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Estudos de Psicanálise
versão impressa ISSN 0100-3437versão On-line ISSN 2175-3482
Resumo
PEREIRA JUNIOR, Sebastião Venâncio; MASCHKE, Wilma Zuriel de Faria e AMPARO, Deise Matos do. Os modelos do enquadre analítico na clínica psicanalítica com adolescentes limítrofes. Estud. psicanal. [online]. 2024, n.61, pp.145-154. Epub 09-Jun-2025. ISSN 0100-3437. https://doi.org/10.5935/2175-3482.n61a13.
Pretendemos contribuir para os debates acerca do enquadre analítico na clínica psicanalítica com adolescentes. A experiência clínica destaca a resistência dos adolescentes limítrofes ao enquadre clássico. Ao buscar a adaptação necessária, é fundamental reconhecer a importância da presença do analista como expressão da pulsão de vida, contrapondo-se às manifestações de destrutividade que se apresentam nesta clínica. O confronto com as vicissitudes clínicas da adolescência desencadeia uma mobilização tanto no paciente quanto no analista, impondo a necessidade de ajustes na postura clínica e uma reconfiguração do enquadre analítico. Nesse contexto, cabe ao analista resistir aos potenciais ataques ao vínculo terapêutico e adaptar o dispositivo clínico às demandas e possibilidades do sujeito. Assim, é necessário retomar a discussão sobre as variações da própria técnica psicanalítica para compreender a clínica psicanalítica da adolescência e seus limites.
Palavras-chave : Enquadre; Adolescentes limítrofes; Dispositivo clínico; Elasticidade da técnica.











