44Aspectos simbólicos da dependência de álcool por mulheres: um olhar junguiano 
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Junguiana

 ISSN 2595-1297

LUCCIA, Luana Morelli De. A mandala como guia para o encontro amoroso com a própria alma. Junguiana []. 2026, 44, e03.   10--2026. ISSN 2595-1297.  https://doi.org/10.70435/junguiana.v44.308.

Neste artigo, apresenta-se a análise de um caso clínico em que a confecção de mandalas foi utilizada como recurso. A inspiração para essa proposta terapêutica surgiu a partir da experiência descrita por Carl Gustav Jung em seu Livro Vermelho, onde ele relata como a criação espontânea e voluntária de mandalas favoreceu significativamente seu processo de desenvolvimento psíquico. A paciente, que já cultivava o hábito de desenhar mandalas como forma de expressão pessoal e que se identificava profundamente com os fundamentos da Psicologia Analítica, aceitou a proposta de fazer esses desenhos no setting terapêutico, a fim de analisá-los conjuntamente à luz da teoria junguiana.

: mandala; Psicologia Analítica; individuação; complexo; sombra; símbolo.

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