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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estresse e qualidade de vida em residência multiprofissional em saúde]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to evaluate stress and quality of life in multiprofessional health residents. It is a quantitative-descriptive research, with cross-sectional design. The population consisted of 45 residents of Multiprofessional Programs from the University of Pernambuco, from the areas of Mental Health and Family Health, in the health segments of Psychology, Physical Education, Occupational Therapy, Nursing, Social Services, Physiotherapy, Nutrition, Pharmacy, and Dentistry. A socio-demographic and behavioral questionnaire was administered, the Lipp's Stress Symptom Inventory for Adults, to evaluate stress and the WHOQOL-Brief to evaluate quality of life. It was observed that 77.8% of investigated present stress, 37.8% predominate psychological symptoms, and 17.8% are worsening in stress. As to the perception of quality of life, 33.3% assessed it as bad; on satisfaction with health, 42.2% are dissatisfied. It concludes that resident health professionals are in a high stress situation while the quality of life was evaluated as negative. This study shows the relevance of the need for further research on the study object and the reflection on intervention measures in order to improve the quality of life for residents.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[estresse psicológico]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RELATOS DE PESQUISAS</b> RESEARCH REPORTS</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="enda"></a><b>Estresse e qualidade de vida em resid&ecirc;ncia multiprofissional em sa&uacute;de</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Stress and quality of life in multi-professional residency</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Renata Ayanna Gomes Cah&uacute;<sup>I</sup>; Ana C&eacute;lia Oliveira dos Santos<sup>II</sup>; Reginete Cavalcanti Pereira<sup>III</sup>; Carlos Jos&eacute; Leoncio Vieira<sup>IV</sup>; Sarah Abrah&atilde;o Gomes<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o - (Psic&oacute;loga Cl&iacute;nica &#91;Terapeuta Cognitivo-Comportamental&#93;. Especialista em Sa&uacute;de Mental) - Recife, PE, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>II</sup>Doutorado - (Professora Associada do Instituto de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas da Universidade de Pernambuco; tutora do Programa de Resid&ecirc;ncia Multiprofissional - UPE)    <br> <sup>III</sup>Doutorado - (Psic&oacute;loga Cl&iacute;nica. Professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco)    <br> <sup>IV</sup>P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o - (Profissional de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica. Especialista em Sa&uacute;de Mental)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste estudo, objetivou-se avaliar o estresse e a qualidade de vida em residentes multiprofissionais em sa&uacute;de. Trata-se de uma pesquisa de car&aacute;ter quantitativo-descritivo, com delineamento transversal. A popula&ccedil;&atilde;o foi composta por 45 residentes de programas multiprofissionais da Universidade de Pernambuco, nas &aacute;reas de sa&uacute;de mental e sa&uacute;de da fam&iacute;lia, nas profiss&otilde;es de psicologia, educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, terapia ocupacional, enfermagem, servi&ccedil;o social, fisioterapia, nutri&ccedil;&atilde;o, farm&aacute;cia e odontologia. Aplicou-se question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico e comportamental, o Invent&aacute;rio de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL), para avaliar o estresse, e o WHOQOL-Bref, para a qualidade de vida. Verificou-se que 77,8% dos pesquisados apresentam estresse, em 37,8% predominam sintomas psicol&oacute;gicos e 17,8% est&atilde;o com estresse em agravamento. Na percep&ccedil;&atilde;o sobre qualidade de vida, 33,3% a avaliam como ruim; sobre a satisfa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, 42,2% est&atilde;o insatisfeitos. Conclui-se que os profissionais de sa&uacute;de residentes est&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o elevada de estresse e a qualidade de vida foi avaliada negativamente. Observa-se a import&acirc;ncia de aprofundar a investiga&ccedil;&atilde;o sobre o objeto de estudo e a reflex&atilde;o sobre medidas de interven&ccedil;&atilde;o para melhorar a qualidade de vida dos residentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave: </b> estresse psicol&oacute;gico, qualidade de vida, resid&ecirc;ncia n&atilde;o m&eacute;dica.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">This study aimed to evaluate stress and quality of life in multiprofessional health residents. It is a quantitative-descriptive research, with cross-sectional design. The population consisted of 45 residents of Multiprofessional Programs from the University of Pernambuco, from the areas of Mental Health and Family Health, in the health segments of Psychology, Physical Education, Occupational Therapy, Nursing, Social Services, Physiotherapy, Nutrition, Pharmacy, and Dentistry. A socio-demographic and behavioral questionnaire was administered, the Lipp's Stress Symptom Inventory for Adults, to evaluate stress and the WHOQOL-Brief to evaluate quality of life. It was observed that 77.8% of investigated present stress, 37.8% predominate psychological symptoms, and 17.8% are worsening in stress. As to the perception of quality of life, 33.3% assessed it as bad; on satisfaction with health, 42.2% are dissatisfied. It concludes that resident health professionals are in a high stress situation while the quality of life was evaluated as negative. This study shows the relevance of the need for further research on the study object and the reflection on intervention measures in order to improve the quality of life for residents.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keywords:</b> stress psychological, quality of life, nonmedical residency.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) foi institu&iacute;do a partir da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 e regulamentado com as Leis 8.080/90 e 8.142/90. Seus princ&iacute;pios e diretrizes visam garantir que a popula&ccedil;&atilde;o tenha acesso &agrave; sa&uacute;de de modo integral, igualit&aacute;rio e com resolutividade. O desenvolvimento efetivo do SUS, no entanto, ainda enfrenta muitos obst&aacute;culos, sendo necess&aacute;ria a reorganiza&ccedil;&atilde;o de todo o sistema de sa&uacute;de (Schmaller, Lemos, Silva, &amp; Lima, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reorganiza&ccedil;&atilde;o do sistema de sa&uacute;de exige mudan&ccedil;as na forma&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o profissional (Schmaller et al., 2012). Nas diversas tentativas de aproxima&ccedil;&atilde;o entre pol&iacute;ticas de educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de, foram criadas as resid&ecirc;ncias multiprofissionais em sa&uacute;de, ou resid&ecirc;ncias n&atilde;o m&eacute;dicas, com formatos diversificados (Brasil, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os programas de resid&ecirc;ncia em &aacute;rea profissional da sa&uacute;de, multiprofissional e uniprofissional, foram institu&iacute;dos a partir da promulga&ccedil;&atilde;o da Lei nº 11.129 de 2005, sendo definidos como modalidade de ensino de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o <i>lato sensu</i>, dirigido a profissionais da &aacute;rea da sa&uacute;de, excetuada a m&eacute;dica, atuando na educa&ccedil;&atilde;o em servi&ccedil;o (Brasil, 2005). Segundo a Portaria Interministerial n. 1.077, de 12 de novembro de 2009, a carga hor&aacute;ria &eacute; de 60 (sessenta) horas semanais, com dura&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima de 02 (dois) anos. A resid&ecirc;ncia acontece sob orienta&ccedil;&atilde;o de princ&iacute;pios e diretrizes do SUS, possibilitando mudan&ccedil;as no modelo tecno-assistencial, considerando necessidades e realidades locais e regionais. Os programas de resid&ecirc;ncia visam um modelo de aten&ccedil;&atilde;o integral e o desenvolvimento do processo de trabalho integrado entre os profissionais da sa&uacute;de, constituindo um processo de educa&ccedil;&atilde;o permanente em sa&uacute;de (Brasil, 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por meio da resid&ecirc;ncia multiprofissional, busca-se melhor forma&ccedil;&atilde;o para os profissionais atuantes no sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de, contribuindo para melhorar a qualidade dos servi&ccedil;os ofertados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o (Schmaller et al., 2012). No entanto, o trabalhador participante de um programa de resid&ecirc;ncia depara-se com eventos que podem se tornar desafiadores, associados a press&otilde;es internas e externas, resultando em situa&ccedil;&otilde;es que podem ser interpretadas como estressoras (Nogueira-Martins &amp; Jorge 1998):</font></p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">     <blockquote>o estresse pode associar-se &agrave; administra&ccedil;&atilde;o da responsabilidade profissional, tratamento de pacientes graves, administra&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es problem&aacute;ticas, gerenciamento do volume de conhecimento e estabelecimento dos limites de sua identidade pessoal e profissional. Al&eacute;m disso, ele pode decorrer de caracter&iacute;sticas do treinamento, como priva&ccedil;&atilde;o do sono, fadiga, elevada carga assistencial, excesso de trabalho administrativo, problemas relativos &agrave; qualidade do ensino e ao ambiente educacional. As caracter&iacute;sticas individuais e situa&ccedil;&otilde;es pessoais, como sexo, aspectos da personalidade e vulnerabilidades psicol&oacute;gicas, tamb&eacute;m podem se relacionar ao estresse (Guido, Goulart, Silva, Lopes, &amp; Ferreira, 2012, p. 3).</blockquote> </font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 1936, o endocrinologista canadense Hans Selye define o termo "estresse" como um conjunto de rea&ccedil;&otilde;es apresentadas pelo organismo diante de eventos que exigem defesa e adapta&ccedil;&atilde;o (Pietro, 2010). O estresse &eacute; compreendido como necess&aacute;rio &agrave; sobreviv&ecirc;ncia, ao garantir a integridade do organismo. Ao mesmo tempo em que o estresse pode ser considerado saud&aacute;vel, torna-se negativo quando ultrapassa a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o da pessoa aos eventos estressores, podendo resultar em preju&iacute;zos em diversas &aacute;reas da vida (Lipp, Cabral, &amp; Gr&uuml;n, 2009).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O modelo trif&aacute;sico do estresse &eacute; proposto por Hans Selye com as fases de alerta, resist&ecirc;ncia e exaust&atilde;o. A fase de alerta ocorre com a percep&ccedil;&atilde;o inicial do agente estressor, em que o organismo se prepara para rea&ccedil;&atilde;o, sendo considerada uma fase saud&aacute;vel, ao possibilitar o retorno ao equil&iacute;brio. A fase de resist&ecirc;ncia ocorre quando o est&iacute;mulo estressor persiste e o organismo despende grande energia para reestabelecer o equil&iacute;brio; podem ocorrer sensa&ccedil;&atilde;o de desgaste generalizado, dificuldades de mem&oacute;ria, queda da produtividade e dificuldades com o sono. Quando o desequil&iacute;brio interno se torna intenso, o estresse atinge a fase mais negativa, a patol&oacute;gica, nomeada de fase de exaust&atilde;o, em que a pessoa n&atilde;o consegue "funcionar" adequadamente e doen&ccedil;as graves podem surgir; apresenta necessidade de acompanhamento de profissionais da sa&uacute;de (J. F. Miranda, E. F. Miranda, Dal Corso, &amp; Santos, 2010; Pietro, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marilda Lipp organiza o modelo quadrif&aacute;sico do estresse ao identificar a fase de quase-exaust&atilde;o, considerando-a anterior &agrave; de exaust&atilde;o, em que a resist&ecirc;ncia do sujeito est&aacute; al&eacute;m do limite toler&aacute;vel pelo organismo, com intenso desgaste f&iacute;sico e emocional. Na quase-exaust&atilde;o, a pessoa est&aacute; em uma gangorra emocional e sujeita a muita ansiedade; a defesa imunol&oacute;gica fica mais fraca, e doen&ccedil;as come&ccedil;am a surgir (Lipp, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estresse pode resultar em desgaste do organismo dependendo da intensidade, do tempo de dura&ccedil;&atilde;o, da vulnerabilidade do indiv&iacute;duo e da habilidade de administrar situa&ccedil;&otilde;es adversas (Lipp, Pereira, &amp; Sadir, 2005). Quando o estresse se torna prejudicial, afeta diretamente a qualidade de vida (Lipp, 2005). Esta, de acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), &eacute; definida como "... a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo de sua posi&ccedil;&atilde;o na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em rela&ccedil;&atilde;o aos seus objetivos, expectativas, padr&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es" (Fleck et al., 2000, p. 179). Percebe-se que a qualidade de vida &eacute; um construto multidimensional e subjetivo, n&atilde;o havendo uma defini&ccedil;&atilde;o consensual que represente sua totalidade. Relaciona-se com o bem-estar pessoal e, entre outros elementos, abrange sa&uacute;de, lazer, satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, h&aacute;bitos e estilo de vida. Compreende-se a qualidade de vida dentro de quatro grandes dimens&otilde;es ou fatores: f&iacute;sico, psicol&oacute;gico, relacionamento social e ambiente (D'Amico &amp; Monteiro, 2012; Oliveira, Mininel, &amp; Felli, 2011; Pucci, Rech, Fermino, &amp; Reis, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diversas pesquisas t&ecirc;m sido realizadas com residentes ou profissionais da sa&uacute;de a fim de analisar dificuldades de ordem emocional e a rela&ccedil;&atilde;o com a atividade ocupacional. Os estudos com residentes geralmente focam os da profiss&atilde;o m&eacute;dica, como o conduzido por Louren&ccedil;&atilde;o, Moscardini e Soler (2010), que realizaram revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica com os descritores: qualidade de vida, estresse, internato e resid&ecirc;ncia. Esses autores identificaram 42 publica&ccedil;&otilde;es que abordam aspectos como incid&ecirc;ncia elevada de <i>Burnout</i> e estresse, al&eacute;m de elevado &iacute;ndice de problemas de sa&uacute;de com interfer&ecirc;ncia na qualidade de vida dos residentes. A s&iacute;ndrome de <i>Burnout</i> representa a cronifica&ccedil;&atilde;o do estresse relacionado &agrave; atividade laboral.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A rela&ccedil;&atilde;o entre estresse e resid&ecirc;ncia m&eacute;dica tamb&eacute;m &eacute; de interesse internacional, como a pesquisa realizada por Msaouel e colaboradores (2010) com m&eacute;dicos residentes na Gr&eacute;cia. Dos 311 entrevistados, 49,5% preencheram crit&eacute;rios para <i>Burnout</i> e 36,3% estavam insatisfeitos com a qualidade global do treinamento na resid&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sobre residentes em &aacute;reas profissionais da sa&uacute;de, as publica&ccedil;&otilde;es de estudo s&atilde;o escassas. Carvalho, Melo-Filho, Carvalho e Amorim (2013) investigaram 178 estudantes e observaram a elevada preval&ecirc;ncia de transtornos mentais comuns (TMC) na popula&ccedil;&atilde;o estudada (51,1%), com maior incid&ecirc;ncia entre m&eacute;dicos do que entre n&atilde;o m&eacute;dicos, indicando necessidade de estrat&eacute;gias para melhorar a qualidade de vida dos residentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observando-se que os residentes s&atilde;o tanto estudantes como profissionais, torna-se importante considerar pesquisas sobre estresse realizadas com os profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de mental e sa&uacute;de da fam&iacute;lia, foco do atual estudo. A pesquisa realizada por Santos e Cardoso (2010) com 25 profissionais de servi&ccedil;os substitutivos de sa&uacute;de mental objetivou avaliar estresse, enfrentamento e qualidade de vida e constatou que 36% apresentam estresse. Albuquerque, Melo e Ara&uacute;jo Neto (2012) avaliaram a ocorr&ecirc;ncia da s&iacute;ndrome de <i>Burnout</i> em profissionais que atuam na Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, a partir de dados coletados de 337 sujeitos. Identificou-se que 37,09% da amostra apresentavam altos e m&eacute;dios &iacute;ndices de <i>Burnout</i> e revelou-se necessidade de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental desses trabalhadores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sendo assim, este estudo tem como objetivo avaliar a situa&ccedil;&atilde;o de estresse e de qualidade de vida entre profissionais da sa&uacute;de residentes de dois programas multiprofissionais na Universidade de Pernambuco.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de um estudo de car&aacute;ter quantitativo-descritivo, com delineamento transversal. A pesquisa foi realizada com participantes de resid&ecirc;ncias multiprofissionais em sa&uacute;de, vinculadas &agrave; Universidade de Pernambuco (UPE), nas &aacute;reas de sa&uacute;de mental e sa&uacute;de da fam&iacute;lia. Os dois programas de resid&ecirc;ncia t&ecirc;m carga hor&aacute;ria de 60 (sessenta) horas semanais, incluindo plant&atilde;o semanal de 12 (doze) horas, dura&ccedil;&atilde;o de 02 (dois) anos e s&atilde;o compostos pelas seguintes profiss&otilde;es: psicologia, educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, terapia ocupacional, enfermagem, servi&ccedil;o social. A &aacute;rea de sa&uacute;de da fam&iacute;lia inclui tamb&eacute;m os profissionais de fisioterapia, nutri&ccedil;&atilde;o, farm&aacute;cia e odontologia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A rotina pr&aacute;tica da resid&ecirc;ncia multiprofissional em sa&uacute;de mental (RMSM) &eacute; dividida entre centros de aten&ccedil;&atilde;o psicossocial (CAPS) na &aacute;rea infantojuvenil, depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica e pacientes adultos com transtornos psiqui&aacute;tricos, al&eacute;m de n&uacute;cleo de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da fam&iacute;lia (NASF). Os estudantes da resid&ecirc;ncia multiprofissional integrada em sa&uacute;de da fam&iacute;lia (RMISF) est&atilde;o divididos em equipes fixas nas unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de e outras que circulam entre elas, segundo l&oacute;gica do NASF, oferecendo apoio. Os plant&otilde;es semanais ocorrem em servi&ccedil;os da rede de sa&uacute;de ou da assist&ecirc;ncia social.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pesquisa utilizou uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica composta por 45 sujeitos. Em rela&ccedil;&atilde;o ao universo de estudantes inscritos no programa de resid&ecirc;ncia (n = 54), a amostra corresponde a 83,33% do total. Dos residentes que participaram, 57,8% est&atilde;o no segundo per&iacute;odo/ano da resid&ecirc;ncia (R2) e 55,6% s&atilde;o da &aacute;rea de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. N&atilde;o participaram da pesquisa os residentes em f&eacute;rias, em licen&ccedil;a ou afastados do servi&ccedil;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para coleta de dados, foram utilizados os seguintes instrumentos:</font></p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">     <blockquote>     <p>1. Question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico e comportamental elaborado pela pesquisadora, composto pelas seguintes vari&aacute;veis: dados pessoais - idade, g&ecirc;nero, estado civil, filhos, cor/ra&ccedil;a, grau de escolaridade, profiss&atilde;o, tempo de formado na gradua&ccedil;&atilde;o e religi&atilde;o; h&aacute;bitos de vida - tempo de sono, atividade f&iacute;sica, atividades de lazer, meio de transporte e tempo de percurso at&eacute; local de trabalho, uso de tabaco e bebida alco&oacute;lica; dados de sa&uacute;de - doen&ccedil;as diagnosticadas e uso regular de medica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>2. Invent&aacute;rio de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL): fornece uma medida objetiva da sintomatologia do estresse em jovens acima de 15 anos e adultos, avaliando a ocorr&ecirc;ncia do estresse, o tipo de sintomas predominantes (som&aacute;ticos ou psicol&oacute;gicos) e a fase em que se encontra (alerta, resist&ecirc;ncia, quase-exaust&atilde;o e exaust&atilde;o) (Rossetti et al., 2008).O ISSL orienta que, caso os escores brutos estejam acima dos limites em mais de um quadro do invent&aacute;rio, o sujeito apresenta estresse em processo de agravamento e necessita de interven&ccedil;&atilde;o para evitar a passagem para fase mais adiantada do estresse (Lipp, 2005).</p>     <p>3. WHOQOL (The World Health Organization Quality of Life Project) - Bref (abreviado): question&aacute;rio de avali&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida produzido pela OMS para uso internacional, tendo sido traduzido e validado no Brasil por Fleck e colaboradores (2000). O question&aacute;rio consta de 26 quest&otilde;es respondidas a partir da percep&ccedil;&atilde;o do sujeito, sendo a primeira sobre percep&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida e a segunda sobre percep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de geral, analisadas separadamente. As outras 24 quest&otilde;es representam cada uma das facetas que comp&otilde;em o instrumento original, a partir dos seguintes dom&iacute;nios: f&iacute;sico, psicol&oacute;gico, rela&ccedil;&otilde;es sociais e meio ambiente (Cruz, 2010). As respostas do question&aacute;rio utilizam escala do tipo Likert: intensidade (nada - extremamente), capacidade (nada - completamente), frequ&ecirc;ncia (nunca - sempre) e avalia&ccedil;&atilde;o (muito insatisfeito - muito satisfeito; muito ruim - muito bom). Para cada resposta &eacute; atribu&iacute;da uma pontua&ccedil;&atilde;o, e os escores finais podem variar de 0 a 100%, revelando que, quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o, melhor a qualidade de vida (Cruz, Polanczyk, Camey, Hoffmann, &amp; Fleck, 2011).</p> </blockquote> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Procedimentos &eacute;ticos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (CEP) da Universidade de Pernambuco, sob nº 385.110, CAAE 19492813.4.0000.5192, em setembro/2013. Os instrumentos foram aplicados aos residentes que aceitaram participar voluntariamente da pesquisa ap&oacute;s serem informados sobre os objetivos e as caracter&iacute;sticas, e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), ficando uma via com a pesquisadora e outra com o participante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Procedimentos de Pesquisa</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A coleta de dados foi realizada no per&iacute;odo de novembro a dezembro de 2013. Os question&aacute;rios foram aplicados em grupo nas salas disponibilizadas pela coordena&ccedil;&atilde;o do programa de resid&ecirc;ncia multiprofissional em sa&uacute;de da Universidade de Pernambuco.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise de dados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a coleta, os dados foram organizados e armazenados em uma planilha eletr&ocirc;nica no programa Excel 2007 (Office XP). Para an&aacute;lise, utilizou-se o programa Statistical Package of Social Sciences (SPSS), vers&atilde;o 16.0. Dados cont&iacute;nuos foram expressos em m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o e categ&oacute;ricos em porcentagem. Para comparar as frequ&ecirc;ncias, foi utilizado o Teste do Qui-quadrado. As compara&ccedil;&otilde;es dos escores dos dom&iacute;nios da qualidade de vida entre as vari&aacute;veis investigadas foram realizadas pelo Teste t. O Teste de Levene foi usado para verificar a homogeneidade das vari&acirc;ncias. Em todos os testes foi estabelecido um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram avaliados 45 residentes com idade entre 21 e 42 anos e m&eacute;dia de 27 anos (DP ± 4,11). Do total, 84,4% s&atilde;o do g&ecirc;nero feminino; 86,7% est&atilde;o solteiros; 91,1% relataram n&atilde;o ter filhos; 53,3% declaram ser da cor/ra&ccedil;a branca; 28,9%, pardos; seguidos de negros, 17,8%. Sobre a religi&atilde;o, 84,4% t&ecirc;m religi&atilde;o, dos quais 35,6% s&atilde;o praticantes; 6,7% n&atilde;o t&ecirc;m religi&atilde;o; e 8,9% n&atilde;o responderam. Sobre a forma&ccedil;&atilde;o profissional, 77,8% t&ecirc;m apenas a gradua&ccedil;&atilde;o; 17,8% t&ecirc;m p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o; 4,4% t&ecirc;m mestrado. O tempo de graduado variou entre 06 meses e 13 anos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando os dados referentes a estresse, 77,8% dos entrevistados apresentam indicativos de estresse; destes, 60% est&atilde;o na fase de resist&ecirc;ncia; 17,8%, na fase de quase-exaust&atilde;o; 37,8% t&ecirc;m sintomas psicol&oacute;gicos como predominantes; e 17,8% est&atilde;o com estresse em agravamento. A <a href="/img/revistas/rbtc/v10n2/a03tab01.jpg">Tabela 1</a> apresenta a rela&ccedil;&atilde;o entre programa de resid&ecirc;ncia e per&iacute;odo cursado, com as seguintes vari&aacute;veis: presen&ccedil;a de estresse, fase do estresse, sintomas predominantes e estresse em agravamento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab2">Tabela 2</a> destaca os sintomas mais frequentemente citados pelos pesquisados, visto que o estresse se caracteriza por um conjunto de sintomas, tanto f&iacute;sicos como psicol&oacute;gicos. Considerando que a pessoa pode n&atilde;o ter pontuado o suficiente para caracterizar o estresse a partir do ISSL, mas possa apresentar sintomas, a tabela a seguir inclui tamb&eacute;m dados desses participantes. Sensa&ccedil;&atilde;o de desgaste f&iacute;sico constante e cansa&ccedil;o excessivo foram os dois sintomas mais frequentes em 80% da amostra.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbtc/v10n2/a03tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o geral do WHOQOL-Bref &eacute; demonstrada na <a href="#tab3">Tabela 3</a>, a partir da rela&ccedil;&atilde;o com as seguintes vari&aacute;veis: g&ecirc;nero, programa de resid&ecirc;ncia, per&iacute;odo do curso (primeiro ano - R1; segundo ano - R2) e estresse. A m&eacute;dia da qualidade de vida foi maior nos residentes do g&ecirc;nero masculino, nos que estavam cursando o segundo ano e naqueles da &aacute;rea da sa&uacute;de da fam&iacute;lia. Observa-se que os sujeitos com estresse obtiveram melhores m&eacute;dias nos dom&iacute;nios do WHOQOL-Bref, no entanto, o n&uacute;mero de pessoas sem estresse (n = 10) est&aacute; bem abaixo do quantitativo com estresse (n = 35), o que pode justificar a m&eacute;dia do menor grupo ter superado a m&eacute;dia do maior grupo, o que n&atilde;o significa, necessariamente, melhor qualidade de vida. As pessoas com estresse em agravamento (n = 8) apresentam m&eacute;dia melhor em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s que n&atilde;o pontuaram para a vari&aacute;vel (n = 37), por ser uma diferen&ccedil;a significativa e por se tratar de m&eacute;dia, pode-se aplicar explica&ccedil;&atilde;o semelhante a vari&aacute;vel anteriormente analisada.</font></p>     <p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbtc/v10n2/a03tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O desempenho por dom&iacute;nio no WHOQOL-Bref obtido de profissionais da sa&uacute;de residentes mostrou que o dom&iacute;nio social obteve a maior m&eacute;dia, com 59,4 e desvio-padr&atilde;o de 19,2, seguido do dom&iacute;nio psicol&oacute;gico com m&eacute;dia 55,2 (± 15,1), f&iacute;sico com 49,1 (± 17,1) e ambiental, 47,0 (± 13,9). As respostas para a quest&atilde;o 02 do WHOQOL-Bref (Qu&atilde;o satisfeito voc&ecirc; est&aacute; com a sua sa&uacute;de?) revelam que 48,9% est&atilde;o insatisfeitos ou muito insatisfeitos e 24,44% est&atilde;o satisfeitos ou muito satisfeitos. Sobre os sujeitos com estresse, 48,6% (n = 17) se consideram "muito insatisfeitos" com a sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="/img/revistas/rbtc/v10n2/a03tab04.jpg">Tabela 4</a> descreve a avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida geral, obtida por meio da quest&atilde;o 01 do WHOQOL-Bref (Como voc&ecirc; avalia a sua qualidade de vida?). Os que avaliam como ruim ou muito ruim s&atilde;o 35,5%, e 26,7% avaliam como boa. A an&aacute;lise foi feita para todos os residentes e segundo a presen&ccedil;a de estresse e per&iacute;odo da resid&ecirc;ncia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O n&uacute;mero elevado de residentes com indicativo de estresse &eacute; um dado que exige aten&ccedil;&atilde;o, visto que 62,2% est&atilde;o na fase da resist&ecirc;ncia, em que j&aacute; houve quebra do equil&iacute;brio interno do organismo e ocorre maior vulnerabilidade f&iacute;sica e queda da produtividade, com sensa&ccedil;&atilde;o de desgaste e cansa&ccedil;o (Lipp, 2005). &Eacute; poss&iacute;vel observar que, dos residentes que est&atilde;o na fase de quase-exaust&atilde;o e com estresse em agravamento, a maior parte &eacute; R2 e de sa&uacute;de mental, embora n&atilde;o haja signific&acirc;ncia estat&iacute;stica (<i>p</i> &gt; 0,05) entre per&iacute;odo e programa da resid&ecirc;ncia com fatores relacionados ao estresse.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pesquisa realizada por Guido, Silva, Goulart, Bolzan e Lopes (2012) com residentes multiprofissionais objetivou verificar a ocorr&ecirc;ncia de s&iacute;ndrome de <i>Burnout</i> e identificou que 51,35% apresentavam baixo estresse e 48,65% alto estresse. Verificou-se que os residentes est&atilde;o expostos tanto a estressores da forma&ccedil;&atilde;o quanto da atua&ccedil;&atilde;o profissional, o que pode ter consequ&ecirc;ncias pessoais, familiares, institucionais e sociais caso n&atilde;o sejam utilizadas estrat&eacute;gias adequadas de enfrentamento ao agente estressor.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A predomin&acirc;ncia de sintomas na &aacute;rea f&iacute;sica ou psicol&oacute;gica se refere &agrave; &aacute;rea de maior vulnerabilidade da pessoa, sendo importante para formular planos adequados de interven&ccedil;&atilde;o (Lipp, 2005). O atual estudo demonstra que os residentes, de forma geral, apresentam maior vulnerabilidade na &aacute;rea psicol&oacute;gica. De acordo com Ishara (2007), a fragilidade psicol&oacute;gica do profissional de sa&uacute;de influencia o exerc&iacute;cio do cuidado e demonstra a necessidade de interven&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de mental do trabalhador.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Elevada frequ&ecirc;ncia de estresse tem sido identificada entre profissionais da sa&uacute;de. O trabalho de Tsai e Liu (2012) investigou 775 profissionais da sa&uacute;de e encontrou sintomas de estresse relacionado ao trabalho em 64,4% dos entrevistados. Uma pesquisa realizada por Camelo e Angerami (2004) com trabalhadores de n&uacute;cleos de sa&uacute;de da fam&iacute;lia constatou 62% dos profissionais com indicativos de estresse, sendo que 83% est&atilde;o na fase de resist&ecirc;ncia. Os sintomas psicol&oacute;gicos foram os mais predominantes, semelhantes aos resultados do presente estudo com os residentes multiprofissionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carvalho e Malagris (2007) aplicaram o ISSL a trabalhadores de diversas profiss&otilde;es da sa&uacute;de e constataram que, dos 31 entrevistados, 58% estavam com estresse, dos quais 94% na fase de resist&ecirc;ncia e um na fase de quase-exaust&atilde;o. Os dados da pesquisa anteriormente citada assemelham-se aos resultados do atual estudo, divergindo, no entanto, no que se refere &agrave; predomin&acirc;ncia de sintomas f&iacute;sicos entre os profissionais com estresse.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dos residentes em sa&uacute;de mental, 80% (n = 16) apresentam estresse. De acordo com Santos e Cardoso (2010), trabalhar conforme preceitos da reforma psiqui&aacute;trica tem resultado em intensas transforma&ccedil;&otilde;es no modelo de assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de mental e no desenvolvimento de novas atitudes, habilidades e compet&ecirc;ncias por parte dos profissionais. Ramminger (2005) realizou pesquisa com profissionais de servi&ccedil;os substitutivos em sa&uacute;de mental e observou que, muitas vezes, a pr&aacute;tica do trabalho n&atilde;o encontra coer&ecirc;ncia quanto aos princ&iacute;pios da reforma psiqui&aacute;trica. Tal situa&ccedil;&atilde;o contribui para a sensa&ccedil;&atilde;o de sobrecarga nos profissionais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudos realizados com trabalhadores da sa&uacute;de mental t&ecirc;m demonstrado que o ambiente profissional &eacute; caracterizado por elevada demanda emocional, sendo fator significativo na manifesta&ccedil;&atilde;o do estresse (Moore &amp; Cooper, 1996). A pesquisa realizada por Santos e Cardoso (2010) com profissionais de servi&ccedil;os substitutivos de sa&uacute;de mental revela que a fase em que se encontra a maior parte dos profissionais com estresse &eacute; a de resist&ecirc;ncia; uma diferen&ccedil;a da pesquisa citada para o atual estudo &eacute; a exist&ecirc;ncia de profissionais em fase de exaust&atilde;o e a predomin&acirc;ncia de sintomas f&iacute;sicos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dos residentes em sa&uacute;de da fam&iacute;lia, 76% (n = 19) apresentam estresse. A estrat&eacute;gia sa&uacute;de da fam&iacute;lia prop&otilde;e uma percep&ccedil;&atilde;o ampliada de sa&uacute;de, buscando as reais necessidades da popula&ccedil;&atilde;o (Schmaller et al., 2012). O modelo de assist&ecirc;ncia proposto por essa estrat&eacute;gia pressup&otilde;e constru&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculo com a comunidade, al&eacute;m de conhecimentos e habilidades cl&iacute;nicas e profissionais para que haja promo&ccedil;&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o atendida. A literatura constata que equipes de sa&uacute;de que trabalham na assist&ecirc;ncia &agrave; comunidade experimentam estresse e exaust&atilde;o f&iacute;sica e mental como consequ&ecirc;ncia de estressores no trabalho (Camelo &amp; Angerami, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os sintomas mais frequentemente observados nos pesquisados representam a fase de resist&ecirc;ncia do estresse, em que se encontra a maior parte da amostra, sendo caracter&iacute;stica dessa fase a sobrecarga de energia empregada pelo organismo para recuperar o equil&iacute;brio interno perdido. Dessa forma, &eacute; relevante refletir sobre a interfer&ecirc;ncia dessa situa&ccedil;&atilde;o na vida pessoal e profissional desses residentes, visto que o estresse al&eacute;m da capacidade adaptativa do sujeito influencia os diversos aspectos de sua vida (Lipp et al., 2009). A pesquisa realizada por Carvalho e Malagris (2007) revela resultados semelhantes de sintomas que se apresentam com mais frequ&ecirc;ncia: desgaste f&iacute;sico constante e cansa&ccedil;o constante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns sintomas mais frequentes, como sensibilidade emotiva excessiva e irritabilidade excessiva ou sem causa aparente, demonstram aspectos emocionais que podem interferir diretamente na qualidade das rela&ccedil;&otilde;es sociais desenvolvidas. A alta frequ&ecirc;ncia de sintomas, como ang&uacute;stia/ansiedade di&aacute;ria, vontade de fugir de tudo e d&uacute;vida quanto a si pr&oacute;prio s&atilde;o dados que revelam insatisfa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a aspectos da vida e sugerem sofrimento ps&iacute;quico intenso. Esses dados corroboram o que j&aacute; foi citado sobre a necessidade de cuidar da sa&uacute;de mental do profissional da sa&uacute;de e do profissional residente, que est&aacute; em processo de forma&ccedil;&atilde;o (Ishara, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida demonstra que o pior dom&iacute;nio foi o do meio ambiente, seguido, respectivamente, pelos dom&iacute;nios f&iacute;sico, psicol&oacute;gico e social. Gessner, Grillo, Sandri, Pr&oacute;spero e Mariath (2013), em pesquisa com profissionais da sa&uacute;de da fam&iacute;lia, tamb&eacute;m encontraram esse dom&iacute;nio com o menor escore, embora em n&iacute;vel mais elevado do que o do atual estudo, 63 (± 14). A pesquisa realizada por Santos e Cardoso (2010) com profissionais de servi&ccedil;os substitutivos de sa&uacute;de mental tamb&eacute;m constatou que os menores escores foram no dom&iacute;nio ambiental, com 55,75 (± 12,29).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses mesmos autores identificaram que 72% da popula&ccedil;&atilde;o estudada avaliou a qualidade de vida como boa ou muito boa e 40% est&atilde;o satisfeitos ou muito satisfeitos com a sa&uacute;de. Louren&ccedil;&atilde;o, Moscardini e Soler (2013), aplicando o WHOQOL-Bref com aprimorandos e aperfei&ccedil;oandos da &aacute;rea da sa&uacute;de, identificaram que a maioria dos profissionais est&aacute; satisfeita com a qualidade de vida e com a sa&uacute;de. Em contraposi&ccedil;&atilde;o, o atual estudo revela que apenas 26,7% dos residentes avaliou a qualidade de vida como boa ou muito boa, e sobre a satisfa&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de, 48,9% est&atilde;o insatisfeitos ou muito insatisfeitos. Quanto aos participantes com indicativo de estresse, quase metade (48,6%) dos avaliados se considera "muito insatisfeito" com a sa&uacute;de. Vale ressaltar que nos dois trabalhos citados n&atilde;o existe clareza sobre a natureza do servi&ccedil;o e a carga hor&aacute;ria ocupacional dos pesquisados, o que pode ter sido significativo para as diferen&ccedil;as de resultado com a atual pesquisa, que avaliou residentes com carga hor&aacute;ria de 60 horas semanais. Outro fator relevante &eacute; que a maior parte dos participantes com indicativo de estresse estava finalizando o processo de forma&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cansa&ccedil;o, desgaste f&iacute;sico e ins&ocirc;nia foram sintomas observados com elevada frequ&ecirc;ncia nos residentes, a partir do ISSL. Ao considerar os dados do WHOQOL-Bref, significativa quantidade dos pesquisados apresenta pouca ou m&eacute;dia energia di&aacute;ria e elevado n&iacute;vel de insatisfa&ccedil;&atilde;o com o sono. De acordo com Ishara (2007), o trabalho na assist&ecirc;ncia &agrave; popula&ccedil;&atilde;o visa produzir sa&uacute;de, com rela&ccedil;&atilde;o estreita entre o n&iacute;vel de sa&uacute;de do profissional e a quantidade e a qualidade do cuidado produzido. O n&uacute;mero significativo de residentes que apresentam insatisfa&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; capacidade para o trabalho incita a reflex&atilde;o acerca da influ&ecirc;ncia do estado ps&iacute;quico sobre a vida laborativa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora n&atilde;o se observe signific&acirc;ncia estat&iacute;stica (<i>p</i> &gt; 0,05) entre estresse e as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas e comportamentais, os resultados apresentados e a an&aacute;lise realizada junto a estudos com tem&aacute;tica semelhante sugerem que os residentes multiprofissionais est&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o elevada de estresse, avaliando sua qualidade de vida negativamente. Os resultados revelam a import&acirc;ncia do aprofundamento na investiga&ccedil;&atilde;o do objeto e da reflex&atilde;o sobre medidas de interven&ccedil;&atilde;o para melhor qualidade da sa&uacute;de mental dos residentes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo observou que a maior parte dos residentes pesquisados apresenta indicativo de estresse em n&iacute;vel n&atilde;o saud&aacute;vel e que os sintomas que apresentam, como desgaste f&iacute;sico, vontade de fugir de tudo e ang&uacute;stia di&aacute;ria, s&atilde;o sinalizadores de sofrimento ps&iacute;quico e d&eacute;ficits de sa&uacute;de geral. A qualidade de vida dos profissionais da sa&uacute;de residentes foi avaliada negativamente por cerca de um ter&ccedil;o dos residentes, e, somado ao elevado n&iacute;vel de pessoas que apresentam estresse, observase necessidade de maior aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de desses profissionais, principalmente daqueles que est&atilde;o em fase final do processo de forma&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">S&atilde;o necess&aacute;rias outras pesquisas para confirmar os resultados observados e aprofundar a reflex&atilde;o sobre a tem&aacute;tica. A resid&ecirc;ncia em &aacute;rea profissional da sa&uacute;de ainda &eacute; campo recente de forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais, e poucas pesquisas foram realizadas sobre as dificuldades nesse campo de atua&ccedil;&atilde;o. Os resultados podem servir de subs&iacute;dio para que medidas de preven&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o possam ser efetuadas ao revisar a pr&aacute;tica cotidiana no ambiente de programas de resid&ecirc;ncias multiprofissionais em sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Albuquerque, F. J. B. de, Melo, C. de F., &amp; Ara&uacute;jo Neto, J. L. de (2012). Avalia&ccedil;&atilde;o da s&iacute;ndrome de Burnout em profissionais da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia da capital paraibana. Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 25(3),542-549.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924444&pid=S1808-5687201400020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brasil. Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jur&iacute;dicos. (2005). Lei nº 11.129, de 30 de junho de 2005. Institui o Programa Nacional de Inclus&atilde;o de Jovens - ProJovem; cria o Conselho Nacional da Juventude - CNJ e a Secretaria Nacional de Juventude; altera as Leis nos 10.683, de 28 de maio de 2003, e 10.429, de 24 de abril de 2002; e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Recuperado de <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11129.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11129.htm</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924446&pid=S1808-5687201400020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Gest&atilde;o do Trabalho e da Educa&ccedil;&atilde;o na Sa&uacute;de. Departamento de Gest&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o na Sa&uacute;de. (2006). Resid&ecirc;ncia multiprofissional em sa&uacute;de: Experi&ecirc;ncias, avan&ccedil;os e desafios. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Recuperado de <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/residencia_multiprofissional.pdf" target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/residencia_multiprofissional.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924447&pid=S1808-5687201400020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brasil. Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Gabinete do Ministro. (2009). Portaria Interministerial MEC/MS nº 1.077, de 12 de novembro de 2009. Recuperado de <a href="http://www.cremesp.org.br/library/modulos/legislacao/versao_impressao.php?id=8862" target="_blank">http://www.cremesp.org.br/library/modulos/legislacao/versao_impressao.php?id=8862</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924448&pid=S1808-5687201400020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Camelo, S. H. H., &amp; Angerami, E. L. S. (2004). Sintomas de estresse nos trabalhadores atuantes em cinco n&uacute;cleos de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 12(1),14-21. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692004000100003" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692004000100003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924450&pid=S1808-5687201400020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Camelo, S. H. H., &amp; Angerami, E. L. S. (2007). Riscos psicossociais relacionados ao trabalho das equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia: Percep&ccedil;&otilde;es dos profissionais. Revista Enfermagem UERJ, 15(4),502-507. Recuperado de <a href="http://www.facenf.uerj.br/v15n4/v15n4a04.pdf" target="_blank">http://www.facenf.uerj.br/v15n4/v15n4a04.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924451&pid=S1808-5687201400020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carvalho, L. de, &amp; Malagris, L. E. N. (2007). Avalia&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de stress em profissionais de sa&uacute;de. Estudos e Pesquisas em Psicologia, UERJ, 7(3),570-582. Recuperado de <a href="http://www.revispsi.uerj.br/v7n3/artigos/pdf/v7n3a16.pdf" target="_blank">http://www.revispsi.uerj.br/v7n3/artigos/pdf/v7n3a16.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924452&pid=S1808-5687201400020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carvalho, C. N., Melo-Filho, D. A. de, Carvalho, J. A. G., &amp; Amorim, A. C. G. (2013). Preval&ecirc;ncia e fatores associados aos transtornos mentais comuns em residentes m&eacute;dicos e da &aacute;rea multiprofissional. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 62(1),38-45. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0047-20852013000100006" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0047-20852013000100006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924453&pid=S1808-5687201400020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cruz, L. N. (2010). Medidas de qualidade de vida e utilidade em uma amostra da popula&ccedil;&atilde;o de Porto Alegre. Tese de Doutorado, Faculdade de Medicina, P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Epidemiologia, Porto Alegre, RS, Brasil. Recuperado de <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/premio2011/doutorado/doutorado_Luciane_Cruz.pdf" target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/premio2011/doutorado/doutorado_Luciane_Cruz.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924454&pid=S1808-5687201400020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cruz, L. N., Polanczyk, C. A., Camey, S. A., Hoffmann, J. F., &amp; Fleck, M. P. (2011) Quality of life in Brazil: Normative values for the WHOQOL-bref in a southern general population sample. Quality of Life Research, 20(7),1123-1129. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11136-011-9845-3" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s11136-011-9845-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924455&pid=S1808-5687201400020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">D'Amico, S. M., &amp; Monteiro, J. K. (2012). Caracter&iacute;sticas de personalidade e qualidade de vida de gestores no Rio Grande do Sul. Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea, 16(3),381-396. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552012000300004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552012000300004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924456&pid=S1808-5687201400020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fleck, M., Louzada, S., Xavier, M., Chachamovich, E., Vieira, G., Santos, L., &amp; Pinzon, V. (2000). Aplica&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o em portugu&ecirc;s do instrumento abreviado de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida "WHOQOL-bref". Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 34(2),178-183. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102000000200012" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102000000200012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924457&pid=S1808-5687201400020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gessner, L. S., Grillo, L. P., Sandri, J. V. A., Pr&oacute;spero, E. N. S., &amp; Mariath, A. B. (2013). Qualidade de vida de trabalhadores de equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia no sul do Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Sa&uacute;de, 15(3),30-37. Recuperado de <a href="http://periodicos.ufes.br/RBPS/article/view/6323" target="_blank">http://periodicos.ufes.br/RBPS/article/view/6323</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924458&pid=S1808-5687201400020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Guido, L. A., Silva, R. M., Goulart, C. T., Bolzan, M. E. O., &amp; Lopes, L. F. D. (2012). S&iacute;ndrome de Burnout em residentes multiprofissionais de uma universidade p&uacute;blica. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 46(6),1477-1483. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342012000600027" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342012000600027</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924460&pid=S1808-5687201400020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Guido, L. A., Goulart, C. T., Silva, R. M., Lopes, L. F. D., &amp; Ferreira, E. M. (2012). Estresse e Burnout entre residentes multiprofissionais. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 20(6). Recuperado de <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-11692012000600008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt" target="_blank">http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-11692012000600008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924461&pid=S1808-5687201400020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ishara, S. (2007). Equipes de sa&uacute;de mental: Avalia&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o e do impacto do trabalho em hospitaliza&ccedil;&atilde;o integral e parcial. Tese de doutorado, Universidade de S&atilde;o Paulo, Ribeir&atilde;o Preto, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17148/tde-07032008-135625/pt-br.php" target="_blank">http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17148/tde-07032008-135625/pt-br.php</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924462&pid=S1808-5687201400020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lipp, M. E. N. (2005). Manual do invent&aacute;rio de sintomas de stress para adultos de Lipp (ISSL). S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924463&pid=S1808-5687201400020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lipp, M. E. N., Pereira, M. B., &amp; Sadir, M. A. (2005). Cren&ccedil;as irracionais como fontes internas de stress emocional. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas. 1(1). Recuperado de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-56872005000100004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-56872005000100004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924465&pid=S1808-5687201400020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lipp, M. E. N., Cabral, A. C., &amp; Gr&uuml;n, T. B. (2009). Estudo de caso: Treino cognitivo de controle da raiva em paciente com hipertens&atilde;o leve. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 11(2). Recuperado de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1517-55452009000200004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1517-55452009000200004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924466&pid=S1808-5687201400020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Louren&ccedil;&atilde;o, L. G., Moscardini, A. C., &amp; Soler, Z. A. S. G. (2010). Sa&uacute;de e qualidade de vida de m&eacute;dicos residentes. Revista da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira, 56(1),81-91. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302010000100021" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302010000100021</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924468&pid=S1808-5687201400020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Louren&ccedil;&atilde;o, L. G., Moscardini, A. C., &amp; Soler, Z. A. S. G. (2013). Qualidade de vida de residentes n&atilde;o m&eacute;dicos. Revista de Enfermagem UFPE On Line, 7(11):6336-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924469&pid=S1808-5687201400020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Miranda, J. F., Miranda, E. F., Dal Corso, S., &amp; Santos, L. A. (2010). An&aacute;lise do n&iacute;vel de estresse em cuidadores de crian&ccedil;as portadoras de necessidades especiais por meio do Question&aacute;rio de LIPP. ConScientiae Sa&uacute;de, 9(1),97-101. 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Recuperado de <a href="http://www.human-resources-health.com/content/8/1/16" target="_blank">http://www.human-resources-health.com/content/8/1/16</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924473&pid=S1808-5687201400020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Moore, K. A., &amp; Cooper, C. L. (1996). Stress in mental health professionals: A theoretical overview. International Journal of Social Psychiatry, 42(2),82-89. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1177/002076409604200202" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1177/002076409604200202</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924475&pid=S1808-5687201400020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nogueira-Martins, L. A., &amp; Jorge, M. R. (1998). Natureza e magnitude do estresse na resid&ecirc;ncia m&eacute;dica. Revista da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira, 44(1),28-34. 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DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1186/1472-6963-12-199" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1186/1472-6963-12-199</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2924485&pid=S1808-5687201400020000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/rbtc/v10n2/seta.jpg" border="0"></a> <b>Correspond&ecirc;ncia:</b>    <br> Ana C&eacute;lia Oliveira dos Santos    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Institui&ccedil;&atilde;o: Instituto de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas (ICB) da Universidade de Pernambuco (UPE)    <br> Rua Arn&oacute;bio Marques, 310, Santo Amaro    <br> Recife - PE, Brasil. CEP: 50100-130    <br> E-mail: <a href="mailto:ana.oliveira@upe.br">ana.oliveira@upe.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este artigo foi submetido no SGP (Sistema de Gest&atilde;o de Publica&ccedil;&otilde;es) da RBTC em 26 de Janeiro de 2015. cod. 328.    <br> Artigo aceito em 12 de Fevereiro de 2016.</font></p>      ]]></body>
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