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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[A significant improvement in neonatal intensive care has caused a reduction in mortality in babies at risk and therefore an increase in its morbidity, which stressed the importance of assessing the development of these children. This review was designed to identify the main instruments indicated to assess the development of preterm infants. The databases used were Medline, Lilacs, SciELO, manuals, tools and books in the field of Pediatrics for presenting details on the instruments and not set time limit, because the research objective was to identify the instruments from ancient to most published recently. We identified 11 instruments for assessing development published from 1947 to 1994. Knowledge of these scales and tests can help health professionals and researchers working on the development of premature children, since they constitute an additional tool in the evaluation process. The choice of instrument of assessment should be conducted in accordance with the needs of each child. Can be used for screening, diagnosis, treatment planning and monitoring.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>PESQUISA    ORIGINAL</b> ORIGINAL RESEARCH</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Instrumentos    de avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento infantil de rec&eacute;m-nascidos    prematuros</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Instruments    of evaluation of child development of premature newborns</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Na&iacute;me    Diane Sauaia Holanda Silva<sup>I</sup>; Fernando Lamy Filho<sup>II</sup>; M&ocirc;nica    Elinor Alves Gama<sup>III</sup>; Zeni de Carvalho Lamy<sup>IV</sup>; Andr&eacute;    do Lago Pinheiro<sup>V</sup>; Diego do Nascimento Silva<sup>VI</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Mestra,    Programa de P&oacute;s - gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Materno-Infantil,    Universidade Federal do Maranh&atilde;o - UFMA , S&atilde;o Lu&iacute;s - MA.    Professora, Centro Universit&aacute;rio do Maranh&atilde;o (UNICEUMA), S&atilde;o    Lu&iacute;s - MA    <br>   <sup>II</sup>Doutor, Instituto Fernandes Figueira, Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo    Cruz (Fiocruz), Rio de Janeiro, RJ. M&eacute;dico Neonatologista pesquisador.    Professor, Programa de P&oacute;s - gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de    Materno-Infantil, Universidade Federal do Maranh&atilde;o - UFMA , S&atilde;o    Lu&iacute;s - MA    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Doutora, M&eacute;dica Pediatra pesquisadora. Professora, Programa    de P&oacute;s - gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Materno-Infantil, Universidade    Federal do Maranh&atilde;o - UFMA , S&atilde;o Lu&iacute;s - MA    <br>   <sup>IV</sup>Doutora, M&eacute;dica Neonatologista pesquisadora. Professora,    Programa de P&oacute;s - gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Materno-Infantil,    Universidade Federal do Maranh&atilde;o - UFMA, S&atilde;o Lu&iacute;s - MA    <br>   <sup>V</sup>Bolsista Volunt&aacute;rio de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica    CNPq/UFMA. Acad&ecirc;mico de Medicina pela Universidade Federal do Maranh&atilde;o    - UFMA, S&atilde;o Lu&iacute;s - MA    <br>   <sup>VI</sup>Bolsista de Extens&atilde;o pela Pr&oacute;-Reitoria de Extens&atilde;o    da Universidade Federal do Maranh&atilde;o - PROEX/UFMA. Acad&ecirc;mico de    Medicina pela Universidade Federal do Maranh&atilde;o - UFMA, S&atilde;o Lu&iacute;s    - MA</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia    para</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A melhoria significativa    dos cuidados intensivos neonatais causou uma redu&ccedil;&atilde;o na mortalidade    em nec&eacute;m-nascidos de risco e, portanto, um aumento de sua morbidade,    o que real&ccedil;ou a import&acirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento    dessas crian&ccedil;as. Esta revis&atilde;o de literatura foi desenhada para    identificar os principais instrumentos indicados para avaliar o desenvolvimento    dos pr&eacute;-termos. As bases de dados utilizadas foram Medline, Lilacs, Scielo,    manuais dos instrumentos e livros na &aacute;rea de Pediatria por apresentarem    maiores detalhes sobre os instrumentos e n&atilde;o estabelecer limite de tempo,    pois o objetivo da pesquisa foi identificar desde os instrumentos mais antigos    at&eacute; os publicados recentemente. Foram identificados 11 instrumentos de    avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento publicados desde 1947 a. O conhecimento    dessas escalas e dos testes pode ajudar aos profissionais de sa&uacute;de e    pesquisadores que trabalham com o desenvolvimento de crian&ccedil;as prematuras,    pois constituem uma ferramenta adicional durante o processo de avalia&ccedil;&atilde;o.    A escolha do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o deve ser realizada em acordo    com as necessidades de cada crian&ccedil;a. Podendo ser utilizados para a triagem,    diagn&oacute;stico, planejamento e acompanhamento do tratamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    prematuridade; desenvolvimento infantil; avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento    infantil.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A significant improvement    in neonatal intensive care has caused a reduction in mortality in babies at    risk and therefore an increase in its morbidity, which stressed the importance    of assessing the development of these children. This review was designed to    identify the main instruments indicated to assess the development of preterm    infants. The databases used were Medline, Lilacs, SciELO, manuals, tools and    books in the field of Pediatrics for presenting details on the instruments and    not set time limit, because the research objective was to identify the instruments    from ancient to most published recently. We identified 11 instruments for assessing    development published from 1947 to 1994. Knowledge of these scales and tests    can help health professionals and researchers working on the development of    premature children, since they constitute an additional tool in the evaluation    process. The choice of instrument of assessment should be conducted in accordance    with the needs of each child. Can be used for screening, diagnosis, treatment    planning and monitoring.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    prematurity; child development; assessment of child development.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>1 INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os avan&ccedil;os    tecnol&oacute;gicos das Unidades de Terapia Intensiva Neonatais (UTIN), incluindo    a sofistica&ccedil;&atilde;o de equipamentos, trabalho de humaniza&ccedil;&atilde;o    da equipe multidisciplinar e a inclus&atilde;o da fam&iacute;lia no cuidado    desses rec&eacute;m-nascidos (RN), tem permitido maior sobrevida dos prematuros.    Isso tem gerado preocupa&ccedil;&atilde;o em curto e longo prazos quanto ao    desenvolvimento dessas crian&ccedil;as<sup>1</sup>. Esse aumento do n&uacute;mero    de rec&eacute;m-nascidos prematuros provocou um interesse maior dos pesquisadores    em investigar o desenvolvimento neuropsicomotor dos mesmos<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O acompanhamento    do desenvolvimento neuropsicomotor do rec&eacute;m-nascido de risco, como os    prematuros, e a investiga&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica de suas condi&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas traduzem-se especificamente em uma atua&ccedil;&atilde;o preventiva    por meio da detec&ccedil;&atilde;o precoce de alguma anormalidade e apropriado    encaminhamento para tratamento espec&iacute;fico<sup>2,3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com o    que foi exposto anteriormente, percebe-se que o diagn&oacute;stico precoce continua    sendo um desafio para o profissional da sa&uacute;de, na avalia&ccedil;&atilde;o    e compreens&atilde;o precisas do significado de qualquer atraso e dos limites    da normalidade. A interven&ccedil;&atilde;o precoce no desenvolvimento motor    do RN prematuro passa a ser um importante instrumento para estimular a crian&ccedil;a    a desenvolver suas capacidades de forma plena, limitando sinais de sequelas    e invalidez<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o    do desenvolvimento motor faz parte do protocolo de seguimento de egressos das    UTIN, e in&uacute;meras ferramentas t&ecirc;m sido utilizadas para auxiliar    os profissionais da &aacute;rea a fazerem uma avalia&ccedil;&atilde;o funcional    mais precisa<sup>5</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na avalia&ccedil;&atilde;o    do desenvolvimento neuropsicomotor, deve-se destacar a import&acirc;ncia do    uso de escalas confi&aacute;veis, de comprovada sensibilidade e especificidade,    e que representem a diversidade cultural dos indiv&iacute;duos<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Existem v&aacute;rios    instrumentos padronizados que auxiliam na identifica&ccedil;&atilde;o dessas    crian&ccedil;as de risco e muitos deles s&atilde;o utilizados em estudos, para    verificar sua efic&aacute;cia ou seu valor preditivo, ou na pr&aacute;tica cl&iacute;nica    dentro dos programas de <i>follow-up</i><a name="topa"></a><a href="#back"><sup>*</sup></a>.    Esses testes e escalas de desenvolvimento facilitam e auxiliam tanto a triagem    e o diagn&oacute;stico quanto o planejamento e progress&atilde;o do tratamento,    caso alguma anormalidade seja detectada<sup>7,8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, o profissional    deve estar familiarizado com os diversos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o    existentes para, assim, selecionar o mais adequado na realiza&ccedil;&atilde;o    do seu servi&ccedil;o ou pesquisa. No Brasil, o desafio do diagn&oacute;stico    de altera&ccedil;&otilde;es motoras &eacute; agravado pela escassez de instrumentos    de avalia&ccedil;&atilde;o padronizados e validados para essa popula&ccedil;&atilde;o,    necessitando da utiliza&ccedil;&atilde;o de testes e escalas internacionais    que, na maioria dos casos, possuem manuais e protocolos publicados em l&iacute;ngua    inglesa<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desta maneira,    o objetivo &eacute; descrever sobre os principais instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o    do desenvolvimento infantil aplic&aacute;veis aos rec&eacute;m-nascidos prematuros.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    realizada nas bases de dados Medline, Lilacs, Scielo, Plataforma CAPES, PubMed    e Google Scholar utilizando-se as seguintes palavras-chave em portugu&ecirc;s    e ingl&ecirc;s: desenvolvimento neuropsicomotor <i>and</i> instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o    do desenvolvimento <i>and</i> programas de acompanhamento <i>and</i> prematuridade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram inclu&iacute;dos    artigos sobre avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento neuropsicomotor de    prematuros, publicados em ingl&ecirc;s e portugu&ecirc;s. Foram exclu&iacute;dos    artigos de interven&ccedil;&atilde;o, revis&atilde;o e trabalhos que n&atilde;o    inclu&iacute;ram rec&eacute;m-nascidos prematuros. De forma complementar, livros    das &aacute;reas de Neonatalogia e Pediatria, al&eacute;m de manuais sobre os    principais instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento da crian&ccedil;a    foram utilizados. Os manuais foram inclu&iacute;dos por apresentar maiores detalhes    sobre os instrumentos. N&atilde;o foi estabelecido limite de tempo, pois o objetivo    da pesquisa foi identificar desde os instrumentos mais antigos at&eacute; os    publicados recentemente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As informa&ccedil;&otilde;es    coletadas foram organizadas de acordo com a ordem cronol&oacute;gica de publica&ccedil;&atilde;o    dos instrumentos. Na descri&ccedil;&atilde;o de cada instrumento foram levantadas    as seguintes informa&ccedil;&otilde;es: objetivo do teste ou escala, comportamentos    ou itens avaliados, faixa et&aacute;ria espec&iacute;fica avaliada, propriedades    psicom&eacute;tricas e limita&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o    do instrumento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram identificados    na revis&atilde;o 11 instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento    neuropsicomotor indicados para avalia&ccedil;&atilde;o e acompanhamento de prematuros,    conforme <a href="/img/revistas/rbcdh/v21n1/09t01.jpg">Tabela 1</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com base no levantamento    dos principais instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o verifica-se a exist&ecirc;ncia    de 11 tipos de instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento de    crian&ccedil;as de zero a dois anos de idade. Quanto &agrave; data de publica&ccedil;&atilde;o,    o teste mais antigo foi publicado em 1947 (Teste de Gesell) e o mais recente    publicado em 1994 (Escala Motora de Alberta). A descri&ccedil;&atilde;o de cada    um dos instrumentos encontrados na pesquisa &eacute; apresentada a seguir.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.1 TESTE DE    GESELL</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Arnold Gesell e    colaboradores, na d&eacute;cada de 20, elaboraram um programa de testes com    a finalidade de avaliar o comportamento da crian&ccedil;a durante o desenvolvimento    e assim realizar o exame diagn&oacute;stico de seus desvios. O teste sofreu    modifica&ccedil;&otilde;es e atualiza&ccedil;&otilde;es, sendo conhecido atualmente    como Escala de Desenvolvimento de Gesell e Amatruda<sup>9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste de Gesell    &eacute; um teste de refer&ecirc;ncia, envolvendo a avalia&ccedil;&atilde;o    direta e a observa&ccedil;&atilde;o da qualidade e da integra&ccedil;&atilde;o    de comportamentos<sup>10</sup>. Pode ser aplicado em crian&ccedil;as de quatro    semanas at&eacute; 36 meses de idade cronol&oacute;gica. As categorias de an&aacute;lise    dessa escala referem-se &agrave;s seguintes &aacute;reas: comportamento adaptativo    (organiza&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o sens&oacute;rio-motora,    cogni&ccedil;&atilde;o); comportamento motor grosseiro e delicado (sustenta&ccedil;&atilde;o    da cabe&ccedil;a, sentar, engatinhar, andar, manipula&ccedil;&atilde;o de objetos    com as m&atilde;os); comportamento de linguagem (expressiva ou receptiva); comportamento    pessoal-social (rela&ccedil;&atilde;o com o meio-ambiente)<sup>9,11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os comportamentos    acima descritos s&atilde;o observados nas idades-chave de: quatro semanas, 16    semanas, 28 semanas, 40 semanas, 12 meses, 18 meses, 24 meses e 36 meses. O    resultado final &eacute; quantitativo e expresso como quociente de desenvolvimento    (QD), quando a crian&ccedil;a &eacute; prematura deve ser usada a idade corrigida    na avalia&ccedil;&atilde;o. Tais dados s&atilde;o comparados a uma escala elaborada    a partir dos comportamentos padr&atilde;o apresentados por crian&ccedil;as em    determinadas faixas et&aacute;rias<sup>9,12</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com Gesell    e Amatruda<sup>9</sup>, a confiabilidade e validade desse teste s&atilde;o consideradas    boas, constituindo-se em um bom instrumento diagn&oacute;stico, muito utilizado    em pesquisas e em centros de reabilita&ccedil;&atilde;o. Entretanto, o teste    apresenta algumas limita&ccedil;&otilde;es: n&atilde;o considera a movimenta&ccedil;&atilde;o    espont&acirc;nea do RN, sua qualidade de movimentos e baseia-se na teoria neuromaturacional    do desenvolvimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.2 ESCALA DE    DESENVOLVIMENTO INFANTIL DE BAYLEY (BSID)</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Originalmente publicadas    em 1933, as escalas Bayley s&atilde;o consideradas possuidoras de propriedades    psicom&eacute;tricas para avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento infantil,    sendo padronizada com refer&ecirc;ncias normativas para crian&ccedil;as pequenas<sup>13</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As Escalas de Desenvolvimento    Infantil de Bayley foram desenvolvidas por Nancy Bayley e colaboradores em 1933,    sendo uma revis&atilde;o das publica&ccedil;&otilde;es de Bayley em 1969<sup>13</sup>.    &Eacute; um meio abrangente de avaliar o atual estado de desenvolvimento de    uma crian&ccedil;a em estado particular. Representam o resultado de mais de    40 anos de pesquisa e pr&aacute;tica cl&iacute;nica com crian&ccedil;as pequenas.    O teste foi padronizado em uma amostra de 1262 crian&ccedil;as americanas com    idade de dois a 30 meses, divididas em 14 grupos, no ano de 1960. Apresenta    tr&ecirc;s vers&otilde;es: BSID I publicada em 1969; BSID II publicada em 1983    e a mais atualizada BSID III publicada em 2006<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As escalas BSID    II est&atilde;o reconhecidas entre as melhores escalas existentes na &aacute;rea    de avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento infantil, fornecendo resultados    confi&aacute;veis, v&aacute;lidos e precisos do estado de desenvolvimento da    crian&ccedil;a em teste. Sua utiliza&ccedil;&atilde;o como instrumento de pesquisa    tem recebido grande suporte da comunidade cient&iacute;fica, por&eacute;m seu    elevado custo e treino exigido para correta administra&ccedil;&atilde;o explicam    porque sua utiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; quase sempre exclusiva de especialistas    que trabalham com crian&ccedil;as pequenas<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">BSID-III corresponde    a Escala de Bayley - III e ao Teste de Triagem Bayley-III (Screeningtest). Ao    ser aplicado est&aacute; subdividido em cinco dom&iacute;nios: Cogni&ccedil;&atilde;o,    Linguagem (comunica&ccedil;&atilde;o expressiva e receptiva), Motor (grosso    e fino), Social-emocional e Componente adaptativo. Os tr&ecirc;s primeiros dom&iacute;nios    s&atilde;o observados com a crian&ccedil;a em situa&ccedil;&atilde;o de teste    e os dois &uacute;ltimos s&atilde;o observados por meio de question&aacute;rios    preenchidos pelos pais ou cuidadores<sup>16</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Escala de Bayley    - III &eacute; uma atualiza&ccedil;&atilde;o dos dados normativos da BSID-II    com amostra contempor&acirc;nea e representativa, indicado para avaliar crian&ccedil;as    de um a 42 meses de idade, apresentando melhora do conte&uacute;do dos testes,    melhora da qualidade psicom&eacute;trica e, consequentemente, maior utilidade    cl&iacute;nica. Dentre estes dom&iacute;nios est&aacute; a Escala Cognitiva    que determina como a crian&ccedil;a pensa, reage e aprende sobre o mundo ao    seu redor e est&aacute; composta de 91 itens; a Escala de Linguagem est&aacute;    subdividida em dois subtipos: Comunica&ccedil;&atilde;o Receptiva - parte que    determina como a crian&ccedil;a reorganiza sons e como a crian&ccedil;a entende,    fala e direcionam palavras, composta de 49 itens - e a Comunica&ccedil;&atilde;o    Expressiva - parte que determina como a crian&ccedil;a se comunica usando sons,    gestos e palavras, composta de 48 itens<sup>16</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Escala Motora    est&aacute; subdividida em Escala Motora Grossa e Fina. A Escala Motora Grossa    determina como a crian&ccedil;a movimenta seu corpo em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; gravidade, composta de 72 itens, e a Escala Motora Fina determina como    a crian&ccedil;a usa suas m&atilde;os e dedos para fazer algo, composta de 66    itens<sup>16</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A utiliza&ccedil;&atilde;o    dessa escala no Brasil &eacute; poss&iacute;vel, por&eacute;m, com limita&ccedil;&otilde;es,    pois ainda n&atilde;o se disp&otilde;e de valida&ccedil;&atilde;o para nossa    popula&ccedil;&atilde;o e cultura<sup>17</sup>. Outras limita&ccedil;&otilde;es    importantes s&atilde;o: a escala s&oacute; pode ser aplicada por profissionais    especializados e treinados e o examinador deve ser cauteloso na aplica&ccedil;&atilde;o    da mesma em RN pr&eacute;-termo<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.3 TESTE DENVER</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi desenvolvido    por Frankenburg e Dodds<sup>19</sup>, em 1967, com o objetivo de direcionar    o cuidado dos adultos para as crian&ccedil;as com riscos e n&atilde;o de diagnosticar    atrasos no desenvolvimento<sup>20</sup>. Seu uso foi difundido em muitos pa&iacute;ses,    sofrendo adapta&ccedil;&otilde;es, o que incitou uma revis&atilde;o e repadroniza&ccedil;&atilde;o    do teste, resultando no Teste Denver II em 1992<sup>21</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste pode ser    aplicado por v&aacute;rios profissionais da sa&uacute;de em crian&ccedil;as    de zero a seis anos, classificando-a dicotomicamente em risco ou normal. Composto    por 125 itens distribu&iacute;dos na avalia&ccedil;&atilde;o de quatro &aacute;reas    distintas do desenvolvimento neuropsicomotor: motricidade ampla, motricidade    fina-adaptativa, comportamento pessoal-social e linguagem<sup>22,23</sup>. Esses    itens s&atilde;o registrados por meio da observa&ccedil;&atilde;o direta da    crian&ccedil;a e, para alguns deles, solicita-se que a m&atilde;e informe se    o filho realiza ou n&atilde;o determinada tarefa. O teste Denver II apresenta    bons &iacute;ndices de validade e confiabilidade (0,99 interobservador e 0,9    em teste reteste) e, portanto, largamente utilizado tanto em pesquisas quanto    na pr&aacute;tica cl&iacute;nica<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste &eacute;    considerado de f&aacute;cil execu&ccedil;&atilde;o e oferece um manual para    treinamento e orienta&ccedil;&otilde;es quanto a sua utiliza&ccedil;&atilde;o.    Pode ser aplicado por v&aacute;rios profissionais da sa&uacute;de e, por isso,    &eacute; um dos testes mais utilizados na triagem de atrasos, inclusive em nosso    pa&iacute;s. <sup>.</sup>Embora o teste n&atilde;o seja validado para nossa    popula&ccedil;&atilde;o, uma adapta&ccedil;&atilde;o cultural, n&atilde;o formal,    foi realizada a fim de facilitar a sua aplica&ccedil;&atilde;o<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra vantagem    &eacute; a larga faixa et&aacute;ria que o teste atinge, possibilitando o acompanhamento    prolongado do desenvolvimento infantil. Esta nova vers&atilde;o do teste tamb&eacute;m    foi normatizada e validada cuidadosamente para a popula&ccedil;&atilde;o do    Colorado, EUA, e parece demonstrar maior sensibilidade na identifica&ccedil;&atilde;o    de atraso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira vers&atilde;o, especialmente    na &aacute;rea da linguagem<sup>23,24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma das desvantagens    ressaltadas pelos pesquisadores &eacute; que, como o teste n&atilde;o foi criado    para diagnosticar atrasos, mas para direcionar os cuidados com a crian&ccedil;a,    ele oferece resultados com pouco valor progn&oacute;stico, especialmente nos    casos em que o n&uacute;mero de respostas falhas &eacute; pequeno<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar de o teste    abranger uma larga faixa et&aacute;ria e permitir o acompanhamento longitudinal    do desenvolvimento, parece ser insuficiente para avaliar mudan&ccedil;as qualitativas    ao longo do tempo e detectar precocemente altera&ccedil;&otilde;es psicomotoras    sutis<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.4 TESTE DE    TRIAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE MILANI-COMPARETTI</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste foi desenvolvido    em 1967 pelos neurologistas italianos Milani Comparetti e Gidoni, avalia o desenvolvimento    motor com base na correla&ccedil;&atilde;o entre as aquisi&ccedil;&otilde;es    funcionais motoras da crian&ccedil;a e as estruturas reflexas. O instrumento    &eacute; indicado para crian&ccedil;as a partir do nascimento at&eacute; dois    anos de idade. A forma de pontua&ccedil;&atilde;o original sofreu modifica&ccedil;&otilde;es    feitas pelos profissionais do Instituto de Reabilita&ccedil;&atilde;o de Crian&ccedil;as    Meyer, no Centro M&eacute;dico da Universidade de Nebraska - EUA, em 1992<sup>25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O tempo para administrar    esse exame de triagem &eacute; de quatro a oito minutos. Observam-se tanto comportamentos    espont&acirc;neos (controle postural e padr&otilde;es de movimentos ativos)    quanto respostas evocadas (reflexos primitivos, rea&ccedil;&otilde;es de endireitamento    e equil&iacute;brio)<sup>25,26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A confiabilidade    interobservador mostra uma porcentagem de concord&acirc;ncia de 89 a 95% e a    do teste reteste de 82 a 100%, por&eacute;m a validade preditiva do teste Milani-Comparetti    n&atilde;o foi bem estabelecida<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A constru&ccedil;&atilde;o    do teste depende de observa&ccedil;&otilde;es objetivas al&eacute;m de declara&ccedil;&otilde;es    dos pais, o que constitui em alguns casos preju&iacute;zo quanto &agrave; fidedignidade    das informa&ccedil;&otilde;es. Tal avalia&ccedil;&atilde;o apresenta melhores    resultados quando consideradas altera&ccedil;&otilde;es motoras, havendo outras    avalia&ccedil;&otilde;es mais completas para a identifica&ccedil;&atilde;o de    altera&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas<sup>25</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As vantagens do    teste ressaltadas pelos pesquisadores &eacute; que o mesmo &eacute; considerado    pr&aacute;tico, &uacute;til, de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o, aprendizagem    e pontua&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o necessitando de local ou equipamentos    especiais<sup>25,27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.5 GR&Aacute;FICO    DO DESENVOLVIMENTO MOTOR DE ZDANSKA - BRINCKEN</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em 1969, Maria    Zdanska-Brincken e Napoleon Wolanski, publicaram na Pol&ocirc;nia artigo que    teve como objetivo avaliar o controle postural dos lactentes no primeiro ano    de vida, como subs&iacute;dio para o monitoramento do desenvolvimento da crian&ccedil;a.    Nesse trabalho os autores propuseram um gr&aacute;fico a partir de um estudo    longitudinal, de 1960 a 1964, com 212 crian&ccedil;as avaliadas de quatro semanas    de idade at&eacute; aquisi&ccedil;&atilde;o da marcha<sup>25,27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quatro <i>grids</i>    foram criados para detalhar as mudan&ccedil;as do desenvolvimento a respeito    de: movimentos da cabe&ccedil;a e do tronco, postura sentada, postura b&iacute;pede    e locomo&ccedil;&atilde;o<sup>28</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Finalmente, foi    constru&iacute;do o gr&aacute;fico do desenvolvimento motor, que tem como objetivos    principais: obter o percentual de crian&ccedil;as que adquirem certos comportamentos;    avaliar n&atilde;o s&oacute; o desenvolvimento de acordo com a idade, mas o    grau de acelera&ccedil;&atilde;o ou atraso; obter um gr&aacute;fico final da    representa&ccedil;&atilde;o total da avalia&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas    analisadas; e identificar diferen&ccedil;as entre desenvolvimento motor e f&iacute;sico<sup>28</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.6 ESCALA DE    AVALIA&Ccedil;&Atilde;O DO COMPORTAMENTO DO NEONATO (NBAS)</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o    do Comportamento do Neonato foi desenvolvida originalmente por Brazelton e colaboradores<sup>29</sup>    em 1973. &Eacute; um instrumento de an&aacute;lise do comportamento neuromotor,    desenvolvido para distinguir diferen&ccedil;as individuais entre RN sadios,    especialmente as relacionadas ao comportamento social interativo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com Tecklin<sup>25</sup>,    a NBAS &eacute; apropriada para testes em rec&eacute;m-nascidos de tr&ecirc;s    dias at&eacute; um m&ecirc;s de idade, tendo sido usada para estudar RN a termo    e prematuros pr&oacute;ximos ao termo (m&iacute;nimo de 36 semanas de gesta&ccedil;&atilde;o),    assim como aqueles de diferentes nacionalidades e etnias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O exame consiste    em avaliar, analisar e graduar 28 itens comportamentais (capacidade interativa,    comportamento motor, organiza&ccedil;&atilde;o do estado comportamental e organiza&ccedil;&atilde;o    fisiol&oacute;gica) e 18 itens de reflexos, delineando o estado comportamental    da crian&ccedil;a<sup>18,25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A NBAS &eacute;    indicada para avaliar problemas neurol&oacute;gicos, assim como um instrumento    efetivo de ensino aos pais sobre o manejo da crian&ccedil;a. Consiste em uma    t&eacute;cnica valiosa que serve para diferenciar caracter&iacute;sticas comportamentais    de rec&eacute;m-nascidos normais com prop&oacute;sitos cl&iacute;nicos e de    pesquisa. No entanto, recomenda-se seu uso em crian&ccedil;as brancas cujas    m&atilde;es tiveram um parto sem muitas complica&ccedil;&otilde;es e, quando    aplicada em pr&eacute;-termo, exigem-se crit&eacute;rios especiais e adapta&ccedil;&otilde;es<sup>18</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A principal desvantagem    do teste &eacute; a necessidade de um programa de treinamento espec&iacute;fico    para realizar o teste de forma confi&aacute;vel, isso implica custo financeiro    e disponibilidade de tempo<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.7 AVALIA&Ccedil;&Atilde;O    DOS MOVIMENTOS DA CRIAN&Ccedil;A (MAI)</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Avalia&ccedil;&atilde;o    dos Movimentos da Crian&ccedil;a &eacute; um teste muito utilizado por terapeutas    nos EUA. Criado por Chandler e outros dois fisioterapeutas pedi&aacute;tricos,    em 1980, o teste foi embasado na experi&ecirc;ncia cl&iacute;nica e na revis&atilde;o    liter&aacute;ria do desenvolvimento normal de crian&ccedil;as, destinando-se    a avaliar o desenvolvimento motor em crian&ccedil;as de at&eacute; um ano que    demonstram alto risco para dist&uacute;rbios motores, a fim de contribuir para    estabelecer as bases para interven&ccedil;&atilde;o precoce<sup>30,31</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste tamb&eacute;m    foi criado para acompanhar os efeitos da fisioterapia, bem como fornecer suporte    para pesquisa como instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o<sup>32,31</sup>. O    teste exige habilidade espec&iacute;fica do examinador e intenso manuseio da    crian&ccedil;a. O exame consiste na avalia&ccedil;&atilde;o do t&ocirc;nus,    reflexos primitivos, rea&ccedil;&otilde;es autom&aacute;ticas de endireitamento,    equil&iacute;brio e prote&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de movimentos volunt&aacute;rios,    obtidos por est&iacute;mulos visuais e auditivos ou por meio da manifesta&ccedil;&atilde;o    de marcos motores<sup>32,33</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com a orienta&ccedil;&atilde;o    de um treinamento acurado para a aplica&ccedil;&atilde;o, foi destinado a ser    utilizado por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais que atuam na &aacute;rea    pedi&aacute;trica, mas pode ser aplicado por diversos profissionais de sa&uacute;de    com experi&ecirc;ncia em desenvolvimento infantil<sup>32,33</sup>. Cada escore    question&aacute;vel constitui um ponto de risco para classificar a crian&ccedil;a    como normal ou question&aacute;vel. Estes somados oferecem, ao final, um crit&eacute;rio    de risco total; quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o evidenciada pela crian&ccedil;a,    maior o risco para o desenvolvimento<sup>33</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora os autores    do teste n&atilde;o tenham desenvolvido uma escala normativa, existem perfis    de refer&ecirc;ncia para quatro, seis, oito e doze meses de idade<sup>32</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste &eacute;    composto por 65 itens distribu&iacute;dos em quatro aspectos: t&ocirc;nus, reflexos    primitivos, rea&ccedil;&otilde;es autom&aacute;ticas, movimentos volunt&aacute;rios    eliciados. O teste n&atilde;o tem escore normativo, mas foram criados perfis    de desempenho para quatro, seis e oito meses<sup>33</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A confiabilidade    interobservador determinada pelos autores foi maior que 90%, consideramos uma    das principais vantagens do teste a sua forma de abrang&ecirc;ncia, pois &eacute;    um dos poucos testes que determina a qualidade do movimento. Tendo como principal    desvantagem o extenso tempo de aplica&ccedil;&atilde;o e manuseio com a crian&ccedil;a,    alguns itens apresentam confiabilidade question&aacute;vel, necessitando ainda    de estudos de validade para melhorar a qualidade do teste<sup>25,27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.8 AVALIA&Ccedil;&Atilde;O    NEUROL&Oacute;GICA DE REC&Eacute;M-NASCIDOS PREMATUROS E A TERMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Avalia&ccedil;&atilde;o    neurol&oacute;gica de rec&eacute;m-nascidos prematuros e a termo &eacute; uma    avalia&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica e neurocomportamental formulada e    elaborada por Dubowitz e Dubowitz<sup>34</sup>, em 1981. Consiste em um exame    sistem&aacute;tico e rapidamente administrado (10 a 15 minutos), tanto para    prematuros como para RN a termo, com a finalidade de detectar precocemente anormalidades    neurol&oacute;gicas<sup>18</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pode ser aplicado    em crian&ccedil;as de zero a 12 meses, pois os criadores n&atilde;o possuem    dados de acompanhamento por um tempo de mais de um ano. Sendo que o teste &eacute;    composto de nove itens de neurocomportamento (capacidade do RN se habituar a    est&iacute;mulos luminosos e sonoros repetidos, movimentos espont&acirc;neos    do corpo, rea&ccedil;&atilde;o defensiva, observa&ccedil;&atilde;o de movimentos    oculares anormais; orienta&ccedil;&atilde;o auditiva e visual; aten&ccedil;&atilde;o    aos est&iacute;mulos visuais e auditivos), 15 itens que avaliam o t&ocirc;nus    muscular e seis itens que verificam os reflexos primitivos e profundos<sup>34</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante a aplica&ccedil;&atilde;o    do teste tamb&eacute;m s&atilde;o acompanhadas as seis categorias do estado    comportamental<sup>35,36</sup>. Os RN s&atilde;o classificados, como proposto    por Dubowitz e Dubowitz<sup>34</sup>, em normais, lim&iacute;trofes ou anormais.    Dubowitz e Dubowitz<sup>34</sup> reavaliaram 116 beb&ecirc;s (27 a 34 semanas    de gesta&ccedil;&atilde;o) com um ano de idade e, dos 62 beb&ecirc;s avaliados    como neurologicamente normais no per&iacute;odo neonatal, somente 35% se mostraram    normais com um ano de idade e, das 39 crian&ccedil;as consideradas anormais    no per&iacute;odo neonatal, 35% eram normais com um ano. O valor preditivo positivo    foi de apenas 64% e o negativo de 92%<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.9 PEABODY    DEVELOPMENTAL MOTOR SCALE (ESCALA PDMS)</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escala PDMS foi    desenvolvida por Folio e Fewell entre 1969 e 1982, sendo revisada e atualizada    em 2000, dando origem a PDMS - segunda edi&ccedil;&atilde;o. O teste tem como    objetivos: identificar lactentes com atraso no desenvolvimento motor e suas    necessidades; avaliar o desenvolvimento motor ao longo do tempo ou em resposta    a interven&ccedil;&atilde;o, bem como identificar os objetivos motores e as    estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o<sup>37</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A PDMS apresenta    uma grande amostra de dados normativos e &eacute; padronizada para mensurar    habilidades motoras grossas e finas de crian&ccedil;as desde o nascimento at&eacute;    cinco anos de idade<sup>37</sup>. Tanto a escala motora grossa quanto a escala    motora fina podem ser administradas em 45 a 60 minutos. A escala motora grossa    cont&eacute;m 170 itens cujas tarefas s&atilde;o: reflexos, equil&iacute;brio,    atividades est&aacute;ticas e de locomo&ccedil;&atilde;o, a recep&ccedil;&atilde;o    e propuls&atilde;o de objetos. A escala motora fina cont&eacute;m 112 itens.    Sendo que as tarefas motoras finas inclu&iacute;das nesta avalia&ccedil;&atilde;o    s&atilde;o: press&atilde;o, o uso da m&atilde;o, a coordena&ccedil;&atilde;o    olho-m&atilde;o e a destreza manual. As correla&ccedil;&otilde;es de confiabilidade    teste reteste e interobservador dessa escala s&atilde;o excelentes<sup>36,38</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3.10 TIMP -    TEST OF INFANT MOTOR PERFORMANCE</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O TIMP <i>(Test    of Infant Motor Performance)</i> &eacute; um teste de fun&ccedil;&atilde;o motora    do comportamento usado por profissionais da sa&uacute;de que trabalham na interven&ccedil;&atilde;o    precoce de RN. Foi idealizado por Campbell e colaboradores em 1993, para ser    aplicado em crian&ccedil;as pr&eacute;-termo e a termo de 32 semanas p&oacute;s-concepcionais    at&eacute; a idade de quatro meses, buscando avaliar sua qualidade de movimento,    controle e alinhamento postural, equil&iacute;brio e coordena&ccedil;&atilde;o    de acordo com sua evolu&ccedil;&atilde;o e habilidades funcionais<sup>39</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A crian&ccedil;a    pode ser avaliada estando ainda na UTI neonatal, desde que apresente condi&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas est&aacute;veis, sem sinais de estresse. O teste foi projetado    inicialmente para ser realizado por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais    que atuam diretamente com a motricidade e que tenham experi&ecirc;ncia com interven&ccedil;&atilde;o    precoce em crian&ccedil;as de risco<sup>39</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A primeira vers&atilde;o    do teste, proposta por Girolami e Campbell<sup>39</sup>, era composta de 43    itens, sendo criada para um estudo sobre a efetividade do tratamento em crian&ccedil;as    prematuras de alto risco, em 1983. O instrumento foi desenvolvido a partir das    teorias de aprendizado motor que ressaltavam a import&acirc;ncia da estabilidade    e a orienta&ccedil;&atilde;o de alinhamento no espa&ccedil;o, relacionadas &agrave;    intera&ccedil;&atilde;o do ambiente e &agrave;s modifica&ccedil;&otilde;es neuromotoras    de auto-organiza&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo. A vers&atilde;o mais    atual do teste foi desenvolvida com fotos ilustrativas, para ser tamb&eacute;m    utilizado como uma ferramenta educacional para os pais em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o do RN<sup>40</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o    &eacute; composta de 27 itens, pontuados com base na observa&ccedil;&atilde;o    da atividade espont&acirc;nea da crian&ccedil;a em presente ou ausente, e mais    25 itens eliciados avaliados pelo examinador de acordo com um formato padronizado    em uma escala de cinco ou seis pontos que descrevem comportamentos espec&iacute;ficos    a serem notados, variando de menos maduro a com resposta completa. Os itens    do instrumento realizam uma avalia&ccedil;&atilde;o direcionada para o desenvolvimento    do controle de cabe&ccedil;a e controle seletivo dos membros, avaliando o repert&oacute;rio    motor caracter&iacute;stico do primeiro trimestre de vida em variadas posi&ccedil;&otilde;es    no espa&ccedil;o, com contribui&ccedil;&atilde;o de est&iacute;mulos visuais    e auditivos<sup>40,41</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O teste foi validado    a partir de uma amostra selecionada, mantendo propor&ccedil;&otilde;es adequadas    de sexo e ra&ccedil;a para atender &agrave; diversidade da popula&ccedil;&atilde;o    estadunidense. A confiabilidade e sensibilidade foram verificadas na valida&ccedil;&atilde;o    e evidenciaram excelentes resultados no terceiro m&ecirc;s. A confiabilidade    interobservador &eacute; de 0,95 e no teste reteste de 0,89. A sensibilidade    &eacute; de 0,92, por&eacute;m a especificidade &eacute; de 0,76<sup>40,41</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3. 11 ALBERTA    INFANT MOTOR SCALE (AIMS)</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A escala <i>Alberta    Infant Motor Scale</i> (AIMS) foi constru&iacute;da e validada na Universidade    de Alberta, no Canad&aacute;, especificamente no departamento de Medicina e    Reabilita&ccedil;&atilde;o por Piper e Darrah<sup>43</sup>, com o objetivo de    avaliar o desenvolvimento motor grosso de crian&ccedil;as.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <i>Alberta Infant    Motor Scale</i> (AIMS) &eacute; uma escala que se prop&otilde;e a avaliar e    monitorar o desenvolvimento motor amplo de lactentes por meio da observa&ccedil;&atilde;o    da atividade motora espont&acirc;nea, desde o nascimento at&eacute; os 18 meses    de vida ou at&eacute; a aquisi&ccedil;&atilde;o da marcha independente. Sua    amostra normativa foi constitu&iacute;da de uma coorte de 2.202 lactentes, representativos    de todas as crian&ccedil;as nascidas em Alberta, Canad&aacute;, entre mar&ccedil;o    de 1990 e junho de 1992<sup>43</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Amplamente utilizada    para documentar o desenvolvimento de aquisi&ccedil;&otilde;es motoras grossas    e identificar atraso no desenvolvimento motor dos rec&eacute;m-nascidos a termo    e pr&eacute;-termos. Sendo indicada para acompanhar o desenvolvimento de crian&ccedil;as    com suspeitas de atraso motor, bem como para avaliar a efic&aacute;cia de programas    de interven&ccedil;&atilde;o precoce<sup>43,44</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O instrumento criado    por essas duas fisioterapeutas canadenses (AIMS) &eacute; considerado uma medida    observacional do desempenho motor infantil que aborda conceitos do desenvolvimento    motor como: neuromatura&ccedil;&atilde;o, perspectiva da din&acirc;mica motora    e avalia&ccedil;&atilde;o da sequ&ecirc;ncia do desenvolvimento motor. Os padr&otilde;es    motores e as posturas s&atilde;o analisados usando-se tr&ecirc;s crit&eacute;rios:    alinhamento postural, movimentos antigravitacionais e superf&iacute;cie de contato<sup>43,45</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A AIMS &eacute;    um protocolo de avalia&ccedil;&atilde;o que tem sido muito utilizado em v&aacute;rios    estudos em nosso pa&iacute;s, por ser considerado &uacute;til, pr&aacute;tico    e de baixo custo na avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento neuropsicomotor    de lactentes prematuros nos programas de seguimento na rede p&uacute;blica brasileira<sup>46</sup>.    No entanto, faz-se necess&aacute;rio verificar suas propriedades psicom&eacute;tricas,    pois n&iacute;veis satisfat&oacute;rios de validade e confiabilidade de um instrumento    de avalia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o garantidos quando ele &eacute;    utilizado em uma popula&ccedil;&atilde;o culturalmente diferente daquela para    o qual fora desenvolvido<sup>47</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitos testes s&atilde;o    utilizados para triagem e diagn&oacute;stico de anormalidades do desenvolvimento    de prematuros, identificando-se, neste estudo, 11 testes, como sendo mais indicados    na avalia&ccedil;&atilde;o de prematuros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cada instrumento    abordado na presente pesquisa apresenta vantagens e desvantagens, sendo que    o examinador deve escolher o exame mais adequado aos seus objetivos, seja na    sua utiliza&ccedil;&atilde;o em pesquisas, triagem cl&iacute;nica ou na verifica&ccedil;&atilde;o    da efici&ecirc;ncia da interven&ccedil;&atilde;o precoce proposta.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disso,    devem estar atentos &agrave;s propriedades psicom&eacute;tricas, pois bons escores    de confiabilidade e validade s&atilde;o determinantes na efic&aacute;cia do    teste, principalmente quando aplicados em determinada faixa et&aacute;ria, j&aacute;    que alguns instrumentos s&atilde;o mais confi&aacute;veis e preditivos quando    aplicados em determinadas idades ou condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Rugolo, LMSS.    Growth and developmen-tal outcomes of the extremely preterm infant. J Pediatr.    2005; 81(1): 101-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475958&pid=S0104-1282201100010000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Formiga CKER,    Pedrassani ES, Tudella E. Desenvolvimento motor de lactentes pr&eacute;-termos    participantes de um programa de interven&ccedil;&atilde;o fisioterap&ecirc;utica    precoce. Rev. bras. Fisioter. 2004; 8(3): 239-245</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475960&pid=S0104-1282201100010000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Linhares MBM,    Carvalho AEV, Machado C, Martinez FE. Desenvolvimento de beb&ecirc;s nascidos    pr&eacute;-termo no primeiro ano de vida. Paid&eacute;ia. 2003; 13(25): 59-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475961&pid=S0104-1282201100010000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Obana AY, Oshiro    M. A terapia ocupacional em beb&ecirc;s de risco: reflexos sobre a cl&iacute;nica.    Cadernos do Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo. S&atilde;o Paulo.    jul/set 2002; 8(3): 58-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475963&pid=S0104-1282201100010000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Almeida KM,    Dutra MV, de Mello RR, Reis AB, Martins PS. Concurrent validity and reliability    of the Alberta Infant Motor Scale in premature infants. J Pediatr (Rio J). 2008;    84(5): 442-448.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475965&pid=S0104-1282201100010000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Santos DCC,    Ravanini SG. Aspectos do diagn&oacute;stico do desenvolvimento motor. In: Moura    MV, Gon&ccedil;alves VM. Neurologia do desenvolvimento da crian&ccedil;a. Rio    de Janeiro: Revinter, 2006. p. 258-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475967&pid=S0104-1282201100010000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Francisco RN,    Caon G, Bissani C, Silva CA, Sousa M, Silva L. Caracter&iacute;sticas neuropsicomotoras    de crian&ccedil;as de alto risco neurol&oacute;gico atendidas em um programa    de follow up. Pediatria Moderna. 2006; 42(2): 79-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475969&pid=S0104-1282201100010000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Mancini MC,    Teixeira S, de Ara&uacute;jo LG, Paix&atilde;o ML, Magalh&atilde;es LC, Coelho    ZAC, et al. Estudo do desenvolvimento da fun&ccedil;&atilde;o motora aos 8 e    a 2 meses de idade, em crian&ccedil;as pr&eacute;-termo e atermo. Arq. Neuropsiquiatr.    2002; 60(4): 974-980.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475971&pid=S0104-1282201100010000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Gesell, A, Amatruda    CS. Diagn&oacute;stico do desenvolvimento: avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento    neuropsicol&oacute;gico no lactente e na crian&ccedil;a pequena: o normal e    o patol&oacute;gico. 4th ed. Rio de Janeiro: Atheneu; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475973&pid=S0104-1282201100010000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Gesell, A,    Ames LB. The development of handiness. J Genet Psychol 1947; 70: 155-75</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475975&pid=S0104-1282201100010000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Ferreira AT,    Silva MMA, Silva L, Merighi LBM, Miranda AM, De-Vitto LPM, Lam&ocirc;nica DAC.    Desempenho comunicativo em trig&ecirc;meos prematuros. Rev CEFAC, S&atilde;o    Paulo. 2008; 10(1): 15-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475976&pid=S0104-1282201100010000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Hage SRV, Joaquim    RSS, Carvalho KG, Padovani CR, Guerreiro MM. Diagn&oacute;stico de crian&ccedil;as    com altera&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de linguagem por meio de escala    de desenvolvimento. Arq Neuropsiquiatr. 2004; 62(3-A): 649-653.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475978&pid=S0104-1282201100010000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Bayley N. Bayley    Scales of Infant Development. San Antonio, TX: The Psychological Corporation,    1969.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475980&pid=S0104-1282201100010000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Tecklin JS.    Fisioterapia Pedi&aacute;trica. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475982&pid=S0104-1282201100010000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Bayley, N.    Bayley Scales of Infant Development - Second Edition, Administration Manual.    San Antonio, TX: The Psychological Corporation, 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475984&pid=S0104-1282201100010000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Bayley, N.    Bayley Scales of Infant and Toddler Development - Third Edition, Administration    Manual. San Antonio, TX: The Psychological Corporation, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475986&pid=S0104-1282201100010000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Lordelo ER,    Chalhub AA, Guirra RC, Carvalho CS. Contexto e desenvolvimento cognitivo: freq&uuml;&ecirc;ncia    &agrave; creche e evolu&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento mental. Psicologia:    Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica. 2007; 20(2): 324-334.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475988&pid=S0104-1282201100010000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Sweeney JK,    Swanson MW. Crian&ccedil;as de baixo peso ao nascer: cuidados neonatais e acompanhamento.    In: Umphred DA. Reabilita&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica. 4ª ed. S&atilde;o    Paulo: Manole; 2004. p. 213-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475990&pid=S0104-1282201100010000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Frankenburg    WK, Dodds JB. The Denver Developmental Screening Test. J Pediatr. 1967; 71(2):    181-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475992&pid=S0104-1282201100010000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Rezende MA,    Beteli VC, Santos JLF. Avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades de linguagem e    pessoal-sociais pelo Teste de Denver II em institui&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o    infantil. Acta Paul Enferm. 2005; 18(1): 56-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475994&pid=S0104-1282201100010000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Frankenberg    WK, Dodds J, Archer P, Shapiro H, Bresnick B.The Denver II: a major revision    and restandardization of Denver developmental screening test. Pediatrics 1992;    89-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475996&pid=S0104-1282201100010000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Rezende MA,    Beteli VC, Santos JLF. Follow-up of the child's motor abilities in day-care    centers and pre-schools. Rev Latino-am Enfermagem. 2005 set-oct; 13(5): 619-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2475998&pid=S0104-1282201100010000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Souza SC, Leone    C, Takano AO, Moratelli HB. Desenvolvimento de pr&eacute;-escolares na educa&ccedil;&atilde;o    infantil em Cuiab&aacute;, Mato Grosso, Brasil. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica,    Rio de Janeiro. 2008 aug; 24(8): 1917-1926.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476000&pid=S0104-1282201100010000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Santos RS,    Ara&uacute;jo APQC, Porto MAS. Early diagnosis of abnormal development of preterm    newborns: assessment instruments. J Pediatr (Rio J). 2008; 84(4): 289-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476002&pid=S0104-1282201100010000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Tecklin, JS.    Fisioterapia Pedi&aacute;trica. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002, 479 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476004&pid=S0104-1282201100010000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Umphred DA.    Reabilita&ccedil;&atilde;o Neurol&oacute;gica. 4 ed. Barueri: Manole, 2004.    p.475-505.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476006&pid=S0104-1282201100010000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Effgen SK.    Fisioterapia Pedi&aacute;trica: atendendo as necessidades das crian&ccedil;as.    Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476008&pid=S0104-1282201100010000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Zdanska-Brincken    M, Wolanski N. graphic method for evaluation of motor development in infants.    Dev Med Child Neurol. 1969; 11(2): 228-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476009&pid=S0104-1282201100010000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Brazelton TB,    Nugent JK. Neonatal behavioral assessment scale. 3 ed. London: Mac Keith Press;    1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476011&pid=S0104-1282201100010000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Harris SR,    Brady DK. Infant neuromotor assessments instruments: a review. In: Sweeney JK.    The high-risk neonate: developmental therapy perspectives. 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Jul/Set 2006; 6(3): 297-308.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476015&pid=S0104-1282201100010000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Schirmer CR,    Portuguez MW, Nunes ML. Clinical assessment of language development in children    at age 3 years that were born preterm. 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Ponjaert-Kristoffersen    I, Tjus T, Nekkebroeck J, Squires J, Vert&eacute; D, Heimann M, et al. Psychological    follow-up study of 5-year-old ICSI children. Hum Reprod. 2004; 19(12): 2791-2797.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476029&pid=S0104-1282201100010000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. Campbell SK,    Girolami GL, Kolobe THA, Osten ET, Lenke MC. Test of infant motor performance.    3 ed. Chicago: &#91;s/ed&#93;; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476031&pid=S0104-1282201100010000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Campbell SK,    Kolobe TH, Osten ET, Lenke M, Girolami GL. Construct validity of infant motor    performance. Pediatr Phys Ther. 1995; 75: 585-586.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476033&pid=S0104-1282201100010000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Campbell SK.    Test-retest reliability of the test of infant motor performance. Pediatr Phys    Ther. 1999; 11: 60-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476035&pid=S0104-1282201100010000900041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Santos RS,    Ara&uacute;jo AP, Porto MA. Early diagnosis of abnormal development of preterm    newborns: assessment instruments. J Pediatr.(Rio J). 2008; 84(4): 289-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476037&pid=S0104-1282201100010000900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Piper MC, Darrah    JM. Motor Assessment of the Developing Infant. Alberta: WB Saunders, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476039&pid=S0104-1282201100010000900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">44. Piper MC, Pinnell    LE, Darrah J, Maguire T, Byrne PJ. Construction and validation of the Alberta    Infant Motor Scale (AIMS). Can J Public Health. 1992; 83(2): 546-550.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476041&pid=S0104-1282201100010000900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Bartlett DJ,    Fanning JE. Use of the Alberta Infant Motor Scale to characterize the motor    development of infants born preterm at eight months corrected age. Phys Occup    Ther Pediatr. 2003; 23(4): 31-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476043&pid=S0104-1282201100010000900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Manacero S,    Nunes ML. Evaluation of motor performance of preterm newborns during the first    months of life using the Alberta Infant Motor Scale (AIMS). J Pediatr (Rio J).    2008; 84(1): 53-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476045&pid=S0104-1282201100010000900046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">47. Vieira MEB,    Ribeiro FV, Formiga CKMR. Principais instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o    do desenvolvimento da crian&ccedil;a de zero a dois anos de idade. 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<body><![CDATA[<br>   </a>Fone: (98) 3221-2312 / (98) 9991-8224</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 26/mai./10    <br>   Modificado em: 30/ago./10    <br>   Aceito em: 10/dez./10</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i><a name="back"></a><a href="#topa">*</a>    Follow-up</i>: originado do ingl&ecirc;s <i>'follow-up'</i> s&atilde;o programas    de acompanhamento do crescimento e desenvolvimento do RN de risco originado    na d&eacute;cada de 80 por pediatras e neonatologistas</font></p>      ]]></body>
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