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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Verificação das habilidades funcionais e necessidades de auxílio do cuidador em crianças com paralisia cerebral nos primeiros meses de vida]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: Cerebral Palsy is a movement and posture disorder caused by events occurring during pregnancy, childbirth, the neonatal period or during the first two years of life. Its main characteristic is the body's inability to efficiently face the effects of gravity. Due to the motor alterations, the participation of the physiotherapist in the interdisciplinary team is important. Assessment of the difficulties in cerebral palsy should take place to enable a better organization of the physiotherapeutic program. OBJETIVE: To analyze the constraints on the functional abilities and the assistance needs of children with cerebral palsy up to 18 months of age. METHODS: Seven children with a medical diagnosis of cerebral palsy, with ages between 10 and 18 months, mean age corresponding to one year and two months, were assessed. The assessment occurred by means of P.E.D.I. and the gross and normative scores in the areas of functional abilities and caregiver's assistance were analyzed. Results: The mobility area was the one in which the children with cerebral palsy had more difficulties; thus, they needed more assistance in movements and postures. CONCLUSION: In spite of the alterations in the neuromotor components observed in risk children, the same children end up developing motor strategies that allow them to perform functional activities; for example, the situations cited in the self-care area. The caregivers, guided by the physiotherapist, can propose the means that will benefit the child's function, his/her participation in the activity and communication development.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Paralisia cerebral]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>PESQUISA    ORIGINAL</b> ORIGINAL RESEARCH</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Verifica&ccedil;&atilde;o    das habilidades funcionais e necessidades de aux&iacute;lio do cuidador em crian&ccedil;as    com paralisia cerebral nos primeiros meses de vida</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Verification    of the functional abilities and assistance needs of children with cerebral palsy</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Dafne Herrero<sup>I</sup>;    Carlos B M Monteiro<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Fisioterapeuta    Especialista em Pediatria pela Universidade Cidade de S&atilde;o Paulo (UNICID).    Endere&ccedil;o: R. Ces&aacute;rio Galeno, 448/475 - Tatuap&eacute; - S&atilde;o    Paulo - SP. E-mail: <a href="mailto:dafneh@uol.com.br">dafneh@uol.com.br    <br>   </a><sup>II</sup>Fisioterapeuta. Doutor. Professor de Pediatria da Faculdades    Metropolitanas Unidas (FMU). Endere&ccedil;o: Avenida Santo Amaro,1239- Vila    Nova Concei&ccedil;&atilde;o - S&atilde;o Paulo - SP</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b>    Paralisia Cerebral &eacute; uma desordem do movimento e da postura, persistente,    por&eacute;m vari&aacute;vel, surgida nos primeiros anos de vida pela interfer&ecirc;ncia    no desenvolvimento do sistema nervoso central, causada por uma desordem cerebral    n&atilde;o progressiva <sup>1</sup>. Tem como principal caracter&iacute;stica    a inabilidade do corpo em enfrentar com efici&ecirc;ncia os efeitos da gravidade.    Devido &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es motoras &eacute; importante a participa&ccedil;&atilde;o    do Fisioterapeuta na equipe interdisciplinar. Para tanto, deve-se realizar avalia&ccedil;&otilde;es    das dificuldades na paralisia cerebral para possibilitar uma melhor organiza&ccedil;&atilde;o    do programa fisioterap&ecirc;utico.    <br>   <b>OBJETIVO:</b> Avaliar as habilidades funcionais e a necessidade de aux&iacute;lio    do cuidador em crian&ccedil;as com at&eacute; 18 meses de idade, e com paralisia    cerebral. M&eacute;todo: Foram avaliadas 7 crian&ccedil;as com diagn&oacute;stico    m&eacute;dico de paralisia cerebral, entre 10 e 18 meses de idade, com m&eacute;dia    de idade correspondente a um ano e dois meses. A avalia&ccedil;&atilde;o ocorreu    por meio do P.E.D.I. e foram analisados os escores bruto e normativo nas &aacute;reas    de habilidades funcionais e assist&ecirc;ncia do cuidador.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Verificou-se maior dificuldade nas crian&ccedil;as com paralisia    cerebral na &aacute;rea de mobilidade e, desta forma, a necessidade de maior    assist&ecirc;ncia em movimentos e posturas.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> Apesar das altera&ccedil;&otilde;es nos componentes    neuromotores observadas em crian&ccedil;as de risco, as mesmas acabam desenvolvendo    estrat&eacute;gias motoras que lhes permitem desempenhar atividades funcionais,    como por exemplo as situa&ccedil;&otilde;es citadas na &aacute;rea de auto-cuidado.    Os cuidadores orientados pelo fisioterapeuta podem propor facilita&ccedil;&otilde;es    que beneficiar&atilde;o a fun&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, sua participa&ccedil;&atilde;o    na atividade e desenvolvimento da comunica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:    </b> Paralisia cerebral; Desenvolvimento infantil; Fisioterapia; Interven&ccedil;&atilde;o    precoce; Fun&ccedil;&atilde;o; Avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>INTRODUCTION:</b>    Cerebral Palsy is a movement and posture disorder caused by events occurring    during pregnancy, childbirth, the neonatal period or during the first two years    of life. Its main characteristic is the body's inability to efficiently face    the effects of gravity. Due to the motor alterations, the participation of the    physiotherapist in the interdisciplinary team is important.&nbsp;Assessment    of the difficulties in cerebral palsy should take place to enable a better organization    of the physiotherapeutic program.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>OBJETIVE:</b> To analyze the constraints on the functional abilities and    the assistance needs of children with cerebral palsy up to 18 months of age.    <br>   <b>METHODS:</b> Seven children with a medical diagnosis of cerebral palsy, with    ages between 10 and 18 months, mean age corresponding to one year and two months,    were assessed. The assessment occurred by means of P.E.D.I. and the gross and    normative scores in the areas of functional abilities and caregiver's assistance    were analyzed. Results:&nbsp; The mobility area was the one in which the children    with cerebral palsy had more difficulties; thus, they needed more assistance    in movements and postures.    <br>   <b>CONCLUSION:</b> In spite of the alterations in the neuromotor components    observed in risk children, the same children end up developing motor strategies    that allow them to perform functional activities; for example, the situations    cited in the self-care area. The caregivers, guided by the physiotherapist,    can propose the means that will benefit the child's function, his/her participation    in the activity and communication development.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    Cerebral palsy; Infantile development;&nbsp;Physiotherapy; Early intervention;    Function; Assessment.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bobath<sup>2</sup>    complementa a defini&ccedil;&atilde;o como sendo "...devido a fatores heredit&aacute;rios,    eventos ocorridos durante a gravidez, parto, per&iacute;odo neonatal ou durante    os primeiros dois anos de vida".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conforme se observa    na defini&ccedil;&atilde;o acima, &eacute; necess&aacute;rio e fundamental que    o paciente apresente uma desordem ou dist&uacute;rbio da postura e do movimento    para ter o diagn&oacute;stico m&eacute;dico de Paralisia Cerebral (PC), sendo    que os dist&uacute;rbios de postura e movimento podem ser definidos como a inabilidade    do corpo em enfrentar com efici&ecirc;ncia os efeitos da gravidade, e de se    relacionar com a superf&iacute;cie da terra por meio da base de apoio.<sup>3</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As dificuldades    em manter uma postura e realizar um movimento s&atilde;o devidas, principalmente,    as altera&ccedil;&otilde;es de t&ocirc;nus e a presen&ccedil;a de padr&otilde;es    anormais de movimento. Tal fato n&atilde;o permite a aquisi&ccedil;&atilde;o    de rea&ccedil;&otilde;es posturais normais e, desta forma, a crian&ccedil;a    n&atilde;o consegue manter seu alinhamento e retifica&ccedil;&atilde;o para    vivenciar suas atividades di&aacute;rias e se manter contra gravidade em diversas    posturas.<sup>4</sup> Isso implica em perda de funcionalidade, depend&ecirc;ncia    na maioria de suas atividades do cotidiano e necessidade de sua inclus&atilde;o    em programas de reabilita&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nuos.<sup>5</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Devido ao envolvimento    de altera&ccedil;&otilde;es da postura e movimento, &eacute; importante para    a crian&ccedil;a com PC a participa&ccedil;&atilde;o do fisioterapeuta na equipe    de habilita&ccedil;&atilde;o. No entanto, &eacute; fundamental para os fisioterapeutas    conhecer as caracter&iacute;sticas da doen&ccedil;a e as necessidades do paciente    para viabilizar um tratamento de acordo com as suas car&ecirc;ncias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As aquisi&ccedil;&otilde;es    motoras nos primeiros anos de vida s&atilde;o fatores relevantes no progn&oacute;stico    do desenvolvimento global da crian&ccedil;a, pois o per&iacute;odo compreendido    entre o nascimento e o final do primeiro ano de vida &eacute; considerado como    um dos mais cr&iacute;ticos no desenvolvimento infantil <sup>6</sup>. Neste    per&iacute;odo, o desenvolvimento motor apresenta ritmo acelerado de mudan&ccedil;as    que culminam nas fun&ccedil;&otilde;es de mobilidade, com a aquisi&ccedil;&atilde;o    do engatinhar e da marcha independente, respectivamente aos 9 e 12 meses de    idade.<sup>6</sup> A crian&ccedil;a que apresenta paralisia cerebral pode apresentar    atraso nos marcos de desenvolvimento.<sup>5</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tais atrasos podem    ser investigados em seu cotidiano atrav&eacute;s do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o    P.E.D.I., question&aacute;rio feito com cuidadores ou terapeutas que tem por    objetivo identificar desenvolvimento t&iacute;pico de cada crian&ccedil;a de    acordo com algumas &aacute;reas de habilidades funcionais, assist&ecirc;ncia    do cuidador e modifica&ccedil;&otilde;es. As &aacute;reas destacadas no estudo    ser&atilde;o de habilidades funcionais e assist&ecirc;ncia do cuidador.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo transversal    tem por objetivo investigar as habilidades funcionais e a necessidade de aux&iacute;lio    de portadores de PC que freq&uuml;entam um centro de reabilita&ccedil;&atilde;o    especializado. Essa informa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; contribuir para um    melhor acompanhamento em longo prazo desses pacientes, assim como direcionar    o fisioterapeuta para minimizar as maiores dificuldades das crian&ccedil;as.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>OBJETIVO</B></i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Avaliar as habilidades    funcionais e a necessidade de aux&iacute;lio do cuidador em crian&ccedil;as    com paralisia cerebral at&eacute; 18 meses de idade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>M&Eacute;TODO</B></i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a realiza&ccedil;&atilde;o    deste trabalho foram avaliadas 7 crian&ccedil;as, quatro do sexo feminino e    tr&ecirc;s do sexo masculino, com diagn&oacute;stico m&eacute;dico de PC, com    idade, por ocasi&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o, que variou entre 10    e 18 meses, com m&eacute;dia de 14 meses. O quadro motor apresentado por tr&ecirc;s    crian&ccedil;as era de diparesia, pela aquisi&ccedil;&atilde;o do sentar mostrada    por volta dos 14 meses de idade, e o restante das crian&ccedil;as apresentava    tetraparesia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o    das habilidades funcionais e da necessidade de assist&ecirc;ncia por parte do    cuidador foi realizada utilizando-se o Invent&aacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o    Pedi&aacute;trica de Incapacidade, P.E.D.I. (<i>Pediatric Evaluation of Disability    Inventory</i>), desenvolvido por Haley et al.<sup>8</sup> e validado para a    popula&ccedil;&atilde;o brasileira por Mancini.<sup>7</sup> Esse instrumento    de avalia&ccedil;&atilde;o tem como caracter&iacute;stica principal coletar    informa&ccedil;&otilde;es a respeito da capacidade e desempenho em tr&ecirc;s    &aacute;reas de atividades: habilidades funcionais (consiste em aquisi&ccedil;&otilde;es    da crian&ccedil;a nas &aacute;reas de autocuidado, mobilidade e fun&ccedil;&atilde;o    social), assist&ecirc;ncia do cuidador (s&atilde;o repetidas as sub-&aacute;reas    citadas anteriormente, mas avalia o quanto de ajuda a crian&ccedil;a recebe    do cuidador para realizar a atividade) e modifica&ccedil;&otilde;es (corresponde    &agrave;s adapta&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para que a crian&ccedil;as    realize as atividades, por exemplo uso de &oacute;rteses, pr&oacute;teses ou    outro tipo de adapta&ccedil;&atilde;o no ambiente sendo espec&iacute;fica para    crian&ccedil;a com defici&ecirc;ncia ou modifica&ccedil;&atilde;o geral para    qualquer crian&ccedil;a, por exemplo o uso de engrossador na colher para crian&ccedil;a    com defici&ecirc;ncia e o uso de redutor de vaso para qualquer crian&ccedil;a).    Esta &uacute;ltima parte foi descartada no estudo pelo fato das crian&ccedil;as    estarem se adaptando ao uso das goteiras, recentemente adquiridas, e as modifica&ccedil;&otilde;es    no ambiente dom&eacute;stico estarem come&ccedil;ando a acontecer.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a averigua&ccedil;&atilde;o    das habilidades funcionais, foram avaliadas 73 atividades de autocuidado, 59    de mobilidade e 65 de fun&ccedil;&atilde;o social, perfazendo um total de 197    atividades nas quais cada paciente foi considerado capaz, pontuando 1, ou incapaz,    n&atilde;o pontuando. Para a determina&ccedil;&atilde;o da necessidade de assist&ecirc;ncia    por parte do cuidador, foram consideradas oito sub&aacute;reas do autocuidado,    sete da mobilidade e cinco da fun&ccedil;&atilde;o social, sendo o grau de depend&ecirc;ncia    caracterizado como sendo total (pontua&ccedil;&atilde;o = 0, a crian&ccedil;a    n&atilde;o participa ou antecipa a atividade), m&aacute;ximo (1, a crian&ccedil;a    reconhece o ambiente e mostra que identifica a situa&ccedil;&atilde;o), moderado    (2, participa com alguma vocaliza&ccedil;&atilde;o ou movimenta&ccedil;&atilde;o),    m&iacute;nimo (3, realiza movimenta&ccedil;&atilde;o com aux&iacute;lio em pontos    chave, por exemplo), necessita apenas supervis&atilde;o (4, &eacute; necess&aacute;rio    que tenha algum cuidador presente que o relembre de alguns passos na tarefa,    por exemplo) e &eacute; independente (5, realiza sem a necessidade da atividade    ser refeita por um adulto).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o    do question&aacute;rio obteve-se 2 escores: bruto e normativo. O escore bruto    (EB) indica o n&uacute;mero que a crian&ccedil;a pontuou nas perguntas respondidas    pelos cuidadores. J&aacute;, o escore normativo (EN) indica o escore atingido    quando comparadas &agrave;s crian&ccedil;as de mesma faixa et&aacute;ria com    desenvolvimento normal, e deve apresentar-se entre 30 e 70. Aquelas que apresentaram    escore inferior a 30 ilustram atraso ou desenvolvimento significativamente inferior    ao demonstrado por crian&ccedil;as de mesma faixa et&aacute;ria.<sup>7</sup>    O P.E.DI. oferece ainda o escore cont&iacute;nuo que corresponde &agrave; pontua&ccedil;&atilde;o    de cada paciente comparada a um grupo de crian&ccedil;as de at&eacute; 7 anos    de idade. Neste caso o escore foi descartado na an&aacute;lise pelo fato da    idade das crian&ccedil;as no estudo ser inferior a dois anos e n&atilde;o haver    justificativa para compar&aacute;-las com crian&ccedil;as mais velhas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a aplica&ccedil;&atilde;o    do P.E.D.I., foi realizado o treinamento m&iacute;nimo recomendado pelos autores    <sup>7</sup> .E utilizou-se o m&eacute;todo de entrevista simult&acirc;nea &agrave;    observa&ccedil;&atilde;o direta: os cuidadores respondem &agrave;s perguntas    e o terapeuta observa as rea&ccedil;&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es apresentadas    pela crian&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O trabalho foi    avaliado pelo comit&ecirc; de &eacute;tica da Universidade Cidade de S&atilde;o    Paulo (incluir o n&uacute;mero do protocolo), que exigiu a assinatura dos respons&aacute;veis    pelas crian&ccedil;as em um termo de consentimento livre e esclarecido, se disponibilizando    a participar da pesquisa, por&eacute;m com liberdade para desistir sem que o    atendimento sofresse algum preju&iacute;zo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>RESULTADO</B></i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A seguir apresentar-se-&atilde;o    os resultados por meio de tabelas. A <a href="#t1">tabela 1</a> cont&eacute;m    a distribui&ccedil;&atilde;o do grupo de lactentes avaliado considerando o sexo    e idade em meses: observa-se que foram avaliadas sete pacientes (quatro meninas    e tr&ecirc;s meninos), idades entre 10 meses e 18 meses. A varia&ccedil;&atilde;o    da idade gestacional est&aacute; entre 28 e 37 semanas, com m&eacute;dia de    32 semanas.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v18n2/07t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="#t2">tabela    2</a> apresenta os resultados individuais referentes &agrave;s habilidades funcionais    nas &aacute;reas de autocuidado, mobilidade e fun&ccedil;&atilde;o social, informando    os valores de escore bruto (soma total dos resultados) e normativo (valor comparativo    com resultados de crian&ccedil;as da mesma faixa et&aacute;ria). Os resultados    mostram que, com exce&ccedil;&atilde;o do paciente n&uacute;mero 4, todos obtiveram    escore abaixo do esperado para idade (&lt;30) apenas em mobilidade. Acrescenta-se    que o quadro motor do paciente 4 &eacute; de tetraparesia por seq&uuml;ela de    meningite.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v18n2/07t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="#t3">tabela    3</a> apresenta os resultados individuais referentes &agrave; necessidade de    assist&ecirc;ncia por parte do cuidador nas &aacute;reas de autocuidado, mobilidade    e fun&ccedil;&atilde;o social. Assim como nas habilidades funcionais acompanha    informa&ccedil;&otilde;es dos valores de escore bruto (soma total dos resultados)    e normativo (valor comparativo com resultados de crian&ccedil;as da mesma faixa    et&aacute;ria). Os valores devem tamb&eacute;m estar entre 30 e 70. Os relatos    dos cuidadores devem identificar a participa&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a    na atividade. Neste caso algo que poderia diminuir o escore das crian&ccedil;as    &eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o das atividades sem que haja a percep&ccedil;&atilde;o    ou a oportunidade dada pelos cuidadores &agrave; participa&ccedil;&atilde;o    ou n&atilde;o da crian&ccedil;a na tarefa.</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v18n2/07t3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>DISCUSS&Atilde;O</B></i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para facilitar    a compreens&atilde;o da discuss&atilde;o optou-se em dividi-la em duas partes:    1- compara&ccedil;&atilde;o entre as &aacute;reas de habilidades funcionais    e 2- compara&ccedil;&atilde;o entre as &aacute;reas de assist&ecirc;ncia do    cuidador.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1- Compara&ccedil;&atilde;o    entre as &aacute;reas de habilidades funcionais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Verifica-se que    a &aacute;rea onde os pacientes obtiveram escore normativo menor foi na mobilidade,    onde 5 pacientes (71,5%) obtiveram valores abaixo de 10; enquanto que apenas    2 pacientes (28,5%) apresentaram valor de 16,5 de escore normativo. Desta forma,    todos os pacientes obtiveram resultados bastante abaixo do normal na &aacute;rea    de mobilidade. Nota-se que a paciente 4, do sexo feminino, apresenta todos os    escores abaixo de 10, ou seja, tem um maior atraso do desenvolvimento em todas    as &aacute;reas. Ressalta-se que o quadro motor em quest&atilde;o &eacute; de    tetraparesia por seq&uuml;ela de meningite.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os outros pacientes    est&atilde;o dentro da faixa de normalidade (30 - 70) nas &aacute;reas de autocuidado    e fun&ccedil;&atilde;o social. Este resultado faz sentido, pois na paralisia    cerebral a &aacute;rea de habilidade funcional que apresenta maior dificuldade    &eacute; a mobilidade. Isto &eacute; verificado ao comparar com outras refer&ecirc;ncias.    Allegretti et al.<sup>8</sup> utilizaram o P.E.D.I. para investigar 10 crian&ccedil;as    portadoras de PC, forma dipar&eacute;tica esp&aacute;stica, com idade entre    4 e 5 anos, que foram comparadas com 10 crian&ccedil;as normais na mesma faixa    et&aacute;ria. Os resultados mostraram diferen&ccedil;a significativa entre    as &aacute;reas de autocuidado e mobilidade, sendo que na mobilidade observou-se    menos funcionalidade, ambas com p&lt;0,0001. A fun&ccedil;&atilde;o social n&atilde;o    apresentou diferen&ccedil;a significativa (p=0,132). Investiga&ccedil;&atilde;o    realizada por Oliveira e Cordani <sup>9</sup>, que da mesma forma avaliaram    crian&ccedil;as com PC do tipo dipar&eacute;tica esp&aacute;stica, tamb&eacute;m    detectou pior desempenho em mobilidade e melhor em fun&ccedil;&atilde;o social.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em outro estudo    observou-se que o desenvolvimento de atividades funcionais de autocuidado tamb&eacute;m    pode ser influenciado pela presen&ccedil;a de PC. Tais resultados podem subsidiar    estrat&eacute;gias de avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o para    crian&ccedil;as com dist&uacute;rbios neuromotores.<sup>5</sup> Visto que para    avalia&ccedil;&atilde;o de autocuidado &eacute; necess&aacute;rio a aquisi&ccedil;&atilde;o    de mobilidade funcional, novamente &eacute; ressaltada a dificuldade das crian&ccedil;as    com PC em adaptar-se contra a gravidade e assumir posturas para realiza&ccedil;&atilde;o    das tarefas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2- Compara&ccedil;&atilde;o    entre as &aacute;reas de assist&ecirc;ncia do cuidador</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quando se verifica    o resultado da assist&ecirc;ncia do cuidador, percebe-se que a &aacute;rea da    mobilidade necessita de maior aux&iacute;lio por parte do cuidador, o que &eacute;    bastante coerente com os resultados das habilidades funcionais, ou seja, a &aacute;rea    que apresenta maior dificuldade necessita de maior aux&iacute;lio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste trabalho    encontraram-se resultados para as tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es a seguir    referentes &agrave; &aacute;rea da mobilidade, comparando-se as <a href="#t2">Tabelas    2</a> e <a href="#t3">3</a>: a) o valor da assist&ecirc;ncia do cuidador &eacute;    maior do que das habilidades funcionais (pacientes 1 e 7), o que significa que    o cuidador auxilia a crian&ccedil;a menos do que o necess&aacute;rio e hipervaloriza    a capacidade do paciente; b) o valor da assist&ecirc;ncia do cuidador &eacute;    menor do que das habilidades funcionais (pacientes 2 e 3), o que significa que    o cuidador auxilia a crian&ccedil;a mais do que o necess&aacute;rio e subvaloriza    a capacidade do paciente; c) o valor da assist&ecirc;ncia do cuidador &eacute;    igual ao das habilidades funcionais (pacientes 4, 5 e 6), o que significa que    o cuidador oferece o aux&iacute;lio adequado para as limita&ccedil;&otilde;es    do paciente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando o    autocuidado e a fun&ccedil;&atilde;o social na assist&ecirc;ncia do cuidador,    a grande maioria dos pacientes apresenta valores perto da normalidade (exce&ccedil;&atilde;o    para o paciente 2 em fun&ccedil;&atilde;o social e 3 em autocuidado). O que    novamente enfatiza que o aux&iacute;lio na PC deve ser justamente na &aacute;rea    de mobilidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos    mostram a dificuldade apresentada pelas crian&ccedil;as portadoras de PC na    &aacute;rea de mobilidade tanto nas habilidades funcionais, como no aux&iacute;lio    do cuidador. Desta forma, &eacute; importante o tratamento fisioterap&ecirc;utico    para propiciar melhoras funcionais ao paciente e uma maior participa&ccedil;&atilde;o    no dia-a-dia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A movimenta&ccedil;&atilde;o,    segundo Hunsinger,<sup>10</sup> proporciona &agrave; crian&ccedil;a diferentes    sensa&ccedil;&otilde;es (motoras, org&acirc;nicas, sensoriais, afetivas). Esta    percebe, reproduz, revive e experimenta. Por isso se d&aacute; tamanha import&acirc;ncia    a um manuseio adequado em casa e durante a terapia, pois ao realizar a atividade    com ajuda, a crian&ccedil;a est&aacute; aprendendo com o toque e a sensa&ccedil;&atilde;o.    Se este &eacute; feito de forma adequada, a crian&ccedil;a o reproduz de forma    coerente e funcional e, principalmente, o memoriza adequadamente. Segundo Finnie<sup>11</sup>,    a mobilidade pode ocorrer de forma independente, totalmente livre ou com um    aux&iacute;lio. Os pontos importantes na escolha de um aux&iacute;lio que ir&aacute;    permitir que a crian&ccedil;a seja m&oacute;vel s&atilde;o: aumento de potencial    para explora&ccedil;&atilde;o do ambiente com seguran&ccedil;a, desafio da sua    capacidade de melhorar a independ&ecirc;ncia e o n&atilde;o aumento do t&ocirc;nus    anormal ou padr&otilde;es pobres.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Devido ao P.E.D.I.    ser um protocolo funcional, ele permite que durante sua aplica&ccedil;&atilde;o    sejam feitas orienta&ccedil;&otilde;es na rotina familiar. As adapta&ccedil;&otilde;es    s&atilde;o, na maioria das vezes, dif&iacute;ceis de serem aceitas. Por&eacute;m,    se ocorrerem de forma gradativa, a probabilidade de serem ouvidas, e principalmente    seguidas de forma adequada, &eacute; grande.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma vida familiar    normal &eacute; o ideal tanto para a crian&ccedil;a com defici&ecirc;ncia como    para o restante da fam&iacute;lia. O sacrif&iacute;cio para o bem estar n&atilde;o    deve ocorrer e sim oferecer a ela as mesmas necessidades das outras crian&ccedil;as:    afeto, cuidado e oportunidades para seu progresso, autocontrole e crescimento    social.<sup>11</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>CONCLUS&Atilde;O</B></i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos    neste estudo demonstram a maior dificuldade dos pacientes com PC avaliados na    &aacute;rea de mobilidade e, desta forma, a necessidade de maior assist&ecirc;ncia    por parte do cuidador em movimentos e posturas que facilitem a locomo&ccedil;&atilde;o    e transfer&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Verificou-se, tamb&eacute;m,    a necessidade de conhecer tanto as habilidades da crian&ccedil;a como o aux&iacute;lio    e participa&ccedil;&atilde;o que o cuidador oferece no dia-a-dia. Desta forma    o terapeuta poder&aacute; oferecer informa&ccedil;&otilde;es e orienta&ccedil;&otilde;es    de manuseios e adequa&ccedil;&otilde;es funcionais. Apesar das altera&ccedil;&otilde;es    nos componentes neuromotores observados em crian&ccedil;as de risco, as mesmas    acabam desenvolvendo estrat&eacute;gias motoras que lhes permitem desempenhar    atividades funcionais e os cuidadores orientados pelo terapeuta podem propor    facilita&ccedil;&otilde;es que beneficiar&atilde;o a fun&ccedil;&atilde;o da    crian&ccedil;a, incluindo as &aacute;reas de autocuidado e fun&ccedil;&atilde;o    social. Encorajar a m&atilde;e a manusear e posicionar de forma adequada e fazer    com que a crian&ccedil;a participe das atividades do dia-a-dia faz com esta    desenvolva da melhor forma poss&iacute;vel suas habilidades funcionais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><i><b>REFER&Ecirc;NCIAS</B></i></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. SCHWARTZMAN,    JS. Paralisia Cerebral. Temas sobre Desenvolvimento: edi&ccedil;&atilde;o especial.    S&atilde;o Paulo: Mennon. Jul./ago.1993; 13 (3): 4-19.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457325&pid=S0104-1282200800020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. BOBATH, Centro.    XXVI curso Bobath, m&eacute;todo de tratamento neuro-evolutivo (Apostila). S&atilde;o    Paulo, 1997.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457326&pid=S0104-1282200800020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. STOKES, M. Neurologia    para fisioterapeutas. S&atilde;o Paulo: Premier; 2000.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457327&pid=S0104-1282200800020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. IWABE C, PIOVESANA    AMSG. Estudo comparativo do tono muscular na paralisia cerebral tetrapar&eacute;tica    em crian&ccedil;as com les&otilde;es predominantemente corticais ou subcorticais    na tomografia computadorizada de cr&acirc;nio. Arq. Neuro-Psiquiatr. S&atilde;o    Paulo: 2003; 61:3A.&nbsp;</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457328&pid=S0104-1282200800020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. MANCINI MC,    et al. Compara&ccedil;&atilde;o do desempenho de atividades funcionais em crian&ccedil;as    com desenvolvimento normal e crian&ccedil;as com paralisia cerebral. Arq. Neuro-Psiquiatr.    S&atilde;o Paulo: 2002; 60: 2B.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457329&pid=S0104-1282200800020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. MANCINI MC,    et al. Perfil do desenvolvimento neuromotor do beb&ecirc; de alto risco no primeiro    ano de vida. Temas sobre o desenvolvimento. S&atilde;o Paulo: 1992; 8: 3-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457330&pid=S0104-1282200800020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. MANCINI, M.C..    Invent&aacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o Pedi&aacute;trica de Incapacidade    (P.E.D.I.), Manual da Vers&atilde;o Brasileira Adaptada. Minas Gerais: Editora    UFMG; 2005.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457331&pid=S0104-1282200800020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. ALLEGRETTI,    A.L.C.; MANCINI, M.C.; SCHWARTZMAN, J.S.. Estudo do desempenho funcional de    crian&ccedil;as com paralisia cerebral dipar&eacute;tica esp&aacute;stica utilizando    o Pediatric Evaluation of disability inventory (P.E.D.I.). Arq. Bras. Paralis.    Cereb. 2004;1:35-40.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457332&pid=S0104-1282200800020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. OLIVEIRA, M.C.;    CORDANI, L.K.. Correla&ccedil;&atilde;o entre habilidades funcionais referidas    pelo cuidador e assist&ecirc;ncia fornecida a crian&ccedil;as com paralisia    cerebral. Arq. Bras. Paralis. Cereb. 2004;1:24-29.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457333&pid=S0104-1282200800020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. HUNSINGER,    M.M.B.Y.. O beb&ecirc; e a coordena&ccedil;&atilde;o motora. S&atilde;o Paulo:    Summus Editorial; 2ª edi&ccedil;&atilde;o; 1994.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457334&pid=S0104-1282200800020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. FINNIE, N.R..    O manuseio em casa da crian&ccedil;a com paralisia cerebral. S&atilde;o Paulo:    Manole; 3ª edi&ccedil;&atilde;o; 2000.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2457335&pid=S0104-1282200800020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 12/01/2008    <br>   Modificado em: 30/05/2008    <br>   Aprovado em: 28/08/2008</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trabalho de conclus&atilde;o    do curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o para obten&ccedil;&atilde;o do    t&iacute;tulo de especialista em Fisioterapia Pedi&aacute;trica pela UNICID.    <br>   Institui&ccedil;&atilde;o de Realiza&ccedil;&atilde;o do Trabalho: Centro Israelita    de Apoio Multidisciplinar (CIAM), R. Irm&atilde; Pia, 78 - Jaguar&eacute; -    S&atilde;o Paulo - SP.</font></p>      ]]></body>
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