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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[From the context of the National Humanization Policy (NHP) of the Brazilian Unified Health System, this study had the objective of identifying the main contributions and the theoretical-methodological relations of Psychology for humanized practices in health, in the Brazilian literature. For that, complete articles, published in Portuguese since 2008, were systematically identified and analyzed in the main database of the area. After the analysis procedures, the results gathered the publications, from psychology and related areas, into three main categories: (a) professional training, (b) perceptions, experiences and feelings of professionals and (c) characteristics, practices and representations of the activity. Most of the articles in the three categories criticize the traditional perspectives of health and call for more training resources for health professionals, who have found difficulties in their fields of professional action to reach the models recommended by NHP. From the point of view of psychology, we identified the weight of phenomena such as empathy and the appreciation of the feelings and emotions of patients and families as the central point of the humanized practice. The authors identified gaps and suggested new fields for research and possibilities for intervention in the area.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Artigos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Elos entre a psicologia e o trabalho humanizado na sa&uacute;de: compreens&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;ticas</b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Links between psychology and humanized work in health: understanding, training and practices</b></font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Daren Priscila Tashima Cid<sup>1</sup>; Maiango Dias<sup>2</sup>; Miria Benincasa<sup>3</sup>; </b></font>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Maria Do Carmo Fernandes Martins<sup>4</sup></b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>1</sup>Universidade Metodista de S&atilde;o  Paulo</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>2</sup>Universidade Metodista de S&atilde;o  Paulo</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>3</sup>Universidade Metodista de S&atilde;o  Paulo</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>4</sup>Universidade Metodista de S&atilde;o  Paulo</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Resumo</b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir do contexto da Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o (PNH) do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de, este estudo teve o objetivo de identificar as principais contribui&ccedil;&otilde;es e as rela&ccedil;&otilde;es te&oacute;rico-metodol&oacute;gicas da Psicologia para as pr&aacute;ticas humanizadas na sa&uacute;de, na literatura brasileira. Para tanto, foram identificados e analisados, de forma sistem&aacute;tica, artigos completos, publicados em portugu&ecirc;s a partir de 2008, na principal base de dados da &aacute;rea. Ap&oacute;s os procedimentos de an&aacute;lise, os resultados reuniram as publica&ccedil;&otilde;es, oriundas da psicologia e de &aacute;reas afins, em tr&ecirc;s categorias principais: (a) forma&ccedil;&atilde;o profissional, (b) percep&ccedil;&otilde;es, viv&ecirc;ncias e sentimentos dos profissionais e (c) caracter&iacute;sticas, pr&aacute;ticas e representa&ccedil;&otilde;es sociais da atividade. A maioria dos artigos, nas tr&ecirc;s categorias, critica as perspectivas tradicionais de sa&uacute;de e clama por mais recursos formativos para os profissionais de sa&uacute;de, que t&ecirc;m encontrado dificuldades em seus campos de atua&ccedil;&atilde;o profissional para atingir os modelos preconizados pela (PNH). Do ponto de vista da Psicologia, identificou-se o peso de fen&ocirc;menos como a empatia e a valoriza&ccedil;&atilde;o dos sentimentos e emo&ccedil;&otilde;es dos pacientes e familiares como ponto central da pr&aacute;tica humanizada. Os autores identificaram lacunas e sugerem novos campos para pesquisa e possibilidades de interven&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Humaniza&ccedil;&atilde;o. Trabalho humanizado. Psicologia e humaniza&ccedil;&atilde;o.</font> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Abstract</b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">From the context of the National Humanization Policy (NHP) of the Brazilian Unified Health System, this study had the objective of identifying the main contributions and the theoretical-methodological relations of Psychology for humanized practices in health, in the Brazilian literature. For that, complete articles, published in Portuguese since 2008, were systematically identified and analyzed in the main database of the area. After the analysis procedures, the results gathered the publications, from psychology and related areas, into three main categories: (a) professional training, (b) perceptions, experiences and feelings of professionals and (c) characteristics, practices and representations of the activity. Most of the articles in the three categories criticize the traditional perspectives of health and call for more training resources for health professionals, who have found difficulties in their fields of professional action to reach the models recommended by NHP. From the point of view of psychology, we identified the weight of phenomena such as empathy and the appreciation of the feelings and emotions of patients and families as the central point of the humanized practice. The authors identified gaps and suggested new fields for research and possibilities for intervention in the area. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> Humanization. Humanized work. Psychology and humanization. </font> <hr noshade size="1">     <p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o (PNH) foi lan&ccedil;ada em 2003 para corroborar os princ&iacute;pios estabelecidos pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), que preveem modelos respeitosos de aten&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o, incentivando trocas solid&aacute;rias no &acirc;mbito do sistema de sa&uacute;de. Por humaniza&ccedil;&atilde;o, entende-se a valoriza&ccedil;&atilde;o dos diferentes sujeitos implicados no processo de produ&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de: usu&aacute;rios, trabalhadores e gestores. Trata-se de dar voz a todos os atores desse processo, de maneira que o di&aacute;logo resultante desta intera&ccedil;&atilde;o fa&ccedil;a sentido, tanto para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, quanto para a constru&ccedil;&atilde;o dos mesmos como sujeitos e protagonistas. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A PNH estabelece princ&iacute;pios norteadores na condu&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de, quais sejam: valoriza&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o subjetiva e social do usu&aacute;rio e dos profissionais em sa&uacute;de, em qualquer modelo de assist&ecirc;ncia e gest&atilde;o do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS); fortalecimento do trabalho em equipe; constru&ccedil;&atilde;o de autonomia, valoriza&ccedil;&atilde;o do protagonismo e corresponsabilidade daqueles inseridos na rede do SUS; gest&atilde;o e aten&ccedil;&atilde;o correspons&aacute;vel; investimento em um controle social que participe em todas as inst&acirc;ncias do SUS; a constru&ccedil;&atilde;o de redes de coopera&ccedil;&atilde;o e a participa&ccedil;&atilde;o coletiva no processo de gest&atilde;o, operando com o princ&iacute;pio da transversalidade; compromisso com a democratiza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e valoriza&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de, estimulando processos de educa&ccedil;&atilde;o permanente (BRASIL, 2004). </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m sendo realizadas a partir da implanta&ccedil;&atilde;o da PNH e compartilhada nos mais diversos cen&aacute;rios. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, afim de compilar refer&ecirc;ncias sobre a implanta&ccedil;&atilde;o destes processos, lan&ccedil;ou os cadernos HumanizaSUS. Em seu volume 1, intitulado &ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o e Interven&ccedil;&atilde;o&rdquo;, traz estrat&eacute;gias bem-sucedidas relacionadas ao tema. O volume 2, traz a&ccedil;&otilde;es na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, enquanto o volume 3, apresenta iniciativas na Aten&ccedil;&atilde;o Hospitalar. Os volumes 4 e 5, dirigemse especificamente ao parto e nascimento e sa&uacute;de mental, respectivamente (BRASIL, 2010a, 2010b, 2011, 2014, 2015). Al&eacute;m desse material, v&aacute;rios outros cadernos tem&aacute;ticos, cartilhas e textos vem sendo disponibilizados na Rede HumanizaSUS (RHS), uma rede social envolvendo gestores, trabalhadores e usu&aacute;rios, determinados a desenvolver um sistema de sa&uacute;de fundamentado nos princ&iacute;pios da PNH. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O novo cen&aacute;rio da realidade nacional e as demandas da &aacute;rea da sa&uacute;de, contudo, incitaram novos questionamentos, novas possibilidades de olhar no campo de suas pr&aacute;ticas e na produ&ccedil;&atilde;o de saberes. Atualmente, a Psicologia, como ci&ecirc;ncia e profiss&atilde;o, vem aprimorando seu repert&oacute;rio te&oacute;rico, t&eacute;cnico e metodol&oacute;gico, para atuar nos mais diversos dispositivos de sa&uacute;de, tanto em equipes multidisciplinares como no desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es individuais e coletivas. A Psicologia pode contribuir assumindo um papel de compromisso social leg&iacute;timo, o que implica agir em sa&uacute;de de uma forma humanizada, baseada numa postura de inclus&atilde;o, de um &ldquo;estar com&rdquo; e &ldquo;perto de&rdquo;, revalorizando um atendimento integral, no qual deve haver uma escuta ativa, resolutiva, din&acirc;mica, de empatia e de estabelecimento de v&iacute;nculo (BRASIL, 2009). De acordo com Benevides (2005), a contribui&ccedil;&atilde;o da Psicologia ao SUS pode estar neste entrecruzamento, no exerc&iacute;cio de tr&ecirc;s princ&iacute;pios: o princ&iacute;pio da inseparabilidade, o princ&iacute;pio da autonomia/corresponsabilidade e o princ&iacute;pio da transversalidade. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando os princ&iacute;pios norteadores da PNH, observa-se &iacute;ntima rela&ccedil;&atilde;o com as propostas de exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o definidas pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), 2013. Esta entidade preconiza, como uma das principais atribui&ccedil;&otilde;es da fun&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo, colaborar com a n&atilde;o aliena&ccedil;&atilde;o do paciente no processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a, a n&atilde;o exclus&atilde;o do usu&aacute;rio do seu meio e atuar na aten&ccedil;&atilde;o, promo&ccedil;&atilde;o, preven&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, n&atilde;o apenas em situa&ccedil;&otilde;es em que a doen&ccedil;a est&aacute; instalada, mas na busca pela qualidade de vida e pelo bem-estar subjetivo. Seu objeto de aten&ccedil;&atilde;o &eacute; o sujeito psicol&oacute;gico e as suas v&aacute;rias interfaces com os fatores de risco &agrave; sa&uacute;de e &agrave; doen&ccedil;a em qualquer inst&acirc;ncia de assist&ecirc;ncia (CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, 2013). </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Contudo, como ressaltam Romero e Pereira-Silva (2011), a inser&ccedil;&atilde;o da Psicologia como ci&ecirc;ncia e como profiss&atilde;o na &aacute;rea da sa&uacute;de, ainda remete a uma vis&atilde;o cartesiana e positivista, amplamente fundamentada no modelo biom&eacute;dico de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de; a uma dicotomiza&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de e doen&ccedil;a; a um car&aacute;ter curativista com a medicaliza&ccedil;&atilde;o da vida cotidiana e a um modelo de cl&iacute;nica reduzida, m&eacute;dico centrada, hospitaloc&ecirc;ntrica e individualista. Campos (1998) tamb&eacute;m apontou para uma problematiza&ccedil;&atilde;o que envolve a Psicologia do trabalho neste campo, demonstrando como h&aacute; marcas deixadas pelo sistema taylorista nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, onde as rela&ccedil;&otilde;es s&atilde;o marcadas pelo poder da gest&atilde;o e pela aliena&ccedil;&atilde;o do trabalhador. Segundo esse autor, &eacute; preciso investir em mudan&ccedil;as com a cria&ccedil;&atilde;o de modelos de gest&atilde;o onde o trabalhador participe, n&atilde;o s&oacute; da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, mas tamb&eacute;m da produ&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, para que este possa se sentir inserido nesse processo de forma correspons&aacute;vel, visando, assim, a democratiza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando o contexto da sa&uacute;de como campo privilegiado de atua&ccedil;&atilde;o e de produ&ccedil;&atilde;o de conhecimentos para a Psicologia, esta deve superar os problemas hist&oacute;ricos do modelo, e estar apta a responder adequadamente &agrave; proposta de humaniza&ccedil;&atilde;o do SUS. &Eacute; poss&iacute;vel hipotetizar que a Psicologia, como campo cient&iacute;fico de produ&ccedil;&atilde;o de saber e de pr&aacute;ticas, pode se inserir de v&aacute;rias formas dentro da PNH. Dessa forma, problematiza-se quais seriam as contribui&ccedil;&otilde;es que a Psicologia tem produzido para o trabalho humanizado em sa&uacute;de? Como a Psicologia e a (PNH) se relacionam? Como outros profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de se utilizam da psicologia para desenvolver seus conhecimentos e pr&aacute;ticas? </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conforme Romero e Pereira-Silva (2011), o engajamento neste novo campo de atua&ccedil;&atilde;o conduz a questionamentos importantes sobre a produ&ccedil;&atilde;o de conhecimento e as pr&aacute;ticas psicol&oacute;gicas sobre a sa&uacute;de e a doen&ccedil;a, sobre as for&ccedil;as vis&iacute;veis e invis&iacute;veis nas rela&ccedil;&otilde;es de poder que interagem em uma institui&ccedil;&atilde;o e em seus atores. Como contribuir para uma sociedade ou para uma mudan&ccedil;a de paradigma que possibilite um olhar e uma <em>praxis</em> transformadora, cuja troca de saberes se desenvolve em a&ccedil;&otilde;es coletivas significantes? </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pautando-se em quest&otilde;es como essas, este trabalho objetivou, principalmente, identificar as contribui&ccedil;&otilde;es e rela&ccedil;&otilde;es te&oacute;rico-metodol&oacute;gicas publicadas na literatura nacional a partir da instaura&ccedil;&atilde;o da PNH, envolvendo a Psicologia e a humaniza&ccedil;&atilde;o, que apontassem para o campo do trabalho na sa&uacute;de p&uacute;blica. De forma complementar, buscou-se discutir brevemente tais contribui&ccedil;&otilde;es, esclarecendo dire&ccedil;&otilde;es e lacunas na literatura, com a proposi&ccedil;&atilde;o de uma agenda de pesquisa na &aacute;rea. </font>     <p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todo </b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando os objetivos do estudo, desenvolveu-se uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica, a partir de uma pesquisa bibliogr&aacute;fica <em>online</em>, nas bases de dados inclu&iacute;das na principal refer&ecirc;ncia t&eacute;cnico-cient&iacute;fica para profissionais da &aacute;rea, a Biblioteca Virtual em Sa&uacute;de - BVS (BIREME/OPAS/OMS, 2018). Foram utilizados os descritores mais abrangentes &ldquo;humaniza&ccedil;&atilde;o&rdquo; e &ldquo;Psicologia&rdquo;, a partir do quais foram examinados os t&iacute;tulos e resumos que remetessem &agrave;s quest&otilde;es do trabalho humanizado em sa&uacute;de, para composi&ccedil;&atilde;o do banco de an&aacute;lise. Desta forma, os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o abrangeram (1) artigos completos publicados em peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos dispon&iacute;veis na internet, (2) publicados entre 2008 e 2017 (10 anos), (3) atendendo aos descritores &ldquo;Psicologia&rdquo; e &ldquo;humaniza&ccedil;&atilde;o&rdquo; no t&iacute;tulo, resumo e/ou assunto, (4) versando sobre temas relativos ao trabalho humanizado, pr&aacute;ticas, experi&ecirc;ncias ou profiss&atilde;o em seus t&iacute;tulos ou resumos e (5) que mantivessem, ao longo do texto do artigo, o foco nos temas em discuss&atilde;o, considerando o trabalho, a humaniza&ccedil;&atilde;o e as contribui&ccedil;&otilde;es da Psicologia. Este &uacute;ltimo crit&eacute;rio foi incorporado ap&oacute;s a leitura dos artigos completos, dado que, em poucos casos, houve artigos que n&atilde;o mantiveram coer&ecirc;ncia entre os t&iacute;tulos, resumos e palavras-chave com seu conte&uacute;do textual. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a leitura, buscou-se organizar as contribui&ccedil;&otilde;es dos artigos em categorias, buscando atribuir sentido comum, ainda que breve, a estudos de natureza t&atilde;o diversificada, com vistas &agrave;s possibilidades de an&aacute;lise da produ&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise dos artigos buscou evidenciar, sempre que pertinente, seus principais aportes te&oacute;rico-metodol&oacute;gicos e contribui&ccedil;&otilde;es. Na se&ccedil;&atilde;o &ldquo;Resultados e Discuss&atilde;o&rdquo;, as tr&ecirc;s categorias t&ecirc;m suas publica&ccedil;&otilde;es descritas e analisadas. </font>     <p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados e Discuss&atilde;o </b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No total, foram encontrados 252 resultados (algumas obras estavam duplicadas, posto que a BVS opera sobre diferentes bases de dados) que atenderam aos tr&ecirc;s primeiros crit&eacute;rios de busca, ou seja, pelos descritores e filtros do pr&oacute;prio sistema da BVS. Foram exclu&iacute;dos dois artigos de revis&atilde;o de literatura, de modo a evitar redund&acirc;ncia de dados. Procedida a an&aacute;lise de t&iacute;tulos e resumos, foram identificados 30 artigos que atenderam ao quarto crit&eacute;rio de inclus&atilde;o; em fun&ccedil;&atilde;o dos objetivos desta revis&atilde;o, foram ainda exclu&iacute;dos dois artigos que, na leitura de seus textos completos, n&atilde;o mantiveram coer&ecirc;ncia com os crit&eacute;rios de busca e inclus&atilde;o, posto que um destes n&atilde;o apresentava conte&uacute;do sobre a humaniza&ccedil;&atilde;o, e outro n&atilde;o apresentava contribui&ccedil;&otilde;es da psicologia para as categorias analisadas. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir da sele&ccedil;&atilde;o dos 27 artigos para an&aacute;lise, os mesmos foram distribu&iacute;dos em tr&ecirc;s categorias (Quadro 1), formadas <em>a posteriori</em>, de acordo com seus conte&uacute;dos: (a) forma&ccedil;&atilde;o profissional (com 07 publica&ccedil;&otilde;es), (b) percep&ccedil;&otilde;es, viv&ecirc;ncias e sentimentos dos profissionais (com 06 publica&ccedil;&otilde;es) e (c) caracter&iacute;sticas, pr&aacute;ticas e representa&ccedil;&otilde;es sociais da atividade (com 14 publica&ccedil;&otilde;es). Ressalta-se que os artigos n&atilde;o foram categorizados e analisados por outros crit&eacute;rios, como tipo de estudo ou impacto da publica&ccedil;&atilde;o, especialmente em fun&ccedil;&atilde;o da reduzida produ&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel. </font>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/sem/v40n1/a02f1.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Forma&ccedil;&atilde;o profissional </b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma quest&atilde;o que frequentemente tem sido colocada no campo da sa&uacute;de diz respeito aos modelos de educa&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas em sa&uacute;de: como &ldquo;formar&rdquo; trabalhadores para a atua&ccedil;&atilde;o no SUS? Diante desse novo paradigma inaugurado na &aacute;rea da sa&uacute;de, passam a surgir demandas de forma&ccedil;&atilde;o profissional que possam produzir uma pr&aacute;tica condizente com essa perspectiva de cuidado, e os cursos de gradua&ccedil;&atilde;o vem se redimensionando no sentido de formar novos perfis profissionais para atuar nos servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. Zambenedetti <em>et al.</em> (2014) demonstraram que a constru&ccedil;&atilde;o de um sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de pautado pela integralidade e humaniza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o, como proposto pela PNH, vem demandando transforma&ccedil;&otilde;es nos modos tradicionais de se fazer sa&uacute;de e, consequentemente, nos processos formativos de seus trabalhadores e na necessidade premente de implementa&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as na forma&ccedil;&atilde;o e nas pr&aacute;ticas dos profissionais em sa&uacute;de. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gonz&eacute; e Silva (2011) analisaram a percep&ccedil;&atilde;o dos professores dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o sobre a integralidade na forma&ccedil;&atilde;o de profissionais de sa&uacute;de na Universidade Federal de Juiz de Fora. Faz-se necess&aacute;ria a inclus&atilde;o de profissionais abertos &agrave;s novas propostas assistenciais para atender aos diversos tipos de demandas da popula&ccedil;&atilde;o, ou seja, para a busca da integralidade da assist&ecirc;ncia, &eacute; preciso que todas as tecnologias sejam valorizadas pelas universidades. Todavia, os resultados do estudo apontaram que a forma&ccedil;&atilde;o atual dos profissionais da sa&uacute;de ainda tem um predom&iacute;nio de uma assist&ecirc;ncia tecnicista e fragmentada no modelo biom&eacute;dico, que apresenta uma concep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de atrelada ao cuidado do &oacute;rg&atilde;o doente, em detrimento de uma abordagem do sujeito em sua singularidade. Os autores avaliaram que o ensino de gradua&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de no Brasil tem uma tradi&ccedil;&atilde;o ainda centrada em conte&uacute;dos, que n&atilde;o articulam a teoria e a pr&aacute;tica, refor&ccedil;ada pela desvincula&ccedil;&atilde;o entre ensino, pesquisa e extens&atilde;o. Desse modo, apesar dos professores expressarem um envolvimento com os valores da Reforma Sanit&aacute;ria brasileira, observa-se que os modelos de forma&ccedil;&atilde;o do profissional da &aacute;rea da sa&uacute;de n&atilde;o est&atilde;o voltados para uma forma&ccedil;&atilde;o te&oacute;rico-conceitual e metodol&oacute;gica que potencialize compet&ecirc;ncias para a integralidade. Assim, falta o desenvolvimento de certas habilidades e compet&ecirc;ncias que preparem os futuros profissionais para as rela&ccedil;&otilde;es pessoais, a forma&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculos e a conviv&ecirc;ncia humanizada com os pacientes e com a equipe de sa&uacute;de (GONZ&Eacute;; SILVA, 2011). </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa realidade denunciada pelos autores se contrap&otilde;e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o proposta pela PNH (BRASIL, 2010), que sustenta a redu&ccedil;&atilde;o de &ldquo;especialismos&rdquo; pr&oacute;prios das forma&ccedil;&otilde;es universit&aacute;rias. Tais pr&aacute;ticas tutelam e n&atilde;o validam saberes e fazeres, n&atilde;o problematizam, mas, &ldquo;potencializam hierarquiza&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Psicologia, v&aacute;rias produ&ccedil;&otilde;es destacaram o desafio de constituir alternativas ao modelo hegem&ocirc;nico baseado na atua&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica tradicional, privatista e individualista e, ainda, construir conhecimentos que auxiliem na constitui&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o das redes de sa&uacute;de. Com o objetivo de apresentar uma pesquisa-interven&ccedil;&atilde;o realizada com Agentes Comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de das equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia de Porto Alegre, Zambenedetti <em>et al.</em> (2014) apontaram que a Psicologia pode desenvolver ferramentas que propiciam novas experimenta&ccedil;&otilde;es relativas aos processos formativos em sa&uacute;de sintetizadas em tr&ecirc;s aspectos: a forma&ccedil;&atilde;o como escuta e an&aacute;lise dos processos de trabalho; a transversaliza&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas, desconstruindo dicotomias e rela&ccedil;&otilde;es hierarquizadas; o exerc&iacute;cio de desconstru&ccedil;&atilde;o de estere&oacute;tipos e de modos institu&iacute;dos de operar as pr&aacute;ticas em sa&uacute;de. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na mesma perspectiva, Guareschi <em>et al.</em> (2011) realizaram um estudo que teve como objetivo visibilizar, a partir da an&aacute;lise dos programas das disciplinas, de que forma os curr&iacute;culos de cursos de Psicologia, do estado do Rio Grande do Sul, est&atilde;o formando profissionais da sa&uacute;de para o SUS. O trabalho foi desenvolvido, destacando e discutindo os direcionamentos tomados pelas ementas, conte&uacute;dos e bibliografias, adotando como balizadores os princ&iacute;pios e diretrizes presentes nas pol&iacute;ticas de sa&uacute;de do SUS. A partir da an&aacute;lise desse estudo, verificou-se que a forma&ccedil;&atilde;o de profissionais na &aacute;rea da sa&uacute;de, na qual tamb&eacute;m se encontra a Psicologia, ainda se volta para a abordagem cl&aacute;ssica, em que o ensino &eacute; tecnicista, preocupado com a sofistica&ccedil;&atilde;o dos procedimentos e do conhecimento dos equipamentos auxiliares do diagn&oacute;stico, tratamento e cuidados; h&aacute;, na perspectiva dos autores, uma necessidade de problematizar a forma&ccedil;&atilde;o profissional do psic&oacute;logo, pois os conte&uacute;dos program&aacute;ticos ainda se voltam a um entendimento de sujeito &ldquo;ps&iacute;quico&rdquo; deslocado do seu contexto e de outros entendimentos. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O relato de Duarte (2015), a partir de experi&ecirc;ncias de supervis&atilde;o de est&aacute;gios em psicologia do trabalho, com foco nos trabalhadores de sa&uacute;de de aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria, realizado por alunos de Psicologia de uma universidade estadual do Paran&aacute;, traz uma colabora&ccedil;&atilde;o diferenciada para a forma&ccedil;&atilde;o destes alunos. Diferentemente dos modelos tradicionais/tecnicistas, a autora, utilizando-se de referenciais te&oacute;rico-metodol&oacute;gicos da an&aacute;lise institucional, da psicodin&acirc;mica do trabalho e da psicossociologia, entre outros, buscou desenvolver em seus pr&oacute;prios estagi&aacute;rios os princ&iacute;pios de atua&ccedil;&atilde;o da PNH, a partir de estrat&eacute;gias de supervis&otilde;es que buscaram superar a dicotomia entre teoria e pr&aacute;tica, propiciando a autonomia dos estagi&aacute;rios e estimulando o compromisso com a transforma&ccedil;&atilde;o da realidade social e institucional, com engajamento t&eacute;cnico e pol&iacute;tico dos discentes. Neste sentido, al&eacute;m das pr&aacute;ticas de an&aacute;lise institucional e interven&ccedil;&atilde;o junto aos trabalhadores; a t&iacute;tulo de exemplo, o est&aacute;gio levou os alunos a institui&ccedil;&otilde;es e eventos relacionados indiretamente com o campo, como confer&ecirc;ncias de</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> sa&uacute;de, o Centro Estadual de Sa&uacute;de do Trabalhador e o Centro de Refer&ecirc;ncia em Sa&uacute;de do Trabalhador, aprofundando a articula&ccedil;&atilde;o entre os diferentes n&iacute;veis de interven&ccedil;&atilde;o sobre a sa&uacute;de do trabalhador e, congruentemente, com a pr&oacute;pria pol&iacute;tica de humaniza&ccedil;&atilde;o. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gelman <em>et al.</em> (2009) discutiram a experi&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o permanente realizada pela Escola Estadual de Sa&uacute;de P&uacute;blica (EESP) com psic&oacute;logos na rede de hospitais p&uacute;blicos do (SUS) da Bahia. Esses profissionais vivenciaram intensas interroga&ccedil;&otilde;es sobre sua contribui&ccedil;&atilde;o na aten&ccedil;&atilde;o e cuidado em sa&uacute;de, orientada para a humaniza&ccedil;&atilde;o, por exemplo, como partir da Psicologia, guiada por modelos cl&iacute;nicos e biom&eacute;dicos, ainda ensinada nas Universidades, para uma Psicologia que seja reconstitu&iacute;da por coletivos multiprofissionais em di&aacute;logo com o social. O ingresso dessa categoria profissional na rede da Secretaria de Sa&uacute;de do Estado da Bahia (SESAB), proporcionou a an&aacute;lise da reorganiza&ccedil;&atilde;o do trabalho nos servi&ccedil;os hospitalares e a presen&ccedil;a do psic&oacute;logo como profissional integrado &agrave; equipe multiprofissional. &Eacute; preciso dizer que a humaniza&ccedil;&atilde;o do cuidado demonstrou, para os autores, a necessidade da inser&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo na rede p&uacute;blica, em fun&ccedil;&atilde;o da familiaridade deste profissional com a escuta e o acolhimento enquanto ferramentas de trabalho. Os resultados do estudo apontaram para a necessidade da cria&ccedil;&atilde;o de modos de fazer psicologia no (SUS), de modo a produzir inova&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, te&oacute;ricas, human&iacute;sticas, &eacute;ticas e pol&iacute;ticas mais condizentes com princ&iacute;pios da inseparabilidade, da autonomia, da corresponsabilidade e da transversalidade. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo realizado por Alves <em>et al.</em> (2009) buscou compreender a percep&ccedil;&atilde;o de estudantes de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) sobre a humaniza&ccedil;&atilde;o no contexto da forma&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica. Os autores apontaram as transforma&ccedil;&otilde;es do perfil de atua&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico, que foi se tornando cada vez mais especialista. Nesse processo, percebeu-se professores sem capacita&ccedil;&atilde;o nas pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas; a dicotomia entre teoria e pr&aacute;tica dificultando a forma&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma do conhecimento e uma vis&atilde;o integral do indiv&iacute;duo; a import&acirc;ncia da postura &eacute;tico-humanista do professor em detrimento de uma atitude autorit&aacute;ria para a constru&ccedil;&atilde;o da identidade profissional do estudante, que possa ser baseada na escuta ativa e no di&aacute;logo. Esses dados apontam aspectos importantes da forma&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, que podem respaldar uma discuss&atilde;o acerca da humaniza&ccedil;&atilde;o no contexto das novas diretrizes curriculares, bem como a necessidade de buscar uma vis&atilde;o hol&iacute;stica do homem no ensino da medicina. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Martins <em>et al.</em> (2008) pontuaram que uma porcentagem consider&aacute;vel dos profissionais de sa&uacute;de n&atilde;o conhece a PNH, e a maioria acha necess&aacute;rio um treinamento com enfoque nesta pol&iacute;tica (86%), para prestar um atendimento mais humanizado aos pacientes; da&iacute; a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o continuada em sa&uacute;de, para que todos os profissionais tenham a oportunidade de conhecer a PNH com maior profundidade, j&aacute; que os cursos de gradua&ccedil;&atilde;o apresentam muitas falhas na forma&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento dos recursos humanos para o trabalho humanizado na sa&uacute;de p&uacute;blica. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Observa-se, assim, que muitos profissionais de diversas &aacute;reas relataram despreparo profissional para o trabalho humanizado na sa&uacute;de, evidenciando a import&acirc;ncia de melhorar a forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mico-profissional. Cabe destacar ainda, para al&eacute;m da forma&ccedil;&atilde;o profissional, a import&acirc;ncia de capacita&ccedil;&otilde;es e treinamentos adequados &agrave; PNH aos profissionais que j&aacute; atuam no campo da sa&uacute;de. Entre os anos de 2001 e 2004, foram aprovadas as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de gradua&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea da sa&uacute;de, orientando a forma&ccedil;&atilde;o desses profissionais a partir das pr&aacute;ticas humanizadas do SUS, especialmente o trabalho em equipe e a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica &agrave; sa&uacute;de. Atualmente, o efeito desse direcionamento, na forma&ccedil;&atilde;o em Psicologia, j&aacute; pode ser evidenciado nas pr&aacute;ticas crescentes realizadas em disciplinas, atividades de est&aacute;gio, pesquisa e extens&atilde;o, como as que ora s&atilde;o revisadas.</font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir dos estudos relacionados &agrave; forma&ccedil;&atilde;o, percebe-se que ainda h&aacute; uma tend&ecirc;ncia &agrave; compartimentaliza&ccedil;&atilde;o do saber e do cuidado, contrariando as propostas oferecidas pela PNH (BRASIL, 2003). As mudan&ccedil;as, segundo Baeta-Neves e Heckert (2010) s&oacute; s&atilde;o poss&iacute;veis a partir da problematiza&ccedil;&atilde;o das formas j&aacute; sedimentadas de gest&atilde;o e cuidado dos trabalhadores e usu&aacute;rios do SUS. Neste sentido, sugere-se experimentar, como desafios de rotina, a implanta&ccedil;&atilde;o dos princ&iacute;pios do SUS e estar dispon&iacute;vel para novas formas de agir, sentir e pensar sua pr&aacute;tica. Materializar os princ&iacute;pios da PNH significa, por exemplo, questionar a pr&oacute;pria concep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e doen&ccedil;a, a organiza&ccedil;&atilde;o dos processos de trabalho, cuidado e pr&aacute;tica; a consci&ecirc;ncia do protagonismo e da autonomia. Tais a&ccedil;&otilde;es se antagonizam &agrave; fragmenta&ccedil;&atilde;o de saberes apontada nos estudos analisados. </font>     <p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Percep&ccedil;&otilde;es, viv&ecirc;ncias e sentimentos dos profissionais </b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre o profissional de sa&uacute;de e os pacientes/usu&aacute;rios, e sobre as viv&ecirc;ncias dos profissionais no contexto da sa&uacute;de contribu&iacute;ram para o surgimento da proposta do modelo humanizado de atendimento. Diversos autores, por exemplo, t&ecirc;m apontado as ang&uacute;stias vividas por profissionais e estudantes da &aacute;rea da sa&uacute;de ao lidar com a dor, a morte e a invalidez. As ang&uacute;stias ligadas ao adoecer s&atilde;o parte integrante dessa rela&ccedil;&atilde;o e do v&iacute;nculo, estabelecido entre o cliente e aquele que o assiste. Assim, a crescente preocupa&ccedil;&atilde;o em investigar tais viv&ecirc;ncias do ponto de vista dos profissionais e estudantes, tem revelado os aspectos subjetivos da atua&ccedil;&atilde;o profissional, que devem ser considerados para uma humaniza&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia, ressaltando a import&acirc;ncia de se considerar a dimens&atilde;o relacional existente entre os profissionais de sa&uacute;de e seus clientes, exigindo mudan&ccedil;as, tanto em rela&ccedil;&atilde;o aos modelos de atendimento quanto nas pr&oacute;prias atitudes dos profissionais em rela&ccedil;&atilde;o aos usu&aacute;rios do servi&ccedil;o. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Martins <em>et al.</em> (2008) relataram que a equipe de sa&uacute;de, ao realizar o atendimento diferenciado de idosos hospitalizados submetidos &agrave; cirurgia card&iacute;aca, deve estar atenta a v&aacute;rios indicadores f&iacute;sicos, psicol&oacute;gicos e sociais que normalmente ocorrem nesses pacientes durante o per&iacute;odo de interna&ccedil;&atilde;o. Os autores, nesse estudo, tiveram como intuito identificar a percep&ccedil;&atilde;o da equipe de sa&uacute;de e do idoso sobre o cuidado humanizado, correlacionando os dados da investiga&ccedil;&atilde;o com o preconizado na PNH. O respeito aos temores, &agrave;s cren&ccedil;as e &agrave;s fragilidades dos idosos e de seus familiares, al&eacute;m, da &eacute;tica na ado&ccedil;&atilde;o das atividades t&eacute;cnico-cient&iacute;ficas, exige a integra&ccedil;&atilde;o da equipe de sa&uacute;de com os usu&aacute;rios para uma nova concep&ccedil;&atilde;o sobre os hospitais, fazendo com que passem a conceber estas institui&ccedil;&otilde;es como locais que objetivam fornecer atendimento em sa&uacute;de integral, al&eacute;m de informa&ccedil;&otilde;es sobre todo o tratamento realizado e poss&iacute;veis interven&ccedil;&otilde;es para a manuten&ccedil;&atilde;o, cura, recupera&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Kanai e Fidelis (2010) analisaram os sentimentos do profissional de enfermagem ao prestar assist&ecirc;ncia aos pacientes pedi&aacute;tricos internados, em um hospital geral particular, de grande porte. A maioria dos enfermeiros e t&eacute;cnicos de enfermagem que participou deste estudo destacou a import&acirc;ncia da humaniza&ccedil;&atilde;o e destacou tamb&eacute;m a dificuldade de transpor os seus sentimentos reais, pois a maioria relata que ao ver a crian&ccedil;a com dor, a assist&ecirc;ncia prestada ao cliente pedi&aacute;trico passa a se tornar mais dif&iacute;cil devido &agrave; dificuldade do inter-relacionamento entre a equipe de enfermagem, a crian&ccedil;a e a fam&iacute;lia, al&eacute;m do sentimento de impot&ecirc;ncia, identifica&ccedil;&atilde;o e a compara&ccedil;&atilde;o com seus pr&oacute;prios filhos. Observou-se tamb&eacute;m, por meio das falas, que a possibilidade terap&ecirc;utica mobiliza mecanismos inconscientes, como o da racionaliza&ccedil;&atilde;o, sendo imprescind&iacute;vel que a equipe de enfermagem esteja atuando ativamente no cuidado humanizado da crian&ccedil;a internada. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com objetivos similares, Reis <em>et al.</em> (2013) investigaram as percep&ccedil;&otilde;es sobre a humaniza&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de em uma equipe de enfermagem de UTI neonatal e pedi&aacute;trica. A partir de entrevistas com as profissionais, foram encontradas tr&ecirc;s categorias anal&iacute;ticas: &ldquo;humanizar &eacute; ver o outro como um todo-acolher&rdquo;, &ldquo;o v&iacute;nculo e a comunica&ccedil;&atilde;o como pr&aacute;ticas humanizadoras&rdquo; e &ldquo;falta de ambi&ecirc;ncia como pr&aacute;tica desumanizadora&rdquo;. Ressalta-se a perspectiva de que a humaniza&ccedil;&atilde;o pressup&otilde;e o atendimento ao indiv&iacute;duo para al&eacute;m da t&eacute;cnica biom&eacute;dica, com empatia e aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s emo&ccedil;&otilde;es e sentimentos dos pacientes, valorizando a troca interpessoal. No mesmo sentido, as profissionais percebem que a humaniza&ccedil;&atilde;o pressup&otilde;e qualidade no v&iacute;nculo, tanto com o paciente, como com a fam&iacute;lia e a equipe de trabalho. Ao mesmo tempo, pr&aacute;ticas fr&aacute;geis ou inexistentes de gest&atilde;o de pessoas e baixo investimento em recursos estruturais podem prejudicar sistematicamente a humaniza&ccedil;&atilde;o, ao gerar desmotiva&ccedil;&atilde;o, estresse e desconforto entre as profissionais. Um ponto interessante da pesquisa &eacute; a percep&ccedil;&atilde;o de que as pr&aacute;ticas humanizadas, na enfermagem, devem-se mais &agrave; pr&oacute;pria ci&ecirc;ncia da enfermagem do que &agrave; PNH. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Queiroz <em>et al.</em> (2013) buscaram compreender os cuidados &agrave;s pessoas com doen&ccedil;as em fase terminal na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de, conforme percep&ccedil;&atilde;o de familiares, profissionais da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF) e do Programa de Assist&ecirc;ncia Domiciliar. V&aacute;rias dimens&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o, que extrapolam o campo da t&eacute;cnica, constituem os aspectos contextuais de maior dificuldade no ato de cuidado qualificado e humanizado aos doentes terminais. Destacam-se, na percep&ccedil;&atilde;o dos profissionais, a pr&oacute;pria limita&ccedil;&atilde;o emocional para lidar com a morte ou com a impossibilidade de cura, al&eacute;m da inadequada forma&ccedil;&atilde;o para comunicar o diagn&oacute;stico e relacionar-se com a fam&iacute;lia do paciente. Os profissionais de sa&uacute;de reconhecem que cuidar do doente em fase terminal exige prepara&ccedil;&atilde;o para lidar com os pr&oacute;prios sentimentos e com a finitude. Os autores enfatizam os sentimentos de impot&ecirc;ncia, frustra&ccedil;&atilde;o e revolta no cotidiano de trabalho dos profissionais de sa&uacute;de. Como a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica est&aacute; baseada no paradigma da cura, o profissional, mesmo que considere atuar na perspectiva da qualidade de vida, ainda se sente vulner&aacute;vel perante a ocorr&ecirc;ncia da morte e ressentem-se da falta de conhecimentos e habilidades para realizar tal a&ccedil;&atilde;o. Por consequ&ecirc;ncia, torna-se importante que alguns aspectos sejam trabalhados durante o processo de forma&ccedil;&atilde;o profissional, al&eacute;m de estrat&eacute;gias para favorecer a coes&atilde;o grupal e estimular o di&aacute;logo entre os profissionais, proporcionando apoio e suporte. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Salom&eacute; e Esp&oacute;sito (2008) buscaram descrever e analisar os sentimentos vivenciados pelos acad&ecirc;micos do curso de enfermagem, quando realizam curativos e propiciam assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e humanizada, durante os est&aacute;gios. Os autores enfatizaram a import&acirc;ncia da qualifica&ccedil;&atilde;o dos docentes dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em enfermagem, para que possam preparar os acad&ecirc;micos para desempenhar suas atividades com compet&ecirc;ncia t&eacute;cnica, cient&iacute;fica, habilidade e conscientiza&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o da tecnologia no cuidado humanizado. Este estudo revelou que os alunos de enfermagem sentem-se despreparados para a execu&ccedil;&atilde;o do curativo com atendimento humanizado. Tamb&eacute;m t&ecirc;m v&aacute;rias dificuldades, como tocar uma pessoa que lhes &eacute; desconhecida, dificuldade para associar a teoria &agrave; pr&aacute;tica, viv&ecirc;ncias negativas como ang&uacute;stia, inseguran&ccedil;a, medo, vergonha e inabilidade ao lidar com a dor, choro e o sofrimento do paciente. Nesse estudo, abordou-se tamb&eacute;m a import&acirc;ncia da cria&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o para discuss&atilde;o de suas viv&ecirc;ncias. Isso pode configurar-se como uma das formas de apoio que observa ser necess&aacute;ria ao aluno frente &agrave;s dificuldades enfrentadas nesse per&iacute;odo de sua forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Benevides-Pereira e Gon&ccedil;alves (2009) investigaram a presen&ccedil;a de transtornos emocionais como ansiedade, estresse e <em>burnout</em> em estudantes de Medicina durante o per&iacute;odo de forma&ccedil;&atilde;o. Os resultados evidenciaram que os transtornos foram mais intensos no terceiro e quarto anos. O sentimento de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal foi aumentando no transcorrer do curso, assim como as atitudes de desumaniza&ccedil;&atilde;o; a exaust&atilde;o emocional, por sua vez, apresentou decr&eacute;scimo no final do curso. Os autores sugeriram um estudo dos fatores de maior press&atilde;o, principalmente os relativos aos terceiro e quarto anos do curso, no sentido de modific&aacute;-los e/ou minimizar suas consequ&ecirc;ncias nos estudantes. Por outro lado, disciplinas que promovam maior conhecimento do ser humano e, portanto, atitudes de humaniza&ccedil;&atilde;o, devem ser implementadas e/ou receber mais destaque. Segundo as autoras, a &ecirc;nfase do curso deve ser pautada n&atilde;o s&oacute; na capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e desenvolvimento de habilidades, mas, especialmente, no conhecimento do ser humano e nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e afetivas. </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Campos e Santos (2009) investigaram os poss&iacute;veis sentimentos de fisioterapeutas em rela&ccedil;&atilde;o ao atendimento de pessoas com paralisia cerebral com sequelas mais graves. Refutando a hip&oacute;tese dos pesquisadores sobre a exist&ecirc;ncia de dificuldades vivenciadas pelos fisioterapeutas no atendimento &agrave;s pessoas com paralisia cerebral, os pesquisados consideram o lidar com pessoas na condi&ccedil;&atilde;o de paralisia cerebral como normal para o esperado em um quadro de natureza neurol&oacute;gica, convergendo para aspectos positivos, entendendo que j&aacute; estavam preparados para lidar pelo pr&oacute;prio curso de forma&ccedil;&atilde;o em fisioterapia, j&aacute; que o mesmo privilegia o modelo m&eacute;dico e as quest&otilde;es biol&oacute;gicas. Neste caso, o aprofundamento t&eacute;cnico, sobre os quadros neurol&oacute;gicos graves, prepara os fisioterapeutas para as limita&ccedil;&otilde;es do referido tratamento; por outro lado, evidencia-se um poss&iacute;vel distanciamento ante os pacientes e familiares, eventualmente desumanizados. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Percebe-se que o processo de humaniza&ccedil;&atilde;o &eacute; moroso e complexo, pois requer a transforma&ccedil;&atilde;o da cultura institucional no reconhecimento e valoriza&ccedil;&atilde;o dos aspectos subjetivos, hist&oacute;ricos e socioculturais dos atores sociais &ndash; usu&aacute;rios, gestores e trabalhadores &ndash; envolvidos nas pr&aacute;ticas de sa&uacute;de, melhorando as condi&ccedil;&otilde;es do trabalho e a qualidade do atendimento. Tal transforma&ccedil;&atilde;o s&oacute; ocorrer&aacute; se houver o devido engajamento de toda a equipe de sa&uacute;de, dos gestores e usu&aacute;rios num processo cont&iacute;nuo de avalia&ccedil;&atilde;o, como tamb&eacute;m, a ressignifica&ccedil;&atilde;o de atitudes coerentes ao preconizado na PNH. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como apontado nos estudos envolvendo &ldquo;<em>Percep&ccedil;&otilde;es, viv&ecirc;ncias e sentimentos dos profissionais</em>&rdquo;, embora se verifiquem intensas demandas de trabalho entre os profissionais que atuam nos v&aacute;rios setores do SUS, raramente h&aacute; a possibilidade de trazer &agrave; tona e enfrentar abertamente tais dificuldades, com consequente colabora&ccedil;&atilde;o de pares. A PNH, no caderno HumanizaSUS, volume 1 (BRASIL, 2010) prop&otilde;e espa&ccedil;os de encontro entre trabalhadores e gestores; tais experi&ecirc;ncias buscam cuidar dos aspectos subjetivos e objetivos dos profissionais no contato com a dor, a angustia, a morte. Nesta perspectiva, a oferta de um espa&ccedil;o de fala resulta tamb&eacute;m em um espa&ccedil;o de escuta, de entendimento, de partilha e de produ&ccedil;&atilde;o coletiva de conhecimento. Trata-se de favorecer a criatividade, a autonomia, como prop&otilde;e a PNH. </font>     <p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Caracter&iacute;sticas, pr&aacute;ticas e representa&ccedil;&otilde;es sociais da atividade</b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cardoso <em>et al.</em> (2011) relataram a experi&ecirc;ncia do atendimento domiciliar &agrave; popula&ccedil;&atilde;o idosa, realizado por um grupo de acad&ecirc;micos e professores de cursos da &aacute;rea da sa&uacute;de, no Programa Terceira Idade. O atendimento domiciliar teve como objetivos proporcionar uma assist&ecirc;ncia humanizada e integral, e estimular a maior participa&ccedil;&atilde;o do idoso e de sua fam&iacute;lia no tratamento proposto. A assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de atrav&eacute;s da &ldquo;visita domiciliar&rdquo; tem como objetivo orientar, educar, levantar poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e fornecer subs&iacute;dios educativos para os indiv&iacute;duos, a fam&iacute;lia e a comunidade proporcionando uma assist&ecirc;ncia humanizada e integral. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo desenvolvido por Eul&aacute;lio, Santos e Albuquerque (2009) objetivou compreender a rela&ccedil;&atilde;o entre auxiliar de enfermagem e usu&aacute;rio por meio das representa&ccedil;&otilde;es sociais do ato de tocar, representando possibilidades de aproxima&ccedil;&atilde;o e rela&ccedil;&atilde;o humanizada entre profissional e usu&aacute;rio, constru&iacute;das por esses profissionais no contexto do Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF). A rela&ccedil;&atilde;o que o auxiliar de enfermagem estabelece com o usu&aacute;rio, perpassa pela compreens&atilde;o da necessidade de auxili&aacute;-lo, visto que, ao longo dos anos, essa &aacute;rea tem se responsabilizado pela &ldquo;arte&rdquo; de cuidar possibilitando um novo tipo de rela&ccedil;&atilde;o entre os profissionais da equipe multidisciplinar e o usu&aacute;rio. Um atendimento de qualidade ao usu&aacute;rio n&atilde;o deve ser restrito ao tratamento de doen&ccedil;as, mas que, sobretudo, se basear na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e na percep&ccedil;&atilde;o desse indiv&iacute;duo como um ser biopsicossocial &ndash; que necessita ser escutado e compreendido em suas necessidades f&iacute;sicas, emocionais e sociais. Atrav&eacute;s das quest&otilde;es levantadas neste estudo, foi poss&iacute;vel identificar a import&acirc;ncia do toque para os auxiliares de enfermagem do PSF e como eles atribuem significados diferenciados &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de procedimentos t&eacute;cnicos, e &agrave; demonstra&ccedil;&atilde;o de um tocar afetivamente. Verificou-se que o toque est&aacute; associado a uma inter-rela&ccedil;&atilde;o entre carinho e contato, significando que o mesmo aparece revestido por possibilidades de aproxima&ccedil;&atilde;o do auxiliar de enfermagem com o usu&aacute;rio. Os pesquisadores apontaram a mudan&ccedil;a na percep&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica do auxiliar de enfermagem, antes e depois de se tornarem profissionais. Se antes estava associada &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas t&eacute;cnicas, como o medicar, cuidar, fazer curativos, hoje, esse mesmo trabalho &eacute; representado com algo mais complexo, em que, al&eacute;m dos procedimentos t&eacute;cnicos, o afeto e a responsabilidade se evidenciaram. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo de Cunha e Benevides (2012) buscou investigar as pr&aacute;ticas utilizadas por psic&oacute;logos em interven&ccedil;&otilde;es precoces, realizadas em maternidades p&uacute;blicas do Rio de Janeiro. As pr&aacute;ticas dos profissionais envolvidos com as gesta&ccedil;&otilde;es de alto risco mostraram-se muito variadas, refletindo a diversifica&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea da psicologia. Um resultado promissor &eacute; a clareza, demonstrada pelos profissionais, quanto ao objetivo da interven&ccedil;&atilde;o, qual seja, o v&iacute;nculo m&atilde;e-beb&ecirc;, reconhecido como ponto cr&iacute;tico para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de materno-infantil. Os autores identificaram preval&ecirc;ncia da orienta&ccedil;&atilde;o psicanal&iacute;tica entre os profissionais pesquisados, e verificaram, tamb&eacute;m, que estes se valem, principalmente, de seu pr&oacute;prio percurso profissional como fonte de suas compet&ecirc;ncias, o que pode indicar uma car&ecirc;ncia na forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais da &aacute;rea. A pr&aacute;tica nos hospitais pesquisados &eacute; tida como positiva e multiprofissional, com a percep&ccedil;&atilde;o de bons resultados para a sa&uacute;de p&uacute;blica. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Souza e Carpigiani (2010) apresentaram resultados interessantes sobre a pr&aacute;tica profissional humanizada, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o em uma enfermaria de cuidados paliativos. Segundo as autoras, os profissionais dos diferentes n&iacute;veis, envolvidos na atividade de cuidados paliativos, demonstraram grande facilidade na comunica&ccedil;&atilde;o, amparados, principalmente, em procedimentos t&eacute;cnicos bem estruturados. Ao mesmo tempo, seria necess&aacute;rio desenvolver uma rela&ccedil;&atilde;o mais pessoalizada entre os profissionais dos diferentes n&iacute;veis, al&eacute;m de di&aacute;logos sobre a morte, j&aacute; que os profissionais envolvidos apresentam diferentes concep&ccedil;&otilde;es sobre a mesma, muitas vezes pautadas mais em concep&ccedil;&otilde;es religiosas do que em uma perspectiva cient&iacute;fica ou profissional. Para as autoras, a elabora&ccedil;&atilde;o de di&aacute;logos &eacute; uma ferramenta que pode melhorar a interdisciplinaridade na equipe e, consequentemente, a pr&aacute;tica profissional nos cuidados paliativos. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m versando sobre a tem&aacute;tica da equipe interdisciplinar em cuidados paliativos, Hermes e Lamarca (2013), realizaram uma pesquisa bibliogr&aacute;fica que indicou uma acentuada car&ecirc;ncia de disciplinas que auxiliem os profissionais de sa&uacute;de, como m&eacute;dicos, psic&oacute;logos e enfermeiros, a lidar com a morte e o morrer. Algumas converg&ecirc;ncias entre as categorias profissionais ligadas aos cuidados paliativos foram observadas, como o uso do conceito da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de para definir cuidados paliativos, o reconhecimento da import&acirc;ncia da equipe multiprofissional para o paciente, a import&acirc;ncia da pol&iacute;tica de humaniza&ccedil;&atilde;o</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> e o despreparo dos profissionais envolvidos para lidar com a morte. </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em um dos contextos de maior complexidade hospitalar, da oncologia infantil, Melo <em>et al.</em> (2016) descrevem a import&acirc;ncia de uma estrat&eacute;gia de humaniza&ccedil;&atilde;o relativamente simples, mas de alta efic&aacute;cia: a brinquedoteca. Neste estudo, os autores identificaram que a experi&ecirc;ncia l&uacute;dica entre as crian&ccedil;as com c&acirc;ncer impactou significativamente na sociabilidade, na receptividade &agrave; equipe hospitalar, no enfrentamento do estresse e no bem-estar geral destes pacientes. Os autores defendem que o brincar, para estes pacientes, n&atilde;o seja apenas uma op&ccedil;&atilde;o ou uma sala de espera, mas que seja efetivamente planejado para acentuar os benef&iacute;cios verificados, especialmente a ades&atilde;o ao tratamento e o aumento dos recursos para enfrentamento do estresse. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos &uacute;ltimos anos, tem-se observado um aperfei&ccedil;oamento de pol&iacute;ticas e a&ccedil;&otilde;es que promovam a humaniza&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de na UTI. Um estudo conduzido por Camponogara <em>et al.</em> (2015), na Unidade de Cuidados Intensivos, foi realizado para conhecer as percep&ccedil;&otilde;es dos pacientes em per&iacute;odo p&oacute;s-alta. A UTI &eacute; considerada como um ambiente potencialmente estressor para os profissionais da &aacute;rea da sa&uacute;de, dadas as suas caracter&iacute;sticas peculiares, e o risco de morte de pacientes graves e que necessitam de monitora&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua. Aliado a esse fator, destaca-se a priva&ccedil;&atilde;o de sono, ru&iacute;dos excessivos devido ao aparato tecnol&oacute;gico, medicaliza&ccedil;&atilde;o intensa, atua&ccedil;&atilde;o profissional baseada em protocolos, grande fluxo de profissionais, alto grau de especializa&ccedil;&atilde;o do trabalho, a dificuldade de participa&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia no processo de cuidado que, por sua vez, dificultam uma atua&ccedil;&atilde;o mais humanizada e emp&aacute;tica dos profissionais da &aacute;rea da sa&uacute;de. Embora o per&iacute;odo de interna&ccedil;&atilde;o seja relatado como uma experi&ecirc;ncia negativa pelos pacientes, observa-se o impacto positivo da religiosidade como estrat&eacute;gia de enfrentamento e que a atua&ccedil;&atilde;o humanizada por parte da equipe multiprofissional minimiza a experi&ecirc;ncia negativa e oferece seguran&ccedil;a e suporte emocional para o paciente. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Magalh&atilde;es e Feriotti (2015) relataram a experi&ecirc;ncia de um projeto de capacita&ccedil;&atilde;o e apoio a equipes de UTIs Neonatais. A equipe intensivista &eacute; regulada por protocolos rigorosos que dificultam a escuta dos familiares e o compartilhamento das dificuldades relacionadas a sua pr&oacute;pria capacidade de lidar com a dor e o sofrimento daqueles que est&atilde;o sob seus cuidados. Os Grupos Balint-Paid&eacute;ia, por meio de recursos da psican&aacute;lise e de metodologias democr&aacute;ticas de gest&atilde;o, t&ecirc;m o enfoque na constru&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o dial&oacute;gico de acolhimento e na integra&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncia compartilhada entre a equipe de sa&uacute;de. Essa pr&aacute;tica promoveu a identifica&ccedil;&atilde;o, a compreens&atilde;o, a mudan&ccedil;a de paradigma e o enfrentamento das principais dificuldades dos profissionais no cotidiano do trabalho tais como, lidar com as emo&ccedil;&otilde;es dos pacientes e familiares e tamb&eacute;m com as pr&oacute;prias emo&ccedil;&otilde;es; conviver com as diversidades culturais; comunicar not&iacute;cias aos familiares relacionadas a morte ou agravos &agrave; sa&uacute;de. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Chibante, Esp&iacute;rito-Santo e Oliveira-Aquino (2015) conduziram um estudo em enfermarias de um hospital, buscando caracterizar as rea&ccedil;&otilde;es dos familiares acompanhantes de idosos hospitalizados, frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de estresse e discutir as possibilidades de interven&ccedil;&atilde;o do enfermeiro &agrave;queles. As principais rea&ccedil;&otilde;es observadas nos acompanhantes foram mudan&ccedil;a na rotina, ins&ocirc;nia, oscila&ccedil;&otilde;es de humor, altera&ccedil;&otilde;es nos h&aacute;bitos alimentares e utiliza&ccedil;&atilde;o de medicamentos para relaxamento e para amenizar a dor. A religiosidade e atividades de lazer foram as principais estrat&eacute;gias de enfrentamento das situa&ccedil;&otilde;es de estresse. Os autores tamb&eacute;m mencionaram a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o permanente da equipe multidisciplinar, al&eacute;m de programas educativos e de suporte para preservar a sa&uacute;de do profissional diante deste contexto. Tais medidas podem contribuir para melhorar o per&iacute;odo de perman&ecirc;ncia do familiar acompanhante, com impactos significativos no cuidado com o idoso hospitalizado e na qualidade de vida do acompanhante.</font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Detominia e Bellenzani (2015) relataram uma experi&ecirc;ncia que teve o objetivo de discutir a participa&ccedil;&atilde;o social dos usu&aacute;rios na qualifica&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia e dos servi&ccedil;os no Centro de Assist&ecirc;ncia Psicossocial - CAPS. A participa&ccedil;&atilde;o social promove o protagonismo dos usu&aacute;rios por meio de espa&ccedil;os de di&aacute;logo sobre demandas, reivindica&ccedil;&otilde;es, opini&otilde;es e problemas. Os resultados apontaram que os principais entraves para a participa&ccedil;&atilde;o social referem-se ao modelo hospitaloc&ecirc;ntrico, que ainda prevalece e aos preconceitos e representa&ccedil;&otilde;es sociais destinados as pessoas com transtornos mentais. Conclui-se que apesar dos avan&ccedil;os, ainda &eacute; necess&aacute;rio contemplar as solicita&ccedil;&otilde;es dos usu&aacute;rios, intensificar o cuidado interdisciplinar e psicossocial, integrar cl&iacute;nica e pol&iacute;tica e respeitar a cidadania dos usu&aacute;rios de sa&uacute;de mental para garantir o direito do usu&aacute;rio &agrave; liberdade, a reinser&ccedil;&atilde;o social, a humaniza&ccedil;&atilde;o dos cuidados e o resgate da cidadania na &aacute;rea da sa&uacute;de mental. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida e Arrais (2016) avaliaram a contribui&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;-natal psicol&oacute;gico PNP, abordagem raramente encontrada em servi&ccedil;os de obstetr&iacute;cia, na preven&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o p&oacute;s-parto. Essa interven&ccedil;&atilde;o tem car&aacute;ter psicoterap&ecirc;utico e oferece apoio emocional para as dificuldades encontradas durante esse per&iacute;odo, pautada na escuta qualificada, na humaniza&ccedil;&atilde;o do processo gestacional, do parto e da parentalidade. Os resultados sugerem que o PNP atuou como fator de prote&ccedil;&atilde;o para preven&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o p&oacute;s-parto nas gestantes do grupo-interven&ccedil;&atilde;o, refor&ccedil;ando o car&aacute;ter psicoprofil&aacute;tico deste tipo de trabalho. Al&eacute;m disso, os fatores de risco encontrados puderam ser minimizados por meio da abordagem psicoterap&ecirc;utica das sess&otilde;es do grupo de PNP. As autoras defendem a implanta&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia psicol&oacute;gica na gesta&ccedil;&atilde;o como pol&iacute;tica p&uacute;blica b&aacute;sicas de sa&uacute;de, maternidades e servi&ccedil;os de pr&eacute;-natal. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No espectro da PNH, a m&uacute;sica tem sido utilizada por alguns profissionais como recurso terap&ecirc;utico complementar, devido aos impactos positivos no aspecto neuro-hormonal e no manejo do estresse e ansiedade, al&iacute;vio da dor e fortalecimento do sistema imunol&oacute;gico de doentes cr&ocirc;nicos. O estudo desenvolvido por Innocencio, Carraro e Innocencio (2017) buscou avaliar mudan&ccedil;as nos aspectos emocionais de pacientes submetidos &agrave; hemodi&aacute;lise, ap&oacute;s sess&otilde;es musicais. A doen&ccedil;a cr&ocirc;nica renal est&aacute; diretamente relacionada ao estado emocional, sendo vivenciado pelos pacientes como um tratamento doloroso, de longa dura&ccedil;&atilde;o, com perdas e mudan&ccedil;as biopsicossociais que interferem na sua qualidade de vida. Os resultados apontaram a import&acirc;ncia da equipe multidisciplinar e dessa terap&ecirc;utica complementar sobre a qualidade de vida dos pacientes submetidos &agrave; hemodi&aacute;lise; a t&eacute;cnica tem mecanismo de a&ccedil;&atilde;o sobre o sistema nervoso central, contribuindo para a ativa&ccedil;&atilde;o da via mesol&iacute;mbica dopamin&eacute;rgica. A m&uacute;sica atuou positivamente no estado psicoemocional dos pacientes estudados, tendo impacto positivo no relaxamento, nas estrat&eacute;gias de enfrentamento, mudan&ccedil;as na percep&ccedil;&atilde;o do tempo, na resili&ecirc;ncia e na esperan&ccedil;a. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando que a humaniza&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de n&atilde;o pode se restringir apenas &agrave; ponta, ou seja, aos profissionais que lidam diretamente com os pacientes, mas deve ser estendida aos demais n&iacute;veis, das institui&ccedil;&otilde;es, fomentando uma cultura efetivamente humanizada, &eacute; interessante observar a contribui&ccedil;&atilde;o de Doricci, Guanaes-Lorenzi e Pereira (2016), que relatou o potencial da humaniza&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de para os articuladores de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica no estado de S&atilde;o Paulo. De acordo com as autoras, estes profissionais atuam em n&iacute;vel mais amplo, com assessoria t&eacute;cnica a prefeituras e secretarias de regionais de sa&uacute;de, mas t&ecirc;m tra&ccedil;ado uma metodologia pautada na comunica&ccedil;&atilde;o direta com as equipes e seus gestores, estimulando a abertura da comunica&ccedil;&atilde;o intra e inter-n&iacute;veis das institui&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. A amplia&ccedil;&atilde;o dessa comunica&ccedil;&atilde;o intra e intergrupos, a escuta das necessidades locais e uma promo&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os favor&aacute;veis &agrave; discuss&atilde;o dos problemas da pol&iacute;tica de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, s&atilde;o relatadas como as principais vantagens das estrat&eacute;gias de comunica&ccedil;&atilde;o adotadas por estes profissionais.</font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma rara perspectiva cr&iacute;tica da humaniza&ccedil;&atilde;o nos hospitais e na sa&uacute;de &eacute; apresentada por Cassoli (2016). Em uma an&aacute;lise foucaultiana, o autor levanta o hist&oacute;rico da institui&ccedil;&atilde;o hospitalar, chegando ao modelo atual, centrado no paciente, &agrave; imagem de um consumidor, que supera ou busca superar o modelo centrado no saber m&eacute;dico. Este novo modelo se ap&oacute;ia em saberes de diversas &aacute;reas da sa&uacute;de, com destaque para o(s) saber(es) psicol&oacute;gico(s), da psican&aacute;lise &agrave; psicologia positiva, que buscam estrat&eacute;gias de enfrentamento da dor, da morte, do anormal, de modo a dificultar a viv&ecirc;ncia pr&oacute;pria do paciente/usu&aacute;rio, exercendo um esquema de poder que o obriga a sofrer dentro de determinados padr&otilde;es, mantendo-o sob controle. Para o autor, a inser&ccedil;&atilde;o do riso como meio de tratamento/interven&ccedil;&atilde;o, pela atua&ccedil;&atilde;o dos palha&ccedil;os em hospitais, seria uma dessas formas de humaniza&ccedil;&atilde;o que atendem a objetivos normalizantes e controladores de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Observa-se, pela an&aacute;lise dos estudos apresentados na categoria &ldquo;<em>Caracter&iacute;sticas, pr&aacute;ticas e representa&ccedil;&otilde;es sociais da atividade</em>&rdquo;, a busca da implanta&ccedil;&atilde;o de novos modelos e novas pr&aacute;ticas na rotina dos trabalhadores, ou seja, a cria&ccedil;&atilde;o de alternativas de a&ccedil;&atilde;o que visem incorporar a integralidade, a equidade, a transversalidade, a autonomia e a problematiza&ccedil;&atilde;o dos saberes; princ&iacute;pios t&atilde;o amplamente preconizados pela PNH (BRASIL, 2003, 2010, 2012, 2014). </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diante destes estudos, fica patente que a pr&aacute;tica profissional sofre uma car&ecirc;ncia de recursos mais t&eacute;cnicos do que &eacute;ticos, dado que a maioria dos autores indica que h&aacute; concord&acirc;ncia sobre a import&acirc;ncia da humaniza&ccedil;&atilde;o, da interdisciplinaridade e espa&ccedil;o para a&ccedil;&otilde;es afirmativas de humaniza&ccedil;&atilde;o. Contudo, parece estar na forma&ccedil;&atilde;o, centrada em pr&aacute;ticas disciplinares, a maior necessidade de interven&ccedil;&atilde;o. Os estudos, talvez pela natureza de seu escopo, n&atilde;o apontam para problemas em modelos de gest&atilde;o, por exemplo, que poderiam impedir pr&aacute;ticas mais humanizadas, o que pode ser visto como positivo. A &ecirc;nfase maior desta categoria de estudos, fica na busca de evid&ecirc;ncias que demonstrem a viabilidade e a import&acirc;ncia de pr&aacute;ticas profissionais mais humanizadas, com suas consequ&ecirc;ncias positivas para a sa&uacute;de p&uacute;blica. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma an&aacute;lise mais abrangente destes achados indica diferentes contribui&ccedil;&otilde;es para a compreens&atilde;o dos fen&ocirc;menos, processos e desafios relacionados ao definitivo fortalecimento da PNH no sistema de sa&uacute;de brasileiro. Inequivocamente, a maior aten&ccedil;&atilde;o parece necess&aacute;ria &agrave;s etapas de forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de, cujos cursos parecem precisar n&atilde;o apenas de disciplinas com conte&uacute;dos relacionados &agrave; humaniza&ccedil;&atilde;o, mas de mudan&ccedil;as mais aprofundadas, desde a l&oacute;gica disciplinar, at&eacute; &agrave;s quest&otilde;es relacionadas ao desenvolvimento emocional e de grupo. V&aacute;rios autores (ALVES <em>et al.</em>, 2009; BRASIL, 2003, 2010; GONZ&Eacute;; SILVA, 2011; GUARESCHI <em>et al.</em>, 2011) apontam para a cis&atilde;o entre teoria e pr&aacute;tica, constante em projetos pedag&oacute;gicos, ou mesmo para os reflexos da falta de articula&ccedil;&atilde;o entre ensino, pesquisa e extens&atilde;o, o que pode remeter a quest&otilde;es estruturais do ensino superior brasileiro; outros indicam, ainda, que a &aacute;rea de sa&uacute;de carece de aprofundamento pedag&oacute;gico. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No que tange &agrave;s compet&ecirc;ncias emocionais dos profissionais de sa&uacute;de, estrat&eacute;gias de enfrentamento desta quest&atilde;o podem envolver o desenvolvimento psicol&oacute;gico, com t&eacute;cnicas de promo&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o do bem-estar, enfrentamento do estresse, empatia, luto e outros, mas, tamb&eacute;m, uma maior compreens&atilde;o dos processos sa&uacute;de/doen&ccedil;a/cura, para al&eacute;m dos fen&ocirc;menos f&iacute;sicos/fisiol&oacute;gicos, incluindo aspectos psicol&oacute;gicos e sociais (econ&ocirc;micos, pol&iacute;ticos, culturais, etc). Tal perspectiva fomenta a ideia de pr&aacute;xis, impl&iacute;cita nos princ&iacute;pios da PNH, que demanda a constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento indissoci&aacute;vel das pr&aacute;ticas cotidianas destes profissionais (BAETA-NEVES; HECKERT, 2010; BRASIL, 2003). </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ante tais vicissitudes, observa-se que os sistemas formativos da atualidade t&ecirc;m desafios monumentais. Considerando uma tradi&ccedil;&atilde;o j&aacute; amplamente baseada na fragmenta&ccedil;&atilde;o, na hierarquiza&ccedil;&atilde;o e considerada como tecnicista, o ensino de sa&uacute;de precisa ainda absorver quantidades crescentes de tecnologias e conhecimento, al&eacute;m da evidente necessidade de humanizar seus profissionais e seu sistema. Todavia, as pr&aacute;ticas humanizadas em sa&uacute;de, como evidenciam os estudos ora relatados, n&atilde;o comp&otilde;em apenas um movimento pol&iacute;tico, mas efetivamente cient&iacute;fico, cujas pr&aacute;ticas contribuem efetivamente para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No campo pr&aacute;tico, a PNH sofre, tamb&eacute;m, com a falta de investimentos em pol&iacute;ticas de gest&atilde;o mais participativas, equilibradas e que busquem efetivamente promover a sa&uacute;de de todos os atores do sistema. Condi&ccedil;&otilde;es inadequadas de gest&atilde;o, falta de comunica&ccedil;&atilde;o e oportunidades de problematizar as viv&ecirc;ncias, ou mesmo uma ambi&ecirc;ncia hospitalar fragilizada, como demonstra Reis <em>et al</em>. (2013), promovem a desumaniza&ccedil;&atilde;o do sistema. Doricci e Guanaes-Lorenzi e Pereira (2016), por outro lado, demonstram que as estrat&eacute;gias de humaniza&ccedil;&atilde;o podem ser aplicadas mesmo a profissionais de sa&uacute;de distantes do atendimento &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, gerando um efeito multiplicador amplamente desej&aacute;vel para o fortalecimento da pol&iacute;tica. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta revis&atilde;o encontrou uma seara de pr&aacute;ticas humanizadas (e humanizantes) que podem contribuir para fomentar estrat&eacute;gias de humaniza&ccedil;&atilde;o em diferentes frentes do sistema de sa&uacute;de, mas tamb&eacute;m que chamam a aten&ccedil;&atilde;o para maiores esfor&ccedil;os em pesquisa, com vistas &agrave; consolida&ccedil;&atilde;o de seus achados. Dentre estes, as pr&aacute;ticas de profissionais em condi&ccedil;&otilde;es limites, como UTIs e cuidados paliativos (HERMES; LAMARCA, 2013; REIS <em>et al.</em>, 2013), destacam-se pela carga emocional elevada a que os profissionais s&atilde;o submetidos pela natureza da tarefa, para al&eacute;m das demais quest&otilde;es j&aacute; relatadas; o fortalecimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais, desde a forma&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica at&eacute; a profissional constitui uma necessidade premente para atores deste cen&aacute;rio. Ante a falta de recursos t&eacute;cnicos e cient&iacute;ficos para lidar com situa&ccedil;&otilde;es extremas em sa&uacute;de, a religiosidade aparece como esquema de enfrentamento do sofrimento emocional. A falta de capacita&ccedil;&atilde;o &eacute; relatada at&eacute; por profissionais que demonstram pr&aacute;ticas humanizadas consistentes (CUNHA; BENEVIDES, 2012), mas que atribuem seu desempenho ao desenvolvimento volunt&aacute;rio de tais compet&ecirc;ncias, buscando superar sua forma&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Interven&ccedil;&otilde;es bem-sucedidas, como a experi&ecirc;ncia de pr&eacute;-natal psicol&oacute;gico relatada por Almeida e Arrais (2016) ou os grupos de capacita&ccedil;&atilde;o de equipes intensivistas para enfrentamento de quest&otilde;es emocionais e promo&ccedil;&atilde;o de gest&atilde;o democr&aacute;tica nos equipamentos de sa&uacute;de (MAGALH&Atilde;ES; FERIOTTI, 2015), destacam-se para sustentar o peso da ci&ecirc;ncia psicol&oacute;gica na promo&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas humanizadas em sa&uacute;de. O desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es psicoeducativas ou psicoprofil&aacute;ticas, junto aos mais diferentes atores e processos de sa&uacute;de, podem potencializar n&atilde;o apenas as t&eacute;cnicas em si, mas o papel dos pr&oacute;prios psic&oacute;logos neste processo. </font>     <p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es Finais </b></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em aten&ccedil;&atilde;o ao objetivo maior deste estudo, de revisar as contribui&ccedil;&otilde;es e as rela&ccedil;&otilde;es te&oacute;rico-metodol&oacute;gicas que a Psicologia brasileira, como ci&ecirc;ncia e profiss&atilde;o, tem oferecido na &uacute;ltima d&eacute;cada para o trabalho humanizado em sa&uacute;de, de encontro &agrave; perspectiva da PNH, pode-se observar que a maior parte destas contribui&ccedil;&otilde;es diz respeito &agrave; necessidade de implantar, cada vez mais, processos formativos inovadores que habilitem os diversos profissionais envolvidos nas pr&aacute;ticas de sa&uacute;de para humaniza&ccedil;&atilde;o, para al&eacute;m de um pressuposto &eacute;tico. A maioria dos autores relata os problemas de um modelo de atua&ccedil;&atilde;o profissional prevalente que distancia o profissional do paciente, com pouca integra&ccedil;&atilde;o entre as diferentes &aacute;reas de aten&ccedil;&atilde;o e profiss&otilde;es, al&eacute;m de focado na doen&ccedil;a e n&atilde;o na sa&uacute;de. Os problemas da forma&ccedil;&atilde;o profissional deficiente impactam diretamente nas pr&aacute;ticas correntes nos &oacute;rg&atilde;os e equipamentos de sa&uacute;de p&uacute;blica, comprometendo as possibilidades de efetiva&ccedil;&atilde;o da PNH</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">. </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com base nas publica&ccedil;&otilde;es revisadas, pode-se depreender que as viv&ecirc;ncias dos profissionais de sa&uacute;de tamb&eacute;m s&atilde;o afetadas fortemente por quest&otilde;es t&eacute;cnico-formativas, como a falta de estrat&eacute;gias de enfrentamento emocional ante a dor (e a morte) dos pacientes, situa&ccedil;&atilde;o que parece ignorada nos curr&iacute;culos acad&ecirc;micos. Parece, tamb&eacute;m, haver a necessidade de se desenvolver compet&ecirc;ncias para as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais nas equipes de trabalho, num arranjo complexo entre a t&eacute;cnica, a &eacute;tica e os jogos de poder. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo tem limita&ccedil;&otilde;es importantes, que devem ser consideradas, em fun&ccedil;&atilde;o de sua abordagem metodol&oacute;gica, que optou por artigos completos e que tenham sido localizados pelas palavras-chave &ldquo;Psicologia&rdquo; e &ldquo;Humaniza&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Inicialmente, parece estranho que n&atilde;o haja relatos sobre os problemas da gest&atilde;o de pessoas na sa&uacute;de, ou mesmo outras quest&otilde;es administrativas; todavia, a inclus&atilde;o de termos como &ldquo;gest&atilde;o&rdquo; ou &ldquo;recursos humanos&rdquo; na busca produziu impacto devastador nos resultados. Assim, optou-se por manter a ci&ecirc;ncia e profiss&atilde;o como referencial de buscas. Al&eacute;m disso, em virtude do reduzido n&uacute;mero de artigos, n&atilde;o foram exclu&iacute;dos artigos por crit&eacute;rios secund&aacute;rios, como tipo de estudo (exceto revis&otilde;es), autoria, tema ou impacto da publica&ccedil;&atilde;o, que poderiam potencializar o aprofundamento da an&aacute;lise. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&atilde;o amplas as lacunas de pesquisa na &aacute;rea do trabalho humanizado em sa&uacute;de p&uacute;blica. A pr&oacute;pria recenticidade do tema pode contribuir para isso, em compara&ccedil;&atilde;o com &aacute;reas mais estabelecidas da pesquisa psicol&oacute;gica. Em termos de metodologia, por exemplo, a maior parte dos estudos se utiliza de estudos de caso, baseados em entrevistas e an&aacute;lise documental, o que pode reduzir o poder de compara&ccedil;&atilde;o entre os estudos. Faltam, tamb&eacute;m, estudos que investiguem t&eacute;cnicas espec&iacute;ficas ou o impacto de treinamentos ou outras interven&ccedil;&otilde;es que possam resultar em novas compet&ecirc;ncias de trabalho humanizado, como controle emocional, assertividade, auto-efic&aacute;cia e resili&ecirc;ncia, entre outras. </font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Face ao maior problema relatado pelos estudos, concernente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais para atuar em equipes multiprofissionais, pode-se sugerir que as universidades invistam em a&ccedil;&otilde;es inovadoras, como o fortalecimento de disciplinas integradas entre diferentes cursos da &aacute;rea de sa&uacute;de, ou est&aacute;gios e viv&ecirc;ncias direcionados em equipes interdisciplinares de sa&uacute;de p&uacute;blica. De qualquer forma, fica evidenciado o longo caminho que a pol&iacute;tica de humaniza&ccedil;&atilde;o tem a percorrer para atingir seus objetivos maiores, e, ao mesmo tempo, a necessidade da Psicologia, como ci&ecirc;ncia e profiss&atilde;o, ampliar sua a&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o para o trabalho humanizado na sa&uacute;de p&uacute;blica. </font>     <p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALMEIDA, N. M. C.; ARRAIS, A. R. O pr&eacute;-natal psicol&oacute;gico como programa de preven&ccedil;&atilde;o &agrave; depress&atilde;o p&oacute;s-parto. <em>Psicologia</em>: Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, Bras&iacute;lia, v. 36, n. 4, p. 847-863, dez. 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703001382014. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/pcp/v36n4/1982-3703-pcp-36-4-0847.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532295&pid=S1676-5443201900010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ALVES, A. N. O.; REIS, C.; MOREIRA, S. N. T.; AZEVEDO, G. D.; ROCHA, V. M.; VILAR, M. J. A humaniza&ccedil;&atilde;o e a forma&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica na perspectiva dos estudantes de medicina da UFRN-Natal-RN. <em>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica</em>, Bras&iacute;lia, v. 33, n. 4, p. 555-561, 2009. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/rbem/v33n4/v33n4a06.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532297&pid=S1676-5443201900010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BAETA-NEVES, C. A.; HECKERT, A. L. C. Micropol&iacute;tica do processo de acolhimento em sa&uacute;de. <em>Estudos e Pesquisas em Psicologia</em>, Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, abr. 2010. Dispon&iacute;vel em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/epp/v10n1/v10n1a11.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532299&pid=S1676-5443201900010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BENEVIDES, R. A psicologia e o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de: quais interfaces? <em>Psicologia &amp; Sociedade</em>, Belo Horizonte, v. 17, n. 2, p. 21-25, 2005. Dispon&iacute;vel em: www.redalyc.org/articulo.oa?id=309323899004. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532301&pid=S1676-5443201900010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BENEVIDES-PEREIRA, A. M.; GON&Ccedil;ALVES, M. B. Transtornos emocionais e a forma&ccedil;&atilde;o em Medicina: um estudo longitudinal. <em>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica</em>, Bras&iacute;lia, v. 33, n. 1, p. 20-23, 2009. Dispon&iacute;vel em: www.scielo.br/pdf/rbem/v33n1/03.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532303&pid=S1676-5443201900010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. <em>O SUS de A a Z</em>: garantindo sa&uacute;de nos munic&iacute;pios. 3. ed. Bras&iacute;lia: Editora do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532305&pid=S1676-5443201900010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de A&ccedil;&otilde;es Program&aacute;ticas Estrat&eacute;gicas. <em>Sa&uacute;de mental</em>. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2015. (Cadernos humanizaSUS, v. 5). Dispon&iacute;vel em: http://redehumanizasus.net/wp-content/uploads/2017/09/Cadernos-HumanizaSUS-Volume-5-Saude-Mental.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532307&pid=S1676-5443201900010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de A&ccedil;&otilde;es Program&aacute;ticas Estrat&eacute;gicas. <em>Aten&ccedil;&atilde;o hospitalar</em>. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2011. (Cadernos humanizaSUS, v. 3). Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_humanizasus_atencao_hospitalar.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532309&pid=S1676-5443201900010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o. <em>Forma&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o</em>. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2010a. (Cadernos humanizaSUS, v. 1). Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_humanizaSUS.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532311&pid=S1676-5443201900010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria-Executiva. N&uacute;cleo T&eacute;cnico da Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o. <em>HumanizaSUS</em>: pol&iacute;tica nacional de humaniza&ccedil;&atilde;o: documento base para gestores e trabalhadores do SUS. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2004. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizaSus_doc_base.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532313&pid=S1676-5443201900010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria-Executiva. N&uacute;cleo T&eacute;cnico da Pol&iacute;tica Nacional de Humaniza&ccedil;&atilde;o. <em>HumanizaSUS</em>: pol&iacute;tica nacional de humaniza&ccedil;&atilde;o: documento base para gestores e trabalhadores do SUS. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2003. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/humanizaSus.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532315&pid=S1676-5443201900010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Universidade Estadual do Cear&aacute;. <em>Aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica</em>. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2010b. (Cadernos humanizaSUS, v. 2). Dispon&iacute;vel em: http://redehumanizasus.net/wp-content/uploads/2017/09/Cadernos-HumanizaSUS-Volume-2-Atenc%CC%A7a%CC%83o-Ba%CC%81sica-1.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532317&pid=S1676-5443201900010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Universidade Estadual do Cear&aacute;. <em>Humaniza&ccedil;&atilde;o do parto e do nascimento</em>. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2014. (Cadernos humanizaSUS, v. 4). Dispon&iacute;vel em: http://www.redehumanizasus.net/sites/default/files/caderno_humanizasus_v4_humanizacao_parto.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532319&pid=S1676-5443201900010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAMPONOGARA, S.; VIERO, C.; PINNO, C.; SOARES, S.; RODRIGUES, I.; CIELO, C. Percep&ccedil;&otilde;es de pacientes p&oacute;s-alta da unidade de cuidados intensivos sobre a hospitaliza&ccedil;&atilde;o nesse setor. <em>Revista de Enfermagem do Centro Oeste Mineiro</em>, Divin&oacute;polis, v. 5, n. 1, p. 1505-1513, 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.19175/recom.v0i0.747. Dispon&iacute;vel em: http://www.seer.ufsj.edu.br/index.php/recom/article/view/747/840. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532321&pid=S1676-5443201900010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAMPOS, D.; SANTOS, M. Sentimentos vivenciados por fisioterapeutas no atendimento a pessoas com paralisia cerebral. <em>Psico-USF</em>, Itatiba, v. 14, n. 2, p. 229-236, 2009. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-82712009000200012. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/pusf/v14n2/v14n2a12.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532323&pid=S1676-5443201900010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CAMPOS, G. W. S. O anti-Taylor: sobre a inven&ccedil;&atilde;o de um m&eacute;todo para co-governar institui&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de produzindo liberdade e compromisso. <em>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</em>, Rio de Janeiro, v. 14, n. 4, p. 863-870, 1998. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v14n4/0080.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532325&pid=S1676-5443201900010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CARDOSO, C. M. C. C.; MARION, D.; WICHMANN, F. M. A.; LUZZI, G.; BENITEZ, L.; FRANCO, M.; ROOS, N.; AREOSA, S.; BRANDT, T. Atendimento &agrave; unidade familiar do idoso: experi&ecirc;ncia multidisciplinar. <em>Estudos Interdisciplinares do Envelhecimento</em>, Porto Alegre, v. 16, p. 385-394, 2011. Dispon&iacute;vel em: https://seer.ufrgs.br/RevEnvelhecer/article/view/17918/16303. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532327&pid=S1676-5443201900010000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CASSOLI, T. Humaniza&ccedil;&atilde;o, psicologia e riso: produ&ccedil;&atilde;o de liberdade e processos de subjetiva&ccedil;&atilde;o. <em>Revista Polis e Psique</em>, Porto Alegre, v. 6, n. 2, p. 109-133, jul. 2016. Dispon&iacute;vel em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rpps/v6n2/n6a07.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532329&pid=S1676-5443201900010000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CHIBANTE, C. L. P.; ESP&Iacute;RITO-SANTO, F.; OLIVEIRA-AQUINO, A. As rea&ccedil;&otilde;es do familiar acompanhante de idosos hospitalizados frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de estresse. <em>Revista de Pesquisa Cuidado &eacute; Fundamental Online</em>, Rio de Janeiro, v. 7, n. 3, p. 2961-2973, 2015. DOI: 10.9789/2175-5361.2015.v7i3.2961-2973. Dispon&iacute;vel em: http://www.uacm.kirj.redalyc.redalyc.org/articulo.oa?id=505750947023. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532331&pid=S1676-5443201900010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA - CFP. <em>Como a psicologia pode contribuir para o avan&ccedil;o do SUS</em>: orienta&ccedil;&otilde;es para gestores. 2. ed. Bras&iacute;lia, DF: CFP, 2013. Dispon&iacute;vel em: http://crepop.pol.org.br/wp-content/uploads/2013/07/conasems-crepop_grafica4.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532333&pid=S1676-5443201900010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">CUNHA, A. C. B.; BENEVIDES, J. Pr&aacute;tica do psic&oacute;logo em interven&ccedil;&atilde;o precoce na sa&uacute;de materno-infantil. <em>Psicologia em Estudo</em>, Maring&aacute;, v. 17, n. 1, p. 111- 119, 2012. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/pe/v17n1/v17n1a12.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532335&pid=S1676-5443201900010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DETOMINIA, V. C.; BELLENZANI, R. Construindo a participa&ccedil;&atilde;o social junto a usu&aacute;rios de um grupo de apoio: desafios para a qualifica&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o em um Centro de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial (CAPS). <em>Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional</em>, S&atilde;o Carlos, v. 23, n. 3, p. 661-672, 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.4322/0104-4931.ctoRE0578. Dispon&iacute;vel em: http://www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br/index.php/cadernos/article/view/1093/648. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532337&pid=S1676-5443201900010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DORICCI, G. C.; GUANAES-LORENZI, C.; PEREIRA, M. J. B. Programa articuladores da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: construindo humaniza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do di&aacute;logo. <em>Physis</em>: Revista de Sa&uacute;de Coletiva, Rio de Janeiro, v. 26, n. 4, p. 1271-1292, out. 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/s0103-73312016000400011. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/physis/v26n4/1809-4481-physis-26-04-01271.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532339&pid=S1676-5443201900010000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">DUARTE, D. A. A supervis&atilde;o enquanto dispositivo: narrativa docente do est&aacute;gio profissional em psicologia do trabalho. <em>Interface</em>, Botucatu, v. 19, n. 52, p. 133-144, 2015. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/icse/v19n52/1807-5762-icse-19-52-0133.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532341&pid=S1676-5443201900010000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">EUL&Aacute;LIO, M. C.; SANTOS, E. R. F.; ALBUQUERQUE, T. P. Representa&ccedil;&otilde;es sociais da rela&ccedil;&atilde;o auxiliar de enfermagem-usu&aacute;rio no contexto do programa sa&uacute;de da fam&iacute;lia. <em>Revista Ga&uacute;cha de Enfermagem</em>, Porto Alegre, v. 3, n. 4, p. 708-715, 2009. Dispon&iacute;vel em: https://seer.ufrgs.br/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/13150/7546. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532343&pid=S1676-5443201900010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GELMAN, E. A.; REIS, K. C.; MATOS, R. L.; DAHIA, S. N. O. Educa&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de e autogest&atilde;o de coletivos: da incerteza da pr&aacute;tica da autoan&aacute;lise do trabalho em sa&uacute;de. <em>Revista Baiana de Sa&uacute;de P&uacute;blica</em>, Salvador, v. 33, n. 1, p. 75-85, 2009. Dispon&iacute;vel em: http://rbsp.sesab.ba.gov.br/index.php/rbsp/article/view/191/163. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532345&pid=S1676-5443201900010000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GONZE, G. G.; SILVA, G. A. A integralidade na forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de: tecendo valores. <em>Physis</em>: Revista de Sa&uacute;de Coletiva, Rio de Janeiro, v. 21, n. 1, p. 129-146, 2011. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/physis/v21n1/v21n1a07.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532347&pid=S1676-5443201900010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">GUARESCHI, N. M. F.; REIS, C.; DHEIN, G.; BENNEMANN, T.; SANTO, D. A avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, psicopatologia e as psicoterapias na forma&ccedil;&atilde;o do profissional de sa&uacute;de para o SUS: um estudo dos curr&iacute;culos dos cursos de Psicologia. <em>Revista Mal-estar e Subjetividade</em>, Fortaleza, v. 11, n. 1, p. 171- 204, 2011. Dispon&iacute;vel em: www.redalyc.org/articulo.oa?id=27121482007. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532349&pid=S1676-5443201900010000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">HERMES, H. R; LAMARCA, I. Cuidados paliativos: uma abordagem a partir das categorias profissionais da sa&uacute;de. <em>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</em>, Rio de Janeiro, v. 18, n. 9, p. 2557-2588, 2013. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/csc/v18n9/v18n9a12.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532351&pid=S1676-5443201900010000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">INNOCENCIO, M.; CARRARO, G.; INNOCENCIO, T. Resposta emocional de pacientes &agrave; terapia com m&uacute;sica na hemodi&aacute;lise: uma ferramenta de humaniza&ccedil;&atilde;o. <em>Arte M&eacute;dica Ampliada</em>, S&atilde;o Paulo, v. 37, n. 1, p. 5-11, 2017. Dispon&iacute;vel em: http://abmanacional.com.br/wp-content/uploads/2017/07/37-1-Resposta-emocional-de-pacientes-%C3%A0-terapia-com-m%C3%BAsica-na-hemodi%C3%A1lise.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532353&pid=S1676-5443201900010000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">KANAI, K.; FIDELIS, W. Conhecimento e percep&ccedil;&atilde;o da equipe de enfermagem em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor na crian&ccedil;a internada. <em>Revista Dor</em>: Pesquisa, Cl&iacute;nica e Terap&ecirc;utica, S&atilde;o Paulo, v. 11, n. 1, p. 20-27, 2010. Dispon&iacute;vel em: files.bvs.br/upload/S/1806-0013/2010/v11n1/a1495.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532355&pid=S1676-5443201900010000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MAGALHAES, P. M.; FERIOTTI, M. L. Aten&ccedil;&atilde;o ao v&iacute;nculo em neonatologia: Grupos Balint-Paideia - uma estrat&eacute;gia para lidar com a dor e a incerteza em situa&ccedil;&otilde;es-limite. <em>V&iacute;nculo</em>, S&atilde;o Paulo, v. 12, n. 2, p. 20-30, dez. 2015. Dispon&iacute;vel em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/vinculo/v12n2/v12n2a04.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532357&pid=S1676-5443201900010000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MARTINS, J. J.; SHNEIDER, D. G.; BUNN, K. R.; GOULART, C. A.; SILVA, R. M. S.; GAMA, F. O.; ALBUQUERQUE, G. L. A percep&ccedil;&atilde;o da equipe de sa&uacute;de e do idoso hospitalizado em rela&ccedil;&atilde;o ao cuidado humanizado. <em>Arquivos Catarinenses de Medicina</em>, Florian&oacute;polis, v. 37, n. 1, p. 30-37, 2008. Dispon&iacute;vel em: www.acm.org.br/revista/pdf/artigos/532.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532359&pid=S1676-5443201900010000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">MELO, L.; MELO, L.; BOMFIM, A.; FERREIRA, A.; SILVA, L.; BEZERRA, M. A brinquedoteca na assist&ecirc;ncia a crian&ccedil;as com c&acirc;ncer: a vis&atilde;o dos familiares. <em>Revista Ci&ecirc;ncia Plural</em>, Natal, v. 2, n. 3, p. 97-110, 14 abr. 2016. Dispon&iacute;vel em: https://periodicos.ufrn.br/rcp/article/view/11225/8307. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532361&pid=S1676-5443201900010000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">QUEIROZ, A. H. A. B.; PONTES, R. J. S.; SOUZA, A. M. A.; RODRIGUES, T. B. Percep&ccedil;&atilde;o de familiares e profissionais de sa&uacute;de sobre os cuidados no final da vida no &acirc;mbito da aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de. <em>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</em>, Rio de Janeiro, v. 18, n. 9, p. 2615-2623, 2013. Dispon&iacute;vel em: www.scielo.br/pdf/csc/v18n9/v18n9a16.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532363&pid=S1676-5443201900010000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">REIS, L. A.; SILVA, E. F.; WATERKEMPER, R.; LORENZINI, E.; CECCHETTO, F. H. Percep&ccedil;&atilde;o da equipe de enfermagem sobre humaniza&ccedil;&atilde;o em unidade de tratamento intensivo neonatal e pedi&aacute;trica. <em>Revista Ga&uacute;cha de Enfermagem</em>, Porto Alegre, v. 34, n. 2, p. 118-124, 2013. Dispon&iacute;vel em: https://seer.ufrgs.br/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/26556/26046. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532365&pid=S1676-5443201900010000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ROMERO, N. S.; PEREIRA-SILVA, N. L. O psic&oacute;logo no processo de interven&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica nacional de humaniza&ccedil;&atilde;o. <em>Psicologia &amp; Sociedade</em>, Belo Horizonte, v. 23, n. 2, p. 332-339, 2011. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v23n2/a14v23n2.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532367&pid=S1676-5443201900010000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SALOM&Eacute;, G.; ESP&Oacute;SITO, V. H. C. Viv&ecirc;ncias de acad&ecirc;micos de enfermagem durante o cuidado prestado &agrave;s pessoas com feridas. <em>Revista Brasileira de Enfermagem</em>, Bras&iacute;lia, v. 61, n. 6, p. 822-827, 2008. Dispon&iacute;vel em: www.scielo.br/pdf/reben/v61n6/a05v61n6. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532369&pid=S1676-5443201900010000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">SOUSA, K.; CARPIGIANI, B. Ditos, n&atilde;o ditos e entreditos: a comunica&ccedil;&atilde;o em cuidados paliativos. <em>Psicologia</em>: Teoria e Pesquisa, Bras&iacute;lia, v. 12 n. 1, p. 97-108, 2010. Dispon&iacute;vel em: editorarevistas.mackenzie.br/index.php/ptp/article/viewFile/2466/2331. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532371&pid=S1676-5443201900010000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">ZAMBENEDETTI, G.; PICCININI, C.; SALES, A. L. L.; PAULON, S. M.; SILVA, R. A.; BENEVIDES, R. Psicologia e an&aacute;lise institucional: contribui&ccedil;&otilde;es para os processos formativos dos agentes comunit&aacute;rios de sa&uacute;de. <em>Psicologia</em>: Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, Bras&iacute;lia, v. 34, n. 3, p. 690-703, 2014. Dispon&iacute;vel em: http://www.scielo.br/pdf/pcp/v34n3/1982-3703-pcp-34-03-0690.pdf. Acesso em: 24 fev. 2019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5532373&pid=S1676-5443201900010000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3 "><strong>Agradecimentos</strong> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os autores agradecem &agrave; Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior &ndash; CAPES, pelo apoio financeiro &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o deste estudo. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tramitação</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 2 out. 2018 </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Aceito em: 17 abr. 2019</font></p>      ]]></body>
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