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<publisher-name><![CDATA[Vetor Editora Psico-Pedagógica]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relações entre qualidade de vida e estrutura de personalidade em pessoas deprimidas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study mentions the relations to it between depression and quality os life. They had been applied PRIME-Módulo de Humor, for the diagnosis of the depression, the SF-36, to evaluate the quality of life and the drawing of the figure human being as projectiva technique to evaluate aspects of the personality of these citizens.The sample was composite popr for woman and a man, with ages varying between 38 and 57 years. Carrying through a matching it enters the results gotten through these instruments, observing with the SF-36 the aspects most objective and with the drauwing of the figure human being the aspects most subjective, it was perceived presence od depressive strokes in both, concluding itself that the quality of life of these people is of fact very comprometida. They need therefore, of medical and psychotherapic handling.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Depressão]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Rela&ccedil;&otilde;es  entre qualidade de vida e estrutura de personalidade em pessoas deprimidas</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Relations between quality of life and structure of personality in depressed    people</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Helena Rubio</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Estudo a seguir    refere-se as rela&ccedil;&otilde;es entre depress&atilde;o e qualidade de vida.    Foi aplicado o PRIME, M&oacute;dulo de Humor para diagn&oacute;stico da depress&atilde;o,    tendo sido usado como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o; o SF-36 para avaliar    a qualidade de vida em pacientes deprimidos; e o desenho da figura humana como    t&eacute;cnica projetiva, com o objetivo de verificarmos os aspectos da personalidade    desses sujeitos. A amostra foi composta por quatro mulheres e um homem, com    idades variando de 38 a 57 anos, sendo que tr&ecirc;s s&atilde;o casadas, um    solteiro e uma vi&uacute;va. Duas n&atilde;o t&ecirc;m profiss&atilde;o, s&atilde;o    do lar, uma &eacute; costureira, um aut&ocirc;nomo, e uma &eacute; operadora    de <i>telemarketing</i>. Duas t&ecirc;m instru&ccedil;&atilde;o do Primeiro    Grau completo, uma tem Primeiro Grau incompleto, uma tem Segundo Grau completo    e um Terceiro Grau incompleto. Foi empregado o m&eacute;todo cl&iacute;nico    (estudo de caso). No SF-36, foram avaliados aspectos da capacidade funcional,    aspectos f&iacute;sicos, dor, estado geral de sa&uacute;de, aspectos sociais,    aspecto emocional, vitalidade e sa&uacute;de mental. Foi encontrado em todos    os sujeitos avaliados pelo SF-36 maior preju&iacute;zo nas &aacute;reas de capacidade    funcional, aspectos f&iacute;sicos, vitalidade e aspecto emocional. Na t&eacute;cnica    gr&aacute;fica tamb&eacute;m foram observados v&aacute;rios indicadores de depress&atilde;o.    Realizando a compara&ccedil;&atilde;o entre os resultados dos dois instrumentos,    no SF-36 os aspectos mais objetivos e nos desenhos da figura humana mais subjetivos,    percebeu-se que de fato existe a presen&ccedil;a de aspectos depressivos em    ambas, concluindo-se que a qualidade de vida dessas pessoas est&aacute; realmente,    muito comprometida. Necessitam, portanto, de tratamento m&eacute;dico e psicoter&aacute;pico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Depress&atilde;o, Qualidade de vida, PRIM-MD.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This study mentions    the relations to it between depression and quality os life. They had been applied    PRIME-M&oacute;dulo de Humor, for the diagnosis of the depression, the SF-36,    to evaluate the quality of life and the drawing of the figure human being as    projectiva technique to evaluate aspects of the personality of these citizens.The    sample was composite popr for woman and a man, with ages varying between 38    and 57 years. Carrying through a matching it enters the results gotten through    these instruments, observing with the SF-36 the aspects most objective and with    the drauwing of the figure human being the aspects most subjective, it was perceived    presence od depressive strokes in both, concluding itself that the quality of    life of these people is of fact very comprometida. They need therefore, of medical    and psychotherapic handling.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b> Depression,    Qualitiy of life, PRIM-MD.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"A maior express&atilde;o    da ang&uacute;stia pode ser a depress&atilde;o, algo que voc&ecirc; pressente,    indefin&iacute;vel. Mas n&atilde;o tente se matar, pelo menos esta noite n&atilde;o"</font></p>     <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Lobão</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <i>"Penso que o indiv&iacute;duo deve    <br>   finalmente abra&ccedil;ar a pr&oacute;pria vida    <br>   com os pr&oacute;prios bra&ccedil;os."</i>    <br>   Arthur Miller</font></p>     <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>"Nada    podes ensinar a um homem,     <br>   mas podes ajud&aacute;-lo a descobrir o que    <br>   tem dentro de si mesmo."</i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Galileu</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <i>DEPRESS&Atilde;O</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o se tornou t&atilde;o freq&uuml;ente nos dias de hoje, que    est&aacute; sendo considerada como rea&ccedil;&atilde;o normal no mundo moderno,    desde que n&atilde;o interfira nas nossas atividades cotidianas. Mas devemos    ter em mente o mal estar e as sensa&ccedil;&otilde;es que acompanham o indiv&iacute;duo    muitas vezes, por toda sua vida, interferindo nos seus relacionamentos sociais,    pessoais e levando o indiv&iacute;duo a ter uma vida improdutiva e insatisfat&oacute;ria    sob v&aacute;rios aspectos por n&atilde;o saber que esses sintomas s&atilde;o    de depress&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o est&aacute; sendo considerada por alguns terapeutas como    o mal do s&eacute;culo, devido a grande incid&ecirc;ncia nos atendimentos psiqui&aacute;tricos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Devemos levar em conta que todos n&oacute;s temos momentos de tristeza, dor,    desapontamento, assim como momentos de alegria e prazer. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na condi&ccedil;&atilde;o de ser humano saud&aacute;vel, existe a disposi&ccedil;&atilde;o    para enfrentar os problemas e procurar solucion&aacute;-los por mais dif&iacute;ceis    que sejam. Segundo Lowen "ser incapaz de reagir distingue o estado depressivo    de todas as outras condi&ccedil;&otilde;es emocionais. Uma pessoa desanimada    recuperar&aacute; sua f&eacute; e esperan&ccedil;a quando a situa&ccedil;&atilde;o    mudar", enquanto que na pessoa deprimida, a disposi&ccedil;&atilde;o para    reagir est&aacute; limitada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>A) Hist&oacute;rico</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Desde o Antigo    Testamento, s&atilde;o relatadas situa&ccedil;&otilde;es de padecimento de homens    e mulheres que perderam a esperan&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Hip&oacute;crates,    o Pai da Medicina (sec. IV a.C.) diferenciou quatro tipos de temperamentos,    um deles denominado "melanc&oacute;lico", que hoje &eacute; identificado    como depress&atilde;o. Para Hip&oacute;crates, o que definia o humor melanc&oacute;lico    seria a conduta qu&iacute;mica de biles negra. Essa abordagem inicial revela    uma vis&atilde;o organ&iacute;smica do quadro depressivo, segundo o qual o determinante    fisioqu&iacute;mico do organismo humano &eacute; quem estabelece o temperamento    do indiv&iacute;duo (L. Cammer, <i>Saindo da depress&atilde;o</i>, 1978).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na Idade M&eacute;dia era considerada resultante de uma for&ccedil;a m&iacute;stica    de alguma entidade misteriosa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No final do sec. XVIII foram iniciados estudos sobre o tema, por meio de pesquisas    em institui&ccedil;&otilde;es e hospitais especializados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>B) Sintomas    </i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As defini&ccedil;&otilde;es abaixo indicadas s&atilde;o derivadas de um ponto    de vista nosol&oacute;gico psiqui&aacute;trico .</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o come&ccedil;a com sentimentos comuns de tristeza. &Eacute;    comum que a pessoa deprimida n&atilde;o tenha consci&ecirc;ncia de seus sentimentos,    mas identifica que algo est&aacute; errado com ela e percebe sensa&ccedil;&otilde;es    f&iacute;sicas como aperto no cora&ccedil;&atilde;o, ang&uacute;stia, impaci&ecirc;ncia,    etc. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o varia em intensidade, indo desde uma simples tristeza at&eacute;    um intenso sofrimento e desespero.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na s&iacute;ndrome depressiva, o indiv&iacute;duo se sente incapaz, coibido,    infeliz e reage de forma pessimista; tem sentimentos de menos valia, des&acirc;nimo,    falta de for&ccedil;a para reagir, perda da espontaneidade e fadiga. A pessoa    se torna mais lenta, preocupa-se demais com problemas pessoais; alguns se tornam    queixosos, outros desconfiados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na depress&atilde;o mais profunda, a pessoa sofre intensa dor mental; sente    ang&uacute;stia, desespero, desgosto, raiva, medo agita&ccedil;&atilde;o e desesperan&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Come&ccedil;a a achar que n&atilde;o deveria ter nascido, tendo &agrave;s vezes    pensamentos suicidas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Seu relacionamento se torna dif&iacute;cil, refletindo sentimentos de desespero,    afli&ccedil;&atilde;o, sensa&ccedil;&atilde;o de abandono ou rejei&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Preocupa-se demais com seus pensamentos depressivos, alterando sua capacidade    de aten&ccedil;&atilde;o, concentra&ccedil;&atilde;o e mem&oacute;ria, queixando-se    &agrave;s vezes de uma incapacidade de pensar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A ansiedade &eacute; comum na depress&atilde;o, incluindo ataque de p&acirc;nico,    abuso de &aacute;lcool e queixas som&aacute;ticas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da depress&atilde;o podem ser agrupadas    em quatro esferas:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Humor:</b>    deprimido, irrit&aacute;vel, preocupa&ccedil;&atilde;o excessiva, sensa&ccedil;&atilde;o    de vazio, tristeza, baixo-astral.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Cognitiva:</b>    perda de interesse, dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o, baixa auto-estima,    pessimismo, indecis&atilde;o, culpa, idea&ccedil;&atilde;o suicida, alucina&ccedil;&otilde;es    e del&iacute;rios.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Comportamental:</b>    retardo psicomotor ou agita&ccedil;&atilde;o, choro, retraimento social, depend&ecirc;ncia,    suic&iacute;dio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Som&aacute;tica:</b>    dist&uacute;rbios do sono (ins&ocirc;nia ou hipersonia), fadiga, altera&ccedil;&atilde;o    do apetite e/ou peso (aumento o diminui&ccedil;&atilde;o), dor, diminui&ccedil;&atilde;o    da libido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>C) Caracter&iacute;sticas    do Processo Depressivo</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o apresenta tr&ecirc;s aspectos essenciais: intensidade, dura&ccedil;&atilde;o    e qualidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Intensidade:</b>    quanto a intensidade, pode ser leve, moderada ou grave. As leves desaparecem    com rapidez, enquanto as moderadas e graves s&atilde;o mais prolongadas e exigem    tratamento terap&ecirc;utico</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Dura&ccedil;&atilde;o:</b>    pode ser classificada como aguda, recorrente ou cr&ocirc;nica. As agudas podem    surgir rapidamente, independentemente de causa, e durar apenas uma semana, podendo    desaparecer sem tratamento. A recorrente corresponde a uma crise aguda que reaparece    a intervalos irregulares intercalados por per&iacute;odos normais denominados    "remiss&atilde;o". A depress&atilde;o cr&ocirc;nica surge mais regularmente    e permanece por um per&iacute;odo de tempo indefinido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Qualidade:</b>    pode ser de retardo psicomotor, quando as rea&ccedil;&otilde;es da pessoa tornam-se    lentas, e agitada, quando apresenta um estado de excita&ccedil;&atilde;o geral.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>D) Poss&iacute;veis    Causas</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Em pesquisa na internet, encontramos que a depress&atilde;o pode ser causada    por diversos fatores, isolados ou combinados, incluindo:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - hist&oacute;ria familiar;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> - outras doen&ccedil;as    n&atilde;o psiqui&aacute;tricas, como por exemplo doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas    como <i>Aids</i>, ou c&acirc;ncer, altera&ccedil;&otilde;es hormonais (hipotireoidismo);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - alguns medicamentos;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - uso de &aacute;lcool ou drogas;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - outras doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - algumas situa&ccedil;&otilde;es de vida, como "estresse" intenso    ou uma perda importante.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Muitas vezes a depress&atilde;o pode surgir mesmo quando tudo est&aacute; muito    bem na vida da pessoa</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>E) Fatores de    Risco</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ainda na mesma fonte, os fatores descritos abaixo est&atilde;o relacionados    com a depress&atilde;o. Significa que a presen&ccedil;a de um ou mais desses    fatores na vida da pessoa torna-a mais vulner&aacute;vel para apresentar depress&atilde;o.    A identifica&ccedil;&atilde;o deles &eacute; feita com bases estat&iacute;sticas.    O fato de a pessoa ter ou n&atilde;o esses fatores n&atilde;o determina o surgimento    da depress&atilde;o em sua vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os principais s&atilde;o:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - ser do sexo feminino;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - adultos jovens;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - vida urbana;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - desempregado;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - presen&ccedil;a de importante doen&ccedil;a f&iacute;sica;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - doen&ccedil;a afetiva pr&eacute;via;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - hist&oacute;ria familiar de depress&atilde;o;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - perda de uma pessoa importante e pr&oacute;xima nos &uacute;ltimos seis meses;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - solid&atilde;o;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   - falta de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>F) Tipos de    Depress&atilde;o</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   F l. Classifica&ccedil;&atilde;o (Segundo Mauro Ivan Jo&atilde;o, 1987)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Depress&atilde;o    end&oacute;gena</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Entendemos por depress&atilde;o end&oacute;gena aquela gerada internamente,    quando o c&eacute;rebro e o sistema nervoso se desorganizam por algum motivo    e n&atilde;o conseguem funcionar normalmente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o end&oacute;gena &eacute; resultante de altera&ccedil;&otilde;es    bioqu&iacute;micas no organismo que podem ser decorrentes de parto, menopausa,    andropausa, infec&ccedil;&otilde;es, drogas, cirurgia, fadiga ou estresse.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o end&oacute;gena &eacute; determinada pelo esgotamento das    reservas de energia (efeitos de fadiga), que favorecem a adapta&ccedil;&atilde;o    gerando desequil&iacute;brio qu&iacute;mico no sistema nervoso.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esse tipo de depress&atilde;o &eacute; comum em pessoas superdedicadas e superprotetoras,    preocupadas em resolver todos os problemas, mesmo que n&atilde;o sejam seus,    pessoas controladoras e perfeccionistas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Depress&atilde;o    reativa</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   &Eacute; a depress&atilde;o que aparece como rea&ccedil;&atilde;o a algum fator    externo, como por exemplo perda de muito dinheiro, morte de uma pessoa muito    querida, mudan&ccedil;a no padr&atilde;o de vida, separa&ccedil;&atilde;o, etc.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Cammer, "o sentimento de perda &aacute; a ess&ecirc;ncia da depress&atilde;o    reativa".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A intensidade de sintomas &eacute; determinada pela personalidade do indiv&iacute;duo,    que poder&aacute; ser decorrente de uma condi&ccedil;&atilde;o de imaturidade    e desprote&ccedil;&atilde;o ou uma conduta perfeccionista que n&atilde;o aceita    a perda.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> O fator que tem    revelado grande correla&ccedil;&atilde;o com os sintomas depressivos &eacute;    a <i>depend&ecirc;ncia</i>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Altera&ccedil;&otilde;es de situa&ccedil;&atilde;o como aposentadoria, separa&ccedil;&atilde;o    do casal, mudan&ccedil;a de resid&ecirc;ncia ou de trabalho, isolamento e solid&atilde;o,    poder&atilde;o desencadear depress&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Depress&atilde;o    neur&oacute;tica</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Tamb&eacute;m pertence ao grupo das depress&otilde;es reativas; resulta da falta    de adapta&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo que esgota sua energia por revelar    dificuldade ao enfrentar situa&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O termo neur&oacute;tico indica a condi&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica    de uma pessoa que, embora mantenha contato com a realidade, a percebe de maneira    distorcida, filtrada por seus conte&uacute;dos internos. No caso do psic&oacute;tico,    h&aacute; perda de contato com a realidade com del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Caracter&iacute;sticas    de depress&atilde;o neur&oacute;tica</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <blockquote>Dificuldade de    usufruir o momento presente:    <br>   S&atilde;o pessoas que vivem no passado esgotando sua energia se defendendo;    inseguran&ccedil;a &eacute; um fator constante. A emo&ccedil;&atilde;o dominante    &eacute; o medo de ser rejeitado. Embora queiram se auto-realizar, afastam as    pessoas, e a inseguran&ccedil;a as conduz &agrave; mania de perfei&ccedil;&atilde;o    como defesa.</blockquote></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <blockquote>Componente obsessivo    e ansioso:    <br>   Presente em indiv&iacute;duos que desenvolveram personalidade r&iacute;gida    e perfeccionista, julgam-se donos da verdade; tudo deve ser feito &agrave; sua    maneira. Se algum pensamento &eacute; dominado pela obsess&atilde;o, sua aten&ccedil;&atilde;o    fica alterada e a ansiedade toma conta de sua conduta enquanto n&atilde;o resolver    o problema.</blockquote></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <blockquote>Imaturidade psicol&oacute;gica:    <br>   &Eacute; comum encontrarmos sintomas depressivos em pessoas adultas mas psicologicamente    imaturas. S&atilde;o pessoas que n&atilde;o param no emprego, n&atilde;o conseguem    estudar devido ao baixo n&iacute;vel de motiva&ccedil;&atilde;o ou por se sentirem    incapazes.</blockquote></font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <blockquote>Componente f&oacute;bico:    <br>   O medo &eacute; outro componente freq&uuml;ente na depress&atilde;o. Ele conduz    a pessoa ao isolamento, provocando sentimentos de derrota, inseguran&ccedil;a    e menos valia; sente-se limitada para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es.</blockquote></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    <blockquote>Depress&atilde;o    e suic&iacute;dio:    <br>   A tentativa de suic&iacute;dio &eacute; muito freq&uuml;ente nas depress&otilde;es.    S&atilde;o pessoas que n&atilde;o sentem mais esperan&ccedil;a e apresentam    forte sentimento de ang&uacute;stia e tens&atilde;o. A maioria dos pacientes    com depress&atilde;o que n&atilde;o foram tratados tentar&aacute; o suic&iacute;dio    pelo menos uma vez.</blockquote></font>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para Lowem, "A depress&atilde;o &eacute; uma forma de morte emocional e    psicol&oacute;gica" em que o indiv&iacute;duo perdeu o gosto pela vida    e a vontade de viver.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Lowem, o ato suicida tem origem na motiva&ccedil;&atilde;o inconsciente    correspondente a atitudes de autodestrui&ccedil;&atilde;o, interpretadas como    uma manobra desesperada para chamar a aten&ccedil;&atilde;o sobre o desespero    da situa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">F 2. Classifica&ccedil;&atilde;o    pelo DSM IV</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As manifesta&ccedil;&otilde;es depressivas est&atilde;o inclu&iacute;das na    sess&atilde;o relativa &agrave;s desordens de humor (DSM IV, p.318), e est&aacute;    organizada como se segue:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Epis&oacute;dios    de humor:</b> epis&oacute;dio depressivo maior, epis&oacute;dio man&iacute;aco,    epis&oacute;dio misto e epis&oacute;dio hipoman&iacute;aco.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Desordens    depressivas:</b> desordem depressiva maior, desordem dist&iacute;mica, desordem    depressiva n&atilde;o especificada em outras partes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Desordens    bipolares:</b> desordem bipolar I e II, desordem ciclot&iacute;mica e desordem    bipolar n&atilde;o especificada em outra parte.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Outras desordens    de humor:</b> desordens de humor devido ...( indicar a condi&ccedil;&atilde;o    m&eacute;dica Geral), desordem de humor induzida por subst&acirc;ncias, desordem    de humor n&atilde;o especificada em outra parte.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Caracter&iacute;sticas    dos mais recentes epis&oacute;dios de humor:</b> leve, moderada e severa, sem    caracter&iacute;sticas psic&oacute;ticas; em remiss&atilde;o parcial, em remiss&atilde;o    total. Severa com caracter&iacute;sticas psic&oacute;ticas, em remiss&atilde;o parcial,    em remiss&atilde;o total, com caracter&iacute;sticas catat&ocirc;nicas ou melanc&oacute;licas ou at&iacute;picas    ou p&oacute;s-parto.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>G. Psicodin&acirc;mica    da Depress&atilde;o</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Bleischmar (1983), "depress&atilde;o &eacute; denominado habitualmente    tanto um quadro caracterizado pela presen&ccedil;a de elementos diversos - como:    tristeza, inibi&ccedil;&atilde;o psicomotora, auto-acusa&ccedil;&atilde;o, vis&atilde;o    pessimista da vida - quanto a estado afetivo da tristeza. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Quanto &agrave; tristeza, diz-se que algu&eacute;m est&aacute; deprimido quando    falta os elementos que formam uma categoria nosol&oacute;gica que caracteriza    como parte dos transtornos de humor ou da afetividade. No entanto pode estar    presente a tristeza e n&atilde;o haver inibi&ccedil;&atilde;o predominante;    ao contr&aacute;rio, a excita&ccedil;&atilde;o psicomotora. &Eacute; o que se    v&ecirc; na depress&atilde;o ansiosa ou agitada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Por outro lado, uma pessoa pode auto-acusar-se, estar brava consigo mesma, sem    apresentar nem tristeza nem inibi&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, algu&eacute;m    pode n&atilde;o sentir interesse pelo que o rodeia, considerar que &eacute;    valioso ou suficientemente motivante, revelando deste modo inibi&ccedil;&atilde;o    ou abulia." (p.13).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ainda segundo Bleischmar (1983), o n&uacute;cleo da depress&atilde;o, como estado,    n&atilde;o o podemos buscar nem no pranto nem na tristeza nem na inibi&ccedil;&atilde;o    psicomotora, pois todos eles podem faltar sen&atilde;o no tipo de id&eacute;ias    que possuem em comum todos aqueles quadros nos quais pelo menos uma destas manifesta&ccedil;&otilde;es    est&aacute; presente. Quando dizemos id&eacute;ias, n&atilde;o nos referimos    aos temas de que se queixam os depressivos e que aparecem nos tratados de Psiquiatria,    como as id&eacute;ias de ru&iacute;na, de fracasso, de inferioridade, de culpa.    Se essas id&eacute;ias s&atilde;o capazes de produzir depress&atilde;o &eacute;    porque todas elas implicam em uma muito definida representa&ccedil;&atilde;o    que o sujeito se faz da n&atilde;o-exeq&uuml;ibilidade de um desejo em que alcan&ccedil;aria    um ideal, ou uma medida com respeito ao qual se sente arruinado, fracassado,    inferior, culpado (p.30).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para Mackinnon (1992), "a depress&atilde;o refere-se tanto a um sintoma    quanto a um grupo de enfermidades que possuem determinados tra&ccedil;os em    comum.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Como sintoma, a depress&atilde;o caracteriza-se por um tom afetivo de tristeza    acompanhado de sentimentos de desamparo e redu&ccedil;&atilde;o da auto-estima.    O indiv&iacute;duo deprimido experimenta sentimentos de seguran&ccedil;a amea&ccedil;ada,    falta de capacidade para enfrentar seus problemas e que ningu&eacute;m pode    ajud&aacute;-lo. Todos os aspectos da vida: emocional, cognitiva, fisiol&oacute;gica,    comportamental, social, podem ser afetados". (p.150).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para Zimmerman (1999), que tem uma vis&atilde;o psicodin&acirc;mica "uma    primeira observa&ccedil;&atilde;o &eacute; que, diante do largo espectro cl&iacute;nico    dos estados depressivos, torna-se indispens&aacute;vel que se reconhe&ccedil;a    a distin&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre melancolia, luto, tristeza, posi&ccedil;&atilde;o    depressiva e depress&atilde;o, a qual est&aacute; sempre subjacente &agrave;s    diversas organiza&ccedil;&otilde;es neur&oacute;ticas e psic&oacute;ticas da    personalidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Cada um destes termos designa um estado ps&iacute;quico pr&oacute;prio e diferenciado    entre si.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O conceito de tristeza, indica um estado de humor afetivo que pode estar presente    ou n&atilde;o nos estados depressivos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O luto corresponde a um per&iacute;odo necess&aacute;rio para a elabora&ccedil;&atilde;o    da perda de um objeto amado que foi introjetado no ego, sem maiores conflitos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Melancolia designa que a introje&ccedil;&atilde;o do objeto perdido (por morte,    abandono etc.) processou-se de forma ambivalente e com conflitos. Essa "sombra    do objeto reca&iacute;do sobre o ego" (Freud, 1927 p.128) pode estar absorvida    no pr&oacute;prio n&uacute;cleo do ego e a&iacute; permanecer por toda a vida,    assim se constituindo em luto patol&oacute;gico cr&ocirc;nico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Posi&ccedil;&atilde;o depressiva &eacute; um termo de Melanie Klein (1934, p.262)    que expressa uma constela&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es objetais    e ansiedades que constituem um estado ps&iacute;quico no qual prevalece a tr&iacute;ade:    objeto total ( integra&ccedil;&atilde;o das suas partes dissociadas), assun&ccedil;&atilde;o    da responsabilidade e de eventuais culpas, presen&ccedil;a de sentimentos de    considera&ccedil;&atilde;o e de intentos de repara&ccedil;&atilde;o frente aos    objetos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Depress&atilde;o subjacente &agrave;s neuroses e psicoses refere-se ao fato    de que todo indiv&iacute;duo, em grau maior ou menor, &eacute; portador de n&uacute;cleos    melanc&oacute;licos da personalidade. (p.217).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Em Freud (1925), estende-se o entendimento sobre a correla&ccedil;&atilde;o    e os conceitos sobre luto e melancolia. O luto &eacute; a rea&ccedil;&atilde;o    &agrave; perda de um ente querido, ou &agrave; perda de alguma abstra&ccedil;&atilde;o    que ocupou o lugar de um ente querido. Em algumas pessoas, as mesmas influ&ecirc;ncias    produzem melancolia em vez de luto; por conseguinte, suspeitamos de que essas    pessoas possuem uma disposi&ccedil;&atilde;o patol&oacute;gica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ainda em Freud (1925), os tra&ccedil;os mentais distintos da melancolia s&atilde;o    um des&acirc;nimo profundamente penoso, a cessa&ccedil;&atilde;o de interesse    pelo mundo externo, a perda de capacidade de amar, a inibi&ccedil;&atilde;o    de toda e qualquer atividade, e uma diminui&ccedil;&atilde;o dos sentimentos    de auto-estima a ponto de encontrar express&atilde;o em auto-recrimina&ccedil;&atilde;o    e auto-envilecimento, culminando numa expectativa delirante de puni&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para Freud (1925), no luto verificamos que a inibi&ccedil;&atilde;o e a perda    de interesse s&atilde;o plenamente explicadas pelo trabalho do luto no qual    o ego &eacute; absorvido. Na melancolia, a perda desconhecida resultar&aacute;    num trabalho interno semelhante, e ser&aacute; portanto respons&aacute;vel pela    inibi&ccedil;&atilde;o melanc&oacute;lica. A diferen&ccedil;a consiste em que    a inibi&ccedil;&atilde;o do melanc&oacute;lico nos parece enigm&aacute;tica    porque n&atilde;o podemos ver o que o est&aacute; absorvendo t&atilde;o completamente.    No luto, &eacute; o mundo que se torna pobre e vazio; na melancolia, &eacute;    o pr&oacute;prio ego.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Bellak (1980) aponta dez fatores de papel dominante em toda depress&atilde;o,    com base num fundamento psicodin&acirc;mico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   1. problemas de auto-estima;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   2. superego severo;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   3. intra-agress&atilde;o;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   4. sentimento de perda (de amor, de objeto, de posses, de auto-estima);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   5. sentimento de desapontamento;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   6. sentimento de ter sido decepcionado;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   7. necessidade de serem alimentadas, nutridas constantemente;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   8. depend&ecirc;ncia de nutrientes externos para o narcismo;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   9. dega&ccedil;&atilde;o (como mecanismo de defesa que pode estar presente nos    estados depressivos);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   10. dist&uacute;rbios nas rela&ccedil;&otilde;es objetais. Dinamicamente, as    rela&ccedil;&otilde;es objetais na depress&atilde;o s&atilde;o normalmente anacl&iacute;ticas,    passiva-dependente, receptiva e ambivalente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Lowen "as pessoas que sofrem de depress&atilde;o t&ecirc;m necessidades    orais insatisfeitas, de ser seguradas no colo, experienciar contatos corporais    e ser aquecidas. Essas necessidades s&atilde;o chamadas orais porque correspondem    &agrave;quele per&iacute;odo da vida em que as atividades orais dominam a crian&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>H) Diagn&oacute;stico    da Depress&atilde;o</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O diagn&oacute;stico da depress&atilde;o &eacute; baseado no reconhecimento    de manifesta&ccedil;&otilde;es da doen&ccedil;a experimentado pelo paciente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os crit&eacute;rios utilizados para este reconhecimento indicam de maneira objetiva    as caracter&iacute;sticas que um paciente deve apresentar para ser considerado    como pertencente a uma determinada categoria de transtorno.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Essas caracter&iacute;sticas constituem o chamado quadro cl&iacute;nico composto    pelos sintomas, altera&ccedil;&otilde;es do comportamento presentes numa pessoa    acometida de depress&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Kraepelin descreveu a viv&ecirc;ncia dos pa-cientes deprimidos da seguinte maneira:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   "O sentimento que predomina nos estados depressivos &eacute; em geral uma    desesperan&ccedil;a pesada e sombria. Sente-se devorado por um autocompadecimento,    perdeu toda sua coragem, sente-se abandonado, sem objetivos v&aacute;lidos na    vida.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Seu cora&ccedil;&atilde;o parece ser de pedra, nada o alegra. Ao adoecer, sente-se    algo al&eacute;m do sentimento de tristeza; sente certa inibi&ccedil;&atilde;o    dos sentimentos que contrasta com a facilidade do man&iacute;aco para se comover.    &Eacute; justamente essa diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade de se comover,    de se alegrar, a perda do interesse &iacute;ntimo em rela&ccedil;&atilde;o aos    acontecimentos que ocorrem ao seu redor, o que os enfermos vivem mais dolorosamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Tudo est&aacute; vazio e deserto neles, tudo parece igual, nada os interessa,    tudo parece sem gra&ccedil;a, a m&uacute;sica parece uma coisa estranha. Tem    a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora do mundo, n&atilde;o podem mais chorar."</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>I) Tratamento    da Depress&atilde;o</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Em pesquisa na    <i>internet</i>, encontramos que as tr&ecirc;s principais modalidades de tratamento    para depress&atilde;o s&atilde;o:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o medicamento antidepressivo;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o psicoterapia;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o medicamento antidepressivo associado &agrave; terapia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Outros tratamentos incluem a eletroconvulsoterapia (ECT) e fototerapia. Pesquisas    demonstram que os medicamentos s&atilde;o eficazes na depress&atilde;o grave,    juntamente com a psicoterapia. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Fases do tratamento</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A depress&atilde;o em geral &eacute; tratada em duas etapas, segundo a mesma    fonte:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Primeira: tratamento da fase aguda.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Segunda: tratamento de extens&atilde;o, que compreende uma fase de continua&ccedil;&atilde;o    e, se necess&aacute;rio, uma de manuten&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O objetivo do tratamento da fase aguda &eacute; a elimina&ccedil;&atilde;o dos    sintomas da depress&atilde;o. A continua&ccedil;&atilde;o desse tratamento por    alguns meses, mesmo ap&oacute;s terem desaparecido todos os sintomas, &eacute;    importante para evitar que a doen&ccedil;a reapare&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O tratamento de manuten&ccedil;&atilde;o (no qual o medicamento &eacute; mantido    por um per&iacute;odo longo, durante anos, ou at&eacute; por toda vida) est&aacute;    indicado nos casos de depress&atilde;o recorrente, ou seja, quando a pessoa    apresentou tr&ecirc;s ou mais epis&oacute;dios da depress&atilde;o (separados    por intervalos de v&aacute;rios meses ou mais tempo, em que pode se sentir bem,    sem sintomas).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Com o tratamento de manuten&ccedil;&atilde;o, as chances s&atilde;o boas para    a pessoa se sentir bem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por que a depress&atilde;o    deve ser tratada (<i>internet</i>)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sem tratamento, um epis&oacute;dio de depress&atilde;o maior pode durar de 6    a 12 meses. Nos intervalos entre os epis&oacute;dios, a maioria das pessoas    sente-se melhor ou completamente bem (sem sintomas).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apesar de algumas pessoas conseguirem superar um epis&oacute;dio de depress&atilde;o    sem tratamento, &eacute; muito mais f&aacute;cil procurar aux&iacute;lio para    aliviar a dor e o sofrimento. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   &Eacute; importante tratar a depress&atilde;o porque:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o O tratamento precoce pode evita que a depress&atilde;o se torne grave ou cr&ocirc;nica.    Id&eacute;ias de suic&iacute;dio s&atilde;o comuns na depress&atilde;o; o risco    de suic&iacute;dio aumenta quando os pacientes n&atilde;o s&atilde;o tratados    e os epis&oacute;dios depressivos se repetem. Quando o tratamento &eacute; eficaz,    esses pensamentos desaparecem.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Nos intervalos    entre os epis&oacute;dios, uma em cada quatro pessoas pode apresentar ainda    alguns sintomas e dificuldades para executar as atividades di&aacute;rias. Essas    pessoas, se n&atilde;o forem tratadas, t&ecirc;m grande chance de desenvolver    outro epis&oacute;dio de depress&atilde;o. </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   &Eacute; importante mencionar a necessidade do diagn&oacute;stico e tratamento    da depress&atilde;o. O que se percebe &eacute; que os pacientes s&atilde;o atendidos    na sua maioria por profissionais n&atilde;o preparados para essa demanda.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estudos demonstram que pacientes hospitalares e ambulatoriais que apresentam    comorbidade psiqui&aacute;trica usam mais os servi&ccedil;os de sa&uacute;de,    aumentam os custos dos mesmos e produzem menos que os doentes que tem apenas    patologias f&iacute;sicas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As interven&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas t&ecirc;m demonstrado ser    cl&iacute;nica e economicamente efetivas; produzem informa&ccedil;&otilde;es    relevantes relativas ao tipo de interven&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica necess&aacute;ria,    melhorando a estrutura assistencial hospitalar e ambulatorial.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As depress&otilde;es mais graves, devem ser tratadas preferencialmente com psicof&aacute;rmacos    e psicoterapia, melhorando assim a qualidade de vida no &acirc;mbito pessoal    , social e profissional dessas pessoas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>J) O uso dos    Testes Projetivos no Psicodiagn&oacute;stico </i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Pesquisas e trabalhos variados, vem ressaltando as in&uacute;meras possibilidades    psicol&oacute;gicas do desenho.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> O grafismo, de    um modo geral, pode ser usado como <i>forma de comunica&ccedil;&atilde;o e como    express&atilde;o do desenvolvimento geral</i>, principalmente entre as crian&ccedil;as    e como <i>express&atilde;o de psicopatologias</i>, nas abordagens sobre arte    de "doentes mentais" e nas discuss&otilde;es sobre "arte e primitivismo",    segundo Van Kolck.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> No contexto psicoter&aacute;pico,    como meio de contato, investiga&ccedil;&atilde;o e tratamento nas diversas abordagens    como psican&aacute;lise, <i>gestalt</i>, an&aacute;lise transacional e pela    psicologia anal&iacute;tica (junguiana). O teste do desenho tem sido usado como    teste de desenvolvimento mental, de aptid&otilde;es espec&iacute;ficas e no    plano da avalia&ccedil;&atilde;o da personalidade; seu papel &eacute; inestim&aacute;vel.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> O uso do desenho    constitui uma &oacute;tima condi&ccedil;&atilde;o para a proje&ccedil;&atilde;o    da personalidade, "possibilitando a manifesta&ccedil;&atilde;o de aspectos    que o sujeito n&atilde;o tem conhecimento, n&atilde;o quer ou n&atilde;o pode    revelar, isto &eacute;, aspectos mais profundos e inconscientes; isso porque,    sendo um meio menos usual de comunica&ccedil;&atilde;o do que a linguagem, tem    um conte&uacute;do simb&oacute;lico menos reconhecido. Al&eacute;m da proje&ccedil;&atilde;o,    mecanismos com o identifica&ccedil;&atilde;o e introje&ccedil;&atilde;o podem    se manifestar, mas &eacute; certo que a <i>express&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o</i>    constituem dois importantes processos que tem lugar quando um desenho &eacute;    produzido" (Van Kolck, 1984).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O desenho da figura humana representa a express&atilde;o do eu, ou do corpo    no ambiente. Aquilo que &eacute; expresso pode ser definido como uma imagem    corporal. Esta pode ser considerada o reflexo complexo da autoconsidera&ccedil;&atilde;o,    a imagem de si mesmo. (Machover, l949)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Machover, o trabalho de desenhar uma pessoa &eacute; uma experi&ecirc;ncia    criadora. Os aspectos motores e expressivos s&atilde;o considerados caracter&iacute;sticas    estruturais e formais do desenho.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> A maneira <i>como</i>    dizemos as coisas graficamente depende de <i>onde, em que parte da figura</i>    est&aacute; sendo dito. A distribui&ccedil;&atilde;o da energia gr&aacute;fica    d&aacute;, no desenho, a loca&ccedil;&atilde;o do conflito.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A imagem corporal projetada poder&aacute; referir-se aos desejos, a exposi&ccedil;&atilde;o    dos defeitos, &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o desses defeitos ou a combina&ccedil;&atilde;o    dos tr&ecirc;s fatores. (Machover)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os testes projetivos oferecem a oportunidade de num curto espa&ccedil;o de tempo    obtermos informa&ccedil;&otilde;es sobre diferentes n&iacute;veis de funcionamento    da personalidade, incluindo aspectos de seu mundo interno, como ang&uacute;stias,    conflitos, defesas, rela&ccedil;&otilde;es objetais, etc.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Com o desenho da figura humana, pode-se observar a imagem corporal que o sujeito    possui de si mesmo, a estrutura ps&iacute;quica que o constitui e a capacidade    do indiv&iacute;duo orientar-se e conduzir-se em uma situa&ccedil;&atilde;o    determinada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O desenho representa o indiv&iacute;duo; e a folha de papel, o ambiente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J1. Estudo dos    Aspectos Gerias e Estruturais dos Desenhos</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Louren&ccedil;&atilde;o Van Kolck (1984) contribuiu para a interpreta&ccedil;&atilde;o    dos aspectos expressivos, sumariando os dados de significa&ccedil;&atilde;o    dos aspectos gerais e estruturais dos desenhos. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Posi&ccedil;&atilde;o    da folha:</b> a folha representa o ambiente, e sua posi&ccedil;&atilde;o indica    como o sujeito se coloca nele. O uso da folha na posi&ccedil;&atilde;o apresentada    ou modifica&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o da mesma tamb&eacute;m    s&atilde;o avaliados. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Localiza&ccedil;&atilde;o    na p&aacute;gina:</b> revela a orienta&ccedil;&atilde;o geral do sujeito no    ambiente e consigo pr&oacute;prio. Observa-se o centro, 1&ordm;., 2&ordm;.,    3&ordm;. e 4&ordm;. quadrantes, metades direita e esquerda, superior e inferior,    al&eacute;m de outras possibilidades mais raras, como em diagonal na folha.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Tamanho em    rela&ccedil;&atilde;o &agrave; folha:</b> rela&ccedil;&atilde;o do sujeito com    seu ambiente, como reage &agrave;s press&otilde;es, podendo ir desde sentimentos    de inadequa&ccedil;&atilde;o e inferioridade at&eacute; fantasias compensat&oacute;rias    de supervaloriza&ccedil;&atilde;o. Os tamanhos podem ser: muito grande, grande,    m&eacute;dio, pequeno, muito pequeno, al&eacute;m do normal.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Qualidades    do grafismo:</b> indica mani-festa&ccedil;&atilde;o de energia, vitalidade,    decis&atilde;o, iniciativa ou emotividade, inseguran&ccedil;a e falta de confian&ccedil;a    em si. Podem ser: linha grossa, linha m&eacute;dia, linha fina, tra&ccedil;o    cont&iacute;nuo, tra&ccedil;o de avan&ccedil;os e recuos, tra&ccedil;o interrompido    e tra&ccedil;o tr&ecirc;mulo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Resist&ecirc;ncias:</b>    representa atitudes negativistas e de oposi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o    ao desenho. A nega&ccedil;&atilde;o. Tem como significado mais geral, uma intensa    inferioridade e medo de arriscar-se. A omiss&atilde;o de uma parte do desenho indica problemas e conflitos em rela&ccedil;&atilde;o    a essa parte e ao que ela significa. Al&eacute;m desses, h&aacute; os chamados aspectos estruturais ou formais espec&iacute;ficos    de cada desenho. Esses aspectos se referem &agrave; forma como o indiv&iacute;duo    reage &agrave;s coloca&ccedil;&otilde;es do ambiente ou como sente as mesmas;    por exemplo, a postura da pessoa diz respeito &agrave; estabilidade ou instabilidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Transpar&ecirc;ncias:</b>    avaliam o julgamento perspectivo da realidade, sejam elas de roupas ou de &oacute;rg&atilde;os    internos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Sombreamento:</b>    avaliam os n&iacute;veis de ansiedade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>o Outros dados    como propor&ccedil;&atilde;o:</b> avaliam a harmonia ou desarmonia na personalidade.    Essa avalia&ccedil;&atilde;o se d&aacute; entre as v&aacute;rias partes do corpo    na pessoa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J2. O Simbolismo    da Conceito da Figura Humana</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A an&aacute;lise de conte&uacute;do constitui o conjunto peculiar do tema. Nesta,    os s&iacute;m-bolos tem papel preponderante. Em trabalho anterior, Tardivo (1985)    enfatiza que a simbologia contida no desenho torna-se significativa quando relacionada    ao contexto da hist&oacute;ria pessoal do desenhista. Importante notar que itens    espec&iacute;ficos num desenho adquirem validade quando em rela&ccedil;&atilde;o    ao desenho como um todo, devendo este ser considerado como elemento abrangente    na avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A prop&oacute;sito da an&aacute;lise de conte&uacute;do, Hammer (1981) assinala    que o interesse do sujeito recai sobre a vis&atilde;o subjetiva que ele tem    de si mesmo e de seu ambiente, das coisas que ele considera importantes, que    enfatiza, e das que ignora.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> A primeira estudiosa    a analisar desenhos da figura humana com o intuito de medir o <i>self</i> projetado    foi Karen Machover (1949). Esta autora se baseou na hip&oacute;tese de imagem    corporal para encaminhar suas an&aacute;lises. Acreditava que a figura human,    desenhada pelo indiv&iacute;duo instru&iacute;do a "desenhar uma pessoa"    relaciona-se intimamente com os impulsos, ansiedades, conflitos e compensa&ccedil;&otilde;es    caracter&iacute;sticas desse indiv&iacute;duo. De certa maneira, a figura humana    &eacute; a pessoa; e o papel, o ambiente. De acordo com essa hip&oacute;tese,    v&aacute;rias sensa&ccedil;&otilde;es, percep&ccedil;&otilde;es e motiva&ccedil;&atilde;o    est&atilde;o localizadas em certas partes do corpo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A respeito da imagem corporal, Abraham (1963), ap&oacute;s an&aacute;lises profundas    sobre esse conceito, concluiu que &eacute; uma unidade adquirida e n&atilde;o    herdada, podendo ser destru&iacute;da. Ressalta a presen&ccedil;a de um esfor&ccedil;o    cont&iacute;nuo para dar estrutura a algo din&acirc;mico e que isso se torna    mais evidente na adolesc&ecirc;ncia. Como &eacute; produto de um organismo vivo    como um todo, qualquer altera&ccedil;&atilde;o em uma parte deste por uma doen&ccedil;a    ou mal f&iacute;sico n&atilde;o introduzir&aacute; modifica&ccedil;&otilde;es    na imagem corporal da referida parte, mas a mudan&ccedil;a ser&aacute; geral,    pois ser&aacute; resultado de novas rela&ccedil;&otilde;es consigo mesmo e com    os outros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Mas &eacute; Hammer (1981) quem estabelece os pressupostos b&aacute;sicos que    fundamentam a vis&atilde;o projetiva da figura humana, a seguir:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   1. O pressuposto b&aacute;sico &eacute; que os desenhos da figura humana s&atilde;o    determinados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   2. O desenho da figura humana &eacute; determinado por fatores psicodin&acirc;micos    nucleares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   3. Esta nuclearidade surge como resultado do conceito de imagem corporal.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   4. Embora o desenho da figura humana seja uma combina&ccedil;&atilde;o de fatores,    os caracterol&oacute;gicos podem ser isolados, identificados e quantificados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   5. Os detalhes e as for&ccedil;as que determinam um desenho, s&atilde;o os mesmos    que governam os s&iacute;mbolos on&iacute;ricos, fantasias e deslocamentos som&aacute;ticos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J3. Conceitualiza&ccedil;&atilde;o    dos Testes Projetivos a partir da Teoria das Rela&ccedil;&otilde;es Objetivas    - Indicadores Psicopatol&oacute;gicos</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A teoria das rela&ccedil;&otilde;es objetais, com os conceitos te&oacute;ricos    a respeito da estrutura e din&acirc;mica da personalidade e do desenvolvimento,    fornece uma importante contribui&ccedil;&atilde;o ao estudo das t&eacute;cnicas    projetivas, sendo esse o fundamento te&oacute;rico que norteia os estudos cl&iacute;nicos    de todas as t&eacute;cnicas projetivas, incluindo-se as t&eacute;cnicas gr&aacute;ficas.    Diversos autores se dedicaram a esse estudo, entre os quais Ocampo (1981) e    Grassano (1996).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os testes projetivos oferecem est&iacute;mulos de estrutura&ccedil;&atilde;o    amb&iacute;gua em que o sujeito necessita apelar para diferentes condutas, sejam    verbais, gr&aacute;ficas ou l&uacute;dicas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Observa-se, a partir dessas repostas, sua capacidade para dar forma, organiza&ccedil;&atilde;o    e sentido emocional a esse aspecto da realidade que o est&iacute;mulo projetivo    representa. Cada produ&ccedil;&atilde;o projetiva &eacute; uma cria&ccedil;&atilde;o    que expressa o modo de estabelecer contato com a realidade interna e externas,    sendo o produto de uma s&iacute;ntese pessoal .</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A est&oacute;ria, o desenho &eacute; uma cria&ccedil;&atilde;o pessoal. Cada    est&iacute;mulo projetivo p&otilde;e &agrave; prova a capacidade de recria&ccedil;&atilde;o    que se baseia na capacidade reparadora.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Podemos analisar cada desenho como um modelo do tipo de objetos que essa pessoa    &eacute; capaz de criar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A hostilidade contra os objetos internos e contra a capacidade de pensamento,    uni&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o interfere na criatividade, produzindo    desenhos com diferentes graus de fracasso na integra&ccedil;&atilde;o, que se    evidencia por desarticula&ccedil;&atilde;o, desagrega&ccedil;&atilde;o, empobrecimento,    estereotipia e aus&ecirc;ncia de vitalidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O predom&iacute;nio de tend&ecirc;ncias reparadoras se manifesta nos desenhos    com caracter&iacute;sticas de integra&ccedil;&atilde;o, vincula&ccedil;&atilde;o,    revelando-se mais harmoniosos e organizados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Grassano, os testes gr&aacute;ficos adquirem um papel central no psicodiagn&oacute;stico,    porque s&atilde;o os que detectam com maior precis&atilde;o os n&iacute;veis    profundos de integra&ccedil;&atilde;o e estrutura&ccedil;&atilde;o. A possibilidade    de controle intelectual e disfarce consciente ou inconsciente &eacute; menor    que nos testes verbais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os indicadores desenvolvidos por Grassano investigam as qualidades de produ&ccedil;&atilde;o    gr&aacute;fica nas &aacute;reas da personalidade e/ou configura&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas neur&oacute;ticas, psic&oacute;ticas e psicop&aacute;ticas.    A seguir, os indicadores psicopal&oacute;gicos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   1. integra&ccedil;&atilde;o do aparato ps&iacute;quico, desenvolvimento de fun&ccedil;&otilde;es    e de discrimina&ccedil;&atilde;o: delimita&ccedil;&atilde;o do mundo interno    e mundo externo; ju&iacute;zo e sentido de realidade; tend&ecirc;ncias organizadoras    e desorganizadoras;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   2. desenvolvimento de fun&ccedil;&otilde;es simbolizantes: pensamento l&oacute;gico-abstrato,    repara&ccedil;&atilde;o e sublima&ccedil;&atilde;o;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esses indicadores s&atilde;o vistos atrav&eacute;s de v&aacute;rios aspectos:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Delimita&ccedil;&atilde;o e rela&ccedil;&atilde;o do objeto gr&aacute;fico com    o mundo externo representado pela folha em branco e outros objetos gr&aacute;ficos:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> o a capacidade    de conservar a <i>gestalt</i>, dentro do adequado tratamento e integra&ccedil;&atilde;o    das partes, em rela&ccedil;&atilde;o direta com as conquistas de discrimina&ccedil;&atilde;o    do mundo interno e externo e de diferencia&ccedil;&atilde;o dos distintos aspectos    da personalidade;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o plasticidade e movimento versus estereotipia e desumaniza&ccedil;&atilde;o;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o adequa&ccedil;&atilde;o ou inadequa&ccedil;&atilde;o l&oacute;gico-formal    das figuras gr&aacute;ficas;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o desenvolvimento obtido pelas fun&ccedil;&otilde;es adaptativas de contato    com a realidade;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o conquista de no&ccedil;&otilde;es espaciais: frente, perfil, tamanho, situa&ccedil;&atilde;o    e perspec-tiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Grassano cita as &aacute;reas de observa&ccedil;&atilde;o para a composi&ccedil;&atilde;o    dos testes gr&aacute;ficos. Car&aacute;ter geral do gr&aacute;fico. Tratamento    da folha em branco.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   1. Localiza&ccedil;&atilde;o</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   2. Tamanho</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   3. Movimento expresso</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   4. Tipo de tra&ccedil;o</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   5. Distor&ccedil;&otilde;es, omiss&otilde;es, adi&ccedil;&otilde;es, &ecirc;nfases.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apresentaremos os indicadores para depress&atilde;o e personalidade depressiva    apontados por Grassano (1996 p. 226- 229).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na Figura Humana</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Caracter&iacute;sticas gerais: figuras d&eacute;beis, vazias, inseguras e    dependentes; pobreza de conte&uacute;do; gestalt conservada; predom&iacute;nio    do controle obsessivo (figura organizada e acentua&ccedil;&atilde;o da linha    m&eacute;dia).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Localiza&ccedil;&atilde;o na folha: predomin&acirc;ncia de sentimentos de    derrota e fracasso, quando desenhados na parte inferior da folha; submiss&atilde;o    e altas exig&ecirc;ncias internas, quando desenhados na parte superior e unido    a isto, a sensa&ccedil;&atilde;o de "estar no ar" (inseguran&ccedil;a);    predomin&acirc;ncia das defesas man&iacute;acas. As figuras pequenas sugerem    sentimento de menos valia, enquanto as grandes sugerem sentimentos de prote&ccedil;&atilde;o,    ou ent&atilde;o, puni&ccedil;&atilde;o e persegui&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Movimento e express&atilde;o: s&atilde;o representados por figuras sem for&ccedil;a,    com falta de impulso ou esgotadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Distor&ccedil;&otilde;es, omiss&otilde;es, adi&ccedil;&otilde;es e &ecirc;nfase:    encontra-se esses aspectos principalmente no rosto e tronco.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Tipo de tra&ccedil;o: d&eacute;bil, inseguro. Pouca diferencia&ccedil;&atilde;o    de mundo interno e externo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Press&atilde;o do tra&ccedil;ado: D&eacute;bil, t&ecirc;nue. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Dire&ccedil;&atilde;o: para dentro. Continuidade cortada, vacilante; tra&ccedil;os    curtos e inibidos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>K) Qualidade    de Vida</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Conceito:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ciconelli (l997) diz que, tradicionalmente, o conceito de qualidade de vida    era delegado a fil&oacute;sofos e poetas; no entanto, atualmente existe um grande    interesse por parte dos m&eacute;dicos e pesquisadores em transform&aacute;-lo    numa medida quantitativa que possa ser usada em ensaios cl&iacute;nicos e modelos    econ&ocirc;micos. (Faden & Lepl&eacute;ge, 1992; Fritzpatrick et al., 1992;    Bowling & Brazier, 1995)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Embora a medicina tenha centrado as avalia&ccedil;&otilde;es de resultados na    perspectiva do m&eacute;dico e na redu&ccedil;&atilde;o da morbidade e mortalidade,    &eacute; inquestion&aacute;vel a import&acirc;ncia de outras perspectivas para    se conhecer o real impacto da doen&ccedil;a e os objetivos de tratamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A preocupa&ccedil;&atilde;o com a avalia&ccedil;&atilde;o de resultados nos    tratamentos j&aacute; tem pelo menos 50 anos. No in&iacute;cio da d&eacute;cada    de 1980 &eacute; que a experi&ecirc;ncia subjetiva do paciente foi colocada    numa base te&oacute;rica, introduzindo assim o conceito de qualidade de vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Durante a &uacute;ltima d&eacute;cada, um dos maiores desenvolvimentos no campo    da sa&uacute;de tem sido o reconhecimento da import&acirc;ncia do ponto de vista    do paciente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua doen&ccedil;a, bem como a    monitora&ccedil;&atilde;o da qualidade das medidas terap&ecirc;uticas empregadas.(Geiglew    & Jones, 1990; Ware, 1992; Ruta et al., 1994; Mchourney & Tavlov, 1995;    Bayley et al. 1995. Apud Ciconelli).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Diferentes perspectivas podem averiguar diversas &aacute;reas da vida pessoal,    como por ex.: estado cl&iacute;nico, funcionamento no dia-a-dia, qualidade de    vida, impacto na fam&iacute;lia, custos, etc.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida tem sido crescente na literatura    m&eacute;dica, pois avalia a perspectiva do doente em v&aacute;rios aspectos    de sua vida, n&atilde;o s&oacute; a doen&ccedil;a.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Entre 1991 e 1996, o termo qualidade de vida foi citado na Medline 8 136 vezes.    Hoje, em 2001, encontramos 264 000 cita&ccedil;&otilde;es, de modo que podemos    deduzir a relev&acirc;ncia do conceito nos dias de hoje.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida vai al&eacute;m das medidas de    sintomas, limita&ccedil;&otilde;es e disfun&ccedil;&otilde;es, para incluir    a experi&ecirc;ncia subjetiva das condi&ccedil;&otilde;es de vida. A qualidade    de vida representaria o efeito da doen&ccedil;a e de seu tratamento sobre a    habilidade do paciente de funcionar nas circunst&acirc;ncias da vida di&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, atrav&eacute;s do Grupo    de Qualidade de Vida definiu qualidade de vida como "a percep&ccedil;&atilde;o    do indiv&iacute;duo da sua posi&ccedil;&atilde;o na vida, no contexto do sistema    cultural e de valores em que ele vive e em rela&ccedil;&atilde;o a seus objetivos,    expectativas, padr&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Existe na literatura evid&ecirc;ncias do comprometimento social e ocupacional    relacionado com a depress&atilde;o. (Weissman e et. al., 1974).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Wells e et al., 1995, no Medical Outcomes Study (MOS), observou que pacientes    deprimidos apresentavam limita&ccedil;&otilde;es em seu funcionamento e bem-estar,    podendo se igualar e at&eacute; ultrapassar &agrave;s causadas por doen&ccedil;as    cr&ocirc;nicas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O custo da depress&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil de ser calculado sob todos    os par&acirc;metros. A invalidez tempor&aacute;ria ou permanente, parcial ou    total, com decl&iacute;nio da vida pessoal, familiar, social e profissional,    constitui um &ocirc;nus pessoal do paciente e da fam&iacute;lia. &Eacute; um    gasto enorme para o estado e os servi&ccedil;os de sa&uacute;de p&uacute;blica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Devemos mencionar tamb&eacute;m as perdas indiretas, visto a depress&atilde;o    atingir as pessoas em suas fases mais produtivas e retir&aacute;-las de seu    ambiente convencional, reduzindo sua participa&ccedil;&atilde;o sobre a economia    como um todo. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A busca da quantifica&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida est&aacute; relacionada    ao reconhecimento da import&acirc;ncia do ponto de vista do paciente em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; sua doen&ccedil;a e ao tratamento recebido, resume Ciconelli. (l997).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nesse sentido, podemos pensar que o tratamento vale a pena quando pode prolongar    a vida aliviar a dor, instaurar atividades ou prevenir incapacidade funcional,    afirma Ciconelli a partir de v&aacute;-rios estudiosos. (Silver & Lembecke,    1990; Wace et al., 1995; Bowling, Guilerme, Brian&ccedil;on, 1997).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O ser humano &eacute; um conjunto de fatores, sendo um ser biopsicosocial, e    a id&eacute;ia de sa&uacute;de est&aacute; relacionada a eles, influenciando    no equil&iacute;brio do indiv&iacute;duo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Objetivo e justificativa</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo principal desse estudo &eacute; investigar a qualidade de vida das    pessoas diagnosticadas como depressivas; al&eacute;m disso, pretende investigar    a estrutura de personalidade dessas pessoas e as rela&ccedil;&otilde;es com    a qualidade de vida das mesmas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O interesse por esse tema foi despertado por termos observado que algumas pessoas    submetidas aos fatores de risco - como estresse, doen&ccedil;as, perdas, culpa    - n&atilde;o desenvolvem depress&atilde;o, e outras desenvolvem sintomas depressivos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Assim, esse trabalho, pretende levantar hip&oacute;teses do por que ocorrem    essas diferen&ccedil;as. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Gostar&iacute;amos de contribuir nessa &aacute;rea de investiga&ccedil;&atilde;o    apresentando poss&iacute;veis aspectos relativos ao desenvolvimento da depress&atilde;o,    mal que acomete tantas pessoas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Método</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Estudo de caso</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O m&eacute;todo que ser&aacute; adotado no desenvolvimento desta pesquisa ser&aacute;    o cl&iacute;nico, estudo de caso, que &eacute; caracterizado pelo estudo profundo    e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita o seu amplo e    detalhado conhecimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Goode e Hatt (1968), o caso se destaca por se constituir uma unidade    dentro de um sistema mais amplo. O interesse portanto incide naquilo que ele    tem de &uacute;nico, de particular, mesmo que posteriormente venham a ficar    evidentes certas semelhan&ccedil;as com outros casos ou situa&ccedil;&otilde;es.    Quando queremos estudar algo singular, que tenha um valor em si mesmo, devemos    escolher o estudo de caso.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O estudo de caso &eacute; considerado uma metodologia qualitativa, pois se desenvolve    numa situa&ccedil;&atilde;o natural, &eacute; rico de dados descritivos, tem    um plano aberto e flex&iacute;vel e focaliza a realidade de forma complexa e    contextualizada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Sujeitos</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Sexo dos sujeitos:</b>    temos cinco pessoas, sendo quatro mulheres e um homem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Idade dos sujeitos:</b>    Temos uma mulher com 38, uma com 45, um homem com 53, uma mulher com 54 e outra    com 57 anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Estado civil    dos sujeitos:</b> temos 3 mulheres casadas, 1 vi&uacute;va e 1 homem solteiro.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>Profiss&atilde;o    dos sujeitos:</b> Temos 2 mulheres dom&eacute;sticas, uma costureira, uma operadora    de telemarketing e 1 homem analista da bolsa de valores.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>N&iacute;vel    de escolaridade:</b> Temos uma mulher com Primeiro Grau incompleto, 2 com Primeiro    Grau completo, uma com Segundo Grau completo e um com Terceiro Grau incompleto.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Instrumentos</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Foram usados tr&ecirc;s instrumentos para avalia&ccedil;&atilde;o no presente    estudo, dois deles s&atilde;o objetivos como o PRIME-MD, que avalia sintomas    de depress&atilde;o, o SF-36, que avalia a qualidade de vida e o desenho da    figura humana, um teste projetivo que ser&aacute; utilizado para averiguar os    aspectos da estrutura de personalidade das pessoas com depress&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>1. PRIME-MD    - M&oacute;dulo de humor </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O PRIME foi desenvolvido por Robert L. Spitzer, MD (1997); Janet B. W. Willians;    DSW, Kurt Kroenk, MD; et al. e subescrito por um fundo educacional irrestrito    da Pfizer Inc.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Biomatrics Reserch Department Psychiatric Institute e foi traduzido para o portugu&ecirc;s    por dr. Ren&eacute;rio Fraguas Jr. e dr. S&eacute;rgio G. Henriques Jr.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O PRIME &eacute; um processo de investiga&ccedil;&atilde;o que facilita o reconhecimento    r&aacute;pido e acurado e diagn&oacute;stico de dist&uacute;rbios mentais mais    comumente vistos em adultos em servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os dados s&atilde;o obtidos atrav&eacute;s do fornecimento de quest&otilde;es    padronizadas que focam diretamente sintomas-chaves diagn&oacute;sticos e pelo    uso de um modelo de &aacute;rvore de decis&otilde;es que facilita o diagn&oacute;stico    diferencial. Depois de ler o manual de instru&ccedil;&otilde;es e usar o sistema    PRIME-MD com poucos pacientes, o m&eacute;dico de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria    dever&aacute; ser capaz de avaliar a maior parte dos pacientes em 5 a 10 minutos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os diagn&oacute;sticos do PRIME-MD s&atilde;o baseados nos crit&eacute;rios    diagn&oacute;sticos contido no Manual Diagn&oacute;stico e Estat&iacute;stico    de Dist&uacute;rbios Mentais da Associa&ccedil;&atilde;o Psiqui&aacute;trica    Americana, quarta edi&ccedil;&atilde;o (DSM-IV).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O PRIME-MD tem dois componentes. O primeiro &eacute; o Question&aacute;rio do    Paciente (QP), que consiste em 25 quest&otilde;es que o paciente responde antes    de ser atendido pelo cl&iacute;nico. O segundo componente &eacute; o Guia de    Avalia&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica (GAC), que &eacute; dividido em 5 m&oacute;dulos    cobrindo transtornos de humor, transtornos ansiosos, transtornos alimentares,    transtornos somatoformes e abuso de &aacute;lcool ou transtorno de depend&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Neste estudo, ser&aacute; aplicado somente o m&oacute;dulo de humor que &eacute;    usado para diagn&oacute;stico de depress&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A seguir ser&aacute; descrito o PRIME-MD m&oacute;dulo de humor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esse m&oacute;dulo come&ccedil;a com quest&otilde;es considerando nove sintomas    caracter&iacute;sticos do Dist&uacute;rbio Depressivo Maior. Se cinco ou mais    destes sintomas s&atilde;o assinalados "sim", o diagn&oacute;stico    de Dist&uacute;rbio Depressivo Maior &eacute; feito. Se n&atilde;o, considerar    Remiss&atilde;o Parcial de Dist&uacute;rbio Depressivo Maior, ent&atilde;o Distimia,    finalmente, se dist&uacute;rbio depressivo n&atilde;o foi diagnosticado, considerar    dist&uacute;rbio depressivo menor.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Se a resposta    do paciente &agrave; quest&atilde;o 16 a respeito de ter recebido L&iacute;tio    ou ter sido diagnosticado como man&iacute;aco-depressivo sugere a possibilidade    de Dist&uacute;rbio Bipolar, ent&atilde;o R/O Dist&uacute;rbio Bopolar deve    ser <i>adicionado</i> ao diagn&oacute;stico de dist&uacute;rbio depressivo que    j&aacute; tenha sido feito. Apesar de menos comum, Dist&uacute;rbio Bipolar    &eacute; importante de se reconhecer porque geralmente requer tratamento diferente    de outros dist&uacute;rbios de humor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O &uacute;ltimo item do M&oacute;dulo de Humor, a quest&atilde;o 17, pergunta    ao cl&iacute;nico se uma desordem f&iacute;sica, medica&ccedil;&atilde;o ou    outra droga &eacute; biologicamente causadora de sintomas de depress&atilde;o.    Exemplos de poss&iacute;veis agentes etiol&oacute;gicos incluem hipotireoidismo,    alguns dist&uacute;rbios de sistema nervoso central (acidente cerebrovascular,    doen&ccedil;a de Parkinson), medica&ccedil;&otilde;es anti-hipertensivas e uso    de alucin&oacute;genos. Se a resposta &agrave; quest&atilde;o &eacute; "sim"    ou "incerto", o diagn&oacute;stico adicional de Dist&uacute;rbio Depressivo    R/O devido &agrave; Dist&uacute;rbio F&iacute;sico, medica&ccedil;&atilde;o    ou outras drogas &eacute; feito.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ser&aacute; descrita entre as desordens depressivas a Depress&atilde;o Maior.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Depress&atilde;o Maior - Epis&oacute;dio simples apresenta cinco ou mais das    seguintes caracter&iacute;sticas:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   1. sentimento de tristeza e vazio;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   2. diminui&ccedil;&atilde;o do interesse a prazer em tudo;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   3. significativa diminui&ccedil;&atilde;o de peso (sem dieta), ou ganho de peso,    aumento ou redu&ccedil;&atilde;o do apetite;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   4. ins&ocirc;nia ou hipersonia;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   5. agita&ccedil;&atilde;o psicomotora ou lentifica&ccedil;&atilde;o;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   6. fadiga ou diminui&ccedil;&atilde;o da energia;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   7. sentimento de perda ou culpa excessiva;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   8. diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade de pensar e se concentrar, indecis&atilde;o;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   9. id&eacute;ias recorrentes de morte e suic&iacute;dio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>2. SF- 36 -    Escala de Avali&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A escala de avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional foi adaptada da    escala de fun&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica dos estudos de avalia&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de (MOS). Ela avalia tanto a presen&ccedil;a quanto a extens&atilde;o    das limita&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As escalas de avalia&ccedil;&atilde;o dos aspectos f&iacute;sicos e emocionais    foram baseadas nas escalas do SF-20, mas avaliam tamb&eacute;m o quanto as limita&ccedil;&otilde;es    dificultam a realiza&ccedil;&atilde;o do trabalho e de atividades di&aacute;rias    do paciente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A escala de avalia&ccedil;&atilde;o de dor foi baseada numa quest&atilde;o do    SF-20 sobre a intensidade da dor, com mais um item adicionado consegue-se medir    sua extens&atilde;o e interfer&ecirc;ncia nas atividades di&aacute;rias do paciente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As quest&otilde;es de avalia&ccedil;&atilde;o do estado geral de sa&uacute;de    foram reproduzidas do question&aacute;rio General Health Rating Index (GHRI).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   As escalas de avalia&ccedil;&atilde;o dos aspectos sociais tenta analisar a    integra&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo em atividades sociais definindo    diferentes n&iacute;veis de atividade social.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os itens de avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de mental incluem quest&otilde;es    sobre ansiedade, depress&atilde;o, altera&ccedil;&atilde;o de comportamento    ou descontrole emocional e bem-estar psicol&oacute;gico.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O SF-36 inclui tamb&eacute;m uma quest&atilde;o de avalia&ccedil;&atilde;o da    sa&uacute;de do paciente no &uacute;ltimo ano, muito importante para conhecer    sua doen&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Para avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados, ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o    &eacute; dado um escore para cada quest&atilde;o, que s&atilde;o transformados    numa escala de 0 a 100, onde o zero corresponde ao pior estado de sa&uacute;de,    e 100 ao melhor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>3. Desenho da    Figura Humana </b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Hammer (1981), quando enfatiza os aspectos dos desenhos projetivos, ressalta    que os m&uacute;sculos de um indiv&iacute;duo s&atilde;o muitas vezes a express&atilde;o    psicomotora mais eloquente que palavras, por isso a import&acirc;ncia de se    avaliar os aspectos gerais e estruturais dos desenhos produzidos como reveladores    de dados da estrutura&ccedil;&atilde;o da personalidade do indiv&iacute;duo.    Principalmente para os adultos, os movimentos expressivos evidenciam seus padr&otilde;es    expansivos ou agressivos ao lidar com o espa&ccedil;o do papel possibilitando    assim o conhecimento de camadas defensivas encobrindo suas necessidades b&aacute;sicas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O desenho da figura humana &eacute; parte integrante do HTP, uma t&eacute;cnica    projetiva muito pesquisada, sendo muito utilizada na cl&iacute;nica psicol&oacute;gica,    por permitir a proje&ccedil;&atilde;o de aspectos mais regredidos do ego no    desenho da casa, sua estrutura no desenho da &aacute;rvore, e aspectos mais    atuais e de relacionamento no desenho da figura humana.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Segundo Hammer, o conceito da pessoa &eacute; mais carregado de experi&ecirc;ncias    emocionais do indiv&iacute;duo. Tal conclus&atilde;o foi tomada por importantes    autores e estudiosos das t&eacute;cnicas projetivas como Machover (1949, 1950)    e Buck (1948).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Procedimentos</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os sujeitos foram submetidos a aplica&ccedil;&otilde;es individuais dos testes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O primeiro a ser aplicado foi o PRIME-MD, m&oacute;dulo de humor para diagnosticar    se o paciente estava com depress&atilde;o. Esse foi o crit&eacute;rio de inclus&atilde;o    utilizado. Em seguida, foram feitas aplica&ccedil;&otilde;es individuais do    SF-36, e o desenho da figura humana de forma auxiliada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Avalia&ccedil;&atilde;o:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os desenhos foram avaliados seguindo um roteiro previamente estabelecido de    alguns aspectos gerais do desenho, segundo denomina&ccedil;&otilde;es de Louren&ccedil;&atilde;o    Van Kolck (1984) e Hammer (1981).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Avalia&ccedil;&atilde;o    do Desenho da Figura Humana:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos Gerais:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Localiza&ccedil;&atilde;o: Centro, 1&ordm;., 2&ordm;., 3&ordm;., 4&ordm;. quadrantes,    metade superior, metade inferior, esquerda, direita, folha toda.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Tamanho: muito pequeno, pequeno; m&eacute;dio ou normal; grande, muito grande.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Posi&ccedil;&atilde;o da folha: horizontal ou vertical.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Qualidade do grafismo: linha grossa, m&eacute;dia, fina e outras. Tra&ccedil;ado    cont&iacute;nuo, interrompido, tr&ecirc;mulo, avan&ccedil;os e recuos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos estruturais e de conte&uacute;do:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esses aspectos se referem &agrave; forma como o indiv&iacute;duo reage as coloca&ccedil;&otilde;es    do ambiente ou como sente as mesmas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Transpar&ecirc;ncias: avalia julgamento perspectivo da realidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sombreado: avaliam os n&iacute;veis de ansiedade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Propor&ccedil;&atilde;o: avaliam harmonia ou desarmonia entre as partes do corpo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pessoa</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   GESTALT (conservada ou distorcida);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   SEXO DA FIGURA </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   (masculino ou feminino);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   ASPECTOS (partes da figura);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   DIMENS&Otilde;ES (1 ou 2);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   PROPOR&Ccedil;&Atilde;O </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   (adequada, inadequada);</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   ROUPAS </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   (presen&ccedil;a, quais, ou aus&ecirc;ncia);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   OMISS&Otilde;ES (partes omitidas);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   PERSPECTIVA </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   (frente, perfil ou confusa);</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   MOVIMENTO </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   (presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O SF-36 foi avaliado    conforme tabela de avalia&ccedil;&atilde;o do mesmo, traduzida e validada para    o nosso meio por Ciconelli (1997).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O PRIME-MD foi avaliado conforme instru&ccedil;&otilde;es do material traduzido    para o portugu&ecirc;s por dr. Ren&eacute;rio Fraguas Jr. e dr. Sergio G. Henriques    Jr.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Apresentação e discussão dos resultados</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Caso 1 - R.T.A.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   R. tem 38 anos. &Eacute; casada. Tem dois filhos. Sua instru&ccedil;&atilde;o    &eacute; Primeiro Grau completo, &eacute; dom&eacute;stica. Tem hipotireoidismo    e s&oacute; come&ccedil;ou a se tratar h&aacute; um ano, quando descobriu a    doen&ccedil;a. Juntamente com isso, apareceram os sintomas de depress&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Abaixo est&atilde;o    os resultados obtidos ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o do SF-36.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capacidade funcional................40</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos f&iacute;sicos......................... 0</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Dor.............................................31</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estado geral de sa&uacute;de................52</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Vitalidade..................................45</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos sociais........................75</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspecto emocional..................... 0</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sa&uacute;de mental.............................68</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na capacidade funcional apresentou como resultado 40, demonstrando comprometimento    na efici&ecirc;ncia dessa &aacute;rea.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos f&iacute;sicos o resultado foi zero, o pior escore, demonstrando    um s&eacute;rio comprometimento nessa &aacute;rea, com muitos preju&iacute;zos    para sua vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto dor, obteve 31 como resultado, demonstrando um alto grau de comprometimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No estado geral de sa&uacute;de, obteve como resultado 52, por&eacute;m ainda    insatisfat&oacute;rio, demonstrando comprometimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspecto vitalidade, teve 45 de pontua&ccedil;&atilde;o, demonstrando que    a energia despendida nas atividades encontra-se bastante diminu&iacute;da.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto emocional, obteve resultado zero, novamente o pior escore do invent&aacute;rio,    demonstrando um grande preju&iacute;zo nessa &aacute;rea, igualando-se aos aspectos    f&iacute;sicos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na sa&uacute;de mental apresentou 68 de resultado, um item onde apresenta comprometimento    relativo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na avalia&ccedil;&atilde;o do desenho da figura humana desta paciente, pudemos    observar os seguintes indicadores de depress&atilde;o:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Desenho com localiza&ccedil;&atilde;o &agrave; esquerda, tamanho m&eacute;dio,    apresentando tra&ccedil;o fino na vertical da folha.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> o Apresenta <i>gestalt</i>    conservada, &eacute; do sexo feminino, com acentua&ccedil;&atilde;o da linha    m&eacute;dia com um cinto. Os bra&ccedil;os est&atilde;o para tr&aacute;s com    omiss&atilde;o das m&atilde;os. A figura est&aacute; de frente e n&atilde;o    apresenta movimento. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o A acentua&ccedil;&atilde;o da cintura representa tra&ccedil;o obsessivo-compulsivo,    no intuito de controlar os impulsos sexuais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o A omiss&atilde;o das m&atilde;os est&aacute; relacionado com dificuldade de    lidar e manipular as situa&ccedil;&otilde;es de vida, o que sugere problem&aacute;tica    nesse aspecto.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o No desenho dos olhos, as pupilas est&atilde;o quase impercept&iacute;veis,    denotando dificuldade em lidar com a realidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o A franjinha na testa demonstra dom&iacute;nio dos impulsos sexuais sobre os    intelectuais, refor&ccedil;ando o que foi observado anteriormente na acentua&ccedil;&atilde;o    da linha da cintura.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No desenho dessa paciente foram observados atrav&eacute;s dos indicadores psicopal&oacute;gicos,    que apresenta dificuldades em lidar e manipular situa&ccedil;&otilde;es da vida,    denotando dificuldade em lidar com a realidade. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Caso 2 - T.J.T.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   T. tem 45 anos, &eacute; do sexo feminino, desquitada, tem duas filhas, sua    instru&ccedil;&atilde;o &eacute; Segundo Grau completo. Sua profiss&atilde;o    &eacute; operadora de telemarketing, mas est&aacute; desempregada atualmente    e queixa-se de dores na coluna e insufici&ecirc;ncia coronariana.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ser&atilde;o apresentados abaixo os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o do    SF-36.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capacidade funcional.....................5</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos f&iacute;sicos..............................0</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Dor................................................10</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estado geral de sa&uacute;de....................77</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Vitalidade...................................... 5</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos sociais............................25</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspecto emocional........................ 0</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sa&uacute;de mental.................................32</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na capacidade funcional apresentou um resultado 5, muito baixo, o que demonstra    ter sua capacidade funcional gravemente prejudicada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos f&iacute;sicos apresentou como resultado zero, o pior escore, o    que podemos deduzir que fisicamente se encontra muito comprometida.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto dor, obteve resultado 10, muito baixo tamb&eacute;m, o que demonstra,    pelo que podemos deduzir, uma p&eacute;ssima qualidade de vida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O aspecto vitalidade, encontra-se tamb&eacute;m muito abaixo da m&eacute;dia,    demonstrando grande falta de energia para funcionar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os aspectos sociais somaram 25, resultado muito baixo tamb&eacute;m, com comprometimento    nas rela&ccedil;&otilde;es sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto emocional, novamente apresentou escore zero, como nos aspectos f&iacute;sicos,    o pior na avalia&ccedil;&atilde;o do teste, demonstrando uma grande rela&ccedil;&atilde;o    entre os preju&iacute;zos dos aspectos relacionados anteriormente e o aspecto    emocional.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na sa&uacute;de mental obteve como resultado 32, apresentando grande comprometimento    tamb&eacute;m.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O desenho da figura humana apresenta localiza&ccedil;&atilde;o na metade superior    esquerda, na posi&ccedil;&atilde;o vertical, tamanho pequeno, tra&ccedil;o fino    com avan&ccedil;os e recuos. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apresenta figura estereotipada e inadequada, todo o desenho do corpo sombreado,    indicando ansiedade e apresentando despropor&ccedil;&atilde;o entre a cabe&ccedil;a    e o resto do corpo. Apresenta uma imagem corporal distorcida e indica um desequil&iacute;brio    da personalidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> No desenho, a    <i>gestalt</i> mostra-se comprometida, representando o tronco e os membros apenas    com tra&ccedil;os e desproporcional em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; cabe&ccedil;a.    Apresenta aus&ecirc;ncia de roupas e das pupilas dos olhos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   A figura est&aacute; de frente mas n&atilde;o apresenta movimento. H&aacute;    sinais de ang&uacute;stia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Pudemos observar nesse desenho, atrav&eacute;s dos indicadores psicopatol&oacute;gicos,    que a paciente apresenta grande sentimento de inseguran&ccedil;a, inadequa&ccedil;&atilde;o,    sentindo-se no ar, sem apoio. Foi observado tamb&eacute;m grande dificuldade    de lidar e manipular as situa&ccedil;&otilde;es da vida, inseguran&ccedil;a    no caminhar e no estar no mundo, constri&ccedil;&atilde;o e depend&ecirc;ncia</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Caso 3 - D.R.N.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   D. tem 53 anos, &eacute; do sexo masculino, solteiro e tem o Terceiro Grau incompleto.    Trabalha como analista na bolsa de valores. Queixa-se de dores nas costas e    nos ombros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apresentamos abaixo, os resultados do SF-36:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capacidade funcional....................75</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos f&iacute;sicos.............................50</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Dor.................................................84</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estado geral de sa&uacute;de.....................77</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Vitalidade.......................................25</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos sociais.............................50</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspecto emocional.........................17</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sa&uacute;de mental..................................40</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados do SF-36, pudemos observar que D.    apresenta menos preju&iacute;zo que os outros pacientes, mas encontra-se prejudicado    nos aspectos emocional, vitalidade e sa&uacute;de mental. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na capacidade funcional, obteve resultado 75, n&atilde;o apresentado muito comprometimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos f&iacute;sicos, teve resultado 50, valor que se encontra na m&eacute;dia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto dor, apresentou resultado 84, n&atilde;o denotando muitos preju&iacute;zos    nesse aspecto.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto geral da sa&uacute;de, obteve resultado 77, demonstrando que, no    geral, sua sa&uacute;de est&aacute; relativamente bem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos sociais, teve como resultado 50, demonstrando comprometimento relativo    nas rela&ccedil;&otilde;es sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na sa&uacute;de mental deu resultado 40, resultado que mostra relativo preju&iacute;zo    nessa &aacute;rea.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No desenho da figura humana observamos os seguintes indicadores de depress&atilde;o:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Localiza&ccedil;&atilde;o na parte inferior da folha, no lado esquerdo, com    tamanho m&eacute;dio, tra&ccedil;ado tr&ecirc;mulo, est&aacute; na posi&ccedil;&atilde;o    vertical, de frente e n&atilde;o apresenta movimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> o Apresenta <i>gestalt</i>    preservada mas com abertura na parte inferior, em uma das pernas. Apresenta    distor&ccedil;&otilde;es nas m&atilde;os, e o cabelo apresenta um lado mais    comprido que o outro e os p&eacute;s est&atilde;o pouco definidos. </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o O desenho na parte esquerda inferior, demonstra sentimentos de inseguran&ccedil;a    e inadequa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Bra&ccedil;os e m&atilde;os denotam frustra&ccedil;&atilde;o, falta de ambi&ccedil;&atilde;o    e confian&ccedil;a na pr&oacute;pria produtividade; sentimento de fraqueza no    manipular o ambiente, inadequa&ccedil;&atilde;o no contato.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Distor&ccedil;&otilde;es nos p&eacute;s apresentam inseguran&ccedil;a no caminhar    e no estar no mundo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Os cabelos est&atilde;o relacionados &agrave; esfera da sexualidade; neste    caso, est&atilde;o mais compridos de um lado (feminino) e mais curto do outro    (masculino), ao que deduzimos apresentar conflito ou ambival&ecirc;ncia sexual.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Boca do tipo palha&ccedil;o demonstra desejo de obter aprova&ccedil;&atilde;o;    afeto n&atilde;o apropriado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o A figura aberta indica falta de vontade e de disposi&ccedil;&atilde;o para    atividades, encontrados como indicadores presentes nos quadros depressivos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O desenho mostra mais preju&iacute;zos que o SF-36. Esse paciente se encontra    em tratamento psicoter&aacute;pico exclusivamente (n&atilde;o-medicamentoso).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Pode-se pensar nos resultados menos comprometidos no SF-36, como resultado desse    tratamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Houve uma melhora nos sintomas, o que o SF-36 demonstrou; no entanto, como o    desenho se refere a aspectos mais estruturais, nota-se sinais de depress&atilde;o.    Por outro lado, h&aacute; uma gestalt relativamente conservada.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os resultados nos testes confirmam observa&ccedil;&otilde;es feitas na cl&iacute;nica    com esse paciente. Apresenta problemas de afetividade, tendo demonstrado melhora    na sintomatologia depressiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Caso 4 - I.S.O.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Esta paciente tem 54 anos, do sexo feminino, vi&uacute;va, dom&eacute;stica,    tendo de instru&ccedil;&atilde;o o Primeiro Grau incompleto.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ap&oacute;s a morte do marido, desenvolveu sintomas de hipertens&atilde;o e    depress&atilde;o graves, com tra&ccedil;os psic&oacute;ticos, ficando internada    dois meses na Psiquiatria do Hospital das Cl&iacute;nicas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apresentamos abaixo os resultados do SF-36.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capacidade funcional.....................55</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos f&iacute;sicos..............................50</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Dor................................................100</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estado geral de sa&uacute;de.....................47</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Vitalidade.......................................35</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos sociais.............................25</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspecto emocional.........................34</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sa&uacute;de mental..................................36</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados do SF-36, apresenta praticamente todas    as &aacute;reas da vida muito comprometidas, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o    de dor.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na capacidade funcional obteve resultado 55, demonstrando grande comprometimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos f&iacute;sicos teve resultado 50, demonstrando que seu estado f&iacute;sico    encontra-se comprometido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto dor, o resultado foi 100, sendo o melhor escore, n&atilde;o apresentando    nenhum comprometimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No estado geral de sa&uacute;de, teve um escore baixo, 47, demonstrando um estado    geral de sa&uacute;de insatisfat&oacute;rio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto vitalidade obteve resultado 35, demonstrando grande falta de energia    para realizar qualquer atividade, necessitando grande esfor&ccedil;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos sociais, o resultado 25, denota grande dificuldade de se relacionar    socialmente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O aspecto emocional, com soma 34, demonstra estar muito comprometido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto sa&uacute;de mental, deu resultado 36, encontrando-se muito comprometida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No desenho da figura humana, foram encontrados os seguintes indicadores de depress&atilde;o:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Localiza&ccedil;&atilde;o do desenho no lado esquerdo da folha, tamanho pequeno,    linha m&eacute;dia, na posi&ccedil;&atilde;o vertical.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Apresenta gestalt distorcida, com bra&ccedil;os e pernas desproporcionais    e formas an&ocirc;malas, o que denota desequil&iacute;brio na personalidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Est&atilde;o presentes distor&ccedil;&otilde;es na cabe&ccedil;a, onde observa-se    orelhas grandes, com aus&ecirc;ncia de cabelos, da boca e das pupilas dos olhos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Nas distor&ccedil;&otilde;es observadas, a aus&ecirc;ncia de cabelo indica    sentimentos de impot&ecirc;ncia, passividade ressentida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Os olhos em c&iacute;rculo denotam adultos retr&oacute;grados, e a aus&ecirc;ncia    de pupilas demonstra que o mundo &eacute; percebido vagamente, com dificuldade    de identificar a realidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Orelhas grandes indicam indiv&iacute;duo suscet&iacute;vel a ofensa e resistente    &agrave; autoridade, e pode indicar tamb&eacute;m persecutoriedade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Omiss&atilde;o do pesco&ccedil;o significa liberta&ccedil;&atilde;o ou perda    de controle e desamparo perante os impulsos que assaltam o sujeito; imaturidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Aus&ecirc;ncia da boca: culpabilidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; agress&atilde;o    oral, com tend&ecirc;ncias s&aacute;dicas, encontrada em indiv&iacute;duos patologicamente    deprimidos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   De forma geral o desenho apresenta-se muito comprometido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Caso 5 - E.P.D.</i></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   E. tem 57 anos, do sexo feminino, casada, costureira, com instru&ccedil;&atilde;o    de Primeiro Grau. Queixa-se de muitas dores no corpo, devido &agrave; artrite    psor&iacute;atica. Depois do aparecimento dessa doen&ccedil;a, encontra-se muito    limitada, n&atilde;o podendo mais trabalhar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Apresentamos abaixo os resultados obtidos na avalia&ccedil;&atilde;o do SF-36:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Capacidade funcional.....................20</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos f&iacute;sicos...............................0</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Dor..................................................22</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Estado geral de sa&uacute;de.....................70</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Vitalidade.......................................25</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspectos sociais.............................38</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Aspecto emocional..........................0</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Sa&uacute;de mental..................................52</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados, pudemos observar que praticamente    todas as &aacute;reas da vida est&atilde;o comprometidas, exceto estado geral    de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na capacidade funcional, o resultado 20 demonstra grande dificuldade para funcionar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Nos aspectos f&iacute;sicos, obteve resultado zero, o pior escore da tabela,    o que denota estar seriamente comprometida fisicamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No aspecto dor, o resultado &eacute; 22, apresentando grande comprometimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   De vitalidade, com resultado 25, demonstra baixa energia para exercer as atividades    di&aacute;rias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os aspectos sociais tamb&eacute;m est&atilde;o muito comprometidos, apresentando    um resultado 38.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   O aspecto emocional tamb&eacute;m apresentou o resultado zero, o pior escore,    o que denota grave comprometimento emocional.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Na sa&uacute;de mental obteve como resultado 52, apresentando comprometimento    tamb&eacute;m nessa &aacute;rea.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No desenho da figura humana, foram encontrados os seguintes indicadores de depress&atilde;o:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Localiza&ccedil;&atilde;o do lado esquerdo da folha, na parte superior, com    tamanho pequeno, linha m&eacute;dia e com tra&ccedil;o interrom-pido.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> o Apresenta <i>gestalt</i>    relativamente conservada, com distor&ccedil;&otilde;es no cabelo, no rosto,    m&atilde;os e pernas. Apresenta propor&ccedil;&atilde;o inadequada nas m&atilde;os,    pernas e p&eacute;s. A figura est&aacute; de frente inclinada para a esquerda.    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o A localiza&ccedil;&atilde;o do desenho demonstra sentimento de inseguran&ccedil;a,    sentindo-se no ar, desprotegida, denotando desequil&iacute;brio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o As pupilas demonstram penetrante cautela e limitado campo de vis&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o As orelhas grandes denota indiv&iacute;duo suscet&iacute;vel &agrave; ofensa    e resistente a autoridade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Os cabelos desordenados denotam desordem sexual, sensibilidade primitiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o A omiss&atilde;o do pesco&ccedil;o significa liberta&ccedil;&atilde;o ou perda    do controle, desamparo perante os impulsos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Os bra&ccedil;os denotam urg&ecirc;ncia de participa&ccedil;&atilde;o social.    As m&atilde;os e os dedos demonstram agressividade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o As pernas indicam sentimentos de defici&ecirc;ncia ou decl&iacute;nio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Em seu aspecto geral a figura mostra inadequa&ccedil;&atilde;o e desarmonia,    denotando s&eacute;rios preju&iacute;zos na personalidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Conclusão</font></b></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como considera&ccedil;&otilde;es finais, podemos dizer que atingimos os objetivos    que t&iacute;nhamos ao fazer esse estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os cinco casos, apresentaram preju&iacute;zos nos dois instrumentos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No SF-36, onde s&atilde;o investigados os aspectos mais conscientes e manifestos,    os que est&atilde;o mais prejudicados s&atilde;o:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Capacidade funcional</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Aspectos f&iacute;sicos</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Vitalidade</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   o Aspectos emocionais</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Os resultados dos SF-36 confirmam que a depress&atilde;o interfere, de fato,    muito na qualidade de vida das pessoas em v&aacute;rios aspectos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   No desenho, onde se pode observar os aspectos mais latentes e inconscientes,    d&atilde;o sinais de depress&atilde;o, preju&iacute;zos no equil&iacute;brio    da personalidade, nos aspectos afetivos e maneira de contato.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Podemos concluir que pacientes com doen&ccedil;as f&iacute;sicas demonstram    sofrimento mental e necessitam atendimento psicofarmacol&oacute;gico e psicoter&aacute;pico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Isso vem refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia da abordagem multidisciplinar no    Hospital. O trabalho do psic&oacute;logo pode contribuir enormemente para a    melhora da qualidade de vida dos pacientes que, al&eacute;m do sofrimento f&iacute;sico,    manifestam tamb&eacute;m grande sofrimento mental.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3">Referências</font></b></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Bellak, L. (1980). <i>Brief psychoanalytic psycotherapy of nonpsychotic depression</i>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540300&pid=S1676-7314200200010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ciconelli, R.M. (1997). <i>Tradu&ccedil;&atilde;o para o portugu&ecirc;s e valida&ccedil;&atilde;o    do Question&aacute;rio Gen&eacute;rico de Avalia&ccedil;&atilde;o de Qualidade    de Vida "Medical outcomes study 36 - item short-form health survey (SF-36)"</i>.    Tese de Doutorado em Medicina. Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (Escola    Paulista de Medicina).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540301&pid=S1676-7314200200010000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Fr&aacute;guas Jr., R. & Figueir&oacute;, J.A.B. (2001). <i>Depress&otilde;es    em medicina interna e em outras condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas</i>.    S&atilde;o Paulo: Ateneu.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540302&pid=S1676-7314200200010000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   ________. & Fleck, M.P. A. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o de Qualidade de Vida</i>.    (cap. 4)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540303&pid=S1676-7314200200010000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   ________. & Furlaneto, L. <i>Diagn&oacute;stico</i>. (cap. 2)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540304&pid=S1676-7314200200010000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Grassano, E.P. (1996). <i>Indicadores psicopatol&oacute;gicos nas t&eacute;cnicas    projetivas</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540305&pid=S1676-7314200200010000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Jo&atilde;o, M.I. (1987). <i>Depress&atilde;o, s&iacute;ndrome da depend&ecirc;ncia    psicol&oacute;gica</i>. S&atilde;o Paulo: EPU.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540306&pid=S1676-7314200200010000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Kolck, O.L. van. (1984). <i>Testes projetivos gr&aacute;ficos no diagn&oacute;stico    psicol&oacute;gico</i>. S&atilde;o Paulo: EPU.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540307&pid=S1676-7314200200010000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Lowem, A. (1983). <i>O corpo em depress&atilde;o: as bases da f&eacute; e da    realidade</i>. S&atilde;o Paulo: Sumus.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540308&pid=S1676-7314200200010000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">   Ludcke, M.A & Marli, E.D. (1986). <i>Pesquisa em educa&ccedil;&atilde;o:    abordagens qualitativas</i>. S&atilde;o Paulo: EPU.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1540309&pid=S1676-7314200200010000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="enderb"></a><a href="#ender"><img src="/img/revistas/psic/v3n1/seta.gif" border="0">Endere&ccedil;o    para correspondência:</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Alameda Itapecuru, 282, Apart. 31B. CEP 06454-080 - Alphaville - Barueri - São Paulo    <br> Tel.: (11) 4191-1286 - Cel.: 9172-7744</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n1/1a05t1.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n1/1a05t2.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n1/1a05t3.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/psic/v3n1/1a05t4.gif"></p>     ]]></body>
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