A escola, que é um apoio, mas não uma alternativa para o lar de crianças, pode fornecer oportunidade para uma profunda relação pessoal com outras pessoas que não são os pais. Essas oportunidades, apresentam-se na pessoa do professor e das outras crianças e no estabelecimento de uma tolerante, mas sólida, estrutura em que as experiências podem ser realizadas (Winnicott, 1965/1982, p. 217).
Temos afirmado que a revista “Construção Psicopedagógica” busca contemplar os leitores com um conteúdo atual e sob diferentes olhares. Este volume traz como tônica aspectos do desenvolvimento humano em relação à escola, família e, aspectos ligados a dificuldades de aprendizagem, destacando a importância de se discutir temas como diversidade, inclusão, deficiência, e os complexos desafios enfrentados em cada fase da vida, principalmente pela escola.
Estar atento às crianças em vulnerabilidade social, é criar espaços para o diálogo e o enfrentamento às desigualdades sociais, culturais e econômicas. O educador precisa ser instrumentalizado para que tenha um olhar afetuoso, sem deixar de lado o sujeito concreto, com suas limitações, seus ideais, suas idiossincrasias. Seja uma criança em situação de vulnerabilidade, com distorção idade-série, com problemas comportamentais ou com alguma síndrome, é dever do professor permitir que a criança tenha espaço para se expressar, seja diante de uma crise, seja diante de um conflito ou insegurança.
Nesse sentido, o papel do professor é muto importante. Neste número, os artigos trazem reflexões consistentes e que apontam saídas para que o professor possa acolher essas crianças e adolescentes mantendo-se em uma distância segura, sem deixar de acolhê-los em suas crises emocionais, conflitos e inseguranças que eventualmente tenham.
A família também precisa ser acolhida, orientada e incentivada a participar do processo educativo, pois a participação ativa da família reforça os ensinamentos da escola, auxiliando os alunos na compreensão e aplicação do conhecimento adquirido, contribuindo com o seu desenvolvimento e integração no meio social e cultural.
Essas reflexões também ampliam o olhar do psicopedagogo para que possa fazer intervenções adequadas, seja no atendimento clínico como institucional. Escola e família também precisam andar juntos no atendimento, sendo este, por vezes, um desafio para os psicopedagogos.
Nossa revista abre neste número com um artigo que nos faz refletir sobre o papel da escola diante das desigualdades sociais. Escrito por Alzeir Martins Bertazzo e Andreia Cristiane Silva Wiezzel, da UNESP de Presidente Prudente, o artigo A ESCOLA COMO FATOR PROTETIVO DE CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL nos traz uma questão muito importante: Como a escola pode se configurar e atuar, do ponto de vista protetivo, junto a crianças em situação de vulnerabilidade social?
As autoras destacam que é possível que a escola cumpra esse papel, desde que ofereça à criança oportunidades de compreensão de mundo, de maneira a levá-la a pensar criticamente sobre a realidade social, econômica, política e cultural, desde que traga possibilidades para que a criança desenvolva condições de intervenção em sua vida e potencialmente na vida de outras pessoas.
Andreia e Alzeir analisam em fatores contextuais que trazem a vulnerabilidade afirmando que:
A visão macro da desigualdade no território brasileiro indica o quanto a realidade micro torna-se frágil, vulnerável e de risco, tanto para adultos quanto para crianças. A família, como instituição de proteção à criança, encontra dificuldades no desempenho desses cuidados. Situação de miséria e empobrecimento configuram famílias e contextos que propiciam rupturas e vulnerabilidades de vínculos de afetos. Famílias desestruturadas, encontram-se em condições socioeconomicamente degradantes, proporcionando cuidados precários e básicos à infância, criam fatores de risco ao desenvolvimento saudável do infante. (Azevedo, 2006, p. 14)
Destacam que existem várias políticas públicas de atenção à criança e ao adolescente no Brasil:
É dever não somente dos pais e familiares, mas, do Estado, garantir uma infância saudável e segura. Por esse motivo existem políticas públicas como o Estatuto da Criança e do Adolescente e órgãos como o Conselho Tutelar, o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDA) e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), todos com o intuito de investigar, fiscalizar, defender e proporcionar segurança a todos os jovens e crianças que estão em situação de risco e vulnerabilidade (Nunes, 2021).
Ao lado dos aspectos legais que asseguram o direito a uma infância saudável e segura, as autoras refletem sobre educação libertadora, que vislumbre práticas que venham possivelmente amenizar e dar condições de proteção às vulnerabilidades. Ao lado de Paulo Freire, trazem também Winnicott:
Ao se tomar a teoria de Winnicott neste sentido, a escola pode ser vista como um território que potencialize a criatividade e a expressão singular da criança em desenvolvimento em uma ação educativa voltada à sua humanização. Este contexto envolve um ambiente educacional acolhedor, que olhe para o mais profundo do ser da criança, direcionando atividades pedagógicas que envolvam dimensões emocionais e um trabalho voltado à formação em direitos humanos.
Na sequência temos a resenha do livro AFETIVIDADE E LINGUAGENS EXPRESSIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DE HENRI WALLON, escrito por Marlene Coelho Alexandroff, professora do Instituto Sedes Sapientiae e redatora desta revista. A resenha foi elaborada por Paulo Sergio de Oliveira Junior, também do Instituto Sedes Sapientiae. Interessante observar como o livro dialoga com o artigo anterior:
Manifestações agressivas sistemáticas na mais tenra idade, por exemplo, é uma ocorrência fortemente influenciada pelas vulnerabilidades na infância. Constitui uma das maneiras da criança tentar demonstrar sofrimento por faltas diversas e, por vezes, traumas emocionais, não tendo acesso a ambientes nos quais se sintam acolhidas e compreendidas, de acordo com suas necessidades básicas de apoio (Wiezzel, 2020).
O livro, baseado nos pressupostos de Henri Wallon, se preocupa com a prática dos professores que nem sempre sabem como lidar as crises, conflitos e contradições encontradas na sala de aula, mesmo na educação infantil. Por isso, o livro traz na primeira parte, uma discussão teórica dos principais aspectos da teoria walloniana: a ênfase no olhar integrado dos aspectos que constituem o sujeito como pessoa concreta, nos seus aspectos sociais, afetivos, cognitivos e motores. Reforça ainda que Wallon conhecido como a Psicólogo da infância, destacou-se por enfatizar a afetividade no processo de aprendizagem da criança.
Seus estudos deixam importantes contribuições à prática pedagógica e psicopedagógica, conferindo à escola um papel importante no acolhimento e intervenção do processo de constituição do sujeito, principalmente com crianças muito pequenas.
O capítulo 5, “Wallon e a Educação Infantil”, acentua a importância dessa etapa da Educação Básica para a formação da personalidade da criança, uma vez que pode apresentar atividades voltadas a desenvolver a expressividade de suas subjetividades, assim como situações de interação com os pares. Um exemplo é o uso de jogos (funcionais, de alternância, simbólicos, dramáticos, de construção), de forma a desenvolver a autonomia da criança, por meio de um espaço estruturado que permita o movimento, além da cooperação e da solidariedade.
O livro traz a ideia de escoamento de emoções e como ela está ligada às linguagens expressivas, que se constituem a segunda parte do livro. Nesta parte mais prática, há a presença de algumas das linguagens expressivas, tais como da literatura infantil, do desenho, da música e de jogos, como instrumentos de intervenção e promoção da autonomia da criança.
Escoar emoções só é possível por meio de recursos físicos, farmacológicos ou representacionais. Quanto mais a criança consegue representar suas emoções, mais desenvolve manifestações afetivas, como os sentimentos e as paixões. Além disso, é importante que o docente consiga fortalecer o Eu da criança, ajudando-a na resolução de dificuldades de aprendizagem.
O próximo artigo, nos traz pesquisa internacional. Ele apresenta o relato de uma experiência docente realizada no âmbito da disciplina Desenvolvimento Humano: do nascimento até a idade adulta, ofertada pelo Departamento de Educação de uma universidade no Estado de Illinois, Estados Unidos, e ministrada pela autora Cecilia Iacoponi Hashimoto desde 2022. A pesquisa foi realizada na Bradley University, Peoria, Illinois, USA.
No primeiro semestre de 2024, participaram da disciplina 40 estudantes de cursos de formação de professores. A proposta pedagógica teve como objetivo articular os fundamentos teóricos do desenvolvimento humano com vivências pessoais e profissionais dos discentes, promovendo reflexões sobre as diversas etapas da vida e suas implicações no processo formativo docente.
Segundo a autora, o objetivo era promover um processo formativo de autoconhecimento e de preparo para a atuação profissional, buscando a compreensão do desenvolvimento humano em suas múltiplas dimensões - biológica, cognitiva, emocional, social e cultural - ao longo do ciclo vital, da infância à velhice. A disciplina se utilizou de autores clássicos e contemporâneos e o conteúdo da disciplina foi trabalhado de modo a proporcionar aos estudantes não apenas a internalização de conceitos, mas o desenvolvimento de competências reflexivas e relacionais.
A autora acredita que ao educador compreender sua própria trajetória de desenvolvimento, estará mais apto a reconhecer e acolher os desafios enfrentados por seus futuros alunos, contribuindo para uma prática educativa mais empática, crítica e inclusiva.
Ao longo desse processo, também implementou o trabalho com autobiografias, que tem se mostrado uma ferramenta poderosa para promover reflexões profundas nos alunos sobre suas próprias vidas, transições e identidade.
Os relatos dos alunos demonstram o impacto positivo dessa abordagem, com muitos destacando a importância de discutir temas como diversidade, inclusão, deficiência, e os complexos desafios enfrentados em cada fase da vida. Essas experiências ilustram como o conhecimento acadêmico pode ser transformador, não apenas no contexto profissional, mas também na vida pessoal dos estudantes.
O artigo traz uma alerta para os educadores e principalmente, para aqueles que se preocupam com a formação de educadores:
No entanto, ainda há muito a ser explorado no campo do desenvolvimento humano. Trata-se de uma área vasta e em constante transformação, que demanda atenção contínua às mudanças sociais e culturais, às novas configurações familiares e aos desafios enfrentados pelas gerações mais jovens. Tais aspectos impõem à prática docente o compromisso de manter o conteúdo curricular atualizado e sensível às questões emergentes da contemporaneidade, como a identidade de gênero, a inclusão de pessoas com deficiência, o envelhecimento populacional e as especificidades de diferentes contextos culturais.
O artigo A COOPERAÇÃO ENTRE ESCOLA E FAMÍLIA: UMA ANÁLISE DAS PRODUÇÕES ACADÊMICAS, foi escrito por Weliton Campelo Rodrigues Júnior, Claudiane de Souza Batista, Paulo Ricardo de Sousa Batista, Rosângela Conceição de Jesus e Ellery Henrique Barros da Silva, da Universidade Federal do Piauí - CAFS/UFPI. Trate-se de um artigo de revisão e o levantamento abrangeu produções acadêmicas dos últimos quatro anos, incluindo teses e dissertações.
A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa e quantitativa, utilizando um estudo de revisão baseado na Análise Textual Discursiva (ATD). A partir desse processo, emergiram duas categorias principais: (i) Diferentes perspectivas de participação educacional: diálogo entre escola e família e (ii) A família e suas contribuições para o processo de escolarização do educando.
O estudo destacou a importância da parceria escola e família pois ambas constituem as principais redes protetivas no processo educativo. Uma comunicação eficaz entre esses dois agentes contribui significativamente para o desenvolvimento emocional, social e acadêmico dos estudantes. A participação ativa da família reforça os ensinamentos da escola, auxiliando os alunos na compreensão e aplicação do conhecimento adquirido.
A relação entre escola e família deve ser pautada na colaboração mútua, em que a família fortalece o trabalho escolar ao acompanhar, incentivar e apoiar o desenvolvimento da criança. Paralelamente, a escola deve adotar práticas pedagógicas que promovam não apenas a formação acadêmica, mas também o desenvolvimento integral do aluno, valorizando a participação ativa dos pais no processo educativo. Essa parceria é fundamental para fortalecer a aprendizagem e contribuir para a construção de uma sociedade mais consciente, participativa e transformadora (Nascimento et al, 2021).
A pesquisa conclui que escola e família são instituições fundamentais para o desenvolvimento do indivíduo, sendo essencial que ambas permaneçam alinhadas no processo de ensino e aprendizagem, nas propostas escolares e nas diferentes formas de ressignificar a prática pedagógica.
Destaca-se que o diálogo é a ponte que conecta essas duas instituições. É fundamental que a família compreenda seu papel na vida dos alunos, contribuindo não apenas para sua evolução acadêmica, mas também para seu desenvolvimento sociocognitivo, maturidade emocional e controle das emoções, fatores que impactam diretamente na aprendizagem.
Na sequência, temos o artigo ENSINO DA MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM SÍNDROME DE DOWN, escrito por Guímel Bernardes de Souza, Júlia Maria Ajeje de Oliveira, Marcos Venício Esper, da Universidade do Estado de Minas Gerais-UEMG e por Ana Paula Alves, da Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)/Janaúba. Este artigo investiga o ensino de Matemática para alunos com Síndrome de Down em escolas regulares, destacando a importância de metodologias inclusivas que promovam o desenvolvimento cognitivo e social.
Estudos analisados destacam que a combinação de ferramentas, como jogos manipulativos e aplicativos educativos, facilita a compreensão de conceitos matemáticos e torna o processo mais envolvente. O uso de tecnologias, como o aplicativo Numi, ilustra o impacto positivo da inovação pedagógica na motivação e participação dos alunos com Síndrome de Down.
O processo de ensino-aprendizagem de alunos com Síndrome de Down (SD) em escolas regulares envolve um caminho desafiador e multifacetado, exigindo adaptações pedagógicas específicas para garantir que esses estudantes tenham acesso significativo à educação. A inclusão educacional não se limita à inserção física dos alunos nas salas de aula, mas abrange a criação de um ambiente que promova o desenvolvimento acadêmico e social, valorizando suas habilidades e potencialidades. A educação inclusiva, nesse contexto, desafia práticas tradicionais ao propor uma mudança de paradigma, em que o aprendizado se ajusta às necessidades dos alunos e não o contrário.
O trabalho conclui que a inclusão na educação Matemática vai além da transmissão de conteúdo, envolvendo práticas pedagógicas adaptadas às necessidades dos alunos e estratégias de socialização, pois a experiência mostra que, quando bem estimulados, esses estudantes podem desenvolver habilidades acadêmicas e sociais significativas.
Portanto, o processo de inclusão transcende a adaptação física e envolve a criação de estratégias pedagógicas que valorizem as diferenças e fomentem relações sociais significativas, a estigmatização associada às características físicas desses alunos reforça a urgência de conscientizar professores e estudantes sobre os impactos do preconceito. A construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo depende de práticas educacionais que respeitem as especificidades de cada aluno e promovam tanto seu desenvolvimento acadêmico quanto sua socialização. Dessa forma, a diversidade é percebida como uma oportunidade de aprendizado mútuo, em que todos se beneficiam ao conviver e respeitar as particularidades uns dos outros.
O artigo PROBLEMAS COMPORTAMENTAIS E DE COMPETÊNCIA SOCIAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DEFASAGEM ESCOLAR escrito por Teresa Helena Schoen e Maria Sylvia de Souza Vitalle, da Universidade Federal de São Paulo – Campus São Paulo e por Márcia Regina Fumagalli Marteleto,da Universidade Federal de São Paulo – Campus Baixada Santista. O artigo analisa a defasagem escolar como um dos problemas que educação brasileira precisa enfrentar. As autoras afirmam que as dificuldades acadêmicas estão associadas a problemas de saúde mental, destacando-se a presença de problemas de comportamento e competência social em crianças e adolescentes com defasagem escolar, comparados a seus pares sem distorção idade-série.
Não é incomum que alunos com dificuldades de aprendizagem apresentem características interpessoais que, entre outras, tendem à agressividade, às interações negativas com colegas, às dificuldades de atenção e concentração, poucos comportamentos orientados para tarefa e um repertório menos elaborado de comportamentos interpessoais adequados e desejados socialmente (Maia et al., 2020). Segundo van de Weijer, Novak e Boutwell (2024), o desempenho educacional exerce influência causal no envolvimento criminoso. Martins et al (2022) encontraram resultados semelhantes, concluíram que jovens que repetiram a escola três ou mais vezes, tinham 2,4 vezes mais chances de praticar algum crime violento que aqueles que não repetiram nenhuma série. Como observado no presente estudo, alunos com defasagem escolar além de baixa competência social também obtiveram T escores mais altos no agrupamento Agressividade e Violação de Regras (Tabela 1). Nossas descobertas destacam o fardo do transtorno emocional infantil além dos ambientes de saúde, tendo o potencial de impactar negativamente os resultados educacionais e a convivência interpessoal
Este artigo é extrema importância, pois traz um reflexão atual. Traz um problema há muito tempo enfrentado pelas equipes educacionais e pelas crianças e adolescentes que sofrem com as consequências da distorção série-idade. Houve algumas tentativas de intervenção do Estado com a implantação das Classes de Aceleração da Aprendizagem, que criou uma metodologia adequada para os alunos com essa problemática, que minimizou esta dificuldade para o público-alvo durante a duração do projeto, mas o problema permanece...
(...) A distorção idade-série, portanto, reflete a reprovação acumulada de séries anteriores: à medida em que os alunos são retidos, não se matriculam na série correta. A existência de um número significativo de alunos com defasagem escolar em séries mais avançadas indica que o problema teve origem em níveis educacionais mais básicos (Instituto Unibanco & Observatório de Educação, 2024). Aluno algum é reprovado ao fim do ano letivo, pois as dificuldades que o levaram a essa situação são cumulativas; a retenção seria, sem dúvida, consequência direta da falta de estratégias e ações institucionais que identificassem e superassem as dificuldades acadêmicas com rapidez e reconhecessem quem e quando encaminhar para atendimento especializado. As ações que os gestores estão colocando em andamento, embora de extrema importância, precisam estar associadas a ações que visem melhorar a saúde mental desses alunos com defasagem escolar. O trabalho educacional não pode ficar alheio ao trabalho dos profissionais de saúde mental, da mesma forma que, o atendimento em saúde mental necessita estar acoplado às estraté- gias que melhorem a performance escolar e o comprometimento do aluno com seu próprio desenvolvimento acadêmico.
Como vimos, os artigos trazem importantes aspectos a serem analisados, da educação infantil ao ensino médio, da formação de educadores à atuação dos profissionais de educação. Esperamos que os artigos possam inspirar a prática pedagógica e psicopedagógica de nossos leitores.
Finalizamos este número da “Revista Construção Psicopedagógica”, agradecendo aos autores que contribuíram com a presente edição, que com a riqueza de suas experiências compartilhados conosco, potencializaram a reflexão e o fazer pedagógico e psicopedagógico. Agradecemos também aos leitores pela companhia na leitura dos textos e os convidamos para que nos ajude na divulgação de nossa revista. Esperamos também que você nos alegre com a sua contribuição para o próximo número. Seu artigo será muito bem-vindo! Ele é muito importante para nós!













