<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0104-1282</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Journal of Human Growth and Development]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. bras. crescimento desenvolv. hum.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0104-1282</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro de Estudos de Crescimento e Desenvolvimento do Ser Humano]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0104-12822011000100011</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos da prematuridade sobre o desenvolvimento de lactentes]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of the prematurity on the development of lactentes]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[Olga Maria Piazentin Rolim]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bolsoni-Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Alessandra Turini]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Faculdade de Ciências Departamento de Psicologia]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Bauru</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>21</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>111</fpage>
<lpage>121</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-12822011000100011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0104-12822011000100011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0104-12822011000100011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Foi avaliado o desenvolvimento de lactentes, correlacionando-o com a prematuridade. Participaram do estudo 130 lactentes que foram avaliados mensalmente no decorrer do primeiro ano de vida com o Inventário Portage Operacionalizado. Desses, 56 eram sem condição de risco identificados por ocasião do nascimento (Grupo 1) e 74 eram nascidos prematuros (Grupo 2), até 37 semanas de gestação. Os resultados obtidos apontaram que os lactentes do Grupo 2 apresentaram desempenhos significantemente inferior aos do Grupo 1 em 68% das análises conduzidas, com destaque para as áreas de desenvolvimento motor, cognição e socialização. Tais resultados são condizentes com os obtidos na literatura que apontam a prematuridade como uma das condições proximais mais prejudiciais ao desenvolvimento de lactentes.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to evaluate the behavioral aspects of infants relating them to prematurity. A total of 130 lactentes were evaluated every month during the first year of life, employing the Operational Portage Inventory . Group 1, 56 newborns with no life risk at birth and Group 2, 74 premature babies, those that was born until 37 gestation weeks. The outcomes obtained showed that the premature babies (Group 2) presented a totally different performance than Group 1 in 68% of the analyses made, especially for motor development, cognition and socialization. The outcomes are in accord to the ones obtained in the literature, which indicate prematurity as one of the most harmful proximal conditions for the development of infants.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[inventário Portage operacionalizado]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[desenvolvimento de lactentes]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[avaliação infantil]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[prematuridade]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[operational portage inventory]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[development of lactentes]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[infantile evaluation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[prematurity]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>PESQUISA    ORIGINAL</b> ORIGINAL RESEARCH</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Efeitos    da prematuridade sobre o desenvolvimento de lactentes</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Effects of the    prematurity on the development of lactentes</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Olga Maria Piazentin    Rolim Rodrigues; Alessandra Turini Bolsoni-Silva</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Departamento de    Psicologia, Faculdade de Ci&ecirc;ncias, Universidade Estadual Paulista Julio    de Mesquita Filho (UNESP), Bauru</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia    para</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi avaliado o    desenvolvimento de lactentes, correlacionando-o com a prematuridade. Participaram    do estudo 130 lactentes que foram avaliados mensalmente no decorrer do primeiro    ano de vida com o Invent&aacute;rio Portage Operacionalizado. Desses, 56 eram    sem condi&ccedil;&atilde;o de risco identificados por ocasi&atilde;o do nascimento    (Grupo 1) e 74 eram nascidos prematuros (Grupo 2), at&eacute; 37 semanas de    gesta&ccedil;&atilde;o. Os resultados obtidos apontaram que os lactentes do    Grupo 2 apresentaram desempenhos significantemente inferior aos do Grupo 1 em    68% das an&aacute;lises conduzidas, com destaque para as &aacute;reas de desenvolvimento    motor, cogni&ccedil;&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o. Tais resultados    s&atilde;o condizentes com os obtidos na literatura que apontam a prematuridade    como uma das condi&ccedil;&otilde;es proximais mais prejudiciais ao desenvolvimento    de lactentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    invent&aacute;rio Portage operacionalizado; desenvolvimento de lactentes; avalia&ccedil;&atilde;o    infantil; prematuridade.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The aim of this    study was to evaluate the behavioral aspects of infants relating them to prematurity.    A total of 130 lactentes were evaluated every month during the first year of    life, employing the Operational Portage Inventory . Group 1, 56 newborns with    no life risk at birth and Group 2, 74 premature babies, those that was born    until 37 gestation weeks. The outcomes obtained showed that the premature babies    (Group 2) presented a totally different performance than Group 1 in 68% of the    analyses made, especially for motor development, cognition and socialization.    The outcomes are in accord to the ones obtained in the literature, which indicate    prematurity as one of the most harmful proximal conditions for the development    of infants.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    operational portage inventory; development of lactentes; infantile evaluation;    prematurity.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O desenvolvimento    humano &eacute; um processo cont&iacute;nuo de aprendizagem, resultado de intera&ccedil;&otilde;es    rec&iacute;procas entre o ambiente e o indiv&iacute;duo que se modificam, implicando    reorganiza&ccedil;&otilde;es constantes deste sistema indiv&iacute;duo-ambiente<sup>1</sup>.    Nessa perspectiva, as intera&ccedil;&otilde;es indiv&iacute;duo-ambiente incluem    fatores biol&oacute;gicos, gen&eacute;ticos, sociais e culturais que agem simultaneamente    sobre o desenvolvimento. Todavia, ainda que se identifique a presen&ccedil;a    de algum fator de risco, a continuidade dos seus efeitos no processo de desenvolvimento    n&atilde;o &eacute; linear, considerando que este &eacute; resultado da intera&ccedil;&atilde;o    do indiv&iacute;duo com o ambiente e comportamentos podem emergir, modificar    e, at&eacute; mesmo, desaparecer<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns comportamentos,    se presentes no repert&oacute;rio do lactente, facilitam seu acesso a outras    possibilidades interativas dispon&iacute;veis no seu ambiente, maximizando a    aprendizagem de novos comportamentos relevantes para o indiv&iacute;duo e/ou    para o ambiente em que est&aacute; inserido<sup>3</sup>, mediados pela m&atilde;e    ou outro adulto significativo. O ambiente, nas m&uacute;ltiplas influ&ecirc;ncias    exercidas nas intera&ccedil;&otilde;es estabelecidas pelo indiv&iacute;duo,    tem, portanto, papel importante no desenvolvimento de repert&oacute;rios comportamentais.    Esses fatores ambientais podem ter fun&ccedil;&atilde;o de risco ou de prote&ccedil;&atilde;o    ao desenvolvimento da crian&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Matos<sup>4</sup>    e Oliveira<sup>5</sup> consideram que os fatores de risco podem ser distais,    meio-proximais e proximais. Entre os fatores distais est&atilde;o os indicadores    de risco social, como a baixa renda. Os meio-proximais seriam os mecanismos    de risco familiar e, entre eles, os estilos e pr&aacute;ticas parentais, eventos    familiares estressantes e rede de apoio pobre. Os proximais envolveriam os mecanismos    de risco individualizado, como condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de do rec&eacute;m-nascido(RN).    Por outro lado, fatores de prote&ccedil;&atilde;o s&atilde;o aqueles que podem    minimizar o impacto dos fatores de risco<sup>5</sup>, por exemplo uma m&atilde;e    que possui renda familiar baixa (fator de risco) pode promover o desenvolvimento    de seu filho oferecendo ambiente estimulador e pr&aacute;ticas educativas adequadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atrasos no desenvolvimento    s&atilde;o produzidos, ent&atilde;o, pela combina&ccedil;&atilde;o de fatores    de risco gen&eacute;ticos, biol&oacute;gicos, psicol&oacute;gicos e ambientais,    envolvendo intera&ccedil;&otilde;es complexas entre eles. H&aacute; consenso    entre pesquisadores de que o efeito cumulativo de risco &eacute; mais importante    na determina&ccedil;&atilde;o de problemas emocionais da crian&ccedil;a do que    a presen&ccedil;a de um estressor &uacute;nico, independentemente de sua magnitude<sup>6,    7, 8</sup>. Os efeitos de tais fatores probabil&iacute;sticos s&atilde;o avaliados    comparando, posteriormente, o desenvolvimento da crian&ccedil;a com o da popula&ccedil;&atilde;o    em geral, no caso da utiliza&ccedil;&atilde;o de instrumentos padronizados,    ou com o desempenho de grupos controle em que os fatores de risco n&atilde;o    foram identificados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A An&aacute;lise    do Comportamento, ainda que se paute por an&aacute;lises idiossincr&aacute;ticas    e menos pelas nomot&eacute;ticas, n&atilde;o desconsidera a influ&ecirc;ncia    probabil&iacute;stica dessas vari&aacute;veis<sup>9</sup>. Para estes autores,    ainda que limitados, os modelos de avalia&ccedil;&otilde;es nomot&eacute;ticas    (baseadas em medidas m&uacute;ltiplas de grandes amostras) proveem ao analista    do comportamento um conjunto de vari&aacute;veis causais poss&iacute;veis, que    podem ser ou n&atilde;o funcionais para determinados lactentes. Pesquisadores    atestam que este tipo de avalia&ccedil;&atilde;o pode subsidiar interven&ccedil;&otilde;es<sup>10,    9</sup> e mapear vari&aacute;veis disposi&ccedil;&otilde;es do ambiente e do    indiv&iacute;duo que podem tornar mais ou menos prov&aacute;vel a ocorr&ecirc;ncia    da intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente<sup>11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Resegue, Puccini    e Silva<sup>8</sup> destacam que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos apontam    para a plasticidade do c&eacute;rebro humano, que &eacute; mais acentuada nos    primeiros anos de vida e suscet&iacute;vel &agrave; estimula&ccedil;&atilde;o.    Tais avan&ccedil;os refor&ccedil;am a possibilidade de evolu&ccedil;&atilde;o    de crian&ccedil;as com progn&oacute;stico de altera&ccedil;&otilde;es no desenvolvimento    que tem sido otimizada pelo diagn&oacute;stico e pela interven&ccedil;&atilde;o    precoce. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento infantil, Resegue    et al.<sup>7,8</sup> destacam a prematuridade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Prematuros ou pr&eacute;-termos    s&atilde;o considerados os rec&eacute;m-nascidos com idade gestacional inferior    a 37 semanas, o que resulta num grupo heterog&ecirc;neo de crian&ccedil;as com    idades pr&oacute;ximas ao termo, ou ainda aquelas com idades gestacionais abaixo    de 32 semanas. O CID-10<sup>12</sup> define idade gestacional: termo - de 37    a 42 semanas de gesta&ccedil;&atilde;o (de 260 a 293 dias); pr&eacute;-termo    - menos de 37 semanas (menos de 259 dias); p&oacute;s-termo - 42 semanas ou    mais (mais de 293 dias). Quanto menor a idade gestacional, maior a probabilidade    de risco para a mortalidade, abandono, problemas de sa&uacute;de etc.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Rugolo<sup>13</sup>    mostra que, no Brasil, a exemplo dos pa&iacute;ses desenvolvidos, tem aumentado    a taxa de sobreviv&ecirc;ncia de rec&eacute;m-nascidos considerados de extrema    prematuridade, aqueles na faixa de 500 a 1000 gramas, mas tamb&eacute;m alerta    para "... o elevado custo da assist&ecirc;ncia neonatal e os custos econ&ocirc;micos    e sociais dos cuidados p&oacute;s-alta aos rec&eacute;m-nascidos sequelados"    (p. 114).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As avalia&ccedil;&otilde;es    de desenvolvimento nos anos iniciais, para avaliar os efeitos da prematuridade,    podem ser conduzidas considerando a idade cronol&oacute;gica dos RNs ou a idade    corrigida. A idade corrigida &eacute; a idade p&oacute;s-natal, menos o n&uacute;mero    de semanas que faltou entre o nascimento prematuro e o referencial de 40 semanas<sup>14</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Rugolo<sup>13</sup>    defende o uso da idade corrigida em casos de prematuridade extrema, como uma    forma de n&atilde;o prejudicar a avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento    do lactente. Todavia, parece que n&atilde;o h&aacute; consenso entre os pesquisadores.    Manacero e Nunes<sup>15</sup> avaliaram o desempenho motor de 44 RNs prematuros    (entre 32 e 34 semanas), aos quatro e oito meses de idade corrigida, pela Escala    Motora Infantil Alberta (AIMS) e compararam com o peso ao nascer. Os resultados    mostraram desenvolvimento motor na sequ&ecirc;ncia esperada e n&atilde;o observaram    rela&ccedil;&atilde;o com o peso ao nascer. Batista<sup>16</sup>, em um estudo    conduzido com 21 prematuros, durante o primeiro ano de vida, constatou que,    por volta de tr&ecirc;s meses, 77% deles apresentaram uma recupera&ccedil;&atilde;o    importante no seu desenvolvimento com repert&oacute;rio comportamental pr&oacute;ximos    &agrave; sua idade cronol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pesquisadores t&ecirc;m    apontado que uma das consequ&ecirc;ncias da prematuridade &eacute; o atraso    do desenvolvimento motor, cujos efeitos aparecem nas idades posteriores, em    dificuldades na realiza&ccedil;&atilde;o de atividades de vida di&aacute;ria    e nas atividades acad&ecirc;micas sendo que, nas &uacute;ltimas, podem comprometer    o desempenho escolar<sup>17, 18, 19, 20</sup>. &Eacute; poss&iacute;vel que    na faixa et&aacute;ria at&eacute; um ano de idade, os comportamentos motores    sejam pontos comportamentais que propiciam o desenvolvimento de outros comportamentos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outras consequ&ecirc;ncias    da prematuridade em idades posteriores t&ecirc;m sido estudadas em popula&ccedil;&otilde;es    de crian&ccedil;as nascidas prematuras, como o desenvolvimento geral<sup>21,    22, 23</sup>, ou em &aacute;reas espec&iacute;ficas, como o desenvolvimento    social<sup>24, 25</sup>, o desempenho intelectual<sup>24, 25, 26</sup> e o de    linguagem<sup>25, 27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos analisados    permitem concluir que a prematuridade pode trazer preju&iacute;zos para o desenvolvimento    infantil. Todavia, n&atilde;o h&aacute; consenso quanto ao uso da idade corrigida    para a avalia&ccedil;&atilde;o dos efeitos da prematuridade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os instrumentos    como testes, escalas ou invent&aacute;rios, usados para avaliar o desenvolvimento    de lactentes, t&ecirc;m sido utilizados em pesquisas aplicadas, cl&iacute;nicas    e estabelecimentos educacionais, com relativo poder preditivo, ou para subsidiar    a implementa&ccedil;&atilde;o de programas de estimula&ccedil;&atilde;o precoce,    orientando o planejamento de a&ccedil;&otilde;es pontuais com crian&ccedil;as    e seus cuidadores<sup>28</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Invent&aacute;rio    Portage Operacionalizado<sup>29</sup> tem se mostrado &uacute;til para avaliar    o desenvolvimento infantil e sugere a observa&ccedil;&atilde;o de comportamentos    de crian&ccedil;as sob determinadas condi&ccedil;&otilde;es cuidadosamente organizadas    ou a partir do relato dos cuidadores<sup>30,31</sup>. Identificar &aacute;reas    em defasagem no repert&oacute;rio comportamental de RNs prematuros nas &aacute;reas    propostas pelo invent&aacute;rio (cogni&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento motor,    autocuidado, socializa&ccedil;&atilde;o e linguagem) pode subsidiar procedimentos    de interven&ccedil;&atilde;o precoce espec&iacute;fico para essa popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desta maneira,    o estudo tem por objetivo avaliar o repert&oacute;rio comportamental de lactentes    e correlacionar com o evento da prematuridade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><i>Participantes</i></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Participaram do    estudo 130 RNs, que foram avaliados no decorrer do primeiro ano de vida. Desses,    56 eram sem condi&ccedil;&otilde;es de risco identificadas por ocasi&atilde;o    do nascimento (Grupo 1) e 74 eram nascidos prematuros (Grupo 2), at&eacute;    37 semanas de gesta&ccedil;&atilde;o, de acordo com a defini&ccedil;&atilde;o    do CID-10<sup>12</sup>. No Grupo 1, 48% eram meninos e no Grupo 2, 53%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><i>Material</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi utilizado um    roteiro de entrevista (Entrevista Inicial) para a coleta de dados demogr&aacute;ficos,    incluindo o tempo de gesta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O desenvolvimento    dos lactentes foi avaliado a partir do Invent&aacute;rio Portage Operacionalizado    (IPO)<sup>29</sup> contendo, para a faixa et&aacute;ria de zero a 12 meses,    154 itens que comp&otilde;em a escala de desenvolvimento geral, sendo 13 para    avalia&ccedil;&atilde;o de linguagem, 18 para autocuidado, 30 para cogni&ccedil;&atilde;o,    34 para socializa&ccedil;&atilde;o e 59 para desenvolvimento motor. O IPO &eacute;    um instrumento n&atilde;o padronizado tendo sido operacionalizado. Ele prev&ecirc;    que os comportamentos dos lactentes sejam, na medida do poss&iacute;vel, observados    a partir da organiza&ccedil;&atilde;o de conting&ecirc;ncias que possibilitem,    na situa&ccedil;&atilde;o de teste, faz&ecirc;-los. H&aacute;, no IPO, um rol    de comportamentos que devem ser especificamente observados. Todavia, para alguns    deles o relato do observador deve ser considerado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brinquedos e instrumentos    de acordo com as especifica&ccedil;&otilde;es do manual compunham o material    utilizado nas avalia&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><i>Procedimentos    de coleta de dados</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os pais das crian&ccedil;as    nascidas a partir de abril de 2006, em uma maternidade p&uacute;blica eram convidados    a participar do projeto, "Acompanhamento do desenvolvimento de crian&ccedil;as:    avalia&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o aos pais". Nessa ocasi&atilde;o,    ficava agendado o primeiro encontro, em dia pr&oacute;ximo &agrave; data de    anivers&aacute;rio de um m&ecirc;s, para a primeira avalia&ccedil;&atilde;o,    no Centro de Psicologia Aplicada de uma universidade p&uacute;blica do interior    paulista.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O primeiro encontro    era iniciado pela apresenta&ccedil;&atilde;o do projeto, especificando seus    objetivos e a necessidade de ocorr&ecirc;ncia de avalia&ccedil;&otilde;es subsequentes,    m&ecirc;s a m&ecirc;s, at&eacute; o primeiro anivers&aacute;rio da crian&ccedil;a.    Em seguida aplicava-se a Entrevista Inicial e era conduzida a primeira avalia&ccedil;&atilde;o    do repert&oacute;rio comportamental dos lactentes, de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es    do manual de aplica&ccedil;&atilde;o do IPO<sup>29</sup>, adequadas ao novo    protocolo. Ainda nesse encontro, era agendada a pr&oacute;xima avalia&ccedil;&atilde;o    por ocasi&atilde;o do anivers&aacute;rio de segundo m&ecirc;s do beb&ecirc;    e, assim, era feito o mesmo procedimento para as avalia&ccedil;&otilde;es subsequentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As avalia&ccedil;&otilde;es    foram conduzidas na presen&ccedil;a de um ou ambos os genitores que serviram    como mediadores e informantes. O adulto (pai ou m&atilde;e), nesta fase, pode    servir como modelo e mediador, garantindo, &agrave;s vezes, que a atividade    se realize. Neste caso, as orienta&ccedil;&otilde;es s&atilde;o dadas de forma    a garantir que a situa&ccedil;&atilde;o teste possibilitasse a resposta do lactente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O comportamento    da crian&ccedil;a foi registrado a partir de estimula&ccedil;&atilde;o ambiental    (por exemplo: <i>Alcan&ccedil;a um objeto colocado na sua frente (dist&acirc;ncia    de 15 a 20 cm)</i>, da emiss&atilde;o de comportamentos espont&acirc;neos (por    exemplo: <i>Olha para a pr&oacute;pria m&atilde;o, frequentemente, sorrindo,    vocalizando</i>) e do relato dos pais em fun&ccedil;&atilde;o de questionamentos    feitos pelas aplicadoras, em se tratando de comportamentos n&atilde;o observ&aacute;veis    na situa&ccedil;&atilde;o de teste (comportamentos relacionados &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o,    sobre a rotina do sono, choro, se reconhece os membros da fam&iacute;lia etc.).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><i>Procedimentos    de tratamento e an&aacute;lise de dados</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As idades consideradas    para os dois grupos se referem &agrave; idade cronol&oacute;gica dos rec&eacute;m-nascidos    por ocasi&atilde;o da avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados foram    analisados estatisticamente por meio do <i>Statistic Package Social for Science</i>    (SPSS, vers&atilde;o 12.0). A an&aacute;lise comparativa entre o Grupo 1 e o    Grupo 2 foi processada a partir do teste <i>t</i> de <i>Student</i>, param&eacute;trico,    para amostras independentes. O valor de signific&acirc;ncia adotado no presente    estudo foi de <i>p</i> menor ou igual a 0,05 (estimadas com 95% de confian&ccedil;a<i>)</i>.    Os resultados est&atilde;o expressos em tabelas, cuja primeira linha de cada    m&ecirc;s se refere aos valores obtidos pelo Grupo 1 e a segunda linha ao Grupo    2. &Eacute; importante observar que o numero de lactentes dos grupos variou    a cada m&ecirc;s em fun&ccedil;&atilde;o de ades&otilde;es tardias ao projeto    e, tamb&eacute;m, em caso de faltas nas avalia&ccedil;&otilde;es observadas,    principalmente nos &uacute;ltimos meses de avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados de    desenvolvimento infantil da popula&ccedil;&atilde;o estudada foram analisados    a partir do fator de risco prematuridade, comparando-o com o desenvolvimento    de crian&ccedil;as sem condi&ccedil;&otilde;es de risco, m&ecirc;s a m&ecirc;s,    no primeiro ano de vida. Os desempenhos dos RNs de cada grupo, a partir das    avalia&ccedil;&otilde;es conduzidas com o IPO, foram comparados para cada uma    das &aacute;reas avaliadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em autocuidado    observou-se diferen&ccedil;a significante somente para os desempenhos obtidos    no m&ecirc;s 4 (&#181;= 6,92/DP=2,23 e &#181;=8,32/DP=3,47, p = 0,035), quando    comparados os Grupos 1 e 2, respectivamente. Observa-se que, nesta fase, os    lactentes t&ecirc;m desempenhos muito parec</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <a href="#t1">Tabela    1</a> observam-se os dados relativos &agrave; compara&ccedil;&atilde;o entre    os desempenhos dos RNs no IPO, em linguagem. Nota-se que o Grupo 2, de prematuros,    apresentou diferen&ccedil;as significantes para seis dos doze meses avaliados,    quando comparado ao Grupo 1 (controle).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v21n1/11t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em desenvolvimento    motor, para o Grupo 2, houve diferen&ccedil;as significantes em todos os meses    avaliados, quando comparados ao Grupo 1, conforme mostra a <a href="#t2">Tabela    2</a>.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v21n1/11t02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em cogni&ccedil;&atilde;o,    para o Grupo 2 houve diferen&ccedil;as significantes em 11 dos 12 meses avaliados,    quando comparados ao desempenho do Grupo 1 (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v21n1/11t03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em socializa&ccedil;&atilde;o,    para o Grupo 2 o desempenho foi significantemente pior do que o Grupo 1 em 11    dos 12 meses avaliados, conforme mostra a <a href="#t4">Tabela 4</a>.</font></p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbcdh/v21n1/11t04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados obtidos    a partir das compara&ccedil;&otilde;es entre os Grupos 1 e 2, em todas as &aacute;reas    avaliadas, mostra que, em 68% das possibilidades de avalia&ccedil;&atilde;o,    o desempenho do Grupo 2 (prematuros) foi significantemente diferente do Grupo    1, para a grande maioria das compara&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos    apontaram que os RNs prematuros (Grupo 2) apresentaram desempenho significantemente    diferente do Grupo 1 em 68% das an&aacute;lises conduzidas, com destaque para    as &aacute;reas de desenvolvimento motor, cogni&ccedil;&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o.    Tais resultados s&atilde;o condizentes com os obtidos na literatura que apontam    a prematuridade como uma das condi&ccedil;&otilde;es proximais mais prejudiciais    ao desenvolvimento de lactentes<sup>32, 20, 7</sup> com consequ&ecirc;ncias    para o desenvolvimento de outras habilidades, principalmente na idade escolar<sup>21,24,25,26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Castro et al.<sup>32</sup>    encontraram preju&iacute;zos no desenvolvimento de RNs prematuros relacionados    &agrave; idade gestacional. Barbosa, Formiga e Linhares<sup>33</sup> avaliaram    21 rec&eacute;m-nascidos pr&eacute;-termo (com 32 semanas) com o NAPI (Neurobehavioral    Assessment of the Preterm Infant). Os resultados indicaram desempenho abaixo    do esperado para quatro das sete categorias avaliadas. Resegue, Piccini e Silva<sup>7</sup>    tamb&eacute;m identificaram, em seus estudos, preju&iacute;zos para as crian&ccedil;as    de baixo peso ao nascimento, mas n&atilde;o separaram os RNs prematuros, que    tamb&eacute;m nascem com baixo peso, o que corrobora os achados deste estudo,    no que diz respeito ao baixo desempenho dos prematuros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados obtidos    em linguagem s&atilde;o corroborados pelos achados de Lam&ocirc;nica e Picolini<sup>30</sup>    que, a partir de dados obtidos com o IPO, encontraram diferen&ccedil;as significativas    aos seis e 12 meses de idade, mas n&atilde;o confirmaram os resultados de autocuidado    que, no mesmo estudo, encontraram diferen&ccedil;as significativas aos seis    e aos 12 meses e, neste estudo, a &uacute;nica diferen&ccedil;a observada foi    aos quatro meses de idade. Fraga, Linhares, Carvalho e Martinez<sup>34</sup>    tamb&eacute;m encontraram, numa popula&ccedil;&atilde;o de prematuros avaliados    aos 12 meses, desempenho em linguagem abaixo do esperado. Pereira e Funayama<sup>35</sup>    observaram atrasos na linguagem receptiva de RNs prematuros, na faixa de tr&ecirc;s    a 12 meses, o que confirma os achados deste estudo em que a linguagem receptiva    &eacute; avaliada em cogni&ccedil;&atilde;o, &aacute;rea na qual o Grupo 2 apresentou    11 diferen&ccedil;as significativas, quando comparado ao Grupo 1.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A preven&ccedil;&atilde;o    secund&aacute;ria que objetiva impedir a evolu&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis    sequelas em indiv&iacute;duos j&aacute; expostos &agrave; condi&ccedil;&atilde;o    de risco para o desenvolvimento, pode ser implementada, entre outras possibilidades,    pela avalia&ccedil;&atilde;o precoce dos efeitos dos fatores de risco e a pela    condu&ccedil;&atilde;o de programas de estimula&ccedil;&atilde;o precoce. A    partir de avalia&ccedil;&otilde;es do desenvolvimento infantil &eacute; poss&iacute;vel    conduzir interven&ccedil;&otilde;es que promovam o desenvolvimento, minimizando    fatores de risco.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na avalia&ccedil;&atilde;o    do desenvolvimento, um dos aspectos a ser considerado &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o    ou n&atilde;o da idade corrigida. Neste estudo optou-se pela utiliza&ccedil;&atilde;o,    nas an&aacute;lises, das idades cronol&oacute;gicas das crian&ccedil;as. &Eacute;    preciso atentar para o papel das influ&ecirc;ncias ambientais para responder    se o desenvolvimento do lactente fora do &uacute;tero &eacute; o mesmo do que    seria antes do nascimento. Dependendo da intensidade da prematuridade, oportunidades    deixariam de ser oferecidas aos RNs em programas de estimula&ccedil;&atilde;o    porque estariam sendo considerados com dois ou at&eacute; tr&ecirc;s meses menos.    &Eacute; poss&iacute;vel que o lactente apresente comportamentos t&iacute;picos    da sua idade cronol&oacute;gica mais rapidamente. Entretanto, estudos comparativos    devem ser conduzidos para analisar a pertin&ecirc;ncia das an&aacute;lises e    os desdobramentos nos projetos de estimula&ccedil;&atilde;o precoce.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bailey Jr.<sup>36</sup>    enfatiza que tais programas devem se preocupar com o que a crian&ccedil;a tem    de aprender e como essa aprendizagem pode ser facilitada. Para ele a &ecirc;nfase    deve estar na funcionalidade das habilidades estimuladas, para que possa se    adaptar &agrave;s demandas do seu ambiente. Sugere ainda, que a estimula&ccedil;&atilde;o    precoce para RNs prematuros, deve providenciar, desde estrat&eacute;gias para    estimula&ccedil;&atilde;o durante a estadia do rec&eacute;m-nascido no hospital,    mesmo que na UTI, at&eacute; estrat&eacute;gias para acompanhamento do desenvolvimento    da crian&ccedil;a pelo menos at&eacute; a idade escolar<sup>36</sup>. Para Linhares<sup>37</sup>    a estimula&ccedil;&atilde;o precoce tem o papel de interromper ou, pelo menos,    minimizar os efeitos dos fatores de risco presentes no desenvolvimento da crian&ccedil;a.    Considerando o RN prematuro, &eacute; prov&aacute;vel que quanto mais precoce    e regulada &agrave;s suas necessidades for a interven&ccedil;&atilde;o, mais    efetiva ser&aacute; para o seu desenvolvimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os participantes    deste estudo s&atilde;o oriundos de um projeto de extens&atilde;o que avalia,    mensalmente, os lactentes e orienta os pais. A an&aacute;lise conduzida mostrou    que RNs prematuros apresentaram defasagens importantes na maioria das &aacute;reas    avaliadas, durante todo o primeiro ano de vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente estudo    trouxe respostas e indaga&ccedil;&otilde;es, apontando para a necessidade de    se considerar as vari&aacute;veis distais, meio-proximais e proximais como sendo    indicadores de quais crian&ccedil;as deveriam, obrigatoriamente, participar    de programas de estimula&ccedil;&atilde;o precoce que&nbsp; monitorariam seu    desenvolvimento, com maior aten&ccedil;&atilde;o para os prematuros. &nbsp;Todavia,    &eacute; preciso investimentos em instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o adequados    e, se poss&iacute;vel, padronizados que permitam monitorar o desenvolvimento    de crian&ccedil;as de risco. &Eacute; importante, tamb&eacute;m, investir em    programas de interven&ccedil;&atilde;o precoce que, se n&atilde;o eliminam,    podem minimizar os efeitos de vari&aacute;veis prejudiciais ao desenvolvimento,    proporcionando indiv&iacute;duos sadios e adaptados. &nbsp;&nbsp;&nbsp;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos    com esta pesquisa permitem analisar o efeito da prematuridade no desenvolvimento    infantil e a implementa&ccedil;&atilde;o de projetos, focalizando aquelas condi&ccedil;&otilde;es    mais prejudiciais ao desenvolvimento infantil, por um per&iacute;odo que excederia    ao primeiro ano de vida. Para gerar resultados confi&aacute;veis, o instrumento    de avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento de lactentes deveria possibilitar    a identifica&ccedil;&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia do comportamento, sob determinadas    condi&ccedil;&otilde;es, com crit&eacute;rios bem estabelecidos, que permitissem    a an&aacute;lise funcional dos mesmos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em caso de aus&ecirc;ncia,    tais informa&ccedil;&otilde;es, por observa&ccedil;&atilde;o ou relato de cuidadores,    daqueles comportamentos com pouca chance de aparecer em situa&ccedil;&otilde;es    de avalia&ccedil;&atilde;o, permitiriam a organiza&ccedil;&atilde;o de conting&ecirc;ncias    que aumentariam a possibilidade de ocorr&ecirc;ncia no ambiente natural da crian&ccedil;a,    possibilitando um desenvolvimento adequado ao esperado para sua idade cronol&oacute;gica.    Os resultados obtidos com este estudo permitiram constatar, para a popula&ccedil;&atilde;o    estudada, o efeito da prematuridade no desenvolvimento de lactentes no primeiro    ano de vida. Os mesmos indicam a necessidade de implementa&ccedil;&atilde;o    de projetos de interven&ccedil;&atilde;o espec&iacute;ficos que devem ser oferecidos    precocemente e al&eacute;m do primeiro ano de vida, com o objetivo de minimizar    os efeitos posteriores da prematuridade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No entanto, dado    o pequeno n&uacute;mero de participantes, principalmente nos meses finais de    avalia&ccedil;&atilde;o, os resultados devem ser vistos com cautela.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Bijou SW, Baer    DM. Psicologia del desarrollo infantil: teoria emp&iacute;rica y sistem&aacute;tica    de la conducta. M&eacute;xico: Editorial Trillas, 1976.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476409&pid=S0104-1282201100010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Weber LND. Intera&ccedil;&otilde;es    entre fam&iacute;lia e desenvolvimento. In: WEBER, LND, org. Fam&iacute;lia    e desenvolvimento: vis&otilde;es multidisciplinares. Curitiba: Editora Juru&aacute;;    2008. p. 9-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476411&pid=S0104-1282201100010001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Rosales-Ruiz    J, Baer DM. Behavioral cusps: a developmental and pragmatic concept for behavior    analysis. JABA, 1997;30 (3);533-544.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476413&pid=S0104-1282201100010001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Matos MA. A    medida do ambiente de desenvolvimento infantil. Psicologia. 1983;9(1):5-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476415&pid=S0104-1282201100010001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Oliveira EA.    Modelos de risco na Psicologia do desenvolvimento. Psicologia: Teoria e pesquisa.    1998;14 (1):19-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476417&pid=S0104-1282201100010001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Halpern R, Figueiras    ACM. (2004). Influ&ecirc;ncias ambientais na sa&uacute;de mental da crian&ccedil;a.    J.Pediatr, 2004;80 (2):104-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476419&pid=S0104-1282201100010001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Resegue R, Puccini    RF, Silva EMK. Risk factors associated with developmental abnormalities among    high-risk children attended at a multidisciplinary clinic. Br Med J, 2008;126(1):4-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476421&pid=S0104-1282201100010001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Resegue R, Puccini    RF, Silva EMK. Fatores de risco associados a altera&ccedil;&otilde;es no desenvolvimento    da crian&ccedil;a. J.Pediatr, 2007;29(2):117-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476423&pid=S0104-1282201100010001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Haynes SN, O'Brien    WO. Functional analysis in behavior therapy. Clinical Psychology Review, 1990;10:649-668.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476425&pid=S0104-1282201100010001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Calais SL,    Bolsoni-Silva AT. Alcance e limites das t&eacute;cnicas comportamentais: algumas    considera&ccedil;&otilde;es. In: Cavalcante MR, org. An&aacute;lise do Comportamento:    Avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o Paulo: Editora    Roca; 2008. p. 15-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476427&pid=S0104-1282201100010001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Meyer SB. O    conceito de an&aacute;lise funcional. In: Delitti M, org. Sobre comportamento    e cogni&ccedil;&atilde;o: a pr&aacute;tica da an&aacute;lise do comportamento    e da terapia cognitiva comportamental. Santo Andr&eacute;: ARBytes; 2001. p.    29-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476429&pid=S0104-1282201100010001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. <i>CID-10.</i>    Classifica&ccedil;&atilde;o Estat&iacute;stica Internacional de Doen&ccedil;as    e Problemas Relacionados &agrave; Sa&uacute;de. 10a rev. (v. 1). S&atilde;o    Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo, 1997.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476431&pid=S0104-1282201100010001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Rugolo LMSS.    Crescimento e desenvolvimento a longo prazo do prematuro extremo. J. Pediatr,    2005;81(1, Supl.):101 -110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476433&pid=S0104-1282201100010001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Gianini NM,    Vieira AA, Moreira EL. Avalia&ccedil;&atilde;o dos fatores associados ao estado    nutricional na idade corrigida de termo em rec&eacute;m-nascidos de muito baixo    peso. J.Pediatr, 2005; 81(1):34-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476435&pid=S0104-1282201100010001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Manacero S,    Nunes ML. Avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho motor de prematuros nos primeiros    meses de vida na Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS). J.Pediatr, 2008;84    (1):53-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476437&pid=S0104-1282201100010001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Batista E.    O beb&ecirc; prematuro e o desenvolvimento do comportamento no primeiro ano    de vida, &nbsp;Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica/Psychology, 2009    &#91;acesso em 26 de maio de 2009&#93;; 22(1). Resumo dispon&iacute;vel em www.scielo.br/scielo.php-_script_sci_serial_pid_0102-7972.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476439&pid=S0104-1282201100010001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Goyen TA, Lui    K. Longitudinal motor development of apparently normal high-risk infants at    18 months, 3 and 5 years. Early Human Development, 2002;70(1-2):103-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476441&pid=S0104-1282201100010001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Hadders-Algra    M. General movements: A window for early identification of children at high    risk for developmental disorders. J. Pediat, 2004;145(2, Supl):12-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476443&pid=S0104-1282201100010001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Magalh&atilde;es    LC, Barbosa VM, Paix&atilde;o ML, Figueiredo EM, Gontijo APB. Acompanhamento    ambulatorial do desenvolvimento de rec&eacute;m-nascidos de alto risco: caracter&iacute;sticas    da popula&ccedil;&atilde;o e incid&ecirc;ncia de seq&uuml;elas funcionais. Revista    Paulista de Pediatria, 1998;16:191-196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476445&pid=S0104-1282201100010001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Magalh&atilde;es    LC, Wendling PC, Paix&atilde;o ML, Mancini MC, Barbosa VM. Estudo comparativo    sobre o desempenho perceptual e motor na idade escolar em crian&ccedil;as nascidas    pr&eacute;-termo e a termo. Arq. Neuro - Psiquiatr, 2003;61:250-255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476447&pid=S0104-1282201100010001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Carvalho AEV,    Linhares MBM, Martinez FE. Hist&oacute;ria de desenvolvimento e comportamento    de crian&ccedil;as nascidas pr&eacute;-termo e baixo peso (&lt; 1500grs). Psicologia:    Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 2001;14(1):1-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476449&pid=S0104-1282201100010001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Chermont AG,    Cunha MS, Sales LMM, Moraes AN, Malveira SS. Avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento    pela escala de Denver II, de rec&eacute;m-nascidos prematuros de baixo peso.    Revista CEFAC, 2005;19(2):59-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476451&pid=S0104-1282201100010001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Mancini MC,    Megale L, Brand&atilde;o MB, Melo APP, Sampaio RF. Efeito moderador de risco    social na rela&ccedil;&atilde;o entre risco biol&oacute;gico e desempenho funcional    infantil. Rev. Bras. Saude Mater. Infant., 2004;4 (1): 25-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476453&pid=S0104-1282201100010001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Linhares MBM,    Carvalho AEV, Bordin MBM, Chimello JT, Martinez FE, Jorge SM. Prematuridade    e muito baixo peso como fatores de risco ao desenvolvimento da crian&ccedil;a.    Cadernos de Psicologia e Educa&ccedil;&atilde;o - Paid&eacute;ia, 2000;10(12):60-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476455&pid=S0104-1282201100010001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Martins IMB,    Linhares MB, Martinez FE. Indicadores de desenvolvimento na fase pr&eacute;-escolar    de crian&ccedil;as nascidas pr&eacute;-termo, Psicologia em Estudo, 2005;10(2):235-243.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476457&pid=S0104-1282201100010001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. M&eacute;io    MDBB, Lopes CS, Morsch DS. Fatores progn&oacute;sticos para o desenvolvimento    cognitivo de prematuros de muito baixo peso. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica,    2003;37 (3):311-318.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476459&pid=S0104-1282201100010001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Souza R, Andrade    CRF. Perfil da flu&ecirc;ncia de crian&ccedil;as prematuras. J.Pediatr, 2004;26    (2):90-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476461&pid=S0104-1282201100010001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Nunes LRDP,    Sisdelli RO, Fernandes RLC. O valor dos testes de beb&ecirc;s e suas implica&ccedil;&otilde;es    para a Psicologia do Desenvolvimento. Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o    Especial, 1995;5:107-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476463&pid=S0104-1282201100010001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Williams LCA,    Aiello ALR. O Invent&aacute;rio Portage Operacionalizado: interven&ccedil;&atilde;o    com fam&iacute;lias. S&atilde;o Paulo: Memnon/FAPESP; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476465&pid=S0104-1282201100010001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Lam&ocirc;nica    DAC, Picolini MM. Habilidades do desenvolvimento de prematuros. <i>Revista CEFAC</i>,    2008 &#91;acesso em 06 de junho de 2009&#93;; Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci%96arttex&pid=S1516" target="_blank">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci-arttex&amp;pid=S1516</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476467&pid=S0104-1282201100010001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Rodrigues OMPR.    O Invent&aacute;rio Portage Operacionalizado e o desenvolvimento de beb&ecirc;s.    Tese de Livre Doc&ecirc;ncia. Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita    Filho (UNESP), Bauru/SP, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476469&pid=S0104-1282201100010001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Castro A G,    Lima MC, Aquino RR, Eickmann SH. Desenvolvimento do sistema sens&oacute;rio    motor oral e motor global em lactentes pr&eacute;-termo. Pr&oacute;-Fono Revista    de Atualiza&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica, 2007;19 (1):29-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476471&pid=S0104-1282201100010001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Barbosa VC,    Formiga CKMR, Linhares MBM. Avalia&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis cl&iacute;nicas    e neurocomportamentais de rec&eacute;m-nascidos pr&eacute;-termo. Rev. Bras.    Fisioter, 2007;11 (4):275-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476473&pid=S0104-1282201100010001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Fraga DA, Linhares    MBM, Carvalho AEV, Martinez FE. Desenvolvimento de beb&ecirc;s prematuros relacionado    a vari&aacute;veis neonatais e maternas. Psicologia em Estudo, 2008;13 (2):335-344.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476475&pid=S0104-1282201100010001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Pereira MR,    Funayama CAR. Avalia&ccedil;&atilde;o de alguns aspectos da aquisi&ccedil;&atilde;o    e desenvolvimento da linguagem de crian&ccedil;as nascidas pr&eacute;-termo.    Arq. Neuro - Psiquiatr, 2004; 62 (3):641-648.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476477&pid=S0104-1282201100010001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Bailey Jr DB.    Evaluating the effectiveness of curriculum alternatives for infants an preschoolers    at high risk. In: Guralnick MJ, org. The effetiviness of early intervention    Baltimore: Paul Brookes Publishing Co, 1997. p. 227-248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476479&pid=S0104-1282201100010001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Linhares MBM.    Estresse, resili&ecirc;ncia e cuidado no desenvolvimento de neonatos de alto    risco In: Mendes EG, Almeida MA, Williams LCA, orgs. Temas em Educa&ccedil;&atilde;o    Especial: Avan&ccedil;os recentes. S&atilde;o Carlos: EDUFSCar, 2004. p. 315-324.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2476481&pid=S0104-1282201100010001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbcdh/v21n1/seta.jpg" border="0"></a>    Correspond&ecirc;ncia para:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </b> Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues    <br>   Departamento de Psicologia    <br>   Faculdade de Ci&ecirc;ncias    <br>   Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP), Bauru    <br>   Av. Luiz Edmundo C. Coube, 14-01    <br>   Bairro Vargem Limpa. Bauru/SP    <br>   CEP: 17018-110    <br>   Fone: (14) 3103 6087/3103 6090</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 10/jul./10    <br>   Modificado em: 16/ago./10    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aceito em: 22/dez./10</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Parte da Tese de    Livre Doc&ecirc;ncia da primeira autora, defendida em setembro de 2009, na Faculdade    de Ci&ecirc;ncias, Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP),    Bauru, com o t&iacute;tulo: O Invent&aacute;rio Portage Operacionalizado e o    Desenvolvimento De Beb&ecirc;s.</font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bijou]]></surname>
<given-names><![CDATA[SW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baer]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicologia del desarrollo infantil: teoria empírica y sistemática de la conducta]]></source>
<year>1976</year>
<publisher-loc><![CDATA[México ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editorial Trillas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Weber]]></surname>
<given-names><![CDATA[LND]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Interações entre família e desenvolvimento]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[WEBER]]></surname>
<given-names><![CDATA[LND]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Família e desenvolvimento: visões multidisciplinares]]></source>
<year>2008</year>
<page-range>9-20</page-range><publisher-loc><![CDATA[Curitiba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Juruá]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rosales-Ruiz]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baer]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Behavioral cusps: a developmental and pragmatic concept for behavior analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[JABA]]></source>
<year>1997</year>
<volume>30</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>533-544</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A medida do ambiente de desenvolvimento infantil]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia]]></source>
<year>1983</year>
<volume>9</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>5-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[EA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Modelos de risco na Psicologia do desenvolvimento]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria e pesquisa]]></source>
<year>1998</year>
<volume>14</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>19-26</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Halpern]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiras]]></surname>
<given-names><![CDATA[ACM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[(2004): Influências ambientais na saúde mental da criança]]></article-title>
<source><![CDATA[J.Pediatr,]]></source>
<year>2004</year>
<volume>80</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>104-110</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Resegue]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Puccini]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[EMK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Risk factors associated with developmental abnormalities among high-risk children attended at a multidisciplinary clinic]]></article-title>
<source><![CDATA[Br Med J,]]></source>
<year>2008</year>
<volume>126</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>4-10</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Resegue]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Puccini]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[EMK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores de risco associados a alterações no desenvolvimento da criança]]></article-title>
<source><![CDATA[J.Pediatr,]]></source>
<year>2007</year>
<volume>29</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>117-128</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Haynes]]></surname>
<given-names><![CDATA[SN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[O'Brien]]></surname>
<given-names><![CDATA[WO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Functional analysis in behavior therapy]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Psychology Review,]]></source>
<year>1990</year>
<volume>10</volume>
<page-range>649-668</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Calais]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bolsoni-Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[AT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alcance e limites das técnicas comportamentais: algumas considerações]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cavalcante]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise do Comportamento: Avaliação e intervenção]]></source>
<year>2008</year>
<page-range>15-31</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Roca]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[SB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O conceito de análise funcional]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Delitti]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sobre comportamento e cognição: a prática da análise do comportamento e da terapia cognitiva comportamental]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>29-34</page-range><publisher-loc><![CDATA[Santo André ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[ARBytes]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>CID-10</collab>
<source><![CDATA[Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde]]></source>
<year>1997</year>
<edition>10</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade de São Paulo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rugolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[LMSS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento a longo prazo do prematuro extremo]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Pediatr,]]></source>
<year>2005</year>
<volume>81</volume>
<numero>^s1</numero>
<issue>^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
<page-range>101 -110</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gianini]]></surname>
<given-names><![CDATA[NM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[AA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[EL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação dos fatores associados ao estado nutricional na idade corrigida de termo em recém-nascidos de muito baixo peso]]></article-title>
<source><![CDATA[J.Pediatr,]]></source>
<year>2005</year>
<volume>81</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>34-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Manacero]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do desempenho motor de prematuros nos primeiros meses de vida na Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS)]]></article-title>
<source><![CDATA[J.Pediatr,]]></source>
<year>2008</year>
<volume>84</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>53-59</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Batista]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O bebê prematuro e o desenvolvimento do comportamento no primeiro ano de vida]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica/Psychology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>22</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Goyen]]></surname>
<given-names><![CDATA[TA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lui]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Longitudinal motor development of apparently normal high-risk infants at 18 months, 3 and 5 years]]></article-title>
<source><![CDATA[Early Human Development,]]></source>
<year>2002</year>
<volume>70</volume>
<numero>1-2</numero>
<issue>1-2</issue>
<page-range>103-115</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hadders-Algra]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[General movements: A window for early identification of children at high risk for developmental disorders]]></article-title>
<source><![CDATA[J. Pediat,]]></source>
<year>2004</year>
<volume>145</volume>
<numero>^s2</numero>
<issue>^s2</issue>
<supplement>2</supplement>
<page-range>12-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães]]></surname>
<given-names><![CDATA[LC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[VM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paixão]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gontijo]]></surname>
<given-names><![CDATA[APB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Acompanhamento ambulatorial do desenvolvimento de recém-nascidos de alto risco: características da população e incidência de seqüelas funcionais]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Paulista de Pediatria,]]></source>
<year>1998</year>
<volume>16</volume>
<page-range>191-196</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães]]></surname>
<given-names><![CDATA[LC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wendling]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paixão]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mancini]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[VM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo comparativo sobre o desempenho perceptual e motor na idade escolar em crianças nascidas pré-termo e a termo]]></article-title>
<source><![CDATA[Arq. Neuro - Psiquiatr,]]></source>
<year>2003</year>
<volume>61</volume>
<page-range>250-255</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[AEV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martinez]]></surname>
<given-names><![CDATA[FE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[História de desenvolvimento e comportamento de crianças nascidas pré-termo e baixo peso (< 1500grs)]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica,]]></source>
<year>2001</year>
<volume>14</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chermont]]></surname>
<given-names><![CDATA[AG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[MS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sales]]></surname>
<given-names><![CDATA[LMM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Malveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[SS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do desenvolvimento pela escala de Denver II, de recém-nascidos prematuros de baixo peso]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista CEFAC,]]></source>
<year>2005</year>
<volume>19</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>59-66</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mancini]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Megale]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[MB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Melo]]></surname>
<given-names><![CDATA[APP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito moderador de risco social na relação entre risco biológico e desempenho funcional infantil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. Bras. Saude Mater. Infant.,]]></source>
<year>2004</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>25-34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[AEV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bordin]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chimello]]></surname>
<given-names><![CDATA[JT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martinez]]></surname>
<given-names><![CDATA[FE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jorge]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prematuridade e muito baixo peso como fatores de risco ao desenvolvimento da criança]]></article-title>
<source><![CDATA[Cadernos de Psicologia e Educação - Paidéia,]]></source>
<year>2000</year>
<volume>10</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>60-69</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[IMB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[MB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martinez]]></surname>
<given-names><![CDATA[FE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Indicadores de desenvolvimento na fase pré-escolar de crianças nascidas pré-termo]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia em Estudo,]]></source>
<year>2005</year>
<volume>10</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>235-243</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Méio]]></surname>
<given-names><![CDATA[MDBB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[CS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morsch]]></surname>
<given-names><![CDATA[DS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Fatores prognósticos para o desenvolvimento cognitivo de prematuros de muito baixo peso]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Saúde Pública,]]></source>
<year>2003</year>
<volume>37</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>311-318</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[CRF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perfil da fluência de crianças prematuras]]></article-title>
<source><![CDATA[J.Pediatr,]]></source>
<year>2004</year>
<volume>26</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>90-96</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[LRDP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sisdelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[RO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[RLC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[O valor dos testes de bebês e suas implicações para a Psicologia do Desenvolvimento]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Educação Especial,]]></source>
<year>1995</year>
<volume>5</volume>
<page-range>107-125</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[LCA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aiello]]></surname>
<given-names><![CDATA[ALR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O Inventário Portage Operacionalizado: intervenção com famílias]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Memnon/FAPESP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lamônica]]></surname>
<given-names><![CDATA[DAC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Picolini]]></surname>
<given-names><![CDATA[MM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades do desenvolvimento de prematuros]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista CEFAC]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[OMPR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O Inventário Portage Operacionalizado e o desenvolvimento de bebês]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castro A]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aquino]]></surname>
<given-names><![CDATA[RR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eickmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[SH]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desenvolvimento do sistema sensório motor oral e motor global em lactentes pré-termo]]></article-title>
<source><![CDATA[Pró-Fono Revista de Atualização Científica,]]></source>
<year>2007</year>
<volume>19</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>29-38</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<label>33</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[VC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Formiga]]></surname>
<given-names><![CDATA[CKMR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação das variáveis clínicas e neurocomportamentais de recém-nascidos pré-termo]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. Bras. Fisioter,]]></source>
<year>2007</year>
<volume>11</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>275-281</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<label>34</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fraga]]></surname>
<given-names><![CDATA[DA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[AEV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martinez]]></surname>
<given-names><![CDATA[FE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desenvolvimento de bebês prematuros relacionado a variáveis neonatais e maternas]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia em Estudo,]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>335-344</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<label>35</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Funayama]]></surname>
<given-names><![CDATA[CAR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de alguns aspectos da aquisição e desenvolvimento da linguagem de crianças nascidas pré-termo]]></article-title>
<source><![CDATA[Arq. Neuro - Psiquiatr,]]></source>
<year>2004</year>
<volume>62</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>641-648</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<label>36</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bailey Jr]]></surname>
<given-names><![CDATA[DB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Evaluating the effectiveness of curriculum alternatives for infants an preschoolers at high risk]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Guralnick]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The effetiviness of early intervention Baltimore]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>227-248</page-range><publisher-name><![CDATA[Paul Brookes Publishing Co]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<label>37</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Linhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[MBM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estresse, resiliência e cuidado no desenvolvimento de neonatos de alto risco]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Mendes]]></surname>
<given-names><![CDATA[EG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[LCA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Temas em Educação Especial: Avanços recentes]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>315-324</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Carlos ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[EDUFSCar]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
