16 30Satisfação conjugal em casais com casamentos de curta duração: uma contribuição da Gestalt-terapia 
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IGT na Rede

 ISSN 1807-2526

BAPTISTA, Márcia Cristina. A Música como Facilitadora do Processo Grupal. IGT rede []. 2019, 16, 30, pp.111-134.   09--2025. ISSN 1807-2526.  https://doi.org/10.5281/zenodo.15086250.

O objetivo deste trabalho é compartilhar minha experiência, no trabalho com grupo de música, com usuários que apresentam quadros compatíveis com transtorno mental e é a partir do meu olhar como Gestalt-terapeuta que tive a oportunidade de identificar benefícios que o uso da música, como recurso de socialização, pôde proporcionar no trabalho com essa clientela. Este artigo foi produzido a partir da minha atuação em um dispositivo de saúde denominado Centro de Atendimento Psicossocial - CAPS, enquanto atuava como coordenadora de um grupo/oficina de música com os usuários deste serviço e foi através de um levantamento bibliográfico e de um diário de bordo que obtive elementos que me permitiram desenvolver o presente artigo. A arte aparece aqui como um recurso valioso que traz benefícios aos que fazem uso dela e surge como um auxílio ou mesmo uma alternativa à terapêutica medicamentosa. Atuando como facilitador/mediador do processo grupal e sendo este trabalho realizado com um público com sintomatologia característica de graves transtornos mentais, o Gestalt-terapeuta pode se valer de importantes ferramentas como a criatividade e a presença para facilitar o encontro, permitindo o estabelecimento de um contato genuíno entre as partes que permitiu uma maior percepção das dificuldades e também das transformações vivenciadas por essas pessoas.

: Gestalt-terapia; CAPS; Arte; Música; Grupo/Oficina terapêutica; Transtorno mental.

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