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Revista Brasileira de Psicodrama

versão impressa ISSN 0104-5393versão On-line ISSN 2318-0498

Rev. Bras. Psicodrama vol.33  São Paulo  2025  Epub 08-Set-2025

https://doi.org/10.1590/psicodrama.v33.704 

RELATO DE EXPERIÊNCIA

Reflexões sobre vínculos pela dramatização na mentoria em grupo de universitários

Reflections on bonds through dramatization in group mentoring for university students

Reflexiones sobre los vínculos a través de la dramatización em la mentoría grupal de estudiantes universitários

Raquel Garcia de Lima Sória1  * 
http://orcid.org/0000-0001-9299-8733

1Centro Universitário Cesumar – Maringá (PR), Brasil.


RESUMO

Teve-se como objetivos descrever e refletir acerca do uso da dramatização como recurso na mentoria em um grupo de universitários, com no total 12 estudantes entre 18 e 25 anos. O tema tipos de vínculos foi explorado com a dramatização. No compartilhamento, houve reflexões sobre desafios nos vínculos. Os elementos observados dialogaram com os princípios da mentoria universitária e da técnica do role-play como estratégias no contexto educacional, no que se refere a acolhimento e aspectos psicossociais, pela reflexão sobre os vínculos.

PALAVRAS-CHAVE Mentoria; Dramatização; Aspectos psicossociais; Vínculos

ABSTRACT

The aims were to describe the use of dramatization as a tool in a group mentoring of university students, involving a total of 12 students aged between 18 and 25, and reflect on it. The theme types of bonds was explored through dramatization. During the sharing phase, reflections emerged about the challenges in establishing and maintaining bonds. The observed elements aligned with the principles of university mentoring and the role-play technique as strategies in the educational context, particularly regarding emotional support and psychosocial aspects, through reflection on interpersonal bonds.

KEYWORDS Mentorship; Role-play; Psychosocial aspects; Bonds

RESUMEN

El objetivo es describir y reflexionar sobre el uso de la dramatización como recurso en la mentoría grupal de estudiantes universitarios. El tema “tipos de vínculos” fue trabajado mediante la dramatización, con un total de 12 estudiantes de entre 18 y 25 años. Durante el momento de compartir, surgieron reflexiones sobre los desafíos en los vínculos. Los elementos observados dialogan con los principios de la mentoría universitaria y con la técnica del role-play como estrategias en el contexto educativo, en lo que respecta al acogimiento y a los aspectos psicosociales mediante la reflexión sobre los vínculos.

PALABRAS CLAVE Mentoría; Dramatización; Aspectos psicosociales; Vínculos

INTRODUÇÃO

O contexto educacional pode evocar sofrimentos psíquicos como desânimo, ansiedade, estresse, fadiga e percepção de viver sob pressão, que apresentam a necessidade de acolhimento na troca de experiências, a qual gera sentimento de pertencimento (Mota et al., 2023; Panúncio-Pinto & Colares, 2015; Soares et al., 2023; Vargens et al., 2021). Com base nessa necessidade, pensa-se em métodos que fomentem compartilhamentos entre estudantes universitários (Vargens et al., 2021).

Entre as possibilidades, destacam-se os programas de mentoria universitária perante os obstáculos emocionais acadêmicos na adaptação universitária, melhorando habilidades de comunicação, autoconfiança e fortalecendo a resiliência (Calsing & Heidemann, 2023; Mullen & Klimaitis, 2021; Ocobock et al., 2022; Panúncio-Pinto & Colares, 2015; Pöllczman et al., 2025; Wehner et al., 2021; Yüksel & Bahadir-Yilmaz, 2019). Os programas priorizam as categorias formal, em grupo e entre pares e geralmente ocorrem em salas de aula com cadeiras em círculo, usando dinâmicas, roda de conversa e outras metodologias ativas (Brondani et al., 2021; Burgess et al., 2018; Kaji et al., 2021; Mullen & Klimaitis, 2021; Teixeira, 2021; Vargens et al., 2021).

Como estratégia de metodologia ativa, destaca-se o role-play como um recurso de ensino-aprendizagem. Trata-se de uma técnica amplamente usada para o desenvolvimento de competências (Cogo et al., 2016). Entre elas, estão: habilidades comunicacionais, promoção do bem-estar e consciência emocional, gerando mudança comportamental e empatia (Cataldaş et al., 2024; Polat & Ceylan, 2023; Rønning & Bjørkly, 2019).

Uma das formas de desenvolver competências é por meio dos vínculos, dos quais Dias (2016) destaca três tipos: amoroso, compensatório e de conveniência. O primeiro define-se pela admiração, da qual após uma decepção emerge um diálogo sincero que fortalece a confiança entre os envolvidos. O segundo consiste em uma relação de dependência, na qual uma das pessoas delega a outra responsabilidades psicológicas de cuidado, validação e orientação de vida. O terceiro está atrelado aos interesses que se recebe por parte do outro (Dias, 2016).

Nesse sentido, entende-se que as habilidades relacionais se referem a aspectos intrapsíquicos e interpsíquicos que ocorrem durante as interações e relações sociais (Nery, 2018). Elas compõem os vínculos, somados à empatia e a conteúdos da consciência compartilhados que geram transformações pessoais, sendo percebidos em grupos nos quais se expressa afeto, contribuindo para a expansão emocional (Nery, 2010; 2018).

Embora Dias (2016) descreva vínculos conjugais, sua compreensão foi ampliada para outras relações sociais neste relato. Com isso, entende-se que o contexto educacional é um local no qual se estabelecem vínculos que podem ser considerados e, se necessário, abordados como recurso ou estratégia de suporte emocional e psicológico. Um exemplo de recurso que utiliza vínculos para esse suporte é a mentoria (Pöllczman et al., 2025).

Este relato justifica-se por serem encontrados poucos estudos com uso da dramatização na mentoria (Salehi & Shokri, 2016). Visto que esses programas favorecem o fortalecimento da resiliência e, somado ao uso da dramatização, a interação grupal e mobilização afetiva (Salehi & Shokri, 2016), pensa-se nesse entrelace como uma ação voltada à promoção da saúde mental e relacional dos estudantes, contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (WHO, 2021), tornando-se uma proposta interessante de ser realizada.

Diante disso, surgiu o seguinte questionamento: qual é o efeito da dramatização sobre vínculos em um encontro de mentoria universitária em grupo? Dessa questão, emergiu este relato de experiência, conduzido pela mentora responsável pela mentoria grupal e individual de estudantes universitários participantes de um programa missional, sob a óptica teórica e técnica psicodramática.

Visto isto, propôs-se como objetivo geral: compartilhar recortes de um encontro grupal ao descrever a experiência da dramatização como recurso na mentoria universitária. Eram os objetivos específicos: identificar os efeitos da dramatização observados nos estudantes relacionados ao tema; e refletir sobre os aprendizados e desafios vivenciados ao longo da condução do encontro e temática.

MÉTODO

Optou-se por relatar essa experiência usando o roteiro de Mussi et al. (2021), o qual apresenta um passo a passo. O presente estudo foi realizado em um instituto localizado na Região Sul do Brasil que há cinco anos desenvolve a vocação missional em jovens universitários, entendendo a vida com um propósito. Os encontros de mentoria presencial em grupo ocorrem todas as sextas-feiras no período da tarde, com duração de uma hora e meia e temáticas previamente planejadas. Os participantes são os mesmos ao longo do ano. A entrada de novos estudantes é no início dos semestres, em fevereiro e em julho, e a saída, ao final do ano, por causa da formação. Esses estudantes, homens e mulheres, moram juntos em casas compartilhadas, dividindo quartos com três ou quatro estudantes (uma ideia próxima de república estudantil).

O encontro a que se refere este trabalho foi em 4 de outubro de 2024 e se propôs a analisar as observações feitas na aplicação de uma intervenção grupal quanto à temática tipos de vínculo, baseada nas etapas de aquecimento, ação e compartilhamento. Os materiais usados foram cadeiras dispostas em círculo, com duas delas ao centro, uma de frente para a outra; folhas; e canetas. Os 12 participantes, entre 18 e 25 anos, eram de cursos de graduação diferentes de uma mesma instituição parceira.

Nesse momento foi feita uma breve explicação verbal sobre cada tipo de vínculo, destacando a forma como a relação se expressa: o amoroso, uma relação que busca por meio de conversas transparentes e honestas resolver as questões da relação; o compensatório, que espera do outro algum suprimento de aspectos psicológicos não desenvolvidos como o cuidado, a validação e a orientação de vida; e o vínculo de conveniência, caracterizado por uma relação de indiferença, em que se prefere não conversar nem tocar em assuntos para não se perder algo que se ganha pela relação.

Em relação aos aspectos éticos, este relato caracteriza-se como pesquisa de aprofundamento teórico de situações emergentes na prática profissional, conforme parágrafo único do inciso VII do Art. 1º da Resolução CNS nº 510/2016, mantido pela Lei nº 14.874/2024, com dados não identificáveis. Está, portanto, dispensado de avaliação pelo Sistema Comitê de Ética em Pesquisa/Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Brasil, 2016). O relato foi estruturado de forma a garantir que nenhum dado pessoal dos participantes seja exposto e referenciado, respeitando a autonomia deles e os princípios éticos da psicologia.

RESULTADOS E DISCUSSÃO: IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA EM MENTORIA UNIVERSITÁRIA

O encontro realizado teve cadeiras em formato circular e aquecimento de 10 minutos para compartilhamento sobre a semana. Observou-se que os participantes não comentaram muito sobre a semana, demonstrando estar cansados. Por isso, foi perguntado como estavam fisicamente. Eles comentaram que a semana não fora boa.

Foi feito um convite ao compartilhamento a quem não se sentia bem. As respostas foram dor de cabeça, dor no joelho, tensão muscular nos ombros. Logo, orientou-se que se levantassem, iniciando o aquecimento corporal, no qual se utiliza o corpo para favorecer a presentificação do paciente no aqui e agora. Um contribuiu com um alongamento específico e todos repetiram o movimento.

No segundo momento, explicou-se o tema tipos de vínculo, entregando um número a cada participante:

  1. Vínculos amorosos;

  2. Vínculos compensatórios;

  3. Vínculos de conveniência.

Ao se sentarem, foi explicada a dinâmica, que consistia em iniciar-se um diálogo e fechar o assunto, deixar a cadeira vazia para que outro se sentasse nela, e um novo diálogo se iniciasse ou o participante continuasse o diálogo anterior, mas baseando-se na característica do vínculo sorteado.

A maioria dos participantes realizou dois diálogos criados, não relacionados a problemas específicos, embora a dramatização tenha possibilitado reflexões posteriores. A dramatização terminou quando todos que queriam participar dela o fizeram. Duas participantes optaram por não participar da dramatização, e a decisão foi respeitada. Ao final das dramatizações, as cadeiras centrais foram tiradas para o compartilhar. O desconforto ao criar diálogos de vínculos que acreditavam não ter relação com o tipo de vínculo real deles e o desconforto de assistir aos outros, principalmente quanto à fofoca percebida, foram os principais assuntos destacados.

Essa fofoca foi percebida como um dos assuntos de conflito criado em um dos primeiros diálogos e repercutiu-se em todas as cenas. Os estudantes refletiram que o conflito comentado era algo pequeno e que podia ser resolvido, mas aumentava de proporção conforme a troca de integrantes. Outros compartilhamentos foram lembranças de situações semelhantes vivenciadas e reações como não conseguir agir diferentemente na dramatização em relação à vida real.

Um dos participantes que inicialmente não quiseram o vínculo amoroso, durante a dramatização, buscou acolher os colegas nas cenas em que atuou, por meio de expressões, indicando escuta empática. No compartilhamento, isso suscitou reflexões sobre desafios em manter-se em vínculos nos quais não se é ouvido, ou mesmo ser empático. O intuito da mentoria não é realizar psicoterapia de grupo com aprofundamentos pessoais, mas reflexões sobre a maneira como ocorrem as comunicações e conexões vinculares.

Foi encerrado o encontro devido ao tempo de duração.

A mentoria em grupo e entre pares visa a trocas de experiência entre pessoas que vivenciam o mesmo papel, o que permite o compartilhamento sobre vínculos nesse contexto. Assim como Vargens et al. (2021) descrevem o formato em que as mentorias em sua maioria acontecem, quanto ao espaço de sala de aula e às cadeiras organizadas em formato de círculo, optou-se por seguir esse formato, o que proporciona a visualização entre todos os participantes.

Conforme Teixeira (2021), as estratégias que podem ser utilizadas na mentoria envolvem dinâmicas, rodas de conversa e outras metodologias ativas de aprendizagem. Para esse encontro, optou-se por usar uma estratégia de dramatização que permitiu ao participante assumir um papel, experimentando outra possibilidade de ser e agir. Isso contribuiu para reflexões pessoais, aprendizagem relacional e comunicacional, corroborando para o que a revisão integrativa realizada pelas autoras Sória e Macuch (2024) identificou como a contribuição do role-play (dramatização) na expansão da consciência, no reconhecimento de angústias, no estímulo ao uso de estratégias de enfrentamento e no desenvolvimento de habilidades interpessoais.

Isso confirma a descrição de Ocobock et al. (2022) e Rønning e Bjørkly (2019). Os autores apontam o role-play e a mentoria, respectivamente, como recursos que desenvolvem habilidades comunicacionais atreladas a empatia, acolhimento, escuta e suporte social. Além disso, Almeida (2019) destaca que, no contexto de avaliação do ensino-aprendizagem, a dramatização promove integração de conteúdos, gerando reflexão. Na experiência relatada foi possível identificar pelas reflexões que os estudantes se expressaram e reconheceram formas pessoais de vinculação e comunicação associando-as a situações reais.

Outros autores, como Cataldaş et al. (2024) e Polat e Ceylan (2023), afirmam que a dramatização desenvolve reflexão sobre as próprias ações e reações, efeito encontrado na experiência. Embora Rønning e Bjørkly (2019) indiquem que a dramatização contribui para a capacidade de estabelecer vínculos de confiança, não foi possível avaliar esse aspecto na experiência relatada.

Diferentemente dos estudos de Cataldaş et al. (2024), este relato não teve como objetivo medir aspectos psicológicos com o uso da dramatização, porém foi possível verificar seus efeitos na geração de reflexões sobre vinculação social. Outros efeitos foram o incômodo gerado ao assistirem a situações de fofoca, reconhecidas como desconfortáveis, mas que permitiram reflexões a respeito de situações reais da vida.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Embora a mentoria do programa missional não tenha tido caráter psicoterapêutico, a experiência possibilitou refletir que, em um contexto socioeducacional, a dramatização favorece o compartilhamento de reflexões sobre vínculos e suas conexões sem efetuar aprofundamentos particulares. Explicar conceitualmente os tipos de vínculo, propor uma dramatização na qual cada participante atuasse no papel do vínculo sorteado e compartilhar sobre como se percebem os vínculos nos contextos educacionais, por exemplo, se destacaram como possibilidades de trabalho socioeducacional, considerando aspectos psicossociais dos contextos educacionais e contribuindo para a reflexão acerca de como os vínculos podem afetar, positiva ou negativamente, a saúde relacional nesses contextos.

Com base neste relato, sugere-se que mais estudos sejam feitos com o público de estudantes universitários no contexto de programas de mentoria, haja vista a possibilidade do uso de recursos psicodramáticos como a dramatização para colaborar com a proteção da saúde mental em instituições educacionais. Para dados mais consistentes, sugere-se a utilização de instrumentos de medida de aspectos comportamentais, como habilidades sociais, que visam medir, descrever e avaliar aspectos pessoais dos participantes. A ausência dessa mensuração representa uma limitação deste estudo.

Considerando as características de um relato de experiência, o presente trabalho atingiu os objetivos quanto à descrição, respeitando os limites éticos e pedagógicos da proposta. Em relação aos objetivos específicos, foi possível refletir sobre os desafios da condução do encontro, tanto pela sensibilidade temática proposta (por remeter a vivências pessoais) quanto pela estratégia da dramatização, um recurso que explora aspectos pessoais.

AGRADECIMENTOS

Agradeço à instituição onde o acompanhamento psicossocial de mentoria em grupo foi realizado, proporcionando aprendizados profissionais interessantes e oportunidades para a utilização do psicodrama socioeducacional como recurso interventivo entre os participantes do programa.

FINANCIAMENTONão se aplica.

DISPONIBILIDADE DE DADOS DE PESQUISA

Todos os conjuntos de dados foram gerados e analisados no estudo atual.

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Recebido: 21 de Abril de 2025; Aceito: 08 de Julho de 2025

*Autora correspondente: psicologaraquelglima@gmail.com

Editor de seção:

Roseli Cubo https://orcid.org/0000-0002-5379-4372

CONFLITO DE INTERESSE

Nada a declarar.

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