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Revista Subjetividades
versão impressa ISSN 2359-0769versão On-line ISSN 2359-0777
Resumo
MACIEL, Maria Regina; SOUSA, Taísa Resende e PEDROZA, Regina Lúcia Sucupira. ENTRELAÇAMENTOS ENTRE PSICANÁLISE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA: EXPERIÊNCIAS NOS ESPAÇOS ESCOLARES. Rev. Subj. [online]. 2022, vol.22, n.2, e11475. Epub 05-Dez-2025. ISSN 2359-0769. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v22i2.e11475.
Neste artigo, temos como objetivo explorar alguns entrelaçamentos entre os campos da psicanálise, da educação e da política. Começamos com as contribuições freudianas sobre a dinâmica dos grupos, nas quais destacamos a submissão ao líder como forma de controlar hostilidades, porém também a possibilidade de se conceber fratrias que vão além dessa alienação. Seguimos com o que nos diz Winnicott sobre o espaço potencial enquanto lugar para o brincar criativo e para certa concordância possível, tanto no nosso psiquismo quanto entre aqueles que compartilham desta atmosfera. Abordamos, em seguida, o grupo analítico de Balint como exemplo de dispositivo clínico que segue, de forma semelhante, nessa linha traçada. Passamos, enfim, a discutir e a compartilhar três experiências cujo fio condutor consiste em relatos de pesquisa no espaço escolar, ilustrando a temática estudada. Além de atravessadas por questões psicanalíticas, educacionais e políticas, essas vivências ressaltam a possibilidade de existência de coletivos que funcionem enquanto espaços criativos. Nessa perspectiva, acreditamos que podem existir lugares de cooperação e de concordância, apesar de inevitáveis conflitos. A partir disso, colocamos a seguinte questão: esses lugares podem ser vinculados a um tipo de posicionamento mais democrático? Por fim, defendemos que mesmo havendo a confrontação – por ser intrínseca à vida humana – podem existir diferentes possibilidades de criar soluções coletivamente.
Palavras-chave : psicanálise; educação; política; espaços escolares.












