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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Redes Sociais e Atenção em Saúde Mental: Uma Revisão da Literatura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper aimed to raise, analyze and discuss studies of the Brazilian Psychiatric Reform and the Mental Health Care based on Psychosocial Model, guiding such discussion on models of social networks with theoretical framework of systemic-new paradigmatic approach. It consisted of a theoretical research with data collection in the following databases: PsycInfo, MEDLINE, SciELO, Virtual Health Library, BIREME and Lilacs. Were found and selected 33 productions published between 1984 and 2014, divided into 23 scientific papers, seven dissertations, two doctoral theses and one course conclusion monograph. We found a weakness of inter-institutional relations, a lack of specific training and culture of the professionals to work in the context of networks, making it important to reflect on models of psychosocial care in mental health from the concept of social network. The new-paradigm systemic-cybernetic perspective as theoretical framework appears as a possibility to develop a constructivist approach, focused on an attention directed to inter-subjective understanding of the subject and their social support network, with direction to lower dependence of users in relation to professionals.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO    DE REVIS&Atilde;O N&Atilde;O SISTEM&Aacute;TICA DE LITERATURA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Redes    Sociais e Aten&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental: Uma Revis&atilde;o da    Literatura</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Social Networks    and Mental Health Care: A Literature Review</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Claudia Daiana    Borges<sup>I</sup>; Jeovane Gomes de Faria<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Uniasselvi/Fameg.    Mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do    curso de Psicologia da Uniasselvi/Fameg. Docente dos cursos de Fisioterapia    e Farm&aacute;cia da Faculdade Jangada. E-mail: <a href="mailto:claudia.daiana@gmail.com">claudia.daiana@gmail.com</a>    <br>   <sup>II</sup>Universidade Federal de Santa Catarina. Uniasselvi/Fameg. Doutorando    em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do curso    de Psicologia da Uniasselvi/Fameg. E-mail: <a href="mailto:psijeo@yahoo.com.br">psijeo@yahoo.com.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#corresp">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente trabalho    teve por objetivo levantar, analisar e discutir estudos acerca da Reforma Psiqui&aacute;trica    Brasileira e do Modelo de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial em Sa&uacute;de    Mental pautando tal discuss&atilde;o nos modelos de Redes Sociais, com arcabou&ccedil;o    te&oacute;rico do enfoque sist&ecirc;mico-novo paradigm&aacute;tico. Constituiu-se    em pesquisa te&oacute;rica com coleta de dados nas seguintes bases de dados:    PsycInfo, MEDLINE, ScieLO, Biblioteca Virtual de Sa&uacute;de, BIREME e Lilacs.    Foram encontradas e selecionadas 33 produ&ccedil;&otilde;es publicadas entre    os anos 1984 e 2014, divididas em 23 artigos cient&iacute;ficos, sete disserta&ccedil;&otilde;es    de mestrado, duas teses de doutorado e uma monografia de conclus&atilde;o de    curso. Constatou-se uma fragilidade das rela&ccedil;&otilde;es interinstitucionais,    falta de forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica e cultura dos profissionais    para o trabalho na perspectiva de redes, tornando-se importante a reflex&atilde;o    sobre os modelos de aten&ccedil;&atilde;o psicossocial em sa&uacute;de mental    a partir do conceito de rede social. A vis&atilde;o sist&ecirc;mico-cibern&eacute;tica    novo-paradigm&aacute;tica como aporte te&oacute;rico aparece como possibilidade    ao desenvolvimento de uma postura construtivista, focada em uma aten&ccedil;&atilde;o    direcionada &agrave; compreens&atilde;o intersubjetiva do sujeito e sua rede    social de apoio, com direcionamento para a menor depend&ecirc;ncia dos usu&aacute;rios    em rela&ccedil;&atilde;o aos profissionais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave</b><b>:</b>    redes sociais, sa&uacute;de mental, teoria sist&ecirc;mico-cibern&eacute;tica</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This paper aimed    to raise, analyze and discuss studies of the Brazilian Psychiatric Reform and    the Mental Health Care based on Psychosocial Model, guiding such discussion    on models of social networks with theoretical framework of systemic-new paradigmatic    approach. It consisted of a theoretical research with data collection in the    following databases: PsycInfo, MEDLINE, SciELO, Virtual Health Library, BIREME    and Lilacs. Were found and selected 33 productions published between 1984 and    2014, divided into 23 scientific papers, seven dissertations, two doctoral theses    and one course conclusion monograph. We found a weakness of inter-institutional    relations, a lack of specific training and culture of the professionals to work    in the context of networks, making it important to reflect on models of psychosocial    care in mental health from the concept of social network. The new-paradigm systemic-cybernetic    perspective as theoretical framework appears as a possibility to develop a constructivist    approach, focused on an attention directed to inter-subjective understanding    of the subject and their social support network, with direction to lower dependence    of users in relation to professionals.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords</b><b>:</b>    social networks, mental health, systemic-cybernetics theory</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A redemocratiza&ccedil;&atilde;o    brasileira promoveu uma reestrutura&ccedil;&atilde;o dos modelos de aten&ccedil;&atilde;o    nos v&aacute;rios setores da sociedade, tendo em comum a influ&ecirc;ncia de    ideias hegem&ocirc;nicas reducionistas de car&aacute;ter secular, privilegiando    determinado grupo social em detrimento da maioria da popula&ccedil;&atilde;o.    A insufici&ecirc;ncia assistencial trouxe a necessidade de pensar o ser humano    a partir de suas singularidades, levando-se em conta seu territ&oacute;rio de    a&ccedil;&atilde;o e seu universo relacional, sendo importante tra&ccedil;ar    considera&ccedil;&otilde;es acerca das redes sociais significativas dos indiv&iacute;duos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Rede social significativa    compreende o conjunto de todas as rela&ccedil;&otilde;es que um sujeito entende    como significativas ou diferenciadas das demais rela&ccedil;&otilde;es estabelecidas,    configurando-se como o grau relacional interpessoal e contribuindo para o reconhecimento    enquanto sujeito, para a constru&ccedil;&atilde;o de identidade, para o sentimento    de bem-estar, perten&ccedil;a e autonomia (Sluzky, 1997). Como um sistema aberto,    as redes sociais permitem aos membros de uma fam&iacute;lia ou comunidade se    beneficiarem das m&uacute;ltiplas rela&ccedil;&otilde;es que estabelecem e favorecem    seu desenvolvimento (Meneses, 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As redes sociais    caracterizam-se como um dos principais recursos que um sujeito disp&otilde;e    no que se refere ao apoio recebido e percebido, havendo associa&ccedil;&atilde;o    entre desenvolvimento humano saud&aacute;vel e qualidade das redes sociais que    um sujeito mant&eacute;m (Mor&eacute; &amp; Crepaldi, 2012). Os membros da rede    social, num contexto comunit&aacute;rio desempenham fun&ccedil;&otilde;es importantes    na vida do sujeito, auxiliando nas solu&ccedil;&otilde;es de problemas, oferecendo    orienta&ccedil;&otilde;es e companhia. Tais redes se constituem no decorrer    do ciclo vital do indiv&iacute;duo e sua fam&iacute;lia, sendo definidas pelo    v&iacute;nculo, proximidade e intimidade (Ornelas, 2008), exercendo influ&ecirc;ncia    no processo de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de (Mendes, 2011) e    desempenhando fun&ccedil;&otilde;es nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais    entre o sujeito, sua fam&iacute;lia e seu entorno social. A qualidade das rela&ccedil;&otilde;es    est&aacute; associada com a hist&oacute;ria, intensidade, frequ&ecirc;ncia e    mutualidade dos v&iacute;nculos estabelecidos e interligados em um processo    sist&ecirc;mico (Mor&eacute;, 2005).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esteves de Vasconcelos    (2008) afirma que pensar sistemicamente implica considerar a complexidade, a    instabilidade e a intersubjetividade das rela&ccedil;&otilde;es humanas e dos    fen&ocirc;menos em geral. A autora enfatiza que para romper com o paradigma    tradicional, focado nas rela&ccedil;&otilde;es causais do fen&ocirc;meno e com    pensamento linear, faz-se necess&aacute;rio exercitar a mente rumo a uma "mente    sist&ecirc;mica", buscando: ampliar o foco de observa&ccedil;&atilde;o (complexidade),    acreditar nos processos de auto-organiza&ccedil;&atilde;o (instabilidade) e    na constru&ccedil;&atilde;o conjunta de saberes e/ou descri&ccedil;&otilde;es    da realidade (intersubjetividade).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O pensamento sist&ecirc;mico-novo-paradigm&aacute;tico    constitui assim em um rompimento com a ideia de previsibilidade e controlabilidade,    caminhando rumo a uma perspectiva relacional em que "n&atilde;o h&aacute; leis    definitivas sobre a realidade" e "s&oacute; temos afirma&ccedil;&otilde;es consensuais"    (Esteves de Vasconcelos, 2008). Esse novo paradigma compreende o sistema de    acordo com suas partes, n&atilde;o esquecendo de seu todo, do processo e do    contexto, construindo o saber de forma coletiva e relacional, imprevis&iacute;vel    e din&acirc;mica, conforme a constitui&ccedil;&atilde;o das inter-rela&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa vis&atilde;o    sist&ecirc;mica do indiv&iacute;duo tem rela&ccedil;&atilde;o direta com o novo    modelo de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de que v&ecirc;m sendo implantado    no Brasil desde a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, e mais especificamente    as propostas da Reforma Psiqui&aacute;trica Brasileira, que tem aten&ccedil;&atilde;o    voltada &agrave; reinser&ccedil;&atilde;o social do indiv&iacute;duo, considerando    todos os aspectos intr&iacute;nsecos ao ambiente provocador e potencializador    do sofrimento, bem como suas redes sociais de apoio (Sluzki, 1997). A Reforma    Psiqui&aacute;trica prop&otilde;e substituir o modelo asilar por um modelo de    aten&ccedil;&atilde;o em rede, sendo os Centros de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial    (CAPS) seus dispositivos estrat&eacute;gicos. A prioridade &eacute; a reinser&ccedil;&atilde;o    social e o fortalecimento de v&iacute;nculo dos usu&aacute;rios, oferecendo    apoio e incentivo na busca da constru&ccedil;&atilde;o da autonomia e cidadania    (Lancetti, 2015; Souza &amp; Kantorski, 2009; Brasil, 2004).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pol&iacute;tica    brasileira de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental, entendida como um    conjunto de a&ccedil;&otilde;es que inclui desde a prote&ccedil;&atilde;o e    a promo&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de at&eacute; o diagn&oacute;stico    e o tratamento de doen&ccedil;as, est&aacute; inserida na no&ccedil;&atilde;o    de rede, orientada nos princ&iacute;pios b&aacute;sicos preconizados pelas Diretrizes    da Pol&iacute;tica de Aten&ccedil;&atilde;o Integral &agrave; Sa&uacute;de Mental,    pressupondo servi&ccedil;os diversos, que dever&atilde;o atender diferentes    necessidades e organizando-se a partir das seguintes diretrizes: acolhida, v&iacute;nculo,    responsabilidade e contrato de cuidados (Kantorski, 2007). Esse modelo de aten&ccedil;&atilde;o    prop&otilde;e o aperfei&ccedil;oamento das potencialidades dos servi&ccedil;os    para se tornarem mais resolutivos e responderem &agrave; necessidade que originou    a busca do usu&aacute;rio por atendimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, o presente    trabalho tem por objetivo levantar, analisar e discutir estudos acerca da Reforma    Psiqui&aacute;trica Brasileira e do Modelo de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial    em Sa&uacute;de Mental pautando tal discuss&atilde;o nos modelos de Redes Sociais,    com arcabou&ccedil;o te&oacute;rico dos estudos recentes sobre redes sociais,    de acordo com o enfoque sist&ecirc;mico-novo paradigm&aacute;tico, com a proposta    de verificar como essa conceitua&ccedil;&atilde;o aparece no cotidiano das pr&aacute;ticas    dos servi&ccedil;os.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A revis&atilde;o    sistem&aacute;tica da literatura foi realizada em mar&ccedil;o de 2016, buscou    por produ&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas publicadas entre os anos de 1984    e 2014 nas seguintes bases de dados: PsycInfo, MEDLINE, SciELO, Biblioteca Virtual    de Sa&uacute;de, BIREME e Lilacs. Inicialmente utilizou-se o descritor "rede    social" combinado com "reforma psiqui&aacute;trica", "aten&ccedil;&atilde;o    psicossocial", "sa&uacute;de mental" e/ou "sist&ecirc;mico". Devido &agrave;    variedade de defini&ccedil;&otilde;es sem um consenso de utiliza&ccedil;&atilde;o,    o termo "rede social" foi substitu&iacute;do em um segundo momento pelo termo    "redes comunit&aacute;rias" e em seguida por "redes de suporte", onde se fez    as mesmas combina&ccedil;&otilde;es da primeira pesquisa. Finalizando a busca    foi combinado o termo "sist&ecirc;mico" com "sa&uacute;de mental", "aten&ccedil;&atilde;o    psicossocial" e/ou "reforma psiqui&aacute;trica". Tamb&eacute;m se utilizou    neste trabalho dados presentes na legisla&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental    no Brasil. Para inclus&atilde;o das produ&ccedil;&otilde;es neste estudo foram    consideradas apenas estudos nacionais relacionados &agrave; tem&aacute;tica    das redes sociais e aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultado e    Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um total de 33    produ&ccedil;&otilde;es foram encontradas para an&aacute;lise, divididas em:    23 artigos cient&iacute;ficos, sete disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado,    duas teses de doutorado e uma monografia de conclus&atilde;o de curso. As produ&ccedil;&otilde;es    ser&atilde;o apresentadas em duas categorias, come&ccedil;ando pelos documentos    de conclus&atilde;o de curso (disserta&ccedil;&atilde;o, tese e monografia)    e finalizando com artigos cient&iacute;ficos. Os artigos est&atilde;o agrupados    a partir de semelhan&ccedil;as metodol&oacute;gicas e objetivos em comum.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Disserta&ccedil;&otilde;es,    teses e monografia</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A disserta&ccedil;&atilde;o    de Siqueira (1984) &eacute; a refer&ecirc;ncia mais antiga analisada. Nesse    estudo, a autora buscou elaborar um programa de orienta&ccedil;&atilde;o para    adolescentes, partindo do referencial sist&ecirc;mico, com o objetivo de desenvolver    a&ccedil;&otilde;es educativas nas pr&aacute;ticas de enfermagem em sa&uacute;de    mental, com suporte te&oacute;rico-epistemol&oacute;gico do pensamento complexo    e da no&ccedil;&atilde;o de <i>feedback</i>. O car&aacute;ter simb&oacute;lico    desse trabalho o torna ainda mais relevante no presente estudo, uma vez que    na &eacute;poca de sua publica&ccedil;&atilde;o, no in&iacute;cio da d&eacute;cada    de 1980, o movimento de Reforma Psiqui&aacute;trica ainda n&atilde;o havia alcan&ccedil;ado    mudan&ccedil;as na legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para o trabalho    em redes de aten&ccedil;&atilde;o, que ocorreu mais de uma d&eacute;cada depois.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em outra disserta&ccedil;&atilde;o    de mestrado, Almeida (1997), realizou uma revis&atilde;o cr&iacute;tica do processo    de Reforma Psiqui&aacute;trica. Embora com referencial psicanal&iacute;tico,    esse trabalho merece destaque por j&aacute; apresentar um copilado das produ&ccedil;&otilde;es    em sa&uacute;de mental dando &ecirc;nfase no modelo de aten&ccedil;&atilde;o    psicossocial e na rede social de apoio. Beaklini (2001) defendeu sua disserta&ccedil;&atilde;o    onde colocava em quest&atilde;o a inclus&atilde;o social e a cria&ccedil;&atilde;o    de uma agenda de a&ccedil;&otilde;es reformistas para os grupos exclu&iacute;dos    de um hospital psiqui&aacute;trico de Niter&oacute;i (RJ), buscando a desinstitucionaliza&ccedil;&atilde;o    de seus benefici&aacute;rios, conferindo-lhes uma maior autonomia e aumento    de poder contratual, al&eacute;m da amplia&ccedil;&atilde;o de suas redes sociais    e conhecimentos acerca dos determinantes sociais da sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os tr&ecirc;s primeiros    trabalhos descritos foram constru&iacute;dos em um momento anterior da legisla&ccedil;&atilde;o    atual em sa&uacute;de mental (2001), onde os dispositivos de cuidado e o modelo    de aten&ccedil;&atilde;o psicossocial ainda estavam no campo estrito do movimento    reformista, mas que j&aacute; apresentavam alguns conceitos utilizados atualmente,    como a import&acirc;ncia do acolhimento e a constru&ccedil;&atilde;o de projeto    terap&ecirc;uticos considerando o territ&oacute;rio e a inclus&atilde;o social    dos usu&aacute;rios.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com o objetivo    de investigar os fluxos entre servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental e a Estrat&eacute;gia    Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF), Pinto (2003) entrevistou, em sua disserta&ccedil;&atilde;o,    coordenadores e membros desses servi&ccedil;os, constatando que os Agentes Comunit&aacute;rios    de Sa&uacute;de (ACS) e os familiares s&atilde;o os grandes interlocutores do    sofrimento ps&iacute;quico, que a ESF constitui-se no principal local de escuta    e acolhimento dos portadores de sofrimento ps&iacute;quico e que existe a necessidade    de se aprimorar a interlocu&ccedil;&atilde;o entre os servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de mental, n&atilde;o havendo um fluxograma claro para os encaminhamentos.    Esse trabalho torna-se relevante &agrave; medida que demonstra a fragilidade    nas rela&ccedil;&otilde;es interinstitucionais e falta de forma&ccedil;&atilde;o    espec&iacute;fica e cultura dos profissionais para o trabalho na perspectiva    de redes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Castilho (2005),    em sua especializa&ccedil;&atilde;o em Psicoterapia e Orienta&ccedil;&atilde;o    Familiar - Abordagem Sist&ecirc;mica, realizou um estudo que buscou identificar    as dificuldades enfrentadas pelas fam&iacute;lias na ades&atilde;o ao tratamento    para o transtorno mental de um de seus membros, realizando uma investiga&ccedil;&atilde;o    bibliogr&aacute;fica que permeou desde os aspectos hist&oacute;ricos da sa&uacute;de    mental, passando pelas representa&ccedil;&otilde;es sociais da loucura at&eacute;    atingir o atual modelo de aten&ccedil;&atilde;o, embasando sua discuss&atilde;o    no pensamento sist&ecirc;mico-novo paradigm&aacute;tico. A autora buscou compreender    os limitadores e facilitadores na participa&ccedil;&atilde;o do tratamento,    al&eacute;m do entendimento de quest&otilde;es institucionais abordadas pelos    entrevistados, como aceita&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a e dificuldades    de entendimento do papel do doente dentro do sistema familiar, constatando a    import&acirc;ncia da rede social na decis&atilde;o de buscar a aten&ccedil;&atilde;o    especializada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No contexto da    sa&uacute;de mental, a aten&ccedil;&atilde;o aos usu&aacute;rios de &aacute;lcool    e outras drogas consiste em dos maiores desafios, dado o grau de comprometimento    para usu&aacute;rios, familiares e rede social significativa. Orth (2005), em    sua disserta&ccedil;&atilde;o, sustentada no pensamento sist&ecirc;mico, buscou    investigar a estrutura e din&acirc;mica das fam&iacute;lias em tratamento no    Centro de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial - &Aacute;lcool e outras Drogas    (CAPSad), utilizando como instrumentos de coleta de dados entrevistas e Genograma    Trigeracional das fam&iacute;lias participantes. A autora relatou como principais    resultados: a) as fam&iacute;lias s&atilde;o coautoras tanto para o surgimento    e evolu&ccedil;&atilde;o do abuso da droga, como na busca de tratamento dos    membros; b) a impossibilidade de tratar o usu&aacute;rio de drogas isolado do    n&uacute;cleo familiar; c) a import&acirc;ncia do genograma como instrumento    tanto cl&iacute;nico como de pesquisa. Os dados do genograma ainda propiciaram    uma an&aacute;lise reflexiva da corresponsabilidade das redes sociais no adoecer    ps&iacute;quico do usu&aacute;rio de drogas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em outro estudo,    Jansen (2007) investigou "a organiza&ccedil;&atilde;o estrutural de um sistema    familiar com um ou mais membros com sofrimento ps&iacute;quico grave, de forma    a conhecer esse sofrimento e sua fun&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica", tamb&eacute;m    utilizando entrevistas e genogramas para coletar dados. A relev&acirc;ncia deste    trabalho est&aacute; em sua criticidade &agrave; forma como os servi&ccedil;os    p&uacute;blicos de sa&uacute;de mental preconizam o atendimento e orienta&ccedil;&atilde;o    familiar, "sugerindo a implementa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas    de interven&ccedil;&atilde;o precoce na forma como se estabelece o sofrimento    ps&iacute;quico dentro da organiza&ccedil;&atilde;o familiar". A autora enfatiza    as diferen&ccedil;as de flexibilidade na fam&iacute;lia, que &eacute; mais suscet&iacute;vel    a mudan&ccedil;as externas do que a mudan&ccedil;as internas, o que aponta para    o entendimento das constru&ccedil;&otilde;es dos sintomas no n&uacute;cleo familiar    quando se trabalha com sa&uacute;de mental, o que ajuda na compreens&atilde;o    do sintoma inserido na estrutura familiar e na localiza&ccedil;&atilde;o da    fam&iacute;lia e sua rela&ccedil;&atilde;o com o sistema social maior ao qual    participa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em seu doutorado,    Feij&oacute; (2008) abordou as a&ccedil;&otilde;es em sa&uacute;de mental, focando    seu estudo nas implica&ccedil;&otilde;es familiares de projetos sociais voltados    para jovens, com referencial te&oacute;rico do construtivismo social e do pensamento    sist&ecirc;mico-novo paradigm&aacute;tico. O objetivo foi entender o alcance    de "tais projetos no que se refere &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o de possibilidades    relacionais, de autonomia e de protagonismo dos envolvidos". Foram entrevistados    profissionais, jovens e familiares, buscando identificar as mudan&ccedil;as    ocorridas nos "participantes, em suas fam&iacute;lias e em suas rela&ccedil;&otilde;es    sociais, durante a participa&ccedil;&atilde;o do jovem no projeto". Os resultados    demonstraram que os tr&ecirc;s grupos entrevistados (profissionais, jovens e    familiares) fazem uma boa avalia&ccedil;&atilde;o e reconhecem a import&acirc;ncia    dos projetos. Este estudo faz-se importante quando confrontado no &acirc;mbito    da sa&uacute;de mental, em especial na aten&ccedil;&atilde;o a adolescentes    com queixa de abuso de drogas, uma vez que traz em suas considera&ccedil;&otilde;es    a necessidade do fortalecimento da autonomia do sistema familiar e da organiza&ccedil;&atilde;o    do meio em que esses adolescentes vivem. A autora salienta ainda a necessidade    da constru&ccedil;&atilde;o de narrativas "mais positivas, que possibilitem    abertura e n&atilde;o manuten&ccedil;&atilde;o de preconceitos".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Queiroz (2008)    buscou, em sua disserta&ccedil;&atilde;o, "caracterizar os aspectos das redes    sociais constitu&iacute;das durante o processo de migra&ccedil;&atilde;o e sua    influ&ecirc;ncia no ciclo vital das fam&iacute;lias", tamb&eacute;m utilizando    aporte te&oacute;rico do pensamento sist&ecirc;mico-novo paradigm&aacute;tico,    coletando os dados por meio de entrevistas e constru&ccedil;&atilde;o de Mapas    de Rede, visando enunciar a configura&ccedil;&atilde;o familiar e a rede social    das fam&iacute;lias migrantes. Os principais resultados confirmam que "a migra&ccedil;&atilde;o    teve impacto no ciclo vital de todas as fam&iacute;lias, independentemente da    fase evolutiva, facilitando ou prejudicando o processo de adapta&ccedil;&atilde;o    das fam&iacute;lias". A autora ainda fez a considera&ccedil;&atilde;o de que    "a forma&ccedil;&atilde;o de novas redes sociais foi fundamental no processo    de aceita&ccedil;&atilde;o da cidade de destino". Embora n&atilde;o tenha trabalhado    diretamente com os dispositivos das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de    mental, esse estudo apresenta dois fatores que devem ser considerados; sendo    o primeiro, o estudo das configura&ccedil;&otilde;es e narrativas familiares    como forma de preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de    mental, que consiste em um dos grandes desafios do modelo psicossocial na aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica. E o segundo fator por apresentar o Mapa de Rede como instrumento    de interven&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental e no trabalho com redes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Jardim (2014) analisou,    em sua pesquisa de doutorado, a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; crise realizada    em um CAPS III, por meio de observa&ccedil;&otilde;es, entrevistas e grupos    focais com usu&aacute;rios e profissionais. O tema foi abordado contextualizado    na Reforma Psiqui&aacute;trica no Brasil, colocando em evid&ecirc;ncia os novos    dispositivos de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de propostos. Os resultados    apontaram para a import&acirc;ncia dos servi&ccedil;os substitutivos ao modelo    hospitaloc&ecirc;ntrico propiciarem a constru&ccedil;&atilde;o e fortalecimento    de redes de apoio dos usu&aacute;rios como estrat&eacute;gia de cuidado, revelando    ainda a necessidade dos membros da rede participarem das a&ccedil;&otilde;es    desenvolvidas pelos CAPS.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os trabalhos de    conclus&atilde;o de curso, aqui apresentados, apontam para o pensamento sist&ecirc;mico-novo    paradigm&aacute;tico como norteador te&oacute;rico e epistemol&oacute;gico,    identificando uma &ecirc;nfase dos estudos na investiga&ccedil;&atilde;o de    fen&ocirc;menos que envolvem sistema familiar e ciclo vital, assim como pol&iacute;ticas    p&uacute;blicas em sa&uacute;de mental. Apesar disso, nota-se a persistente    dificuldade de inser&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia no cuidado associada    a dificuldade dos profissionais em atuar em uma nova perspectiva epistemol&oacute;gica,    bem como &agrave;s quest&otilde;es institucionais e burocr&aacute;ticas atuando    como um limitador da aten&ccedil;&atilde;o ofertada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Artigos cient&iacute;ficos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre os artigos    encontrados, seis constitu&iacute;ram-se em revis&otilde;es da literatura (Alvarez,    Troncoso, &amp; Sep&uacute;lveda, 1995; Vieira Filho, 2005; Meneses &amp; Sarriera,    2005; M&acirc;ngia &amp; Muramoto, 2005; Santin &amp; Klafke, 2011; Vieira Filho,    2011). Alvarez, Troncoso e Sep&uacute;lveda (1995) fizeram uma revis&atilde;o    dos temas apoio social e sa&uacute;de mental, analisando a efetividade do trabalho    de rede com pacientes diagnosticado com esquizofrenia, encontrando produ&ccedil;&otilde;es    que refor&ccedil;am a ideia de que a perspectiva em rede eleva a moral e a sensa&ccedil;&atilde;o    de bem-estar dos usu&aacute;rios, ajuda na preven&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncias    negativas e cria nos indiv&iacute;duos o sentimento de que ter&aacute; ajuda    quando houver necessidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vieira Filho (2005)    buscou compreender a cl&iacute;nica em psicologia no contexto da Reforma Psiqui&aacute;trica,    enfatizando a import&acirc;ncia da cultura e do cotidiano, partindo de um enfoque    psicossocial que valoriza a din&acirc;mica das redes sociais, a coopera&ccedil;&atilde;o    entre profissionais e desses com os usu&aacute;rios. O autor conclui seu trabalho    colocando que "as a&ccedil;&otilde;es profissionais perpassam pela cultura relacional    brasileira onde as redes interpessoais informais parecem ser mais atuantes que    a defesa das normas institu&iacute;das, marcando assim sua influ&ecirc;ncia    na din&acirc;mica cotidiana, com implica&ccedil;&otilde;es nas mudan&ccedil;as    institucionais e na pr&oacute;pria pol&iacute;tica local de sa&uacute;de. Este    trabalho foi o primeiro trabalho, entre os selecionados, a fazer uso direto    do referencial sist&ecirc;mico aplicado a uma an&aacute;lise do modelo de aten&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de mental proposto pela Reforma Psiqui&aacute;trica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Meneses e Sarriera    (2005) discutem o tema das redes sociais com pesquisas realizadas em diversos    contextos do desenvolvimento humano tais como trabalho, educa&ccedil;&atilde;o,    fam&iacute;lia, comunidade, sa&uacute;de, religi&atilde;o e processos migracionais.    Os autores ressaltam que "apesar da discuss&atilde;o e estudo sobre redes sociais    ter mais de um s&eacute;culo, consideramos ele t&atilde;o vigente como nos seus    prim&oacute;rdios, fazendo-se cada vez mais importante a compreens&atilde;o    das mesmas, dadas a complexidade com que na atualidade nos organizamos na matriz    social". M&acirc;ngia e Muramoto (2005) fazem uma s&iacute;ntese do estudo das    redes sociais, considerando suas caracter&iacute;sticas multidisciplinares,    investigando a sua inser&ccedil;&atilde;o, como produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento    dentro do campo da sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo de Santin    e Klafke (2011) discute o cuidado pela fam&iacute;lia de sujeitos em sofrimento    ps&iacute;quico. Os autores realizaram uma revis&atilde;o te&oacute;rica acerca    da Reforma Psiqui&aacute;trica e o papel da fam&iacute;lia como cuidadora. Neste    estudo, a rede social foi identificada como facilitadora nos processos de interven&ccedil;&atilde;o    realizados pelos servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental. J&aacute; o estudo    de Vieira Filho (2011), teve como objetivo fazer uma discuss&atilde;o sobre    sofrimento e desinstitucionaliza&ccedil;&atilde;o, abordando o adoecimento causado    pelo processo de institucionaliza&ccedil;&atilde;o e a repercuss&atilde;o na    inser&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios em servi&ccedil;os substitutivos    constru&iacute;dos a partir da Reforma Psiqui&aacute;trica. Neste contexto,    destacou-se a import&acirc;ncia da interven&ccedil;&atilde;o dial&oacute;gica    e em rede social para propiciar um projeto terap&ecirc;utico e de vida que coincidam    com as necessidades dos sujeitos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os trabalhos apontam    para um movimento da literatura em se produzir conhecimento acerca da tem&aacute;tica    do cuidado em rede, reconhecendo o potencial de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de,    em especial das pessoas com sofrimento ps&iacute;quico, analisando a forma como    os conceitos s&atilde;o apropriados e transportados para as propostas de aten&ccedil;&atilde;o    aos usu&aacute;rios. Na sequ&ecirc;ncia s&atilde;o apresentados estudos referente    a essas propostas no cotidiano dos servi&ccedil;os, com os desafios enfrentados    em sua implementa&ccedil;&atilde;o e como a perspectiva das redes sociais de    suporte se inserem nesse contexto.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outros sete artigos    avaliam e montam propostas para a elabora&ccedil;&atilde;o e/ou aprimoramento    de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas em sa&uacute;de mental (Vivanco &amp; Irazoque,    1996; Br&ecirc;da &amp; Augusto, 2001; Pechansky, Halpern, Soibelman, Bicca,    Szobot, &amp; Lima, 2001; Gomes, Couto, Pepe, Almeida, Delgado, &amp; Coutinho,    2002; Salles &amp; Barros, 2011; Salles &amp; Barros, 2013; Montanher &amp;    Leal, 2013). O Projeto Ocidente, buscando analisar a situa&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de mental no Chile, prop&otilde;e um modelo de aten&ccedil;&atilde;o    baseado na perspectiva de redes sociais e no atendimento ambulatorial em substitui&ccedil;&atilde;o    ao modelo asilar (Vivanco &amp; Irazoque, 1996), mostrando a converg&ecirc;ncia    da Reforma Psiqui&aacute;trica al&eacute;m das fronteiras brasileiras e a relev&acirc;ncia    do trabalho com as redes sociais significativas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute; Br&ecirc;da    e Augusto (2001) avaliaram as condi&ccedil;&otilde;es de execu&ccedil;&atilde;o    das a&ccedil;&otilde;es em sa&uacute;de mental na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica,    realizando uma retomada hist&oacute;rica da aten&ccedil;&atilde;o ao usu&aacute;rio    com sofrimento ps&iacute;quico, concluindo que a ESF ainda n&atilde;o conseguiu    "mudar a l&oacute;gica da aten&ccedil;&atilde;o centrada no modelo biom&eacute;dico    e, sua forma de cuidar em sa&uacute;de n&atilde;o se coaduna com os princ&iacute;pios    da Reforma Sanit&aacute;ria e Psiqui&aacute;trica", sugerindo a necessidade    das a&ccedil;&otilde;es serem desenvolvidas dentro da perspectiva das redes    sociais, com abordagens baseadas na escuta, no acolhimento e no v&iacute;nculo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A aten&ccedil;&atilde;o    aos usu&aacute;rios de drogas, tamb&eacute;m inserida no contexto da Reforma    Psiqui&aacute;trica e com a&ccedil;&otilde;es em conjunto com os servi&ccedil;os    de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica, <i>&eacute;</i> tratada por Pechansky    e cols. (2001), onde s&atilde;o descritas as etapas de "execu&ccedil;&atilde;o    de um programa de a&ccedil;&otilde;es preventivas para usu&aacute;rios de drogas    sob risco de infec&ccedil;&atilde;o pelo v&iacute;rus da imunodefici&ecirc;ncia    humana (HIV), utilizando como paradigma de interven&ccedil;&atilde;o um modelo    de abordagem de redes sociais", onde se identificaram como principais dificuldades    a implementa&ccedil;&atilde;o de uma t&eacute;cnica ainda n&atilde;o difundida    em nosso meio, a reten&ccedil;&atilde;o no tratamento dos usu&aacute;rios de    drogas injet&aacute;veis, a falta de estrutura para atendimentos imediatos,    e a motiva&ccedil;&atilde;o de equipes e pacientes para o tratamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No estudo de Gomes    e cols. (2002) foi realizado um levantamento epidemiol&oacute;gico em um macro    hospital no Rio de Janeiro, com vistas a elaborar estrat&eacute;gias para a    reorganiza&ccedil;&atilde;o da rede de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de    mental estadual, trazendo &agrave; tona as condi&ccedil;&otilde;es de desterritorializa&ccedil;&atilde;o    e aus&ecirc;ncia de la&ccedil;os sociais dos internos. Salles e Barros (2011),    com o objetivo de conhecer a vida cotidiana e a configura&ccedil;&atilde;o das    redes sociais de egressos de hospitais psiqui&aacute;tricos com hist&oacute;rico    de reinterna&ccedil;&atilde;o, realizaram 22 entrevistas semi-estruturadas com    sujeitos internados em hospitais psiqui&aacute;tricos e seus familiares. Verificou-se    que a rede social destes sujeitos s&atilde;o fr&aacute;geis, restritas e pouco    estruturadas, com poucos membros, o que dificulta a inser&ccedil;&atilde;o social.    Em outro estudo, Salles e Barros (2013) investigaram as possibilidades e dificuldades    de usu&aacute;rios de CAPS construirem redes sociais, tamb&eacute;m encontrando    fragilidade e dificuldade na constru&ccedil;&atilde;o de redes sociais por estes    sujeitos, que apresentam vidas marcadas pelo isolamento e segregra&ccedil;&atilde;o    social, sendo o CAPS um local de acolhimento e possibilidade de constru&ccedil;&atilde;o    de v&iacute;nculos e amplia&ccedil;&atilde;o das redes sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Montanher e Leal    (2013) buscaram conhecer como as pessoas diagnosticadas com esquizofrenia, inseridas    no CAPS, vivenciam suas redes sociais e as implica&ccedil;&otilde;es destas    no processo de <i>recovery</i>, sustentado teoricamente no modelo de aten&ccedil;&atilde;o    psicossocial. As autoras identificaram que, apesar da fam&iacute;lia compor    a rede social de todos os usu&aacute;rios, o suporte oferecido depende da forma    como as rela&ccedil;&otilde;es familiares s&atilde;o constitu&iacute;das, concluindo    que as redes sociais s&atilde;o positivas para a experi&ecirc;ncia de <i>recovery,    </i>desde que vivenciadas com potencialidade de proporcionar esperan&ccedil;a,    incentivo e suporte.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tr&ecirc;s artigos    apresentam uma contribui&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica para al&eacute;m da    rede de sa&uacute;de, abarcando as condutas em psicoterapia (Morato, 1999; Vieira    Filho &amp; N&oacute;brega, 2004; Mor&eacute;, 2005). Morato (1999) e Vieira    Filho &amp; N&oacute;brega (2004) reliazaram dois estudos, onde identificam    a disson&acirc;ncia entre a teoria e a pr&aacute;tica no trabalho em rede recomendado    aos servi&ccedil;os comunit&aacute;rios, dentro da Reforma Psiqui&aacute;trica,    sugerindo uma mudan&ccedil;a paradigm&aacute;tica, adequando metodol&oacute;gica    a pr&aacute;tica psicoter&aacute;pica nesse contexto, propondo ainda altera&ccedil;&otilde;es    na forma&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo para trabalhar neste campo. Mor&eacute;    (2005) tamb&eacute;m se prop&otilde;e a subsidiar e instrumentalizar o trabalho    terap&ecirc;utico no contexto comunit&aacute;rio, fazendo uma revis&atilde;o    te&oacute;rica afim de justificar seu estudo em fam&iacute;lias com pacientes    psiqui&aacute;tricos, com conclus&otilde;es que apontam para a efic&aacute;cia    da interven&ccedil;&atilde;o em rede, que tem pot&ecirc;ncia para a diminui&ccedil;&atilde;o    da depend&ecirc;ncia dos profissionais, corroborando com a perspectiva de aten&ccedil;&atilde;o    territorial.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A perspectiva das    redes sociais, de orienta&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica, tamb&eacute;m foi    encontrada em trabalhos de profissionais de enfermagem, que analizam as representa&ccedil;&otilde;es    sociais da doen&ccedil;a mental (Pereira, 2003; Souza, Kantorski, &amp; Mielke,    2006). O estudo de Pereira (2003) investigou as representa&ccedil;&otilde;es    sociais das fam&iacute;lias de doentes mentais, partindo do "pressuposto de    que o conhecimento das ideias que a fam&iacute;lia constr&oacute;i acerca dos    transtornos mentais pode dar sequ&ecirc;ncia ao processo da amplia&ccedil;&atilde;o    da rede de assist&ecirc;ncia &agrave; pessoa que requer ajuda". J&aacute; o    estudo de Souza, Kantorski e Mielke (2006) procurou identificar as redes sociais    significativas de usu&aacute;rios de drogas, apontando grave comprometimento    da rede de suporte desses sujeitos e refor&ccedil;ando a necessidade do aprimoramento    das interven&ccedil;&otilde;es psicossociais (Souza, Kantorski, &amp; Mielke,    2006). O conceito de redes sociais com referencial sist&ecirc;mico e a descri&ccedil;&atilde;o    metodol&oacute;gica &eacute; pouco aprofundado nesses trabalhos, com as considera&ccedil;&otilde;es    limitadas a sugest&otilde;es acerca da necessidade de otimiza&ccedil;&atilde;o    rede assistencial.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por fim, foram    encontrados seis artigos que tinham por objetivo investigarem conceitos e pr&aacute;ticas    espec&iacute;ficas, que s&atilde;o encontradas nos dispositivos de Reforma Psiqui&aacute;trica    e suas rela&ccedil;&otilde;es com o atendimento na perspectiva de rede (Nic&aacute;cio    &amp; Campos, 2005; M&acirc;ngia &amp; Muramoto, 2007; Amorim &amp; Dimenstein,    2009; Batista, 2009; Montanher &amp; Leal, 2013; Ferreira, Coimbra, Kantorski,    &amp; Guedes, 2014). Com o prop&oacute;sito de discutir o modelo de institui&ccedil;&atilde;o    <i>porta aberta</i>, com refer&ecirc;ncia na Reforma Psiqui&aacute;trica italiana    e no campo da sa&uacute;de coletiva, Nic&aacute;cio &amp; Campos (2005) fazem    uma an&aacute;lise cr&iacute;tica da experi&ecirc;ncia santista em sa&uacute;de    mental, abordando os aspectos estrat&eacute;gicos que norteam as redes de sa&uacute;de    mental de base comunit&aacute;ria / territorial e dos servi&ccedil;os substitutivos,    evidenciando as dimens&otilde;es dos modelos de aten&ccedil;&atilde;o comprometidos    com a promo&ccedil;&atilde;o dos direitos dos usu&aacute;rios e com a supera&ccedil;&atilde;o    do modelo asilar no contexto do SUS frente &agrave;s necessidades de planejamento    e implementa&ccedil;&atilde;o de uma aten&ccedil;&atilde;o condizente com as    singularidades das diversas realidades.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">M&acirc;ngia &amp;    Muramoto (2007) argumentaram sobre a import&acirc;ncia de se considerar a rede    social de suporte do usu&aacute;rio na constru&ccedil;&atilde;o de projetos    terap&ecirc;uticos individuais, apresentando estudos focados nos &ecirc;xitos    psicossociais positivos de pessoas com transtornos mentais severos que apresentam    uma rede social significativa. Uma an&aacute;lise cr&iacute;tica dos Servi&ccedil;os    Residenciais Terap&ecirc;uticos (SRT) foi realizada por Amorim &amp; Dimenstein    (2009), que evidenciaram as dificuldades de articula&ccedil;&atilde;o desses    servi&ccedil;os com os CAPS, que acaba por criar uma l&oacute;gica "biopol&iacute;tica"    de aten&ccedil;&atilde;o, propondo atividades para o aprimoramento e a amplia&ccedil;&atilde;o    das redes afetivas dos egressos de institui&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo de Batista    (2009) prop&ocirc;s investigar as tecnologias psicossociais produzidas no contexto    pol&iacute;tico, institucional e hist&oacute;rico orientador da Reforma Psiqui&aacute;trica    brasileira, concluindo que a "aten&ccedil;&atilde;o psicossocial visa aumentar    o <i>status </i>e prest&iacute;gio do louco em seu meio social, atrav&eacute;s    da multiplica&ccedil;&atilde;o das intera&ccedil;&otilde;es sociais" que isso    somente ser&aacute; poss&iacute;vel "atrav&eacute;s do acompanhamento de casos    singulares de forma&ccedil;&atilde;o de redes e comprometimento moral daqueles    que cercam os usu&aacute;rios em atendimento nos CAPS".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Finalizando, o    estudo de Ferreira, Coimbra, Kantorski &amp; Guedes (2014) teve como objetivo    conhecer a rede social de uma moradora de SRT do sul do pa&iacute;s, utilizando-se    de observa&ccedil;&otilde;es de campo, an&aacute;lise de registros em prontu&aacute;rios    e confec&ccedil;&atilde;o de Ecomapa e Mapa Individual da Pessoa. Os resultados    demonstraram uma avalia&ccedil;&atilde;o positiva dos servi&ccedil;os substitutivos    no contexto da Reforma Psiqui&aacute;trica, em especial os SRT, com os moradores    desses espa&ccedil;os apresentando boas condi&ccedil;&otilde;es para o estabelecimento    de novas redes sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos artigos aqui    apresentados, as redes sociais frequentemente foram associadas ao processo de    cuidado e aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, contextualizados na Reforma    Psiqui&aacute;trica, com a presen&ccedil;a dos servi&ccedil;os substitutivos    e os processos que envolvem a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental,    sinalizando o caminho percorrido nestes &uacute;ltimos 20 anos no que se refere    as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas em sa&uacute;de mental e evidenciando a    import&acirc;ncia das redes sociais para o modelo de aten&ccedil;&atilde;o psicossocial,    embora demonstrem tamb&eacute;m a fragilidade das a&ccedil;&otilde;es profissionais    na l&oacute;gica de rede.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es    Finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O conceito de redes    sociais apresenta-se inserido de forma intr&iacute;nseca nos processos de reorganiza&ccedil;&atilde;o    da aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental a partir da Reforma Psiqui&aacute;trica,    percebido nas produ&ccedil;&otilde;es discutidas neste estudo. Apesar disso,    o trabalho na perspectiva de rede ainda precisa percorrer um longo caminho,    tanto no plano acad&ecirc;mico, na constru&ccedil;&atilde;o de subs&iacute;dios    te&oacute;ricos, quanto no plano das pr&aacute;ticas e cuidados, uma vez que    se constatou a fragilidade das rela&ccedil;&otilde;es interinstitucionais e    falta de forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica e cultura dos profissionais    para o trabalho na perspectiva de redes, bem como na apropria&ccedil;&atilde;o    que ocorre com os conceitos discutidos e o transporte destes para as pr&aacute;ticas    e cuidados em sa&uacute;de mental.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Emerge assim, a    necessidade de uma reflex&atilde;o sobre os modelos de aten&ccedil;&atilde;o    psicossocial em sa&uacute;de mental a partir do conceito de rede social, com    aporte do pensamento sist&ecirc;mico novo-paradigm&aacute;tico, incorporando    no repert&oacute;rio de aten&ccedil;&atilde;o o conceito de Ciclo Vital Familiar    e as ferramentas Genograma e Mapa de Rede, utilizadas em algumas das produ&ccedil;&otilde;es    encontradas, mas com pouca &ecirc;nfase nos aspectos epistemol&oacute;gicos    da abordagem sist&ecirc;mica. Essa reflex&atilde;o passa pela necess&aacute;ria    imers&atilde;o no universo de pr&aacute;ticas, buscando-se contextualizar estas    com o conhecimento j&aacute; produzido, bem como a sensibiliza&ccedil;&atilde;o    dos profissionais a se aventurarem em uma cl&iacute;nica para al&eacute;m da    tradicional, centrado apenas no indiv&iacute;duo e seus sintomas, conforme propostas    do pr&oacute;prio movimento reformista em sa&uacute;de mental.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O trabalho apresentou    limita&ccedil;&otilde;es no que tange ao uso de outros termos para referenciar    o conceito de rede social, mas contribui para futuros estudos acerca das estrat&eacute;gias    de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental baseadas no pensamento sist&ecirc;mico    novo-paradigm&aacute;tico e nos estudos sobre a import&acirc;ncia da rede social    significativa. Essa afirma&ccedil;&atilde;o se justifica a partir de quest&otilde;es    demonstradas nos estudos como: &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a    e dificuldades de entendimento do papel do doente dentro do sistema familiar,    a corresponsabilidade da rede social de apoio nos processos de adoecimento e    cuidado do usu&aacute;rio, o funcionamento estrutural da fam&iacute;lia em rela&ccedil;&atilde;o    ao sofrimento ps&iacute;quico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por fim, constatou-se    que a ado&ccedil;&atilde;o de uma postura construtivista e emancipat&oacute;rio,    focadas na aten&ccedil;&atilde;o direcionada &agrave; compreens&atilde;o intersubjetiva    que o sujeito e sua rede social de apoio fazem de sua condi&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de, propiciar&aacute; a promo&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia    do usu&aacute;rio em rela&ccedil;&atilde;o aos profissionais e servi&ccedil;os,    possibilitando uma multiplica&ccedil;&atilde;o de posicionamentos cr&iacute;ticos,    que qualificar&atilde;o os modelos de aten&ccedil;&atilde;o. Assim como a amplia&ccedil;&atilde;o    e fortalecimento das redes sociais possibilitam melhores condi&ccedil;&otilde;es    de vida e atuam como promotores da sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Almeida, R. T.    (1997). <i>Transforma&ccedil;&atilde;o na assit&ecirc;ncia psiqui&aacute;trica:    al&eacute;m do princ&iacute;pio do territ&oacute;rio </i><i>ou do setor, um    poss&iacute;vel lugar para a psican&aacute;lise</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o    de Mestrado, Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica / FIOCRUZ, Rio de    Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518736&pid=S2175-5027201700010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alvarez, C., Troncoso,    M., &amp; Sep&uacute;lveda, R. (1995). Apoyo social, salud mental y esquisofrenia:    uma revisi&oacute;n del tema. <i>Revista de psiquiatr&iacute;a, 12</i>(3/4),    154-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518738&pid=S2175-5027201700010001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Amorim, A. K.,    &amp; Dimenstein, M. (2009). Desinstitucionaliza&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de    mental e pr&aacute;ticas de cuidado no contexto do servi&ccedil;o residencial    terap&ecirc;utico. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva, 14</i>(1),    195-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518740&pid=S2175-5027201700010001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Batista, S. M.    B. (2009). Reforma, responsabilidades e redes: sobre o cuidado em sa&uacute;de    mental. <i>Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Coletiva, 14</i>(1), 149-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518742&pid=S2175-5027201700010001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Beaklini, M. J.    (2001). <i>A prote&ccedil;&atilde;o social na reestrutura&ccedil;&atilde;o da    assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de mental:</i> o programa de bolsa-aux&iacute;lio    do Hospital Psiqui&aacute;trico de Jurujuba Niter&oacute;i (RJ). Disserta&ccedil;&atilde;o    de Mestrado, Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica / FIOCRUZ, Rio de    Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518744&pid=S2175-5027201700010001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Brasil, Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. (2004). <i>Sa&uacute;de Mental no SUS: Os Centros de Aten&ccedil;&atilde;o    Psicossocial</i>. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518746&pid=S2175-5027201700010001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Br&ecirc;da, M.    Z., &amp; Augusto, L. G. (2001). O cuidado ao portador de transtorno ps&iacute;quico    na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de sa&uacute;de. <i>Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de    Coletiva, 6</i>(2), 471-480.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518748&pid=S2175-5027201700010001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Castilho, A. A.    (2005). <i>Dificuldades da Fam&iacute;lia diante do tratamento do portador de    transtorno mental</i>. Monografia de Conclus&atilde;o do Curso de Especializa&ccedil;&atilde;o    em Interven&ccedil;&atilde;o Familiar: Psicoterapia e Orienta&ccedil;&atilde;o    Sist&ecirc;mica, Faculdade de Medicina de S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto    - FAMERP, Departamento de Psicologia, S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518750&pid=S2175-5027201700010001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esteves de Vasconcelos,    M. J. (2008). <i>Pensamento Sist&ecirc;mico: O novoparadigma da ci&ecirc;ncia</i>    (7&ordf; ed.). Campinas, SP: Papirus editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518752&pid=S2175-5027201700010001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Feij&oacute;, M.    R. (2008). <i>A fam&iacute;lia e os projetos sociais voltados para jovens: Impacto    e Participa&ccedil;&atilde;o</i>. Tese de Doutorado, Pontif&iacute;cia Universidade    Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo, Faculdade de Psicologia, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518754&pid=S2175-5027201700010001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ferreira, G. B.,    Coimbra, V. C. C., Kantorski, L. P., &amp; Guedes, A. A. da C. (2014). As contribui&ccedil;&otilde;es    da rede social no processo de desinstitucionaliza&ccedil;&atilde;o da loucura.    <i>Journal of research fundamental care online, 6</i>(3), 976-986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518756&pid=S2175-5027201700010001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gomes, M. P., Couto,    M. C., Pepe, V. L., Almeida, L. M., Delgado, P. G., &amp; Coutinho, E. d. (2002).    Censo dos pacientes internados em uma institui&ccedil;&atilde;o asilar no estado    do rio de Janeiro: dados preliminares. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica,    18</i>(6), 1803-1807.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518758&pid=S2175-5027201700010001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Jansen, M. D. (2007).    <i>Sa&uacute;de Mental e Estrutura familiar: O lugar do sofrimento ps&iacute;quico    grave</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade de Bras&iacute;lia,    Instituto de Psicologia, Bras&iacute;lia-DF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518760&pid=S2175-5027201700010001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Jardim, K. F. de    S. B. (2014). <i>Habitando paradoxo: aten&ccedil;&atilde;o </i><b>&agrave;</b><i>    pessoa em crise no campo da sa&uacute;de mental</i>. Tese de Doutorado, Escola    Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica Sergio Arouca, Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518762&pid=S2175-5027201700010001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Kantorski, L. P.    (2007). O conhecimento produzido em sa&uacute;de mental e sua aplica&ccedil;&atilde;o    nos servi&ccedil;os. SMAD. <i>Revista eletr&ocirc;nica sa&uacute;de mental </i><b>&aacute;lcool</b><i>    e drogas, 3</i>(1), 1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518764&pid=S2175-5027201700010001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Lancetti, A. (2015).    <i>Contrafissura e plasticidade ps&iacute;quica</i>. S&atilde;o Paulo: Hucitec.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518766&pid=S2175-5027201700010001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">M&acirc;ngia, E.    F., &amp; Muramoto, M. t. (2005). O estudo de redes sociais: apontamentos te&oacute;ricos    e contribui&ccedil;&otilde;es para o campo da sa&uacute;de. <i>Revista de Terapia    Ocupacional, 16</i>(1), 22-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518768&pid=S2175-5027201700010001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">M&acirc;ngia, E.    F., &amp; Muramoto, M. T. (2007). Redes Sociais e constru&ccedil;&atilde;o de    projetos terap&ecirc;uticos: um estudo em servi&ccedil;o substitutivo em sa&uacute;de    mental. <i>Revista de Terapia Ocupacional, 18</i>(2), 54-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518770&pid=S2175-5027201700010001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mendes, E. V. (2011).    <i>As redes de aten&ccedil;&atilde;o </i>&agrave;<i> sa&uacute;de</i>. (2&ordf;    ed). (pp. 209-291). Bras&iacute;lia: Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana    da Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518772&pid=S2175-5027201700010001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Meneses, M. P.    (2007). <i>Redes sociais - pessoais: conceitos, pr&aacute;ticas e metodologia</i>.    Tese de Doutorado, Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do rio Grande    do Sul, Faculdade de Psicologia, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518774&pid=S2175-5027201700010001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Meneses, M. P.,    &amp; Sarriera, J. C. (2005). Redes Sociais na Investiga&ccedil;&atilde;o Psicossocial.    <i>Aletheia, 0</i>(21), 53-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518776&pid=S2175-5027201700010001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Montanher, M. K.,    &amp; Leal, E. M. (2013). As redes sociais na perspectiva de pessoas com o diagn&oacute;stico    de esquizofrenia em tratamento em um CAPS de Campinas e as implica&ccedil;&otilde;es    no recovery. <i>Revista Terapia Ocupacional da Universidade de S&atilde;o Paulo,    24</i>(3), 183-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518778&pid=S2175-5027201700010001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Morato, H. T. (1999).    Pr&aacute;ticas psicol&oacute;gicas institucionais; forma&ccedil;&atilde;o de    multiplicadores sociais e redes de apoio em sa&uacute;de mental. <i>Intera&ccedil;&otilde;es:    estudos e pesquisa em psicologia, 4</i>(7), 59-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518780&pid=S2175-5027201700010001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mor&eacute;, C.    L. O. O. (2005). As redes pessoais significativas como instrumento de interven&ccedil;&atilde;o    psicol&oacute;gica no contexto comunit&aacute;rio.<i> Paid&eacute;ia (Ribeir&atilde;o    Preto), 15</i>(31), 287-297.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518782&pid=S2175-5027201700010001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mor&eacute;, C.    L. O. O.; &amp; Crepaldi, M. A. (2012). O mapa de rede social significativa    como instrumento de investiga&ccedil;&atilde;o no contexto da pesquisa qualitativa.    <i>Nova Perspectiva Sist&ecirc;mica, 43</i>, 84-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518784&pid=S2175-5027201700010001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nic&aacute;cio,    F., &amp; Campos, G. W. (2005). Institui&ccedil;&otilde;es de "portas abertas":    novas rela&ccedil;&otilde;es usu&aacute;rios-equipes-contextos na aten&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de mental de base comunit&aacute;ria/territorial. <i>Revista de    Terapia Ocupacional, 16</i>(1), 40-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518786&pid=S2175-5027201700010001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ornelas, J. (2008).    Suporte Social. In: J. Ornelas, <i>Psicologia Comunit&aacute;ria</i> (pp. 185-237).    Lisboa, Portugal: Fim de S&eacute;culo Edi&ccedil;&otilde;es.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518788&pid=S2175-5027201700010001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Orth, A. P. (2005).<i>    A depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica e o funcionamento familiar </i>&agrave;<i>    luz do pensamento sist&ecirc;mico</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado,    Universidade Federal de Santa Catarina, Faculdade de Psicologia, Florian&oacute;polis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518790&pid=S2175-5027201700010001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pechansky, F.,    Halpern, S. C., Soibelman, M., Bicca, C., Szobot, C. M., Lima, A. F., &amp;    Shiba, A. S. (2001). Limites e alternativas para a implementa&ccedil;&atilde;o    de um programa para dependentes qu&iacute;micos em risco para infec&ccedil;&atilde;o    pelo HIV utilizando o conceito de Rede Social. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica,    17</i>(1), 195-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518792&pid=S2175-5027201700010001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pereira, M. A.    (2003). Representa&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a mental pela fam&iacute;lia    do paciente. <i>Revista Interface - Comunica&ccedil;&atilde;o, Sa&uacute;de    e Educacional, 7</i>(12), 71-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518794&pid=S2175-5027201700010001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pinto, T. R. (2003).    <i>Encontros e desencontros: a estrat&eacute;gia de sa&uacute;de da fam&iacute;lia    em sua rela&ccedil;&atilde;o com a rede de servi&ccedil;os e dispositivos submetidos    em sa&uacute;de mental</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade    Estadual Paulista, Faculdade de Medicina, Botucatu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518796&pid=S2175-5027201700010001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Queiroz, &Acirc;.    H. (2008). <i>Migra&ccedil;&atilde;o familiar: da quebra </i>&agrave;<i> reconstru&ccedil;&atilde;o    das redes sociais significativas</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado,    Universidade Federal de Santa Catarina, Faculdade de Psicologia, Florian&oacute;polis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518798&pid=S2175-5027201700010001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Salles. M. M.,    &amp; Barros, S. (2013). Inclus&atilde;o social de pessoas com transtornos mentais:    a constru&ccedil;&atilde;o de redes sociais na vida cotidiana. <i>Ci&ecirc;ncia    &amp; Sa&uacute;de Coletiva, 18</i>(7), 2129-2138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518800&pid=S2175-5027201700010001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Salles. M. M.,    &amp; Barros, S. (2011). Rela&ccedil;&otilde;es do cotidiano: a pessoa com transtorno    mental e sua rede de suporte social.<i> Physis Revista de Sa&uacute;de Coletiva,    21</i>(2), 561-579.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518802&pid=S2175-5027201700010001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Santin, G., &amp;    Klafke, T. E. (2011). <i>A fam&iacute;lia e o cuidado em sa&uacute;de mental</i>.    Barbar&oacute;i, Santa Cruz do Sul, 34, 1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518804&pid=S2175-5027201700010001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Siqueira, M. M.    (1984). <i>Proposta de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental para adolescente    numa abordagem sist&ecirc;mica</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade    de S&atilde;o Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeir&auml;o Preto, Ribeir&atilde;o    Preto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518806&pid=S2175-5027201700010001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sluzki, C. E. (1997).    <i>A Rede Social na Pr&aacute;tica Sist&ecirc;mica: Alternativas Terap&ecirc;uticas</i>.    S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518808&pid=S2175-5027201700010001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Souza, J., Kantorski,    L. P., &amp; Mielke, F. B. (2006). V&iacute;nculos e Redes Sociais de Indiv&iacute;duos    Dependentes de Subst&acirc;ncias Psicoativas sob Tratamento em CAPSad. <i>Revista    Eletr&ocirc;nica Sa&uacute;de Mental, </i>&Aacute;lcool<i> e Drogas, 2</i>(1),    1-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518810&pid=S2175-5027201700010001100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Souza, J. de.,    &amp; Kantorski, L. P. (2009). A rede social de indiv&iacute;duos sob tratamento    em um CAPS ad: o ecomapa como recurso. <i>Revista da Escola de Enfermagem da    USP, 43</i>(2), 373-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518812&pid=S2175-5027201700010001100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vieira Filho, N.    G. (2005). A pr&aacute;tica complexa do psic&oacute;logo cl&iacute;nico: cotidiano    e cultura na atua&ccedil;&atilde;o em circuito de rede institucional. <i>Estudos    de Psicologia, 22</i>(3), 301-308.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518814&pid=S2175-5027201700010001100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vieira Filho, N.    G. (2011). Sofrimento e desinstitucionaliza&ccedil;&atilde;o: construindo redes    de apoio em sa&uacute;de mental. <i>Revista mal estar e subjetividade, 11</i>(1),    309-333.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518816&pid=S2175-5027201700010001100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vieira Filho, N.    G., &amp; N&oacute;brega, S. M. (2004). A aten&ccedil;&atilde;o psicossocial    em sa&uacute;de mental: contribui&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica. <i>Estudos    de Psicologia, 9</i>(2), 373-379.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518818&pid=S2175-5027201700010001100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vivanco, J. M.,    &amp; Irazoque, H. M. (1996). Proyecto occidente: fundamentos para el desarollo    de um servicio estatal de salud mental. <i>Cuadernos m&eacute;dico-sociales,    37</i>(2), 53-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=5518820&pid=S2175-5027201700010001100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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