que existe uma escassez de trabalhos interligando a    atua&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo na melhoria do estresse por meio do estudo    das habilidades sociais, revelando assim a necessidade de futuros estudos, bem    como pesquisas que apresentem propostas de interven&ccedil;&atilde;o ou preven&ccedil;&atilde;o    no meio empresarial com exibi&ccedil;&atilde;o de resultados nas aprendizagens.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Unitermos:</b>    Psicopedagogia empresarial. Psicologia Organizacional. Sa&uacute;de do trabalhador.</font></p> <hr noshade size="1"/>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The purpose of    this article is to discuss the importance of the work of Educational Psychologist    in the business area, more specifically considering Educational Intervention    with the use of life experiences to promote social skills as an alternative    to stress. Therefore, a bibliographic review was performed papers covering the    last 10 years, using keywords such as stress, psychological education and social    skills. Books, essay and theses were searched for content, samples and guidelines.    In general, studies report that subjects with social skills deficits have a    higher predisposition to stress within and outside the workplace. The Educational    Psychologist's work in corporate businesses should aim to obtain the knowledge    of the problems and to intervene by helping the individuals to revise their    lives and recover their learning to normal standards. Research and studies have    concluded that 25% to 30% of individuals' deficits in social skills are linked    to stress. However, it was observed a lack of studies relating the actions of    the Educational Psychologist in reducing the stress through the study of social    skills, thus revealing the need for future studies as well as research to develop    proposals for intervention or prevention in the business environment.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    corporate educational psychology. organizational psychology. occupational health.</font></p> <hr noshade size="1"/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As empresas v&ecirc;m    sofrendo transforma&ccedil;&otilde;es e acelera&ccedil;&otilde;es de forma a    despertar diversas mudan&ccedil;as, como, por exemplo, adotar a tecnologia como    um facilitador, causando grande impacto na sociedade, e exigindo dos indiv&iacute;duos    grande benevol&ecirc;ncia para enfrentar esse momento denominado como globaliza&ccedil;&atilde;o.    Para Bauman<sup>1</sup>, a globaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; um processo n&atilde;o    revers&iacute;vel e com um fado inevit&aacute;vel, a qual afeta a todos n&oacute;s.    Tendo em vista essa realidade e as mudan&ccedil;as que ocorrem diariamente,    sabe-se que os sujeitos est&atilde;o expostos &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es    preocupantes, que acabam por acarretar, por exemplo, o estresse. A primeira    rea&ccedil;&atilde;o do estresse existe para que o impacto n&atilde;o seja t&atilde;o    grande ao organismo, por&eacute;m, se a rea&ccedil;&atilde;o for intensa e longa,    o organismo enfraquece e baixa a resist&ecirc;ncia do indiv&iacute;duo, aparecendo    sintomas e doen&ccedil;as, tanto f&iacute;sicas quanto psicol&oacute;gicas<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tem-se por conhecimento    que um ambiente harmonioso no local de trabalho &eacute; de extrema import&acirc;ncia,    para tanto &eacute; necess&aacute;rio investimento na capacita&ccedil;&atilde;o    do funcion&aacute;rio, no elo entre funcion&aacute;rios x empresa, e maior &ecirc;nfase    no trabalho em equipe. Segundo Os&oacute;rio<sup>3</sup>, nos dias de hoje,    o mundo empresarial deve mudar seus paradigmas e dar-se conta de que estamos    saindo da era individualista para entrarmos na era da grupalidade, pois assim    se conquistar&aacute; bom desempenho e sucesso, tanto para os indiv&iacute;duos    como para a empresa. Nesse sentido, compreende-se que os funcion&aacute;rios    sentem motiva&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o quando entendem que    h&aacute; uma raz&atilde;o para trabalhar e qual &eacute; a sua verdadeira import&acirc;ncia    dentro da empresa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nessa perspectiva,    compreende-se que a Psicopedagogia n&atilde;o se refere somente ao &acirc;mbito    escolar, mas tamb&eacute;m ao meio hospitalar, em consult&oacute;rios, ONGs    e empresas. E, portanto, o foco do presente trabalho est&aacute; nas demandas    do campo empresarial. De acordo com Silva<sup>4</sup>, frente aos acontecimentos    e &agrave;s circunst&acirc;ncias as quais podem ser observadas em uma organiza&ccedil;&atilde;o,    a atua&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo numa empresa, unida ao profissional    da &aacute;rea de Recursos Humanos, pode contribuir para o avan&ccedil;o do    conhecimento dos funcion&aacute;rios e na melhoria do talento dos mesmos, n&atilde;o    se esquecendo de dispor o perfil de cada empresa, e alcan&ccedil;ando assim    um resultado positivo para ambas as partes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Psicopedagogia    &eacute; considerada multidisciplinar, pois busca conhecimentos em outros campos<sup>5</sup>.    A aprendizagem &eacute; o centro de estudo da Psicopedagogia e, dentre as formas    de aprendizagem, podem ser citadas as Habilidades Sociais. Estas se referem    aos diferentes comportamentos sociais adquiridos durante a vida para lidarmos    de forma mais adequada &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es interpessoais, por&eacute;m    alguns indiv&iacute;duos t&ecirc;m defici&ecirc;ncia nesses comportamentos<sup>6</sup>.    Nessa perspectiva, numa atua&ccedil;&atilde;o profissional, essas habilidades    sociais (tais como, elogiar, fazer e responder perguntas, manifestar opini&atilde;o,    coordenar grupo, dentre outras) s&atilde;o muito exigidas e variadas numa rela&ccedil;&atilde;o    interpessoal.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Acredita-se que    o intento do psicopedagogo em suas atua&ccedil;&otilde;es &eacute; de somar,    podendo dessa forma alcan&ccedil;ar um bom resultado final. Diante dessas postula&ccedil;&otilde;es,    nesse artigo objetivou-se refletir sobre a import&acirc;ncia da atua&ccedil;&atilde;o    do psicopedagogo na &aacute;rea empresarial, mais especificamente tendo em vista    a interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica com o uso de viv&ecirc;ncias    para a promo&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais como alternativa ao estresse.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>METODO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi realizada uma    revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica que &eacute; o estudo que re&uacute;ne um    corpo de doutrinas feitas com o apoio de publica&ccedil;&otilde;es, tais como    revistas, livros, artigos e outros, permitindo ao pesquisador obter conhecimentos    de uma sucess&atilde;o de fen&ocirc;menos, principalmente quando as informa&ccedil;&otilde;es    est&atilde;o dispersas. De forma geral, a revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica    busca conhecimento e investiga&ccedil;&atilde;o das contribui&ccedil;&otilde;es    cient&iacute;ficas e culturais para a defini&ccedil;&atilde;o de um assunto,    tema ou problema. Tamb&eacute;m conforme apontado por alguns autores &eacute;    importante ressaltar que:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"A revis&atilde;o      de literatura refere-se &agrave; fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica      que voc&ecirc; ir&aacute; adotar para tratar o tema e o problema de pesquisa.      Por meio da an&aacute;lise da literatura publicada voc&ecirc; ir&aacute; tra&ccedil;ar      um quadro te&oacute;rico e far&aacute; a estrutura&ccedil;&atilde;o conceitual      que dar&aacute; sustenta&ccedil;&atilde;o ao desenvolvimento da pesquisa.      [...]</font></p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para elaborar      uma revis&atilde;o de literatura &eacute; recomend&aacute;vel que voc&ecirc;      adote a metodologia de pesquisa bibliogr&aacute;fica. Pesquisa Bibliogr&aacute;fica      &eacute; aquela baseada na an&aacute;lise da literatura j&aacute; publicada      em forma de livros, revistas, publica&ccedil;&otilde;es avulsas, imprensa      escrita e at&eacute; eletronicamente, disponibilizada na Internet"<sup>7</sup>.</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, o artigo    foi organizado a partir de uma pesquisa bibliogr&aacute;fica utilizando os seguintes    descritores: Psicopedagogia, Psicopedagogia empresarial, estresse, habilidades    sociais, e treino em habilidades sociais. As pesquisas foram realizadas atrav&eacute;s    de livros, artigos cient&iacute;ficos, disserta&ccedil;&otilde;es, teses, entre    outros. V&aacute;rias pesquisas tratavam a respeito de treino de habilidades    sociais em professores, pais e crian&ccedil;as e, por esse motivo, foram eliminados,    porque se optou em focar de maneira mais refinada no estudo das habilidades    sociais em empresas como uma alternativa de interven&ccedil;&atilde;o ao estresse    ocupacional. Com base na revis&atilde;o realizada, primeiramente, ser&aacute;    apresentado um breve hist&oacute;rico da Psicopedagogia no Brasil e a import&acirc;ncia    da atua&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo nas empresas. Posteriormente, conceitua&ccedil;&otilde;es    sobre estresse e suas consequ&ecirc;ncias para qualidade de vida no trabalho.    Para finalizar, aponta-se a import&acirc;ncia de avaliar e intervir nas habilidades    sociais como uma a&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica para a interven&ccedil;&atilde;o    ao estresse.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Psicopedagogia:    breve hist&oacute;rico e a fun&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo nas empresas</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conforme destaque    de Bossa<sup>8</sup>, a Psicopedagogia nasceu da necessidade de uma melhor compreens&atilde;o    do processo de aprendizagem, destacando-se o seu car&aacute;ter interdisciplinar.    Deve-se pens&aacute;-la como nova &aacute;rea que, al&eacute;m de solicitar    conhecimentos da Psicologia e Pedagogia, busca construir e organizar o seu pr&oacute;prio    corpo te&oacute;rico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objeto central    de estudo da Psicopedagogia estrutura-se de acordo com o processo de aprendizagem    humana que est&aacute; relacionado com a sua patologia e padr&otilde;es evolutivos    normais<sup>9</sup>. Para Fern&aacute;ndez<sup>10</sup>, o psicopedagogo precisa    fazer a autoan&aacute;lise das suas pr&oacute;prias dificuldades e capacidades    de aprender, pois o seu trabalho requer al&eacute;m de conhecimento e teoria,    necessita de uma edifica&ccedil;&atilde;o de um olhar e uma escuta psicopedag&oacute;gicos    come&ccedil;ando pela investiga&ccedil;&atilde;o de seu pr&oacute;prio aprender.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Semelhantemente,    S&aacute;enz &amp; Plazaola<sup>11</sup> afirmam que, apesar das diferentes    fun&ccedil;&otilde;es e interven&ccedil;&otilde;es que o psicopedagogo pode    exercer, o seu trabalho visa &agrave; promo&ccedil;&atilde;o de modifica&ccedil;&otilde;es    de forma a ajudar no desenvolvimento do indiv&iacute;duo. &Eacute; uma &aacute;rea    nova e que tem despertado curiosidade nos profissionais de &aacute;reas multidisciplinares    que trabalham com indiv&iacute;duos que possuem dificuldades de aprendizagem    ou que lidam com o processo de ensino-aprendizagem<sup>12</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A atua&ccedil;&atilde;o    psicopedag&oacute;gica se d&aacute; de maneira preventiva e terap&ecirc;utica,    tanto no &acirc;mbito escolar, quanto na sa&uacute;de, social, cl&iacute;nica    ou no meio empresarial. Alguns autores<sup>13</sup> salientam que o psicopedagogo    pode contribuir de maneira eficiente na administra&ccedil;&atilde;o da aprendizagem    individual e organizacional, diagnosticando e propondo solu&ccedil;&otilde;es    para problemas relacionados &agrave; aprendizagem na empresa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No meio empresarial,    segundo Silva<sup>4</sup>, a fun&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo &eacute;    analisar, avaliar, incentivar e intervir nos acontecimentos que prejudiquem    o desenvolvimento individual e grupal, estimulando a harmonia e a aprendizagem.    Pode atuar com os profissionais da &aacute;rea de Recursos Humanos e auxili&aacute;-los    em treinamentos, sele&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o pessoal.    Como tamb&eacute;m colher elementos do diagn&oacute;stico organizacional, determinando    e inspecionando a aprendizagem de forma did&aacute;tica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O papel do psicopedagogo    em uma empresa &eacute; de promover a qualidade social e humana. Esse profissional    trabalha diretamente com a educa&ccedil;&atilde;o, no sentido de adaptar o indiv&iacute;duo    em seu lado pessoal e profissional. A autora destaca o trabalho em tr&ecirc;s    fases diferentes e integradas: forma&ccedil;&atilde;o profissional, desenvolvimento    profissional e treinamento para um cargo espec&iacute;fico. O psicopedagogo    empresarial deve interpretar, tomar conhecimento do problema de aprendizagem    e intervir entre o sujeito e a sua hist&oacute;ria que causaram a dificuldade    de aprender<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A psicopedagogia    empresarial &eacute; considerada habilitada para suceder na desordem da rela&ccedil;&atilde;o    de empregado e de empregador. Como afirma Carvalho<sup>15</sup>, a Psicopedagogia    "posiciona-se como a disciplina melhor preparada para intervir nos conflitos    socioculturais de car&aacute;ter danoso poss&iacute;veis nas rela&ccedil;&otilde;es    horizontais e verticais entre empregados e empregadores". Assim sendo, salienta-se    que:</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"Psicopedagogia      empresarial, ampliando formas de treinamento, resgatando a vis&atilde;o do      todo, as m&uacute;ltiplas intelig&ecirc;ncias, trabalhando a criatividade      e os diferentes caminhos para buscar sa&iacute;das, desenvolvendo o imagin&aacute;rio,      a fun&ccedil;&atilde;o human&iacute;stica e dos fundamentos na empresa, ao      construir projetos e dialogar sobre eles"<sup>8</sup>.</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silva<sup>4</sup>    destaca que o psicopedagogo deve ter vis&atilde;o diagn&oacute;stica da empresa    no que se refere &agrave; queixa e &agrave; defici&ecirc;ncia estabelecida no    grupo, bem como averiguar uma pr&eacute;via do hist&oacute;rico, dos objetivos,    da miss&atilde;o e dos valores da empresa. Deve, tamb&eacute;m, informar aos    funcion&aacute;rios sobre a import&acirc;ncia e realiza&ccedil;&atilde;o do    trabalho, assim como a demonstra&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es, de    conduta e de postura, com vistas &agrave; qualidade de vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m,    encontrou-se um artigo de pesquisa bibliogr&aacute;fica<sup>13</sup> referindo-se    a psicopedagogia empresarial no desenvolvimento de preven&ccedil;&atilde;o de    doen&ccedil;as ocupacionais. Este teve como objetivo incluir as fun&ccedil;&otilde;es    do psicopedagogo no processo de ensino aprendizagem com o apoio &agrave; gest&atilde;o    na &aacute;rea dos Recursos Humanos. Segundo a autora, nesse contexto, o psicopedagogo    dever&aacute; atuar em habilidades espec&iacute;ficas, tais como planejamento    estrat&eacute;gico, sele&ccedil;&atilde;o de pessoas, plano de carreira, avalia&ccedil;&atilde;o    do desempenho, comunica&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o, cultura organizativa    e preven&ccedil;&atilde;o de acidente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, a partir    dos textos levantados, verifica-se que a Psicopedagogia atua principalmente    nos problemas ligados &agrave;s dificuldades de aprendizagem em diversos campos    de conhecimento. Entende-se que a Psicopedagogia est&aacute; ligada &agrave;    institui&ccedil;&atilde;o escolar, hospitalar e empresarial, reconhecendo que    a educa&ccedil;&atilde;o e o mercado est&atilde;o passando por grandes mudan&ccedil;as    e, ent&atilde;o, se faz necess&aacute;rio readaptar-se &agrave;s novas aptid&otilde;es    dessa fase. Somando-se a isso, os textos pesquisados apontam para a emerg&ecirc;ncia    das empresas olharem mais apuradamente aos seus funcion&aacute;rios no que diz    respeito &agrave;s quest&otilde;es emocionais, condi&ccedil;&otilde;es de trabalho,    dificuldades de aprendizagem e, principalmente, qualidade de vida. Dentre as    demandas, cita-se o estresse, agravante contempor&acirc;neo que afeta a parte    f&iacute;sica e psicol&oacute;gica do indiv&iacute;duo, sendo esse discorrido    de forma mais pormenorizada a seguir.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Estresse: o    mal do s&eacute;culo</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estresse &eacute;    uma palavra que prov&eacute;m do latim "<i>stringere</i>", e &eacute; considerado    como uma epidemia do s&eacute;culo XXI ou o mal do s&eacute;culo. O estresse    leva a uma baixa resist&ecirc;ncia do organismo, podendo assim o indiv&iacute;duo    ficar vulner&aacute;vel a diversas doen&ccedil;as. Ressalta-se, ainda, que a    rea&ccedil;&atilde;o do estresse no organismo pode ocorrer quando a pessoa sofre    uma situa&ccedil;&atilde;o que a deixa nervosa, desestabilize, deixe-a com medo,    ou at&eacute; fa&ccedil;a-a completamente feliz<sup>16</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com base nos conceitos    de Selye, estresse &eacute; definido como uma rea&ccedil;&atilde;o do organismo,    com componentes f&iacute;sicos e/ou psicol&oacute;gicos, causada pelas altera&ccedil;&otilde;es    psicofisiol&oacute;gicas que ocorrem quando a pessoa se confronta com uma situa&ccedil;&atilde;o    que, de um modo ou de outro, a irrite, amedronte, excite ou confunda, ou mesmo    que a fa&ccedil;a imensamente feliz. A resposta do estresse deve ser entendida    como sendo um processo e n&atilde;o uma rea&ccedil;&atilde;o estanque independente,    pois no momento em que ela se inicia, um longo processo bioqu&iacute;mico se    instala. Independentemente da causa da tens&atilde;o, o in&iacute;cio se manifesta    de modo bastante semelhante em todas as pessoas, com o aparecimento de taquicardia,    sudorese excessiva, tens&atilde;o muscular, boca seca e a sensa&ccedil;&atilde;o    de estar em alerta<sup>16</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo Rossi<sup>17</sup>,    um m&iacute;nimo de estresse &eacute; bom e saud&aacute;vel, pois d&aacute;    for&ccedil;a para a busca de sonhos e objetivos, por&eacute;m o excesso de estresse    e a sobrecarga devem ser observados, pois pode tornar-se prejudicial. De acordo    com Lipp &amp; Malagris<sup>16</sup>, o estresse pode ser dividido em tr&ecirc;s    fases: alerta, resist&ecirc;ncia e exaust&atilde;o. A primeira refere-se ao    momento em que o indiv&iacute;duo inicialmente defronta-se com um estressor    (mudan&ccedil;a de resid&ecirc;ncia, f&eacute;rias, entre outros), despertando    uma rea&ccedil;&atilde;o de alerta de "luta ou fuga" que pode durar algumas    horas at&eacute; a estabiliza&ccedil;&atilde;o da adrenalina e da homeostase.    N&atilde;o causa consequentemente nenhum dano e se a pessoa souber administrar    seu estresse nesse per&iacute;odo, pode desenvolver uma &oacute;tima produtividade,    motiva&ccedil;&atilde;o, satisfa&ccedil;&atilde;o e energia. O segundo trata-se    do estressor (discuss&otilde;es familiares, mudan&ccedil;a de responsabilidade    no trabalho, entre outros) que permanece a uma intensidade excessiva, mas n&atilde;o    letal, de maneira que o organismo tenta lutar e reestabelecer o equil&iacute;brio    interno. Por&eacute;m, se os sintomas persistirem por um longo tempo, as doen&ccedil;as    come&ccedil;am a aparecer, como: sensa&ccedil;&atilde;o de desgaste e dificuldades    com a mem&oacute;ria, e, nessa situa&ccedil;&atilde;o, o estresse est&aacute;    a caminho de entrar em sua fase mais cr&iacute;tica, chamada exaust&atilde;o.    Essa terceira fase perdura por mais tempo juntamente com outros estressores    que possam ocorrer (morte de familiar, problemas financeiros, entre outros).    A exaust&atilde;o psicol&oacute;gica come&ccedil;a a ser afetada mais rapidamente    causando ao indiv&iacute;duo depress&atilde;o, ansiedade, vontade de fugir da    realidade; e na parte f&iacute;sica, doen&ccedil;as como &uacute;lceras g&aacute;stricas,    hipertens&atilde;o, ataque card&iacute;aco, psor&iacute;ase, diabetes, dentre    outras.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma classe de estressores    destacada reporta-se ao relacionamento interpessoal no trabalho, quando as intera&ccedil;&otilde;es    entre n&iacute;veis hier&aacute;rquicos, autoridades ou subordinados s&atilde;o    remetidas a um conflito<sup>18</sup>. E, ent&atilde;o &eacute; importante procurar    t&eacute;cnicas para control&aacute;-lo, o que &eacute; chamado de <i>coping</i>,    estrat&eacute;gias de enfrentamento desenvolvidas para dominar e se adaptar    &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de estresse. S&atilde;o utilizados para tanto    recursos que incluem sa&uacute;de e energia, habilidades de solu&ccedil;&atilde;o    de problemas, habilidades sociais, entre outros<sup>19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns programas    para controlar e tornar o estresse mais moderado tamb&eacute;m envolvem a combina&ccedil;&atilde;o    de relaxamento e t&eacute;cnicas cognitivo-comportamentais<sup>20</sup>. Conforme    Baratella<sup>21</sup>, a musicoterapia atinge tamb&eacute;m, com enorme efic&aacute;cia,    objetivos psicoprofil&aacute;ticos, sendo indicada no gerenciamento da ansiedade    e do estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estresse &eacute;    um assunto pesquisado e investigado de forma muito ampla, e existem v&aacute;rios    profissionais especializados na &aacute;rea. A seguir podem-se conferir alguns    estudos de caso que abarcam a pesquisa e interven&ccedil;&atilde;o em diferentes    fases do estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cabuss&uacute;<sup>19</sup>    realizou um artigo de revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica com o objetivo de    estabelecer rela&ccedil;&atilde;o entre a dislexia, o estresse, as complica&ccedil;&otilde;es    neuropsicol&oacute;gicas e psicopedag&oacute;gicas que interferem no tratamento    e processos acad&ecirc;micos. Considerou que os disl&eacute;xicos, ao conviverem    com os sintomas, passam tamb&eacute;m por circunst&acirc;ncias estressantes    que influenciam e interferem suas vidas. E apontou-se que o psicopedagogo e    os outros profissionais devem atuar visando &agrave;s quest&otilde;es educacionais    e tamb&eacute;m as da sa&uacute;de no que se diz respeito aos estressores e    o processo de ensino aprendizagem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Valle et al.<sup>22</sup>    relacionaram a psicopedagogia, o estresse e os dist&uacute;rbios do sono do    professor, a fim de investigar os tipos de sintomas de estresse e dist&uacute;rbios    do sono em professores da rede p&uacute;blica de ensino. O m&eacute;todo da    pesquisa foi explorat&oacute;rio descritivo e foi empregado o Question&aacute;rio    de Fatores de Estresse dos Professores com 165 professores do interior de Minas    Gerais, verificando que 59% possu&iacute;am estresse e 46,7% n&atilde;o dormiam    bem. Os sintomas mais estressantes foram: dupla jornada de trabalho, baixo sal&aacute;rio,    barulho em sala de aula e dificuldade nas rela&ccedil;&otilde;es fam&iacute;lia-escola.    Os autores discutiram que os professores est&atilde;o expostos a diversas situa&ccedil;&otilde;es    estressantes e s&atilde;o exigidos a ajustar-se. E, que, a Psicopedagogia pode    auxiliar a fim de conscientizar, por meio de recursos de integra&ccedil;&atilde;o    social, organismos p&uacute;blicos e institui&ccedil;&otilde;es educacionais    a abordar a import&acirc;ncia de combater o estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao longo da literatura,    percebe-se que embora seja dif&iacute;cil alterar as condi&ccedil;&otilde;es    que proporcionam o estresse &agrave;s pessoas, a realiza&ccedil;&atilde;o de    programas comportamentais apropriados e treinos podem ajudar os indiv&iacute;duos    a lidar com as dificuldades presentes em sua vida, sendo uma destas dificuldades    a defici&ecirc;ncia em Habilidades Sociais. Nesse sentido, entende-se que os    indiv&iacute;duos com defici&ecirc;ncias nas habilidades sociais podem ter maior    desenvolvimento do estresse, tanto dentro quanto fora do local de trabalho.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Habilidades    sociais</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Treinamento de    Habilidades Sociais (THS) iniciou-se na Inglaterra em 1970 e recebeu ajuda da    &aacute;rea de Treinamento Assertivo (TA), mas o primeiro &eacute; considerado    hoje a &aacute;rea mais abrangente e original, unida &agrave; Psicologia Cl&iacute;nica    e do Trabalho, e mais atualmente &agrave; Psicologia Social, Educacional, Desenvolvimento,    Evolutiva, entre outras. Considera-se o THS nos dias de hoje uma &aacute;rea    de pesquisa emp&iacute;rica e te&oacute;rica<sup>6</sup>. O THS tem grandes    estudiosos para o seu m&eacute;todo de interven&ccedil;&atilde;o<sup>23</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para Del Prette    &amp; Del Prette<sup>6</sup>, o termo habilidades sociais diferencia-se de desempenho    social e de compet&ecirc;ncia social. O desempenho social &eacute; o conjunto    de comportamentos emitidos em uma ocasi&atilde;o social qualquer. As habilidades    sociais pressup&otilde;em a exist&ecirc;ncia de diferentes categorias de comportamentos    sociais na colet&acirc;nea do indiv&iacute;duo para lidar com as demandas das    situa&ccedil;&otilde;es interpessoais, enquanto, a compet&ecirc;ncia social    est&aacute; atrelada aos efeitos do desempenho social e &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es    vividas pelo indiv&iacute;duo. Caballo<sup>24</sup> aprecia que o comportamento    h&aacute;bil &eacute; uma uni&atilde;o de comportamentos em um determinado contexto    interpessoal, podendo manifestar suas qualidades morais, postura, modo de pensar    ou de ver, de acordo com a situa&ccedil;&atilde;o posta e frequentemente resolvendo    problemas para diminuir as chances de um futuro duvidoso.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar de n&atilde;o    ter uma idade definida para aprender sobre o desenvolvimento das habilidades    sociais, esta se estabelece de forma mais proveitosa na inf&acirc;ncia<sup>25</sup>.    Outros autores<sup>6</sup> destacam que a aprendizagem das habilidades sociais    come&ccedil;a no ambiente familiar e escolar, sendo que no familiar os pais    fazem a media&ccedil;&atilde;o para a aprendizagem das mesmas. Nesse sentido,    ressalta-se que:</font></p>     <blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"A habilidade      social educativa parental (HSE-P) manter conversa&ccedil;&atilde;o ou dialogar      com os filhos &eacute; indispens&aacute;vel no contexto educativo, pois pode      ser considerada como o repert&oacute;rio inicial para o desenvolvimento de      outras habilidades, tais como: fazer perguntas, expressar sentimentos e opini&otilde;es"<sup>26</sup>.</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Existem pesquisas    no campo da THS que apresentam que as pessoas socialmente competentes t&ecirc;m    voca&ccedil;&atilde;o para exibir rela&ccedil;&otilde;es pessoais e profissionais    mais proveitosas, aceit&aacute;veis e por longo per&iacute;odo, al&eacute;m    de serem associadas a melhor sa&uacute;de f&iacute;sica, mental e bom funcionamento    psicol&oacute;gico<sup>6</sup>. Por outro lado, as defici&ecirc;ncias em habilidades    sociais atingem pr&oacute;ximo de 25% a 30% dos pacientes com transtornos emocionais<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os indiv&iacute;duos    com defici&ecirc;ncias em habilidades sociais t&ecirc;m ind&iacute;cios de caracter&iacute;sticas    comportamentais, tais como autoafirma&ccedil;&atilde;o, inseguran&ccedil;a,    desamparo, busca de poder e baixa compet&ecirc;ncia. E, nota-se que o d&eacute;ficit    em habilidades sociais contribui e relaciona-se ao desenvolvimento do estresse<sup>6,28</sup>.    Torna-se not&aacute;vel que as defici&ecirc;ncias em habilidades sociais, como    a falta de assertividade e a dificuldade de expressar sentimentos, t&ecirc;m    sido vinculadas ao estresse, sendo estes um estressor interno, que possuem liga&ccedil;&atilde;o    ao modo de pensar e de se comportar do indiv&iacute;duo<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por conta desses    d&eacute;ficits em habilidades sociais, os indiv&iacute;duos acabam transparecendo    suas dificuldades nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, mesmo n&atilde;o    querendo demonstrar. Segundo Burnier<sup>29</sup>, os trabalhadores ainda tendem    a enfrentar a competitividade, especializarem-se &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es    da tecnologia no trabalho, o complexo das rela&ccedil;&otilde;es sociais e os    diferentes grupos com as suas utopias, proporcionando, al&eacute;m do in&iacute;cio    da subdivis&atilde;o do trabalho, o aumento de estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em outro estudo<sup>23</sup>    se destaca que os atuais padr&otilde;es organizacionais que determinam a reorganiza&ccedil;&atilde;o    lucrativa t&ecirc;m urg&ecirc;ncia nos processos de trabalho se ligam diretamente    &agrave; natureza e qualidade das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais. Por    esse motivo, percebe-se que "os d&eacute;ficits em habilidades sociais est&atilde;o    geralmente associados a dificuldades e conflitos com outras pessoas, &agrave;    pior qualidade de vida e a diversos tipos de transtornos psicol&oacute;gicos"<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As contribui&ccedil;&otilde;es    das habilidades sociais como forma de interven&ccedil;&atilde;o para o enfrentamento    do estresse permitem analisar os &acirc;ngulos observ&aacute;veis ou n&atilde;o    observ&aacute;veis do comportamento. Segundo Del Prette et al.<sup>30</sup>,</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>        <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"os &acirc;ngulos      observ&aacute;veis referem-se &agrave;s classes comportamentais amplas ou      molares como fazer e responder (a) cumprimentos elogios, expressar opini&otilde;es      e discord&acirc;ncias, iniciar, manter e encerrar conversa&ccedil;&otilde;es,      fazer cr&iacute;ticas e responder a elas etc. e, tamb&eacute;m, a seus componentes      moleculares verbais e n&atilde;o-verbais, como de tom de voz, contato visual,      gestos, postura etc".</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Enquanto, os &acirc;ngulos    n&atilde;o observ&aacute;veis de comportamento, ainda conforme os autores incluem    pensamentos, percep&ccedil;&otilde;es e representa&ccedil;&otilde;es que precedem,    acompanham ou seguem o desempenho social. Os autores descrevem, ainda, a import&acirc;ncia    das habilidades sociais com outros indiv&iacute;duos, pois o fato de conviver    com pessoas com culturas e subculturas diferentes contribui para que o desempenho    social seja competente, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas que n&atilde;o    t&ecirc;m esse conv&iacute;vio. Tamb&eacute;m para Pellegrini et al.<sup>31</sup>,    o aumento das habilidades sociais propicia o acr&eacute;scimo da percep&ccedil;&atilde;o    do sujeito sobre sua compet&ecirc;ncia, determinando a sua autoafirma&ccedil;&atilde;o    em resolver seus problemas de maneira adequada e controlando o estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma das pesquisas    que cooperam para buscar formas de enfrentamento do estresse com as contribui&ccedil;&otilde;es    das habilidades sociais &eacute; a de Del Prette et al.<sup>30</sup>, na qual    &eacute; retratado um estudo multic&ecirc;ntrico sobre o Treino de Habilidades    Sociais. Teve por objetivo qualificar esse repert&oacute;rio com 564 estudantes    do in&iacute;cio ao t&eacute;rmino do curso de Psicologia, de ambos os sexos,    sendo que 83% eram mulheres, com idade m&eacute;dia de 21 anos, sendo os estudantes    de Minas Gerais, S&atilde;o Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. Os estudantes responderam    a um invent&aacute;rio sobre autorelato IHS de Del-Prette &amp; Del Prette<sup>23</sup>,    formado por cinco fatores: enfrentamento e autoafirma&ccedil;&atilde;o (F1);    express&atilde;o de afeto positivo (F2); conversa&ccedil;&atilde;o e desenvoltura    social (F3); autoexposi&ccedil;&atilde;o a desconhecidos e situa&ccedil;&otilde;es    novas (F4); e autocontrole da agressividade (F5). Os resultados apontaram que    os estudantes de Psicologia, de ambos os sexos, apresentaram resultados muito    superiores nos fatores F1, F3 e F4, e escores inferiores nos fatores F2 e F5.    A idade apresentou uma diferen&ccedil;a significativa s&oacute; no fator F4    para o estado de S&atilde;o Paulo e no F5 para os estados da Bahia e Rio de    Janeiro, nos quais os estudantes mais novos tiveram resultados mais altos do    que os mais velhos. Houve perfis afins nos estados de Minas Gerais, Bahia, Rio    de Janeiro e S&atilde;o Paulo para os fatores F3 e F4. Contudo, o Rio de Janeiro    apresentou o escore mais alto nas habilidades de assertividade em rela&ccedil;&atilde;o    ao restante do grupo. Sup&otilde;e-se que em grandes metr&oacute;poles e, principalmente,    no Rio de Janeiro, o n&iacute;vel do estresse &eacute; maior e gera mais inquieta&ccedil;&atilde;o    com a completude e a seguran&ccedil;a dos indiv&iacute;duos, podendo prejudicar    na expressividade de sentimentos positivos, por&eacute;m essas informa&ccedil;&otilde;es    devem ser investigadas. Nos estados de S&atilde;o Paulo e Minas Gerais destacaram-se    nos fatores F2 e F5.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros autores<sup>27</sup>    fizeram um estudo sobre estresse e habilidades sociais em estudantes de medicina    na Universidade do Rio de Janeiro com o objetivo de investigar o n&iacute;vel    de estresse e as habilidades sociais de estudantes do primeiro ao sexto ano    de medicina. Ao total foram 178 estudantes, dos quais 105 eram mulheres e as    suas idades variavam entre 17 e 41 anos. Foi utilizado o Invent&aacute;rio de    Sintomas de Stress para Adultos de Lipp e Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais    de Del Prette e Del Prette. As sete fontes de estresses mais apontadas pelos    estudantes foram: professores injustos, a exagerada quantia de mat&eacute;ria    para estudo, excesso de provas, provas orais, falta de tempo para divers&atilde;o,    &agrave;s probabilidades como futuro m&eacute;dico e o medo de mau &ecirc;xito    nos estudos. O grupo feminino apresentou m&eacute;dia mais elevada e instiga-se    que as mulheres t&ecirc;m mais propens&atilde;o e intensifica&ccedil;&atilde;o    &agrave;s fontes de estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    ao n&iacute;vel de estresse, o Invent&aacute;rio de Sintomas de Stress para    Adultos de Lipp apresentou que 65,2% dos alunos t&ecirc;m estresse, sendo que    60,7% est&atilde;o na fase de exaust&atilde;o, 3,9% na fase de quase exaust&atilde;o    e 0,6% na fase de alerta. Quanto &agrave;s habilidades sociais avaliadas, se    enfatizou aquelas ligadas &agrave; assertividade. Houve uma rela&ccedil;&atilde;o    expressiva no grupo dos homens com um repert&oacute;rio elaborado das habilidades    sociais de 73,9%, e 26,1% estavam na fase de resist&ecirc;ncia. Todavia, a minoria    dos homens que tiveram 32,5% em d&eacute;ficit em habilidades sociais e apresentaram    62,5% estresse, na fase de resist&ecirc;ncia. No que diz respeito ao grupo das    mulheres com baixas habilidades sociais, 31,6% n&atilde;o apresentaram estresse    e 68,4% estavam em fase de resist&ecirc;ncia. Neste estudo, as defici&ecirc;ncias    em habilidades sociais vinculadas ao estresse desempenharam uma incid&ecirc;ncia    tanto para homens quanto para mulheres.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro estudo<sup>32</sup>    considerou o manejo do estresse ocupacional em 74 funcion&aacute;rios administrativos    de uma faculdade privada. Foram feitas 12 sess&otilde;es psicoeducativas e aplicada    a Interven&ccedil;&atilde;o Multimodal de Manejo de Estresse, Treino em Habilidades    Sociais e Escala de Coping Ocupacional. Intentava-se executar o programa com    os funcion&aacute;rios e averiguar se os resultados no pr&eacute; e p&oacute;s-teste    diferenciavam-se em imunidade, press&atilde;o arterial, respostas orais sobre    o estresse, as habilidades sociais e <i>coping</i> de problemas no trabalho.    A m&eacute;dia do pr&eacute;-teste na Interven&ccedil;&atilde;o do Manejo do    Estresse foi de 2,46 e, do p&oacute;s-teste, 1,72, enquanto nas habilidades    sociais foi de 0,44, no pr&eacute;-teste, e o p&oacute;s-teste de 0,49. Uma    suposi&ccedil;&atilde;o feita pelos pesquisados foi que a interven&ccedil;&atilde;o    do manejo do estresse seria muito mais expressiva do que as de habilidades sociais,    por&eacute;m a atenua&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de participantes com    estresse chegou perto das outras interven&ccedil;&otilde;es e os resultados    alcan&ccedil;ados n&atilde;o acharam a supremacia de um modelo de interven&ccedil;&atilde;o    sobre outro. Nesse sentido, se especulou que as habilidades sociais afetariam    rea&ccedil;&otilde;es de estresse por uma via cognitiva, e outra comportamental.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pellegrini et al.<sup>31</sup>    prepararam um estudo para investigar sobre as habilidades sociais e a administra&ccedil;&atilde;o    do tempo como diversific&aacute;veis do controle do estresse. A pesquisa incluiu    83 universit&aacute;rios dos cursos de Biologia, de Engenharia Civil e de Psicologia,    que responderam aos invent&aacute;rios de Estresse, de Habilidades Sociais e    de Administra&ccedil;&atilde;o de Tempo. De acordo com os achados, subentende-se    que os indiv&iacute;duos administram mal e/ou de maneira mediana o seu tempo,    e o n&iacute;vel de estresse do mesmo &eacute; mais elevado. Os d&eacute;ficits    em habilidades sociais n&atilde;o agregaram a presen&ccedil;a de estresse, ou    seja, n&atilde;o houve liga&ccedil;&atilde;o entre d&eacute;ficit em habilidades    sociais e o estresse. O curso de Engenharia Civil teve o menor quadro de estresse    e maiores dificuldades no fator de enfrentamento e de autoafirma&ccedil;&atilde;o    com risco, o que leva &agrave; hip&oacute;tese de que as pessoas que atuam na    &aacute;rea de exatas sejam menos sens&iacute;veis &agrave; auto-observa&ccedil;&atilde;o    f&iacute;sica e psicol&oacute;gica, se comparadas aos estudantes das &aacute;reas    de humanas e biol&oacute;gicas. Foi observado que, tanto as mulheres que tiveram    baixas habilidades como as que tiveram altas habilidades sociais, apresentaram    em sua maioria, estresse. Em contrapartida, os homens que tiveram baixas habilidades,    como os que tiveram altas habilidades sociais, n&atilde;o apresentaram estresse.    Por&eacute;m, a maioria dos estudantes, tanto com estresse como sem estresse    exibiram baixas habilidades sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conclui-se que    as defici&ecirc;ncias em habilidades sociais podem causar ao indiv&iacute;duo    uma qualidade de vida escassa, podendo afetar sua sa&uacute;de f&iacute;sica    e mental, as quais est&atilde;o relacionadas ao surgimento do estresse. Destaca-se    que, na maioria das vezes, as pessoas possuem as habilidades sociais, mas n&atilde;o    as utilizam por causa das dificuldades de leitura do ambiente, ansiedade e cren&ccedil;as    confusas<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tais achados podem    servir de incentivo para futuras pesquisas no que diz respeito &agrave; Psicopedagogia,    ao estresse e &agrave;s habilidades sociais dentro do ambiente de trabalho,    pois existe uma escassez de estudos nessa &aacute;rea. Salienta-se a relev&acirc;ncia    no uso de viv&ecirc;ncias para promover as habilidades sociais, pois assim os    indiv&iacute;duos com maiores n&iacute;veis de estresse poderiam desenvolver    mais as habilidades necess&aacute;rias para o enfrentamento desses estressores.    E, com a ajuda de um profissional especializado, como o psicopedagogo, cooperar    para o desenvolvimento pessoal, profissional e sadio dos mesmos e, consequentemente,    implicar em melhores resultados para a empresa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES    FINAIS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por meio da revis&atilde;o    da literatura se verificou a import&acirc;ncia da atua&ccedil;&atilde;o do psicopedagogo    na &aacute;rea empresarial, sendo que essa &eacute; de investigar, olhar atentamente    o clima organizacional, analisar o problema em particular, e intervir de acordo    com a realidade da organiza&ccedil;&atilde;o. No que se refere &agrave;s habilidades    sociais, a literatura aponta a import&acirc;ncia de avaliar e intervir com os    treinos de habilidades sociais dentro e fora das empresas para amenizar o estresse    do dia-a-dia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi necess&aacute;rio    considerar tamb&eacute;m sobre o estresse, pois causa &agrave;s pessoas cansa&ccedil;o    f&iacute;sico e mental e, se n&atilde;o amenizado, pode trazer s&eacute;rias    complica&ccedil;&otilde;es. Sabe-se que, especialmente no ambiente de trabalho,    os indiv&iacute;duos precisam comportar-se adequadamente, mesmo estando em fase    de quase exaust&atilde;o. Pela literatura, verificou-se que as dificuldades    nas habilidades sociais podem causar grandes transtornos emocionais e comportamentais,    inclusive desencadear o estresse. E, que se aponta que os d&eacute;ficits em    habilidades sociais, como a aus&ecirc;ncia da assertividade e contratempo de    expressar sentimentos est&atilde;o vinculados ao estresse. Al&eacute;m de que    as defici&ecirc;ncias em habilidades sociais t&ecirc;m sido ligadas ao estresse    por esses serem considerados estressores internos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante a revis&atilde;o    bibliogr&aacute;fica, n&atilde;o foram encontradas literaturas especificamente    vinculadas &agrave;s habilidades sociais, Psicopedagogia e o estresse no contexto    empresarial, revelando que os mesmos conjuntamente s&atilde;o assuntos ainda    pouco estudados, dificultando a busca de discuss&otilde;es. De forma mais pr&oacute;xima    ao objetivo proposto, encontrou-se apenas um artigo em que se comenta sobre    a Psicopedagogia, o estresse e os dist&uacute;rbios de sono no professor. O    mesmo p&ocirc;de auxiliar na reflex&atilde;o sobre a atua&ccedil;&atilde;o do    psicopedagogo, juntamente com profissionais da &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o,    assim podendo intervir na aprendizagem do indiv&iacute;duo. Houve maiores possibilidades    de artigos relacionados a habilidades sociais e estresse, em crian&ccedil;as,    adolescentes e adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sugere-se que novos    estudos, inclusive emp&iacute;ricos, sejam feitos para melhor aprimoramento    dos d&eacute;ficits em habilidades sociais e a melhoria do ac&uacute;mulo de    estresse. Nesse sentido, podem-se desenvolver pesquisas e servi&ccedil;os de    assessoria psicopedag&oacute;gica que visem n&atilde;o somente prevenir e tratar    o estresse excessivo no sujeito, mas, tamb&eacute;m, criar programas para a    amplia&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais para auxiliar na preven&ccedil;&atilde;o    de estressores internos e externos. Esses programas podem sinalizar uma forma    de planejamento para os indiv&iacute;duos identificarem e planejarem uma resolu&ccedil;&atilde;o    do problema, quando estes reconhecerem os fatores de risco do estresse e os    d&eacute;ficits nas habilidades sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, as lacunas    na intersec&ccedil;&atilde;o entre esses temas e para essa popula&ccedil;&atilde;o    precisam ser mais estudadas e aperfei&ccedil;oadas, pois a necessidade manifestada    dos indiv&iacute;duos em rela&ccedil;&atilde;o aos d&eacute;ficits das habilidades    sociais &eacute; grande, e ainda somam-se ao estresse. O trabalho psicopedag&oacute;gico    pode contribuir para a realiza&ccedil;&atilde;o de programas na &aacute;rea    dos Recursos Humanos de uma empresa, melhorar a aptid&atilde;o dos servi&ccedil;os    prestados e a qualidade de vida dos seus colaboradores, e ainda ser de grande    relev&acirc;ncia e utilidade para os indiv&iacute;duos que se interessarem pelo    assunto aqui exposto.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Bauman Z. Globaliza&ccedil;&atilde;o:    as consequ&ecirc;ncias humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370928&pid=S0103-8486201400020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Lipp MEN. O    stress est&aacute; dentro de voc&ecirc;. 7&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Contexto;    2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370930&pid=S0103-8486201400020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Os&oacute;rio    LC. Psicologia grupal: uma nova disciplina para o advento de uma era. 1&ordf;    ed. Porto Alegre: Artmed; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370932&pid=S0103-8486201400020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Silva LMP. Psicopedagogia    empresarial: as possibilidades de atua&ccedil;&atilde;o de um psicopedagogo    numa empresa. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.profjoaobeauclair.net/visualizar.php?idt=1235591" target="_blank">http://www.profjoaobeauclair.net/visualizar.php?idt=1235591</a>&gt;.    Acesso em: 21/1/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370934&pid=S0103-8486201400020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Griz MGS. O    caminho para a transdisciplinaridade. Rev Psicop. 2006;23(70):77-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370936&pid=S0103-8486201400020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Del Prette A,    Del Prette ZAP. Psicologia das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais: viv&ecirc;ncias    para o trabalho em grupo. Petr&oacute;polis: Vozes; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370938&pid=S0103-8486201400020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Silva EL, Menezes    EM. Metodologia da pesquisa e elabora&ccedil;&atilde;o de disserta&ccedil;&atilde;o.    4&ordf; ed. Florian&oacute;polis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2005.    138p. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/full/10232%3E" target="_blank">http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/full/10232%3E</a>.    Acesso em: 21/1/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370940&pid=S0103-8486201400020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Bossa NA. A    Psicopedagogia no Brasil: contribui&ccedil;&otilde;es a partir da pr&aacute;tica.    2&ordf; ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370942&pid=S0103-8486201400020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Kiguel SM. Abordagem    psicopedag&oacute;gica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas;    1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370944&pid=S0103-8486201400020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Fern&aacute;ndez    A. A intelig&ecirc;ncia aprisionada. Porto Alegre: Artmed; 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370946&pid=S0103-8486201400020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. S&aacute;enz    MM, Plazaola MO. O papel do psicopedagogo na an&aacute;lise da demanda: avalia&ccedil;&atilde;o,    orienta&ccedil;&atilde;o e acompanhamento. In: Monereo C, Sol&eacute; I, orgs.    O assessoramento psicopedag&oacute;gico: uma perspectiva profissional e construtivista.    Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas Sul; 2000. p.181-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370948&pid=S0103-8486201400020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Grassi TM.    Psicopedagogia: um olhar, uma escuta. Curitiba: Ibpex; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370950&pid=S0103-8486201400020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Machineski    RS, Silva RTM, Machado ACTA. Atua&ccedil;&atilde;o e potencialidades do psicopedagogo    na &aacute;rea de recursos humanos empresarial. Encic Bioesfera. 2011;7(13):1620-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370952&pid=S0103-8486201400020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Nascimento    CT. A Psicopedagogia e a aprendizagem organizacional: a import&acirc;ncia da    gest&atilde;o do conhecimento na administra&ccedil;&atilde;o de recursos humanos    [Internet]. 2008 Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1027" target="_blank">http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1027</a>.    Acesso em: 2/10/2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370954&pid=S0103-8486201400020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Carvalho MO.    Interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica nas empresas: a relev&acirc;ncia    da constru&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos profil&aacute;ticos e assertivos    que visem &agrave; erradica&ccedil;&atilde;o do fen&ocirc;meno ass&eacute;dio    moral. Rev Psicop. 2009;26(80):313-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370956&pid=S0103-8486201400020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Lipp MEN, Malagris    LEN. Manejo do stress. In: Rang&eacute; B, ed. Psicoterapia comportamental cognitiva:    pesquisa, pr&aacute;tica, aplica&ccedil;&otilde;es e problemas. Campinas: Psy;    1996. p.279-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370958&pid=S0103-8486201400020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Rossi AM, Perrew&eacute;    PL, Sauter SL. Stress e qualidade de vida no trabalho: perspectivas atuais da    sa&uacute;de profissional. S&atilde;o Paulo: Atlas; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370960&pid=S0103-8486201400020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Paschoal T,    Tamayo A. Valida&ccedil;&atilde;o da escala de estresse no trabalho. Estud Psicol.    2004;9(1): 45-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370962&pid=S0103-8486201400020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Cabuss&uacute;    MAST. Dislexia e estresse: implica&ccedil;&otilde;es neuropsicol&oacute;gicas    e psicopedag&oacute;gicas. Rev Psicop. 2009;26(81):476-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370964&pid=S0103-8486201400020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Murta SG, Tr&oacute;ccoli    BT. Avalia&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&atilde;o em estresse ocupacional.    Psicol Teor Pesqui. 2004;20(1):39-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370966&pid=S0103-8486201400020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Baratella EA.    M&uacute;sica e musicoterapia: uma linguagem da alma. Bragan&ccedil;a Paulista:    Emp&oacute;rio do Livro; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370968&pid=S0103-8486201400020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Valle LER,    Reim&atilde;o R, Malvezzi S. Reflex&otilde;es sobre Psicopedagogia, estresse    e dist&uacute;rbios do sono do professor. Rev Psicop. 2011;28(87): 237-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370970&pid=S0103-8486201400020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Del Prette    A, Del Prette ZAP. No contexto da travessia para o ambiente de trabalho: treinamento    de habilidades sociais com universit&aacute;rios. Estud Psicol. 2003;8(3):413-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370972&pid=S0103-8486201400020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Caballo VE.    Manual de avalia&ccedil;&atilde;o e treinamento das habilidades sociais. 1&ordf;    reimp. S&atilde;o Paulo: Santos; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370974&pid=S0103-8486201400020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Silva CAT.    Habilidades sociais em fus&atilde;o de organiza&ccedil;&otilde;es: uma estrat&eacute;gia    preventiva do estresse [Trabalho de Conclus&atilde;o de Psicologia da Sa&uacute;de].    S&atilde;o Bernardo do Campo: Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo; 2004.    73p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370976&pid=S0103-8486201400020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Bolsoni-Silva    AT, Marturano EM. Pr&aacute;ticas educativas e problemas de comportamento: uma    an&aacute;lise &agrave; luz das habilidades sociais. Estud Psicol. 2002;7(2):227-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370978&pid=S0103-8486201400020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Furtado ES,    Falcone EMO, Clark C. Avalia&ccedil;&atilde;o do estresse e das habilidades    sociais na experi&ecirc;ncia acad&ecirc;mica de estudantes de medicina de uma    universidade do Rio de Janeiro. Intera&ccedil;&atilde;o Psicol. 2003;7(2):43-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370980&pid=S0103-8486201400020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Wagner MF,    Oliveira MS. Habilidades sociais e abuso de drogas em adolescentes. Psicol Cl&iacute;n.    2007;15(2):101-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370982&pid=S0103-8486201400020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Burnier S.    Pedagogia das compet&ecirc;ncias: conte&uacute;dos e m&eacute;todos. Bol T&eacute;c    SENAC [Internet]. 2001 set/dez; 27(3). Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.senac.br/informativo/BTS/273/boltec273e.htm" target="_blank">http://www.senac.br/informativo/BTS/273/boltec273e.htm</a>.    Acesso em: 25/3/2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370984&pid=S0103-8486201400020000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Del Prette    ZAP, Del Prette A, Barreto MCM, Bandeira M, Rios-Salda&ntilde;a MR, Ulian ALAO,    et al. Habilidades sociais de estudantes de psicologia: um estudo multic&ecirc;ntrico.    Psicol Reflex Crit. 2004;17(3):341-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370986&pid=S0103-8486201400020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Pellegrini    CFS, Calais SL, Salgado MH. Habilidades sociais e administra&ccedil;&atilde;o    de tempo no manejo do estresse. Arq Bras Psicol. 2012; 64(3):110-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370988&pid=S0103-8486201400020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Murta SG, Tr&oacute;ccoli    BT. Interven&ccedil;&otilde;es psicoeducativas para manejo de estresse ocupacional:    um estudo comparativo. Rev Bras Ter Comport Cogn. 2009;XI(1):25-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4370990&pid=S0103-8486201400020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="back"/></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#top"><img src="/img/revistas/psicoped/v31n95/seta.jpg" border="0"/></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> Marjorie Cristina Rocha da Silva    <br>   Caixa Postal 1599    <br>   Itatiba, SP, Brasil    <br>   CEP 13256-971    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   E-mail: <a href="mailto:silvamarjorie@yahoo.com.br">silvamarjorie@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido:    11/3/2014    <br>   Aprovado: 3/5/2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Trabalho realizado    nas Faculdades de Atibaia (FAAT), Atibaia, SP, Brasil.</i></font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bauman]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Globalização: as consequências humanas]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Jorge Zahar]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lipp]]></surname>
<given-names><![CDATA[MEN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O stress está dentro de você]]></source>
<year>2011</year>
<edition>7</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Contexto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Osório]]></surname>
<given-names><![CDATA[LC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicologia grupal: uma nova disciplina para o advento de uma era]]></source>
<year>2003</year>
<edition>1</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artmed]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[LMP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicopedagogia empresarial: as possibilidades de atuação de um psicopedagogo numa empresa]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Griz]]></surname>
<given-names><![CDATA[MGS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O caminho para a transdisciplinaridade]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Psicop.]]></source>
<year>2006</year>
<volume>23</volume>
<numero>70</numero>
<issue>70</issue>
<page-range>77-80</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Del Prette]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Del Prette]]></surname>
<given-names><![CDATA[ZAP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em grupo]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[Petrópolis ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Vozes]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[EL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação]]></source>
<year>2005</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Florianópolis ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal de Santa Catarina]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bossa]]></surname>
<given-names><![CDATA[NA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática]]></source>
<year>2000</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kiguel]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Abordagem psicopedagógica da aprendizagem]]></source>
<year>1991</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernández]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A inteligência aprisionada]]></source>
<year>1991</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artmed]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sáenz]]></surname>
<given-names><![CDATA[MM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Plazaola]]></surname>
<given-names><![CDATA[MO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O papel do psicopedagogo na análise da demanda: avaliação, orientação e acompanhamento]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Monereo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Solé]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O assessoramento psicopedagógico: uma perspectiva profissional e construtivista]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>181-92</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas Sul]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Grassi]]></surname>
<given-names><![CDATA[TM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicopedagogia: um olhar, uma escuta]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[Curitiba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ibpex]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Machineski]]></surname>
<given-names><![CDATA[RS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[RTM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Machado]]></surname>
<given-names><![CDATA[ACTA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atuação e potencialidades do psicopedagogo na área de recursos humanos empresarial]]></article-title>
<source><![CDATA[Encic Bioesfera.]]></source>
<year>2011</year>
<volume>7</volume>
<numero>13</numero>
<issue>13</issue>
<page-range>1620-31</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[CT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A Psicopedagogia e a aprendizagem organizacional: a importância da gestão do conhecimento na administração de recursos humanos]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[MO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Intervenção psicopedagógica nas empresas: a relevância da construção de métodos profiláticos e assertivos que visem à erradicação do fenômeno assédio moral]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Psicop.]]></source>
<year>2009</year>
<volume>26</volume>
<numero>80</numero>
<issue>80</issue>
<page-range>313-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lipp]]></surname>
<given-names><![CDATA[MEN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Malagris]]></surname>
<given-names><![CDATA[LEN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Manejo do stress]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rangé]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicoterapia comportamental cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>279-92</page-range><publisher-loc><![CDATA[Campinas ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Psy]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rossi]]></surname>
<given-names><![CDATA[AM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perrewé]]></surname>
<given-names><![CDATA[PL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sauter]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Stress e qualidade de vida no trabalho: perspectivas atuais da saúde profissional]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paschoal]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tamayo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Validação da escala de estresse no trabalho]]></article-title>
<source><![CDATA[Estud Psicol.]]></source>
<year>2004</year>
<volume>9</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>45-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cabussú]]></surname>
<given-names><![CDATA[MAST]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dislexia e estresse: implicações neuropsicológicas e psicopedagógicas]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Psicop.]]></source>
<year>2009</year>
<volume>26</volume>
<numero>81</numero>
<issue>81</issue>
<page-range>476-85</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murta]]></surname>
<given-names><![CDATA[SG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tróccoli]]></surname>
<given-names><![CDATA[BT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de intervenção em estresse ocupacional]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicol Teor Pesqui.]]></source>
<year>2004</year>
<volume>20</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>39-47</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baratella]]></surname>
<given-names><![CDATA[EA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Música e musicoterapia: uma linguagem da alma]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Bragança Paulista ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Empório do Livro]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valle]]></surname>
<given-names><![CDATA[LER]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reimão]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Malvezzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Reflexões sobre Psicopedagogia, estresse e distúrbios do sono do professor]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Psicop.]]></source>
<year>2011</year>
<volume>28</volume>
<numero>87</numero>
<issue>87</issue>
<page-range>237-45</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Del Prette]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Del Prette]]></surname>
<given-names><![CDATA[ZAP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[No contexto da travessia para o ambiente de trabalho: treinamento de habilidades sociais com universitários]]></article-title>
<source><![CDATA[Estud Psicol.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>8</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>413-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Caballo]]></surname>
<given-names><![CDATA[VE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual de avaliação e treinamento das habilidades sociais]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Santos]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[CAT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Habilidades sociais em fusão de organizações: uma estratégia preventiva do estresse]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bolsoni-Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[AT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marturano]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Práticas educativas e problemas de comportamento: uma análise à luz das habilidades sociais]]></article-title>
<source><![CDATA[Estud Psicol.]]></source>
<year>2002</year>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>227-35</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Furtado]]></surname>
<given-names><![CDATA[ES]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Falcone]]></surname>
<given-names><![CDATA[EMO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Clark]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do estresse e das habilidades sociais na experiência acadêmica de estudantes de medicina de uma universidade do Rio de Janeiro]]></article-title>
<source><![CDATA[Interação Psicol.]]></source>
<year>2003</year>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>43-51</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wagner]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades sociais e abuso de drogas em adolescentes]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicol Clín.]]></source>
<year>2007</year>
<volume>15</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>101-16</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burnier]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Pedagogia das competências: conteúdos e métodos]]></article-title>
<source><![CDATA[Bol Téc SENAC]]></source>
<year>2001</year>
<volume>27</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Del Prette]]></surname>
<given-names><![CDATA[ZAP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Del Prette]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barreto]]></surname>
<given-names><![CDATA[MCM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bandeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rios-Saldaña]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ulian]]></surname>
<given-names><![CDATA[ALAO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades sociais de estudantes de psicologia: um estudo multicêntrico]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicol Reflex Crit.]]></source>
<year>2004</year>
<volume>17</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>341-50</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pellegrini]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calais]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salgado]]></surname>
<given-names><![CDATA[MH]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades sociais e administração de tempo no manejo do estresse]]></article-title>
<source><![CDATA[Arq Bras Psicol.]]></source>
<year>2012</year>
<volume>64</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>110-29</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murta]]></surname>
<given-names><![CDATA[SG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tróccoli]]></surname>
<given-names><![CDATA[BT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Intervenções psicoeducativas para manejo de estresse ocupacional: um estudo comparativo]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Ter Comport Cogn.]]></source>
<year>2009</year>
<volume>XI</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>25-42</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
