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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Competências socioemocionais: fator-chave no desenvolvimento de competências para o trabalho]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this article we argue that socio-emotional competencies have a relevant role in the development of work competencies. Competencies are not innate attributes. On the contrary, they are acquired through family, educational, and professional socialization processes. Learning has an important role in this process in which emotions are deeply involved. The first section focuses on concepts to facilitate the understanding of competence and its association with work performance and continuous learning. The second section deals with the definition and focus that is given in this article to the concept of socio-emotional competencies and its components: emotional intelligence, emotional regulation, emotional creativity, and social skills. The last section includes some suggestions about what professional trainers and teachers can do to enhance the development of socio-emotional competencies based on the ERAT cycle (experience-reflexivity-application-transference). We believe that socio-emotional competencies may help young people develop professional competencies by promoting self-confidence and creating a work environment that is more conducive to lifelong learning.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="enda"></a><b>Compet&ecirc;ncias socioemocionais: fator-chave no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para o trabalho</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Socio-emotional competences: a key factor on the development of work competences</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>S&ocirc;nia Maria Guedes Gondim<sup>I</sup>; Franciane Andrade de Morais<sup>II</sup>; Carolina dos Anjos Almeida Brantes<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Doutora em Psicologia. Professora Associada da Universidade Federal da Bahia. Instituto de Psicologia/Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gest&atilde;o Social da Universidade Federal da Bahia    <br> <sup>II</sup>Mestre em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia    <br> <sup>III</sup>Mestre em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#end">Endere&ccedil;o</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Defende-se a tese de que o dom&iacute;nio de compet&ecirc;ncias socioemocionais tem papel relevante no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para o trabalho, que n&atilde;o s&atilde;o atributos inatos, mas capacidades adquiridas ao longo do processo de socializa&ccedil;&atilde;o familiar, educacional e profissional. A aprendizagem tem papel importante nesse processo, em que as emo&ccedil;&otilde;es encontram-se fortemente implicadas. A primeira se&ccedil;&atilde;o se dedica a aspectos conceituais que situam melhor o leitor na defini&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncia e sua associa&ccedil;&atilde;o com o desempenho no trabalho e a aprendizagem continuada. A se&ccedil;&atilde;o subsequente demarca o escopo que est&aacute; sendo dado neste artigo ao conceito de compet&ecirc;ncias socioemocionais, em que s&atilde;o inclu&iacute;dos os seguintes componentes: intelig&ecirc;ncia emocional, regula&ccedil;&atilde;o emocional, criatividade emocional e habilidades sociais. Por &uacute;ltimo,  sugest&otilde;es de como docentes e formadores podem contribuir para o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias socioemocionais, apoiadas no ciclo ERAT (experi&ecirc;ncia-reflex&atilde;o-aplica&ccedil;&atilde;o-transfer&ecirc;ncia) s&atilde;o apresentadas. Acredita-se que as compet&ecirc;ncias socioemocionais podem auxiliar os jovens a desenvolver compet&ecirc;ncias profissionais ao favorecer a autoconfian&ccedil;a e ao criar ambiente de trabalho mais favor&aacute;vel &agrave; aprendizagem continuada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> compet&ecirc;ncias; juventude; trabalho; regula&ccedil;&atilde;o emocional; aprendizagem</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">In this article we argue that socio-emotional competencies have a relevant role in the development of work competencies. Competencies are not innate attributes. On the contrary, they are acquired through family, educational, and professional socialization processes. Learning has an important role in this process in which emotions are deeply involved. The first section focuses on concepts to facilitate the understanding of competence and its association with work performance and continuous learning. The second section deals with the definition and focus that is given in this article to the concept of socio-emotional competencies and its components: emotional intelligence, emotional regulation, emotional creativity, and social skills. The last section includes some suggestions about what professional trainers and teachers can do to enhance the development of socio-emotional competencies based on the ERAT cycle (experience-reflexivity-application-transference). We believe that socio-emotional competencies may help young people develop professional competencies by promoting self-confidence and creating a work environment that is more conducive to lifelong learning.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keywords:</b> competencies; youth; work; emotional regulation; learning</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A no&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncia faz parte do repert&oacute;rio lingu&iacute;stico das conversa&ccedil;&otilde;es no mundo contempor&acirc;neo, especialmente no ambiente da forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria e nos contextos de trabalho. A forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria preocupa-se com o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para o melhor ajustamento pessoa-ambiente. As organiza&ccedil;&otilde;es, por sua vez, planejam processos seletivos que avaliem se o candidato possui as compet&ecirc;ncias para o desempenho satisfat&oacute;rio no trabalho. O jovem universit&aacute;rio, prestes a iniciar sua carreira profissional, tamb&eacute;m se v&ecirc; diante do desafio de indagar-se acerca de suas compet&ecirc;ncias para conquistar espa&ccedil;o no mercado de trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A compet&ecirc;ncia tamb&eacute;m &eacute; um fator-chave nas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de educa&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento econ&ocirc;mico e social.  A Confer&ecirc;ncia Mundial sobre Educa&ccedil;&atilde;o Superior promovida pela UNESCO <i>( United Nations  Educational, Scientific and Cultural Organization</i>) em 1998 objetivou propor uma melhor articula&ccedil;&atilde;o entre a forma&ccedil;&atilde;o educacional e as demandas do mundo do trabalho, com foco no desenvolvimento socioecon&ocirc;mico. Os estudantes universit&aacute;rios precisavam adquirir compet&ecirc;ncias gerais que permitissem o desenvolvimento pessoal, o exerc&iacute;cio da cidadania, a inclus&atilde;o social e a inser&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho. Habilidades sociais e de comunica&ccedil;&atilde;o, trabalho em equipe, criatividade, manejo da diversidade cultural e capacidade de assumir responsabilidades e riscos foram consideradas compet&ecirc;ncias-chave para a capacita&ccedil;&atilde;o de jovens. (p. ex., Cheetham &amp; Chivers, 2000; Jones, 1996).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em geral, os modelos de compet&ecirc;ncias profissionais apresentam dois focos. O primeiro recai sobre as compet&ecirc;ncias profissionais b&aacute;sicas a qualquer atividade,  facilmente transfer&iacute;veis de um contexto para outro. O segundo refere-se &agrave;s  compet&ecirc;ncias socioemocionais, que se situam no dom&iacute;nio de processos afetivoemocionais, pessoais e interpessoais. As compet&ecirc;ncias b&aacute;sicas asseguram um n&iacute;vel de dom&iacute;nio transversal, que permite ao futuro trabalhador mobilizar seus recursos pessoais no n&iacute;vel do saber (conhecimento), do fazer (aplica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica) e do querer (atitudes e valores), adaptando-os ao contexto de trabalho mais imediato. As compet&ecirc;ncias socioemocionais, a seu turno, funcionam como via pela qual as demais compet&ecirc;ncias s&atilde;o expressas e desenvolvidas. Em outras palavras, o dom&iacute;nio de aspectos motivacionais e afetivos, em si e nos outros, assegura a aprendizagem, o desenvolvimento e a transfer&ecirc;ncia dessas capacidades para outros contextos laborais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No projeto Tuning da Am&eacute;rica Latina (2004 - <a href="http://www.tuningal.org" target="_blank">www.tuningal.org</a>), um cons&oacute;rcio de coopera&ccedil;&atilde;o de 62 universidades latino-americanas, incluindo as brasileiras, encontra-se um exemplo da refer&ecirc;ncia aos dois focos de compet&ecirc;ncias mencionados anteriormente. Tr&ecirc;s grandes dom&iacute;nios de compet&ecirc;ncias s&atilde;o essenciais em n&iacute;vel transcultural, principalmente como consequ&ecirc;ncia do crescimento da mobilidade de estudantes e trabalhadores em n&iacute;vel mundial: (i) pessoal, cognitivo, motivacional e afetivo; (ii) interpessoal e relacional, incluindo gerenciamento de grupos e; (iii) especializado e ferramental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dois primeiros dom&iacute;nios est&atilde;o associados &agrave;s compet&ecirc;ncias socioemocionais e oferecem suporte ao desenvolvimento das compet&ecirc;ncias b&aacute;sicas profissionais, facilmente transfer&iacute;veis a outros contextos, como nos casos de reorienta&ccedil;&atilde;o e in&iacute;cio de carreira. Est&atilde;o associados &agrave; forma&ccedil;&atilde;o educacional e seu desenvolvimento depende, em grande parte, das estrat&eacute;gias pedag&oacute;gicas utilizadas por educadores. O segundo dom&iacute;nio, em especial, &eacute; mais complexo, pois o manejo de grupos depende das diferen&ccedil;as individuais, em que alguns jovens conseguem obter mais &ecirc;xito do que outros. A compet&ecirc;ncia de lidar com contextos multiculturais e internacionais est&aacute; relacionada &agrave;s experi&ecirc;ncias de socializa&ccedil;&atilde;o em contextos culturais diversos. Interc&acirc;mbios, que crescem em import&acirc;ncia no ensino superior, oferecem possibilidades de conviv&ecirc;ncia com pessoas de variadas culturas, ampliando o repert&oacute;rio social dos jovens e aumentando sua compet&ecirc;ncia interpessoal. O terceiro dom&iacute;nio combina o manejo de novas tecnologias e uma <i>expertise</i>, que qualifica os jovens para um conjunto espec&iacute;fico de tarefas, nem sempre transfer&iacute;vel para outros contextos de trabalhos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esse breve panorama revela a preocupa&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel pessoal (autoavalia&ccedil;&atilde;o), organizacional (sele&ccedil;&atilde;o de talentos) e mundial (ajustamento pessoa-ambiente de trabalho) de estabelecer rela&ccedil;&otilde;es entre a forma&ccedil;&atilde;o educacional/profissional e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para o trabalho. O sucesso de tais rela&ccedil;&otilde;es exige, na atualidade, o engajamento do jovem em um processo de aprendizagem cont&iacute;nua, no qual aspectos motivacionais e emocionais ocupam lugar de destaque.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir da suposi&ccedil;&atilde;o de que as compet&ecirc;ncias n&atilde;o s&atilde;o inatas, mas adquiridas ao longo do processo de socializa&ccedil;&atilde;o educacional e profissional, que envolve aprendizagem e emo&ccedil;&otilde;es, o principal objetivo deste artigo &eacute; argumentar que o dom&iacute;nio de compet&ecirc;ncias socioemocionais exerce um papel central na aquisi&ccedil;&atilde;o e no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias profissionais, ampliando as possibilidades de ajuste do jovem aos diversos, escassos e disputados contextos de inser&ccedil;&atilde;o profissional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O artigo est&aacute; estruturado em tr&ecirc;s se&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m desta introdu&ccedil;&atilde;o. A primeira  dedica-se a aspectos conceituais que situam o leitor nas rela&ccedil;&otilde;es entre compet&ecirc;ncia, desempenho no trabalho e aprendizagem cont&iacute;nua. A segunda redireciona o foco para as compet&ecirc;ncias socioemocionais, descrevendo-as e demarcando o escopo adotado neste artigo para sustentar a tese de sua import&acirc;ncia para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias profissionais b&aacute;sicas de f&aacute;cil transfer&ecirc;ncia para contextos culturais e organizacionais distintos. A terceira se&ccedil;&atilde;o discute de que modo docentes e formadores podem contribuir para o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias socioemocionais, ajudando os jovens a ter maior autonomia no seu processo de autodesenvolvimento profissional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>COMPET&Ecirc;NCIAS, DESEMPENHO, APRENDIZAGEM CONT&Iacute;NUA E EXPERI&Ecirc;NCIA: ARTICULANDO CONCEITOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns autores asseveram que o conceito de compet&ecirc;ncia tem origem na Idade M&eacute;dia (p.ex., Brand&atilde;o, 2007; Brand&atilde;o &amp; Guimar&atilde;es, 2001) e que, ao longo dos s&eacute;culos, foi assumindo in&uacute;meros significados. No contexto das organiza&ccedil;&otilde;es de trabalho, por exemplo, o conceito come&ccedil;ou a receber mais aten&ccedil;&atilde;o a partir da d&eacute;cada de 1970, sendo definido como um conjunto de condi&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias (atributos e habilidades) que o indiv&iacute;duo possui para o &ecirc;xito na realiza&ccedil;&atilde;o de seu trabalho (Kimura, Teixeira, &amp; Godoy, 2006). No Brasil, o interesse pelo tema ganhou destaque a partir de 1990 (Brand&atilde;o, 2007) e, em especial, a partir do ano 2000 (p. ex., Brand&atilde;o, 2009; Dutra, Fleury, &amp; Ruas, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar da multiplicidade de defini&ccedil;&otilde;es (p. ex., Campos &amp; Abbad, no prelo; Kilimnik &amp; Sant'anna, 2006; Paiva &amp; Melo, 2008), as duas principais vertentes, na literatura especializada, s&atilde;o a norte-americana (McClelland, 1973) e a francesa (p. ex., Durand, 2006; Zarifian, 2001; 2003). No contexto norte-americano, McClelland (1973) desenvolve o conceito de compet&ecirc;ncia como alternativa aos testes de intelig&ecirc;ncia, que mensuravam apenas o racioc&iacute;nio l&oacute;gico e o n&iacute;vel de conhecimento. A intelig&ecirc;ncia estaria mais focada em um conjunto de dom&iacute;nios est&aacute;veis, enquanto a compet&ecirc;ncia se relacionaria a um conjunto de capacita&ccedil;&otilde;es, que resultaria em desempenho superior nas tarefas e sofreria influ&ecirc;ncia dos processos de aprendizagem (Dutra, Hip&oacute;lito, &amp; Silva, 2000). Embora essa vertente fa&ccedil;a men&ccedil;&atilde;o &agrave;s possibilidades de mudan&ccedil;as de capacita&ccedil;&atilde;o, sinalizando uma refer&ecirc;ncia indireta &agrave; aprendizagem, o foco n&atilde;o &eacute; o processo de desenvolvimento dessas capacita&ccedil;&otilde;es, mais enfatizado pela corrente francesa (p. ex., Dutra et al., 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A corrente francesa, por outro lado, apropria-se do conceito de aprendizagem e assume uma perspectiva mais desenvolvimentista da compet&ecirc;ncia, definindo-a como a articula&ccedil;&atilde;o de saberes e modos de agir que contribuem para o desempenho de tarefas. A combina&ccedil;&atilde;o entre saberes e modos de agir estaria alicer&ccedil;ada em atitudes favor&aacute;veis &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o de recursos pessoais para o desempenho, com destaque para a busca ativa por novas aprendizagens, visando superar limita&ccedil;&otilde;es (p. ex., Durand, 2006; Zarifian, 2001, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tendo em vista que as duas correntes trazem dimens&otilde;es importantes da compet&ecirc;ncia, &eacute; poss&iacute;vel integr&aacute;-las. Assim, a compet&ecirc;ncia pode ser definida como a mobiliza&ccedil;&atilde;o de conhecimentos (saberes), habilidades (fazeres) e atitudes (valores) implicadas no exerc&iacute;cio do trabalho (profissional e organizacional), operacionalizado por um desempenho exitoso que agrega valor &agrave; pessoa (autodesenvolvimento) e &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es (desenvolvimento organizacional) (p. ex., Brand&atilde;o, Bahry, &amp; Freitas, 2008; Carbone, Brand&atilde;o, Leite, &amp; Vilhena, 2009). Em s&iacute;ntese, a mobiliza&ccedil;&atilde;o de saberes e fazeres requer engajamento atitudinal (p. ex., Dutra, 2004) para exibir um desempenho que propicie ganho valorativo ao trabalho e &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de promover o desenvolvimento social do indiv&iacute;duo (p. ex., Fleury &amp; Fleury, 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Certamente o conceito de compet&ecirc;ncia no contexto do trabalho n&atilde;o &eacute; tratado somente no n&iacute;vel individual. Estudiosos da Administra&ccedil;&atilde;o e da Psicologia atribuem &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es um conjunto de compet&ecirc;ncias que as distinguem de suas concorrentes (p. ex., Borini &amp; Fleury, 2010). Todavia, levando em considera&ccedil;&atilde;o o foco deste artigo, somente ser&atilde;o consideradas as compet&ecirc;ncias pessoais e profissionais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DESEMPENHO E APRENDIZAGEM NA AQUISI&Ccedil;&Atilde;O E DESENVOLVIMENTO DE COMPET&Ecirc;NCIAS PESSOAIS E PROFISSIONAIS: A IMPORT&Acirc;NCIA DA EXPERI&Ecirc;NCIA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O desempenho engloba um duplo conjunto de comportamentos e a&ccedil;&otilde;es (p. ex., Peixoto &amp; Caetano, 2013). No primeiro caso, refere-se a comportamentos e a&ccedil;&otilde;es (meio) que levam a um resultado (fim). O desempenho, ent&atilde;o, est&aacute; associado &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de comportamentos (processo) que geram resultados. No segundo caso, o desempenho relaciona-se a uma consequ&ecirc;ncia ou resultado, avaliado como satisfat&oacute;rio ou insatisfat&oacute;rio conforme crit&eacute;rios valorativos (p. ex., Bendassolli &amp; Malvezzi, 2013; Campbell, 1990; Sonnentag &amp; Frese, 2005). O n&uacute;mero de horas e as estrat&eacute;gias usadas para realizar uma tarefa complexa s&atilde;o comportamentos e a&ccedil;&otilde;es de processo na busca de um produto ou resultado final (tarefa cumprida), que pode ser avaliado como bem ou mal sucedido.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A despeito dessa diferencia&ccedil;&atilde;o entre processo e produto (ou resultado), o desempenho depende do alinhamento entre os atributos pessoais no manejo de recursos e as necessidades do trabalho, da profiss&atilde;o e da organiza&ccedil;&atilde;o. &Eacute; nesse sentido que a compet&ecirc;ncia passa a ser relevante na discuss&atilde;o sobre o desempenho no trabalho e no desenvolvimento da carreira. Em outras palavras, a compet&ecirc;ncia est&aacute; implicada no desempenho, seja como processo de articula&ccedil;&atilde;o que tem como consequ&ecirc;ncia o desempenho (mais caracter&iacute;stico da corrente francesa), seja como  pr&oacute;prio resultado da mobiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos que o indiv&iacute;duo possui (mais caracter&iacute;stico da corrente norte-americana).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir da d&eacute;cada de 1990, com o surgimento das pol&iacute;ticas de gest&atilde;o por compet&ecirc;ncias nas organiza&ccedil;&otilde;es, avaliar e gerenciar o desempenho passou a ser um fator-chave. Mais do que valorar se um resultado &eacute; satisfat&oacute;rio, tornava-se premente ajudar as pessoas a adotar comportamentos (e a&ccedil;&otilde;es) que levassem a tal resultado, ou seja, desenvolver compet&ecirc;ncias que contribu&iacute;ssem para o desempenho no trabalho (p. ex. Coelho, no prelo; Peixoto &amp; Caetano, 2013).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Define-se aprendizagem individual como uma mudan&ccedil;a atitudinal e comportamental relativamente permanente associada &agrave; experi&ecirc;ncia pr&aacute;tica, que envolve os planos afetivo, cognitivo e motor, garantindo flexibilidade, adaptabilidade e capacidade transformadora do ser humano, n&atilde;o sendo, portanto, fruto somente de processos de matura&ccedil;&atilde;o (Abbad &amp; Borges-Andrade, 2004; Pantoja &amp; Borges-Andrade, 2004). Todavia, os fatores contextuais em n&iacute;vel social, familiar, organizacional e de grupo, bem como dos pr&oacute;prios contextos de aprendizagem tamb&eacute;m influenciam a aprendizagem (Coelho &amp; Borges-Andrade, 2008; Loiola &amp; Rocha, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao incluir a vari&aacute;vel contexto, fundamental para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias, redefine-se a aprendizagem como um processo psicol&oacute;gico b&aacute;sico, amplo e complexo, relacionado a fatores intra e interps&iacute;quicos, sociais e culturais. Portanto, o resultado da aprendizagem decorre de caracter&iacute;sticas internas dos aprendizes e de fatores externos, que incluem o pr&oacute;prio contexto da aprendizagem (metodologias, docentes e treinadores) e os aspectos socioculturais (Gondim &amp; Loiola, no prelo).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aquisi&ccedil;&atilde;o, reten&ccedil;&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o, aplica&ccedil;&atilde;o, generaliza&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia do conte&uacute;do e dom&iacute;nio aprendido para ambientes distintos daqueles onde a aprendizagem se realiza s&atilde;o etapas do processo de aprendizagem individual (Coelho &amp; Borges-Andrade, 2008; Pantoja &amp; Borges-Andrade, 2004). A aquisi&ccedil;&atilde;o &eacute; a capacidade de assimilar e apreender conhecimentos, habilidades e atitudes; a reten&ccedil;&atilde;o compreende a fixa&ccedil;&atilde;o na mem&oacute;ria de longa dura&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos assimilados; a recupera&ccedil;&atilde;o permite a reutiliza&ccedil;&atilde;o do conhecimento sempre que necess&aacute;rio; a generaliza&ccedil;&atilde;o caracteriza-se pelo grau em que o conte&uacute;do e o dom&iacute;nio aprendido &eacute; transferido a outros contextos similares; e, por fim, a transfer&ecirc;ncia &eacute; marcada pela aplica&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do e dom&iacute;nio aprendido para situa&ccedil;&otilde;es distintas das vivenciadas no processo de aprendizagem (Abbad &amp; Borges-Andrade, 2004; Abbad, Loiola, Zerbini, &amp; Borges-Andrade, 2013; Zerbini, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aprendizagem pode ser formal e informal. A formal preocupa-se em planejar, sistematizar e estruturar a aprendizagem para um determinado fim, o que ocorre nas institui&ccedil;&otilde;es educacionais. Encontra-se tamb&eacute;m apoiada em m&eacute;todos, t&eacute;cnicas e estrat&eacute;gias deliberadamente planejadas para suscitar mudan&ccedil;as de ideias, conhecimentos, valores, atitudes e comportamentos. A aprendizagem informal, a seu turno, ocorre em diversos contextos de socializa&ccedil;&atilde;o (familiar, grupal e organizacional), sendo organizada e administrada pelo aprendiz (Zerbini, 2007), sem que haja controle externo (Coelho &amp; Borges-Andrade, 2008; Pantoja &amp; Borges-Andrade, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m da aprendizagem formal e informal, Lichtenberg e Goodyear (2012) mencionam a aprendizagem acidental, derivada do envolvimento em atividades n&atilde;o planejadas para a aprendizagem. A conviv&ecirc;ncia com colegas de outras nacionalidades em um treinamento para o trabalho, por exemplo, permite aprender muito da cultura de outros pa&iacute;ses, haja vista as trocas que se estabelecem durante o curso. Um quarto tipo de aprendizagem profissional &eacute; citado por Werquin (2010), o n&atilde;o formal (<i>nonformal</i>), em que a aprendizagem ocorre fora do contexto institucional ou organizacional, como em eventos cient&iacute;ficos e de neg&oacute;cios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma vez descrito o que se entende, em linhas gerais, por desempenho e aprendizagem, resta apresentar argumentos que esclare&ccedil;am de que modo esses conceitos articulam-se para colaborar com o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para o trabalho. Al&eacute;m disso, torna-se necess&aacute;rio esclarecer o que a experi&ecirc;ncia tem a contribuir para o desempenho e a o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias. Tr&ecirc;s proposi&ccedil;&otilde;es ajudam a sustentar a articula&ccedil;&atilde;o entre os conceitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A primeira &eacute; que o desempenho no trabalho, entendido como processo e resultado, est&aacute; intimamente relacionado &agrave; compet&ecirc;ncia. O desempenho de um engenheiro, por exemplo, depende dos saberes adquiridos ao longo do processo de socializa&ccedil;&atilde;o formal, das aplica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas de saberes oriundos dos processos intra ou extra de sua forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e tamb&eacute;m das aprendizagens informais e n&atilde;o formais obtidas pelas trocas com colegas, docentes, profissionais da &aacute;rea e atividades realizadas fora da universidade. A segunda proposi&ccedil;&atilde;o, segundo a qual a aquisi&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias e o desempenho dependem de processos de aprendizagem, em que a experi&ecirc;ncia exerce um papel relevante, complementa a anterior. A terceira &eacute; que as emo&ccedil;&otilde;es desencadeadas pela experi&ecirc;ncia e a reflex&atilde;o posterior contribuem para a aprendizagem.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No modelo de aprendizagem de adultos de Jarvis (2005), mais pertinente &agrave; aprendizagem em contextos universit&aacute;rios, a pr&aacute;tica, entendida como a&ccedil;&atilde;o, e a emo&ccedil;&atilde;o s&atilde;o centrais. Ainda que a aprendizagem planejada seja importante no processo de forma&ccedil;&atilde;o educacional e de prepara&ccedil;&atilde;o para o exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o, quando se trata de adultos aprendizes, aspectos motivacionais e emocionais est&atilde;o em destaque, especialmente no caso da aprendizagem acidental, que se refere a resultados n&atilde;o programados da aprendizagem, mas que sempre a acompanham, tais como mudan&ccedil;as com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o, autoefic&aacute;cia, autoestima e autoconfian&ccedil;a. Esses aspectos motivacionais e emocionais est&atilde;o na base da automotiva&ccedil;&atilde;o e da autoconfian&ccedil;a, fundamentais ao processo de aprendizagem cont&iacute;nua e aquisi&ccedil;&atilde;o de novas compet&ecirc;ncias profissionais. Mas qual &eacute; o papel da experi&ecirc;ncia?</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A experi&ecirc;ncia pode ser compreendida no contexto da tradi&ccedil;&atilde;o empirista e inclui duas dimens&otilde;es, a imediata e a mediada. Pela dimens&atilde;o imediata, o conhecimento do mundo &eacute; obtido por meio dos &oacute;rg&atilde;os de sentido e das sensa&ccedil;&otilde;es: a vis&atilde;o, a audi&ccedil;&atilde;o, o tato, o paladar, o odor e a propriocep&ccedil;&atilde;o (o que se percebe internamente no corpo). No entanto, a experi&ecirc;ncia somente se completa por meio da media&ccedil;&atilde;o feita pela reflex&atilde;o (dimens&atilde;o mediada), que permite pensar sobre a experi&ecirc;ncia imediata.  Assim, as experi&ecirc;ncias de prazer ou de desprazer (experi&ecirc;ncia imediata) durante a forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria e in&iacute;cio de carreira, e a maneira como o jovem as interpreta (reflete sobre esta experi&ecirc;ncia) repercutem na sua autoconfian&ccedil;a e automotiva&ccedil;&atilde;o para aprender mais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pode-se inferir, ent&atilde;o, que estrat&eacute;gias pedag&oacute;gicas exercem um importante papel na potencializa&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia imediata (sensa&ccedil;&otilde;es de prazer ou desprazer) durante o processo de forma&ccedil;&atilde;o, e tamb&eacute;m contribuem para habilitar o jovem a refletir melhor (experi&ecirc;ncia mediada) sobre seu desempenho e a tornar-se mais autoconfiante no enfrentamento de suas futuras inser&ccedil;&otilde;es de trabalho.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As atividades pr&aacute;ticas com supervis&atilde;o docente e suporte de estudantes mais adiantados no processo de forma&ccedil;&atilde;o s&atilde;o instrumentos pedag&oacute;gicos que permitem melhor aproveitamento da experi&ecirc;ncia para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias profissionais e tamb&eacute;m da atitude favor&aacute;vel &agrave; aprendizagem continuada. As compet&ecirc;ncias socioemocionais tamb&eacute;m est&atilde;o implicadas nesse processo por meio da reflex&atilde;o da experi&ecirc;ncia, haja vista os aspectos afetivos e motivacionais que influenciam na aprendizagem.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">C&ocirc;nscios de que a universidade e demais inst&acirc;ncias de forma&ccedil;&atilde;o profissional n&atilde;o conseguem desenvolver todas as compet&ecirc;ncias profissionais requeridas pelo mercado de trabalho, os jovens necessitam tirar maior proveito da experi&ecirc;ncia dos primeiros anos de atividade profissional. Ao iniciar sua vida profissional, o jovem inexperiente tende a basear seu desempenho no aprendizado da forma&ccedil;&atilde;o (manuais e regras), mas, depois de anos de experi&ecirc;ncia, adquire confian&ccedil;a na aprendizagem obtida mediante aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica de seus conhecimentos (Benner, 1984). Em resumo, a experi&ecirc;ncia, que inclui a viv&ecirc;ncia direta e sua reflex&atilde;o, &eacute; a via pela qual as compet&ecirc;ncias profissionais s&atilde;o desenvolvidas. Ela pode ser potencializada na vida universit&aacute;ria, ainda no processo de forma&ccedil;&atilde;o, mas o jovem necessita se engajar em um processo de aprendizagem ininterrupto que envolve a experi&ecirc;ncia cont&iacute;nua nos anos iniciais de sua carreira. A maneira como aprende a extrair os benef&iacute;cios da experi&ecirc;ncia exercem importante papel na constru&ccedil;&atilde;o bem-sucedida de sua trajet&oacute;ria profissional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como regra, a aprendizagem mediante experi&ecirc;ncia pr&aacute;tica permite que o profissional ajuste melhor os saberes e fazeres adquiridos, analisando-os criticamente, evitando basear-se somente na reifica&ccedil;&atilde;o dos saberes oriundos da forma&ccedil;&atilde;o educacional, o que pode ser prevalente em jovens em in&iacute;cio de carreira. Certamente essa tend&ecirc;ncia n&atilde;o se aplica a todos os casos, pois os atributos individuais, como motiva&ccedil;&atilde;o, emo&ccedil;&otilde;es e estilos de aprendizagem (estrat&eacute;gias e tipos), somados ao contexto em que o profissional se insere em sua primeira experi&ecirc;ncia de emprego alteram a regra. Alguns jovens concluintes vivenciam grande ansiedade ao sair dos centros de forma&ccedil;&atilde;o, por n&atilde;o se acharem preparados para a transi&ccedil;&atilde;o ao mundo do trabalho e tendem a culpar a forma&ccedil;&atilde;o obtida. Em parte eles t&ecirc;m raz&atilde;o, pois um centro de forma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o consegue esgotar todas as possibilidades de desenvolver compet&ecirc;ncias para o trabalho, deixando sempre lacunas na forma&ccedil;&atilde;o. Primeiro, porque as exig&ecirc;ncias do mundo do trabalho n&atilde;o s&atilde;o est&aacute;veis e previs&iacute;veis, o que exige do jovem prepara&ccedil;&atilde;o para receber novas demandas que n&atilde;o estavam previamente estabelecidas. Em segundo lugar, porque boa parte do aprendizado depende da busca ativa do profissional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m da necessidade de o jovem estar altamente motivado para seguir aprendendo no in&iacute;cio da sua carreira profissional, precisa estar emocionalmente preparado para lidar com conflitos interpessoais presentes nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho. Revis&otilde;es recentes (p. ex., Mazzola, Schonfeld, &amp; Spector, 2011) apontam que os conflitos interpessoais ocupam a terceira posi&ccedil;&atilde;o entre os principais fatores de estresse no trabalho, depois das constri&ccedil;&otilde;es organizacionais e da sobrecarga de trabalho: um alerta para o papel dos aspectos emocionais, tanto para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias profissionais quanto para a adapta&ccedil;&atilde;o e bem-estar no trabalho.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>COMPET&Ecirc;NCIAS SOCIOEMOCIONAIS: FATOR-CHAVE PARA O SUPORTE NO DESENVOLVIMENTO DE OUTRAS COMPET&Ecirc;NCIAS PROFISSIONAIS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diversos autores (p. ex., Boyatzis, 1982, 2008, 2009; Campbell, Dunnette, Lawer, &amp; Weick, 1970; Goleman, 1998; Goleman, Boyatzis, &amp; McKee, 2002; Spencer &amp; Spencer, 1993) definem tr&ecirc;s grupos de compet&ecirc;ncias fundamentais para o desempenho: (i)  cognitiva; (ii) intelig&ecirc;ncia emocional (IE) e; (iii) intelig&ecirc;ncia social (Emmerling &amp; Boyatiz, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A intelig&ecirc;ncia cognitiva &eacute; a capacidade de pensar e analisar a informa&ccedil;&atilde;o e a situa&ccedil;&atilde;o que leva a um desempenho efetivo ou superior, caracterizado pela rapidez com que se chega a uma solu&ccedil;&atilde;o e a criatividade para resolver o problema. A intelig&ecirc;ncia emocional e a intelig&ecirc;ncia social s&atilde;o definidas como capacidades de reconhecer, entender e usar a informa&ccedil;&atilde;o emocional em si pr&oacute;prio (no primeiro caso) e sobre os outros (no segundo caso), preservando o bem-estar pessoal e a harmonia nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conforme descreve Boyatzis (2009), as intelig&ecirc;ncias emocional e social predizem o desempenho no trabalho, principalmente em contextos internacionais, em que a habilidade de lidar com a diversidade cultural &eacute; elemento-chave para assegurar a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es no trabalho (p.ex., Goleman et al., 2002; Emmerling &amp; Boyatzis, 2012). Em resumo, o cen&aacute;rio atual de fragiliza&ccedil;&atilde;o das fronteiras intra e interpa&iacute;ses for&ccedil;a a conviv&ecirc;ncia de pessoas de regi&otilde;es e nacionalidades distintas em um mesmo ambiente de trabalho, exigindo, al&eacute;m das compet&ecirc;ncias profissionais, compet&ecirc;ncias no manejo das emo&ccedil;&otilde;es pessoais e das demais pessoas com as quais se interage.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Convergente com essa linha de pensamento, Bisquerra (2000, 2009) faz men&ccedil;&atilde;o a cinco componentes da compet&ecirc;ncia socioemocional. O primeiro &eacute; a consci&ecirc;ncia emocional de si e de outras pessoas, incluindo a capacidade de captar o clima emocional em um contexto espec&iacute;fico. O segundo componente &eacute; a regula&ccedil;&atilde;o emocional, que se refere ao gerenciamento apropriado das emo&ccedil;&otilde;es, cujos aspectos cognitivos s&atilde;o fundamentais na busca de estrat&eacute;gias de enfrentamento que potencializem as emo&ccedil;&otilde;es positivas e minimizem as emo&ccedil;&otilde;es negativas. O terceiro componente &eacute; a autonomia emocional, que destaca a atitude positiva em rela&ccedil;&atilde;o a si mesmo e a vida, mantendo a autoestima elevada e reconhecendo os limites pessoais, recorrendo, em caso de necessidade, &agrave; ajuda externa. O quarto componente &eacute; o dom&iacute;nio de habilidades sociais, em que se destaca a capacidade de se comunicar, ser assertivo e adotar atitudes respeitosas para com as demais pessoas. O quinto componente refere-se &agrave;s habilidades de vida e bem-estar, definidas como a capacidade de adotar comportamentos apropriados e respons&aacute;veis na solu&ccedil;&atilde;o de problemas pessoais, familiares, profissionais e sociais, preservando o bem-estar pessoal e social.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As duas perspectivas mencionadas anteriormente, uma mais focada no desempenho no trabalho (Boyatzis, 2009) e a outra apoiada no princ&iacute;pio do desenvolvimento humano integral (Bisquerra, 2009), contemplam aspectos fundamentais das compet&ecirc;ncias socioemocionais. No primeiro caso, compet&ecirc;ncia &eacute; tanto processo quanto resultado e exige o manejo dos recursos pessoais e ambientais para atingir o resultado esperado. No segundo caso, a compet&ecirc;ncia socioemocional inclui componentes como a consci&ecirc;ncia emocional, a regula&ccedil;&atilde;o, a habilidade social e de trato com a vida para preservar o bem-estar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao levar em conta esses diversos aspectos, apresenta-se a seguinte defini&ccedil;&atilde;o/s&iacute;ntese: as compet&ecirc;ncias socioemocionais constituem uma integra&ccedil;&atilde;o de saberes e fazeres sobre si mesmo e sobre os demais, apoiando-se na consci&ecirc;ncia, na express&atilde;o, na regula&ccedil;&atilde;o e na utiliza&ccedil;&atilde;o (manejo) das emo&ccedil;&otilde;es, cujo objetivo &eacute; aumentar o bem-estar pessoal (subjetivo e psicol&oacute;gico) e a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es sociais.  Em resumo, a intelig&ecirc;ncia emocional, a regula&ccedil;&atilde;o emocional, a criatividade emocional e as habilidades sociais integram um conjunto mais amplo denominado de compet&ecirc;ncias socioemocionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A intelig&ecirc;ncia emocional pode ser definida como um conjunto de habilidades que permite identificar e compreender as emo&ccedil;&otilde;es, gerenci&aacute;-las em si e nos outros e utiliz&aacute;-las para melhorar a <i>performance</i> cognitiva (Mayer, Caruso, &amp; Salovey, 1999).  Tr&ecirc;s dimens&otilde;es comp&otilde;em a IE: (i) capacidade de expressar os pr&oacute;prios sentimentos o que se sente; (ii) capacidade de regular as emo&ccedil;&otilde;es de acordo com o evento vivido; e (iii) efetividade no uso da informa&ccedil;&atilde;o emocional, ou seja, ter consci&ecirc;ncia das emo&ccedil;&otilde;es pessoais e alheias, manejando as emo&ccedil;&otilde;es conforme a situa&ccedil;&atilde;o social vivida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A regula&ccedil;&atilde;o emocional, que se tornou um campo independente de estudos, &eacute; definida como um conjunto de processos neurofisiol&oacute;gicos, cognitivos e comportamentais, conscientes ou autom&aacute;ticos, que cumprem uma fun&ccedil;&atilde;o especial na express&atilde;o e manifesta&ccedil;&atilde;o emocional, com impacto no bem-estar, na sociabilidade, na aprendizagem e no desenvolvimento pessoal (p. ex., Gross, 2007; Izard, 2010). A regula&ccedil;&atilde;o emocional tamb&eacute;m pode ser entendida no &acirc;mbito das rela&ccedil;&otilde;es sociais, em que, al&eacute;m do controle das pr&oacute;prias emo&ccedil;&otilde;es, as emo&ccedil;&otilde;es das demais pessoas com quem se interage tamb&eacute;m s&atilde;o reguladas (p. ex., N&iacute;ven, Totterdell, Stride, &amp; Holman 2011; Quoidbach, Berry, Hansenne, &amp; Mikolajczak, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O modelo de Nelis, Quoidbach, Hansenne e Mikolajczak (2011) cita dois tipos de processos regulat&oacute;rios: o que potencializa os efeitos das emo&ccedil;&otilde;es positivas (<i>up regulation</i>) e o que diminui os efeitos das emo&ccedil;&otilde;es negativas (<i>down regulation</i>), seguindo o princ&iacute;pio do bem-estar hed&ocirc;nico de obter prazer e evitar desprazer. A potencializa&ccedil;&atilde;o dos efeitos ben&eacute;ficos das emo&ccedil;&otilde;es positivas em situa&ccedil;&otilde;es em que elas s&atilde;o ativadas decorre do uso de estrat&eacute;gias adaptativas: (i) expressar emo&ccedil;&otilde;es positivas acompanhada de comportamentos n&atilde;o verbais sintonizados; (ii) focalizar a aten&ccedil;&atilde;o nas experi&ecirc;ncias moment&acirc;neas agrad&aacute;veis; (iii) compartilhar e celebrar eventos positivos com outras pessoas; e (iv) resgatar lembran&ccedil;as positivas ou antecipar eventos positivos. As quatro estrat&eacute;gias desadaptativas, ou seja, que n&atilde;o potencializam os efeitos das emo&ccedil;&otilde;es positivas quando ativadas por eventos do cotidiano, seriam: (i) suprimir emo&ccedil;&otilde;es positivas; (ii) desviar o foco do evento positivo e se preocupar constantemente com outras coisas; (iii) focar em potenciais aspectos negativos da situa&ccedil;&atilde;o positiva; e (iv) atribuir causas externas a eventos positivos e antecipar consequ&ecirc;ncias negativas. Por exemplo, quando uma pessoa muito exigente &eacute; elogiada por seu chefe e tem tudo para se sentir feliz, n&atilde;o consegue deixar de pensar que sua ideia n&atilde;o foi t&atilde;o brilhante e que logo seu chefe perceber&aacute; <i>(Identifica&ccedil;&atilde;o de falhas - Estrat&eacute;gia  desadaptativa). </i>No entanto, o indiv&iacute;duo pode tentar&nbsp;desfrutar o&nbsp;momento e sentir-se mais seguro para ousar dar novas ideias <i>(Saborear o momento presente - Estrat&eacute;gia adaptativa).</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A diminui&ccedil;&atilde;o dos efeitos negativos das emo&ccedil;&otilde;es negativas seria alcan&ccedil;ada mediante o uso de quatro estrat&eacute;gias funcionais: (i) agir para modificar a situa&ccedil;&atilde;o, atenuando o seu impacto emocional negativo; (ii) desviar o foco da aten&ccedil;&atilde;o para modificar o sentimento; (iii) reavaliar positivamente a situa&ccedil;&atilde;o inicialmente negativa; e (iv) compartilhar as emo&ccedil;&otilde;es negativas com os outros. As quatro estrat&eacute;gias disfuncionais, que aumentam a emo&ccedil;&atilde;o negativa em vez de atenuar os efeitos negativos ativados por situa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, s&atilde;o: (i) adotar um comportamento passivo acompanhado de sentimento de impot&ecirc;ncia; (ii) dar aten&ccedil;&atilde;o excessiva a sentimentos e pensamentos associados a eventos negativos, aumentando a dura&ccedil;&atilde;o e intensidade das emo&ccedil;&otilde;es negativas; (iii) abusar de bebidas alco&oacute;licas, ansiol&iacute;ticos ou drogas na tentativa de evitar mais consequ&ecirc;ncias emocionais negativas; e (iv) agir de maneira irrefletida com forte intensidade emocional. Por exemplo, um sujeito tem de fazer uma apresenta&ccedil;&atilde;o oral para sua equipe de trabalho. J&aacute; fez isso antes e n&atilde;o se saiu muito bem, tendo recebido muitas cr&iacute;ticas. A ideia de reviver uma situa&ccedil;&atilde;o de exposi&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, dentro de poucos dias, o aterroriza. Ele pode n&atilde;o parar de pensar nisso, concentrando-se&nbsp;somente no que poderia dar errado <i>(Rumina&ccedil;&atilde;o- Estrat&eacute;gia  disfuncional)</i>, mas poderia adotar uma estrat&eacute;gia funcional ao ensaiar v&aacute;rias vezes&nbsp;para se sentir mais seguro <i>(Modifica&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o- Estrat&eacute;gia funcional).</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A criatividade emocional, que tamb&eacute;m integra as compet&ecirc;ncias socioemocionais, foi definida por Averill (2000) como a capacidade de vivenciar espontaneamente e com autenticidade novas emo&ccedil;&otilde;es. &Eacute; associada ao pensamento divergente e &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de novas estrat&eacute;gias para experimentar e manejar as emo&ccedil;&otilde;es, contribuindo para o pensamento criativo, o bem-estar no trabalho e o crescimento pessoal p&oacute;s-evento estressor (Da Costa &amp; P&aacute;ez, 2014). Um exemplo seria o de uma pessoa que se v&ecirc; diante de um fracasso na realiza&ccedil;&atilde;o de uma tarefa e lida com humor, rindo de si mesma, reconhecendo os limites e buscando se esfor&ccedil;ar para melhorar e evitar uma nova frustra&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O &uacute;ltimo conceito que integra as compet&ecirc;ncias socioemocionais s&atilde;o as habilidades sociais, definidas por Del Prette e Del Prette (2001) como um conjunto diversificado de desempenhos sociais que comp&otilde;em o repert&oacute;rio comportamental individual com a finalidade de estabelecer relacionamentos interpessoais em diferentes contextos sociais. Publica&ccedil;&otilde;es mais recentes dos autores dedicam-se a um sistema de avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais que inclui instrumentos de autoavalia&ccedil;&atilde;o (crian&ccedil;a ou jovem) e de heteroavalia&ccedil;&atilde;o (professores e pais), colocando em destaque, por exemplo, a responsabilidade social (compromisso em tarefas pessoais e escolares), a empatia (preocupa&ccedil;&atilde;o e respeito com os demais), a coopera&ccedil;&atilde;o com pares, a amabilidade, a assertividade (questionar regras injustas e se posicionar em discuss&otilde;es), o autocontrole emocional, a evita&ccedil;&atilde;o de problemas (dom&iacute;nio de rea&ccedil;&otilde;es emocionais) e a express&atilde;o de sentimentos positivos (p. ex., Bolsoni-Silva et al., 2006; Del Prette &amp; Del Prete, 2003; Freitas &amp; Del Prette, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s discorrer sobre as compet&ecirc;ncias profissionais e socioemocionais, torna-se necess&aacute;rio trazer argumentos que sustentem que as compet&ecirc;ncias socioemocionais estariam na base do desenvolvimento das compet&ecirc;ncias profissionais. O primeiro argumento &eacute; o de haver evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas da associa&ccedil;&atilde;o entre as duas compet&ecirc;ncias e a import&acirc;ncia de treinar as habilidades sociais para a melhor inser&ccedil;&atilde;o ocupacional (p. ex., C&acirc;mara, Sarriera, &amp; Pizzinato, 2004; Del Prette &amp; Pereira, 2008; Pereira-Guizzo, Del Prette, &amp; Del Prette, 2009; Pereira-Guizzo, Del Prette, &amp; Del Prette, 2011). Tamb&eacute;m existem ind&iacute;cios de que as habilidades sociais est&atilde;o associadas ao melhor desempenho acad&ecirc;mico (p.ex., Gomes &amp; Soares, 2013; Feitosa, Matos, Del Prette, &amp; Del Prette, 2009), maior rendimento e menor estresse no trabalho (p.ex., Carmeli &amp; Josman, 2006; O'Boyle, Humphrey, Pollack, Hawver, &amp; Story, 2011). Outras evid&ecirc;ncias indicam rela&ccedil;&atilde;o da intelig&ecirc;ncia, regula&ccedil;&atilde;o e criatividade emocionais com o bem-estar subjetivo (maior viv&ecirc;ncia de afetos positivos), bem-estar psicol&oacute;gico (melhora da imagem pessoal, autoestima e controle do ambiente) e na rela&ccedil;&atilde;o com as outras pessoas (Da Costa &amp; S&aacute;nchez, 2013).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O segundo argumento &eacute; que as compet&ecirc;ncias socioemocionais fortalecem a autoestima e a autoimagem, al&eacute;m de aumentarem a percep&ccedil;&atilde;o de controle sobre o ambiente, criando um clima psicol&oacute;gico favor&aacute;vel a novos aprendizados. A inseguran&ccedil;a do dom&iacute;nio de saberes e fazeres no in&iacute;cio de carreira, a competitividade interna que acirra estere&oacute;tipos e preconceitos intergrupais, a necessidade de manter n&iacute;veis motivacionais altos para buscar novos conhecimentos e galgar posi&ccedil;&otilde;es na carreira tornam o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais importante para incentivar o aprendizado nas rela&ccedil;&otilde;es informais no trabalho.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um estudo desenvolvido por Neimeyer, Taylor e Cox (2012) com estudantes de psicologia sobre o envolvimento recente em atividades de Desenvolvimento Profissional Continuado (educa&ccedil;&atilde;o formal, semin&aacute;rios) concluiu que a maior parte do tempo (43 horas) foi dedicada a atividades de aprendizagem autodirigida (<i>self- directed learning</i>), revelando a import&acirc;ncia da autonomia do aprendiz no processo de aprendizagem para o trabalho. Entre as duas atividades que mais contribuem para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias est&atilde;o a aprendizagem autodirigida e a consulta aos pares. No primeiro caso h&aacute; uma associa&ccedil;&atilde;o entre a atitude positiva com a atividade e o consequente envolvimento pessoal (compet&ecirc;ncia de aprender a aprender). No segundo, destaca-se a import&acirc;ncia das compet&ecirc;ncias socioemocionais para pedir ajuda a um colega.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um terceiro argumento &eacute; que as compet&ecirc;ncias socioemocionais tornam-se relevantes em um mundo de crescente mobilidade regional e nacional, tornando familiar a experi&ecirc;ncia de trabalhar com pessoas de nacionalidades, h&aacute;bitos e costumes diferenciados. Lidar com apelidos e imita&ccedil;&otilde;es de sotaque, enfrentar o isolamento de colegas, descortesias e piadas, exige autocontrole emocional e tamb&eacute;m requer habilidade de manifestar desagrado e insatisfa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o se pode ignorar que o dom&iacute;nio das compet&ecirc;ncias socioemocionais depende fortemente de vari&aacute;veis ambientais (Del Prette &amp; Del Prette, 2005). Se o indiv&iacute;duo n&atilde;o aprende a identificar em que contexto est&aacute; atuando e o que &eacute; esperado, corre-se o risco de apresentar comportamentos sociais incompat&iacute;veis com o requerido. A incerteza acerca de padr&otilde;es pessoais de conduta aumenta a inseguran&ccedil;a nos ambientes novos e a ansiedade interpessoal, revelando, assim, a rela&ccedil;&atilde;o entre processos cognitivos e afetivos. Se, de fato, as vari&aacute;veis ambientais contribuem para o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias socioemocionais, qual seria a contribui&ccedil;&atilde;o de docentes e do ambiente universit&aacute;rio no desenvolvimento dessas compet&ecirc;ncias?</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>COMPET&Ecirc;NCIAS SOCIOEMOCIONAIS: CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O DE DOCENTES E FORMADORES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o relevantes na aprendizagem, sendo aliadas ou oponentes. A ansiedade em graus moderados ativa a curiosidade e motiva a aprendizagem, mas em graus elevados prejudica a aten&ccedil;&atilde;o, reten&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o (p. ex., Gondim &amp; Mutti, 2011; Mutti, Alvim, Loiola, Gondim, &amp; Borges-Andrade, no prelo).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A teoria do fluxo desenvolvida por Csikszentmihalyi (1996) tamb&eacute;m ressalta a relev&acirc;ncia das emo&ccedil;&otilde;es nos processos de aprendizagem. Fluxo &eacute; definido como um estado psicol&oacute;gico de &ecirc;xtase que resulta da integra&ccedil;&atilde;o de processos cognitivos, caracter&iacute;sticas da tarefa e estados emocionais m&uacute;ltiplos, sendo alcan&ccedil;ado mediante o desempenho de atividades extremamente prazerosas e excitantes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao defender o ponto de vista de que a aquisi&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias profissionais apoiam-se na aprendizagem continuada e no enfrentamento de novas situa&ccedil;&otilde;es em que aspectos emocionais est&atilde;o fortemente implicados, o aperfei&ccedil;oamento no manejo emocional da experi&ecirc;ncia torna-se fator-chave na prepara&ccedil;&atilde;o dos jovens. Os centros de forma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o possuem flexibilidade (p. ex. estruturas curriculares) necess&aacute;ria para preparar os jovens em sua transi&ccedil;&atilde;o para o trabalho. Al&eacute;m disso, os postos de trabalho s&atilde;o cada vez mais amorfos, no sentido de n&atilde;o terem tarefas fixas e claramente definidas, o que traz exig&ecirc;ncias profissionais diferentes daquelas oferecidas pelos centros formadores. O jovem se torna, ent&atilde;o, o principal ator na constru&ccedil;&atilde;o de sua carreira profissional. Uma condi&ccedil;&atilde;o cruel e severamente injusta, mas real no cen&aacute;rio mundial do mundo do trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Se a experi&ecirc;ncia &eacute; o elemento-chave no processo de compet&ecirc;ncias, educadores poder&atilde;o contribuir aumentando as oportunidades de o jovem aproveitar sua experi&ecirc;ncia pessoal em toda a sua potencialidade. Em outras palavras, favorecer uma sequ&ecirc;ncia de eventos que incluem experimentar, refletir, aplicar e transferir (ERAT) os conhecimentos, as habilidades e os sentimentos adquiridos. Definimos o ciclo ERAT como um ambiente de aprendizagem no qual a experi&ecirc;ncia pessoal e a emerg&ecirc;ncia de sentimentos e emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o favorecidas, acompanhado pelo incentivo &agrave; autorreflex&atilde;o para facilitar a aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica e a transfer&ecirc;ncia a novos contextos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essa proposta encontra-se inteiramente apoiada na aprendizagem experiencial de Kolb (1984), que a define como um processo mediante o qual o conhecimento &eacute; criado via transforma&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia. De acordo com esse autor, o ponto de partida do ciclo de aprendizagem &eacute; a experi&ecirc;ncia concreta (sentir), que, para ser mais bem aproveitada, requer observa&ccedil;&atilde;o reflexiva, gerando ideias e conceitos abstratos (pensar). Como consequ&ecirc;ncia, emergem novas quest&otilde;es, que devem ser testadas pela experimenta&ccedil;&atilde;o ativa (fazer). Os resultados dessa experimenta&ccedil;&atilde;o orientariam a escolha e a cria&ccedil;&atilde;o de novas experi&ecirc;ncias concretas, alimentando continuamente o ciclo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; justamente na reflex&atilde;o sobre o sentir, ao experimentar coisas novas, que recai a contribui&ccedil;&atilde;o de docentes e educadores no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais. O ERAT pode ajudar a desenvolver uma atitude positiva com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; novidade, contribuindo para o desenvolvimento da criatividade emocional. Contribui tamb&eacute;m para incentivar o jovem a tomar consci&ecirc;ncia de suas pr&oacute;prias emo&ccedil;&otilde;es, de como as expressa e as utiliza na pr&aacute;tica. Al&eacute;m disso, oferece suporte ao manejo de emo&ccedil;&otilde;es diante de fracassos e sucessos, oferecendo outras possibilidades de potencializar as emo&ccedil;&otilde;es positivas (estrat&eacute;gias adaptativas) e reduzir as emo&ccedil;&otilde;es negativas (estrat&eacute;gias funcionais). Acrescenta-se tamb&eacute;m o foco das estrat&eacute;gias pedag&oacute;gicas na cria&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es de aprendizagem que ofere&ccedil;am suporte para que o jovem teste suas habilidades sociais em um ambiente seguro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Encerramos esta se&ccedil;&atilde;o mencionando Neimeyer et al. (2012), que fazem algumas recomenda&ccedil;&otilde;es para quem se dedica ao Desenvolvimento de Compet&ecirc;ncias Continuadas: (i) encorajar melhores pr&aacute;ticas para estimular a articula&ccedil;&atilde;o entre o conhecimento e sua aplica&ccedil;&atilde;o (experi&ecirc;ncia); (ii) medir os resultados das compet&ecirc;ncias adquiridas para aperfei&ccedil;oar os m&eacute;todos de aprendizagem e sua difus&atilde;o (reflex&atilde;o-<i>feedback</i>); e  (iii) assumir a responsabilidade pelo monitoramento dos diversos processos de aprendizagem para al&eacute;m dos planos formais, ampliando as possibilidades de potencializar os efeitos das demais modalidades de aprendizagem, como a acidental, a informal e a n&atilde;o formal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na tentativa de resumir as principais ideias apresentadas neste artigo para defender a import&acirc;ncia das compet&ecirc;ncias socioemocionais no desenvolvimento das compet&ecirc;ncias para o trabalho destacamos:</font></p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <blockquote>    <p>(i) o dom&iacute;nio de um conjunto de conhecimentos e de pr&aacute;ticas relativamente est&aacute;veis adquirido no processo de educa&ccedil;&atilde;o formal ou profissionalizante n&atilde;o s&atilde;o de todo suficientes para assegurar o avan&ccedil;o na carreira e o bom desempenho nas organiza&ccedil;&otilde;es e na profiss&atilde;o;</p>     <p>(i)  se o jovem est&aacute; fadado a ser um eterno aprendiz em um ambiente cujas mudan&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o facilmente previs&iacute;veis, torna-se necess&aacute;rio manter altos n&iacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o, maior gerenciamento de suas emo&ccedil;&otilde;es e habilidades sociais para lidar com situa&ccedil;&otilde;es novas, colocando em destaque as compet&ecirc;ncias socioemocionais;</p>     <p>(i) al&eacute;m de auxiliar os processos de aprendizagem, as compet&ecirc;ncias socioemocionais protegem o trabalhador e est&atilde;o associadas ao bem-estar no trabalho.  A agress&atilde;o, por exemplo, que emerge em momentos de crise e concorr&ecirc;ncia interna por postos de trabalho, tem efeitos negativos no bem-estar e na sa&uacute;de mental dos trabalhadores, conforme resultados de estudos de N&iacute;ven, Sprigg e Armitage (2012). As conclus&otilde;es desses estudos indicam que as estrat&eacute;gias de reavalia&ccedil;&atilde;o cognitiva (mudar o pensamento sobre a situa&ccedil;&atilde;o - estrat&eacute;gia de autorregula&ccedil;&atilde;o) nas intera&ccedil;&otilde;es com colegas reduz a rela&ccedil;&atilde;o entre agress&atilde;o e percep&ccedil;&atilde;o de tens&atilde;o no trabalho. O estudo de McCalister, Dolbier, Webster, Mallon e Steinhardt (2006) em empresas de alta tecnologia e de ag&ecirc;ncias governamentais tamb&eacute;m fortalece a tese de que compet&ecirc;ncias socioemocionais ajudam o trabalhador que se encontra em ambiente de trabalho de pouco suporte social.</p></blockquote></font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em resumo, as compet&ecirc;ncias socioemocionais parecem ajudar o jovem a adquirir mais autoconfian&ccedil;a e a criar ambientes de trabalho e de intera&ccedil;&atilde;o com colegas mais favor&aacute;veis &agrave; aprendizagem continuada e ao desenvolvimento das compet&ecirc;ncias profissionais que assegurar&atilde;o desempenho aprimorado, ao mesmo tempo em que promovem o bem-estar no trabalho.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Abbad, G. S., &amp; Borges-Andrade, J. E. (2004). Aprendizagem humana em organiza&ccedil;&otilde;es e trabalho. In J. C. Zanelli, J. E. Borges-Andrade, &amp; A. V. B. Bastos (Orgs.). <i>Psicologia, organiza&ccedil;&otilde;es e trabalho no Brasil </i>(pp. 237-275). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128640&pid=S1984-6657201400040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Abbad, G. S., Loiola, E., Zerbine, T., &amp; Borges-Andrade, J.(2013). Aprendizagem em Organiza&ccedil;&otilde;es e no Trabalho. In L. O. Borges, &amp; L. Mour&atilde;o (Orgs.). <i>O Trabalho e as Organiza&ccedil;&otilde;es - Atua&ccedil;&otilde;es a partir da Psicologia</i> (Vol. 1, pp. 497-527). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128642&pid=S1984-6657201400040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Averill, J. R. (2000). Intelligence, emotion and creativity. In R. Bar-On, &amp; D.A. Parker (Eds.). <i>Handbook of emotional intelligence </i>(pp. 277-298). San Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128644&pid=S1984-6657201400040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bendassolli, P., &amp; Malvezzi, S. (2013). Desempenho no trabalho: defini&ccedil;&otilde;es, modelos te&oacute;ricos e desafios &agrave; gest&atilde;o. In L. O. Borges, &amp; L. Mour&atilde;o (Orgs.). <i>O trabalho e as organiza&ccedil;&otilde;es: Modos de atua&ccedil;&atilde;o a partir da Psicologia</i> (pp. 37-63). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128646&pid=S1984-6657201400040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Benner, P. (1984). <i>From Novice to Expert: Excellence and Power in Clinical Nursing Practice</i>. Menlo Park, CA: Addison-Wesley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128648&pid=S1984-6657201400040000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bisquerra, R. (2000). <i>Educaci&oacute;n emocional y bienestar.</i> Barcelona: Praxis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128650&pid=S1984-6657201400040000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bisquerra, R. (2009). <i>Psicopedagog&iacute;a de las emociones</i>. Madrid: S&iacute;ntesis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128652&pid=S1984-6657201400040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bolsoni-Silva, A.T., Del Prette, Z.A.P., Del Prette, G., Montagner, A.R., Bandeira, M., &amp; Del Prette, A. (2006). Habilidades sociais no Brasil: Uma an&aacute;lise dos estudos publicados em peri&oacute;dicos. In M. Bandeira, Z. A. P. Del Prette, &amp; A. Del Prette (Orgs.). <i>Estudos sobre habilidades sociais e relacionamento interpessoal</i> (pp. 17-45). S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128654&pid=S1984-6657201400040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Borini, F. M., &amp; Fleury, M. T. L. (2010). O desenvolvimento de compet&ecirc;ncias organizacionais em diferentes modelos gerenciais de subsidi&aacute;rias de empresas multinacionais Brasileiras. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea, 14</i>(4),575-593.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128656&pid=S1984-6657201400040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Boyatzis, R.E. (1982). <i>The Competent Manager: A Model for Effective Performance</i>. New York, N.J.: John Wiley &amp; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128658&pid=S1984-6657201400040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Boyatzis, R.E. (2008). Competencies in the 21st century. <i>Journal of Management Development. 27</i>(1),5-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128660&pid=S1984-6657201400040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Boyatzis, R.E. (2009). Competencies as a behavioural approach to emotional intelligence. <i>Journal of Management Development. 28</i>(9);749-770.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128662&pid=S1984-6657201400040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brand&atilde;o, H. P. (2007). Compet&ecirc;ncias no trabalho: uma an&aacute;lise da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica Brasileira. <i>Estudos de Psicologia, 12</i>(2),149-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128664&pid=S1984-6657201400040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brand&atilde;o, H. P. (2009). <i>Aprendizagem, contexto, compet&ecirc;ncia e desempenho: um estudo multin&iacute;vel.</i> Tese de doutorado, Instituto de Psicologia, Universidade de Bras&iacute;lia, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128666&pid=S1984-6657201400040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brand&atilde;o, H. P., Bahry, C. P., &amp; Freitas, I. A. (2008). Os impactos do suporte &agrave; transfer&ecirc;ncia sobre a aplica&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias no trabalho: a percep&ccedil;&atilde;o dos mestres e doutores do Banco do Brasil. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o da Universidade de S&atilde;o Paulo. 43</i>(3),224-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128668&pid=S1984-6657201400040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Brand&atilde;o, H. P., &amp; Guimar&atilde;es, T. de A. (2001). Gest&atilde;o de compet&ecirc;ncias e Gest&atilde;o de desempenho: tecnologias distintas ou instrumentos de um mesmo construto? <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresa, 41</i>(1),8-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128670&pid=S1984-6657201400040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">C&acirc;mara, S.G., Sarriera, J.C., &amp; Pizzinato, A. (2004). Que portas se abrem no mercado para os jovens em tempo de mudan&ccedil;as? In S.C. Sarriera, K.B. Rocha, &amp; A. Pizzinato (Eds.). <i>Desafios do mundo do trabalho: Orienta&ccedil;&atilde;o, inser&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;as</i> (pp. 73-113). Porto Alegre: Editora da Puc RS.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128672&pid=S1984-6657201400040000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Campbell, J. P. (1990). Modeling the performance prediction problem in industrial and organizational psychology. In M. D. Dunnette, &amp; L. M. Hough (Eds.). <i>Handbook of Industrial and Organizational Psychology (</i>pp. 687-732). Palo Alto: Consulting Psychologists Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128674&pid=S1984-6657201400040000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Campbell, J.P., Dunnette, M.D., Lawler, E.E., &amp; Weick Jr., K.E. (1970). <i>Managerial Behavior, Performance, and Effectiveness</i>, McGraw-Hill, New York, NY.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128676&pid=S1984-6657201400040000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Campos, E.B.D., &amp; Abbad, G. (no prelo). Compet&ecirc;ncias. In P. Bendassolli, &amp; J. E. Borges-Andrade (Orgs.). <i>Dicion&aacute;rio de Psicologia Organizacional e do Trabalho</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128678&pid=S1984-6657201400040000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carbone, P.P., Brand&atilde;o, H.P., Leite, J.B., &amp; Vilhena, R.M. (2009). <i>Gest&atilde;o por compet&ecirc;ncias e gest&atilde;o do conhecimento</i>. Rio de Janeiro: Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128680&pid=S1984-6657201400040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carmeli, A., &amp; Josman, Z. E. (2006). The Relationship among Emotional Intelligence, Task Performance, and Organizational Citizenship Behaviours. <i>Journal of Human Performance, 19</i>(4),403-419.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128682&pid=S1984-6657201400040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cheetham, G., &amp; Chivers, G. (2000). A new look at competent professional practice. <i>Journal of European Industrial Training, 24</i>(7),374-383.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128684&pid=S1984-6657201400040000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Csikszentmihalyi, M. (1996). <i>Creativity: flow and the psychology of discovery and invention.</i> New York: HarperCollins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128686&pid=S1984-6657201400040000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Coelho, F. A., Jr. (no prelo) Desempenho. In P. Bendassolli, &amp; J. E. Borges-Andrade, (Orgs.). <i>Dicion&aacute;rio de Psicologia Organizacional e do Trabalho</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128688&pid=S1984-6657201400040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Coelho, F. A., Jr., &amp; Borges-Andrade, J. E. (2008). Uso do conceito de aprendizagem em estudos relacionados ao trabalho em organiza&ccedil;&otilde;es. <i>Paid&eacute;ia, 18</i>(40),221-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128690&pid=S1984-6657201400040000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Da Costa, S., &amp; P&aacute;ez, D. (2014). <i>Afectividad positiva inducida y su impacto en la creatividad, beneficios y ajuste percibido al narrar una experiencia emocional intensa.</i> Manuscrito submetido para an&aacute;lise de publica&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128692&pid=S1984-6657201400040000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Da Costa, S., &amp; S&aacute;nchez, F. (2013). Regulaci&oacute;n afectiva en el lugar de trabajo: el rol de la inteligencia y de la creatividad emocional. In R. Gonzalez-Cabanach, R. Fernandez-Cervantes, M. M. Ferradas-Canedo, &amp; C. Freire-Rodriguez (Coord.). <i>Psicologia y salud. Salud fisica y mental</i> II (pp. 83-90). Granada: Editorial Geu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128694&pid=S1984-6657201400040000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2001). <i>Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (IHS-Del-Prette): Manual de aplica&ccedil;&atilde;o, apura&ccedil;&atilde;o e  interpreta&ccedil;&atilde;o</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128696&pid=S1984-6657201400040000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2003). No contexto da travessia para o ambiente de trabalho. Treinamento de habilidades sociais com universit&aacute;rios. <i>Estudos de Psicologia</i> (Natal), <i>8</i>(2),413-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128698&pid=S1984-6657201400040000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2005). <i>Psicologia das habilidades sociais na inf&acirc;ncia: teoria e pr&aacute;tica</i>. Petr&oacute;polis: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128700&pid=S1984-6657201400040000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Del Prette, Z. A. P., &amp; Pereira, C. S. (2008). Procedimentos de observa&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es estruturadas para a avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais profissionais de adolescentes. <i>Revista Psicolog, 1</i>(1),55-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128702&pid=S1984-6657201400040000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Durand, T. (2006). L'alchimie de la comp&eacute;tence<i>. Revue fran&ccedil;aise de gestion</i>, 160,261-292. Recuperado em 08 novembro, 2013,de <a href="http://www.cairn.info/revue-francaise-de-gestion-2006-1-page-261.htm" target="_blank">http://www.cairn.info/revue-francaise-de-gestion-2006-1-page-261.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128704&pid=S1984-6657201400040000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dutra, J. S. (2004). <i>Compet&ecirc;ncias: Conceitos e Instrumentos para a Gest&atilde;o de Pessoas na Empresa Moderna</i>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128706&pid=S1984-6657201400040000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dutra, J. S., Fleury, M. T., &amp; Ruas, R. (Orgs.). (2008). <i>Compet&ecirc;ncias: conceitos, m&eacute;todos e experi&ecirc;ncias</i>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128708&pid=S1984-6657201400040000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dutra, J. S., Hip&oacute;lito, J. A. M., &amp; Silva, C. M. (2000). Gest&atilde;o de pessoas por compet&ecirc;ncias: o caso de uma empresa do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea, 4</i>(1),161-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128710&pid=S1984-6657201400040000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Emmerling, R. J., &amp; Boyatzis, R. E. (2012). Emotional and social intelligence competencies: cross cultural implications. <i>Cross  Cultural Management, 19</i>(1),4-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128712&pid=S1984-6657201400040000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Feitosa, F. B., Matos, M. C., Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2009). Desempenho acad&eacute;mico e interpessoal em adolescentes portugueses. <i>Psicologia em Estudo, 14</i>(2),259-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128714&pid=S1984-6657201400040000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fleury, M. T. L. &amp; Fleury, A. (2001). Construindo o Conceito de Compet&ecirc;ncias. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea, Edi&ccedil;&atilde;o  Especial, </i>183-196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128716&pid=S1984-6657201400040000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Freitas, L.C. &amp; Del Prette, Z. A. P. (2010). Validade de crit&eacute;rio do sistema de avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais (SSRS-BR). <i>Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 23</i>(30),430-439.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128718&pid=S1984-6657201400040000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Goleman, D. (1998). <i>Working with Emotional Intelligence</i>. New York, N.J.: Bantam Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128720&pid=S1984-6657201400040000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Goleman, D., Boyatzis, R. E., &amp; McKee, A. (2002). <i>Primal Leadership: Realizing the Power of Emotional Intelligence</i>. Boston, MA: Harvard Business School Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128722&pid=S1984-6657201400040000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gomes, G., &amp; Soares, A. B. (2013). Intelig&ecirc;ncia, habilidades sociais e expectativas acad&ecirc;micas no desempenho de estudantes universit&aacute;rios. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 26</i>(4),780-789.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128724&pid=S1984-6657201400040000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gondim, S. M. G., &amp; Loiola, E. (no prelo). Emo&ccedil;&otilde;es e aprendizagem em contextos sociais: aspectos conceituais. In S. M. G. Gondim, &amp; E. Loiola (Orgs.).<i> Emo&ccedil;&otilde;es e aprendizagem em contextos sociais e de trabalho: </i>Conhecendo para melhor educar nos contextos escolares e de trabalho. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128726&pid=S1984-6657201400040000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gondim, S. M. G., &amp; Mutti, C., (2011). Affections in learning situations: a study of an entrepreneurship skills development course, <i>Journal of Workplace Learning, 23</i>(3),195-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128728&pid=S1984-6657201400040000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gross, J. J. (2007). <i>Handbook of emotion regulation</i>. New York: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128730&pid=S1984-6657201400040000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Izard, C. E. (2010). The Many Meanings/Aspects of Emotion: Definitions, Functions, Activation, and Regulation. <i>Emotion Review,  2</i>(4),363-370.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128732&pid=S1984-6657201400040000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Jarvis, M. (2005). <i>The psychology of effective learning and teaching</i>. Cheltenham, Nelson Thornes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128734&pid=S1984-6657201400040000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Jones, L.K. (1996). <i>Job skills for the 21 stcentury: A guide for students. </i>Phoenix, AZ: The Oryx Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128736&pid=S1984-6657201400040000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kilimnik, Z. M., &amp; Santa'anna, A. S. (2006). Modernidade organizacional, pol&iacute;tica de gest&atilde;o de pessoas e compet&ecirc;ncias profissionais. In J. E. Borges-Andrade, G. S. Abbad, &amp; L. Mour&atilde;o (Orgs.). <i>Treinamento, desenvolvimento e educa&ccedil;&atilde;o em organiza&ccedil;&otilde;es do trabalho: fundamentos para a gest&atilde;o de pessoas</i> (pp. 85-96). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128738&pid=S1984-6657201400040000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kimura, H., Teixeira, M. L. M., &amp; Godoy, A. S. (2006). Redes sociais, valores e compet&ecirc;ncias: simula&ccedil;&atilde;o de conex&otilde;es. <i>Revista de  Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas. 46</i>(3).42-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128740&pid=S1984-6657201400040000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kolb, D. (1984). <i>Experiential Learning:</i> Experience as the source of learning and development. Englewood Cliffs, N. J.: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128742&pid=S1984-6657201400040000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lichtenberg, J. W. &amp; Goodyear, R. K. (2012). Informal learning, incidental learning, and deliberate continuing education: Preparing psychologists to be effective lifelong learners. In G. J. Neimeyer, &amp; J. M. Taylor (Eds.). <i>Continuing professional development  and lifelong learning</i>: Issues, impacts and outcomes (pp. 73-82). Hauppauge, NY: Nova Science.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128744&pid=S1984-6657201400040000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Loiola, E. &amp; Rocha, M. C. F. (2002, setembro) Aprendizagem no Processo de Sele&ccedil;&atilde;o de Ferramenta CASE para o Estado da Bahia. Anais do Encontro Nacional de Programas de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Administra&ccedil;&atilde;o - ENANPAD, Salvador, BA, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128746&pid=S1984-6657201400040000600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mayer, J., Caruso, D. R., &amp; Salovey, P. (1999). Emotional intelligence meets traditional standards for an intelligence. <i>Intelligence, 27</i>(4),267-298.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128748&pid=S1984-6657201400040000600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mazzola, J. J., Schonfeld, I. S., &amp; Spector, P. E. (2011). What Qualitative Research has Taught us about Occupational Stress. <i>Stress &amp; Healt, 27</i>,93-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128750&pid=S1984-6657201400040000600056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">McCalister, K. T., Dolbier, C. L., Webster, J. A., Mallon, M. W., &amp; Steinhardt, M.A. (2006). Hardiness and Support at Work as Predictors of Work Stress and Job Satisfaction. <i>American Journal of Health Promotion, 20</i>(3),183-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128752&pid=S1984-6657201400040000600057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">McClelland, D.C. (1973). Testing for competence rather than for intelligence. <i>American Psychologist, 28</i>,1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128754&pid=S1984-6657201400040000600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mutti, C., Alvim, S., Loiola, E., Gondim, S. M. G., &amp; Borges-Andrade, J. (no prelo). Aprendizagem experiencial: articulando cogni&ccedil;&atilde;o e emo&ccedil;&otilde;es para aprender a trabalhar. In S. M. G.Gondim, &amp; E. Loiola (Orgs.).<i> Emo&ccedil;&otilde;es e aprendizagem em contextos  sociais e de trabalho: </i>Conhecendo para melhor educar nos contextos escolares e de trabalho. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128756&pid=S1984-6657201400040000600059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neimeyer, G. J., Taylor, J. M., &amp; Cox, D. R. (2012). On hope and possibility: Does continuing professional development contribute to ongoing professional competence? <i>Professional Psychology: Research and Practice. 43</i>(5),476-486.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128758&pid=S1984-6657201400040000600060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nelis, D., Quoidbach, J, Hansenne, M., &amp; Mikolajczak M. (2011). Measuring Individual Differences in Emotion Regulation: The Emotion Regulation Profile-Revised (ERP-R). <i>Psychologica Belgica, 51</i>(1),49-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128760&pid=S1984-6657201400040000600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&iacute;ven, K., Sprigg, C.A., &amp; Armitage, C.J. (2012). Does emotion regulation protect employees from the negative effects of workplace aggression? <i>European Journal of Work and Organizational Psychology, 22</i>(1),1-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128762&pid=S1984-6657201400040000600062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&iacute;ven, K., Totterdell, P., Stride, C.B., &amp; Holman, D. D. (2011) Emotion Regulation of Others and Self (EROS): The Development and Validation of a New Individual Difference Measure. <i>Current Psychology, 30</i>(1),53-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128764&pid=S1984-6657201400040000600063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O'Boyle, E.H., Humphrey, R.H., Pollack, J.M., Hawver, T.H., &amp; Story, P.A. (2011). The relation between emotional intelligence and job performance: A meta-analysis. <i>Journal of Organizational Behavior, 32</i>(5),788-818.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128766&pid=S1984-6657201400040000600064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Paiva, K., &amp; Melo, M. C. O. L. (2008). Compet&ecirc;ncias, gest&atilde;o de compet&ecirc;ncias e profiss&otilde;es: perspectivas de pesquisas. <i>Revista  de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea, 12</i>(2),339-368.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128768&pid=S1984-6657201400040000600065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pantoja, M. J., &amp; Borges-Andrade, J. E. (2004). Contribui&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas e metodol&oacute;gicas da abordagem multin&iacute;vel para o estudo da aprendizagem e sua transfer&ecirc;ncia nas organiza&ccedil;&otilde;es. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o Contempor&acirc;nea,  8</i>(4),115-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128770&pid=S1984-6657201400040000600066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Peixoto, A. L. A., &amp; Caetano, A. (2013). Avalia&ccedil;&atilde;o de Desempenho. In L. Borges, &amp; Mour&atilde;o, L. (Org.). <i>O Trabalho e a Organiza&ccedil;&atilde;o: Interven&ccedil;&otilde;es a partir da Psicologia</i> (pp. 410-430). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128772&pid=S1984-6657201400040000600067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pereira-Guizzo, C.S., Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2009). Habilidades sociais de trabalhadores com e sem defici&ecirc;ncia f&iacute;sica. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa,  25</i>(3),339-346.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128774&pid=S1984-6657201400040000600068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pereira-Guizzo, C. S., Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2011). Evaluation of a profesional social skills program for unemploymed people with physical disability.<i> Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 29</i>(2),265-274.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128776&pid=S1984-6657201400040000600069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quoidbach, J., Berry, E., Hansenne, M., &amp; Mikolajczak, M. (2010). Positive emotion regulation and well-being. <i>Personality and  Individual Differences, 49</i>(5),368-373.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128778&pid=S1984-6657201400040000600070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sonnentag, S., &amp; Frese, M. (2005). Performance concepts and performance theory. In S. Sonnentag (Ed.). <i>Psychological Manage ment of Individual Performance</i> (pp. 3-27). Chichester, UK: John Wiley &amp; Sons Ltda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128780&pid=S1984-6657201400040000600071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Spencer, L.M., Jr. &amp; Spencer, S.M. (1993). <i>Competence at Work: Models for Superior Performance.</i> New York, N.J.: John Wiley &amp; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128782&pid=S1984-6657201400040000600072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">UNESCO (1998). <i>Declaraci&oacute;n mundial sobre la educaci&oacute;n superior en el siglo XXI: Visi&oacute;n y Acci&oacute;n. </i>Recuperado em 10 setembro, 2013, de <a href="http://www.unesco.org/education/educprog/wche/declaration_spa.htm" target="_blank">http://www.unesco.org/education/educprog/wche/declaration_spa.htm</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128784&pid=S1984-6657201400040000600073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Werquin P. (2010). Recognising Non-formal and Informal Learning: Outcomes, Policies and Practices, OECD-Publishing, Paris, 91 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128785&pid=S1984-6657201400040000600074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Zarifian, P. (2001). <i>Objetivo compet&ecirc;ncia: por uma nova l&oacute;gica</i>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128787&pid=S1984-6657201400040000600075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Zarifian, P. (2003). <i>O modelo da compet&ecirc;ncia: trajet&oacute;ria hist&oacute;rica, desafios atuais e propostas</i>. S&atilde;o Paulo: SENAC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128789&pid=S1984-6657201400040000600076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Zerbini, T. (2007). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o da transfer&ecirc;ncia de treinamento em curso a dist&acirc;ncia.</i> Tese de doutorado, Instituto de Psicologia, Universidade de Bras&iacute;lia, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=4128791&pid=S1984-6657201400040000600077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#enda"><img src="/img/revistas/rpot/v14n4/seta.jpg" border="0"></a> <b>Endere&ccedil;o:</b>    <br> S&ocirc;nia Maria Guedes Gondim    <br> Rua Rodrigo Argolo, 293 apto 502 - Rio Vermelho    <br> Salvador - Bahia. CEP: 41940-220    <br> Telefone: (71) 3240-7792    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> email:<a href="mailto:sggondim@gmail.com">sggondim@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Franciane Andrade de Morais    <br> Av. Acupe de Brotas, 924, Apto 1402 - Brotas    <br> Salvador - Bahia. CEP: 40290-160    <br> Telefone: (71) 3496-6795    <br> email: <a href="mailto:francianeandrade@hotmail.com">francianeandrade@hotmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Carolina dos Anjos Almeida Brantes    <br> Rua Eng&ordm; Adhemar fontes, 309, apto 404 - Pituba    <br> Salvador - Bahia. CEP: 41810-710    <br> Telefone: (71) 3283-6735    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> email: <a href="mailto:carolinaaab@gmail.com">carolinaaab@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em: 07.12.2013    <br> Primeira decis&atilde;o editorial em: 28.04.2014    <br> Vers&atilde;o final em: 25.06.2014    <br> Aceito em: 14.07.2014</font></p>      ]]></body>
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