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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to investigate possible relationships between body care and self-esteem in women between 60 and 75 years, through a cross-sectional study. 24 women participated in the survey, with an average age of 65 years and two months, residents in São Paulo, which were selected by convenience and answered a Characterization Questionnaire, Rosenberg´s Self-Esteem Scale and the Questionnaire of Personal Care. It was found that women had high self-esteem and low levels of personal care. Pearson´s correlation between self-esteem and personal care was not statistically significant. The social desirability may have influenced the results, as well as the suitability of the instrument for assessing personal care. Further studies with larger numbers of participants and review of the material used are suggested.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS EMP&Iacute;RICOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Autoestima e cuidados pessoais em mulheres de 60 a 75 anos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Self-esteem and personal care in women aged between 60 and 75 years</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Aparecida Duridan; Daiane Ferreira dos Santos; Ana Lucia Gatti<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup> Universidade S&atilde;o Judas Tadeu</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="end"></a><a href="#end2">Endere&ccedil;o para contato</a></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo objetivou verificar poss&iacute;veis rela&ccedil;&otilde;es entre os cuidados com o corpo e a autoestima em mulheres entre 60 e 75 anos, por meio de um estudo transversal. Participaram da pesquisa 24 mulheres, com idade m&eacute;dia de 65 anos e dois meses, residentes na cidade S&atilde;o Paulo, as quais foram selecionadas por conveni&ecirc;ncia e responderam um Question&aacute;rio de Caracteriza&ccedil;&atilde;o, a Escala de Autoestima de Rosenberg e o Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais. Verificou-se que as mulheres apresentaram autoestima elevada e baixo n&iacute;vel de cuidados pessoais. A correla&ccedil;&atilde;o de Pearson entre a autoestima e os cuidados pessoais n&atilde;o foi estatisticamente significante. A desejabilidade social pode ter interferido nos resultados, assim como a adequa&ccedil;&atilde;o do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o dos cuidados pessoais. Outros estudos com maior n&uacute;mero de participantes e revis&atilde;o do material empregado s&atilde;o sugeridos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Envelhecimento, Idosas, Est&eacute;tica.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This study aimed to investigate possible relationships between body care and self-esteem in women between 60 and 75 years, through a cross-sectional study. 24 women participated in the survey, with an average age of 65 years and two months, residents in S&atilde;o Paulo, which were selected by convenience and answered a Characterization Questionnaire, Rosenberg&acute;s Self-Esteem Scale and the Questionnaire of Personal Care. It was found that women had high self-esteem and low levels of personal care. Pearson&acute;s correlation between self-esteem and personal care was not statistically significant. The social desirability may have influenced the results, as well as the suitability of the instrument for assessing personal care. Further studies with larger numbers of participants and review of the material used are suggested.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> Aging, Elderly, Esthetics.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O envelhecimento &eacute; um processo natural da vida do ser humano que se caracteriza por sua heterogeneidade, multicausalidade e multifatorialidade (Ara&uacute;jo, S&aacute; &amp; Amaral, 2011). Pode-se dizer, assim, que &eacute; um processo que traz algumas contradi&ccedil;&otilde;es, pois, segundo Falc&atilde;o e Carvalho (2010), h&aacute; pessoas idosas que se mant&eacute;m saud&aacute;veis, indicando que pode haver v&aacute;rias maneiras de se vivenciar o processo de envelhecimento, enquanto outras expressar&atilde;o problemas em v&aacute;rias &aacute;reas. De acordo com Schneider e Irigaray (2008), a velhice ainda &eacute; muito temida pelos indiv&iacute;duos e vista como uma etapa desagrad&aacute;vel da vida, dado que muitos idosos rejeitam seu pr&oacute;prio processo de envelhecer em virtude de uma imagem distorcida que constroem de si mesmos, contribuindo para o desenvolvimento de sentimentos de autodesvaloriza&ccedil;&atilde;o e possivelmente uma baixa autoestima (Chaim, Izzo &amp; Sera, 2009). Assim, &agrave; medida que a idade avan&ccedil;a, certos indiv&iacute;duos poderiam ter, cada vez mais, sua autoestima rebaixada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A autoestima &eacute; um conjunto de sentimentos e pensamentos que o indiv&iacute;duo tem em rela&ccedil;&atilde;o a si mesmo. Refere-se a uma representa&ccedil;&atilde;o pessoal, que pode ser positiva ou negativa (Hutz &amp; Zanon, 2011). Para Ma&ccedil;ola, Vale e Carmona (2010), ela pode ser considerada como um ju&iacute;zo de valor em rela&ccedil;&atilde;o a si mesmo e come&ccedil;a a ser moldada j&aacute; na inf&acirc;ncia, &eacute; de grande import&acirc;ncia e influencia na rela&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo consigo mesmo e com os outros, na percep&ccedil;&atilde;o de acontecimentos e tamb&eacute;m no pr&oacute;prio comportamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hewitt (2009, citado por Hutz &amp; Zanon, 2011) sugere que uma autoestima elevada surge da aceita&ccedil;&atilde;o dentro do campo social e do reconhecimento positivo de pessoas consideradas significativas para o individuo, como pais, professores e companheiros. Assim, mesmo com experi&ecirc;ncias anteriores de aceita&ccedil;&atilde;o, em uma sociedade capitalista, na qual o novo &eacute; sempre mais valorizado, a desvaloriza&ccedil;&atilde;o pode acometer o idoso, pois o velho passa a ser descartado ou percebido como fora de moda (Schneider &amp; Irigaray, 2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por outro lado, em rela&ccedil;&atilde;o ao padr&atilde;o corporal, a imposi&ccedil;&atilde;o da sociedade faz com que os indiv&iacute;duos busquem freneticamente adequar-se, trazendo a impress&atilde;o de que o corpo entra e sai da moda como se fosse tend&ecirc;ncia ditada a cada esta&ccedil;&atilde;o. Esse padr&atilde;o est&eacute;tico considerado ideal associa, historicamente, mulher e beleza. Altera&ccedil;&otilde;es corporais s&atilde;o feitas atrav&eacute;s de cirurgias est&eacute;ticas que ultrapassam os limites para as transforma&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, acarretando um processo que a princ&iacute;pio incide sobre o imagin&aacute;rio e depois implicar&aacute; na rela&ccedil;&atilde;o social do indiv&iacute;duo (Paix&atilde;o &amp; Lopes, 2014).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda quanto ao g&ecirc;nero, Santos e Maia (2003) ressaltam que as diferen&ccedil;as encontradas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; autoestima muitas vezes est&atilde;o ligadas a fatores culturais da atualidade, que valoriza imagens idealizadas de beleza f&iacute;sica, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres. Destas &eacute; esperado que sejam sempre belas, mas os padr&otilde;es que lhes s&atilde;o exigidos desconsideram a passagem do tempo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como afirmam Fontes, Borelli e Casotti (2012), a atratividade f&iacute;sica &eacute; considerada um elemento central da feminilidade, por isso o consumo de pr&aacute;ticas de beleza costuma ser maior entre as mulheres. A fim de evitar sentimentos negativos, como a insatisfa&ccedil;&atilde;o e a baixa autoestima, elas recorrem a diversas op&ccedil;&otilde;es de embelezamentos que est&atilde;o dispon&iacute;veis no mercado, as quais compreendem: cosm&eacute;ticos, exerc&iacute;cios, tratamentos est&eacute;ticos, dietas e cirurgias pl&aacute;sticas est&eacute;ticas (Strehlau, Claro &amp; Laban, 2010).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O autocuidado &eacute; uma atividade do indiv&iacute;duo apreendida e orientada para um objetivo. &Eacute; uma a&ccedil;&atilde;o desenvolvida em situa&ccedil;&otilde;es concretas da vida, e que o indiv&iacute;duo dirige para si mesmo ou para regular os fatores que afetam seu pr&oacute;prio desenvolvimento, atividades em benef&iacute;cio da vida, sa&uacute;de e bem estar (Silva, Oliveira, Silva, Polaro, Rad&uuml;nz, Santos &amp; Santana, 2009). Deste modo, pode-se pensar que as diversas op&ccedil;&otilde;es de embelezamento tamb&eacute;m t&ecirc;m car&aacute;ter de autocuidado. Por outro lado, uma preocupa&ccedil;&atilde;o exacerbada com o aspecto externo poderia ser entendida como vaidade, tomando-se a acep&ccedil;&atilde;o de "valoriza&ccedil;&atilde;o que se atribui &agrave; pr&oacute;pria apar&ecirc;ncia ou quaisquer qualidades f&iacute;sicas ou intelectuais fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros" (Houaiss &amp; Villar, 2001, p.2823).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Moura, Santos, Visciglia e Gatti (2012) buscaram analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre o cuidado com o corpo e a sa&uacute;de ps&iacute;quica em 20 mulheres com m&eacute;dia de idade de 23,3 anos que residiam no estado de S&atilde;o Paulo. Os autores criaram, para a pesquisa, um question&aacute;rio de cuidados pessoais, com o intuito de avaliar o n&iacute;vel de cuidado com o corpo, o tempo que a participante despendia neste cuidado, o or&ccedil;amento dedicado aos procedimentos est&eacute;ticos, preocupa&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem. Verificou- se na pesquisa, por meio de correla&ccedil;&atilde;o, que as mulheres que mais se cuidavam apresentaram preju&iacute;zo em algumas &aacute;reas quanto &agrave; sa&uacute;de ps&iacute;quica, a saber, stress psicol&oacute;gico e desconfian&ccedil;a no pr&oacute;prio desempenho, avaliados por meio do Question&aacute;rio de Sa&uacute;de Geral de Goldberg. Destaca-se, entretanto, que n&atilde;o se p&ocirc;de afirmar se o fato das mulheres se cuidarem compromete sua sa&uacute;de ou se &eacute; o seu estado ps&iacute;quico que interfere em seus cuidados exacerbados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em fun&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia da autoestima, surgiu a necessidade de sua avalia&ccedil;&atilde;o, a qual teve por consequ&ecirc;ncia o desenvolvimento de escalas que t&ecirc;m por intuito aferi-la. No Brasil, duas t&ecirc;m sido utilizadas: a de Steglich, de 1978, a qual compreende ainda a autoimagem, e a de Rosenberg (1989 apud Hutz &amp; Zanon, 2011).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto &agrave; primeira, Guimar&atilde;es, Kaneoya, Soares, Machado e Fernandes (2011) utilizaram o question&aacute;rio de Autoestima e Autoimagem de Steglich (1978) em seu estudo na popula&ccedil;&atilde;o de descendentes japoneses de Santa Catarina no Brasil e de Yamanashi no Jap&atilde;o. Verificaram que a qualidade de vida dos participantes foi considerada de boa a muito boa, sendo que os descendentes de Santa Catarina obtiveram escores superiores. A autoestima e a autoimagem obtiveram conceito baixo, n&atilde;o diferindo entre os grupos pesquisados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute; a de Rosenberg, adaptada por Hutz em 2000, teve sua valida&ccedil;&atilde;o e normatiza&ccedil;&atilde;o em 2011 (Hutz &amp; Zanon, 2011). &Eacute; um material que tem sido usado em diversas pesquisas, tanto no Brasil como no exterior, a exemplo da disserta&ccedil;&atilde;o de Rodrigues (2011), em Portugal. As idosas institucionalizadas, participantes do estudo, apresentaram qualidade de vida e autoestima moderadas; o trabalho tamb&eacute;m enfatizou a import&acirc;ncia da autoestima na qualidade de vida e vice-versa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, Ferreira, Santos e Maia (2012) utilizaram tamb&eacute;m como instrumento a escala de autoestima de Rosenberg. Participaram do estudo 65 idosos usu&aacute;rios da rede p&uacute;blica de sa&uacute;de do munic&iacute;pio de Natal-RN, com idade m&eacute;dia de 71 anos, sendo a maioria do sexo feminino. As autoras identificaram nos idosos uma autoestima elevada, considerada um recurso psicol&oacute;gico &uacute;til auxiliando no enfrentamento dos desafios de adapta&ccedil;&atilde;o na velhice.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Meurer, Benedetti e Mazo (2011), valendo-se do mesmo instrumento, buscaram explorar a associa&ccedil;&atilde;o dos fatores motivacionais para a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos com a autoestima de idosos. Participaram do estudo 111 idosos, dos quais 90 eram mulheres, com idade m&eacute;dia de 67 anos e 4 meses, praticantes do programa "Floripa Ativa", que acontece junto aos Centros de Sa&uacute;de do Munic&iacute;pio de Florian&oacute;polis. A autoestima foi considerada elevada (35,22&plusmn;3,93) e associada &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o pela pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute; Antunes, Mazo e Balb&eacute; (2011) compararam a percep&ccedil;&atilde;o de autoestima e de sa&uacute;de com os aspectos sociodemogr&aacute;ficos de idosos praticantes de exerc&iacute;cio f&iacute;sico, conforme o sexo. Compuseram a amostra 165 idosos (132 do sexo feminino), com m&eacute;dia de idade de 69,14 anos (DP&#61; 6,04), integrantes do programa de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos do Grupo de Estudos da Terceira Idade &ndash; GETI, da Universidade do Estado de Santa Catarina. Os idosos apresentaram elevada autoestima. Verificou-se diferen&ccedil;a entre os g&ecirc;neros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos que abordassem a rela&ccedil;&atilde;o entre a autoestima e os cuidados pessoais, tais como avaliados pelo trabalho de Moura <i>et al</i>., (2012), n&atilde;o foram localizados nas bases de dados que congregam artigos cient&iacute;ficos. Quando os cuidados pessoais s&atilde;o investigados, referem-se especialmente &agrave;s atividades da vida di&aacute;ria, como o &Iacute;ndice de Barthel (Minosso, Amendola, Alvarenga &amp; Oliveira, 2010; Girondi, Hammerschimidt, Trist&atilde;o &amp; Fernandes, 2014), utilizado para a aferi&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia funcional de idosos, popula&ccedil;&atilde;o de especial interesse para as autoras do presente estudo. O objetivo geral da pesquisa foi verificar poss&iacute;veis rela&ccedil;&otilde;es entre o cuidado com o corpo e a autoestima em mulheres idosas por meio do Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais e da Escala de Autoestima de Rosenberg, em um estudo piloto.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As participantes foram selecionadas por conveni&ecirc;ncia. Seu recrutamento foi feito por outros pesquisadores da mesma institui&ccedil;&atilde;o, os quais arrolaram, em diferentes bairros da cidade de S&atilde;o Paulo, idosas que preenchiam os requisitos estabelecidos na presente investiga&ccedil;&atilde;o. No estudo foram inclu&iacute;das 24 mulheres com idade de 60 a 75 anos, alfabetizadas, sendo que todas residiam com familiares ou s&oacute;s, mas nenhuma se encontrava institucionalizada. Foram exclu&iacute;das mulheres que tinham defici&ecirc;ncia f&iacute;sica evidente, que dificultasse a locomo&ccedil;&atilde;o, dado a possibilidade de incremento da ansiedade que as quest&otilde;es poderiam acarretar. Tamb&eacute;m foram exclu&iacute;das pessoas cegas e surdas e que teriam dificuldade de compreender ou responder os instrumentos (como o caso de disl&eacute;xicas). Considerou-se, para o c&aacute;lculo do n&uacute;mero de participantes, o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia do estudo (5&#37;) e a estimativa do coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o (0,5), o que indicaria um n&uacute;mero m&iacute;nimo corrigido de 16 idosas, ao qual foi acrescido 50&#37;.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os instrumentos utilizados foram a Escala de Autoestima de Rosenberg, adaptada e validada por Hutz (2011) e o question&aacute;rio de Cuidados Pessoais de Moura, Santos, Visciglia e Gatti (2012), al&eacute;m do Question&aacute;rio de Caracteriza&ccedil;&atilde;o, que contava com perguntas referentes &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o da participante. Este &uacute;ltimo foi constru&iacute;do para os fins da pesquisa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O instrumento Escala de Autoestima de Rosenberg &eacute; uma medida unidimensional, constitu&iacute;da por 10 afirma&ccedil;&otilde;es relacionadas a um conjunto de sentimentos de autoestima e autoaceita&ccedil;&atilde;o, que avalia a autoestima global. Os itens s&atilde;o respondidos em uma escala tipo Likert de quatro pontos, variando entre concordo totalmente, concordo, discordo e discordo totalmente, e pode ser aplicado a pessoas de qualquer idade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais (Moura <i>et al</i>., 2012) &eacute; constitu&iacute;do por 10 quest&otilde;es fechadas, respondidas em uma escala, variando de zero a quatro, tipo Likert, que visam avaliar o n&iacute;vel de cuidado com o corpo, o tempo despendido aos cuidados , o custo financeiro dedicado a procedimentos est&eacute;ticos, a preocupa&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem. Permite a quantifica&ccedil;&atilde;o das respostas de modo a que os valores superiores correspondam ao maior uso de tempo, energia e dinheiro da participante.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica (registrado sob o n&uacute;mero CAAE 30087214.0.0000.0089), as participantes foram indicadas por pessoas pr&oacute;ximas &agrave;s pesquisadoras. Depois de contato e aceita&ccedil;&atilde;o, elas foram consultadas quanto ao dia, hor&aacute;rio e local mais conveniente para a coleta de dados da pesquisa. Cada participante preencheu e assinou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para fins legais e &eacute;ticos, em duas vias, uma das quais ficou com a participante e outra com as pesquisadoras.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Primeiramente foi aplicado o Question&aacute;rio de Caracteriza&ccedil;&atilde;o para colher informa&ccedil;&otilde;es pessoais das 24 participantes e, logo ap&oacute;s, os dois instrumentos referentes ao tema da pesquisa. Antes das aplica&ccedil;&otilde;es dos instrumentos, as pesquisadoras deram orienta&ccedil;&otilde;es gerais sobre eles.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a coleta, os dados referentes &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o e a ambos os instrumentos foram inseridos em planilhas. Realizou-se o c&aacute;lculo de m&eacute;dia e desvio padr&atilde;o. A partir dos resultados dos Question&aacute;rios de Autoestima e de Cuidados Pessoais, foi realizado o c&aacute;lculo da prova de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, tomando-se p&#61; 0,05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A contabiliza&ccedil;&atilde;o dos dados do Question&aacute;rio de Caracteriza&ccedil;&atilde;o revelou que a m&eacute;dia de idade das participantes foi de 65 anos e dois meses. Quanto ao local de nascimento, 18 s&atilde;o naturais do Estado de S&atilde;o Paulo, duas da Bahia, duas de Pernambuco, uma da Para&iacute;ba e uma do Estado de Minas Gerais. Identificou-se que 54,16&#37; das participantes n&atilde;o estavam trabalhando no momento da coleta dos dados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados do Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais, como apresentados na tabela I, revelaram que o valor m&eacute;dio obtido no instrumento foi de 4,62, com desvio padr&atilde;o 3,1. Destaca-se, entretanto, que houve ampla variabilidade quanto &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o de cada uma das quest&otilde;es para a composi&ccedil;&atilde;o do escore.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aletheia/n43-44/43-44a13t1a.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aletheia/n43-44/43-44a13t1b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As participantes 12 e 22 apresentaram as maiores pontua&ccedil;&otilde;es da amostra, onze e treze pontos, respectivamente, denotando, assim, maior preocupa&ccedil;&atilde;o que as demais quanto aos cuidados. A pergunta que mais contribuiu para este resultado foi a que indagava se a mulher considerava os cuidados que tinha com o corpo e sua apar&ecirc;ncia um problema, na qual a resposta foi afirmativa. A participante 22 respondeu de igual modo tamb&eacute;m &agrave; pergunta que indagava se a mulher j&aacute; tinha tido problemas financeiros por conta de sua vaidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos valores inferiores, as participantes 6, 8 e 10 obtiveram apenas um ponto, caracterizando uma menor preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos cuidados pessoais e a participante 7 obteve zero, ou seja, a menor somat&oacute;ria de pontos permitida para o instrumento. Tal valor, entretanto, n&atilde;o significa uma aus&ecirc;ncia de cuidados, mas o menor investimento refletido em todas as quest&otilde;es. Entretanto, pode-se afirmar que, dentre as pesquisadas, os cuidados pessoais, segundo inferido pelo instrumento, possuem pouca relev&acirc;ncia no cotidiano.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao analisar os resultados por quest&otilde;es do Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais, foi poss&iacute;vel perceber que a quest&atilde;o que perguntava se a mulher j&aacute; tinha enfrentado dificuldades de relacionamento por causa de sua vaidade (quest&atilde;o 9) n&atilde;o obteve qualquer ponto. A quest&atilde;o sobre qual seria o n&iacute;vel de preocupa&ccedil;&atilde;o da participante em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua pr&oacute;pria imagem obteve a maior somat&oacute;ria de pontos (37), ou seja, as mulheres desta pesquisa demonstraram preocupar-se com a imagem corporal.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A segunda quest&atilde;o com maior pontua&ccedil;&atilde;o desta pesquisa foi a que perguntava com que frequ&ecirc;ncia a participante ia ao sal&atilde;o de beleza ou centros est&eacute;ticos semanalmente. Apenas cinco participantes responderam-na com o valor m&iacute;nimo, o que correspondia a nenhuma. Destaca-se que a quest&atilde;o 3 investigava o n&uacute;mero de procedimentos cir&uacute;rgicos est&eacute;ticos aos quais as participantes haviam se submetido. Por meio desta quest&atilde;o verificou-se que a maioria das participantes da presente pesquisa (62,5&#37;) n&atilde;o realizou qualquer cirurgia pl&aacute;stica. Embora tivessem uma faixa et&aacute;ria mais avan&ccedil;ada, foi verificada menor incid&ecirc;ncia de submiss&atilde;o a cirurgias pl&aacute;sticas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto ao segundo instrumento, a partir das an&aacute;lises das respostas da Escala de Autoestima de Rosenberg, foi obtida a m&eacute;dia do grupo de 34,04 pontos, desvio padr&atilde;o de 3,489, com intervalo m&eacute;dio de 30,51 a 37,49. Os resultados, por participante e quest&atilde;o est&atilde;o apresentados na tabela 2. As participantes desta pesquisa foram classificadas como referindo autoestima elevada, pelos par&acirc;metros do instrumento. A partir da realiza&ccedil;&atilde;o do teste t, verificou-se que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre a m&eacute;dia obtida no presente estudo e a m&eacute;dia obtida na pesquisa de Rodrigues (2011), embora a pontua&ccedil;&atilde;o encontrada neste tenha sido maior.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aletheia/n43-44/43-44a13t2a.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aletheia/n43-44/43-44a13t2b.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A participante 24 obteve destaque, pois atingiu a pontua&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima, ou seja, 40 pontos, assim considerando-se uma autoestima extrema. J&aacute; no valor inferior, a participante 20 destacou-se com 28 pontos, chamando a aten&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m para a pontua&ccedil;&atilde;o baixa assinalada nas perguntas 4- "<i>Eu acho que sou capaz de fazer as coisas t&atilde;o bem quanto a maioria das pessoas</i>" e 5-" <i>Eu acho que eu n&atilde;o tenho muito do que me orgulhar</i>".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao analisar os resultados por quest&atilde;o foi poss&iacute;vel perceber que a quest&atilde;o 8- "<i>Eu gostaria de poder ter mais respeito por mim mesmo</i>" obteve o menor somat&oacute;rio de pontos do grupo, com 8,26 &#37; das respostas, ou seja, a maioria das participantes discordou desta afirma&ccedil;&atilde;o. Entretanto, no geral, a faixa de varia&ccedil;&atilde;o da somat&oacute;ria por quest&atilde;o (72 a 88) bem como do total de pontos por participante (28 a 40) revelam pequena amplitude.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados de ambos os instrumentos foram submetidos &agrave; prova de correla&ccedil;&atilde;o, tomando-se p&#61; 0,05. A correla&ccedil;&atilde;o de Pearson apontou valor igual a 0,3077, resultado n&atilde;o significante (p cr&iacute;tico&#61; 0,396), demonstrando, assim, que n&atilde;o houve correla&ccedil;&atilde;o entre os resultados dos instrumentos aplicados. De acordo com este resultado, pode-se inferir que autoestima e cuidados pessoais, tal como mensurados pelos question&aacute;rios, n&atilde;o t&ecirc;m interfer&ecirc;ncia m&uacute;tua ou n&atilde;o caminham de modo paralelo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados obtidos no estudo evidenciaram um baixo n&iacute;vel de cuidados pessoais, se comparado ao de Moura <i>et al</i>. (2012), no qual foi usado o mesmo question&aacute;rio. No trabalho citado, a m&eacute;dia do grupo foi de 13,7, com desvio padr&atilde;o 3,18, ou seja, a se considerar que variabilidade &eacute; semelhante, a diferen&ccedil;a entre as m&eacute;dias pode ser decorrente da diferen&ccedil;a et&aacute;ria entre os grupos, dado que o estudo anterior contou com mulheres entre 20 e 30 anos, e o atual com as participantes entre 60 e 75 anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entretanto, a preocupa&ccedil;&atilde;o referida com a imagem, em ambos os estudos, &eacute; o elemento mais presente. Schilder, citado por Silva, Venditti Jr. e Miller (2010), ressalta que as primeiras experi&ecirc;ncias infantis s&atilde;o importantes para o processo de desenvolvimento da imagem corporal e diz que nunca paramos de ter tais experi&ecirc;ncias, ou seja, exploramos nosso corpo do nascimento &agrave; morte. Acrescenta que a imagem corporal &eacute; formada em nossa mente, ou seja, &eacute; o modo pelo qual o corpo se apresenta para n&oacute;s. A se considerar tal assertiva, poder-se-ia pensar que a preocupa&ccedil;&atilde;o seria gradativamente reduzida com a idade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por outro lado, para algumas das idosas, os maiores cuidados podem estar relacionados ao medo da viv&ecirc;ncia de algo que para estas participantes ainda &eacute; desconhecido, ou seja, a perda da imagem de si mesmas e o medo de n&atilde;o serem reconhecidas pelo outro. Segundo Valen&ccedil;a, Nascimento e Germano (2010), tal situa&ccedil;&atilde;o torna-se mais evidente durante as mudan&ccedil;as ocorridas no processo fisiol&oacute;gico do envelhecimento, de tal forma que as mulheres vivenciariam uma luta constante contra esse processo que &eacute; natural.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute; Barros (2005) traz a concep&ccedil;&atilde;o de imagem corporal, nas perspectivas da psican&aacute;lise e da sociologia, e diz que esta envolve a reflex&atilde;o dos desejos, atitudes emocionais e intera&ccedil;&atilde;o com os outros, n&atilde;o sendo somente uma constru&ccedil;&atilde;o cognitiva. Neste sentido, pode-se entender que a preocupa&ccedil;&atilde;o com a imagem corporal das participantes &eacute; o resultado da intera&ccedil;&atilde;o entre elas, o meio em que vivem e as expectativas que t&ecirc;m em rela&ccedil;&atilde;o aos fatores determinados pela cultura e a sociedade, o que faria com que as mulheres mais velhas da pesquisa pudessem ter uma maior aceita&ccedil;&atilde;o de si mesmas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todavia, os cuidados dos quais se valem as mulheres mais velhas e mais novas para a manuten&ccedil;&atilde;o da apar&ecirc;ncia podem ser bastante distintos, em fun&ccedil;&atilde;o dos ditames espec&iacute;ficos e dos recursos dispon&iacute;veis em seus diversos momentos hist&oacute;ricos. Al&eacute;m disso, Valen&ccedil;a, Nascimento e Germano (2010) afirmam que o ideal da eterna juventude &eacute; buscado pela maioria das mulheres, muitas vezes influenciado pelo olhar de perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica constru&iacute;do por valores culturais e socioecon&ocirc;micos, n&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o de um olhar sobre si mesmas de autocuidado e de respeito ao pr&oacute;prio corpo. Tais fatores seriam refletidos na diverg&ecirc;ncia encontrada no resultado das pesquisas que utilizaram o mesmo instrumento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A asser&ccedil;&atilde;o das idosas de que n&atilde;o tiveram problemas de relacionamento por causa da vaidade pode ser um dos elementos que as distingue das mais jovens. Entende-se aqui que a vaidade &eacute; caracterizada como sendo uma preocupa&ccedil;&atilde;o exacerbada e uma avalia&ccedil;&atilde;o excessivamente positiva da apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, como o fazem Avelar e Veiga (2013). Destaca-se que a preocupa&ccedil;&atilde;o com a apar&ecirc;ncia tem sido cada vez mais presente na sociedade atual, a qual oferece, a cada dia, mais recursos, antes n&atilde;o dispon&iacute;veis, para o aprimoramento do aspecto est&eacute;tico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hoje, os in&uacute;meros produtos e servi&ccedil;os de beleza trazem a garantia de tornar as pessoas mais belas com objetivo de gerenciar a impress&atilde;o que a apar&ecirc;ncia causa nos outros. Dessa forma, conscientemente ou n&atilde;o, os benef&iacute;cios associados com a beleza geram recompensas sociais como, por exemplo, elogios e conquistas amorosas (Abdala, 2004). De acordo com Avelar e Veiga (2013), as recompensas sociais obtidas servem como motivadores para a exacerba&ccedil;&atilde;o da vaidade f&iacute;sica na sociedade contempor&acirc;nea, trazendo, como consequ&ecirc;ncia, o aumento do consumo de produtos est&eacute;ticos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Importa referir que um estudo conduzido no Rio Grande do Sul, em que foi verificada a busca de cirurgia pl&aacute;stica, pela primeira vez, por mulheres de mais de 50 anos (Audino &amp; Schmitz, 2012), trouxe como resultado uma maior incid&ecirc;ncia de busca pelos procedimentos por mulheres mais jovens, sendo que, gradativamente, houve redu&ccedil;&atilde;o nas faixas et&aacute;rias mais elevadas. No total do grupo pesquisado, apenas 13&#37; corresponderam &agrave; faixa entre 62 e 67 anos e 5&#37; tinham acima de 68 anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, no geral do instrumento de cuidados pessoais, a pontua&ccedil;&atilde;o baixa na presente pesquisa, em compara&ccedil;&atilde;o com a pesquisa de Moura <i>et al</i>., (2012), pode, em parte, ser justificada pelas idades das participantes deste trabalho, que s&atilde;o de uma faixa et&aacute;ria mais avan&ccedil;ada que do estudo anterior. Al&eacute;m disso, a maioria das participantes desse estudo n&atilde;o exerce atividades fora de casa, o que fez com que se pensasse inicialmente que poderiam se preocupar menos com a apar&ecirc;ncia, por&eacute;m notou-se que aquelas que trabalham fora de casa tamb&eacute;m apresentaram baixa pontua&ccedil;&atilde;o no c&ocirc;mputo geral do instrumento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro fator a ser considerado refere-se ao question&aacute;rio em si, elaborado e utilizado em 2012, e ainda n&atilde;o validado, sendo esta sua segunda utiliza&ccedil;&atilde;o. A cria&ccedil;&atilde;o deste Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais, como qualquer instrumento, requer um n&uacute;mero maior de pesquisas e estudos que comprovem sua validade. Deste modo, &eacute; necess&aacute;rio verificar, de modo mais atento, a adequa&ccedil;&atilde;o das quest&otilde;es para a popula&ccedil;&atilde;o idosa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto ao instrumento que avaliou a autoestima, Rodrigues (2011) estabeleceu valores para interpreta&ccedil;&atilde;o dos pontos obtidos. Considerou a pontua&ccedil;&atilde;o de 10 a 20 como referente a uma baixa autoestima, os valores 21 a 30 a uma m&eacute;dia autoestima e elevada autoestima a pontua&ccedil;&atilde;o de 31 a 40, sendo a m&eacute;dia das participantes do presente estudo considerada elevada. Esse dado pode ser interpretado valendo-se do vi&eacute;s da desejabilidade social.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Oliveira (2013) ressalta a import&acirc;ncia de se estudar a desejabilidade social no contexto da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica e diz que os indiv&iacute;duos tendem a dar respostas pouco sinceras, com o objetivo de apresentar uma autoimagem positiva, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s medidas de autorrelato, nas quais reportam comportamentos, tra&ccedil;os e atitudes que muitas vezes n&atilde;o correspondem a sua real imagem. Tal conceito pode justificar as respostas das participantes, enquanto grupo, as quais teriam tentado demonstrar uma representa&ccedil;&atilde;o exageradamente positiva de si.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro fator que muito provavelmente interferiu na compara&ccedil;&atilde;o com o trabalho de Rodrigues (2011) &eacute; a caracter&iacute;stica das participantes do estudo. Ainda que ambos os grupos sejam constitu&iacute;dos por idosas, um deles &eacute; de institucionalizadas, enquanto o outro n&atilde;o. Ressalta-se que a autoestima n&atilde;o &eacute; est&aacute;tica, apresenta altos e baixos, pois sofre influ&ecirc;ncia de acontecimentos sociais, emocionais e psicossom&aacute;ticos. Quanto ao grupo institucionalizado, pode-se pensar que as perguntas suscitaram sentimentos de inferioridade (Mosquera &amp; Stob&auml;us, 2006) e&#47;ou sua avalia&ccedil;&atilde;o ocorreu em um momento pouco prop&iacute;cio, em fun&ccedil;&atilde;o de circunst&acirc;ncias especificas, entre elas a pr&oacute;pria condi&ccedil;&atilde;o de institucionaliza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns estudos nacionais (Antunes <i>et al</i>., 2011; Ferreira <i>et al</i>., 2012; Meurer <i>et al</i>., 2011) com o uso do mesmo instrumento identificaram nas mulheres pesquisadas uma autoestima elevada, assim como na presente pesquisa. Os autores apontaram que a autoestima satisfat&oacute;ria est&aacute; relacionada &agrave; sa&uacute;de, ao bem-estar e &agrave; felicidade. Dessa forma, ameniza os efeitos negativos do processo de envelhecimento, sendo considerada como um recurso psicol&oacute;gico &uacute;til para o idoso, aparecendo como um fator protetor, ou seja, auxiliando no enfrentamento dos desafios de adapta&ccedil;&atilde;o na velhice. Nesse sentido, o alto resultado obtido pelas participantes da presente pesquisa pode ser interpretado como uma forma positiva que as mulheres dessa faixa et&aacute;ria encontraram de vivenciar o processo de envelhecimento, demonstrando que, apesar das mudan&ccedil;as psicol&oacute;gicas, f&iacute;sicas e culturais que acontecem por conta da idade, possuem uma representa&ccedil;&atilde;o pessoal positiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Disto infere-se que, de modo geral, as participantes sentem-se confiantes e acreditam nas pr&oacute;prias compet&ecirc;ncias, caracter&iacute;sticas estas associadas a uma alta autoestima (Gomes &amp; Silva, 2013). Tamb&eacute;m pode indicar que, dada a aceita&ccedil;&atilde;o do envelhecimento, a preocupa&ccedil;&atilde;o com os diversos modos est&eacute;ticos de retard&aacute;-lo n&atilde;o se faz t&atilde;o presente, o que redundaria na correla&ccedil;&atilde;o verificada entre os instrumentos utilizados na pesquisa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o foi identificada associa&ccedil;&atilde;o entre os cuidados com o corpo e a autoestima para o grupo investigado e por meio dos instrumentos utilizados. Os resultados obtidos nos instrumentos revelaram uma autoestima elevada e um n&iacute;vel de cuidados pessoais abaixo da m&eacute;dia, se comparado ao estudo anterior com o mesmo instrumento. A n&atilde;o correla&ccedil;&atilde;o entre os instrumentos utilizados pode estar associada ao fato das mulheres desta pesquisa sentirem-se seguras quanto &agrave; sua apar&ecirc;ncia, ou seja, por terem uma elevada autoestima acreditam nas suas compet&ecirc;ncias n&atilde;o vendo a quest&atilde;o dos cuidados pessoais como algo relevante. Outra hip&oacute;tese levantada que justificaria tal resultado seria o fato de que os h&aacute;bitos considerados como cuidados pessoais para esta faixa et&aacute;ria podem diferir dos h&aacute;bitos das mulheres do estudo ao qual a presente pesquisa foi comparada, as quais eram de uma faixa et&aacute;ria menor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A possibilidade de que o grupo de idosas da pesquisa seja algo homog&ecirc;neo seria tamb&eacute;m uma poss&iacute;vel causa para a baixa correla&ccedil;&atilde;o encontrada. A despeito de serem advindas de distintos bairros, n&atilde;o houve controle quanto a uma estratifica&ccedil;&atilde;o por renda ou outros dados sociodemogr&aacute;ficos que, eventualmente, poderiam interferir nos resultados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa evidenciou que alguns de seus aspectos merecem novas investiga&ccedil;&otilde;es. A adequa&ccedil;&atilde;o dos instrumentos utilizados, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o ao Question&aacute;rio de Cuidados Pessoais, que foi utilizado pela segunda vez, &eacute; um deles. Seria importante uma investiga&ccedil;&atilde;o em que fossem levantados, junto a idosas de diversas faixas et&aacute;rias, condi&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e culturais os cuidados que dispensam a sua apar&ecirc;ncia, para uma amplia&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio de cuidados pessoais, se os resultados assim sugerirem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra possibilidade seria a composi&ccedil;&atilde;o de amostras mais amplas e a introdu&ccedil;&atilde;o do g&ecirc;nero masculino, a fim de compara&ccedil;&atilde;o dos dados. Prop&otilde;e-se, ainda, uma amplia&ccedil;&atilde;o do Question&aacute;rio de Caracteriza&ccedil;&atilde;o dos participantes no sentido de obter mais informa&ccedil;&otilde;es que possibilitem a averigua&ccedil;&atilde;o de outros fatores que possam estar subjacentes aos dados obtidos, como condi&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, n&iacute;vel de escolaridade, estado atual de sa&uacute;de. Os v&aacute;rios aspectos apontados, entende-se, devem despertar o interesse para realiza&ccedil;&atilde;o de futuros trabalhos nesta mesma tem&aacute;tica, a qual n&atilde;o tem sido referida quer em estudos nacionais quer em internacionais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Abdala, P. R. Z. (2004). <i>Vaidade e consumo: como a vaidade f&iacute;sica influencia comportamento do consumidor</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. UFRG: Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111102&pid=S1413-0394201400010001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Antunes, G., Mazo, G. Z. &amp; Balb&eacute;, G. P. (2011). Rela&ccedil;&atilde;o da autoestima entre a percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e aspectos sociodemogr&aacute;ficos de idosos praticantes de exerc&iacute;cio f&iacute;sico. <i>Revista da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 22</i>(4),583-589.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111104&pid=S1413-0394201400010001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ara&uacute;jo, L., S&aacute;, E. C. N. &amp; Amaral, E. B. (2011). Corpo e velhice: um estudo das representa&ccedil;&otilde;es sociais entre homens idosos. <i>Psicologia: Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, 31</i>(3), 468-481.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111106&pid=S1413-0394201400010001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Audino, M. C. F. &amp; Schmitz, A. (2012). Cirurgia pl&aacute;stica e envelhecimento. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncias do Envelhecimento Humano, 9</i>(supl. 1), 21-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111108&pid=S1413-0394201400010001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Avelar, C. F. P. &amp; Veiga, R. T. (2013). Como entender a vaidade feminina utilizando a autoestima e a personalidade. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas, 53</i>(4), 338-349.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111110&pid=S1413-0394201400010001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Barros, D. D. (2005). Imagem corporal: a descoberta de si mesmo. <i>Hist&oacute;ria, Ci&ecirc;ncias, Sa&uacute;de-Manguinhos, 12</i>(2), 547-554.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111112&pid=S1413-0394201400010001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Chaim, J., Izzo, H. &amp; Sera, C. T. N. (2009). Cuidar em sa&uacute;de: Satisfa&ccedil;&atilde;o com a imagem corporal e autoestima de idosos. <i>O Mundo da Sa&uacute;de, 33</i>(2), 175-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111114&pid=S1413-0394201400010001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Falc&atilde;o, D. V. S. &amp; Carvalho, I. S. (2010). Idosos e sa&uacute;de mental: demandas e desafios. In Falc&atilde;o, D. V. S., &amp; L. F. Ara&uacute;jo (Orgs.), <i>Idosos e sa&uacute;de mental</i>(pp. 11-31) Campinas, SP: Papirus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111116&pid=S1413-0394201400010001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ferreira, C. L., Santos, L. M. O. &amp; Maia, E. M. C. (2012). Resili&ecirc;ncia em idosos atendidos na Rede de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica de Sa&uacute;de em munic&iacute;pio do nordeste brasileiro. <i>Revista da Escola de Enfermagem da USP, 46</i>(2), 328-334.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111118&pid=S1413-0394201400010001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Fontes, O. A., Borelli, F. C. &amp; Casotti, L. M. (2012). Como ser homem e ser belo? Um estudo explorat&oacute;rio sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre masculinidade e o consumo de beleza. REAd. <i>Revista Eletr&ocirc;nica de Administra&ccedil;&atilde;o, 18</i>(2), 400-432.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111120&pid=S1413-0394201400010001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Girondi, J. B. R., Hammerschimidt, K. S. A., Trist&atilde;o, F. R. T. &amp; Fernandez, D. L. R. (2014). O uso do &iacute;ndice de Barthel modificado em idosos: contrapondo capacidade funcional, depend&ecirc;ncia e fragilidade. <i>J. Health Biol. Sci. 2</i>(4), 213-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111122&pid=S1413-0394201400010001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gomes, N. S. &amp; Silva, S. R. (2013). Avalia&ccedil;&atilde;o da autoestima de mulheres submetidas &agrave; cirurgia oncol&oacute;gica mam&aacute;ria. <i>Texto &amp; Contexto-Enfermagem, 22</i>(2), 509-516.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111124&pid=S1413-0394201400010001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Guimar&atilde;es, A., Kaneoya, A., Soares, A., Machado, Z. &amp; Fernandes, S. (2011). Qualidade de Vida, auto estima e auto imagem de japoneses do Brasil e do Jap&atilde;o. <i>Pensar A Pr&aacute;tica, 14</i>(1), 1- 12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111126&pid=S1413-0394201400010001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Houaiss, A. &amp; Villar, M. S. (2001). <i>Dicion&aacute;rio Houaiss da l&iacute;ngua portuguesa</i>. Objetiva. Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111128&pid=S1413-0394201400010001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hutz, C. S. &amp; Zanon, C. (2011). Revis&atilde;o da adapta&ccedil;&atilde;o, valida&ccedil;&atilde;o e normatiza&ccedil;&atilde;o da escala de autoestima de Rosenberg: Revision of the adaptation, validation, and normatization of the Roserberg self-esteem scale. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 10</i>(1), 41-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111130&pid=S1413-0394201400010001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ma&ccedil;ola, L., Vale, I. N. &amp; Carmona, E. V. (2010). Avalia&ccedil;&atilde;o da autoestima de gestantes com uso da Escala de Autoestima de Rosenberg. <i>Revista da Escola de Enfermagem da USP, 44</i>(3), 570-577.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111132&pid=S1413-0394201400010001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Meurer S. T., Benedetti T. R. &amp; Mazo G. Z.(2011) Teoria da autodetermina&ccedil;&atilde;o: compreens&atilde;o dos fatores motivacionais e autoestima de idosos praticantes de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos. <i>Revista. bras. de Atividade F&iacute;sica e Sa&uacute;de . 16</i>(1), 18-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111134&pid=S1413-0394201400010001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Minosso, J. S. M., Amendola, F., Alvarenga, M. R. M. &amp; Oliveira, M. A. C. (2010). Valida&ccedil;&atilde;o, no Brasil, do &Iacute;ndice de Barthel em idosos atendidos em ambulat&oacute;rios. <i>Acta Paul. Enferm. 23</i>(2), 218-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111136&pid=S1413-0394201400010001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mosquera, J. J. M. &amp; Stob&auml;us, C. D. (2006). Autoimagem, autoestima e autorrealiza&ccedil;&atilde;o: Qualidade de Vida na Universidade. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 7</i>(1), 83-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111138&pid=S1413-0394201400010001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Moura, A. C., Santos, M. A. B., Visciglia, N. &amp; Gatti, A.L. (2012) <i>Sa&uacute;de ps&iacute;quica e cuidados pessoais em mulheres jovens: um estudo correlacional</i>. Trabalho de conclus&atilde;o de curso (Forma&ccedil;&atilde;o de Psic&oacute;logo). Faculdade de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais. Universidade S&atilde;o Judas Tadeu. S&atilde;o Paulo, SP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111140&pid=S1413-0394201400010001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Oliveira, J. F. A. (2013) <i>Estudos de valida&ccedil;&atilde;o da Escala de Desejabilidade Social &ndash; DESCA</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Psicologia Cl&iacute;nica e Sa&uacute;de, Universidade de Coimbra, Portugal.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Paix&atilde;o, J. A. &amp; Lopes, M.F. (2014). Altera&ccedil;&otilde;es corporais como fen&ocirc;meno est&eacute;tico e identit&aacute;rio entre universit&aacute;rias. <i>Sa&uacute;de em Debate, 38</i>(101), 267- 276.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111143&pid=S1413-0394201400010001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Rodrigues, M. I. A. (2011). <i>Autoestima e Qualidade de Vida nas Mulheres Idosas Institucionalizadas</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, Braga.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111145&pid=S1413-0394201400010001300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Santos, P. J. &amp; Maia, J. (2003). An&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria e valida&ccedil;&atilde;o preliminar de uma vers&atilde;o portuguesa da escala de autoestima de Rosenberg. <i>Psicologia: Teoria, Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;tica, 2</i>, 253-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111147&pid=S1413-0394201400010001300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Schneider, R. H., &amp; Irigaray, T. Q. (2008). O envelhecimento na atualidade: aspectos cronol&oacute;gicos, biol&oacute;gicos, psicol&oacute;gicos e sociais. <i>Estudos de Psicologia, 25</i>(4), 585-593.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111149&pid=S1413-0394201400010001300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silva, I. J., Oliveira, M. F. V., Silva, S. &Eacute;. D., Polaro, S. H. I., Rad&uuml;nz, V., Santos, E. K. A. &amp; Santana, M. E. (2009). Cuidado, autocuidado e cuidado de si: uma compreens&atilde;o paradigm&aacute;tica para o cuidado de enfermagem. <i>Revista da Escola de Enfermagem da USP, 43</i>(3), 697-703.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111151&pid=S1413-0394201400010001300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silva, R. D. F., Venditti, R. J&uacute;nior &amp; Miller, J. (2010). Imagem corporal na perspectiva de Paul Schilder. Contribui&ccedil;&otilde;es para trabalhos corporais nas &aacute;reas de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, dan&ccedil;a e pedagogia. <i>Mal-estar na Cultura</i>, abril-novembro, 1-17. .Departamento de Difus&atilde;o Cultural Campus Central da UFRGS.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111153&pid=S1413-0394201400010001300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Steglich, L. A.(1978) <i>Terceira Idade, Aposentadoria, Auto Imagem e Auto estima</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. UFRGS, Porto Alegre RS.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111155&pid=S1413-0394201400010001300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Strehlau, V. I., Claro D. P. &amp; Laban, S. A. Neto. (2010) Espelho, espelho meu, existe algu&eacute;m mais vaidosa do que eu? A vaidade feminina e sua influ&ecirc;ncia na autoestima e no consumo de procedimentos est&eacute;ticos. In: Encontro de marketing da associa&ccedil;&atilde;o nacional de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o e pesquisa em administra&ccedil;&atilde;o (4). Florian&oacute;polis, Brasil: EMA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111157&pid=S1413-0394201400010001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Valen&ccedil;a, C. N., Nascimento, J. M., Filho &amp; Germano, R. M. (2010). Mulher no climat&eacute;rio: reflex&otilde;es sobre desejo sexual, beleza e feminilidade. <i>Sa&uacute;de e Sociedade, 19</i>(2), 273-285.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=111159&pid=S1413-0394201400010001300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="end2"></a><a href="#end"><img src="/img/revistas/aletheia/n43-44/seta.gif" border="0">Endere&ccedil;o para contato</a></b>    <br> <b>E-mail</b>: <a href="mailto:prof.agatti@usjt.br">prof.agatti@usjt.br</a></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em janeiro de 2015    <br> Aceito em abril de 2015</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Aparecida Duridan:</b> Aluna da Gradua&ccedil;&atilde;o do Curso de Psicologia da USJT &ndash; Universidade S&atilde;o Judas Tadeu.    <br> <b>Daiane Ferreira dos Santos:</b> Aluna da Gradua&ccedil;&atilde;o do Curso de Psicologia da USJT &ndash; Universidade S&atilde;o Judas Tadeu.    <br> <b>Ana Lucia Gatti:</b> Doutora em Psicologia, Professora do Curso de Psicologia e do Mestrado em Ci&ecirc;ncias do Envelhecimento da Universidade S&atilde;o Judas Tadeu.</font></p>      ]]></body>
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