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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Necessidade de informação a pais de crianças portadoras de cardiopatia congênita]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: the nursing staff must inform parents with children suffering from congenital heart defects regarding their needs related to this situation. The most common needs are the seven, as follows: Information related to cardiopathy, promotion of physical activities, adequate diet, care with buccal health, prevention of infectious endocarditis, care during cyanosis crisis and drug administration. OBJECTIVE: to characterize how much information these parents have regarding this disorder. METHOD: systematic mapping on the literature in MEDLINE, Cochrane, CINAHL, LILACS and SciELO databases, from 1997 to 2007, obtaining 17 papers. RESULTS: the following needs, cyanosis crisis, promotion of physical activities and drug administration, were not adequately studied. The majority amongst the 17 papers was concentrated on the remaining four needs. Beside this, parent's knowledge is not satisfactory and is fragmented. It happens either in developed countries as well as in the underdeveloped ones. In general, care is performed by nurses, dental physicians and physicians. Training programs for parents are scarce and only one is described as successful. Changes are mandatory in terms of reorganization of services involving training and support for parents. Besides, validation of programs and protocols of care to promote training and development is required. These programs must be flexible to allow adaptation to clinical situation and to social, cultural and economic determinant factors acting on the family.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[cardiopatias congênitas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>PESQUISA    ORIGINAL</b> ORIGINAL RESEARCH</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Necessidade    de informa&ccedil;&atilde;o a pais de crian&ccedil;as portadoras de cardiopatia    cong&ecirc;nita</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Need of information    for parents with children suffering from congenital heart defects</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Bruna Gabriela    Bibancos Damas<sup>I</sup>; Carolina Aparecida Ramos<sup>II</sup>; Magda Andrade    Rezende<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Mestre    em Enfermagem Pedi&aacute;trica pelo Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o    em Enfermagem da Escola de Enfermagem da USP (capital). Professora do Departamento    de Enfermagem Pedi&aacute;trica da UNIP    <br>   <sup>II</sup>Mestranda em Enfermagem Pedi&aacute;trica pelo Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o    em Enfermagem da Escola de Enfermagem da USP (capital). Enfermeira no InCor    (Instituto do Cora&ccedil;&atilde;o) do Hospital das Clinicas da Faculdade de    Medicina da USP (Universidade de S&atilde;o Paulo)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Livre-docente. Professora Associada da Escola de Enfermagem da    USP (capital) no Departamento de Enfermagem Materno-infantil e Psiqui&aacute;trica</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RSUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b>    a equipe de enfermagem deve informar&nbsp;pais de crian&ccedil;as portadoras    de cardiopatias no que diz respeito &agrave;s necessidades decorrentes desta    situa&ccedil;&atilde;o. As necessidades mais comuns s&atilde;o: informa&ccedil;&otilde;es    a respeito da pr&oacute;pria cardiopatia, promo&ccedil;&atilde;o de atividade    f&iacute;sica, adequa&ccedil;&atilde;o da alimenta&ccedil;&atilde;o, cuidado    &agrave; sa&uacute;de bucal, preven&ccedil;&atilde;o da endocardite infecciosa,    cuidados nas crises de cianose e na administra&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos.    <br>   <b>OBJETIVO:</b> caracterizar o quanto pais de crian&ccedil;as portadoras de    cardiopatia cong&ecirc;nita est&atilde;o informados acerca desta.    <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> mapeamento sistem&aacute;tico de literatura nas bases    MEDLINE, Cochrane, CINAHL, LILACS e SciELO, do per&iacute;odo de 1997 a 2007    com obten&ccedil;&atilde;o de 17 artigos.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> h&aacute; necessidades pouco exploradas: cuidados por ocasi&atilde;o    de crise de cianose, promo&ccedil;&atilde;o de atividade f&iacute;sica e administra&ccedil;&atilde;o    de f&aacute;rmacos. As demais concentram a maior parte dos estudos. No entanto,    mesmo nestas percebe-se que o conhecimento dos pais &eacute; incompleto e fragmentado,    e isto ocorre tanto em pa&iacute;ses desenvolvidos, quanto nos em desenvolvimento.    Em sua maior parte os cuidados s&atilde;o prestados por enfermeiros, dentistas    e m&eacute;dicos. Programas de capacita&ccedil;&atilde;o de pais s&atilde;o    poucos e apenas um &eacute; descrito como exitoso. H&aacute; imperiosa necessidade    de mudan&ccedil;as em termos de reorganiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os    de modo a abranger capacita&ccedil;&atilde;o e apoio aos pais. Al&eacute;m disto,    &eacute; necess&aacute;rio validar programas e protocolos de cuidados destinados    a promover a capacita&ccedil;&atilde;o destes. Tais programas devem ser flex&iacute;veis    de modo a possibilitar a adapta&ccedil;&atilde;o a cada situa&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica e aos determinantes&nbsp;sociais, cultural e econ&ocirc;mico    que agem sobre a fam&iacute;lia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    cardiopatias cong&ecirc;nitas; cuidado da crian&ccedil;a; enfermagem pedi&aacute;trica,    fam&iacute;lia.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>INTRODUCTION:</b>    the nursing staff must inform parents with children suffering from congenital    heart defects regarding their needs related to this situation. The most common    needs are the seven, as follows: Information related to cardiopathy, promotion    of physical activities, adequate diet, care with buccal health, prevention of    infectious endocarditis, care during cyanosis crisis and drug administration.    <br>   <b>OBJECTIVE:</b> to characterize how much information these parents have regarding    this disorder.    <br>   <b>METHOD:</b> systematic mapping on the literature in MEDLINE, Cochrane, CINAHL,    LILACS and SciELO databases, from 1997 to 2007, obtaining 17 papers.    <br>   <b>RESULTS:</b> the following needs, cyanosis crisis, promotion of physical    activities and drug administration, were not adequately studied. The majority    amongst the 17 papers was concentrated on the remaining four needs. Beside this,    parent's knowledge is not satisfactory and is fragmented. It happens either    in developed countries as well as in the underdeveloped ones. In general, care    is performed by nurses, dental physicians and physicians. Training programs    for parents are scarce and only one is described as successful. Changes are    mandatory in terms of reorganization of services involving training and support    for parents. Besides, validation of programs and protocols of care to promote    training and development is required. These programs must be flexible to allow    adaptation to clinical situation and to social, cultural and economic determinant    factors acting on the family.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    congenital heart defects; child care; paediatric nursing; family.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cardiopatias cong&ecirc;nitas    s&atilde;o anomalias anat&ocirc;micas no cora&ccedil;&atilde;o, que podem causar    desde simples at&eacute; graves altera&ccedil;&otilde;es no funcionamento da    bomba card&iacute;aca.<sup>1</sup> Incide em 9 (nove) entre 1000 nascidos vivos.<sup>2</sup>    Podem ser classificadas como acian&oacute;ticas e cian&oacute;ticas conforme    desencadeiem esta situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica ou n&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A sobrevida de    crian&ccedil;as portadoras de cardiopatas cong&ecirc;nitas aumentou consideravelmente    devido ao avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico<sup>1</sup>, no entanto, o atendimento    de suas necessidades (alimenta&ccedil;&atilde;o, atividade f&iacute;sica, cuidado    &agrave; sa&uacute;de bucal, etc) &eacute; um t&oacute;pico que merece aten&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O nascimento de    um beb&ecirc; com cardiopatia pode ser uma grave situa&ccedil;&atilde;o para    os pais, tanto pela situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, quanto pela "morte"    da crian&ccedil;a sadia que, simbolicamente, existia antes do diagn&oacute;stico.<sup>3</sup>    Outro agravante &eacute; o tratamento, em geral longo e complexo. Por conseq&uuml;&ecirc;ncia,    apoio e orienta&ccedil;&atilde;o aos pais, com vistas aos cuidados da crian&ccedil;a    s&atilde;o de fundamental import&acirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A enfermagem pode    ajudar pais e familiares na preven&ccedil;&atilde;o da enfermidade, o al&iacute;vio    ao sofrimento, assim como a prote&ccedil;&atilde;o, a promo&ccedil;&atilde;o,    o restabelecimento da sa&uacute;de. No caso de crian&ccedil;as cardiopatas,    a enfermeira promove, juntamente com os familiares, as condi&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de mais satisfat&oacute;rias, al&eacute;m do melhor ambiente poss&iacute;vel    para seu crescimento e desenvolvimento. Tais interven&ccedil;&otilde;es podem    ser terap&ecirc;uticas, de apoio e aconselhamento, ou ainda de educa&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de.<sup>3</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desta maneira,    o objetivo &eacute; caracterizar o quanto pais de crian&ccedil;as portadoras    de cardiopatia cong&ecirc;nita est&atilde;o informados acerca desta condi&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rios fatores    contribuem para que sejam efetuadas poucas visitas aos servi&ccedil;os pedi&aacute;tricos    de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, onde a detec&ccedil;&atilde;o    precoce de anomalias cardiovasculares pode trazer uma significativa diferen&ccedil;a    para a sobreviv&ecirc;ncia de crian&ccedil;as com les&otilde;es potencialmente    pass&iacute;veis de tratamento, mas que s&atilde;o letais se n&atilde;o diagnosticadas    e tratadas. Por outro lado, a viv&ecirc;ncia profissional permite identificar    necessidades de cuidado &agrave; crian&ccedil;a cardiopata decorrentes da patologia    e das altera&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas que esta provoca.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante a hospitaliza&ccedil;&atilde;o    estes cuidados s&atilde;o providos pela equipe de enfermagem, mas, ap&oacute;s    a alta, passam a ser compet&ecirc;ncia de pais e familiares. S&atilde;o os seguintes:    (1) conhecimento sobre a patologia propriamente dita, (2) promo&ccedil;&atilde;o    de atividade f&iacute;sica, (3) promo&ccedil;&atilde;o de alimenta&ccedil;&atilde;o    e sa&uacute;de bucal adequadas, (5) preven&ccedil;&atilde;o de endocardite bacteriana,    (6) cuidado da crian&ccedil;a por ocasi&atilde;o de crises de cianose e, finalmente,    (7) cuidados na administra&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com o fim de conhecer    o que a literatura cient&iacute;fica reporta a respeito destes t&oacute;picos    realizou-se mapeamento sistem&aacute;tico, processo que permite ordenar e classificar    a literatura existente sobre determinado tema. Possibilita identificar lacunas    do conhecimento, bem como contextualiz&aacute;-lo. O mapeamento sistem&aacute;tico    foi desenvolvido pela primeira vez no Centro de Coordena&ccedil;&atilde;o do    Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Londres.<sup>4,5</sup>    A busca de bibliografia foi realizada nas bases de dados MEDLINE, Cochrane,    CINAHL, LILACS e Scielo. Foram usadas as palavras chave: "crian&ccedil;a" e    "cardiopatia cong&ecirc;nita" adicionadas de "bucal", "sa&uacute;de bucal",    "atividade f&iacute;sica", "cianose", "exerc&iacute;cios f&iacute;sicos", "endocardite",    "fam&iacute;lia", "pais", "medicamento", "nutri&ccedil;&atilde;o" e "educa&ccedil;&atilde;o"    em portugu&ecirc;s, ingl&ecirc;s e espanhol. Buscaram-se estudos em ingl&ecirc;s,    espanhol e portugu&ecirc;s. O per&iacute;odo delimitado foi janeiro de 1997    a abril de 2007. Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o de artigos foram: tratar    da necessidade de informa&ccedil;&atilde;o aos pais de crian&ccedil;as com cardiopatia    cong&ecirc;nita, no que diz respeito ao cuidado das situa&ccedil;&otilde;es    oriundas da doen&ccedil;a, a partir das sete necessidades apresentadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram obtidos 17    artigos, sendo 4 produzidos no Reino Unido, 2 no Canad&aacute;, 2 na Austr&aacute;lia,    e um em cada um dos seguintes pa&iacute;ses: Estados Unidos, Su&eacute;cia,    Formosa, Brasil, Alemanha, China (Hong Kong), It&aacute;lia, Ar&aacute;bia Saudita    e Espanha. Foram publicados irregularmente entre 1997 e 2002, oscilando entre    nenhum e dois trabalhos por ano. Em 2003 foram publicados 4 artigos, em 2004    cinco, em 2005 um e em 2006 dois.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    ao m&eacute;todo, 11 (65%) tinham car&aacute;ter quantitativo, nenhum estudo    tinha car&aacute;ter unicamente qualitativo, e 6 (35%) estudos eram mistos,    utilizando tanto uma, quanto outra orienta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A seguir os resultados    s&atilde;o apresentados de acordo com as sete necessidades apresentadas na se&ccedil;&atilde;o    M&eacute;todo. Ressalta-se que uma das responsabilidades dos profissionais de    sa&uacute;de, e dentre estes, dos de enfermagem &eacute; informar os pais e    certificar-se de que estes compreenderam no que consiste a necessidade da crian&ccedil;a    e como proceder para atend&ecirc;-la.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Do ponto de vista    do conhecimento dos pa&iacute;s, o mesmo &eacute; incompleto em termos de diagn&oacute;stico,    variando de praticamente 100%, no caso dos pais que conheciam o nome da cardiopatia    em pesquisa realizada na Austr&aacute;lia<sup>6</sup>, at&eacute; chegar aos    59%, referentes ao mesmo tipo de conhecimento, apresentados no estudo realizado    em Hong Kong.<sup>7</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ressaltamos que    conhecimento abarca desde informa&ccedil;&otilde;es sobre o diagn&oacute;stico    at&eacute; as conseq&uuml;&ecirc;ncias cl&iacute;nicas mais importantes. Assim,    mesmo pa&iacute;ses desenvolvidos, como Canad&aacute; e Austr&aacute;lia, apresentam    cifras baixas de conhecimento dos pais no que diz respeito a algum aspecto da    patologia. Por exemplo, no estudo australiano<sup>6</sup>, somente 10% dos pais    conseguem explicar as conseq&uuml;&ecirc;ncias fisiol&oacute;gicas da CIV (comunica&ccedil;&atilde;o    intraventricular). Al&eacute;m disto, outros artigos apresentam a mesma rela&ccedil;&atilde;o,    com n&uacute;meros intermedi&aacute;rios, s&atilde;o eles: o trabalho realizado    na It&aacute;lia<sup>8</sup> com 91,2%; o realizado na Espanha<sup>9</sup>,    85%; no canadense<sup>10</sup>, 71% e no conduzido na Ar&aacute;bia Saudita<sup>11</sup>,    61%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com o    estudo canadense<sup>10</sup>, o maior conhecimento acerca da cardiopatia corresponde    &agrave; menor gravidade desta. J&aacute; a pesquisa realizada em Hong Kong    relaciona este maior conhecimento a pais de crian&ccedil;as com cardiopatias    cian&oacute;ticas, independentemente de sua gravidade.<sup>7</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Havia apenas um    estudo referente &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o de um projeto de interven&ccedil;&atilde;o    de enfermagem com m&atilde;es, que haviam sido capacitadas durante a interna&ccedil;&atilde;o    hospitalar e, ap&oacute;s alta, recebiam atendimento domiciliar e via telefone    visando resolver d&uacute;vidas referentes ao cuidado do beb&ecirc;.<sup>12</sup>    Realizado em Formosa, o estudo teve avalia&ccedil;&atilde;o muito positiva por    parte das m&atilde;es, que se sentiram autoconfiantes e competentes. Por outro    lado, segundo estudo realizado no Reino Unido, 43% dos pais relatavam precisar    de mais informa&ccedil;&otilde;es a respeito das condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas    da crian&ccedil;a.<sup>13</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Noutra quest&atilde;o,    relacionada &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica, os pais    t&ecirc;m conhecimento incompleto sobre a necessidade de atividade f&iacute;sica    e, quando sabem algo, eventualmente desconhecem que a crian&ccedil;a precisa    de avalia&ccedil;&atilde;o especializada antes de ser liberada para faz&ecirc;-la.<sup>7,8</sup>    Al&eacute;m disto, tamb&eacute;m foi detectado<sup>6</sup> que os pais n&atilde;o    se preocupavam com a atividade f&iacute;sica de seus filhos cardiopatas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro dado apresentado    nesta &aacute;rea e pass&iacute;vel de discuss&atilde;o &eacute; o fato de pais    de crian&ccedil;as mais velhas apresentarem maior conhecimento nesta &aacute;rea,    quando comparados a pais de crian&ccedil;as mais novas.<sup>7</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ademais, a crian&ccedil;a    portadora de cardiopatia pode apresentar caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas    que geram dificuldades para a sua alimenta&ccedil;&atilde;o, tais como problemas    respirat&oacute;rios e hip&oacute;xia. Al&eacute;m disso, tem ganho de peso    menor, quando comparado ao de crian&ccedil;as sem a doen&ccedil;a<sup>14</sup>,    pois sua taxa metab&oacute;lica &eacute; aumentada pela m&aacute; fun&ccedil;&atilde;o    card&iacute;aca e subsequentes aumentos das freq&uuml;&ecirc;ncias card&iacute;aca    e respirat&oacute;ria.<sup>14</sup> Vale acrescentar que as m&atilde;es descreveram    esfor&ccedil;os no sentido de ajustar a dieta das crian&ccedil;as a fim de que    estas voltassem a ganhar a peso, tais como, uso de complementos alimentares    e &oacute;leos, entre outros. Mesmo assim, os resultados ficaram aqu&eacute;m    do necess&aacute;rio.<sup>14</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As dificuldades    respirat&oacute;rias s&atilde;o de tal ordem, alegam as m&atilde;es das crian&ccedil;as    cardiopatas, que causam a interrup&ccedil;&atilde;o da amamenta&ccedil;&atilde;o.    Tal fato &eacute; refor&ccedil;ado pelos depoimentos das m&atilde;es das crian&ccedil;as    n&atilde;o cardiopatas, para as quais dificuldades respirat&oacute;rias n&atilde;o    foram causa de desmame.<sup>14</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A maior parte das    m&atilde;es relatou sentir-se desencorajada a amamentar pela equipe de sa&uacute;de    do hospital, a qual alegava como motivos, o grande esfor&ccedil;o da crian&ccedil;a    ao mamar no peito; a necessidade de incremento de calorias, que era motivo do    uso de f&oacute;rmulas; assim como a necessidade de controle da ingesta h&iacute;drica    da crian&ccedil;a, poss&iacute;vel atrav&eacute;s da mamadeira<sup>15,16</sup>,    apesar de saber que tal recomenda&ccedil;&atilde;o n&atilde;o procede.<sup>17</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quando se trata    das crian&ccedil;as maiores, tamb&eacute;m pode haver dificuldade na alimenta&ccedil;&atilde;o    de crian&ccedil;as com cardiopatias. Nas situa&ccedil;&otilde;es em que havia    combina&ccedil;&atilde;o de cardiopatia e dificuldades para a alimenta&ccedil;&atilde;o,    a alimenta&ccedil;&atilde;o era mais demorada, fazendo com que os pais, relatassem    cansa&ccedil;o e at&eacute; exaust&atilde;o. Esta situa&ccedil;&atilde;o causa    maiores &iacute;ndices de ansiedade, frustra&ccedil;&atilde;o, preocupa&ccedil;&atilde;o,    tens&atilde;o e depress&atilde;o.<sup>18</sup> Al&eacute;m do preju&iacute;zo    aos pr&oacute;prios pais, a frustra&ccedil;&atilde;o e ansiedade com as experi&ecirc;ncias    de alimentar a crian&ccedil;a cardiopata tamb&eacute;m podem se refletir na    intera&ccedil;&atilde;o m&atilde;e-beb&ecirc; e, posteriormente, influenciar    no desenvolvimento desta crian&ccedil;a.<sup>19</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No entanto &eacute;    poss&iacute;vel minorar esta situa&ccedil;&atilde;o. Pesquisa acerca de um plano    sistematizado de alta de enfermagem, realizada em Formosa, permitiu constatar    que, ap&oacute;s capacita&ccedil;&atilde;o, as m&atilde;es se sentiram mais    seguras acerca dos cuidados a serem prestados a seus filhos no domic&iacute;lio.<sup>12</sup>    Durante a interna&ccedil;&atilde;o praticavam os cuidados e, ap&oacute;s a alta,    eram visitadas e recebiam telefonemas dos pesquisadores a fim de eliminar poss&iacute;veis    d&uacute;vidas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar das queixas    maternas, os profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de t&ecirc;m clareza    acerca da import&acirc;ncia de suporte aos pais nesta situa&ccedil;&atilde;o    t&atilde;o especial.<sup>12,14-16</sup> Assim, estudo brit&acirc;nico<sup>14</sup>    traz recomenda&ccedil;&otilde;es de suporte profissional para se obter uma rotina    alimentar adequada para a crian&ccedil;a cardiopata. H&aacute; tamb&eacute;m<sup>15,16</sup>    recomenda&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas: que a m&atilde;e receba apoio    profissional sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas adaptativas    de aleitamento, bombas de retirada de leite, privacidade para a amamenta&ccedil;&atilde;o    e locais adequados para armazenamento de leite ordenhado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m,    a sa&uacute;de bucal &eacute; fator de relev&acirc;ncia para esta popula&ccedil;&atilde;o.    Os pais demonstravam pouco conhecimento sobre sa&uacute;de bucal e n&atilde;o    compreendiam a rela&ccedil;&atilde;o entre esta e alimenta&ccedil;&atilde;o,    assim como tamb&eacute;m n&atilde;o compreendiam a rela&ccedil;&atilde;o entre    o aparecimento da c&aacute;rie e a escova&ccedil;&atilde;o ou uso de fl&uacute;or.<sup>20</sup>    Outros estudos refor&ccedil;am esta an&aacute;lise de modo indireto, ao demonstrarem    que os pais n&atilde;o relacionavam a sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a com    a freq&uuml;&ecirc;ncia de escova&ccedil;&atilde;o, e da consulta ao dentista.<sup>21,22</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">H&aacute; situa&ccedil;&otilde;es    nas quais os pais sequer levam os filhos para as consultas ao dentista, embora    n&atilde;o se saiba se isto ocorre porque o atendimento n&atilde;o est&aacute;    dispon&iacute;vel ou porque n&atilde;o percebem sua import&acirc;ncia.<sup>21</sup>    Por conseq&uuml;&ecirc;ncia, os h&aacute;bitos de higiene bucal das crian&ccedil;as    portadoras de cardiopatia s&atilde;o deficientes. Vinte e um por cento das crian&ccedil;as    cardiopatas de um estudo realizado no Reino Unido<sup>20</sup> e 5,8% das crian&ccedil;as    de estudo brasileiro<sup>21</sup> nunca, ou quase nunca, escovavam os dentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De qualquer forma,    os estudos demonstram que, de modo geral, a sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a    cardiopata &eacute; sempre pior do que a de crian&ccedil;as sadias. S&atilde;o    comuns c&aacute;ries, fissuras, placa e gengivite.<sup>20,22</sup> H&aacute;    servi&ccedil;os norteados para a preven&ccedil;&atilde;o, como os descritos    nos estudos realizados na Alemanha<sup>23</sup>, Su&eacute;cia<sup>24</sup>    e It&aacute;lia<sup>8</sup> , bem como servi&ccedil;o voltado para a cura, como    o analisado na pesquisa realizada no Brasil.<sup>21</sup> Segundo este, metade    das crian&ccedil;as cardiopatas s&oacute; ia ao dentista quando tinha c&aacute;rie    ou dor.<sup>21</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale ressaltar    que a preven&ccedil;&atilde;o da Preven&ccedil;&atilde;o da Endocardite Infecciosa    (EI) abarca um corpo de informa&ccedil;&otilde;es relativamente grande, portanto    desafiante. Assim, n&atilde;o causa admira&ccedil;&atilde;o que os pais tenham    conhecimento deficiente acerca desta<sup>9-11</sup>: no caso do estudo realizado    no Canad&aacute;<sup>10</sup> 47% n&atilde;o sabiam explicar no que a EI consistia,    n&uacute;mero que chegou a 85%, no estudo espanhol.<sup>9</sup> O Brasil avulta    com a cifra de 90%.<sup>21</sup> Como se v&ecirc;, o mesmo fato atinge tanto    pa&iacute;ses desenvolvidos, quanto um emergente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m do    conhecimento b&aacute;sico sobre a EI ser deficiente, a compreens&atilde;o de    suas implica&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m &eacute; prec&aacute;ria. Noventa    por cento dos pais brasileiros n&atilde;o conseguiram definir o que era, apesar    de j&aacute; terem ouvido a express&atilde;o e saberem que era algo perigoso    para a crian&ccedil;a. Al&eacute;m disto, sessenta por cento entendiam que a    doen&ccedil;a card&iacute;aca era motivo de maior suscetibilidade a esta.<sup>21</sup>    O mesmo foi obtido no estudo italiano: 72% dos pais n&atilde;o podiam definir    endocardite, sendo que 44% entendiam que era um risco para a crian&ccedil;a.<sup>8</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os pais tinham    conhecimento deficiente sobre a profilaxia antibi&oacute;tica da EI, exceto    no estudo realizado na Su&eacute;cia.<sup>24</sup> A pesquisa australiana, por    sua vez, reporta que 100% dos pais tinham recebido informa&ccedil;&otilde;es    sobre endocardite infecciosa. No entanto, ao serem indagados, percebia-se que    somente 20% tinha de fato compreendido a informa&ccedil;&atilde;o<sup>6</sup>,    tal como reportado em outros estudos.<sup>6,18,23</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo brasileiro    mostra um conhecimento dos pais bastante elevado (72,1%), no entanto apenas    41,3% sabiam da import&acirc;ncia de uma boa sa&uacute;de bucal como medida    preventiva de EI.<sup>21</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O conhecimento    dos pais sobre a profilaxia antibi&oacute;tica da EI variou desde cifras muito    baixas<sup>11</sup>, a outras mais significativas.<sup>7,9</sup> No entanto    sabemos que este conhecimento n&atilde;o &eacute; dominado por todos.<sup>23</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escolaridade    dos pais tamb&eacute;m demonstrou influir. Assim, a uma maior escolaridade corresponde    maior n&iacute;vel de informa&ccedil;&atilde;o, o que, ali&aacute;s, &eacute;    esperado.<sup>7,9</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Acerca dos cuidados    em crise de cianose e na administra&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos, no    que se refere &agrave; esta categoria, o tema foi apenas citado em estudos realizados    no Reino Unido<sup>14</sup> e Formosa.<sup>12</sup> Na pesquisa brit&acirc;nica<sup>14</sup>,    que tinha como foco comparar padr&otilde;es, dificuldades e como os pais se    adaptavam &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es decorrentes da cardiopatia, foi    constatado que a cianose n&atilde;o influenciava nas dificuldades alimentares    da crian&ccedil;a. A pesquisa realizada em Formosa<sup>12</sup> apenas cita    que o tema era abordado no treinamento e orienta&ccedil;&atilde;o &agrave;s    m&atilde;es durante a interna&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O mesmo ocorreu    na categoria cuidados na administra&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos, apenas    citado nos estudos realizados em Formosa<sup>12</sup> e na It&aacute;lia.<sup>8</sup>    No primeiro a administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos era um dos focos de    orienta&ccedil;&atilde;o e treinamento das m&atilde;es, durante o programa de    alta criado pelas pesquisadoras. No entanto, n&atilde;o era descrito como este    era aplicado. Tampouco o estudo italiano<sup>8</sup> trazia estas informa&ccedil;&otilde;es.    Neste, apenas 34,7% dos 148 pais foram capazes de informar as indica&ccedil;&otilde;es,    rea&ccedil;&otilde;es adversas e poss&iacute;veis intera&ccedil;&otilde;es dos    f&aacute;rmacos usados por seus filhos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto &agrave;    metodologia escolhida, o mapeamento sistem&aacute;tico, foi &uacute;til para    obter um levantamento da produ&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de informa&ccedil;&atilde;o    e suporte a pais de crian&ccedil;as portadoras de cardiopatia cong&ecirc;nita    acerca da afec&ccedil;&atilde;o de seus filhos. Foi poss&iacute;vel identificar    &aacute;reas que recebem mais aten&ccedil;&atilde;o dos pesquisadores, bem como    as que s&atilde;o quase ignoradas. O mapeamento sistem&aacute;tico permite direcionar    recursos de pesquisas para temas que est&atilde;o mais carentes de evid&ecirc;ncias.<sup>4,5</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No que diz respeito    aos temas que formaram as categorias, percebeu-se que h&aacute; &aacute;reas    melhor estudadas e outras praticamente ignoradas, tais como os cuidados em crise    de cianose e na administra&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos. Este fato chama    a aten&ccedil;&atilde;o, uma vez que as sete &aacute;reas listadas foram arroladas    devido &agrave; import&acirc;ncia que tem para o cuidado abrangente &agrave;    situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da crian&ccedil;a. Informar os pais ou    respons&aacute;veis pela crian&ccedil;a s&atilde;o atribui&ccedil;&otilde;es    de todos os profissionais de sa&uacute;de, e tamb&eacute;m dos de enfermagem    por serem os gerenciadores do cuidado. Um resultado deste tipo, no qual dois    t&oacute;picos fundamentais recebem t&atilde;o pouca aten&ccedil;&atilde;o,    d&aacute; margem a especular acerca das causas. Dois estudos podem ajudar nesta    an&aacute;lise. Um, realizado na Austr&aacute;lia<sup>25</sup>, reporta que    enfermeiros n&atilde;o se sentiam informados o suficiente para capacitar pacientes    e familiares no uso da varfarina. O outro, estudo brasileiro<sup>26</sup>, consistiu    na avalia&ccedil;&atilde;o da orienta&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-alta de pacientes    em uso de anticoagulantes e constatou que estes tinham d&uacute;vidas quanto    &agrave; doen&ccedil;a, dieta e cuidados com o uso do f&aacute;rmaco, resultado    que apontava a necessidade de re-organiza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o.    Chama a aten&ccedil;&atilde;o que a pesquisa foi realizada em servi&ccedil;o    que atingiu um padr&atilde;o de qualidade not&oacute;rio no cuidado e acompanhamento    de pacientes em uso de terapia anticoagulante, o Hospital das Cl&iacute;nicas    de Botucatu. Mesmo assim, segundo os pr&oacute;prios autores, percebia-se que    tais pacientes, no caso adultos, tinham dificuldades. Este racioc&iacute;nio    tamb&eacute;m &eacute; v&aacute;lido para o cuidado a crian&ccedil;as.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por outro lado,    as outras categorias foram abordadas com maior freq&uuml;&ecirc;ncia. No entanto,    isto n&atilde;o garante que todos os pontos importantes para uma assist&ecirc;ncia    de boa qualidade tenham sido estudados. O modo de organiza&ccedil;&atilde;o    dos sistemas de sa&uacute;de, por exemplo, que varia entre os pa&iacute;ses,    e nestes nas diferentes regi&otilde;es e cidades, tamb&eacute;m gera diferentes    necessidades de cuidados que precisam ser, cada uma, abordada e pesquisada.    Este racioc&iacute;nio tamb&eacute;m precisa ser feito levando em conta a inser&ccedil;&atilde;o    social, cultural, econ&ocirc;mica do sujeito que est&aacute; sendo cuidado.    A interela&ccedil;&atilde;o destes determinantes d&aacute; margem a n&uacute;mero    quase inesgot&aacute;vel de situa&ccedil;&otilde;es que merecem estudo. Vista    a situa&ccedil;&atilde;o sob este prisma percebe-se que o n&uacute;mero de trabalhos,    como um todo, &eacute; inferior ao que se esperaria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro ponto que    merece aten&ccedil;&atilde;o nesta an&aacute;lise &eacute; que se obteve artigos    de todos os continentes, exceto &Aacute;frica. Deve-se tomar o cuidado de lembrar    que estas pesquisas n&atilde;o s&atilde;o representativas dos respectivos continentes,    nem mesmo dos pa&iacute;ses em que foram realizadas, tendo em vista a pluralidade    do modo de organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, como    j&aacute; foi abordado. Mesmo assim, &eacute; promissor ter sido constatado    que existe pelo menos um servi&ccedil;o em cada continente no qual se conduziu    um trabalho acerca da crian&ccedil;a com cardiopatia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disto,    no que diz respeito &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, outro    ponto chama a aten&ccedil;&atilde;o: tanto pa&iacute;ses com melhores indicadores    de desenvolvimento tem dificuldades no adequado atendimento de sa&uacute;de    a crian&ccedil;as com cardiopatias, quanto os em desenvolvimento. No entanto,    h&aacute; uma exce&ccedil;&atilde;o: pesquisa conduzida na Su&eacute;cia <sup>24</sup>    permitiu constatar que um dos problemas de sa&uacute;de consiste no tempo do    atendimento e nas orienta&ccedil;&otilde;es recebidas, considerados insuficientes    pelos pais. Como se v&ecirc;, um problema de gravidade bem menor quando comparado    ao da pesquisa brasileira<sup>21</sup> segundo a qual 28,8% das crian&ccedil;as    nunca haviam ido ao dentista, e 49,9% s&oacute; recebiam tal atendimento quando    sentiam dor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No que diz respeito    a cada uma das categorias obteve-se:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto &agrave;    categoria conhecimento dos pais &eacute; preciso levar em conta que "conhecer"    a patologia card&iacute;aca situa&ccedil;&atilde;o significa ter e organizar    uma s&eacute;rie de informa&ccedil;&otilde;es a fim de prestar cuidado adequado    &agrave; crian&ccedil;a. Infelizmente algumas malforma&ccedil;&otilde;es card&iacute;acas    s&atilde;o bastante complexas, o que dificulta aos pais apropriarem-se deste    conhecimento e de suas implica&ccedil;&otilde;es. Esta categoria foi analisada    a partir de oito artigos, provenientes da Austr&aacute;lia<sup>6</sup>, Hong    Kong<sup>7</sup>, It&aacute;lia<sup>8</sup>, Espanha<sup>9</sup>, Canad&aacute;<sup>10</sup>,    Ar&aacute;bia Saudita<sup>11</sup>, Formosa<sup>12</sup> e Reino Unido.<sup>13</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A informa&ccedil;&atilde;o    mais b&aacute;sica consiste no nome da patologia propriamente dita que era conhecida    por 100% dos pais no estudo australiano<sup>6</sup> e 59% no de Hong Kong.<sup>7</sup>    Esperava-se que a totalidade dos pais ou respons&aacute;veis tivessem esta informa&ccedil;&atilde;o,    o que significa que os servi&ccedil;os n&atilde;o est&atilde;o dando conta desta    necessidade. As poss&iacute;veis causas desta falta de informa&ccedil;&atilde;o    n&atilde;o s&atilde;o mencionadas e precisam ser investigadas e sanadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros conhecimentos    sobre a cardiopatia tamb&eacute;m s&atilde;o irregulares e parciais, mesmo em    pa&iacute;ses desenvolvidos, o que pode indicar que os servi&ccedil;os de sa&uacute;de    precisam dar aten&ccedil;&atilde;o a este ponto e que pesquisas precisam ser    realizadas a fim de detectar os fatores determinantes desta situa&ccedil;&atilde;o.    N&atilde;o se pode esquecer que metodologias adequadas para ensinar pais e as    pr&oacute;prias crian&ccedil;as precisam ser desenvolvidas e analisadas. Tais    metodologias precisam ser desenvolvidas de modo a levar em conta especificidades    de adultos e crian&ccedil;as, tais como, por exemplo, inser&ccedil;&atilde;o    social e cultural, bem como adequa&ccedil;&atilde;o &agrave; faixa et&aacute;ria,    no caso de crian&ccedil;as.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Promo&ccedil;&atilde;o    da atividade f&iacute;sica</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As informa&ccedil;&otilde;es    referentes a esta categoria foram obtidas de tr&ecirc;s estudos, um australiano<sup>6</sup>,    um realizado em Hong Kong<sup>7</sup> e um italiano.<sup>8</sup> De acordo com    o segundo<sup>7</sup> os pais v&atilde;o aprendendo por experi&ecirc;ncia, mais    que por um plano de orienta&ccedil;&atilde;o intencional. Esta an&aacute;lise    &eacute; refor&ccedil;ada pelo desconhecimento dos pais sobre a import&acirc;ncia    de atividade f&iacute;sica e de que a crian&ccedil;a precisa de avalia&ccedil;&atilde;o    especializada antes de ser liberada para faz&ecirc;-la.<sup>7,8</sup> Assim,    n&atilde;o causa admira&ccedil;&atilde;o saber que os pais n&atilde;o se preocupavam    com a atividade f&iacute;sica de seus filhos<sup>6</sup>, pois o panorama geral    &eacute; de desconhecimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Adequa&ccedil;&atilde;o    da alimenta&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cinco pesquisas,    realizadas em Formosa<sup>12</sup>, Reino Unido<sup>14</sup>, Estados Unidos<sup>15</sup>,    Canad&aacute;<sup>16</sup> e Austr&aacute;lia<sup>18</sup> originaram esta categoria    e compreendem o aleitamento materno e alimenta&ccedil;&atilde;o posterior.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pesquisa que n&atilde;o    fez parte do corpus deste estudo<sup>17</sup>, por estar fora do recorte temporal,    j&aacute; tinha reportado orienta&ccedil;&atilde;o inadequada de profissionais    de sa&uacute;de ao contraindicarem o aleitamento natural, sob a alega&ccedil;&atilde;o    de que a crian&ccedil;a ficaria excessivamente cansada e teria maior gasto energ&eacute;tico.    Sem d&uacute;vida cada situa&ccedil;&atilde;o precisa ser analisada individualmente,    mas o aleitamento natural n&atilde;o pode ser descartado a priori. Este fato    demonstra a necessidade do uso de evid&ecirc;ncias, mais do que cren&ccedil;as    como suporte das a&ccedil;&otilde;es de cuidado. Infelizmente nossa pr&aacute;tica    cl&iacute;nica atual demonstra que este fato ocorre ainda nos dias atuais, necessitando    de modifica&ccedil;&atilde;o urgente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disto,    ficou documentado<sup>18,19</sup> o estado de cansa&ccedil;o e at&eacute; exaust&atilde;o    dos pais devido ao processo de alimentar seus filhos. Enfim, os trabalhos apresentam    o esfor&ccedil;o parental, especialmente materno, na promo&ccedil;&atilde;o    da alimenta&ccedil;&atilde;o e bem estar das crian&ccedil;as, mas com resultados    aqu&eacute;m do necess&aacute;rio<sup>14</sup>, situa&ccedil;&atilde;o que exige    n&atilde;o s&oacute; reorienta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de sa&uacute;de,    como a colabora&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o de pap&eacute;is    dos servi&ccedil;os sociais e de apoio &agrave;s fam&iacute;lias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por outro lado,    apenas uma pesquisou focalizou a capacita&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o    da autoconfian&ccedil;a materna.<sup>12</sup> Esta experi&ecirc;ncia merece    ser considerada como inspira&ccedil;&atilde;o, com as devidas adapta&ccedil;&otilde;es    sociais, econ&ocirc;micas e culturais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros trabalhos    trazem recomenda&ccedil;&otilde;es de que a situa&ccedil;&atilde;o de alimenta&ccedil;&atilde;o    da crian&ccedil;a portadora de cardiopata seja olhada com aten&ccedil;&atilde;o    pelo profissional<sup>12,14-16</sup>, mas n&atilde;o a avalia&ccedil;&atilde;o    de um protocolo ou rotina de cuidado estruturado para este problema.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Import&acirc;ncia    da sa&uacute;de bucal</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Abordaram este    assunto cinco trabalhos: um sueco<sup>24</sup>, dois brit&acirc;nicos<sup>20,22</sup>,    um brasileiro<sup>21</sup> e um italiano.<sup>8</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Constata-se que    a crian&ccedil;a portadora de cardiopatia nunca, ou quase nunca escova os dentes,    a&ccedil;&atilde;o que deve ser imperativa no cuidado di&aacute;rio.<sup>20,21</sup>    Al&eacute;m disto, tal ocorre tanto em pa&iacute;s emergente, como o Brasil<sup>21</sup>,    quanto desenvolvido como o Reino Unido.<sup>20</sup> Esses problemas poderiam    facilmente ser solucionados ou minimizados, caso os servi&ccedil;os de sa&uacute;de    estivessem atentos e bem organizados, uma vez que na maior parte das vezes se    trata da promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bito de higiene bucal.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos demonstram    que a sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a portadora de cardiopatia &eacute;    sempre pior que a de crian&ccedil;as sadias que os servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos    n&atilde;o est&atilde;o alcan&ccedil;ando tais crian&ccedil;as, o que &eacute;    inadmiss&iacute;vel.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Preven&ccedil;&atilde;o    da Endocardite Infecciosa</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O tema foi abordado    em onze trabalhos, sendo dois produzidos no Reino Unido<sup>20,22</sup> e um    em cada um dos seguintes: Alemanha<sup>23</sup>, Ar&aacute;bia Saudita<sup>11</sup>,    Austr&aacute;lia<sup>6</sup>, Brasil<sup>21</sup>, Canad&aacute;<sup>10</sup>,    Espanha<sup>9</sup>, Hong Kong<sup>7</sup>, It&aacute;lia<sup>8</sup> e Su&eacute;cia.<sup>24</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; importante    considerar que, tal como o conhecimento acerca do que &eacute; a cardiopatia    propriamente dita, a EI tamb&eacute;m &eacute; um tema desafiante, tanto para    os pais quanto para os profissionais de sa&uacute;de, por ser amplo e compreender    in&uacute;meros detalhes. Para os profissionais de sa&uacute;de &eacute; desafio    tamb&eacute;m, uma vez que necessitam organizar um relativamente largo corpo    de informa&ccedil;&otilde;es de modo que sejam efetivamente apreendidas por    pais das mais diversas forma&ccedil;&otilde;es em termos sociais, culturais    e econ&ocirc;micos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; elevado    o n&uacute;mero de pais que n&atilde;o conseguem expressar no que consiste a    EI, tanto em pa&iacute;ses desenvolvidos, como Canad&aacute;<sup>10</sup> e    Espanha<sup>9</sup>, quanto em desenvolvimento, caso do Brasil.<sup>21</sup>    A &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o foi reportada na Su&eacute;cia.<sup>24</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, n&atilde;o    causa admira&ccedil;&atilde;o que a compreens&atilde;o das implica&ccedil;&otilde;es    tamb&eacute;m seja prec&aacute;ria, como demonstraram os estudos brasileiro<sup>21</sup>    e italiano.<sup>8</sup> Estes dados s&atilde;o preocupantes para n&oacute;s,    profissionais de sa&uacute;de, pois, apesar dos pais entenderem que a EI era    perigosa para seus filhos, tinham compreens&atilde;o limitada a respeito de    como evit&aacute;-la. O estudo brasileiro<sup>21</sup>, no qual s&oacute; 41,3%    dos pais sabiam da import&acirc;ncia da sa&uacute;de bucal na preven&ccedil;&atilde;o    da EI, demonstra um paradoxo, pois manter a higiene bucal &eacute; relativamente    f&aacute;cil no comportamento cotidiano, especialmente quando se leva em conta    o risco que est&aacute; sendo evitado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tamb&eacute;m &eacute;    uma preocupa&ccedil;&atilde;o para os profissionais de sa&uacute;de o desconhecimento    dos pais acerca da profilaxia com antibi&oacute;ticos.<sup>7,9,11,23</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale a pena refletirmos    sobre as implica&ccedil;&otilde;es do estudo australiano<sup>6</sup> no qual    se reportava que a totalidade dos pais tinham recebido informa&ccedil;&otilde;es    sobre EI. No entanto, 34% n&atilde;o conseguiam explicar de modo l&oacute;gico    no que consistia a profilaxia da EI. Da mesma forma, estudo realizado no Reino    Unido<sup>22</sup>, mostrava que apesar da orienta&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica,    37% dos 38 pais questionados, n&atilde;o entendiam haver rela&ccedil;&atilde;o    entre a sa&uacute;de bucal e o risco de endocardite. Portanto, o desafio dos    profissionais consiste em criar e testar programas de capacita&ccedil;&atilde;o    de pais que realmente os tornem competentes em termos de conhecimento e a&ccedil;&atilde;o.    Logicamente os servi&ccedil;os tamb&eacute;m precisam estar preparados para    dar o suporte necess&aacute;rio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disto,    vale ressaltar que, se na preven&ccedil;&atilde;o da EI os pais n&atilde;o conseguem    reproduzir conhecimentos, &eacute; l&oacute;gico supor que isto aconte&ccedil;a    tamb&eacute;m nas outras necessidades, nas quais as informa&ccedil;&otilde;es    n&atilde;o s&atilde;o sequer transmitidas (ou pelo menos, nada &eacute; informado    a respeito disto).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    dos trabalhos aponta para o d&eacute;ficit de conhecimento dos pais independente    da posi&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do pa&iacute;s de origem do estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A crian&ccedil;a    portadora de cardiopatia cong&ecirc;nita pode necessitar de cuidados bem espec&iacute;ficos,    uma vez que apresenta caracter&iacute;sticas fisiol&oacute;gicas pr&oacute;prias    da m&aacute; forma&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca. &Eacute; inadmiss&iacute;vel    a re-introdu&ccedil;&atilde;o desta crian&ccedil;a na fam&iacute;lia ap&oacute;s    o diagn&oacute;stico, ou, at&eacute; mesmo, ap&oacute;s a corre&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica, sem oferecer aos pais uma extensa orienta&ccedil;&atilde;o,    assim como uma rede de apoio que garanta suporte para o cuidado. Al&eacute;m    disso, &eacute; necess&aacute;rio que se fomente os programas e protocolos de    cuidados, assim como as orienta&ccedil;&otilde;es dadas em n&iacute;vel ambulatorial,    a fim de suprir as evidentes lacunas no conhecimento dos pais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O papel da pesquisa    &eacute; evidente, cabendo-lhe validar programas e protocolos mais adequados    ao cuidado da crian&ccedil;a, lembrando que devem ser levadas em conta condi&ccedil;&otilde;es,    pr&aacute;ticas e valores da fam&iacute;lia. O papel do sistema de sa&uacute;de,    no fornecimento das condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para que a fam&iacute;lia    obtenha o suporte indispens&aacute;vel tamb&eacute;m n&atilde;o pode ser esquecido.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. American Heart    Association (AHA) Congenital Heart Defects in Children Fact Sheet. &#91;home    page na internet&#93;. Online resource. &#91;acesso em 2 jul 2009&#93;. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.americanheart.org/presenter.jhtml?identifier=12012" target="_blank">http://www.americanheart.org/presenter.jhtml?identifier=12012</a>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461803&pid=S0104-1282200900010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. American Heart    Association (AHA) Diseases, conditions and treatments. &#91;home page na internet&#93;.    Online resource. &#91;acesso em 2 jul 2009&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.americanheart.org/presenter.jhtml?identifier=3028667" target="_blank">http://www.americanheart.org/presenter.jhtml?identifier=3028667</a>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461804&pid=S0104-1282200900010001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Wong DL. A crian&ccedil;a    com disfun&ccedil;&atilde;o cardiovascular. In: Whaley & Wong Enfermagem    Pedi&aacute;trica: elementos essenciais &agrave; interven&ccedil;&atilde;o efetiva.    5ºed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1999. P.784-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461805&pid=S0104-1282200900010001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Social Care    Institute for Excellence (SCIE) SCIE systematic maps: What is a systematic map?    &#91;home page na internet&#93;. Online resource. &#91;acesso em 5 fev 2009&#93;.    Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scie.org.uk/publications/map/index.asp" target="_blank">http://www.scie.org.uk/publications/map/index.asp</a>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461806&pid=S0104-1282200900010001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. British Educational    Research Association (BERA) Analysing Primary Studies in Systematic Research    Synthesis: Data extraction for systematic maps &#91;home page na internet&#93;.    Online resource. &#91;acesso em 5 fev 2009&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.bera.ac.uk/analysing-primary-studies-in-systematic-research-synthesis/analysing-primary-studies-in-systematic-research-synthesis-data-extraction-for-systematic-maps/" target="_blank">http://www.bera.ac.uk/analysing-primary-studies-in-systematic-research-synthesis/analysing-primary-studies-in-systematic-research-synthesis-data-extraction-for-systematic-maps/</a>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461807&pid=S0104-1282200900010001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Lok SW, Menahem    S. Parental perception of small ventricular septal defects in childhood. J Paediatr    Child Health. 2004;40(4):180-3.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461808&pid=S0104-1282200900010001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Cheuk DK, Wong    SM, Choi YP, Chau AK, Cheung YF. Parents' undertanding of their child's congenital    heart disease. Heart. 2004;90(4):435-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461809&pid=S0104-1282200900010001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Chessa M, de    Rosa G, Pardeo M, Negura DG, Butera G, Giamberti A, et al. What do parents know    about the malformations afflicting the hearts of their children? Cardiol Young.    2005;15(2):125-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461810&pid=S0104-1282200900010001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Moreno MRP,    Fernandez PD, Molina JMC, L&oacute;pez MAH, Calder&oacute;n MS, Rodr&iacute;guez    del Rey MMRV, et al. Prophylaxis of bacterial endocarditis in children with    congenital heart disease: current status of parents' knowledge. An Esp Pediatr.    1997;47(4):389-91.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461811&pid=S0104-1282200900010001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Bulat DC, Kantoch    MJ. How much do parents know about their children's heart condition and prophylaxis    against endocarditis? Can J Cardiol. 2003; 9(5):501-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461812&pid=S0104-1282200900010001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Al-Jarallah    AS, Lardhi AA, Hassan AA. Endocardits prophylaxis in children with congenital    heart disease. A parent's awareness. Saudi Med J. 2004;25(2):182-5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461813&pid=S0104-1282200900010001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Yang HL, Chen    YC, Mao HC, Gau BS, Wang JK. Effect of a systematic discharge nursing plan on    mothers' knowledge and confidence in caring for infants with congenital heart    disease at home. J Formos Med Assoc. 2004;103(1):47-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461814&pid=S0104-1282200900010001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Wray J, Maynard    L. The needs of families of children with heart disease. J Dev Behav Pediatr.    2006;27(1):11-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461815&pid=S0104-1282200900010001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Clemente C,    Barnes J, Shinebourne E, Stein A. Are infant behavioural feeding difficulties    associated with congenital heart disease? Child Care Health Dev. 2001; 27(1):47-59.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461816&pid=S0104-1282200900010001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Barbas KH,    Kelleher DK. Breastfeeding success among infants with congenital heart disease.    Pediatr Nurs. 2004;30(4):258-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461817&pid=S0104-1282200900010001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Lambert JM,    Watters NE. Breastfeeding the infant/child with a cardiac defect: an informal    survey. J Hum Lact. 1998;14(3):205-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461818&pid=S0104-1282200900010001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Marino BL,    O'Brien P, LoRe H. Oxigen saturations durin breast and bottle feedings in infants    with congenital heart disease. J Ped Nursing. 1995;19:175-79.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461819&pid=S0104-1282200900010001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Imms C. Impact    on parents of feeding young children with congenital or acquired cardiac disease.    Cardiol Young. 2000;10(6):547-81.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461820&pid=S0104-1282200900010001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Pye S, Green    A. Parent education after newborn congenital heart surery. Adv Neonatal Care.    2003;3(3):147-56.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461821&pid=S0104-1282200900010001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Saunders CP,    Roberts GJ. 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Knirsch W,    Hassberg D, Beyer A, Teufel T, Pees C, Uhlemann F, et al. Knowledge, compliance    and practice of antibiotic endocarditis prophylaxis of patients with congenital    heart disease. Pediatr Cardiol. 2003;24(4):344-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461825&pid=S0104-1282200900010001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Grahn K, Wikstrom    S, Nyman L, Rydberg A, Stecksen-Blicks C. Attitudes about dental care among    parents whose children suffer from severe congenital heart disease: a case control    study. Int J Paediatr Dent. 2006;16(4):231-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461826&pid=S0104-1282200900010001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Newall F, Johnston    L, Monagle P. A survey of pediatric cardiology nurses' understanding of warfarin    therapy. Pediatric Cardiology 2006; 27(2): 204-8.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461827&pid=S0104-1282200900010001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Barbosa MSS,    Maffei FHA, Marin MJS. Avalia&ccedil;&atilde;o das orienta&ccedil;&otilde;es    p&oacute;s alta de pacientes em uso de anticoagulante oral. 2007;10(113):471-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2461828&pid=S0104-1282200900010001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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