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Jornal de Psicanálise
versão impressa ISSN 0103-5835
Resumo
CHERVET, Bernard. El “modelo francés” de formación en psicoanálisis: génesis, principio, protocolo y fundamento. J. psicanal. [online]. 2025, vol.58, n.108, pp.209-230. Epub 11-Jul-2025. ISSN 0103-5835. https://doi.org/10.5935/0103-5835.v58n108.15.
O nascimento e o reconhecimento do modelo francês de formação de novos psicanalistas se estenderam por meio século. Após a Segunda Guerra Mundial, surgiu uma quantidade impressionante de demandas de tratamento analítico e de formação em psicanálise. Em acordo com a ipa, o protocolo do modelo de Eitingon teve de ser adaptado a essa situação; daí as análises com, no mínimo, três sessões de 45 minutos por semana para aqueles que desejassem tornar-se analistas, além das supervisões coletivas. A reflexão sobre a formação veio acompanhada de uma decisão importante: a separação radical entre a análise pessoal e a formação dos candidatos. A ruptura com o modelo Eitingon baseia-se nesse princípio – e apenas nele. Trata-se do princípio institucional fundamental da formação. Esse princípio teve como consequência o fim das análises didáticas e a abertura da possibilidade de se tornar analista a todos aqueles que realizaram uma análise com um analista da ipa, seja ele didata ou não. Trata-se da reforma do “todo divã”. Por fim, o desejo de promover uma diversidade de analistas e de contar com o engajamento muito pessoal de cada analista em formação em seu percurso formativo leva a conceder uma grande liberdade a cada analista em formação na organização de seu programa, em ligação com seus centros de interesse e suas capacidades de identificação com os formadores.
Palavras-chave : análisis personal; formación psicoanalítica; principio fundamental de la formación; identificación; après-coup.












