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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Consciência fonológica e fatores associados em crianças no início da alfabetização]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To compare the performance between phonological awareness, intelligence (analogical reasoning), vocabulary and acquisition of phonemes. METHODS: A sample of 273 children (mean age= 6.2 moths) from nine state schools in Belo Horizonte was submitted to measures of phonological awareness, intelligence, vocabulary and acquisition of phonemes and was divided into two groups according to their performance in these measures, being within the expected and not expected for child development. RESULTS: When intelligence was taken as a reference, children from middle to upper level compared to below-average and below-average (percentile equal or lower than five) scores obtained better performance in rhyme-judgment and syllabic-level tasks (subtraction and inversion), but only in one of the phonemic awareness tasks (inversion). Likewise, the contrast between over-expected development in receptive vocabulary and under-performing performance showed differences between groups in favor of the first in the tasks of judgment of rhymes and syllabic level, while in the phonemic level this difference occurred in the subtraction task and in the total score of phonemic awareness tasks. On the other hand, the contrast between typical and atypical development in the acquisition of phonemes showed that children with typical development distinguished themselves from their peers. In addition to presenting superior performance in syllabic awareness tasks (except for the judgmental task of rhymes), they performed equally well in all phonemic tasks (except segmentation). CONCLUSION: It was found that the influence of vocabulary and, above all, the acquisition of phonemes in the phonological awareness skills at the phonemic level were greater than the influence of intelligence. This demonstrates the importance of the adequate development of oral language at the beginning of the literacy process.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Consciência Fonológica]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO    ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica e fatores associados em crian&ccedil;as no in&iacute;cio da    alfabetiza&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Phonological    awareness in children at the beginning of literacy and associated factors</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Rita de C&aacute;ssia    Duarte Leite<sup>I</sup>; Larissa Regina Martins de Brito<sup>II</sup>; Vanessa    de Oliveira Martins-Reis<sup>III</sup>; &Acirc;ngela Maria Vieira Pinheiro<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Fonoaudi&oacute;loga.    Doutoranda do Programa de P&oacute;s</font><font size="2">&#8722;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gradua&ccedil;&atilde;o    em Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Bolsista CAPES, Belo    Horizonte, MG, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Bolsista Pbext - Universidade Federal de    Minas Gerais. Belo Horizonte, MG, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Fonoaudi&oacute;loga. Doutora em Lingu&iacute;stica pela Universidade    de S&atilde;o Paulo. Professora Adjunta do Curso de Fonoaudiologia da Faculdade    de Ceil&acirc;ndia da Universidade de Bras&iacute;lia, Bras&iacute;lia, DF,    Brasil    <br>   <sup>IV</sup>Psic&oacute;loga. Doutora em Psicologia Cognitiva pela University    of Dundee. Professora Titular do curso de Psicologia da Faculdade de Filosofia    e Ci&ecirc;ncias Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte,    MG, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#corresp">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO</b>:    Comparar o desempenho entre consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, intelig&ecirc;ncia    (racioc&iacute;nio anal&oacute;gico), vocabul&aacute;rio e aquisi&ccedil;&atilde;o    dos fonemas.    <br>   <b>M&Eacute;TODO</b>: Uma amostra de 273 crian&ccedil;as (m&eacute;dia de idade=    6 anos e 2 meses) de nove escolas estaduais de Belo Horizonte foi submetida    a medidas de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, de intelig&ecirc;ncia, de    vocabul&aacute;rio e de aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas e foi dividida em    dois grupos de acordo com seu desempenho nessas medidas, sendo dentro do esperado    e n&atilde;o esperado para o desenvolvimento infantil.    <br>   <b>RESULTADOS</b>: Quando a intelig&ecirc;ncia foi tomada como refer&ecirc;ncia,    as crian&ccedil;as de n&iacute;vel m&eacute;dio a superior em compara&ccedil;&atilde;o    &agrave;s de n&iacute;vel abaixo da m&eacute;dia e muito abaixo da m&eacute;dia    (percentil igual ou inferior a cinco) obtiveram melhor desempenho nas tarefas    de julgamento de rimas e de n&iacute;vel sil&aacute;bico (subtra&ccedil;&atilde;o    e invers&atilde;o), mas apenas em uma das tarefas de consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica    (invers&atilde;o). Igualmente, o contraste entre desenvolvimento acima do esperado    em vocabul&aacute;rio receptivo e desempenho abaixo do esperado mostrou diferen&ccedil;as    entre grupos a favor do primeiro nas tarefas de julgamento de rimas e de n&iacute;vel    sil&aacute;bico. J&aacute; no n&iacute;vel fon&ecirc;mico essa diferen&ccedil;a    ocorreu na tarefa de subtra&ccedil;&atilde;o e no escore total das tarefas de    consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica. Por&eacute;m, quando a aquisi&ccedil;&atilde;o    dos fonemas foi tomada como refer&ecirc;ncia, o contraste entre desenvolvimento    t&iacute;pico e at&iacute;pico mostrou que as crian&ccedil;as com desenvolvimento    t&iacute;pico, com exce&ccedil;&atilde;o em julgamento de rimas, se distinguiram    dos seus pares. Al&eacute;m de apresentarem desempenho superior nas tarefas    de consci&ecirc;ncia sil&aacute;bica, obtiveram desempenho igualmente superior    em todas as tarefas de n&iacute;vel fon&ecirc;mico (exceto na de segmenta&ccedil;&atilde;o).    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O</b>: Constatou-se que no desenvolvimento da CF no n&iacute;vel    fon&ecirc;mico a influ&ecirc;ncia do vocabul&aacute;rio e, principalmente, da    aquisi&ccedil;&atilde;o de fonemas foi maior do que a influ&ecirc;ncia da intelig&ecirc;ncia.    Isso demonstra a import&acirc;ncia do desenvolvimento adequado da linguagem    oral no in&iacute;cio do processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Unitermos</b>:    Consci&ecirc;ncia Fonol&oacute;gica. Alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Linguagem.    Intelig&ecirc;ncia.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJECTIVE</b>:    To compare the performance between phonological awareness, intelligence (analogical    reasoning), vocabulary and acquisition of phonemes.    <br>   <b>METHODS</b>: A sample of 273 children (mean age= 6.2 moths) from nine state    schools in Belo Horizonte was submitted to measures of phonological awareness,    intelligence, vocabulary and acquisition of phonemes and was divided into two    groups according to their performance in these measures, being within the expected    and not expected for child development.    <br>   <b>RESULTS</b>: When intelligence was taken as a reference, children from middle    to upper level compared to below-average and below-average (percentile equal    or lower than five) scores obtained better performance in rhyme-judgment and    syllabic-level tasks (subtraction and inversion), but only in one of the phonemic    awareness tasks (inversion). Likewise, the contrast between over-expected development    in receptive vocabulary and under-performing performance showed differences    between groups in favor of the first in the tasks of judgment of rhymes and    syllabic level, while in the phonemic level this difference occurred in the    subtraction task and in the total score of phonemic awareness tasks. On the    other hand, the contrast between typical and atypical development in the acquisition    of phonemes showed that children with typical development distinguished themselves    from their peers. In addition to presenting superior performance in syllabic    awareness tasks (except for the judgmental task of rhymes), they performed equally    well in all phonemic tasks (except segmentation).    <br>   <b>CONCLUSION</b>: It was found that the influence of vocabulary and, above    all, the acquisition of phonemes in the phonological awareness skills at the    phonemic level were greater than the influence of intelligence. This demonstrates    the importance of the adequate development of oral language at the beginning    of the literacy process.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords</b>:    Phonological Awareness. Literacy. Language. Intelligence.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A capacidade de    refletir explicitamente sobre a estrutura da palavra, entendendo-a como uma    sequ&ecirc;ncia divis&iacute;vel de s&iacute;labas e de fonemas &eacute; conhecida    como consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica<sup>1,2</sup>. Manipular o fonema de    maneira eficaz, seja segmentando-o, invertendo-o ou excluindo-o nas palavras    (consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica) &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o para    que o mecanismo de decodifica&ccedil;&atilde;o aconte&ccedil;a de forma satisfat&oacute;ria,    levando a bons leitores<sup>3</sup>. Desta forma, crian&ccedil;as que apresentam    consci&ecirc;ncia de que a fala pode ser segmentada e que os segmentos podem    ser manipulados desenvolvem as habilidades de leitura e de escrita de forma    mais eficiente do que seus pares sem tal consci&ecirc;ncia<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para que a alfabetiza&ccedil;&atilde;o    aconte&ccedil;a na idade certa, aspectos cognitivos e lingu&iacute;sticos devem    desenvolver-se dentro do esperado para a faixa et&aacute;ria. Esses aspectos    incluem o desenvolvimento das representa&ccedil;&otilde;es lexicais, da mem&oacute;ria    sem&acirc;ntica e operativa, al&eacute;m das habilidades da consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De todas essas    habilidades, a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica possui particular import&acirc;ncia,    principalmente a consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica, devido &agrave; sua forte    liga&ccedil;&atilde;o e contribui&ccedil;&atilde;o para o sucesso na aprendizagem    da leitura<sup>6-9</sup>. Pr&eacute;-escolares demonstram naturalmente habilidades    para perceber que as palavras terminam ou iniciam com o mesmo som e para perceber    que as palavras podem ser segmentadas em s&iacute;labas. Por&eacute;m, a manipula&ccedil;&atilde;o    de fonemas s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel quando ensinada, pois sendo o    fonema a menor unidade sonora da palavra, ele n&atilde;o ser&aacute; naturalmente    segmentado, necessitar&aacute; de experi&ecirc;ncias formalizadas de ensino    para que isso ocorra, como a exposi&ccedil;&atilde;o expl&iacute;cita ao c&oacute;digo    alfab&eacute;tico<sup>10,11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por&eacute;m, a    habilidade de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica nem sempre desenvolve como    o esperado. Diversos estudos relatam que crian&ccedil;as com altera&ccedil;&atilde;o    na aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas (transtorno fonol&oacute;gico) podem    apresentar desempenhos inferiores ao de crian&ccedil;as sem essa dificuldade,    uma vez que mostram dificuldade em refletir sobre os segmentos sonoros da fala    e em entender como a informa&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica &eacute; utilizada<sup>12-14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos apontam    para a rela&ccedil;&atilde;o entre as habilidades fonol&oacute;gicas e o l&eacute;xico.    Isso porque o aumento do vocabul&aacute;rio leva ao aumento do n&uacute;mero    de palavras acusticamente similares, favorecendo as representa&ccedil;&otilde;es    fonol&oacute;gicas das mesmas, que v&atilde;o se tornando cada vez mais detalhadas    e bem definidas<sup>15-17</sup>. Ainda nessa rela&ccedil;&atilde;o, verifica-se    que, quanto menor &eacute; a idade da crian&ccedil;a, maior &eacute; o n&uacute;mero    de associa&ccedil;&otilde;es que ela faz entre o vocabul&aacute;rio e as unidades    da fala, como a consci&ecirc;ncia de palavras, de rimas e de s&iacute;labas<sup>18</sup>.    J&aacute; a consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica, necessita de um esfor&ccedil;o    metacognitivo do indiv&iacute;duo para desenvolv&ecirc;-la<sup>19,20</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um estudo demonstra    que sem o acesso &agrave; instru&ccedil;&atilde;o direta, a consci&ecirc;ncia    fon&ecirc;mica n&atilde;o &eacute; adquirida por aproximadamente 25% dos alunos    do segundo ano do Ensino Fundamental de classe m&eacute;dia<sup>21</sup>. Fatores    externos, como n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, n&iacute;vel cultural, pouca    estimula&ccedil;&atilde;o no processo de ensino aprendizagem tamb&eacute;m parecem    contribuir para um baixo desempenho dessas habilidades<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diversas pesquisas    internacionais e brasileiras mostram a associa&ccedil;&atilde;o positiva entre    a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e a aprendizagem da leitura e da escrita,    por&eacute;m a associa&ccedil;&atilde;o entre consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    com a intelig&ecirc;ncia, vocabul&aacute;rio receptivo e, principalmente, com    a aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas do Portugu&ecirc;s parece n&atilde;o ter    recebido ainda aten&ccedil;&atilde;o devida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desta forma, a    presente pesquisa teve como objetivo avaliar o desempenho das habilidades de    consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica de crian&ccedil;as do primeiro ano do Ensino    Fundamental de baixo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico e comparar com a intelig&ecirc;ncia,    com o vocabul&aacute;rio e com a aquisi&ccedil;&atilde;o de fonemas, nesta popula&ccedil;&atilde;o.    Com isto, pretende-se obter maiores informa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o    ao desenvolvimento da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e dos fatores que    a influenciam.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trata-se de estudo    descritivo, aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade    Federal de Minas Gerais, sob o protocolo n&deg; 32715014.0000.5149. O objetivo    desse estudo foi realizar uma investiga&ccedil;&atilde;o sobre as habilidades    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, intelig&ecirc;ncia, vocabul&aacute;rio    receptivo e aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas do Portugu&ecirc;s em crian&ccedil;as    no in&iacute;cio da alfabetiza&ccedil;&atilde;o e de baixo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico    avaliadas em um &uacute;nico momento, em um conjunto de testes e tarefas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Participaram deste    estudo 273 crian&ccedil;as de seis anos e tr&ecirc;s meses a seis anos e oito    meses (M&eacute;dia=6 anos e 2 meses, DP=3,74), sendo 151 do g&ecirc;nero masculino    (55,30%), cursando o primeiro ano do Ensino Fundamental. Foram exclu&iacute;das    do estudo as crian&ccedil;as que n&atilde;o realizaram mais de dois testes do    estudo, por faltarem no dia da coleta. Todas as escolas que fizeram parte desta    pesquisa est&atilde;o localizadas em &aacute;reas consideradas populares, onde    a renda mensal das fam&iacute;lias &eacute; inferior a cinco sal&aacute;rios    m&iacute;nimos, de acordo com a Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas    Econ&ocirc;micas, Administrativas e Cont&aacute;beis de Minas Gerais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A sele&ccedil;&atilde;o    da amostra foi probabil&iacute;stica por conglomerados. Foram selecionadas nove    escolas estaduais da regi&atilde;o metropolitana de Belo Horizonte </font><font size="2">&#8722;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    Minas Gerais, cujos diretores assinaram o termo de anu&ecirc;ncia aprovando    a pesquisa em suas escolas e os pais assinaram o Termo de Consentimento Livre    e Esclarecido (TCLE).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avaliar a    habilidade de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, foi utilizada a tarefa de    julgamento de rimas e de segmenta&ccedil;&atilde;o fon&ecirc;mica elaboradas    por Godoy<sup>23</sup> e as tarefas de subtra&ccedil;&atilde;o e de invers&atilde;o    no n&iacute;vel sil&aacute;bico e fon&ecirc;mico, adaptados ao portugu&ecirc;s    da bateria BELEC<sup>24</sup> por Godoy<sup>25</sup>. Destaca-se que as tarefas    de subtra&ccedil;&atilde;o e segmenta&ccedil;&atilde;o fon&ecirc;mica foram    validadas e mostraram-se com dificuldade mediana e cargas fatoriais altas<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O conjunto de tarefas    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica utilizado foi:</font></p>     <blockquote>        <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Julgamento de rimas: a tarefa &eacute; constitu&iacute;da de pares de palavras      rimadas ou n&atilde;o entre si, na qual a crian&ccedil;a deve responder se      o par de palavras apresentado rima ou n&atilde;o.</font></p>       <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Subtra&ccedil;&atilde;o (n&iacute;vel sil&aacute;bico): a tarefa &eacute;      constru&iacute;da por pseudopalavras com estrutura CVCV (consoante-vogal-consoante-vogal).      A crian&ccedil;a deve dizer o que restaria do est&iacute;mulo apresentado      quando dele fosse retirada a s&iacute;laba inicial.</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>        <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Invers&atilde;o (n&iacute;vel sil&aacute;bico): a tarefa &eacute; composta      por palavras e pseudopalavras e a crian&ccedil;a deve dizer qual ser&aacute;      a palavra ou pseudopalavras que resultar&aacute; da invers&atilde;o, ou seja,      dita ao contr&aacute;rio.</font></p>       <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Segmenta&ccedil;&atilde;o (n&iacute;vel fon&ecirc;mico): a tarefa &eacute;      constitu&iacute;da por itens com dois, tr&ecirc;s e quatro segmentos e estrutura      CV (consoante-vogal), CVC (consoante-vogal-consoante) e CVCV (consoante-vogal-consoante-vogal).      A crian&ccedil;a deve enunciar e contar os segmentos dos itens apresentados.</font></p>       <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Subtra&ccedil;&atilde;o Estrutura CVC (n&iacute;vel fon&ecirc;mico): a tarefa      &eacute; composta por pseudopalavras de tr&ecirc;s letras, formadas pela estrutura      consoante-vogal-consoante. A crian&ccedil;a deve subtrair, mentalmente, o      fonema inicial de cada est&iacute;mulo apresentado e dizer o que resta.</font></p> </blockquote>     <blockquote>        <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Subtra&ccedil;&atilde;o Estrutura CCV (n&iacute;vel fon&ecirc;mico): a tarefa      &eacute; constitu&iacute;da por pseudopalavras de tr&ecirc;s letras, formadas      pela estrutura consoante- consoante-vogal. A crian&ccedil;a deve dizer o que      resta do est&iacute;mulo ap&oacute;s a subtra&ccedil;&atilde;o do fonema inicial.</font></p>       <p><font size="2">&#8226;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">      Invers&atilde;o (n&iacute;vel fon&ecirc;mico): a tarefa &eacute; constitu&iacute;da      de cinco itens com estrutura VC (vogal-consoante) e cinco itens com a estrutura      CV (consoante-vogal). A tarefa da crian&ccedil;a &eacute; inverter os fonemas      e dizer o que resulta.</font></p> </blockquote>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todas as tarefas    s&atilde;o compostas de dez est&iacute;mulos, exceto a tarefa de rima, que cont&eacute;m    apenas oito. Para cada resposta correta, atribui-se um ponto. Assim, na tarefa    de rima a crian&ccedil;a poder&aacute; atingir oito pontos no m&aacute;ximo,    j&aacute; nas tarefas de n&iacute;vel sil&aacute;bico 20 pontos e nas tarefas    de n&iacute;vel fon&ecirc;mico, 40 pontos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avalia&ccedil;&atilde;o    da intelig&ecirc;ncia, utilizou-se o teste Matrizes Progressivas Coloridas de    Raven (MPCR), que tem como objetivo avaliar um aspecto da intelig&ecirc;ncia,    que &eacute; o racioc&iacute;nio anal&oacute;gico, verificando as habilidades    de inferir rela&ccedil;&otilde;es entre objetos ou elementos n&atilde;o verbais.    O teste &eacute; constitu&iacute;do por tr&ecirc;s s&eacute;ries de 12 itens:    A, Ab e B. Os itens consistem em um desenho ou matriz com uma parte faltando    e abaixo s&atilde;o apresentadas seis alternativas, sendo que uma delas completa    a matriz. A crian&ccedil;a &eacute; incentivada a julgar qual a figura correta    que completa a matriz, segundo o seu racioc&iacute;nio<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A corre&ccedil;&atilde;o    foi realizada conforme a indica&ccedil;&atilde;o do teste e as crian&ccedil;as    foram agrupadas conforme o desempenho alcan&ccedil;ado, sendo: a) intelectualmente    superior; b) definidamente acima da m&eacute;dia na capacidade intelectual;    c) intelectualmente m&eacute;dio; d) definidamente abaixo da m&eacute;dia na    capacidade intelectual; e e) intelectualmente deficiente<sup>28</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O vocabul&aacute;rio    receptivo foi avaliado por meio do Teste de Vocabul&aacute;rio Auditivo por    Figuras/USP (TVAud33r). O teste &eacute; composto por 33 figuras que devem ser    identificadas uma por vez. A cada item, o examinando ouve uma palavra e escolhe,    dentre cinco figuras, a que melhor corresponde &agrave; palavra ouvida, sendo    orientado a realizar uma cruz com o l&aacute;pis em cima da figura correta<sup>29</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Protocolo de    Avalia&ccedil;&atilde;o Fonol&oacute;gica Infantil (PAFI) foi utilizado para    a avalia&ccedil;&atilde;o da aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas do Portugu&ecirc;s.    S&atilde;o apresentadas 43 figuras, uma por vez, e as crian&ccedil;as devem    nome&aacute;-las espontaneamente. Caso a crian&ccedil;a n&atilde;o nomeie a    figura, o aplicador deve oferecer-lhe pistas sem&acirc;nticas e se mesmo assim    ela n&atilde;o nomear a figura corretamente deve-se falar o nome dela, continuando    a tarefa e ap&oacute;s a nomea&ccedil;&atilde;o pela crian&ccedil;a de tr&ecirc;s    figuras, retorna-se &agrave; figura n&atilde;o nomeada pela crian&ccedil;a.    As figuras selecionadas representam todos os segmentos do Portugu&ecirc;s Brasileiro.    Para a corre&ccedil;&atilde;o do teste, considerou-se a idade esperada para    aquisi&ccedil;&atilde;o de cada fonema<sup>30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O conjunto de tarefas    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e o PAFI foram aplicados individualmente,    com dura&ccedil;&atilde;o aproximada de 20 minutos, sendo necess&aacute;ria    apenas uma sess&atilde;o para aplica&ccedil;&atilde;o de cada teste. As aplica&ccedil;&otilde;es    foram gravadas em gravador de voz digital Sony ICD-PX333 series. Ap&oacute;s    corre&ccedil;&atilde;o do PAFI, as crian&ccedil;as foram divididas em dois grupos    segundo a sua capacidade de produzir fonemas. As que produziram adequadamente    todos os fonemas formaram o grupo "dentro do desempenho esperado" e as que fizeram    omiss&atilde;o ou substitui&ccedil;&atilde;o de um ou mais fonemas constitu&iacute;ram    o grupo chamado "abaixo do desempenho esperado", considerando o desenvolvimento    fonol&oacute;gico t&iacute;pico para crian&ccedil;as com mais de seis anos de    idade<sup>30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste MPCR e    o teste TVAud33r foram aplicados de forma coletiva, em grupos de cinco alunos    com supervis&atilde;o de dois aplicadores. Ap&oacute;s a an&aacute;lise do teste    MPCR, formaram-se dois grupos, chamados de "intelectualmente m&eacute;dio a    superior" (Grupo I) e "intelectualmente abaixo da m&eacute;dia a muito abaixo    da m&eacute;dia" (Grupo II). O Grupo I cont&eacute;m as crian&ccedil;as com    o desempenho citado nas al&iacute;neas de "a" a "c" e no Grupo II ficaram as    crian&ccedil;as com o desempenho citado nas al&iacute;neas "d" e "e".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para o teste TVAud33r,    as crian&ccedil;as foram divididas conforme orienta&ccedil;&atilde;o de corre&ccedil;&atilde;o    e normatiza&ccedil;&atilde;o do teste: as crian&ccedil;as que atingiram de 29    a 33 pontos foram consideradas dentro do desempenho esperado, j&aacute; as que    alcan&ccedil;aram menos de 28 pontos foram consideradas abaixo do desempenho    esperado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As avalia&ccedil;&otilde;es    foram realizadas na pr&oacute;pria escola em hor&aacute;rio regular de aula    e aplicados por cinco graduandos de fonoaudiologia e um de psicologia. Toda    a equipe foi previamente treinada na aplica&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&atilde;o    dos testes e das tarefas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Antes da realiza&ccedil;&atilde;o    da avalia&ccedil;&atilde;o, foram dadas instru&ccedil;&otilde;es claras &agrave;s    crian&ccedil;as sobre como realizar cada atividade, assim como itens de treino,    para que as crian&ccedil;as compreendessem o que deveriam fazer em cada uma    das tarefas. Sobre a corre&ccedil;&atilde;o, cada protocolo foi corrigido por    dois graduandos e em caso de n&atilde;o haver concord&acirc;ncia uma nova an&aacute;lise    era feita pela pesquisadora respons&aacute;vel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para fins de an&aacute;lise    descritiva, foi feita distribui&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia das vari&aacute;veis    categ&oacute;ricas (desempenho nas provas de intelig&ecirc;ncia, de vocabul&aacute;rio    e de aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas) e c&aacute;lculo de m&eacute;dia,    mediana, m&iacute;nimo e m&aacute;ximo para as vari&aacute;veis cont&iacute;nuas    (desempenho na prova de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica). Para an&aacute;lise    inferencial dos dados, utilizou-se os testes n&atilde;o param&eacute;tricos    de Mann Whitney realizado por meio do programa <i>IBM SPSS</i> <i>Statistics</i>    21, adotando como n&iacute;vel de signific&acirc;ncia o valor de <i>p</i>&lt;0,05.    Os valores estatisticamente significantes foram marcados com um asterisco.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/psicoped/v35n108/06t1.jpg">Tabela    1</a> apresenta a estat&iacute;stica descritiva do desempenho da amostra nas    tarefas de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica. Verifica-se que a m&eacute;dia    de acertos em julgamento de rimas e consci&ecirc;ncia sil&aacute;bica foi de    11,49 pontos em 28 pontos e em consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica foi de 1 ponto    em 40 pontos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="#t2">Tabela    2</a> mostra a porcentagem de crian&ccedil;as com desempenho dentro do esperado    e abaixo do esperado nos testes de vocabul&aacute;rio receptivo e na aquisi&ccedil;&atilde;o    dos fonemas. 67,4% (184) dos alunos apresentaram-se dentro do esperado quanto    ao vocabul&aacute;rio receptivo e 52,4% (143) dos alunos tinham adquirido todos    os fonemas do Portugu&ecirc;s.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psicoped/v35n108/06t2.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <a href="/img/revistas/psicoped/v35n108/06t3.jpg">Tabela    3</a> observa-se os resultados da compara&ccedil;&atilde;o entre os alunos com    desempenho intelectualmente m&eacute;dio a superior (Grupo I), que representam    78% da amostra e intelectualmente abaixo da m&eacute;dia a deficiente, 22% (Grupo    II) no teste de intelig&ecirc;ncia e os resultados de cada grupo nas tarefas    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica. Observa-se que os alunos do Grupo I    tiveram desempenho estatisticamente superior (<i>p</i>&lt;0,05) nas tarefas    de julgamento de rimas e de n&iacute;vel sil&aacute;bico em rela&ccedil;&atilde;o    aos alunos do Grupo II. J&aacute; nas tarefas de n&iacute;vel fon&ecirc;mico,    houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa apenas na prova de invers&atilde;o,    com melhor desempenho para o Grupo I.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/psicoped/v35n108/06t4.jpg">Tabela    4</a> mostra os resultados da compara&ccedil;&atilde;o entre os alunos com desempenho    dentro e abaixo do esperado no teste de vocabul&aacute;rio receptivo e seus    resultados nas tarefas de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica. Em compara&ccedil;&atilde;o    aos seus pares com vocabul&aacute;rio abaixo do esperado, os alunos com vocabul&aacute;rio    dentro do esperado tiveram desempenho estatisticamente superior (<i>p</i>&lt;0,05)    nas tarefas de julgamento de rimas e de n&iacute;vel sil&aacute;bico. Obtiveram    ainda melhores resultados em subtra&ccedil;&atilde;o fon&ecirc;mica de CCV e    no escore total do n&iacute;vel fon&ecirc;mico, com signific&acirc;ncia estat&iacute;stica    (<i>p</i>&lt;0,05). Nas tarefas de segmenta&ccedil;&atilde;o fon&ecirc;mica,    de subtra&ccedil;&atilde;o fon&ecirc;mica de CVC e de invers&atilde;o fon&ecirc;mica    n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre os grupos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <a href="/img/revistas/psicoped/v35n108/06t5.jpg">Tabela    5</a> verifica-se os resultados da compara&ccedil;&atilde;o entre os alunos    com desempenho dentro e abaixo do esperado no PAFI e seus resultados nas tarefas    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica. Os alunos com desempenho dentro do esperado    na aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas tiveram desempenho estatisticamente superior    (<i>p</i>&lt;0,05) nas tarefas de n&iacute;vel sil&aacute;bico e de n&iacute;vel    fon&ecirc;mico, exceto na prova de segmenta&ccedil;&atilde;o, em rela&ccedil;&atilde;o    aos alunos com desempenho abaixo do esperado na aquisi&ccedil;&atilde;o dos    fonemas. Na tarefa de julgamento de rimas tamb&eacute;m n&atilde;o houve diferen&ccedil;a    estatisticamente significativa entre os grupos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O desenvolvimento    cognitivo &eacute; influenciado pelo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, pelo    quociente de intelig&ecirc;ncia materno e principalmente pelo ambiente familiar<sup>31</sup>.    O n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico pode afetar o desenvolvimento neural por    meio de uma s&eacute;rie de fatores ambientais, tais como fatores pr&eacute;-natais,    cuidado parental, estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva, nutri&ccedil;&atilde;o,    estresse parental, toxinas e exposi&ccedil;&atilde;o a drogas<sup>32</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesse sentido,    conhecer o desempenho de crian&ccedil;as de baixo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico    e em in&iacute;cio da alfabetiza&ccedil;&atilde;o na consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    pode contribuir para o planejamento educacional e melhoria das condi&ccedil;&otilde;es    de ensino e aprendizagem. Esses fatores podem justificar a frequ&ecirc;ncia    de 60 crian&ccedil;as (22%) com n&iacute;vel de intelig&ecirc;ncia classificado    como definidamente abaixo da m&eacute;dia na capacidade intelectual e intelectualmente    deficiente encontrada no presente estudo, uma vez que elas foram selecionadas    em escolas de baixa renda e alta vulnerabilidade social.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Partindo dessa    amostra, caracterizou-se aqui o desempenho de crian&ccedil;as no in&iacute;cio    do processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o em um conjunto de tarefas de consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica. A m&eacute;dia de pontos das crian&ccedil;as da amostra nas    tarefas de julgamento de rimas e de n&iacute;vel sil&aacute;bico foi de 11,49    em 28 pontos, revelando desenvolvimento ainda em curso das mesmas. Em contraste,    e como esperado pelo fato da amostra ser composta por crian&ccedil;as que ainda    n&atilde;o estavam alfabetizadas, ao verificar o desempenho no n&iacute;vel    fon&ecirc;mico, observou-se um conhecimento rudimentar nesse n&iacute;vel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Existe acordo na    literatura de que a alfabetiza&ccedil;&atilde;o exerce influ&ecirc;ncia direta    no desenvolvimento da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, aprimorando as capacidades    metafonol&oacute;gicas, uma vez que as crian&ccedil;as passam a ter mais contato    com os conceitos de grafema e fonema<sup>15,33</sup>, especialmente se forem    alfabetizadas por um m&eacute;todo f&ocirc;nico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, o conhecimento    ao n&iacute;vel do fonema n&atilde;o &eacute; esperado no in&iacute;cio da alfabetiza&ccedil;&atilde;o,    ao passo que as habilidades de n&iacute;vel sil&aacute;bico come&ccedil;am a    se desenvolver espontaneamente antes desse per&iacute;odo<sup>10,34,35</sup>.    Assim, o baixo desempenho das crian&ccedil;as, no presente estudo, no conjunto    de tarefas de julgamento de rimas e de n&iacute;vel sil&aacute;bico, n&atilde;o    confirma os achados da literatura, que apontam para um desenvolvimento da consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica no n&iacute;vel sil&aacute;bico anterior ao processo formal    de alfabetiza&ccedil;&atilde;o<sup>36</sup><sub>.</sub></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sobre a associa&ccedil;&atilde;o    entre as habilidades de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica com as de intelig&ecirc;ncia,    encontrou-se que as crian&ccedil;as do Grupo I apresentaram desempenho superior    ao do Grupo II nas habilidades de n&iacute;vel sil&aacute;bico, mas n&atilde;o    no n&iacute;vel fon&ecirc;mico, exceto na tarefa de invers&atilde;o fon&ecirc;mica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dois estudos com    crian&ccedil;as s&iacute;ndrome de Down (SD), apresentando habilidades iniciais    de leitura, caracterizaram a dificuldade destas em tarefas de detec&ccedil;&atilde;o    de rima, quando comparadas com crian&ccedil;as t&iacute;picas com o mesmo n&iacute;vel    de leitura, e n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as entre os grupos na tarefa    de detec&ccedil;&atilde;o de fonemas<sup>37,38</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros pesquisadores    encontraram os mesmos resultados em suas pesquisas com crian&ccedil;as SD<sup>39-41</sup>.    No entanto, em um desses estudos<sup>40</sup> foi verificado que a dificuldade    em detec&ccedil;&atilde;o de rimas caracteriza-se tanto em crian&ccedil;as com    SD leitoras iniciais e n&atilde;o leitoras, dados que corroboram o presente    estudo, no qual foi verificado desempenho melhor na prova de julgamento de rimas    em crian&ccedil;as n&atilde;o leitoras com desempenho m&eacute;dio a superior    quando comparadas a crian&ccedil;as com desempenho abaixo da m&eacute;dia a    deficiente no teste de intelig&ecirc;ncia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Isso sugere que    o baixo n&iacute;vel de intelig&ecirc;ncia est&aacute; associado a dificuldades    na detec&ccedil;&atilde;o de rimas. Segundo estudo realizado em Portugal<sup>42</sup>    com 116 crian&ccedil;as entre 5 e 6 anos de idade, provenientes do ensino p&uacute;blico,    confirmou-se a hip&oacute;tese de que a capacidade intelectual tem influ&ecirc;ncia    nas habilidades de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, principalmente no n&iacute;vel    sil&aacute;bico, dados que corroboram com este estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando os    resultados obtidos entre consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e vocabul&aacute;rio    receptivo, as crian&ccedil;as com vocabul&aacute;rio dentro do esperado apresentaram    desempenho superior nas tarefas de julgamento de rimas, de n&iacute;vel sil&aacute;bico,    de subtra&ccedil;&atilde;o fon&ecirc;mica e de consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica    total, em compara&ccedil;&atilde;o ao grupo de crian&ccedil;as com vocabul&aacute;rio    abaixo do esperado. Tal resultado concorda com estudo<sup>15</sup> que mostrou    que as habilidades em consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e vocabul&aacute;rio    se correlacionam. Assim como em outro estudo<sup>43</sup>, no qual foi observado    que as representa&ccedil;&otilde;es lexicais fonol&oacute;gicas armazenadas    mentalmente influenciaram o desenvolvimento da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra pesquisa,    com o objetivo de verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&iacute;vel de    desenvolvimento do vocabul&aacute;rio (tanto receptivo como expressivo) e as    habilidades de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, estabeleceu que, apesar    do vocabul&aacute;rio ser o ponto de partida para o estabelecimento de rimas,    n&atilde;o &eacute; para a consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica<sup>44</sup>. O    resultado de um outro estudo, realizado para verificar o papel do vocabul&aacute;rio    e da habilidade gramatical nas tarefas de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica,    sugere que o vocabul&aacute;rio pode ser necess&aacute;rio, mas n&atilde;o suficiente    para o desenvolvimento da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica<sup>45</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sobre a associa&ccedil;&atilde;o    entre a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e a aquisi&ccedil;&atilde;o dos    fonemas, foi poss&iacute;vel verificar que as crian&ccedil;as com desenvolvimento    t&iacute;pico na &uacute;ltima habilidade apresentaram melhores desempenhos    em consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica no n&iacute;vel sil&aacute;bico e no    n&iacute;vel fon&ecirc;mico (exceto em segmenta&ccedil;&atilde;o) quando comparadas    ao grupo de desenvolvimento at&iacute;pico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esse dado est&aacute;    de acordo com os estudos que evidenciam melhor desempenho na habilidade de consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica em crian&ccedil;as com desenvolvimento t&iacute;pico de linguagem    do que em crian&ccedil;as com altera&ccedil;&otilde;es fonol&oacute;gicas<sup>12,16,46</sup>.    As dificuldades das crian&ccedil;as com transtorno fonol&oacute;gico em habilidades    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica refletem dificuldades de percep&ccedil;&atilde;o    de fala e dos gestos articulat&oacute;rios, o que ocorre em fun&ccedil;&atilde;o    das falhas quanto &agrave;s representa&ccedil;&otilde;es fonol&oacute;gicas,    que podem prejudicar o uso da informa&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica para    identificar os segmentos das palavras<sup>13</sup>. Como visto no presente estudo,    as crian&ccedil;as com desenvolvimento at&iacute;pico na aquisi&ccedil;&atilde;o    dos fonemas apresentaram maior dificuldade com as tarefas de consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No in&iacute;cio    da alfabetiza&ccedil;&atilde;o, a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica no n&iacute;vel    sil&aacute;bico se desenvolve anteriormente ao n&iacute;vel fon&ecirc;mico,    que &eacute; dependente do processo formal de alfabetiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O desempenho das    crian&ccedil;as do presente estudo, nas tarefas de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    no n&iacute;vel sil&aacute;bico, mostrou-se melhor no grupo de n&iacute;vel    de intelig&ecirc;ncia m&eacute;dio a superior, no grupo de crian&ccedil;as com    vocabul&aacute;rio receptivo dentro do esperado e no grupo com desenvolvimento    t&iacute;pico da aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas. Entretanto, no n&iacute;vel    fon&ecirc;mico, observou-se que apenas as crian&ccedil;as com vocabul&aacute;rio    e aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas dentro do esperado apresentaram melhor    desempenho em algumas tarefas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sobre as tarefas    de consci&ecirc;ncia fon&ecirc;mica, a de segmenta&ccedil;&atilde;o parece ser    a &uacute;nica dentre as tarefas aqui utilizadas que parece exigir habilidades    al&eacute;m do simples dom&iacute;nio dos fonemas e de um bom vocabul&aacute;rio,    mas tamb&eacute;m a habilidade de decodifica&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica,    ainda n&atilde;o presente na amostra, pois as crian&ccedil;as encontram-se na    fase inicial da alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Assim, seriam relevantes estudos    adicionais envolvendo a associa&ccedil;&atilde;o entre a tarefa de segmenta&ccedil;&atilde;o    fon&ecirc;mica e a decodifica&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Concluindo, a influ&ecirc;ncia    do vocabul&aacute;rio e da aquisi&ccedil;&atilde;o dos fonemas nas habilidades    de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e fon&ecirc;mica foi maior do que a influ&ecirc;ncia    do n&iacute;vel de intelig&ecirc;ncia em crian&ccedil;as no in&iacute;cio do    processo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. J&aacute; no n&iacute;vel sil&aacute;bico,    verificou-se a influ&ecirc;ncia dos tr&ecirc;s fatores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os autores agradecem    &agrave; CAPES, ao Pbext - UFMG e &agrave;s escolas estaduais de Belo Horizonte    - MG pelo apoio &agrave; pesquisa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Morais J. Phonological    awareness: A bridge between language and literacy. In: Sawyer DJ, Fox BJ, eds.    Phonological awareness and reading acquisition. New York: Springer-Verlag; 1991.    p. 31-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398328&pid=S0103-8486201800030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Santos MTM,    Navas ALGP. Dist&uacute;rbios de leitura e escrita: teoria e pr&aacute;tica.    Barueri: Manole; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398330&pid=S0103-8486201800030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Morais J, Leite    I, Kolinsky R. Entre a pr&eacute;-leitura e a leitura h&aacute;bil: condi&ccedil;&otilde;es    e patamares da aprendizagem. In: Maluf MR, Cardoso-Martins C, eds. Alfabetiza&ccedil;&atilde;o    no S&eacute;culo XXI: como se aprende a ler e a escrever. Porto Alegre: Penso;    2013. p. 17-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398332&pid=S0103-8486201800030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Pestun MSV.    Consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica no in&iacute;cio da escolariza&ccedil;&atilde;o    e o desempenho ulterior em leitura e escrita: estudo correlacional. Estud Psicol.    2005;10(3):407-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398334&pid=S0103-8486201800030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Vieiro P. Aquisi&ccedil;&atilde;o    e aprendizagem da leitura e da escrita: bases e principais altera&ccedil;&otilde;es.    In: Puyuelo M, Rondal JA, eds. Manual de desenvolvimento e altera&ccedil;&otilde;es    da linguagem na crian&ccedil;a e no adulto. Porto Alegre: Artmed; 2007. p. 245-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398336&pid=S0103-8486201800030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Wackerle-Hollman    AK, Schmitt BA, Bradfield TA, Rodriguez MC, McConnell SR. Redefining Individual    Growth and Development Indicators: Phonological Awareness. J Learn Disabil.    2015;48(5):495-510.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398338&pid=S0103-8486201800030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Correa J. O    papel da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e da consci&ecirc;ncia morfol&oacute;gica    na leitura de palavras, no Portugu&ecirc;s do Brasil. In: Viana F, Ramos R,    Coquet E, Martins M, coords. Atas do 10&ordm; Encontro Nacional (8&ordm; Internacional)    de Investiga&ccedil;&atilde;o em leitura, Literatura Infantil e Ilustra&ccedil;&atilde;o;    Braga: CIEC - Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Estudos da Crian&ccedil;a    da Universidade do Minho; 2014. p. 180-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398340&pid=S0103-8486201800030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Galicia Moyeda    XI, Robles Ojeda JF, Sanchez Velasco A. Efectos de actividades fonol&oacute;gicas    en el vocabulario, las habilidades psicolingu&iacute;sticas y los processos    lectores de ni&ntilde;os de primer grado. Act Colom Psicol. 2015;18(2):29-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398342&pid=S0103-8486201800030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Guaresi R, Oliveira    JS, Oliveira E, Teixeira L. A consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e o vocabul&aacute;rio    no aprendizado da leitura e da escrita na alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Rev Con    Textos Ling. 2017; 11(18):97-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398344&pid=S0103-8486201800030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Pestun MSV,    Omote LCF, Barreto DCM, Matsuo T. Estimula&ccedil;&atilde;o da consci&ecirc;ncia    fonol&oacute;gica na educa&ccedil;&atilde;o infantil: preven&ccedil;&atilde;o    de dificuldades na escrita. Psicol Esc Educ. 2010; 14(1):95-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398346&pid=S0103-8486201800030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Cavalheiro    LG, Santos MS, Martinez PC. Influ&ecirc;ncia da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    na aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura. Rev CEFAC. 2010;12(6): 1009-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398348&pid=S0103-8486201800030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Marchetti PT,    Mezzomo CL, Cielo CA. Desempenho em consci&ecirc;ncia sil&aacute;bica e fon&ecirc;mica    em crian&ccedil;as com desenvolvimento de fala normal e desviante. Rev CEFAC.    2010; 12(1):12-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398350&pid=S0103-8486201800030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Rvachew S,    Grawburg M. Correlates of phonological awareness in preschoolers with speech    sound disorders. J Speech Lang Hear Res. 2006;49(1):74-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398352&pid=S0103-8486201800030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Morais AMP.    A rela&ccedil;&atilde;o entre a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e as dificuldades    de leitura. S&atilde;o Paulo: Vetor; 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398354&pid=S0103-8486201800030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Kaminski TI,    Mota HB, Cielo CA. Consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e vocabul&aacute;rio    expressivo em crian&ccedil;as com aquisi&ccedil;&atilde;o t&iacute;pica da linguagem    e com desvio fonol&oacute;gico. Rev CEFAC. 2011;13(5):813-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398356&pid=S0103-8486201800030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Stefanini MR,    Oliveira BV, Marcelino FC, Maximino LP. Desempenho em consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    por crian&ccedil;as com transtorno fonol&oacute;gico: compara&ccedil;&atilde;o    de dois instrumentos. Rev CEFAC. 2013;15(5):227-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398358&pid=S0103-8486201800030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Santos MTM,    Befi-Lopes DM. Vocabul&aacute;rio, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e nomea&ccedil;&atilde;o    r&aacute;pida: contribui&ccedil;&otilde;es para a ortografia e elabora&ccedil;&atilde;o    escrita. J Soc Bras Fonoaudiol. 2012;24(3): 269-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398360&pid=S0103-8486201800030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. McDowell KD,    Lonigan CJ, Goldstein H. Relations among socioeconomic status, age, and predictors    of phonological awareness. J Speech Lang Hear Res. 2007;50(4):1079-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398362&pid=S0103-8486201800030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Gombert JE.    Atividades metalingu&iacute;sticas e aprendizagem da leitura. In: Maluf MR,    eds. Metalinguagem e aquisi&ccedil;&atilde;o da escrita: contribui&ccedil;&otilde;es    da pesquisa para a pr&aacute;tica da alfabetiza&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o    Paulo: Casa do Psic&oacute;logo; 2003. p. 19-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398364&pid=S0103-8486201800030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Gombert JE.    Epi/meta versus impl&iacute;cito/expl&iacute;cito: n&iacute;vel de controle    cognitivo sobre a leitura e sua aprendizagem. In: Maluf MR, Cardoso-Martins    C, org. Alfabetiza&ccedil;&atilde;o no S&eacute;culo XXI: como se aprende a    ler e a escrever. Porto Alegre: Penso; 2013. p. 109-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398366&pid=S0103-8486201800030000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Lamprecht RR.    Aquisi&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica do portugu&ecirc;s: perfil de desenvolvimento    e subs&iacute;dios para terapia. Porto Alegre: Artmed; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398368&pid=S0103-8486201800030000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Paes CTS, Pessoa    ACRG. Habilidades fonol&oacute;gicas em crian&ccedil;as n&atilde;o alfabetizadas    e alfabetizadas. Rev CEFAC. 2005;7(2):149-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398370&pid=S0103-8486201800030000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Godoy DMA.    Aprendizagem inicial da leitura e da escrita no portugu&ecirc;s do Brasil: influ&ecirc;ncia    da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e do m&eacute;todo de alfabetiza&ccedil;&atilde;o    [Tese de doutorado]. Florian&oacute;polis: Universidade Federal de Santa Catarina;    2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398372&pid=S0103-8486201800030000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Mousty P, Leybaert    J, Alegria J, Content A, Morais J. BELEC: Une batterie d'&eacute;valuation du    langage &eacute;crit et de ses troubles. In: Gr&eacute;goire J, Pi&eacute;rart    B, eds. &Eacute;valuer les troubles de la lecture: les nouveaux mod&egrave;les    th&eacute;oriques et leurs implications diagnostiques. Bruxelles: De Boeck;    1994. p. 127-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398374&pid=S0103-8486201800030000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Godoy DMA.    Testes de consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e suas rela&ccedil;&otilde;es    com a aprendizagem da leitura no portugu&ecirc;s [Disserta&ccedil;&atilde;o    de mestrado]. Florian&oacute;polis: Universidade Federal de Santa Catarina;    2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398376&pid=S0103-8486201800030000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Godoy DMA,    Cogo-Moreira H. Evidences of Factorial Structure and Precision of Phonemic Awareness    Tasks (TCFe). Paid&eacute;ia (Ribeir&atilde;o Preto). 2015;25(62):363-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398378&pid=S0103-8486201800030000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Raven J, Raven    JC, Court JH. Matrizes progressivas coloridas de Raven. S&atilde;o Paulo: Casa    do Psic&oacute;logo; 1987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398380&pid=S0103-8486201800030000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Bandeira DR,    Alves ICB, Giacomel AE, Lorenzatto L. Matrizes progressivas coloridas de Raven    - escala especial: normas para Porto Alegre, RS. Psicol Estud. 2004;9(3):479-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398382&pid=S0103-8486201800030000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Capovilla FC,    Negr&atilde;o VD, Dam&aacute;zio M. Teste de Vocabul&aacute;rio Auditivo e Teste    de Vocabul&aacute;rio Expressivo. S&atilde;o Paulo: Memnon; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398384&pid=S0103-8486201800030000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Bueno TG, Vidor    DC, Alves AL. Protocolo de avalia&ccedil;&atilde;o fonol&oacute;gica infantil    - FAPI: projeto piloto. Verba Volant. 2010;1(1):53-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398386&pid=S0103-8486201800030000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Ronfani L,    Vecchi Brumatti L, Mariuz M, Tognin V, Bin M, Ferluga V, et al. The Complex    Interaction between Home Environment, Socioeconomic Status, Maternal IQ and    Early Child Neurocognitive Development: A Multivariate Analysis of Data Collected    in a Newborn Cohort Study. PLoS One. 2015; 10(5):e0127052.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398388&pid=S0103-8486201800030000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Hackman DA,    Farah MJ, Meaney MJ. Socioeconomic status and the brain: mechanistic insights    from human and animal research. Nat Rev Neurosci. 2010;11(9):651-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398390&pid=S0103-8486201800030000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Freitas PM,    Cardoso TSG, Siquara GM. Desenvolvimento da consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica    em crian&ccedil;as de 4 a 8 anos de idade: avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades    de rima. Rev Psicopedag. 2012;29(88):38-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398392&pid=S0103-8486201800030000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Souza APR,    Pagliarin KC, Ceron MI, Deuschle VP, Keske-Soares M. Desempenho por tarefa em    consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica: g&ecirc;nero, idade e gravidade do desvio    fonol&oacute;gico. Rev CEFAC. 2009;11(4):571-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398394&pid=S0103-8486201800030000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Gaiolas MS,    Martins MA. Conhecimento metalingu&iacute;stico e aprendizagem da leitura e    da escrita. An&aacute;l Psicol. 2017;35(2):117-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398396&pid=S0103-8486201800030000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Morais J. A    arte de ler. S&atilde;o Paulo: Editora Unesp; 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398398&pid=S0103-8486201800030000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Snowling MJ,    Hulme C, Mercer RC. A deficit in rime awareness in children with Down syndrome.    Read Writ. 2002;15(5/6):471-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398400&pid=S0103-8486201800030000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Cossu G, Rossini    F, Marshall JC. When reading is acquired but phonemic awareness is not: a study    of literacy in Down's syndrome. Cognition. 1993;46(2):129-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398402&pid=S0103-8486201800030000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. Cardoso-Martins    C, Frith U. Consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e habilidades de leitura na    S&iacute;ndrome de Down. Psicol Reflex Cr&iacute;t. 1999; 12(1):209-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398404&pid=S0103-8486201800030000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Cardoso-Martins    C, Michalick MF, Pollo TC. Is sensitivity to rhyme a developmental precursor    to sensitivity to phoneme?: Evidence from individuals with Down syndrome. Read    Writ. 2002;15(5/6):439-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398406&pid=S0103-8486201800030000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Gombert JE.    Children with Down syndrome use phonological knowledge in reading. Read Writ.    2002;15(5/6):455-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398408&pid=S0103-8486201800030000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Melim CSC.    Avalia&ccedil;&atilde;o da Intelig&ecirc;ncia, da Consci&ecirc;ncia Fonol&oacute;gica    e das Opera&ccedil;&otilde;es L&oacute;gicas no Pr&eacute;-Escolar [Disserta&ccedil;&atilde;o    de mestrado]. Funchal: Universidade da Madeira; 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398410&pid=S0103-8486201800030000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Fowler AE.    How early phonological development might set the stage for phoneme awareness.    Phonological processes in literacy. In: Brady SA, Shankweiler DP, eds. Phonological    processes in literacy: A tribute to Isabelle Y. Liberman. Hillsdale, NJ: Lawrence    Erlbaum Associates; 1991. p. 97-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398412&pid=S0103-8486201800030000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">44. Diuk B, Manrique    AMB, Ledesma RD. Conocimiento de vocabulario, representaciones fonol&oacute;gicas    y sensibilidad en ni&ntilde;os peque&ntilde;os de distinto sector social de    procedencia. SUMMA Psicol UST. 2010;7(1):33-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398414&pid=S0103-8486201800030000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Cassano CM.    An examination of growth in vocabulary and phonological awareness in early childhood:    an individual growth model approach [Thesis] Boston: Boston University; 2013.    [acesso 2018 Jun 22]. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://open.bu.edu/handle/2144/10955" target="_blank">https://open.bu.edu/handle/2144/10955</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398416&pid=S0103-8486201800030000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Wertzner HF,    Claudino GL, Galea DES, Patah LK, Castro MM. Medidas fonol&oacute;gicas em crian&ccedil;as    com transtorno fonol&oacute;gico. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2012;17(2):89-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4398417&pid=S0103-8486201800030000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#top" name="corresp"><img src="/img/revistas/psicoped/v35n108/seta.jpg" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</b>:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Rita de C&aacute;ssia Duarte Leite    <br>   Avenida Ant&ocirc;nio Carlos, 6627 - Pampulha    <br>   Belo Horizonte, MG, Brasil - CEP 31270-901    <br>   E-mail: <a href="mailto:ritacdleite@gmail.com">ritacdleite@gmail.com</a> <a href="mailto:/dir@fafich.ufmg.br">/dir@fafich.ufmg.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo recebido:    25/7/2018    <br>   Aprovado: 3/10/2018</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho realizado    na Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias    Humanas - FAFICH. Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Psicologia,    Belo Horizonte MG, Brasil.    <br>   Conflito de interesses: Os autores declaram n&atilde;o haver.</font></p>     ]]></body>
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