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Psicologia Clínica

versão impressa ISSN 0103-5665versão On-line ISSN 1980-5438

Resumo

MARQUES, Louise do Nascimento et al. PERFIL DE CONTROLE INIBITÓRIO EM GRUPOS CLÍNICOS E CONTROLE: UM ESTUDO PRELIMINAR DOS PARADIGMAS STROOP E GO/NO-GO. Psicol. clin. [online]. 2025, vol.37, e001.  Epub 14-Fev-2025. ISSN 0103-5665.  https://doi.org/10.33208/pc1980-5438v037e001.

A avaliação do controle inibitório, especialmente através dos paradigmas Stroop e Go/No-Go, é crucial para compreender os perfis cognitivos, comportamentais e emocionais de crianças e adolescentes. Este estudo, envolvendo 82 participantes predominantemente de uma clínica ambulatorial de psiquiatria infantil e adolescente, tenciona analisar a variabilidade do controle inibitório entre grupos clínicos e de controle. Os participantes foram categorizados em três grupos: (1) Transtorno do Espectro Autista (TEA); (2) Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (TDI); e (3) desenvolvimento típico (grupo de controle). Nenhuma diferença foi identificada entre os grupos TEA e controle na tarefa Stroop, mas foram observadas discrepâncias entre os grupos TEA e TDI na primeira cartela da tarefa Stroop (p=0,016). Na tarefa Go/No-Go, surgiram diferenças entre os grupos TEA e controle, enquanto nenhuma distinção foi encontrada entre os grupos TEA e TDI. Ao comparar o efeito das variáveis sociodemográficas (sexo e faixa etária) no desempenho dos três grupos, apenas o grupo diagnóstico composto pelos dois grupos clínicos mostrou um efeito significativo (F=15,2692, p<0,001). Os resultados ressaltam a importância de considerar as demandas específicas das tarefas ao avaliar o controle inibitório, mostrando níveis variados de demanda com implicações clínicas, especialmente no autismo.

Palavras-chave : transtornos do neurodesenvolvimento; transtorno do espectro autista; deficiência intelectual; funções executivas.

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