<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1808-5687</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Terapias Cognitivas]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. bras.ter. cogn.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1808-5687</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Federação Brasileira de Terapias Cognitivas]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1808-56872012000200003</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diferenças nos esquemas iniciais desadaptativos de homens e mulheres]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Differences in early maladaptive schemas of men and women]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Luz]]></surname>
<given-names><![CDATA[Felipe Quinto da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Paola Lucena dos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cazassa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Milton José]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Margareth da Silva]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,PUCRS  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto Alegre RS]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>8</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>85</fpage>
<lpage>92</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-56872012000200003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1808-56872012000200003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1808-56872012000200003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Esta pesquisa investigou as diferenças entre homens e mulheres nas respostas ao Questionário de Esquemas de Young - forma reduzida (YSQ-S2). Este foi um estudo quantitativo, transversal, comparação entre grupos. A amostra foi formada por 236 participantes e divida em dois grupos, sendo um grupo formado por 114 participantes do sexo masculino e o outro grupo por 122 participantes do sexo feminino. Como critérios de inclusão os sujeitos deveriam ter idade mínima de 18 anos e máxima de 59 anos e ter estudado até a quinta série do ensino fundamental. Os participantes responderam ao YSQ-S2 e a uma ficha de dados sócio-demográficos. Os resultados indicaram diferenças significativas entre os grupos do sexo masculino e do sexo feminino nos esquemas iniciais desadaptativos (EIDs) de Fracasso, Vulnerabilidade a Dores e Doenças, Auto-Sacrifício e Inibição Emocional, assim como nos domínios de Autonomia e Desempenho Prejudicados e de Orientação para o Outro. As mulheres obtiveram maior pontuação do que os homens em todos as áreas citadas, exceto no EID de Inibição Emocional, onde os homens obtiveram pontuação superior. Estes resultados podem contribuir para o desenvolvimento do conhecimento sobre diferenças de padrões de pensamentos desadaptativos entre homens e mulheres.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study investigated the differences between men and women in the Young Schema Questionnaire - reduced form (YSQ-S2) responses. This was a quantitative, cross-sectional comparison between groups. The sample consisted of 236 participants and divided into two groups, one group of 114 male participants and another group of 122 female participants. For inclusion the subjects should have minimum age of 18 years and maximum of 59 years and have studied up to the fifth grade. The participants answered the YSQ-S2 and data sheet socio-demographic factors. The results indicated significant differences between groups of males and females in early maladaptive schemas (EMSs) of Failure, Vulnerability to Disease and Pain, Self-Sacrifice and Emotional Inhibition, as well as in the domain of Autonomy and Impaired Performance, and, Orientation to the Other. Women had higher scores than men in all the mentioned areas, except in the EMSs Emotional Inhibition, where men had higher scores. These results may contribute to the development of knowledge about differences in maladaptive thinking patterns between men and women.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[esquema]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[questionário]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sexo]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[questionnaire]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[schema]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[sex]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RELATOS DE PESQUISAS</b> RESEARCH REPORTS</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="enda"></a> <b>Diferen&ccedil;as nos esquemas iniciais desadaptativos de homens e mulheres</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Differences in early maladaptive schemas of men and women</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Felipe Quinto da Luz<sup>I</sup>; Paola Lucena dos Santos<sup>II</sup>; Milton Jos&eacute; Cazassa<sup>III</sup>; Margareth da Silva Oliveira<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Mestrando - PUCRS - Porto Alegre - RS - Brasil    <br>   <sup>II</sup>Doutoranda na Universidade de Coimbra, Portugal    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Mestre em psicologia - PUCRS    <br>   <sup>IV</sup>Doutora (Professora titular da PUCRS) </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Esta pesquisa investigou as diferen&ccedil;as entre homens e mulheres nas respostas ao Question&aacute;rio de Esquemas de Young - forma reduzida (YSQ-S2). Este foi um estudo quantitativo, transversal, compara&ccedil;&atilde;o entre grupos. A amostra foi formada por 236 participantes e divida em dois grupos, sendo um grupo formado por 114 participantes do sexo masculino e o outro grupo por 122 participantes do sexo feminino. Como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o os sujeitos deveriam ter idade m&iacute;nima de 18 anos e m&aacute;xima de 59 anos e ter estudado at&eacute; a quinta s&eacute;rie do ensino fundamental. Os participantes responderam ao YSQ-S2 e a uma ficha de dados s&oacute;cio-demogr&aacute;ficos. Os resultados indicaram diferen&ccedil;as significativas entre os grupos do sexo masculino e do sexo feminino nos esquemas iniciais desadaptativos (EIDs) de Fracasso, Vulnerabilidade a Dores e Doen&ccedil;as, Auto-Sacrif&iacute;cio e Inibi&ccedil;&atilde;o Emocional, assim como nos dom&iacute;nios de Autonomia e Desempenho Prejudicados e de Orienta&ccedil;&atilde;o para o Outro. As mulheres obtiveram maior pontua&ccedil;&atilde;o do que os homens em todos as &aacute;reas citadas, exceto no EID de Inibi&ccedil;&atilde;o Emocional, onde os homens obtiveram pontua&ccedil;&atilde;o superior. Estes resultados podem contribuir para o desenvolvimento do conhecimento sobre diferen&ccedil;as de padr&otilde;es de pensamentos desadaptativos entre homens e mulheres. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Palavras-chave:</b> esquema; question&aacute;rio; sexo. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> This study investigated the differences between men and women in the Young Schema Questionnaire - reduced form (YSQ-S2) responses. This was a quantitative, cross-sectional comparison between groups. The sample consisted of 236 participants and divided into two groups, one group of 114 male participants and another group of 122 female participants. For inclusion the subjects should have minimum age of 18 years and maximum of 59 years and have studied up to the fifth grade. The participants answered the YSQ-S2 and data sheet socio-demographic factors. The results indicated significant differences between groups of males and females in early maladaptive schemas (EMSs) of Failure, Vulnerability to Disease and Pain, Self-Sacrifice and Emotional Inhibition, as well as in the domain of Autonomy and Impaired Performance, and, Orientation to the Other. Women had higher scores than men in all the mentioned areas, except in the EMSs Emotional Inhibition, where men had higher scores. These results may contribute to the development of knowledge about differences in maladaptive thinking patterns between men and women. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Keywords:</b> questionnaire; schema; sex. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sabidamente existem importantes diferen&ccedil;as entre homens e mulheres em rela&ccedil;&atilde;o a aspectos psicol&oacute;gicos, o que pode trazer grande impacto na elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de assim como delineamentos de novas interven&ccedil;&otilde;es. Estudo espanhol verificou que mulheres e homens dependentes de &aacute;lcool diferem significativamente quanto aos sintomas depressivos, sintomas de ansiedade e dificuldade para se adaptar a vida di&aacute;ria, tendo as mulheres maiores pontua&ccedil;&otilde;es (Bravo de Medina, Echebur&uacute;a &amp; Aizpiri, 2008). Recentemente, estudo desenvolvido em Ohio (Sansone &amp; Sansone, 2011), demonstrou que homens e mulheres com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) diferem significativamente com rela&ccedil;&atilde;o aos aspectos com&oacute;rbidos. Enquanto mulheres com TPB apresentam maior probabilidade de apresentarem transtornos alimentares, transtornos de humor e de ansiedade, os homens apresentam maior probabilidade de apresentarem transtornos por uso de subst&acirc;ncias e transtorno de personalidade anti-social. Corroborando as evid&ecirc;ncias supracitadas, dados de estudo realizado em 15 diferentes pa&iacute;ses (&Aacute;frica, Am&eacute;ricas, &Aacute;sia, Europa, Oriente M&eacute;dio e Pac&iacute;fico) mostraram que em todos os pa&iacute;ses as mulheres apresentaram maior preval&ecirc;ncia de transtornos de ansiedade e de humor enquanto que os homens apresentaram maior preval&ecirc;ncia de transtornos por uso de subst&acirc;ncias (Seedat et al., 2009). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para al&eacute;m disso, existem diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero tamb&eacute;m em estrat&eacute;gias de regula&ccedil;&atilde;o emocional (Zlomke &amp; Hahn, 2010). De acordo com estes autores, ao se deparar com um evento negativo, a estrat&eacute;gia de refocar no planejamento relaciona-se diretamente com menos ansiedade, estresse e preocupa&ccedil;&otilde;es. Esta estrat&eacute;gia &eacute; especificamente mais usada por homens. J&aacute; as mulheres, ao se depararem com um evento negativo tendem a aceit&aacute;-lo e reavaliarem-no positivamente. Estas estrat&eacute;gias relacionam-se a manuten&ccedil;&atilde;o de preocupa&ccedil;&otilde;es excessivas entre as pessoas do sexo feminino (Zlomke &amp; Hahn, 2010). O estudo de Garnefski, Teerds, Kraaij, Legerstee e Kommer (2004) ratifica estes dados, sugerindo que as mulheres tendem a usar mais estrat&eacute;gias cognitivas desadaptativas, como reavalia&ccedil;&atilde;o positiva, rumina&ccedil;&atilde;o e catastrofiza&ccedil;&atilde;o. Os pesquisadores concluem que, provavelmente, as maiores taxas de depress&atilde;o entre as mulheres podem estar relacionadas a estrat&eacute;gias de enfrentamento menos efetivas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Existem diferen&ccedil;as de sexo tamb&eacute;m em rela&ccedil;&atilde;o a dom&iacute;nios espec&iacute;ficos da auto-estima e empatia, aspectos a serem levados em considera&ccedil;&atilde;o no tratamento. Homens apresentam escores mais altos nos dom&iacute;nios da auto-estima relacionados &agrave; apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, atletismo, desempenho acad&ecirc;mico, <i>self</i> pessoal e satisfa&ccedil;&atilde;o do <i>self</i>. As mulheres apresentam escores significativamente mais altos nos dom&iacute;nios da auto-estima relacionados &agrave; conduta comportamental e &eacute;tica-moral (Gentile et al, 2009). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; empatia, de acordo com pesquisas de bases neurais de ativa&ccedil;&atilde;o do hemisf&eacute;rio cerebral direito, os homens apresentam menor capacidade emp&aacute;tica que as mulheres (Rueckert &amp; Naybar, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A terapia cognitivo-comportamental (TCC) &eacute; uma das abordagens que mostra maior suporte emp&iacute;rico no tratamento de diversos transtornos psicol&oacute;gicos (Otte, 2011; Murphy, Straebler, Cooper, Fairbum, 2010; Serfaty et al., 2009; Matusiewicz, Hopwood, Banducci &amp; Lejuez, 2010). Jeffrey Young desenvolveu a Terapia Focada em Esquemas (TFE) como uma teoria que amplia os tratamentos e conceitos cognitivo-comportamentais tradicionais (Young, Klosko &amp; Waishaar, 2008; Dozois et al., 2009), integrando t&eacute;cnicas de linhas psicoter&aacute;picas distintas. A TFE pressup&otilde;e que as problem&aacute;ticas psicol&oacute;gicas se originam na inf&acirc;ncia/ou adolesc&ecirc;ncia, introduzindo o conceito de Esquemas Iniciais Desadaptativos (EIDs) como n&iacute;veis mais profundos da cogni&ccedil;&atilde;o (Young et al., 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os EIDs teriam se formado nas experi&ecirc;ncias precoces de vida, durante as rela&ccedil;&otilde;es com as figuras cuidadoras. Na inf&acirc;ncia, estes esquemas tiveram a sua utilidade, uma vez que permitiram a intera&ccedil;&atilde;o com o meio, sendo funcionais para aquele momento e contexto de vida (Young, 2003). Na idade adulta os EIDs, idealmente, permanecem inativos, mas, frente a algum evento externo ou &agrave;s cogni&ccedil;&otilde;es associadas a determinados acontecimentos de vida, os EIDs podem ser novamente ativados, por&eacute;m fora de seu contexto original - sendo, portanto, desadaptativos (Claudio, 2009). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os esquemas se originam de necessidades emocionais que n&atilde;o foram satisfeitas na inf&acirc;ncia (Young et al., 2008) e se caracterizam por serem est&aacute;veis, duradouros, incondicionais, autoperpetu&aacute;veis, resistentes a mudan&ccedil;a, significativamente disfuncionais e recorrentes, al&eacute;m de estarem ligados a altos n&iacute;veis de afeto (Young, 2003). Os EIDs s&atilde;o utilizados para caracterizar e explicar uma s&eacute;rie de transtornos de personalidade, representar fatores predisponentes para o desenvolvimento e manuten&ccedil;&atilde;o de sintomas cl&iacute;nicos, assim como para explicar tipos distintos de problemas interpessoais (Hoffart et al., 2005). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Alguns estudos que objetivaram verificar a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as entre os EIDs de homens e mulheres j&aacute; foram realizados. A pesquisa desenvolvida por Shorey, Anderson e Stuart (2012) comparou a severidade dos EIDs entre homens e mulheres dependentes de &aacute;lcool e encontrou que as mulheres apresentaram escores mais altos em 14 dos 18 esquemas avaliados. Outro estudo (Shorey, Stuart &amp; Anderson, 2012), realizado em adultos dependentes de opi&oacute;ides investigou a exist&ecirc;ncia de associa&ccedil;&atilde;o entre os EIDs e o sexo e demonstrou que as mulheres apresentaram escores significativamente mais altos em tr&ecirc;s dos cinco dom&iacute;nios esquem&aacute;ticos em compara&ccedil;&atilde;o com os homens: subjuga&ccedil;&atilde;o, auto-sacrif&iacute;cio e abandono. Diferen&ccedil;as de sexo quanto aos esquemas tamb&eacute;m foram encontradas no estudo de Simmons e Granvold (2005) em adultos com mem&oacute;rias traum&aacute;ticas. De acordo com os autores, os esquemas sobre o <i>self</i> e sobre o mundo associados a mem&oacute;rias traum&aacute;ticas podem ser fatores respons&aacute;veis pela maior incid&ecirc;ncia de transtorno de estresse p&oacute;s traum&aacute;tico em mulheres. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Apesar de existirem ind&iacute;cios importantes de diferen&ccedil;as de sexo quanto aos EIDs, as quais podem influenciar as estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o, promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e delineamento de novos tratamentos, no Brasil pesquisas comparativas sobre os EIDs ainda s&atilde;o incipientes. Desta forma, a proposta do presente estudo &eacute; investigar a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as espec&iacute;ficas nas pontua&ccedil;&otilde;es das quest&otilde;es referentes aos EIDs no <i>Young Schema Questionnaire</i> - forma reduzida (YSQ-S2) entre homens e mulheres provenientes da popula&ccedil;&atilde;o geral. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>M&Eacute;TODO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b> Delineamento</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Trata-se de um estudo quantitativo e comparativo entre grupos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Amostra e procedimentos</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra deste estudo foi constitu&iacute;da por 236 participantes provenientes da popula&ccedil;&atilde;o geral, da cidade de Porto Alegre. Como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o os sujeitos deveriam ter idade m&iacute;nima de 18 anos e m&aacute;xima de 59 anos e ter estudado no m&iacute;nimo at&eacute; a quinta s&eacute;rie do ensino fundamental. N&atilde;o se buscou avaliar ou determinar previamente outros crit&eacute;rios para a inclus&atilde;o ou exclus&atilde;o no estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os 236 participantes foram retirados do banco de dados de um estudo maior, intitulado: "Mapeamento de Esquemas Cognitivos: Valida&ccedil;&atilde;o Preliminar do <i>Young Schema Questionnaire - Short Form</i> (YSQ-S2)". Neste estudo a abordagem dos participantes seguiu os crit&eacute;rios da amostra por conveni&ecirc;ncia e tipo bola de neve. A equipe de pesquisadores foi treinada para conduzir <i>rapport</i> padronizado e realizou contato direto com os participantes. As aplica&ccedil;&otilde;es ocorreram de forma individual e coletiva. Uma vez que na base de dados havia um n&uacute;mero consideravelmente maior de mulheres, as participantes que compuseram o grupo feminino deste estudo foram escolhidas de maneira aleat&oacute;ria, a fim de que os grupos ficassem proporcionais quanto ao n&uacute;mero de participantes. Em rela&ccedil;&atilde;o a amostra masculina, foram utilizados todos os participantes deste sexo que estavam no banco de dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Aspectos &eacute;ticos</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O presente estudo est&aacute; inserido dentro de um projeto maior, intitulado "Mapeamento de Esquemas Cognitivos: Valida&ccedil;&atilde;o Preliminar do <i>Young Schema Questionnaire - Short Form</i> (YSQ-S2)", o qual foi submetido e aprovado pela Comiss&atilde;o Cient&iacute;fica da Faculdade de Psicologia e Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da PUCRS (CEP: 07/03471). Todos os participantes foram esclarecidos quanto ao objetivo da pesquisa e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Instrumentos</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Question&aacute;rio de Esquemas de Young - Forma Reduzida (<i>Young Schema Questionnaire</i> - YSQ-S2; Young, 2003): Trata-se de medida composta por 75 itens, que objetiva avaliar esquemas iniciais desadaptativos (EIDs). As propriedades psicrom&eacute;tricas do YSQ foram estudadas em diversos pa&iacute;ses e culturas e este instrumento tem sido considerado &uacute;til para pesquisa e pr&aacute;tica cl&iacute;nica (Baranoff, Oei, Cho &amp; Kwon, 2006; Cui, Lin e Oei, 2011; Hawke, Saritas &amp; Gencoz, 2011; Mauchand, Lachenal-Chevallet &amp; Cottraux, 2011; Provencher, 2012; Oei &amp; Baranoff, 2007; Rijkeboer, van den Bergh &amp; van den Bout, 2011; Rijkeboer &amp; van den Bergh, 2006; Rijkeboer, van den Bergh &amp; van den bout, 2005; Saariaho, Saariaho, Karila &amp; Joukamaa, 2009). Neste estudo foi utilizada a vers&atilde;o brasileira do YSQ-S2 que, no estudo de valida&ccedil;&atilde;o da medida, demonstrou &iacute;ndice de consist&ecirc;ncia interna total de </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,95, considerando os 75 itens (Cazassa &amp; Oliveira, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os itens do instrumento est&atilde;o dispostos em escala Likert de 6 pontos. Esta escala pode ser pontuada com a seguinte ordem de afirma&ccedil;&otilde;es: (1) n&atilde;o me descreve de modo algum, (2) acontece raras vezes e pouco descreve o meu modo de ser, (3) acontece algumas vezes, mas ainda n&atilde;o descreve o meu modo de ser, (4) descreve o meu modo de ser, (5) descreve muito o meu modo de ser e (6) me descreve perfeitamente. Os EIDs est&atilde;o agrupados em 5 dom&iacute;nios esquem&aacute;ticos (Young et al., 2003), os quais contemplam os 15 esquemas. Abaixo segue a descri&ccedil;&atilde;o de cada dom&iacute;nio, assim como o <i>Alpha de Cronbach</i> encontrado em cada esquema que os comp&otilde;em. Todos os &iacute;ndices de consist&ecirc;ncia interna que ser&atilde;o apresentados foram calculados na amostra do presente estudo: </font></p>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Desconex&atilde;o e Rejei&ccedil;&atilde;o: Este dom&iacute;nio avalia sentimentos de frustra&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s expectativas de seguran&ccedil;a, empatia, carinho, estabilidade, compartilhar de sentimentos e considera&ccedil;&atilde;o. Os esquemas de Priva&ccedil;&atilde;o Emocional ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,86), Abandono ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,85), Desconfian&ccedil;a e Abuso ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,80), Isolamento Social ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,74) e Defectividade/Vergonha ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,74) constituem este dom&iacute;nio.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Autonomia e Desempenho Prejudicados: Diz respeito a sentimentos de incapacidade de ser aut&ocirc;nomo, separando-se dos demais e de sentir que &eacute; incapaz de ter sucesso nesta nova condi&ccedil;&atilde;o de independ&ecirc;ncia. Os esquemas de Fracasso ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,90), Depend&ecirc;ncia/Incompet&ecirc;ncia ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,60), Vulnerabilidade a Dores e Doen&ccedil;as ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,80) e Emaranhamento ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,79) contituem este dom&iacute;nio.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Limites Prejudicados: Este dom&iacute;nio se refere &agrave; dificuldade em respeitar os direitos alheios, cooperar com os demais e se comprometer com metas ou desafios distantes. Os esquemas de Merecimento ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,76) e Auto-Controle/Auto-Disciplina Insuficientes ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,82) contituem este dom&iacute;nio esquem&aacute;tico. </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Orienta&ccedil;&atilde;o para o Outro: Este dom&iacute;nio se refere a foco excessivo para os desejos e necessidades alheias, com o intuito de obter aprova&ccedil;&atilde;o e amor. Os esquemas de Subjuga&ccedil;&atilde;o ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,79) e Auto-Sacrif&iacute;cio ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,85) comp&otilde;em este dom&iacute;nio.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Supervigil&acirc;ncia e Inibi&ccedil;&atilde;o: Refere-se &agrave; &ecirc;nfase excessiva em suprimir sentimentos espont&acirc;neos, impulsos e escolhas, em detrimento da pr&oacute;pria felicidade, relaxamento, sa&uacute;de e relacionamentos &iacute;ntimos. Os esquemas deste dom&iacute;nio s&atilde;o Inibi&ccedil;&atilde;o Emocional ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,86) e Padr&otilde;es Inflex&iacute;veis ( </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,74).</font></p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O Alpha de Cronbach encontrado na amostra deste estudo, considerando os 75 itens, foi de </font>&#945;<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> = 0,96. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ficha de dados s&oacute;ciodemogr&aacute;ficos: Elaborada com o intuito de mapear caracter&iacute;sticas s&oacute;ciodemogr&aacute;ficas da amostra (Cazassa &amp; Oliveira, 2012), como dados relativos &agrave; idade, sexo, escolaridade, situa&ccedil;&atilde;o ocupacional e estado civil. Nela foram inclusos os Crit&eacute;rios Brasil de Classifica&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica (ABEP, 2008), para mensurar o poder aquisitivo dos participantes da amostra. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>An&aacute;lise dos dados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados foram processados no <i>software</i> estat&iacute;stico SPSS (<i>Statistical Package for the Social Sciences</i>), vers&atilde;o 17.0, onde foram realizadas an&aacute;lises descritivas (porcentagens, frequ&ecirc;ncias, m&eacute;dias, desvio padr&atilde;o) e inferenciais (Teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov, Teste de Mann-Whitney, Teste de Qui-Quadrado de Pearson). O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado foi de 5%. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra foi composta por 236 participantes provenientes da popula&ccedil;&atilde;o geral, da cidade de Porto Alegre. A amostra foi dividida em dois grupos conforme o sexo dos participantes, a saber: (1) Grupo do sexo masculino (n = 114) e (2) Grupo do sexo feminino (n = 123). Os grupos eram proporcionais quanto ao n&uacute;mero de sujeitos, o que foi verificado atrav&eacute;s do teste de Qui-Quadrado, onde n&atilde;o se registrou diferen&ccedil;a entre os mesmos (<i>p</i> = 0,559). Na <a href="/img/revistas/rbtc/v8n2/a03tab01.jpg">Tabela 1</a> podem ser observados dados referentes &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o amostral.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conforme foi poss&iacute;vel observar na <a href="/img/revistas/rbtc/v8n2/a03tab01.jpg">Tabela 1</a>, foi comprovada a homogeneidade entre os grupos quanto &agrave; idade, faixas de escolaridade, estado civil, classifica&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e situa&ccedil;&atilde;o atual de trabalho, o que indica que os grupos s&atilde;o pass&iacute;veis de serem comparados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A vari&aacute;vel idade, assim como todas as vari&aacute;veis referentes aos escores gerais obtidos em cada esquema e dom&iacute;nio esquem&aacute;tico avaliados pelo YSQ-S2 foram analisadas quanto &agrave; normalidade pelo teste de Kolmogorov-Smirnov, tanto no Grupo 1, como no Grupo 2. Dessa forma, registrou-se que a condi&ccedil;&atilde;o de normalidade foi violada (<i>p</i> &lt; 0,05), na maioria das vari&aacute;veis em estudo, em pelo menos um dos grupos, com exce&ccedil;&atilde;o apenas dos Esquemas de Auto-sacrif&iacute;cio, Padr&otilde;es Inflex&iacute;veis e Merecimento e dos dom&iacute;nios Orienta&ccedil;&atilde;o para o Outro, Supervigil&acirc;ncia e Inibi&ccedil;&atilde;o e Limites Prejudicados (<i>p</i> &gt; 0,05). Em raz&atilde;o disso, optou-se pela utiliza&ccedil;&atilde;o do Teste de Mann-Whitney para an&aacute;lise dos dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Segundo o teste de Mann-Whitney, verificou-se que h&aacute; diferen&ccedil;a significativa entre os grupos do sexo masculino e do sexo feminino nos esquemas de Fracasso, Vulnerabilidade a Dores e Doen&ccedil;as, Auto-Sacrif&iacute;cio e Inibi&ccedil;&atilde;o Emocional, assim como nos dom&iacute;nios de Autonomia e Desempenho Prejudicados e de Orienta&ccedil;&atilde;o para o Outro. As mulheres obtiveram maior pontua&ccedil;&atilde;o do que os homens em todos as &aacute;reas citadas, exceto no esquema de Inibi&ccedil;&atilde;o Emocional, onde os homens obtiveram pontua&ccedil;&atilde;o superior. Os resultados podem ser observados pormenorizadamente na <a href="/img/revistas/rbtc/v8n2/a03tab02.jpg">Tabela 2</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Neste estudo, as mulheres, em compara&ccedil;&atilde;o com os homens, apresentaram pontua&ccedil;&otilde;es significativamente mais elevadas nas quest&otilde;es do YSQ-S2 que avaliam o dom&iacute;nio da autoestima e desempenho prejudicados. As pontua&ccedil;&otilde;es mais altas das mulheres nas quest&otilde;es referentes a este dom&iacute;nio evidencia a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as cognitivas na percep&ccedil;&atilde;o da capacidade de se separar e ter um bom desempenho independente de outras pessoas, ja que, este &eacute; o padr&atilde;o cognitivo referente a este dom&iacute;nio (Young, Klosko &amp; Weishaar, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A quest&atilde;o da diferen&ccedil;a entre os sexos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; autonomia tamb&eacute;m foi estudada por Bekker &amp; Assen (2008) resultando em conclus&otilde;es convergentes com este estudo. Estes autores conclu&iacute;ram que as mulheres apresentam n&iacute;veis mais altos de sensibilidade para com os outros, enquanto os homens apresentam n&iacute;veis mais altos no que tange lidar com situa&ccedil;&otilde;es novas. Bekker e Assen sugerem que a sensibilidade para com os outros &eacute; uma caracter&iacute;stica marcante que diferencia a personalidade de homens e mulheres. Os autores definem tal sensibilidade com outros como capacidade de estar atento &agrave;s opini&otilde;es, desejos e necessidades de outras pessoas. &Eacute; importante considerar que no estudo de Bekker &amp; Assen foram encontrados efeitos moderados positivos do n&iacute;vel educacional em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade de lidar com novas situa&ccedil;&otilde;es. Desta forma, conclui-se que, al&eacute;m do sexo, vari&aacute;veis s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas tamb&eacute;m podem exercer influ&ecirc;ncia sobre a percep&ccedil;&atilde;o de autonomia e capacidade de lidar com situa&ccedil;&otilde;es novas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Outro estudo sobre diferen&ccedil;as de sexo foi desenvolvido por McBride, Bacchiochi &amp; Bagby (2005), com foco em tra&ccedil;os de personalidade sociotr&oacute;picos e aut&ocirc;nomos. De acordo com os resultados deste estudo as mulheres apresentam n&iacute;veis mais altos de tra&ccedil;os de personalidade sociotr&oacute;pica do que os homens. Os autores definem tra&ccedil;os sociotr&oacute;picos como necessidade de relacionamentos interpessoais seguros, sensibilidade e preocupa&ccedil;&atilde;o excessiva em ser aprovado por outros. Desta forma o senso de valor de pessoas altamente sociotropicas seria baseado em receber amor e aceita&ccedil;&atilde;o dos outros, e na manuten&ccedil;&atilde;o de relacionamentos &iacute;ntimos. Os autores conclu&iacute;ram, tamb&eacute;m, que sociotropia e autonomia podem ter diferentes significados para homens e mulheres. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O EID de vulnerabilidade ao dano ou &agrave; doen&ccedil;a proposto por Young (2003), est&aacute; inserido no dom&iacute;nio de autonomia e desempenho prejudicados, e, implica em medo exagerado de uma poss&iacute;vel e inevit&aacute;vel cat&aacute;strofe que acontecer&aacute; sobre si a qualquer momento. No presente trabalho, os n&iacute;veis mais altos pontuados pelas mulheres neste esquema no YSQ-S2 s&atilde;o compat&iacute;veis com o estudo de Defrin, Shramm &amp; Eli (2009) que afirma que mulheres se percebem com uma menor capacidade de suportar a dor, e considera que homens e mulheres tem n&iacute;veis de toler&acirc;ncia diferentes em rela&ccedil;&atilde;o a dor e calor. Alguns estudos sugerem que aspectos psicol&oacute;gicos e sociais relacionados ao sexo est&atilde;o associados &agrave; experi&ecirc;ncia de dor e uso de analg&eacute;sicos (Richardson &amp; Holdcroft, 2009; Tovler, Strandfelt, Rosenberg &amp; Bisgaard, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Existem diferen&ccedil;as entre os sexos na percep&ccedil;&atilde;o da dor e nas cren&ccedil;as de auto-efic&aacute;cia ao se expor a uma situa&ccedil;&atilde;o dolorosa (Jackson, Iezzi, Gunderson, Nagasaka &amp; Fritch, 2002). Jackson et al. exporam homens e mulheres ao contato f&iacute;sico com gelo e avaliaram as suas percep&ccedil;&otilde;es subjetivas da dor e o tempo que conseguiam permanecer em contato com o gelo. Neste estudo os homens mantiveram-se mais tempo em contato com o gelo e referiram menos dor em compa&ccedil;&atilde;o com as mulheres. Desta forma os autores deste estudo conclu&iacute;ram que a percep&ccedil;&atilde;o da dor foi mediada por cren&ccedil;as de auto-efic&aacute;cia, ou seja, os homens apresentaram tamb&eacute;m mais cren&ccedil;as de auto-efic&aacute;cia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; tarefa em compara&ccedil;&atilde;o com as mulheres. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As mulheres tem limiares para dor, causada por press&atilde;o ou temperatura, mais baixos do que os homens (Racine et al., 2012). A sensibilidade a dor pode ser alterada por fatores biopsicossociais, de forma que, fatores cognitivos e sociais podem explicar parcialmente as diferen&ccedil;as entre homens e mulheres na percep&ccedil;&atilde;o da dor (Racine et al,. 2012). &Eacute; necess&aacute;rio considerar tamb&eacute;m que homens e mulheres usam linguagem diferente para descrever um evento doloroso (Strong et al, 2009). Desta forma, as diferen&ccedil;as na express&atilde;o sobre a dor, divergentes nos homens e nas mulheres, podem ser consideradas como uma poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para as diferen&ccedil;as nas pontua&ccedil;&otilde;es no esquema de vulnerabilidade a dano ou a doen&ccedil;a no YSQ-S2. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O esquema de auto-sacrif&iacute;cio, inserido no dom&iacute;nio de orienta&ccedil;&atilde;o para o outro, tamb&eacute;m teve escores mais altos entre as mulheres em compara&ccedil;&atilde;o com os homens no YSQ-S2. Este EID implica em situa&ccedil;&otilde;es cotidianas com comportamentos com foco excessivo nas necessidades de outras pessoas em detrimento da satisfa&ccedil;&atilde;o das pr&oacute;prias necessidades pessoais (Young, 2003). De acordo com Wright, Crawford &amp; Castillo (2009) pessoas com este esquema acreditam que as suas necessidades devem ser reprimidas para serem amadas, e este esquema pode anteceder sintomas de depress&atilde;o e ansiedade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O estudo de Elmerstig, Wijma &amp; Bertero (2008) converge com os dados respondidos pela amostra feminina no YSQ-S2 nas quest&otilde;es referentes ao esquema de auto-sacrif&iacute;cio. Estes pesquisadores estudaram garotas adolescentes que continuavam a ter rela&ccedil;&otilde;es sexuais com os seus parceiros apesar de sentirem dor durante o ato sexual. A pesquisa revelou que estas adolescentes continuavam a ter rela&ccedil;&otilde;es sexuais, sacrificando-se, com o objetivo de manter uma imagem de mulher ideal. Estas garotas consideravam as suas experi&ecirc;ncias dolorosas como insignificantes em compara&ccedil;&atilde;o com o prazer sexual do parceiro. Estas mulheres fingiam sentir prazer ou n&atilde;o sentir dor para que seus parceiros n&atilde;o ficassem tristes ou angustiados ou as trocassem por outra mulher. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s diferen&ccedil;as entre os sexos no esquema de auto-sacrif&iacute;cio, Arnold &amp; Loghlin (2009) estudaram este esquema relacionado ao comportamento de lideran&ccedil;a. Os autores descobriram que lideres do sexo feminino apresentam tr&ecirc;s vezes mais comportamentos de auto-sacrificio com o objetivo de desenvolver seus subordinados do que lideres do sexo masculino. Estes estudos citados acima, de fato, apontam para uma maior tend&ecirc;ncia das mulheres ao auto-sacrificio em compara&ccedil;&atilde;o com homens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As &uacute;nicas quest&otilde;es respondidas pelos homens no YSQ-S2 que foram significativamente mais altas em compara&ccedil;&atilde;o com as mulheres foram as quest&otilde;es referentes ao EID de inibi&ccedil;&atilde;o emocional. Esta quest&otilde;es referem-se a inibi&ccedil;&atilde;o excessiva de comportamentos, sentimentos e comunica&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea, geralmente em uma tentativa de evitar desaprova&ccedil;&atilde;o alheia, vergonha ou perda de controle dos impulsos (Young, Klosko &amp; Weishaar, 2008). As pesquisas na &aacute;rea convergem no sentido de que existem diferen&ccedil;as entre os sexos no processamento de est&iacute;mulos emocionais, no entanto, encontram-se tamb&eacute;m discrep&acirc;ncias nas publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas em rela&ccedil;&atilde;o a qual sexo apresentaria maiores n&iacute;veis de inibi&ccedil;&atilde;o emocional (Kemp, Silberstein, Armstrong &amp; Nathan, 2004). Os dados mais altos pontuados pelos homens no YSQ-S2 nas quest&otilde;es referentes ao EID de inibi&ccedil;&atilde;o emocional v&atilde;o de acordo com os resultados encontrados em outros estudos (Laurence, Ashford &amp; Dent, 2006; Matud, 2004) que sugerem que homens tem maior tend&ecirc;ncia a demonstrar inibi&ccedil;&atilde;o emocional. Segundo Laurence, Ashford &amp; Dent (2006) homens tem maior habilidade de isolar as emo&ccedil;&otilde;es relacionadas a uma situa&ccedil;&atilde;o e uma tend&ecirc;ncia a evitar usar uma abordagem emocional nas situa&ccedil;&otilde;es, enquanto as mulheres, de forma contr&aacute;ria, tem a tend&ecirc;ncia a usar mais frequentemente uma abordagem emocional nas situa&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A validade de constructo dos itens da vers&atilde;o alem&atilde; do YSQ (205 itens) foi estudada por Rijkeboer, Bergh &amp; Bout (2011) em rela&ccedil;&atilde;o a poss&iacute;veis vieses entre os sexos e nenhum dos itens apresentou vi&eacute;s. Os resultados do presente estudo com o YSQ-S2 n&atilde;o diferem dos resultados encontrados de Rijkeboer, Bergh &amp; Bout (2011). As diferen&ccedil;as encontradas no presente estudo n&atilde;o representam um vi&eacute;s nos itens do YSQ-S2 nem maior preval&ecirc;ncia de EIDs em mulheres. O resultado deste estudo n&atilde;o refere-se a diferen&ccedil;as entre os sexos na quantidade de EIDs presentes ("ativos") em cada grupo, o que, discute-se neste estudo s&atilde;o diferen&ccedil;as significativas nas pontua&ccedil;&otilde;es na escala <i>lickert</i> do instrumento. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre os sexos na pontua&ccedil;&atilde;o dos outros esquemas e dom&iacute;nios do YSQ-S2 exceto nos citados acima. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os resultados obtidos neste estudo de compara&ccedil;&atilde;o de respostas no YSQ-S2 entre homens e mulheres v&atilde;o de acordo com a publica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica encontrada sobre diferen&ccedil;as entre os sexos no &acirc;mbito emocional, cognitivo e comportamental. Mais estudos sobre as diferen&ccedil;as nos padr&otilde;es cognitivos de homens e mulheres podem ser &uacute;teis no sentido de esclarecer as diferen&ccedil;as na incid&ecirc;ncia de psicopatologia entre os sexos, assim como, favorecer a pratica cl&iacute;nica. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Este estudo observou diferen&ccedil;as entre homens e mulheres na pontua&ccedil;&atilde;o de respostas no YSQ-S2 em uma amostra brasileira da popula&ccedil;&atilde;o geral (n&atilde;o cl&iacute;nica). Estes resultados podem contribuir para o desenvolvimento do conhecimento sobre diferen&ccedil;as de padr&otilde;es de pensamentos desadaptativos entre homens e mulheres. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Como limita&ccedil;&atilde;o do presente estudo destaca-se o fato da pesquisa ter apresentado car&aacute;ter de ordem explorat&oacute;ria, n&atilde;o discriminando vari&aacute;veis como popula&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e n&atilde;o cl&iacute;nicas, contexto s&oacute;cio-cultural, n&iacute;veis educacionais, n&iacute;veis financeiros, entre outros. Assim, sugere-se que mais estudos sejam realizados neste &acirc;mbito levando em considera&ccedil;&atilde;o as diferen&ccedil;as entre os sexos nas respostas ao YSQ-S2 e que possam explorar os impactos dessas outras vari&aacute;veis nos EIDs de homens e mulheres. O conhecimento sobre tais diferen&ccedil;as entre os sexos tem relev&acirc;cia no planejamento de interven&ccedil;&otilde;es psicoter&aacute;picas espec&iacute;ficas para homens e mulheres. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Arnold, K. A. &amp; Loughlin, C. (2010). Individually considerate transformational leadership behavior and self sacrifice. Leadership &amp; Organization Development Journal, 31(8), 670-686. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1108/01437731011094748" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1108/01437731011094748</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905743&pid=S1808-5687201200020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas de Pesquisa. (2008). Crit&eacute;rios de classifica&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica Brasil. Recuperado de <a href="http://www.abep.org/novo/Content.aspx?ContentID=139" target="_blank">http://www.abep.org/novo/Content.aspx?ContentID=139</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905744&pid=S1808-5687201200020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Baranoff, J., Oei, T. P. S., Cho, S. H. &amp; Kwon, S. (2006). Factor structure and internal consistency of the Young Schema Questionnaire (Short Form) in Korean and Australian samples. Journal of Affective Disorders, 93(1), 133-140. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jad.2006.03.003" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jad.2006.03.003</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905745&pid=S1808-5687201200020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Bekker, M. H. J. &amp; Assen, M. A. L. M. (2008). Autonomy-connectedness and gender. Sex Roles, 59(7), 532-544. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11199-008-9447-x" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s11199-008-9447-x</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905746&pid=S1808-5687201200020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Bravo de Medina, R., Echebur&uacute;a, E. &amp; Aizpiri, J. (2008). Gender differences in alcohol dependence: personality variables, psychopathological profile and personality disorders. Psicothema, 20(2), 218-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905747&pid=S1808-5687201200020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Cazassa, M. J. &amp; Oliveira, M. S. (2012). Valida&ccedil;&atilde;o brasileira do question&aacute;rio de esquemas de Young: forma breve. Estudos de Psicologia, 29(1), 23-31. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X2012000100003" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X2012000100003</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905749&pid=S1808-5687201200020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Claudio, V. (2009). Dom&iacute;nios de esquemas precoces na depress&atilde;o. An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 7(2), 143-173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905750&pid=S1808-5687201200020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Cui, L., Lin, W. &amp; Oei, T. P. S. (2011). Factor structure and psychometric properties of the young schema questionnaire (short form) in chinese undergraduate students. International Journal of Mental Health and Addiction. 9(6), 645-655. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11469-010-9283-4" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s11469-010-9283-4</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905752&pid=S1808-5687201200020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Defrin, R., Shramm, L. &amp; Eli, I. (2009). Gender role expectations of pain is associated with pain toleration limit but not with pain threshold. Pain, 145(1), 220-236. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.pain.2009.06.028" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.pain.2009.06.028</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905753&pid=S1808-5687201200020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dozois, D. J., Bieling, P. J., Patelis-Sioti, I., Hoar, L., Chudzik, S., McCabe, K. &amp; Westraa, H. A. (2009). Changes in self-schema structure in cognitive therapy for major depressive disorder: a randomized clinical trial. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 77(6), 1078-1088.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905754&pid=S1808-5687201200020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Elmerstig, E., Wijma, B. &amp; Bertero, C. (2008). Why do women continue to have sexual intercourse despite pain? Journal of Adolescent Health, 43(4), 357-363. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jadohealth.2008.02.011" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jadohealth.2008.02.011</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905756&pid=S1808-5687201200020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Garnefski, N., Teerds, J., Kraaij, V., Legerstee, J. &amp; Kommer, T. (2004). Cognitive emotion regulation strategies and depressive symptoms: differences between males and females. Personality and Individual Difference, 36(2), 267-276. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0191-8869(03)00083-7" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S0191-8869(03)00083-7</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905757&pid=S1808-5687201200020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Gentile, B., Grabe, S., Bolan-Pascoe, B., Twenge, J., Wells, B. &amp; Maitino, A. (2009). Gender differences in domain-specific self-esteem. Review of General Psychology, 13(1), 34-45. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1037/a0013689" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0013689</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905758&pid=S1808-5687201200020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Hawke, L. D. &amp; Provencher, M. D. (2012). The canadian french young schema questionnaire: confirmatory factor analysis and validation in clinical and nonclinical samples. Canadian Journal of Behavioural Science, 44(1), 40-49. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1037/a0026197" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0026197</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905759&pid=S1808-5687201200020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Hoffart, A., Sexton, H., Hedley, L., Wang, C., Holthe, H., Haugun, J. &amp; Holte, A. (2005). The structure of maladaptive schemas: a confirmatory factor analysis and psychometric evaluation of factor-derived scales. Cognitive Therapy and Research, 29(6), 627-644. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10608-005-9630-0" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10608-005-9630-0</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905760&pid=S1808-5687201200020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Jackson, T., Iezzi, T., Gunderson, J., Nagasaka, T. &amp; Fritch, A. (2002). Gender differences in pain perception: the mediating role of self-efficacy beliefs. Sex Roles, 47(11), 561-568. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1022077922593" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1023/A:1022077922593</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905761&pid=S1808-5687201200020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Kemp, A. H., Silberstein, R. B., Armstrong, S. M. &amp; Nathan, P. J. (2004). Gender differences in the cortical electrophysiological processing of visual emotional stimuli. Neuroimage, 21(2), 632-646. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.neuroimage.2003.09.055" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.neuroimage.2003.09.055</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905762&pid=S1808-5687201200020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Laurence, J., Ashford, K. &amp; Dent, P. (2006). Gender differences in coping strategies of undergraduate students and their impact on self-esteem and attainment. Active Learning in Higher Education, 7(3), 273-279.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905763&pid=S1808-5687201200020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Matud, M. P. (2004). Gender differences in stress and coping styles. Personality and Individual Differences, 37(7), 1401-1415. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.paid.2004.01.010" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.paid.2004.01.010</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905765&pid=S1808-5687201200020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Matusiewicz, A. K., Hopwood, C. J., Banducci, A. N. &amp; C.W. Lejuez, C. W. (2010). The effectiveness of cognitive behavioral therapy for personality disorders. Psychiatric Clinics of North America, 33(3), 657-685. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.psc.2010.04.007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.psc.2010.04.007</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905766&pid=S1808-5687201200020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Mauchand, P., Lachenal-Chevallet, K. &amp; Cottraux, J. (2011). Empirical validation of the Young Schema Questionnaire-Short Form (YSQ-S2) in borderline personality disorder and control subjects. L'Enc&eacute;phale, 37(2), 138-143. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.encep.2010.04.014" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.encep.2010.04.014</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905767&pid=S1808-5687201200020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> McBride, C., Bacchiochi, J. R. &amp; Bagby, R. M. (2005). Gender differences in the manifestation of sociotropy and autonomy personality traits. Personality and Individual Differences, 38(1), 129-136. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.paid.2004.03.014" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.paid.2004.03.014</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905768&pid=S1808-5687201200020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Murphy, R., Straebler, S., Cooper, Z. &amp; Fairnburn, C. G. (2010). Cognitive behavioral therapy for eating disorders. Psychiatric Clinics of North American, 33(3), 611-627. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.psc.2010.04.004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.psc.2010.04.004</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905769&pid=S1808-5687201200020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Oei, T. P. S. &amp; Baranoff, J. (2007). Young schema questionnaire: review of psychometric and measurement issues. Australian Journal of Psychology, 59(2), 78-86. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/00049530601148397" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/00049530601148397</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905770&pid=S1808-5687201200020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Otte, C. (2011). Cognitive behavioral therapy in anxiety disorders: current state of the evidence. Dialogues in Clinical Neuroscience. 13(4), 413-421.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905771&pid=S1808-5687201200020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Racine, M., Tousignant-Laflamme, Y., Kloda, L. A., Dion, D., Dupuis, G. &amp; Choini&egrave;re, M. (2012). A systematic literature review of 10 years of research on sex/gender and pain perception - part 2: do biopsychosocial factors alter pain sensitivity differently in women and men? Pain, 153(3), 619-635. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.pain.2011.11.026" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.pain.2011.11.026</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905773&pid=S1808-5687201200020000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Richardson, J. &amp; Holdcroft, A. (2009). Gender differences and pain medication. Women's Health, 5(1), 79-90. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.2217/17455057.5.1.79" target="_blank">http://dx.doi.org/10.2217/17455057.5.1.79</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905774&pid=S1808-5687201200020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Rijkeboer, M. M., van den Berg, H. &amp; van den Bout, J. (2011). Item bias analysis of the Young Schema-Questionnaire for psychopathology, gender, and educational level. European Journal of Psychological Assessment, 27(1), 65-70. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1027/1015-5759/a000044" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1027/1015-5759/a000044</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905775&pid=S1808-5687201200020000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Rijkeboer, M. M. &amp; van den Bergh, H. (2006). Multiple group confirmatory factor analysis of the young schema-questionnaire in a dutch clinical versus non-clinical population. Cognitive Therapy &amp; Research, 30(3), 263-278. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10608-006-9051-8" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10608-006-9051-8</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905776&pid=S1808-5687201200020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Rijkeboer, M. M., van den Berg, H. &amp; van den Bout, J. (2005). Stability and discriminative power of the Young Schema-Questionnaire in a Dutch clinical versus non-clinical population. Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry, 36(2), 129-144. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jbtep.2004.08.005" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jbtep.2004.08.005</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905777&pid=S1808-5687201200020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Rueckert, L. &amp; Naybar, N. (2008). Gender differences in empathy: the role of the right hemisphere.Brain and Cognition, 67(2), 162-167. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.bandc.2008.01.002" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.bandc.2008.01.002</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905778&pid=S1808-5687201200020000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Saariaho, T., Saariaho, A., Karila, I. &amp; Joukamaa, M. (2009). The psychometric properties of the Finnish Young Schema Questionnaire in chronic pain patients and a non-clinical sample. Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry, 40(1), 158-168. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jbtep.2008.07.005" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jbtep.2008.07.005</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905779&pid=S1808-5687201200020000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sansone, R. A. &amp; Sansone, L. A. (2011). Gender patterns in borderline personality disorder. Innovations in Clinical Neuroscience, 8(5), 16-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905780&pid=S1808-5687201200020000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Saritas, D. &amp; Gencoz, T. (2011). Psychometric properties of "young schema questionnaire-short form 3" in a turkish adolescent sample. Journal of Cognitive and Behavioral Psychotherapies, 11(1), 83-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905782&pid=S1808-5687201200020000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Seedat, S., Scott, K. M., Angermeyer, M. C., Berglund, P., Bromet, E. J., Brugha, T. S., Demyttenaere, K., de Girolamo, G., Haro, J. M., Jin, R., Karam, E. G., Kovess-Mafesty, V., Levinson, D., Medina Mora, M. E., Ono, Y., Ormel, J., Pennell, B. E., Posada-Villa, J., Sampson, N. A., Williams, D. &amp; Kessler, R. C. (2009). Cross-national associations between gender and mental disorders in World Health Organization World Mental Health Surveys. Archives of General Psychiatry, 66(7), 785-795. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1001/archgenpsychiatry.2009.36" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1001/archgenpsychiatry.2009.36</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905784&pid=S1808-5687201200020000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Shorey, R. C., Anderson, S. E. &amp; Stuart, G. L. (2012). Gender differences in early maladaptive schemas in a treatment-seeking sample of alcohol-dependent adults. Substance Use &amp; Abuse, 47(1), 108-116. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.3109/10826084.2011.629706" target="_blank">http://dx.doi.org/10.3109/10826084.2011.629706</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905785&pid=S1808-5687201200020000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Shorey, R. C., Stuart, G. L. &amp; Anderson, S. (2012). Do gender differences in depression remain after controlling for early maladaptive schemas? An examination is a sample of opioid dependent treatment seeking adults. Clinical Psychology and Psychotherapy, DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1002/cpp.1772" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/cpp.1772</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905786&pid=S1808-5687201200020000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Strong, J, Mathews, T., Sussex, R., New, F., Hoey, S. &amp; Mitchell, G. (2009). Pain language and gender differences when describing a past pain event. Pain, 145(1), 86-95. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.pain.2009.05.018" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.pain.2009.05.018</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905787&pid=S1808-5687201200020000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Simmons, C. A. &amp; Granvold, D. K. (2005). A cognitive model to explain gender differences in rate of PTSD diagnosis. Brief Treatment and Crisis Intervention, 5(3), 290-299. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1093/brief-treatment/mhi021" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1093/brief-treatment/mhi021</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905788&pid=S1808-5687201200020000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Toyler, M A., Strandfelt, P., Rosenberg, J. &amp; Bisgaard, T. (2012). Female gender is a risk factor for pain, discomfort, and fatigue after laparoscopic groin hernia repair. Hernia, 17(3), 321-327. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10029-012-0956-8" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10029-012-0956-8</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905789&pid=S1808-5687201200020000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Wright, M. O., Crawford, E. &amp; Castillo, D. D. (2009). Childhood emotional maltreatment and later psychological distress among college students: the mediating role of maladaptive schemas. Child Abuse &amp; Neglect, 33(1), 59-68. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.chiabu.2008.12.007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.chiabu.2008.12.007</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905790&pid=S1808-5687201200020000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Young, J. (2003). Terapia cognitiva para transtornos da personalidade: uma abordagem focada em esquemas (3ª Ed.). Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905791&pid=S1808-5687201200020000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Young, J. E., Klosko, J. S. &amp; Weishaar, M. E. (2008). Terapia do esquema: guia de t&eacute;cnicas cognitive-comportamentais inovadoras. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905793&pid=S1808-5687201200020000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Zlomke, K. R. &amp; Hahn, K. S. (2010). Cognitive emotion regulation strategies: gender differences and association to worry. Personality and Individual Differences, 48(4), 408-413. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.paid.2009.11.007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.paid.2009.11.007</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2905795&pid=S1808-5687201200020000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/rbtc/v8n2/seta.jpg" border="0"></a> <b>Correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Felipe Quinto da Luz    <br>   Av. Ipiranga, nº 6681, predio 11, sala 927. Partenon    <br>   Porto Alegre - RS. Brasil. CEP: 90619-900    <br>   E-mail: <a href="mailto:felipe.quinto.luz@hotmail.com">felipe.quinto.luz@hotmail.com</a> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Este artigo foi submetido no SGP (Sistema de Gest&atilde;o de Publica&ccedil;&otilde;es) da RBTC em 8 de maio de 2013. cod. 181.    <br>   Artigo aceito em 21 de outubro de 2013. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul.</font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Arnold]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Loughlin]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Individually considerate transformational leadership behavior and self sacrifice]]></article-title>
<source><![CDATA[Leadership & Organization Development Journal]]></source>
<year>2010</year>
<volume>31</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>670-686</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa</collab>
<source><![CDATA[Critérios de classificação econômica Brasil]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baranoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oei]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. P. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cho]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kwon]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Factor structure and internal consistency of the Young Schema Questionnaire (Short Form) in Korean and Australian samples]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Affective Disorders]]></source>
<year>2006</year>
<volume>93</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>133-140</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bekker]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. H. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Assen]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A. L. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Autonomy-connectedness and gender]]></article-title>
<source><![CDATA[Sex Roles]]></source>
<year>2008</year>
<volume>59</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>532-544</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bravo de Medina]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Echeburúa]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aizpiri]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in alcohol dependence: personality variables, psychopathological profile and personality disorders]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicothema]]></source>
<year>2008</year>
<volume>20</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>218-223</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cazassa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Validação brasileira do questionário de esquemas de Young: forma breve]]></article-title>
<source><![CDATA[Estudos de Psicologia]]></source>
<year>2012</year>
<volume>29</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>23-31</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Claudio]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Domínios de esquemas precoces na depressão]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2009</year>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>143-173</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cui]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lin]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oei]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. P. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Factor structure and psychometric properties of the young schema questionnaire (short form) in chinese undergraduate students]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Mental Health and Addiction]]></source>
<year>2011</year>
<volume>9</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>645-655</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Defrin]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shramm]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eli]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender role expectations of pain is associated with pain toleration limit but not with pain threshold]]></article-title>
<source><![CDATA[Pain]]></source>
<year>2009</year>
<volume>145</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>220-236</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dozois]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bieling]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Patelis-Sioti]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hoar]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chudzik]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McCabe]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Westraa]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Changes in self-schema structure in cognitive therapy for major depressive disorder: a randomized clinical trial]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Consulting and Clinical Psychology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>77</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1078-1088</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Elmerstig]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wijma]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bertero]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Why do women continue to have sexual intercourse despite pain?]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescent Health]]></source>
<year>2008</year>
<volume>43</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>357-363</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garnefski]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teerds]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kraaij]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Legerstee]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kommer]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cognitive emotion regulation strategies and depressive symptoms: differences between males and females]]></article-title>
<source><![CDATA[Personality and Individual Difference]]></source>
<year>2004</year>
<volume>36</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>267-276</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gentile]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grabe]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bolan-Pascoe]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Twenge]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wells]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maitino]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in domain-specific self-esteem]]></article-title>
<source><![CDATA[Review of General Psychology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>13</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>34-45</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hawke]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Provencher]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The canadian french young schema questionnaire: confirmatory factor analysis and validation in clinical and nonclinical samples]]></article-title>
<source><![CDATA[Canadian Journal of Behavioural Science]]></source>
<year>2012</year>
<volume>44</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>40-49</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hoffart]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sexton]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hedley]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Holthe]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Haugun]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Holte]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The structure of maladaptive schemas: a confirmatory factor analysis and psychometric evaluation of factor-derived scales]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognitive Therapy and Research]]></source>
<year>2005</year>
<volume>29</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>627-644</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Iezzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gunderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nagasaka]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fritch]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in pain perception: the mediating role of self-efficacy beliefs]]></article-title>
<source><![CDATA[Sex Roles]]></source>
<year>2002</year>
<volume>47</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>561-568</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kemp]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silberstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Armstrong]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nathan]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in the cortical electrophysiological processing of visual emotional stimuli]]></article-title>
<source><![CDATA[Neuroimage]]></source>
<year>2004</year>
<volume>21</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>632-646</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Laurence]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ashford]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dent]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in coping strategies of undergraduate students and their impact on self-esteem and attainment]]></article-title>
<source><![CDATA[Active Learning in Higher Education]]></source>
<year>2006</year>
<volume>7</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>273-279</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matud]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in stress and coping styles]]></article-title>
<source><![CDATA[Personality and Individual Differences]]></source>
<year>2004</year>
<volume>37</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>1401-1415</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matusiewicz]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hopwood]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Banducci]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lejuez]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effectiveness of cognitive behavioral therapy for personality disorders]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychiatric Clinics of North America]]></source>
<year>2010</year>
<volume>33</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>657-685</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mauchand]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lachenal-Chevallet]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cottraux]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Empirical validation of the Young Schema Questionnaire-Short Form (YSQ-S2) in borderline personality disorder and control subjects]]></article-title>
<source><![CDATA[L'Encéphale]]></source>
<year>2011</year>
<volume>37</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>138-143</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McBride]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bacchiochi]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bagby]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in the manifestation of sociotropy and autonomy personality traits]]></article-title>
<source><![CDATA[Personality and Individual Differences]]></source>
<year>2005</year>
<volume>38</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>129-136</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murphy]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Straebler]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cooper]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fairnburn]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cognitive behavioral therapy for eating disorders]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychiatric Clinics of North American]]></source>
<year>2010</year>
<volume>33</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>611-627</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oei]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. P. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baranoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Young schema questionnaire: review of psychometric and measurement issues]]></article-title>
<source><![CDATA[Australian Journal of Psychology]]></source>
<year>2007</year>
<volume>59</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>78-86</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Otte]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cognitive behavioral therapy in anxiety disorders: current state of the evidence]]></article-title>
<source><![CDATA[Dialogues in Clinical Neuroscience]]></source>
<year>2011</year>
<volume>13</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>413-421</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Racine]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tousignant-Laflamme]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kloda]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dion]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dupuis]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Choinière]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A systematic literature review of 10 years of research on sex/gender and pain perception: part 2: do biopsychosocial factors alter pain sensitivity differently in women and men?]]></article-title>
<source><![CDATA[Pain]]></source>
<year>2012</year>
<volume>153</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>619-635</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Richardson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Holdcroft]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences and pain medication]]></article-title>
<source><![CDATA[Women's Health]]></source>
<year>2009</year>
<volume>5</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>79-90</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rijkeboer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Berg]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Bout]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Item bias analysis of the Young Schema-Questionnaire for psychopathology, gender, and educational level]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Psychological Assessment]]></source>
<year>2011</year>
<volume>27</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>65-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rijkeboer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Bergh]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Multiple group confirmatory factor analysis of the young schema-questionnaire in a dutch clinical versus non-clinical population]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognitive Therapy & Research]]></source>
<year>2006</year>
<volume>30</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>263-278</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rijkeboer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Berg]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Bout]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stability and discriminative power of the Young Schema-Questionnaire in a Dutch clinical versus non-clinical population]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry]]></source>
<year>2005</year>
<volume>36</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>129-144</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rueckert]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Naybar]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in empathy: the role of the right hemisphere]]></article-title>
<source><![CDATA[Brain and Cognition]]></source>
<year>2008</year>
<volume>67</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>162-167</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Saariaho]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saariaho]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Karila]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Joukamaa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The psychometric properties of the Finnish Young Schema Questionnaire in chronic pain patients and a non-clinical sample]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry]]></source>
<year>2009</year>
<volume>40</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>158-168</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sansone]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sansone]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender patterns in borderline personality disorder]]></article-title>
<source><![CDATA[Innovations in Clinical Neuroscience]]></source>
<year>2011</year>
<volume>8</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>16-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Saritas]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gencoz]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychometric properties of "young schema questionnaire-short form 3" in a turkish adolescent sample]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Cognitive and Behavioral Psychotherapies]]></source>
<year>2011</year>
<volume>11</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>83-96</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Seedat]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scott]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Angermeyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Berglund]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bromet]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brugha]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Demyttenaere]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Girolamo]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Haro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jin]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Karam]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kovess-Mafesty]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Medina Mora]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ono]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ormel]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pennell]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Posada-Villa]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampson]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kessler]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cross-national associations between gender and mental disorders in World Health Organization World Mental Health Surveys]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of General Psychiatry]]></source>
<year>2009</year>
<volume>66</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>785-795</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shorey]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stuart]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Gender differences in early maladaptive schemas in a treatment-seeking sample of alcohol-dependent adults]]></article-title>
<source><![CDATA[Substance Use & Abuse]]></source>
<year>2012</year>
<volume>47</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>108-116</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shorey]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stuart]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Do gender differences in depression remain after controlling for early maladaptive schemas?: An examination is a sample of opioid dependent treatment seeking adults]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Psychology and Psychotherapy]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Strong]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mathews]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sussex]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[New]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hoey]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mitchell]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Pain language and gender differences when describing a past pain event]]></article-title>
<source><![CDATA[Pain]]></source>
<year>2009</year>
<volume>145</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>86-95</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Simmons]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Granvold]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A cognitive model to explain gender differences in rate of PTSD diagnosis]]></article-title>
<source><![CDATA[Brief Treatment and Crisis Intervention]]></source>
<year>2005</year>
<volume>5</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>290-299</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Toyler]]></surname>
<given-names><![CDATA[M A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Strandfelt]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bisgaard]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Female gender is a risk factor for pain, discomfort, and fatigue after laparoscopic groin hernia repair]]></article-title>
<source><![CDATA[Hernia]]></source>
<year>2012</year>
<volume>17</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>321-327</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wright]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Crawford]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Childhood emotional maltreatment and later psychological distress among college students: the mediating role of maladaptive schemas]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Abuse & Neglect]]></source>
<year>2009</year>
<volume>33</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>59-68</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Young]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Terapia cognitiva para transtornos da personalidade: uma abordagem focada em esquemas]]></source>
<year>2003</year>
<edition>3</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Young]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klosko]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weishaar]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Terapia do esquema: guia de técnicas cognitive-comportamentais inovadoras]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zlomke]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hahn]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cognitive emotion regulation strategies: gender differences and association to worry]]></article-title>
<source><![CDATA[Personality and Individual Differences]]></source>
<year>2010</year>
<volume>48</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>408-413</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
