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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Editorial    16(4)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Alessandra Pimentel<sup>I</sup>;    Daiana Paula Baroni<sup>II</sup>; Gleidson Jordan dos Santos<sup>III</sup>;    Jos&eacute; Rodrigues de Alvarenga Filho<sup>IV</sup>; Maria de Fatima Aranha    de Queiroz e Melo<sup>V</sup>; Victor Freitas Henriques<sup>VI</sup>; Joelma    Cristina Santos<sup>VII</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup><a href="mailto:alessandrapimentel@ufsj.edu.br">alessandrapimentel@ufsj.edu.br</a>    <br>   <sup>II</sup><a href="mailto:daianapaulam@yahoo.com.br">daianapaulam@yahoo.com.br</a>    <br>   <sup>III</sup><a href="mailto:gleidson@ufsj.edu.br">gleidson@ufsj.edu.br</a>    <br>   <sup>IV</sup><a href="mailto:joserodrigues@ufsj.edu.br">joserodrigues@ufsj.edu.br</a>    <br>   <sup>V</sup><a href="mailto:fatimaqueiroz.ufsj@gmail.com">fatimaqueiroz.ufsj@gmail.com</a>    <br>   <sup>VI</sup><a href="mailto:vf_henriques@hotmail.com">vf_henriques@hotmail.com</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>VII</sup><a href="mailto:joelma.santtos@gmail.com">joelma.santtos@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este n&uacute;mero    conclui as edi&ccedil;&otilde;es da Revista Pesquisas e Pr&aacute;ticas Psicossociais    no ano de 2021 e est&aacute; composto por artigos que abordam tem&aacute;ticas    recorrentemente privilegiadas em nossas publica&ccedil;&otilde;es com interface    dos v&aacute;rios campos da Psicologia com a sa&uacute;de mental, a assist&ecirc;ncia    social e o direito, tendo, como protagonistas, mulheres, crian&ccedil;as, adolescentes,    idosos e fam&iacute;lias, reagindo a situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia,    &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que lhes s&atilde;o dirigidas ou    atuando em sua sexualidade e espiritualidade. Dentro desta mir&iacute;ade, encontramos    os artigos apresentados a seguir:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Os Desafios    para a garantia de direitos: uma experi&ecirc;ncia com conselheiros tutelares</i>,    escrito por Renata Petry Brondani, Gabriela Clerici Christofari, Dorian M&ocirc;nica    Arpini e Rosane Janczura, da Universidade Federal de Santa Maria, &eacute; um    relato de experi&ecirc;ncia que compartilha a&ccedil;&otilde;es realizadas com    conselheiros tutelares de quatro munic&iacute;pios da regi&atilde;o central    do estado do Rio Grande do Sul, a partir de uma parceria entre uma institui&ccedil;&atilde;o    p&uacute;blica de ensino superior e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico. O trabalho    foi realizado em dois momentos: no primeiro, houve a capacita&ccedil;&atilde;o    para os conselheiros tutelares e, no segundo, como decorr&ecirc;ncia do anterior,    desenvolveu-se Projeto de Extens&atilde;o visando a contribuir para ressignifica&ccedil;&atilde;o    do papel destes profissionais para a desconstru&ccedil;&atilde;o de imagem atrelada    a um car&aacute;ter punitivo/repressivo, dando lugar a uma maior aproxima&ccedil;&atilde;o    com a comunidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">C&eacute;lia Regina    Rangel Nascimento, Carolina Monteiro Biasutti, Ivy Campista Campanha de Ara&uacute;jo    e Zeidi Araujo Trindade, com filia&ccedil;&atilde;o institucional &agrave; Universidade    Federal do Esp&iacute;rito Santo, s&atilde;o autoras de <i>Os pap&eacute;is    da mulher e do homem nas fam&iacute;lias pela &oacute;tica masculina: um estudo    de duas gera&ccedil;&otilde;es. </i>Com a participa&ccedil;&atilde;o de 17 adolescentes    do sexo masculino e 30 homens adultos, o objetivo da pesquisa foi compreender    as representa&ccedil;&otilde;es sociais de homens adultos e adolescentes de    classes empobrecidas sobre os pap&eacute;is de homens e mulheres nas fam&iacute;lias    e fazer uma an&aacute;lise das representa&ccedil;&otilde;es sociais que as duas    gera&ccedil;&otilde;es de homens expressaram.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alexandra Justino    Simbine e Maria Salom&eacute; Massingue da Universidade Eduardo Mondlane de    Mo&ccedil;ambique, buscam, no artigo <i>Percep&ccedil;&atilde;o sobre a sexualidade    da mulher com defici&ecirc;ncia vs cren&ccedil;as culturais mo&ccedil;ambicanas</i>,    entender como a mulher com defici&ecirc;ncia e a sociedade mo&ccedil;ambicana    percebem a sexualudade. As autoras recorreram &agrave;s an&aacute;lises de narrativas    de mulheres com defici&ecirc;ncia com idades variadas e em faixa et&aacute;ria    reprodutiva e tamb&eacute;m de pessoas que conviviam com mulheres que se enquadram    nesse crit&eacute;rio. Os resultados foram comparados qualitativamente com a    literatura existente sobre o tema.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Di&ecirc;nifer    Kaus Silveira, Helen Sibelle Nogueira Gon&ccedil;alves e Simone dos Santos Paludo    da Universidade Federal do Rio Grande, no artigo <i>Grupo de acompanhamento    psicossocial para mulheres que vivenciaram viol&ecirc;ncia: relato de est&aacute;gio    no Creas</i>, apresentam uma experi&ecirc;ncia de est&aacute;gio supervisionado    em Psicologia no Centro de Refer&ecirc;ncia Especializado de Assist&ecirc;ncia    Social (CREAS). Buscando descrever a proposta de acompanhamento psicossocial    de um grupo de mulheres que vivenciaram viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e/ou    familiar, as autoras discutem os objetivos dos encontros realizados ao longo    de um ano de interven&ccedil;&atilde;o e analisam como experi&ecirc;ncias deste    tipo podem contribuir para a forma&ccedil;&atilde;o em Psicologia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por meio de entrevista    semiestruturada com mulheres cadastradas em uma Unidade Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia,    as pesquisadoras do Centro de Pesquisa Aggeu Magalh&atilde;es (CPqAM/Fiocruz/PE),    Maria das Gra&ccedil;as Borges da Silva e Tereza Maciel Lyra, analisam em <i>O    impacto do beber feminino</i> a percep&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rias de    &aacute;lcool sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre o consumo abusivo da subst&acirc;ncia    e eventos significativos em suas vidas. Para as pesquisadoras, uma das dificuldades    desse recorte populacional em atribuir causalidade e efeito entre o consumo    de &aacute;lcool e problemas de sa&uacute;de, de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais    e autocuidado, est&aacute; associada a precariedade de orienta&ccedil;&atilde;o    e educa&ccedil;&atilde;o acerca dos efeitos do uso de &aacute;lcool nos programas    de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da mulher.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em <i>Como acolher    a religiosidade/espiritualidade em sa&uacute;de: experi&ecirc;ncia com grupo    operativo na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, </i>Lucas Rossato, Patr&iacute;cia    Paiva Carvalho, Daniela Braga Favarin, Deise Coelho de Souza e Fabio Scorsolini-Comin,    da Escola de Enfermagem de Ribeir&atilde;o Preto da Universidade de S&atilde;o    Paulo, apresentam o relato de 12 alunos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o    com forma&ccedil;&otilde;es que variam da Psicologia, Enfermagem, Servi&ccedil;o    Social e Pedagogia, sobre a percep&ccedil;&atilde;o dos mesmos acerca de seus    cuidados em suas pr&aacute;ticas profissionais no que tange ao acolhimento da    dimens&atilde;o religiosa e espiritual dos usu&aacute;rios dos servi&ccedil;os    de sa&uacute;de nas institui&ccedil;&otilde;es em que atuam. Para os autores,    a abordagem da dimens&atilde;o religiosa e espiritual dos usu&aacute;rios de    servi&ccedil;os de sa&uacute;de pode ser vista como a aquisi&ccedil;&atilde;o    de mais uma compet&ecirc;ncia profissional no caminho da humaniza&ccedil;&atilde;o    de tais servi&ccedil;os.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por meio de pesquisa    bibliogr&aacute;fica, as autoras Samara Rodrigues de Souza e Maria Ignez Costa    Moreira da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de Minas Gerais, apresentam    reflex&otilde;es relacionadas &agrave; relev&acirc;ncia das redes constru&iacute;das    entre os equipamentos p&uacute;blicos de assist&ecirc;ncia social no apoio de    crian&ccedil;as e adolescentes em acolhimento institucional. Intitulado <i>Pensando    sistemicamente sobre as redes de prote&ccedil;&atilde;o social destinadas &agrave;s    fam&iacute;lias de crian&ccedil;as e adolescentes em acolhimento institucional</i>,    o artigo traz uma an&aacute;lise hist&oacute;rica no cen&aacute;rio nacional    sobre as conquistas de direitos de crian&ccedil;as e adolescentes na supera&ccedil;&atilde;o    das pr&aacute;ticas institucionalizantes, guiada por um pensamento sist&ecirc;mico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em <i>Clima familiar    na rela&ccedil;&atilde;o m&atilde;e-crian&ccedil;a ap&oacute;s exposi&ccedil;&atilde;o    &agrave; viol&ecirc;ncia por parceiro &iacute;ntimo</i>, Amanda Hoffmeister    Hassmann e Clarissa De Antoni, da Universidade Federal de Ci&ecirc;ncias da    Sa&uacute;de de Porto Alegre (UFCSPA), investigaram o clima familiar na rela&ccedil;&atilde;o    m&atilde;e e filho, anteriormente expostos &agrave; viol&ecirc;ncia por parceiro    &iacute;ntimo contra a mulher. Para tanto, foram utilizadas diferentes estrat&eacute;gias    metodol&oacute;gicas como question&aacute;rio, entrevista e observa&ccedil;&atilde;o.    Dentre os resultados, as autoras apontam para tensionamento e distanciamento    afetivo no clima familiar, bem como, dificuldade de express&atilde;o de sentimentos.    Por fim, as autoras demonstram que a viol&ecirc;ncia sofrida no passado reverbera    produzindo efeitos no clima familiar no presente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No artigo intitulado    <i>Alta e cuidado no Caps I: o que mostram os prontu&aacute;rios?</i> Carina    Furlaneto Frazatto, da Universidade Estadual de Maring&aacute;, discute o cuidado    em um Centro de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial I em um munic&iacute;pio    do Paran&aacute; por meio do levantamento de dados presentes nos prontu&aacute;rios    de usu&aacute;rios que receberam alta e foram acompanhados por per&iacute;odos    entre 1 a 11 anos a partir do ano de 2015. Neste trabalho, a autora busca problematizar    o conceito e a pr&aacute;tica da alta nos Caps, refletindo sobre possibilidades    e fragilidades do Caps ao se constituir como um servi&ccedil;o substituto ao    hospital psiqui&aacute;trico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No artigo <i>Psicologia    Social Comunit&aacute;ria e Agroecologia: uma experi&ecirc;ncia de forma&ccedil;&atilde;o    no contexto amaz&ocirc;nico</i>, Marcelo Calegare, Guilherme Vasconcelos Torres,    Jolorena de Paula Tavares, Pedro Xavier Lana e Quezia Amaral Silva Teixeira,    da Universidade Federal do Amazonas, abordam a experi&ecirc;ncia com um grupo    de agricultores de alimentos org&acirc;nicos, que segue princ&iacute;pios agroecol&oacute;gicos.    Os autores discutem as a&ccedil;&otilde;es propostas no Plano de A&ccedil;&atilde;o    elaborado e relatam as contribui&ccedil;&otilde;es que a proximidade com os    agricultores trouxe para a futura atua&ccedil;&atilde;o profissional dos discentes    da disciplina de Psicologia Social Comunit&aacute;ria, tais como a maior sensibiliza&ccedil;&atilde;o    acerca da realidade local amaz&ocirc;nica e a aproxima&ccedil;&atilde;o com    a Agroecologia e sua proposta de transforma&ccedil;&atilde;o da sociedade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os autores Pedro    Henrique Lima Ximenes - psic&oacute;logo no Centro de Refer&ecirc;ncia da Assist&ecirc;ncia    Social (CRAS) em Meruoca e Maria Suely Alves Costa - professora da Universidade    Federal do Cear&aacute;, no artigo <i>A psicologia no &acirc;mbito da Assist&ecirc;ncia    Social: relato de experi&ecirc;ncia,</i> apresentam algumas reflex&otilde;es    acerca da presen&ccedil;a da Psicologia no campo da Assist&ecirc;ncia Social,    utilizando-se, para tanto, da observa&ccedil;&atilde;o de atendimentos e de    visitas domiciliares realizadas no CRAS e CREAS. Os autores buscaram destacar    os desafios inerentes ao trabalho da Psicologia no servi&ccedil;o p&uacute;blico    assistencial.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No artigo <i>Estrat&eacute;gias    de n&atilde;o apagamento: rela&ccedil;&atilde;o entre pesquisadora e pesquisadas    e os tensionamentos do uso do TCLE - Termo de Consentimento Livre Esclarecido</i>,    as autoras Renata de Carvalho Nardelli, da Funda&ccedil;&atilde;o Biblioteca    Nacional, e Ana Claudia Lima Monteiro, da Universidade Federal Fluminense, abordam    as problem&aacute;ticas da rela&ccedil;&atilde;o entre pesquisadora e pesquisadas,    diante da necessidade do uso do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE)    em oficinas de experimenta&ccedil;&atilde;o socioafetiva na investiga&ccedil;&atilde;o    acerca do ser-estar mulher que se relaciona amorosa-afetivamente com mulheres.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Damos as boas-vindas    aos novos membros que se juntam &agrave; nossa equipe de editores: as doutorandas    Aline Gon&ccedil;alves, Joelma Santos, J&uacute;lia Loren, Ra&iacute;ssa Tete,    Rosa de Souza, na expectativa de que o trabalho editorial acrescente elementos    em sua forma&ccedil;&atilde;o e as convoque para a importante tarefa de manuten&ccedil;&atilde;o    deste peri&oacute;dico. Agradecemos tamb&eacute;m &agrave;s parcerias que nos    ajudaram a dar continuidade a este trabalho ao longo do ano de 2021.</font></p>      ]]></body>

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