<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0188-8145</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Acta Comportamentalia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Acta comport.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0188-8145</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Universidad de Guadalajara]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0188-81452013000200002</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos das consequências verbais sobre o seguir regras]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of verbal consequences on rule following]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carla Cristina Paiva]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[Luiz Carlos de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Farias]]></surname>
<given-names><![CDATA[Andréa Fonseca]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Pará  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<volume>21</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>159</fpage>
<lpage>173</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0188-81452013000200002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0188-81452013000200002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0188-81452013000200002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Investigando os efeitos de consequências verbais sobre o seguir regras, 16 crianças foram expostas a um procedimento de emparelhamento com o modelo, sob o controle de estímulos contextuais. A tarefa era tocar um dos estímulos de comparação na presença de uma luz. O comportamento era estabelecido por regra na Fase 1. As contingências na Fase 1 eram alteradas na Fase 2, restabelecidas na Fase 3, novamente alteradas na Fase 4, e restabelecidas na Fase 5. Nas condições em que a consequência verbal "Certo" não foi apresentada, o seguir a regra foi mais provável de ser mantido quando deixou de produzir o reforço programado e foi mais provável de ser abandonado quando produziu a perda do reforço programado. Quando o seguir a regra passou a produzir a consequência verbal "Certo", o seguir a regra tendeu a ser mantido, independentemente de esse comportamento também deixar de produzir o reforço programado ou de produzir a perda do reforço programado. Os resultados sugerem que consequências verbais podem contribuir para manter o seguimento de regra, impedindo que variáveis que favorecem o abandono do seguimento de regra exerçam os seus efeitos. Sugerem também as propriedades formais das consequências verbais são relevantes para a determinação de seus efeitos.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[To investigate the effects of verbal consequences on rule following, 16 children were exposed to a matchingto- sample procedure under contextual control. The subject had to touch the comparison stimuli when a light was on. The behavior was established by rule in Phase 1. The contingencies in Phase 1 were changed in Phase 2, reestablished in Phase 3, changed again in Phase 4, and reestablished in Phase 5. In the conditions where the verbal consequence "Correct" was not presented, the probability of following the rule was higher when programmed reinforcement was suspended than when there was loss of reinforcers. When following the rule began to result in the verbal consequence "Right", following the rule was prone to be maintained, independent of interruption of presentation or loss of programmed reinforcers. The results suggest that verbal consequences may contribute to maintain rule following, blocking the effect of variables that lead to stop rule following; it is suggested that the formal properties of verbal consequences are relevant in defining their effects.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[controle por regras]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[controle pelas consequências imediatas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[consequências verbais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[propriedades formais de estímulos verbais]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[control by rules]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[control by immediate consequences]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[verbal consequences]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[formal properties of verbal stimuli]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Efeitos das consequ&ecirc;ncias verbais sobre o seguir regras</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Effects of verbal consequences on rule following</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Carla Cristina Paiva Paracampo; Luiz Carlos de Albuquerque; Andr&eacute;a Fonseca Farias</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Universidade Federal do Par&aacute;    (Brasil)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Investigando os efeitos de consequ&ecirc;ncias verbais sobre o seguir regras, 16 crian&ccedil;as foram expostas a um   procedimento de emparelhamento com o modelo, sob o controle de est&iacute;mulos contextuais. A tarefa era tocar   um dos est&iacute;mulos de compara&ccedil;&atilde;o na presen&ccedil;a de uma luz. O comportamento era estabelecido por regra na   Fase 1. As conting&ecirc;ncias na Fase 1 eram alteradas na Fase 2, restabelecidas na Fase 3, novamente alteradas   na Fase 4, e restabelecidas na Fase 5. Nas condi&ccedil;&otilde;es em que a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" n&atilde;o foi apresentada,   o seguir a regra foi mais prov&aacute;vel de ser mantido quando deixou de produzir o refor&ccedil;o programado e   foi mais prov&aacute;vel de ser abandonado quando produziu a perda do refor&ccedil;o programado. Quando o seguir a   regra passou a produzir a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo", o seguir a regra tendeu a ser mantido, independentemente   de esse comportamento tamb&eacute;m deixar de produzir o refor&ccedil;o programado ou de produzir a perda   do refor&ccedil;o programado. Os resultados sugerem que consequ&ecirc;ncias verbais podem contribuir para manter o   seguimento de regra, impedindo que vari&aacute;veis que favorecem o abandono do seguimento de regra exer&ccedil;am   os seus efeitos. Sugerem tamb&eacute;m as propriedades formais das consequ&ecirc;ncias verbais s&atilde;o relevantes para a   determina&ccedil;&atilde;o de seus efeitos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> controle por regras, controle pelas consequ&ecirc;ncias imediatas, consequ&ecirc;ncias verbais, propriedades formais de est&iacute;mulos verbais.</font></p> <hr noshade size="1">     <p> <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p> <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">To investigate the effects of verbal consequences on rule following, 16 children were exposed to a matchingto-   sample procedure under contextual control. The subject had to touch the comparison stimuli when a light   was on. The behavior was established by rule in Phase 1. The contingencies in Phase 1 were changed in   Phase 2, reestablished in Phase 3, changed again in Phase 4, and reestablished in Phase 5. In the conditions   where the verbal consequence "Correct" was not presented, the probability of following the rule was higher   when programmed reinforcement was suspended than when there was loss of reinforcers. When following   the rule began to result in the verbal consequence "Right", following the rule was prone to be maintained,   independent of interruption of presentation or loss of programmed reinforcers. The results suggest that   verbal consequences may contribute to maintain rule following, blocking the effect of variables that lead to   stop rule following; it is suggested that the formal properties of verbal consequences are relevant in defining   their effects.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> control by rules, control by immediate consequences, verbal consequences, formal properties of verbal stimuli.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A vis&atilde;o de que regras<a name="1"></a><a href="#1a"><sup>1</sup></a> podem gerar insensibilidade<a name="2"></a><a href="#2a"><sup>2</sup></a> do comportamento por ela especificado a conting&ecirc;ncias   de refor&ccedil;o surgiu na literatura a partir: 1) de alguns resultados experimentais, mostrando que o comportamento   humano, em esquema de refor&ccedil;o, frequentemente difere do comportamento de outras esp&eacute;cies, tanto   em rela&ccedil;&atilde;o aos padr&otilde;es de respostas, quanto &agrave; sensibilidade aos par&acirc;metros do esquema (ver Baron &amp; Galizio,   1983; Paracampo &amp; Albuquerque, 2005, para uma revis&atilde;o); e, 2) da sugest&atilde;o de Skinner (1969) de que   as regras s&atilde;o &uacute;teis quando as conting&ecirc;ncias s&atilde;o est&aacute;veis. Quando as conting&ecirc;ncias mudam, e n&atilde;o as regras, regras poderiam mais atrapalhar do que ajudar.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Considerando isto, uma s&eacute;rie de estudos come&ccedil;ou a tentar identificar as condi&ccedil;&otilde;es sob as quais o   comportamento de seguir regras discrepantes das conting&ecirc;ncias teria maior ou menor probabilidade de ser   mantido (Albuquerque, de Souza, Matos, &amp; Paracampo, 2003; Albuquerque, Reis, &amp; Paracampo, 2006;   Barret, Deitz, Gaydos, &amp; Quinn, 1987; Hayes, Brownstein, Zettle, Rosenfarb, &amp; Korn, 1986; LeFrancois,   Chase, &amp; Joyce, 1988; Newman, Buffington, &amp;Hemmes, 1995; Oliveira &amp; Albuquerque, 2007; Paracampo &amp; Albuquerque, 2004; Paracampo, Albuquerque, Farias, Carvall&oacute;, &amp; Pinto, 2007; Paracampo, de Souza,   Matos, &amp; Albuquerque, 2001; Pinto, Paracampo, &amp; Albuquerque, 2008; Torgrud, &amp; Holborn, 1990; Wulfert,   Greenway, Farkas, Hayes, &amp; Dougher, 1994).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   De acordo com Newman et al. (1995), a insensibilidade do seguimento de regra a conting&ecirc;ncias de   refor&ccedil;o n&atilde;o seria uma propriedade definidora desse comportamento. O seguimento de regra, ap&oacute;s a mudan&ccedil;a   nas conting&ecirc;ncias, seria mantido mais como um resultado do esquema de refor&ccedil;o programado para refor&ccedil;ar   esse comportamento do que de uma propriedade inerente &agrave;s pr&oacute;prias regras. Por essa vis&atilde;o, o comportamento   de seguir regra teria maior probabilidade de ser mantido quando o esquema de refor&ccedil;o programado para   refor&ccedil;ar o seguimento e o n&atilde;o seguimento de regra fosse um esquema de refor&ccedil;o intermitente do que quando   tal esquema fosse um esquema de refor&ccedil;o cont&iacute;nuo (CRF).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Um problema, no entanto, para a proposi&ccedil;&atilde;o de Newman et al. (1995), &eacute; que h&aacute; evid&ecirc;ncias experimentais   mostrando que o seguimento de regra pode ser mantido, mesmo quando o esquema de refor&ccedil;o   programado para refor&ccedil;ar o seguimento e o n&atilde;o seguimento de regra &eacute; um esquema CRF (Albuquerque et   al., 2006; Martinez &amp;Tomayo, 2005; Monteles, Paracampo, &amp; Albuquerque, 2006; Paracampo et al., 2001).   Por exemplo, Paracampo et al. (2001) expuseram crian&ccedil;as a um procedimento de emparelhamento com o   modelo, sob o controle de est&iacute;mulos contextuais. A tarefa era escolher um de dois est&iacute;mulos de compara&ccedil;&atilde;o,   de acordo com o modelo, na presen&ccedil;a de um est&iacute;mulo contextual. Na Condi&ccedil;&atilde;o 1, Fase 1, o comportamento   correto (o que produzia o refor&ccedil;o programado em CRF) era estabelecido por refor&ccedil;o diferencial. Na Condi&ccedil;&atilde;o   2, Fase 1, esse comportamento era estabelecido por instru&ccedil;&atilde;o. Nas duas condi&ccedil;&otilde;es, as conting&ecirc;ncias   em vigor na Fase 1 eram alteradas, sem sinaliza&ccedil;&atilde;o, na Fase 2 e restabelecidas na Fase 3. Na Condi&ccedil;&atilde;o 1,   o desempenho dos cinco participantes, que aprenderam o comportamento correto na Fase 1, mudou acompanhando as mudan&ccedil;as nas conting&ecirc;ncias programadas nas Fases 2 e 3. Diferentemente, na Condi&ccedil;&atilde;o 2, o   desempenho dos seis participantes n&atilde;o mudou acompanhando as mudan&ccedil;as nas conting&ecirc;ncias programadas.   Esses seis participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o, apresentada na Fase 1, durante as Fases 1, 2 e 3.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No estudo de Paracampo et al. (2001), o seguimento de regra pode ter sido mantido, em parte, porque   ele era monitorizado pelo experimentador (Barret et al., 1987; Cerutti, 1994; Hayes &amp; Wolf, 1984; Zettle &amp;   Hayes, 1983). Outra possibilidade &eacute; que o comportamento de seguir regras tenha sido mantido devido, em   parte, ao tipo de consequ&ecirc;ncia por ele produzida. Isto, considerando que alguns estudos t&ecirc;m sugerido que   o seguimento de regra tem maior probabilidade de mudar acompanhando mudan&ccedil;as nas conting&ecirc;ncias de   refor&ccedil;o programadas quando ele produz consequ&ecirc;ncias aversivas do que quando ele produz outros tipos de   consequ&ecirc;ncias (Baron &amp; Galizio, 1983; Chase &amp; Danforth, 1991; Galizio, 1979; LeFrancois et al., 1988;   Paracampo &amp; Albuquerque, 2004; Paracampo et al., 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Por exemplo, Galizio (1979) exp&ocirc;s quatro estudantes universit&aacute;rios a um esquema m&uacute;ltiplo com   quatro componentes: FI 10 s, FI 30 s, FI 60 s e n&atilde;o perda. A tarefa era girar uma alavanca, o que evitava   a perda de pontos de acordo com o esquema FI em vigor. Na Fase 1, todos os participantes seguiram a   instru&ccedil;&atilde;o correspondente &agrave;s conting&ecirc;ncias. Na Fase 2, quando as conting&ecirc;ncias foram alteradas para um   esquema n&atilde;o perda em todos os componentes, os participantes continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o. Na Fase   3, quando as conting&ecirc;ncias foram novamente alteradas para um esquema FI 10 s em todos os componentes,   todos os participantes deixaram de seguir a instru&ccedil;&atilde;o e passaram a responder corretamente, de acordo com   as conting&ecirc;ncias programadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os resultados dos estudos de Paracampo et al. (2001) e Galizio (1979), que mostram que o seguimento   de regra foi mantido quando ele deixou de produzir o refor&ccedil;o programado (Paracampo et al., 2001)   e foi abandonado quando ele passou a produzir a perda do refor&ccedil;o programado (Galizio, 1979), apoiam a   proposi&ccedil;&atilde;o que sugere que a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento de seguir regras depende, em parte, do tipo de   consequ&ecirc;ncia por ele contatada (Baron &amp; Galizio, 1983; Chase &amp; Danforth, 1991; Galizio, 1979; LeFrancois   et al., 1988; Paracampo &amp; Albuquerque, 2004; Paracampo et al., 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Outra proposi&ccedil;&atilde;o sugere que o seguimento de regras tem maior probabilidade de ser mantido quando   as conting&ecirc;ncias s&atilde;o fracas do que quando s&atilde;o fortes<a name="3"></a><a href="#3a"><sup>3</sup></a> (Cerutti, 1989), isto &eacute;, quando n&atilde;o se demonstra controle   pelas conting&ecirc;ncias de refor&ccedil;o do que quandotal controle &eacute; demonstrado, antes de a apresenta&ccedil;&atilde;o de   uma regra ao ouvinte (Torgrud &amp; Holborn, 1990).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Por exemplo, Albuquerque et al. (2006) expuseram 16 estudantes universit&aacute;rios a um procedimento   de emparelhamento com o modelo. Em cada tentativa um est&iacute;mulo modelo e tr&ecirc;s de compara&ccedil;&atilde;o eram apresentados,   simultaneamente, ao participante. Cada est&iacute;mulo de compara&ccedil;&atilde;o possu&iacute;a apenas uma dimens&atilde;o &ndash; cor (C), espessura (E) ou forma (F) &ndash; em comum com o modelo e diferia nas demais. A tarefa era apontar   para os tr&ecirc;s est&iacute;mulos de compara&ccedil;&atilde;o em uma dada sequ&ecirc;ncia. No Experimento 1, Condi&ccedil;&atilde;o 1, quatro participantes   foram expostos &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas (n&atilde;o especificava sequ&ecirc;ncia de respostas), correspondentes &agrave;s conting&ecirc;ncias (especificava a sequ&ecirc;ncia EFC) e discrepantes das conting&ecirc;ncias (especificava FCE) no   in&iacute;cio das Fases 1, 2 e 3, respectivamente. Na Condi&ccedil;&atilde;o 2, outros quatro participantes foram expostos &agrave;s   instru&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas, discrepantes, correspondentes e discrepantes no in&iacute;cio das Fases 1, 2, 3 e 4, respectivamente.   Na Fase 1 (linha de base) nenhuma sequ&ecirc;ncia era refor&ccedil;ada e nas demais fases a sequ&ecirc;ncia EFC era   refor&ccedil;ada em CRF.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No Experimento 2, Condi&ccedil;&atilde;o 1, quatro participantes foram expostos &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas, correspondentes   e discrepantes no in&iacute;cio das Fases 1, 2 e 3, respectivamente; e, na Condi&ccedil;&atilde;o 2, outros quatro participantes foram expostos &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas, discrepantes, correspondentes e discrepantes no in&iacute;cio   das Fases 1, 2, 3 e 4, respectivamente. O Experimento 2 diferiu do Experimento 1 em dois aspectos: 1) no   Experimento 2 procurou-se demonstrar controle pelas conting&ecirc;ncias na Fase 1, antes de a introdu&ccedil;&atilde;o das   instru&ccedil;&otilde;es nas Fases 2, 3 e 4; e, 2) a emiss&atilde;o da sequ&ecirc;ncia estabelecida por refor&ccedil;o diferencial na Fase 1   continuava sendo refor&ccedil;ada nas demais fases subsequentes. Deste modo, no in&iacute;cio da Fase 1 das duas condi&ccedil;&otilde;es,   a sequ&ecirc;ncia CEF era refor&ccedil;ada diferencialmente em CRF at&eacute; o fornecimento de 20 pontos. Depois, esta   sequ&ecirc;ncia deixava de ser refor&ccedil;ada (extin&ccedil;&atilde;o) durante 80 tentativas. Em seguida, a sequ&ecirc;ncia CEF voltava a   ser refor&ccedil;ada at&eacute; o fornecimento de 320 pontos em CRF, quando esta fase era encerrada. A sequ&ecirc;ncia CEF,   portanto, era o comportamento alternativo ao comportamento especificado pela instru&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, era o comportamento   refor&ccedil;ado quando emitido em substitui&ccedil;&atilde;o ao especificado por uma instru&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No Experimento 1 n&atilde;o foi demonstrado controle pelas conting&ecirc;ncias antes da introdu&ccedil;&atilde;o das instru&ccedil;&otilde;es   e todos os oito participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o discrepante das conting&ecirc;ncias. No Experimento 2 foi   demonstrado controle pelas conting&ecirc;ncias antes da introdu&ccedil;&atilde;o das instru&ccedil;&otilde;es e sete dos oito participantes   deixaram de seguir a instru&ccedil;&atilde;o discrepante das conting&ecirc;ncias.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esses resultados apoiam a proposi&ccedil;&atilde;o de Torgrud &amp; Holborn (1990). Os resultados tamb&eacute;m indicam   que os sete participantes que abandonaram o seguimento da regra discrepante, fizeram isso sob o controle   de suas hist&oacute;rias experimentais, uma vez que, ao deixarem de seguir a regra, todos passaram e emitir o   comportamento alternativo ao especificado pela regra, previamente estabelecido na Fase 1 (Albuquerque   et al., 2003). Por &uacute;ltimo, os resultados de 15 dos 16 participantes que seguiram a regra correspondente &agrave;s   conting&ecirc;ncias, sugerem que as consequ&ecirc;ncias produzidas pelo seguimento de regra podem contribuir para   manter este comportamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esta an&aacute;lise, em s&iacute;ntese, sugere que o seguimento de regra &eacute; prov&aacute;vel de ser mantido quando ele produz   o refor&ccedil;o especificado na regra (Albuquerque et al., 2006) e &eacute; prov&aacute;vel de deixar de ocorrer: 1) quando   o comportamento estabelecido por regra produz a perda do refor&ccedil;o programado (N. M. A, Albuquerque,   Paracampo, &amp; Albuquerque, 2004; Galizio, 1979; Paracampo &amp; Albuquerque, 2004; Paracampo et al., 2007;   Pinto et al., 2008); e, 2) quando, antes de a apresenta&ccedil;&atilde;o da regra discrepante das conting&ecirc;ncias, &eacute; constru&iacute;da   uma hist&oacute;ria em que o comportamento alternativo ao especificado pela regra &eacute; estabelecido por refor&ccedil;o diferencial   e mantido em CRF (Albuquerque et al., 2006; Monteles et al., 2006; Oliveira &amp; Albuquerque, 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Tais dados s&atilde;o importantes porque eles indicam que o seguimento de regras &eacute; um comportamento   que pode ser afetado, tanto por suas consequ&ecirc;ncias imediatas quanto por vari&aacute;veis hist&oacute;ricas. Monteles et   al. (2006), no entanto, encontraram alguns resultados que limitam a generalidade da proposi&ccedil;&atilde;o que enfatiza   os efeitos de vari&aacute;veis hist&oacute;ricas. No estudo de Monteles et al. (2006), 18 crian&ccedil;as foram expostas a um   procedimento de emparelhamento com o modelo, sob o controle de est&iacute;mulos contextuais. A tarefa era tocar   um de dois est&iacute;mulos de compara&ccedil;&atilde;o, de acordo com o modelo, na presen&ccedil;a de um est&iacute;mulo contextual. As   crian&ccedil;as foram distribu&iacute;das em tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es (quatro para a Condi&ccedil;&atilde;o 1 e sete para cada uma das Condi&ccedil;&otilde;es   2 e 3). Nas tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es, as respostas corretas eram refor&ccedil;adas, com fichas troc&aacute;veis por brinquedos (o   refor&ccedil;o programado), em CRF. A Fase 1 era iniciada com a instru&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima; a Fase 2, com a instru&ccedil;&atilde;o correspondente &agrave;s conting&ecirc;ncias e as Fases 3 e 4, com mudan&ccedil;a, n&atilde;o sinalizada, nas conting&ecirc;ncias programadas.   As tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es diferiam nas Fases 1 e 3. Na Fase 1 da Condi&ccedil;&atilde;o 1 nenhuma resposta era refor&ccedil;ada e na   Fase 1 das Condi&ccedil;&otilde;es 2 e 3, as respostas corretas eram estabelecidas por refor&ccedil;o diferencial. Na Fase 3 das   tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es, a manuten&ccedil;&atilde;o do seguir a instru&ccedil;&atilde;o deixava de produzir o refor&ccedil;o programado, mas produzia   a consequ&ecirc;ncia verbal "Muito bem" na Condi&ccedil;&atilde;o 3. Os resultados mostraram que, nas Fases 3 e 4, quando   as conting&ecirc;ncias foram alteradas, o seguir instru&ccedil;&atilde;o foi mantido nas Condi&ccedil;&otilde;es 1 e 3 e foi abandonado na   Condi&ccedil;&atilde;o 2.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Em outras palavras, os resultados da Condi&ccedil;&atilde;o 1 apoiam a proposi&ccedil;&atilde;o de que quando um comportamento &eacute; inicialmente estabelecido por regras ele &eacute; prov&aacute;vel de ficar insens&iacute;vel &agrave;s mudan&ccedil;as nas conting&ecirc;ncias programadas (Paracampo et al., 2001; Shimoff, Catania, &amp; Matthews, 1981) J&aacute; os resultados da   Condi&ccedil;&atilde;o 2, apoiam a proposi&ccedil;&atilde;o de que o comportamento de seguir regra discrepante das conting&ecirc;ncias   tende a deixar de ocorrer quando o ouvinte, antes de ser exposto &agrave; regra, &eacute; exposto a uma hist&oacute;ria em que   o comportamento alternativo ao especificado pela regra &eacute; estabelecido por refor&ccedil;o diferencial e mantido   em CRF (Albuquerque et al., 2006). Entretanto, os resultados da Condi&ccedil;&atilde;o 3, mostrando que os participantes   continuaram emitindo o comportamento de seguir regra na Fase 3, quando, ap&oacute;s a mudan&ccedil;a nas   conting&ecirc;ncias, este comportamento deixou de produzir o refor&ccedil;o programado (fichas troc&aacute;veis por brinquedos),   mas passou a produzir a consequ&ecirc;ncia verbal "Muito bem", sugerem que estabelecer por conting&ecirc;ncias   um comportamento alternativo ao especificado por uma regra, antes de a introdu&ccedil;&atilde;o da regra, nem sempre &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o suficiente para impedir que uma regra, que se torna discrepante das conting&ecirc;ncias, exer&ccedil;a   controle sobre o comportamento por ela especificado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Tal an&aacute;lise sugere, ent&atilde;o, que a consequ&ecirc;ncia verbal "Muito bem" impediu que o comportamento   alternativo (que produzia refor&ccedil;o programado) passasse a ser emitido no lugar do seguimento de regra; e,   desta forma, contribuiu para manter o seguimento de regra na Fase 3 da Condi&ccedil;&atilde;o 3. A consequ&ecirc;ncia verbal,   possivelmente, exerceu essas suas fun&ccedil;&otilde;es porque essa consequ&ecirc;ncia indicava que o experimentador aprovava   a emiss&atilde;o do seguimento de regra. Se isso for admitido, a quest&atilde;o que surge &eacute; se uma consequ&ecirc;ncia   verbal, como a palavra "Certo", manteria o seguimento de regra quando, ap&oacute;s a mudan&ccedil;a nas conting&ecirc;ncias,   este comportamento: a) deixasse de produzir o refor&ccedil;o programado (extin&ccedil;&atilde;o) e passasse a produzir a consequ&ecirc;ncia   verbal "Certo"; e, b) passasse a produzir a perda do refor&ccedil;o programado (puni&ccedil;&atilde;o) e a consequ&ecirc;ncia   verbal "Certo".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Em outras palavras, na competi&ccedil;&atilde;o entre o controle pela consequ&ecirc;ncia verbal e o controle pelas consequ&ecirc;ncias   mais imediatas produzidas pelo seguimento de regra, este comportamento deixaria de ocorrer,   ap&oacute;s a mudan&ccedil;a nas conting&ecirc;ncias, quando deixasse de produzir o refor&ccedil;o programado ou quando passasse   a produzir a perda do refor&ccedil;o programado; ou, a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" impediria os eventuais efeitos   dessas consequ&ecirc;ncias mais imediatas e, desta forma, manteria o seguimento de regra ap&oacute;s a mudan&ccedil;a nas   conting&ecirc;ncias? O presente estudo procurou investigar estas quest&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Especificamente, o presente estudo teve como objetivo comparar os efeitos da consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" com os efeitos das consequ&ecirc;ncias mais imediatas produzidas pelo seguimento de regra sobre a manuten&ccedil;&atilde;o   desse comportamento ap&oacute;s a mudan&ccedil;a nas conting&ecirc;ncias. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">     <i>Participantes</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Participaram do estudo 16 crian&ccedil;as com idades variando entre 7 e 9 anos, sem hist&oacute;ria experimental pr&eacute;via,   cursando a 1ª ou 2ª s&eacute;rie do Ensino Fundamental. Todas as crian&ccedil;as foram previamente autorizadas pelos   respons&aacute;veis a participar da pesquisa por interm&eacute;dio de um formul&aacute;rio de consentimento livre e esclarecido   assinado pelos mesmos. S&oacute; participaram do experimento as crian&ccedil;as que, ap&oacute;s a autoriza&ccedil;&atilde;o dos respons&aacute;veis,   concordaram em participar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">     <i>Material</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Foi utilizada uma mesa retangular de madeira pintada de branco, cujo tampo tinha uma abertura coberta por   uma placa de acr&iacute;lico leitoso, sob a qual ficavam quatro l&acirc;mpadas fluorescentes de 20 <i>watts</i>, duas de cor vermelha   e duas de cor amarela. Separando o experimentador do participante, sobre a mesa, havia um anteparo de madeira subdividido em tr&ecirc;s compartimentos iguais, dentro dos quais ficavam os arranjos de est&iacute;mulos   previamente preparados. Em frente ao terceiro compartimento, &agrave; direita do experimentador, ficavam dois   interruptores para o controle das l&acirc;mpadas fluorescentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Foram utilizados como est&iacute;mulos discriminativos e condicionais 30 diferentes arranjos de est&iacute;mulos.   Cada arranjo de est&iacute;mulos continha tr&ecirc;s cart&otilde;es com desenhos (uma bola, uma lua etc.); dois desenhos eram   sempre iguais entre si e o terceiro era diferente. Um cart&atilde;o contendo um dos desenhos iguais era colado   no topo da folha (est&iacute;mulo-modelo) e os outros dois mais abaixo e lado a lado (est&iacute;mulos de compara&ccedil;&atilde;o).   A combina&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos era aleat&oacute;ria, assim como a ordem de apresenta&ccedil;&atilde;o dos 30 arranjos. Como   est&iacute;mulos contextuais foram utilizadas l&acirc;mpadas coloridas acesas. Como est&iacute;mulos refor&ccedil;adores, foram utilizadas   fichas pretas troc&aacute;veis por brinquedos, guloseimas e a verbaliza&ccedil;&atilde;o "Certo". Foram utilizados dois   recipientes para guardar as fichas. Os recipientes ficavam sobre a mesa, um pr&oacute;ximo ao experimentador, e o   outro, pr&oacute;ximo ao participante. O desempenho dos participantes era registrado por um observador (que ficava   sentado atr&aacute;s do participante) em um protocolo de registro previamente preparado, e era tamb&eacute;m gravado   em v&iacute;deo, para an&aacute;lises posteriores.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">     <i>Procedimento</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ap&oacute;s ser convidada a participar de um jogo, a crian&ccedil;a era conduzida &agrave; sala experimental onde o experimentador   mostrava &agrave; crian&ccedil;a uma mesa sobre a qual ficavam expostos diversos brinquedos e guloseimas.<a name="4"></a><a href="#4a"><sup>4</sup></a> E,   em seguida, apresentava, oralmente, a seguinte instru&ccedil;&atilde;o inicial: "Eu te trouxe aqui para n&oacute;s brincarmos de   um jogo. No jogo n&oacute;s temos esta lojinha com v&aacute;rios brinquedos. Estes brinquedos podem ser comprados   com fichas como estas aqui" (o experimentador mostrava cinco fichas ao participante). "Por exemplo, este   carrinho vale 10 fichas, esta boneca vale 20 fichas. Durante o jogo voc&ecirc; poder&aacute; ganhar muitas fichas, e no   final do jogo voc&ecirc; poder&aacute; vir aqui na lojinha e comprar brinquedos com suas fichas. Quanto mais fichas   voc&ecirc; ganhar, mais brinquedos voc&ecirc; poder&aacute; comprar. Entendeu?" (esta instru&ccedil;&atilde;o era repetida mais uma   vez). Em seguida, o experimentador dizia: "Agora eu vou te mostrar como se compra na lojinha. Eu vou te   dar cinco fichas para voc&ecirc; fazer uma compra na lojinha. Vamos ver o que voc&ecirc; pode comprar com cinco   fichas". Ap&oacute;s o participante fazer a compra o experimentador dizia: "Agora vamos para aquela mesa que   eu vou te explicar como &eacute; o jogo". Participante e experimentador se dirigiam &agrave; mesa experimental e era dado   o in&iacute;cio &agrave; sess&atilde;o.<a name="5"></a><a href="#5a"><sup>5</sup></a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Participante e experimentador ficavam sentados &agrave; mesa experimental, frente a frente. Ap&oacute;s as instru&ccedil;&otilde;es,   o experimentador passava a apresentar os arranjos de est&iacute;mulos. Em cada tentativa, um arranjo de   est&iacute;mulos era apresentado ao participante e, em seguida, uma das l&acirc;mpadas era acesa. Na presen&ccedil;a desses   est&iacute;mulos, o participante deveria tocar com o dedo apenas um dos est&iacute;mulos de compara&ccedil;&atilde;o. Caso a resposta   estivesse de acordo com as conting&ecirc;ncias programadas, dependendo da condi&ccedil;&atilde;o e da fase experimental, era   colocada uma ficha no recipiente pr&oacute;ximo ao participante, a l&acirc;mpada era apagada, o arranjo retirado, um   novo arranjo era apresentado e outra l&acirc;mpada era acesa, iniciando uma nova tentativa. Caso a resposta n&atilde;o   estivesse de acordo com as conting&ecirc;ncias programadas, dependendo da condi&ccedil;&atilde;o e da fase experimental,   ocorria o seguinte: a) n&atilde;o era colocada uma ficha no recipiente do participante; b) uma ficha era retirada do   recipiente do participante; c) n&atilde;o era colocada uma ficha no recipiente do participante e era dito "Certo"; e, d) uma ficha era retirada do recipiente do participante e era dito "Certo". Ap&oacute;s a ocorr&ecirc;ncia de uma dessas   consequ&ecirc;ncias, a l&acirc;mpada era apagada e o arranjo de est&iacute;mulos retirado. Ao final da sess&atilde;o experimental, as   fichas eram trocadas por brinquedos e/ou guloseimas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os participantes foram distribu&iacute;dos em quatro condi&ccedil;&otilde;es experimentais. Cada condi&ccedil;&atilde;o foi realizada   com quatro participantes e era constitu&iacute;da de cinco fases. Nas quatro condi&ccedil;&otilde;es, as Fases 1, 3 e 5 eram iniciadas   com a apresenta&ccedil;&atilde;o da instru&ccedil;&atilde;o correspondente &agrave;s conting&ecirc;ncias e o inicio das Fases 2 e 4 era marcado   pela mudan&ccedil;a, n&atilde;o sinalizada, nas conting&ecirc;ncias programadas. As quatro condi&ccedil;&otilde;es diferiram quanto &agrave;s consequ&ecirc;ncias programadas para as respostas de seguir a instru&ccedil;&atilde;o nas Fases 2 e 4. Ou seja, nas quatro   condi&ccedil;&otilde;es, as Fases 1, 3 e 5 eram id&ecirc;nticas. Nessas fases o comportamento de seguir a instru&ccedil;&atilde;o produzia   fichas troc&aacute;veis por brinquedos (refor&ccedil;o programado) e o comportamento de n&atilde;o seguir a instru&ccedil;&atilde;o n&atilde;o produzia   fichas. Nas Fases 2 e 4, quando a instru&ccedil;&atilde;o se tornava discrepante das conting&ecirc;ncias programadas, pela   mudan&ccedil;a n&atilde;o sinalizada em tais conting&ecirc;ncias, o n&atilde;o seguir a instru&ccedil;&atilde;o sempre produzia fichas. J&aacute; o seguir a   instru&ccedil;&atilde;o: a) deixava de produzir o refor&ccedil;o programado na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 1 e na Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 2;   b) produzia a perda do refor&ccedil;o programado na Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 1 e na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 2; c) deixava   de produzir refor&ccedil;o programado e produzia a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 3 e na Fase   4 da Condi&ccedil;&atilde;o 4; e, d) produzia a perda do refor&ccedil;o programado e produzia a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" na   Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 3 e na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 4.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A Condi&ccedil;&atilde;o 1 teve como objetivo avaliar o que ocorre com o seguimento de instru&ccedil;&atilde;o quando esse   comportamento deixa de produzir o refor&ccedil;o programado (Fase 2) e quando ele passar a produzir a perda do   refor&ccedil;o programado (Fase 4), na aus&ecirc;ncia de consequ&ecirc;ncias verbais. No inicio da Fase 1 dessa condi&ccedil;&atilde;o, era   apresentada a seguinte instru&ccedil;&atilde;o correspondente &agrave;s conting&ecirc;ncias: O experimentador apresentava ao participante   um arranjo de est&iacute;mulos, apontava para o cart&atilde;o modelo e dizia: <i>"Este &eacute; o cart&atilde;o-m&atilde;e. Toque com o   dedo o cart&atilde;o-m&atilde;e"</i>. Ap&oacute;s o participante tocar com o dedo o cart&atilde;o-m&atilde;e, o experimentador apontava para os   dois cart&otilde;es de compara&ccedil;&atilde;o e dizia: <i>"Este s&atilde;o os cart&otilde;es-filhos. Toque com o dedo os cart&otilde;es-filhos"</i>. Ap&oacute;s o   participante tocar com dedo os cart&otilde;es-filhos, o experimentador acendia a luz vermelha e dizia: <i>"Quando a   mesa ficar vermelha, voc&ecirc; deve tocar com o dedo o filho que &eacute; igual &agrave; m&atilde;e. A mesa est&aacute; vermelha, toque com   o dedo o filho que &eacute; igual &agrave; m&atilde;e"</i>. Ap&oacute;s o participante tocar, o experimentador dizia: <i>"Fazendo isso, voc&ecirc;   ganha uma ficha que eu tiro aqui da minha vasilha e coloco na sua"</i>. Em seguida o experimentador acendia   a luz amarela e dizia: <i>"Quando a mesa ficar amarela, voc&ecirc; deve tocar com o dedo o filho que &eacute; diferente da   m&atilde;e. A mesa est&aacute; amarela, toque com o dedo o filho que &eacute; diferente da m&atilde;e"</i>. Ap&oacute;s o participante tocar, o   experimentador dizia: <i>"Fazendo isso, voc&ecirc; ganha uma ficha que eu tiro aqui da minha vasilha e coloco na   sua"</i>. Esta instru&ccedil;&atilde;o era apresentada mais uma vez ao participante. Ap&oacute;s a apresenta&ccedil;&atilde;o desta instru&ccedil;&atilde;o, o   experimentador informava ao participante que n&atilde;o podia mais conversar com ele durante o jogo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na Fase 1 era refor&ccedil;ado o seguimento da instru&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, eram refor&ccedil;adas com fichas as emiss&otilde;es das   respostas descritas na instru&ccedil;&atilde;o, que eram as seguintes: as respostas de tocar o est&iacute;mulo de compara&ccedil;&atilde;o igual   ao modelo quando a luz vermelha estivesse acesa e as respostas de tocar o est&iacute;mulo de compara&ccedil;&atilde;o diferente do   modelo quando a luz amarela estivesse acesa. As respostas de n&atilde;o seguimento da instru&ccedil;&atilde;o (isto &eacute;, as respostas   de tocar o est&iacute;mulo de compara&ccedil;&atilde;o igual ao modelo quando a luz amarela estivesse acesa e as de tocar o est&iacute;mulo   diferente do modelo quando a luz vermelha estivesse acesa) n&atilde;o eram consequenciadas pelo experimentador.   Na Fase 2, as conting&ecirc;ncias programadas eram alteradas. O n&atilde;o seguimento da instru&ccedil;&atilde;o passava a produzia   o refor&ccedil;o programado, enquanto que o seguimento da instru&ccedil;&atilde;o deixava de produzir o refor&ccedil;o programado. A   Fase 3 era id&ecirc;ntica &agrave; Fase 1. Nesta fase, portanto, a instru&ccedil;&atilde;o era reapresentada e as conting&ecirc;ncias em vigor na   Fase 1 eram restabelecidas. Ou seja, o seguimento da instru&ccedil;&atilde;o produzia o refor&ccedil;o programado e o n&atilde;o seguimento   da instru&ccedil;&atilde;o n&atilde;o era consequenciado pelo experimentador. Na Fase 4, as conting&ecirc;ncias eram novamente   alteradas. O n&atilde;o seguimento da instru&ccedil;&atilde;o voltava a produzir o refor&ccedil;o programado, enquanto que o seguimento   da instru&ccedil;&atilde;o produzia a perda do refor&ccedil;o programado. A Fase 5 era id&ecirc;ntica &agrave; Fase 1. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Condi&ccedil;&atilde;o 2 era id&ecirc;ntica &agrave; Condi&ccedil;&atilde;o 1, exceto por uma &uacute;nica diferen&ccedil;a. Na Condi&ccedil;&atilde;o 2, a manuten&ccedil;&atilde;o   do seguimento de instru&ccedil;&atilde;o produzia a perda do refor&ccedil;o programado na Fase 2; e, deixava de produzir o refor&ccedil;o   programado na Fase 4. A Condi&ccedil;&atilde;o 2, portanto, foi realizada com o objetivo de controlar efeitos de ordem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A Condi&ccedil;&atilde;o 3 teve como objetivo comparar os efeitos da consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" com os efeitos   das consequ&ecirc;ncias mais imediatas produzidas pelo seguimento de instru&ccedil;&atilde;o sobre a manuten&ccedil;&atilde;o desse comportamento   ap&oacute;s a mudan&ccedil;a nas conting&ecirc;ncias. A Condi&ccedil;&atilde;o 3 diferia da Condi&ccedil;&atilde;o 1 em apenas um aspecto:   na Condi&ccedil;&atilde;o 3 a manuten&ccedil;&atilde;o do seguimento de instru&ccedil;&atilde;o nas Fases 2 e 4, al&eacute;m das consequ&ecirc;ncias descritas na   Condi&ccedil;&atilde;o 1, tamb&eacute;m produzia a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo". Deste modo, na Condi&ccedil;&atilde;o 3, a manuten&ccedil;&atilde;o do   seguimento de instru&ccedil;&atilde;o deixava de produzir o refor&ccedil;o programado e produzia a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo"   na Fase 2 ; e, produzia tanto a perda do refor&ccedil;o programado, quanto a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" na Fase 4.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A Condi&ccedil;&atilde;o 4 era id&ecirc;ntica &agrave; Condi&ccedil;&atilde;o 3, exceto por uma &uacute;nica diferen&ccedil;a. Na Condi&ccedil;&atilde;o 4, a manuten&ccedil;&atilde;o   do seguimento de instru&ccedil;&atilde;o produzia a perda do refor&ccedil;o programado e a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" na   Fase 2; e, deixava de produzir o refor&ccedil;o programado e produzia a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" na Fase 4. A   Condi&ccedil;&atilde;o 4, portanto, foi realizada com o objetivo de controlar efeitos de ordem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nas quatro condi&ccedil;&otilde;es, as Fases 1, 3 e 5 eram encerradas ap&oacute;s a apresenta&ccedil;&atilde;o de 20 tentativas e cada   uma das Fases 2 e 4 era encerrada ap&oacute;s um de dois crit&eacute;rios ser atingido, o que ocorresse primeiro: a) a   emiss&atilde;o de 10 respostas corretas consecutivas ou, b) a ocorr&ecirc;ncia de 20 tentativas. Nas quatro condi&ccedil;&otilde;es,   quando uma resposta era refor&ccedil;ada, era refor&ccedil;ada em esquema de refor&ccedil;o cont&iacute;nuo (CRF). Em todas as fases,   as luzes eram apresentadas aleatoriamente e quando uma luz estava acesa a outra ficava apagada. Cada   participante era exposto a uma &uacute;nica sess&atilde;o que durava 40 minutos, aproximadamente, e era encerrada ao   final da Fase 5. Ao t&eacute;rmino da sess&atilde;o os participantes trocavam suas fichas por brinquedos e/ou guloseimas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">     <b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As <a href="#fig1">Figuras 1</a>, <a href="#fig2">2</a>, <a href="#fig3">3</a> e <a href="#fig4">4</a> apresentam a frequ&ecirc;ncia acumulada de respostas de seguir a instru&ccedil;&atilde;o e de respostas   de n&atilde;o seguir a instru&ccedil;&atilde;o, emitidas por cada participante durante as fases das Condi&ccedil;&otilde;es 1, 2, 3 e 4, respectivamente. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig1"></a><img src="img/revistas/actac/v21n2/a02fig1.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na Figura 1, observa-se que todos os participantes da Condi&ccedil;&atilde;o 1 seguiram a instru&ccedil;&atilde;o apresentada   no in&iacute;cio da Fase 1. Na Fase 2, quando as conting&ecirc;ncias programadas mudaram e a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento   de seguir a instru&ccedil;&atilde;o deixou de produzir o refor&ccedil;o programado (fichas), tr&ecirc;s (P11, P12 e P13) dos   quatro participantes continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o, apresentada na Fase 1. O Participante P14 apresentou   um desempenho vari&aacute;vel, oscilando entre respostas de seguir e de n&atilde;o seguir a instru&ccedil;&atilde;o, durante toda a fase.   Na Fase 3, todos os participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o apresentada no in&iacute;cio desta fase. Na Fase 4, quando   as conting&ecirc;ncias foram novamente alteradas e o seguir a instru&ccedil;&atilde;o passou a produzir perda do refor&ccedil;o programado,   os Participantes P11, P13 e P14 deixaram de seguir a instru&ccedil;&atilde;o e passaram a responder de acordo   com as novas conting&ecirc;ncias. O Participante P12 deixou de seguir a instru&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio da fase, mas, a partir   da 14ª tentativa, voltou a seguir a instru&ccedil;&atilde;o at&eacute; o final da fase. Na Fase 5, todos os participantes seguiram a   instru&ccedil;&atilde;o apresentada no in&iacute;cio desta fase. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig2"></a><img src="img/revistas/actac/v21n2/a02fig2.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na Figura 2, observa-se que todos os participantes da Condi&ccedil;&atilde;o 2 seguiram a instru&ccedil;&atilde;o na Fase 1. Na   Fase 2, quando as conting&ecirc;ncias foram alteradas e a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento de seguir a instru&ccedil;&atilde;o   passou a produzir perda do refor&ccedil;o programado, tr&ecirc;s (P21, P23 e P24) dos quatro participantes deixaram de   seguir a instru&ccedil;&atilde;o. O Participante P22 continuou seguindo a instru&ccedil;&atilde;o apresentada no in&iacute;cio da Fase 1. Na   Fase 3, todos os participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o. Na Fase 4, quando as conting&ecirc;ncias foram alteradas e a   manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento de seguir a instru&ccedil;&atilde;o deixou de produzir o refor&ccedil;o programado, tr&ecirc;s (P21,   P22 e P23) dos quatro participantes continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o. P24 deixou de seguir a instru&ccedil;&atilde;o no   final da fase. Na Fase 5, todos os participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na <a href="#fig3">Figura 3</a>, observa-se que todos os participantes da Condi&ccedil;&atilde;o 3 seguiram a instru&ccedil;&atilde;o apresentada   no in&iacute;cio da Fase 1. Na Fase 2, quando as conting&ecirc;ncias programadas mudaram e a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento   de seguir a instru&ccedil;&atilde;o deixou de produzir o refor&ccedil;o programado, mas passou a produzir a consequ&ecirc;ncia   verbal "Certo", os quatro participantes (P31, P32, P33 e P34) continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o, previamente   apresentada no in&iacute;cio da Fase 1. Na Fase 3, quando a instru&ccedil;&atilde;o correspondente foi reapresentada, todos os participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o. </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na Fase 4 quando as conting&ecirc;ncias foram novamente alteradas e   a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento de seguir a instru&ccedil;&atilde;o passou a produzir tanto a perda do refor&ccedil;o programado,   quanto a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo", todos os participantes mantiveram os desempenhos que vinham   apresentando na fase anterior, ou seja, todos continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o, previamente apresentada na   Fase 3 Na Fase 5, todos os participantes seguiram a instru&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig3"></a><img src="img/revistas/actac/v21n2/a02fig3.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="fig4"></a><img src="img/revistas/actac/v21n2/a02fig4.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Na Figura 4, observa-se que todos os participantes da Condi&ccedil;&atilde;o 4 seguiram a instru&ccedil;&atilde;o na Fase 1. Na   Fase 2, quando as conting&ecirc;ncias programadas mudaram e a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento de seguir a instru&ccedil;&atilde;o   passou a produzir tanto a perda do refor&ccedil;o programado, quanto a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo", todos   os quatro participantes (P41, P42, P43, P44) continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o, previamente apresentada na   Fase 1. Na Fase 3, quando a instru&ccedil;&atilde;o correspondente foi reapresentada, todos os participantes seguiram a   instru&ccedil;&atilde;o. Na Fase 4, quando as conting&ecirc;ncias foram novamente alteradas e a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento   de seguir a instru&ccedil;&atilde;o deixou de produzir o refor&ccedil;o programado, mas passou a produzir a consequ&ecirc;ncia   verbal "Certo", os Participantes P41, P43, P44 continuaram seguindo a instru&ccedil;&atilde;o e o Participante P42 deixou   de seguir a instru&ccedil;&atilde;o. Na Fase 4, o comportamento do Participante P44 foi exposto a um n&uacute;mero maior de   tentativas (25 tentativas), com o objetivo de observar se o seu desempenho seria estabilizado, uma vez que   ele deixou de seguir a instru&ccedil;&atilde;o na 18ª tentativa. Observou-se que ele voltou a seguir a instru&ccedil;&atilde;o da 21ª a   25ª tentativa. O comportamento do Participante P42 tamb&eacute;m foi exposto a um n&uacute;mero maior de tentativas,   uma vez que ele n&atilde;o seguiu a instru&ccedil;&atilde;o no final da fase, mas seguiu a instru&ccedil;&atilde;o na 22ª tentativa. A partir da   23ª tentativa, P42 deixou de seguir a instru&ccedil;&atilde;o e passou a emitir o comportamento alternativo ao descrito na   instru&ccedil;&atilde;o e que produzia o refor&ccedil;o programado na Fase 4.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">     <b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os resultados mostraram que, quando o comportamento de seguir a regra produziu o refor&ccedil;o programado   (fichas troc&aacute;veis por brinquedos), nas Fases 1, 2 e 3 das quatro condi&ccedil;&otilde;es, todos os 16 participantes seguiram   a regra.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Quando o comportamento de seguir a regra deixou de produzir o refor&ccedil;o programado (o que ocorreu   na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 1 e na Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 2), sete (P11, P12, P13, P14, P21, P22 e P23) dos oito   participantes mantiveram o comportamento de seguir a regra. P14, na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 1, tamb&eacute;m seguiu   a regra. A diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o aos demais participantes, &eacute; que ele seguiu a regra mantendo um contato mais   extenso com o refor&ccedil;o programado (a obten&ccedil;&atilde;o de fichas) para o n&atilde;o seguimento de regra.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Diferentemente, quando o comportamento de seguir a regra passou a produzir a perda do refor&ccedil;o   programado (o que ocorreu na Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 1 e na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 2), seis (P11, P13, P14, P21,   P23 e P24) dos oito participantes deixaram de seguir a regra. &Eacute; poss&iacute;vel que, no caso dos Participantes P11,   P12, P13, P14, P21, P22 e P23 (Condi&ccedil;&atilde;o 1 &ndash; Fase 2 e Condi&ccedil;&atilde;o 2 &ndash; Fase 4), o seguimento de regra tenha   sido mantido devido, em parte, a uma hist&oacute;ria pr&eacute;-experimental de refor&ccedil;o social para o responder generalizado   de acordo com regras (Catania, Shimoff, &amp; Matthews, 1989; Cerutti, 1989; Hayes et al., 1986; Zettle &amp; Hayes, 1982). Mas os eventuais efeitos dessa hist&oacute;ria deveriam ser vistos com restri&ccedil;&atilde;o, uma vez que essa   hist&oacute;ria n&atilde;o explica os casos, como os dados dos Participantes P11, P13, P14, P21, P23 e P24 (Condi&ccedil;&atilde;o 1 &ndash; Fase 4 e Condi&ccedil;&atilde;o 2 &ndash; Fase 2), em que o seguimento de regra deixa de ocorrer (Albuquerque et al., 2003;   Oliveira &amp; Albuquerque, 2007; Paracampo, Souza, &amp; Albuquerque, submetido).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os resultados do presente estudo s&atilde;o similares aos resultados encontrados em estudos anteriores (N.   M. A. Albuquerque et al., 2004, Galizio, 1979; Paracampo &amp; Albuquerque, 2004; Paracampo et al., 2007;   Pinto et al., 2008) e s&atilde;o evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas adicionais que apoiam, tanto a proposi&ccedil;&atilde;o de que o seguir   regras tem maior probabilidade de ser abandonado quando produz consequ&ecirc;ncias aversivas do que quando   produz outros tipos de consequ&ecirc;ncias (Baron &amp; Galizio, 1983; Chase &amp; Danforth, 1991; Galizio, 1979; Le-   Francois et al., 1988; Paracampo &amp; Albuquerque, 2004; Paracampo et al., 2007); quanto a proposi&ccedil;&atilde;o de que   a manuten&ccedil;&atilde;o do comportamento de seguir regras depende, em parte, do tipo de consequ&ecirc;ncia por ele contatada   (Paracampo et al., 2007). Portanto, tais resultados s&atilde;o importantes porque eles sugerem que o comportamento   de seguir regras pode ser explicado pelos princ&iacute;pios da An&aacute;lise Experimental do Comportamento. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta an&aacute;lise, no entanto, n&atilde;o &eacute; suficiente para explicar todos os dados do presente estudo, uma vez que   ainda falta considerar os efeitos da consequ&ecirc;ncia verbal sobre o seguir regra. No presente estudo, quando o   comportamento de seguir a regra passou a produzir a consequ&ecirc;ncia verbal "Certo" (o que ocorreu nas Fases   2 e 4 das Condi&ccedil;&otilde;es 3 e 4), sete (P31, P32, P33, P34, P41, P43 e P44) dos oito participantes seguiram a regra,   independentemente de o seguimento de regra deixar de produzir o refor&ccedil;o programado (o que ocorreu na   Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 3 e na Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 4) ou de passar a produzir a perda do refor&ccedil;o programado (o que ocorreu na Fase 4 da Condi&ccedil;&atilde;o 3 e na Fase 2 da Condi&ccedil;&atilde;o 4).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estes resultados s&atilde;o similares aos resultados encontrados por Monteles et al. (2006). Os resultados   do presente estudos e os do estudo de Monteles et al., em conjunto, sugerem que as consequ&ecirc;ncias verbais   podem exercer duas fun&ccedil;&otilde;es: 1) impedir que vari&aacute;veis que favorecem o abandono do seguimento de regra   exer&ccedil;am os seus efeitos; e, desta forma, 2) contribuir para manter o seguir regras. A diferen&ccedil;a foi que, no   estudo de Monteles et al., a consequ&ecirc;ncia verbal contribuiu para manter o seguimento de regra, impedindo   o controle pela hist&oacute;ria de refor&ccedil;o cont&iacute;nuo do comportamento alternativo ao especificado pela regra sobre   o comportamento de seguir regra. J&aacute; no presente estudo, a consequ&ecirc;ncia verbal contribuiu para manter o   seguimento de regra, impedindo o controle pela consequ&ecirc;ncia imediata programada (a perda do refor&ccedil;ador   programado &ndash; a retirada da ficha) sobre o comportamento de seguir regra.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos dois estudos, &eacute; poss&iacute;vel que a consequ&ecirc;ncia verbal tenha mantido o comportamento de seguir regra,   apesar de esse comportamento ter sido exposto a vari&aacute;veis que favoreciam o abandono do seguir regra,   porque ela tornava expl&iacute;cito que o experimentador aprovava a manuten&ccedil;&atilde;o do seguir a regra que ele havia   apresentado ao participante. Esta sugest&atilde;o pode ficar mais clara quando os dados do presente estudo s&atilde;o   comparados com os dados do estudo de N. M. A. Albuquerque et al. (2004). Neste estudo, 10 dos 12 participantes   deixaram de seguir a regra quando o seguir a regra passou a produzir perda do refor&ccedil;o programado,   mesmo quando o seguir a regra foi monitorado por um observador, cuja fun&ccedil;&atilde;o foi especificada pelo est&iacute;mulo   verbal: "Esse &eacute; o..." (era dito o nome do observador). "Ele est&aacute; aqui para observar voc&ecirc; jogando e vai ficar   anotando as suas respostas durante o jogo." Talvez este est&iacute;mulo verbal n&atilde;o tenha contribu&iacute;do para manter   o seguimento de regra, porque, diferente da consequ&ecirc;ncia verbal "Certo", usada no presente estudo, ele n&atilde;o   indicava, explicitamente, que o experimentador ou o observador aprovava a manuten&ccedil;&atilde;o deste comportamento.   Esta an&aacute;lise est&aacute; de acordo com a proposi&ccedil;&atilde;o de que as propriedades formais dos est&iacute;mulos verbais   s&atilde;o vari&aacute;veis relevantes na determina&ccedil;&atilde;o do comportamento (Albuquerque, 2005; Albuquerque &amp; Paracampo,   2010; Albuquerque, Mescouto, &amp; Paracampo, 2011; Braga, Albuquerque, Paracampo, &amp; Santos, 2010).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nesta mesma linha de racioc&iacute;nio, tamb&eacute;m se pode dizer que, do mesmo modo que a palavra "Certo",   no presente estudo, e a express&atilde;o "Muito bem", no estudo de Monteles et al. (2006), determinaram a manuten&ccedil;&atilde;o   do seguir regra, a palavra "Errado", no estudo de Paracampo et al. (2007), determinou o abandono   do seguir regra. Estes resultados, em conjunto, sugerem que, tal como os efeitos dos est&iacute;mulos antecedentes   verbais dependem, em parte, de suas propriedades formais (Albuquerque, 2005; Albuquerque &amp; Paracampo,   2010; Albuquerque et al., 2011; Braga et al., 2010), os efeitos das consequ&ecirc;ncias verbais tamb&eacute;m dependem,   em parte, de suas propriedades formais. A express&atilde;o propriedades formais de est&iacute;mulos verbais refere-se &agrave;s   caracter&iacute;sticas apresentadas pelo est&iacute;mulo verbal que determinam, em parte, o que ele parece ser ou o que ele   indica para uma determinada comunidade verbal, de acordo com as suas pr&aacute;ticas (Albuquerque et al., 2011).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esta an&aacute;lise dos resultados do presente estudo sugere, portanto, que os efeitos das consequ&ecirc;ncias do   comportamento podem depender de sua combina&ccedil;&atilde;o com outras vari&aacute;veis (Albuquerque et al., 2003) e que   pesquisas futuras poderiam come&ccedil;ar a manipular as propriedades formais das consequ&ecirc;ncias verbais com o   objetivo de avaliar os seus efeitos sobre o comportamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Este tipo de investiga&ccedil;&atilde;o, no entanto, deve ser justificado. Para Skinner (1969), o comportamento governado   por regras e o comportamento modelado por conting&ecirc;ncias podem ter topografias similares ou formas   similares, mas as suas vari&aacute;veis de controle s&atilde;o distintas e, portanto, s&atilde;o operantes distintos. A proposta de investiga&ccedil;&atilde;o dos efeitos das propriedades formais do ambiente verbal (constitu&iacute;do de regras e consequ&ecirc;ncias   verbais) sobre o comportamento &eacute; consistente com a no&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lise funcional do comportamento   defendida por Skinner. A diferen&ccedil;a &eacute; que aqui est&aacute; se propondo a investiga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o das propriedades formais   do comportamento enquanto vari&aacute;vel dependente, mas sim, a investiga&ccedil;&atilde;o das propriedades formais do   ambiente verbal. Enquanto vari&aacute;vel ambiental, as propriedades formais de est&iacute;mulos verbais s&atilde;o pass&iacute;veis   de manipula&ccedil;&atilde;o e os seus efeitos sobre o comportamento podem ser observados e registrados. Al&eacute;m disso,   h&aacute; evid&ecirc;ncias experimentais que mostram que o comportamento pode mudar em fun&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as nas   propriedades formais de tais est&iacute;mulos (Albuquerque &amp; Ferreira, 2001; Albuquerque et al., 2011; Braga et   al., 2010). Assim, pesquisas futuras poderiam verificar, por exemplo, se o comportamento muda em fun&ccedil;&atilde;o   de manipula&ccedil;&otilde;es de propriedades formais do ambiente verbal. Algumas propriedades formais que poderiam   ser manipuladas seriam os diferentes tipos de consequ&ecirc;ncias relatadas em regras e os diferentes tipos de   consequ&ecirc;ncias verbais produzidas pelo comportamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Albuquerque, L. C. (2001). Defini&ccedil;&otilde;es de regras. In H. J. Guilhardi, M. B. B. P. Madi, P. P. Queiroz, P. P. &amp;   M. C. Scoz (Eds.), Sobre comportamento e cogni&ccedil;&atilde;o: Expondo a variabilidade (pp.132-140). Santo   Andr&eacute;: ARBytes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023125&pid=S0188-8145201300020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C. (2005). Regras como instrumento de an&aacute;lise do comportamento. In L. C. Albuquerque   (Ed.), <i>Estudos do comportamento</i> (pp.143-176). Bel&eacute;m: Edufpa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023127&pid=S0188-8145201300020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C., &amp; Ferreira, K. V. D. (2001). Efeitos de regras com diferentes extens&otilde;es sobre o comportamento   humano. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, <i>14</i>, 143-155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023129&pid=S0188-8145201300020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C., de Souza, D. G., Matos, M. A., &amp; Paracampo, C. C. P. (2003). An&aacute;lise dos efeitos de hist&oacute;rias   experimentais sobre o seguimento subseq&uuml;ente de regras. <i>Acta Comportamentalia</i>, <i>11</i>, 87-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023131&pid=S0188-8145201300020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C., Mescouto, W. A., &amp; Paracampo, C. C. P. (2011). Controle por regras: efeitos de perguntas,   sugest&otilde;es e ordens. <i>Acta Comportamentalia</i>, <i>19</i>, 19-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023133&pid=S0188-8145201300020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C., &amp; Paracampo, C. C. P. (2010). An&aacute;lise do controle por regras. <i>Psicologia USP</i>, <i>21</i>,   253-273.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023135&pid=S0188-8145201300020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C., Reis, A. A., &amp; Paracampo, C. C. P. (2006). Efeitos de uma hist&oacute;ria de refor&ccedil;o cont&iacute;nuo   sobre o seguimento de regra. <i>Acta Comportamentalia</i>, <i>14</i>, 47-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023137&pid=S0188-8145201300020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, L. C., Reis, A. A., &amp; Paracampo, C. C. P. (2008). Efeitos de hist&oacute;rias de refor&ccedil;o, curtas e prolongadas,   sobre o seguimento de regras. <i>Acta Comportamentalia</i>, <i>16</i>, 305-332.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023139&pid=S0188-8145201300020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Albuquerque, N. M. A., Paracampo, C. C. P., &amp; Albuquerque, L. C. (2004). An&aacute;lise do papel de vari&aacute;veis   sociais e de consequ&ecirc;ncias programadas no seguimento de instru&ccedil;&otilde;es. <i>Psicologia, Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>,   <i>17</i>, 31-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023141&pid=S0188-8145201300020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Baron, A., &amp; Galizio, M. (1983). Instructional control of human operant behavior. <i>The Psychological Record</i>,   <i>33</i>, 495-520.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023143&pid=S0188-8145201300020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Barret, D. H., Deitz, S. M., Gaydos, G. R., &amp; Quinn, P. C. (1987). The effects of programmed contingencies   and social conditions on responses stereotipy with human subjects. <i>The Psychological Record</i>, <i>34</i>,   489-505.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023145&pid=S0188-8145201300020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Braga, M. V. N., Albuquerque, L. C., Paracampo, C. C. P., &amp; Santos, J. V. (2010). Efeitos de manipula&ccedil;&otilde;es   de propriedades formais de est&iacute;mulos verbais sobre o comportamento. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa</i>,   <i>4</i>, 129-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023147&pid=S0188-8145201300020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Catania, A. C., Shimoff, E., &amp; Matthews, A. (1989). An experimental analysis of rule-governed behavior.   In S. C. Hayes (Ed.), <i>Rule-governed behavior: Cognition, contingencies, and instructional control</i>   (pp.119-150). New York: Plenum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023149&pid=S0188-8145201300020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cerutti, D. T. (1989). Discrimination theory of rule-governed behavior. <i>Journal of the Experimental Analysis   of Behavior</i>, <i>51</i>, 259-276.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023151&pid=S0188-8145201300020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Cerutti, D. T. (1994). Compliance with instructions: Effects of randomness in scheduling and monitoring.   <i>The Psychological Record</i>, <i>41</i>, 51-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023153&pid=S0188-8145201300020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Chase, P. N., &amp; Danforth, J. S. (1991). The role of rules in concept learning. In L. J. Hayes &amp; P. N. Chase   (Eds.), <i>Dialogues on verbal behavior</i> (pp.205-225). Hillsdale, NJ: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023155&pid=S0188-8145201300020000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Galizio, M. (1979). Contingency-shaped and rule-governed behavior: Instructional control of human loss   avoidance. <i>Journal of the Experimental Analysis of Behavior</i>, <i>31</i>, 53-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023157&pid=S0188-8145201300020000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Hayes, S. C., Brownstein, A. J., Zettle, R. D., Rosenfarb, I., &amp;Korn, Z. (1986). Rule governed behavior and   sensitivity to changing consequences of responding. <i>Journal of the Experimental Analysis of Behavior</i>,   <i>45</i>, 237-256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023159&pid=S0188-8145201300020000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Hayes, S. C., &amp; Wolf, M. R. (1984). Cues, consequences and therapeutic talk: Effects of social context and   coping statements on pain. <i>Behavior Therapy</i>, <i>22</i>, 385-392.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023161&pid=S0188-8145201300020000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   LeFrancois, J. R., Chase, P. N., &amp; Joyce, J. H. (1988). The effects of variety of instructions on human fixed-interval performance. <i>Journal of the Experimental Analysis of Behavior</i>, <i>49</i>, 383-393.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023163&pid=S0188-8145201300020000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Newman, B., Buffington, D. M., &amp; Hemmes, N. S. (1995). The effects of schedules of reinforcement on   instruction following. <i>The Psychological Record</i>, <i>45</i>, 463-476.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023165&pid=S0188-8145201300020000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Martinez, H., &amp; Tomayo, R. (2005). Interactions of contingencies, instructional accuracy, and instructional   history in conditional discrimination. <i>The Psychological Record</i>, <i>55</i>, 633-646.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023167&pid=S0188-8145201300020000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Monteles, K. M. C., Paracampo, C. C. P., &amp; Albuquerque, L. C. (2006). Efeitos de uma hist&oacute;ria de refor&ccedil;o   cont&iacute;nuo e de conseq&uuml;&ecirc;ncias sociais sobre o seguir regras. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, <i>19</i>, 186-   196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023169&pid=S0188-8145201300020000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Oliveira, V. L., &amp; Albuquerque, L. C. (2007). Efeitos de hist&oacute;rias experimentais e de esquemas de refor&ccedil;o   sobre o seguir regras. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa</i>, <i>23</i>, 217-228.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023171&pid=S0188-8145201300020000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Paracampo, C. C. P., &amp; Albuquerque, L. C. (2004). An&aacute;lise do papel das conseq&uuml;&ecirc;ncias programadas no   seguimento de regras. <i>Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia</i>, <i>8</i>, 237-245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023173&pid=S0188-8145201300020000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Paracampo, C. C. P., &amp; Albuquerque, L. C. (2005). Comportamento controlado por regras: revis&atilde;o cr&iacute;tica de   proposi&ccedil;&otilde;es conceituais e resultados experimentais. <i>Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia</i>, <i>9</i>, 227-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023175&pid=S0188-8145201300020000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Paracampo, C. C. P., Albuquerque, L. C., Farias, A. F., Carvall&oacute;, B. N., &amp; Pinto, A. R. (2007). Efeitos de   conseq&uuml;&ecirc;ncias programadas sobre o comportamento de seguir regras. <i>Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia</i>, <i>11</i>,   161-173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023177&pid=S0188-8145201300020000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Paracampo, C. C. P., de Souza, D. G., Matos, M. A., &amp; Albuquerque, L. C. (2001). Efeitos de mudan&ccedil;a em   conting&ecirc;ncias de refor&ccedil;o sobre o comportamento verbal e n&atilde;o verbal. <i>Acta Comportamentalia</i>, <i>9</i>,   31-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023179&pid=S0188-8145201300020000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Paracampo, C. C. P., Souza, L. M., &amp; Albuquerque, L. C. (submetido). Vari&aacute;veis que podem Interferir no   Seguir Regras de Participantes Flex&iacute;veis e Inflex&iacute;veis. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023181&pid=S0188-8145201300020000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Pinto, A. R., Paracampo, C. C. P., &amp; Albuquerque, L. C. (2008). Efeitos de perda de refor&ccedil;adores sobre o   seguir regras em participantes flex&iacute;veis e inflex&iacute;veis. <i>Revista Brasileira de An&aacute;lise do Comportamento</i>,   <i>1</i>, 111-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023183&pid=S0188-8145201300020000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Shimoff, E., Catania, A. C., &amp; Matthews, B. A. (1981). Uninstructed human responding: Sensitivity of low-rate performance to schedule contingencies. <i>Journal of the Experimental Analysis of Behavior</i>, <i>36</i>,   207-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023185&pid=S0188-8145201300020000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Skinner, B. F. (1969). <i>Contingencies of reinforcement: A theoretical analysis</i>. New York: Appleton-Century-Crofts.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023187&pid=S0188-8145201300020000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Torgrud, L. J., &amp; Holborn, S. W. (1990). The effects of verbal performance descriptions on nonverbal operant   responding. <i>Journal of the Experimental Analysis of Behavior</i>, <i>54</i>, 273-291.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023189&pid=S0188-8145201300020000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Wulfert, E., Greenway, D. E., Farkas, P., Hayes, E. C., &amp; Douguer, M. J. (1994). Correlation between self-reported rigidity and rule-governed insensitivity to operant contingencies. <i>Journal of Applied Behavior   Analysis</i>, <i>27</i>, 659-671.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023191&pid=S0188-8145201300020000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Zettle, R. D., &amp; Hayes, S. C. (1982). Rule-governed behavior: A potential theoretical framework for cognitive-   behavior therapy. In P. C. Kendall (Ed.), <i>Advances in cognitive-behavioral research and therapy</i>   (pp. 73-118). New York: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023193&pid=S0188-8145201300020000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Zettle, R. D. &amp; Hayes, S. C. (1983). Effect of social context on the impact of coping self-statements. <i>Psychological   Reports</i>, <i>52</i>, 391-401.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023195&pid=S0188-8145201300020000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Received: February, 16, 2012           ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Accepted: October, 5, 2012</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="1a"></a><a href="#1"><sup>1</sup></a> Trabalho realizado com aux&iacute;lio do CNPq, em forma de aux&iacute;lio &agrave; pesquisa e em forma de concess&atilde;o de bolsa de produtividade   em pesquisa ao primeiro e ao segundo autor e de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica ao terceiro autor. Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:   Carla Cristina Paiva Paracampo. Rua Oliveira Belo, 238/1702, 66.050-380, Umarizal, Bel&eacute;m, PA. (91) 30331183. E-mail: <a href="mailto:cparacampo@gmail.com">cparacampo@gmail.com</a>       <br>     <a name="2a"></a><a href="#2"><sup>2</sup></a> Regras s&atilde;o est&iacute;mulos antecedentes verbais que podem descrever o comportamento e suas vari&aacute;veis de controle; estabelecer   a topografia de comportamentos novos independentemente de suas consequ&ecirc;ncias imediatas; e, alterar as fun&ccedil;&otilde;es de   est&iacute;mulos (Albuquerque, 2001, 2005; Albuquerque &amp; Paracampo 2010). O termo regra est&aacute; sendo usado em situa&ccedil;&otilde;es mais gerais   e o termo instru&ccedil;&atilde;o, como um exemplo de regra, est&aacute; sendo usado em situa&ccedil;&otilde;es mais particulares, como nas descri&ccedil;&otilde;es dos procedimentos   e resultados de pesquisas.     <br>   <a name="3a"></a><a href="#3"><sup>3</sup></a> Sensibilidade &eacute; o termo usado para descrever o comportamento que ocorre dependendo de suas consequ&ecirc;ncias imediatas   e insensibilidade &eacute; o termo usado para descrever o comportamento que ocorre independentemente de suas consequ&ecirc;ncias   imediatas (para uma revis&atilde;o cr&iacute;tica do conceito de insensibilidade, ver Albuquerque, Reis, &amp; Paracampo, 2008).     <br>   <a name="4a"></a><a href="#4"><sup>4</sup></a> Uma conting&ecirc;ncia &eacute; forte quando ela exerce controle e uma conting&ecirc;ncia &eacute; fraca quando ela n&atilde;o exerce controle sobre   o comportamento.       <br>     <a name="5a"></a><a href="#5"><sup>5</sup></a> Em cada brinquedo e guloseima estava afixada uma etiqueta de papel com um n&uacute;mero impresso (por exemplo, 3, 10,   20 e etc.), indicando o total de fichas que cada brinquedo e guloseima valia.</font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Definições de regras]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Guilhardi]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Madi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. B. B. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Queiroz]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scoz]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sobre comportamento e cognição: Expondo a variabilidade]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>132-140</page-range><publisher-loc><![CDATA[Santo André ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[ARBytes]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Regras como instrumento de análise do comportamento.]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estudos do comportamento]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>143-176</page-range><publisher-loc><![CDATA[Belém ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edufpa]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. V. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de regras com diferentes extensões sobre o comportamento humano]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2001</year>
<volume>14</volume>
<page-range>143-155</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise dos efeitos de histórias experimentais sobre o seguimento subseqüente de regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Comportamentalia]]></source>
<year>2003</year>
<volume>11</volume>
<page-range>87-126</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mescouto]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Controle por regras: efeitos de perguntas, sugestões e ordens]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Comportamentalia]]></source>
<year>2011</year>
<volume>19</volume>
<page-range>19-42</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise do controle por regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia USP]]></source>
<year>2010</year>
<volume>21</volume>
<page-range>253-273</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de uma história de reforço contínuo sobre o seguimento de regra]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Comportamentalia]]></source>
<year>2006</year>
<volume>14</volume>
<page-range>47-75</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de histórias de reforço, curtas e prolongadas, sobre o seguimento de regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Comportamentalia]]></source>
<year>2008</year>
<volume>16</volume>
<page-range>305-332</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise do papel de variáveis sociais e de consequências programadas no seguimento de instruções]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia, Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2004</year>
<volume>17</volume>
<page-range>31-42</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baron]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galizio]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Instructional control of human operant behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[The Psychological Record]]></source>
<year>1983</year>
<volume>33</volume>
<page-range>495-520</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barret]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gaydos]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Quinn]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of programmed contingencies and social conditions on responses stereotipy with human subjects]]></article-title>
<source><![CDATA[The Psychological Record]]></source>
<year>1987</year>
<volume>34</volume>
<page-range>489-505</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Braga]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. V. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de manipulações de propriedades formais de estímulos verbais sobre o comportamento]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria e Pesquisa]]></source>
<year>2010</year>
<volume>4</volume>
<page-range>129-142</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Catania]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shimoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matthews]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An experimental analysis of rule-governed behavior]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Rule-governed behavior: Cognition, contingencies, and instructional control]]></source>
<year>1989</year>
<page-range>119-150</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Plenum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerutti]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Discrimination theory of rule-governed behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of the Experimental Analysis of Behavior]]></source>
<year>1989</year>
<volume>51</volume>
<page-range>259-276</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerutti]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Compliance with instructions: Effects of randomness in scheduling and monitoring]]></article-title>
<source><![CDATA[The Psychological Record]]></source>
<year>1994</year>
<volume>41</volume>
<page-range>51-67</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chase]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Danforth]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The role of rules in concept learning]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chase]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dialogues on verbal behavior]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>205-225</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hillsdale^eNJ NJ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Erlbaum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Galizio]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Contingency-shaped and rule-governed behavior: Instructional control of human loss avoidance]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of the Experimental Analysis of Behavior]]></source>
<year>1979</year>
<volume>31</volume>
<page-range>53-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brownstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zettle]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosenfarb]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Korn]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Rule governed behavior and sensitivity to changing consequences of responding]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of the Experimental Analysis of Behavior]]></source>
<year>1986</year>
<volume>45</volume>
<page-range>237-256</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wolf]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cues, consequences and therapeutic talk: Effects of social context and coping statements on pain]]></article-title>
<source><![CDATA[Behavior Therapy]]></source>
<year>1984</year>
<volume>22</volume>
<page-range>385-392</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LeFrancois]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chase]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Joyce]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of variety of instructions on human fixed-interval performance]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of the Experimental Analysis of Behavior]]></source>
<year>1988</year>
<volume>49</volume>
<page-range>383-393</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Newman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Buffington]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hemmes]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of schedules of reinforcement on instruction following]]></article-title>
<source><![CDATA[The Psychological Record]]></source>
<year>1995</year>
<volume>45</volume>
<page-range>463-476</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martinez]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tomayo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interactions of contingencies, instructional accuracy, and instructional history in conditional discrimination]]></article-title>
<source><![CDATA[The Psychological Record]]></source>
<year>2005</year>
<volume>55</volume>
<page-range>633-646</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteles]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. M. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de uma história de reforço contínuo e de conseqüências sociais sobre o seguir regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2006</year>
<volume>19</volume>
<page-range>186- 196</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de histórias experimentais e de esquemas de reforço sobre o seguir regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria e Pesquisa]]></source>
<year>2007</year>
<volume>23</volume>
<page-range>217-228</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise do papel das conseqüências programadas no seguimento de regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Interação em Psicologia]]></source>
<year>2004</year>
<volume>8</volume>
<page-range>237-245</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamento controlado por regras: revisão crítica de proposições conceituais e resultados experimentais]]></article-title>
<source><![CDATA[Interação em Psicologia]]></source>
<year>2005</year>
<volume>9</volume>
<page-range>227-237</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farias]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalló]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de conseqüências programadas sobre o comportamento de seguir regras]]></article-title>
<source><![CDATA[Interação em Psicologia]]></source>
<year>2007</year>
<volume>11</volume>
<page-range>161-173</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de mudança em contingências de reforço sobre o comportamento verbal e não verbal.]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Comportamentalia]]></source>
<year>2001</year>
<volume>9</volume>
<page-range>31-55</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variáveis que podem Interferir no Seguir Regras de Participantes Flexíveis e Inflexíveis]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paracampo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de perda de reforçadores sobre o seguir regras em participantes flexíveis e inflexíveis.]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Análise do Comportamento]]></source>
<year>2008</year>
<volume>1</volume>
<page-range>111-125</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shimoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Catania]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matthews]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Uninstructed human responding: Sensitivity of low-rate performance to schedule contingencies]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of the Experimental Analysis of Behavior]]></source>
<year>1981</year>
<volume>36</volume>
<page-range>207-220</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skinner]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Contingencies of reinforcement: A theoretical analysis]]></source>
<year>1969</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Appleton-Century-Crofts]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Torgrud]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Holborn]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of verbal performance descriptions on nonverbal operant responding]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of the Experimental Analysis of Behavior]]></source>
<year>1990</year>
<volume>54</volume>
<page-range>273-291</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wulfert]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenway]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farkas]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Douguer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Correlation between self-reported rigidity and rule-governed insensitivity to operant contingencies]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Behavior Analysis]]></source>
<year>1994</year>
<volume>27</volume>
<page-range>659-671</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zettle]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Rule-governed behavior: A potential theoretical framework for cognitive- behavior therapy]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Kendall]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Advances in cognitive-behavioral research and therapy]]></source>
<year>1982</year>
<page-range>73-118</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Academic Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zettle]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hayes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of social context on the impact of coping self-statements]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Reports]]></source>
<year>1983</year>
<volume>52</volume>
<page-range>391-401</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
