A Avaliação Psicológica (AP) tem uma robusta tradição histórica no Brasil. Foi incorporada à prática profissional antes mesmo da Psicologia ser reconhecida oficialmente como profissão. Portanto, seu aprimoramento acompanhou, e foi impactado pela evolução de práticas profissionais e pela construção de referenciais teóricos. Embora, a regulamentação da profissão tenha se dado em 1962, tendo, portanto, pouco mais de 60 anos, foi a partir da década 1990 que a avaliação psicológica se fortaleceu.
Nesse particular, a Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP), ao promover seus simpósios de pesquisa e intercâmbio científico, possibilitou que a AP ganhasse um corpo de referenciais teóricos, independente do domínio estrangeiro e crítico a ele, um fazer pautado nas necessidades brasileiras, e, em consequência, o reconhecimento social. O presente artigo abordará a história da AP à luz dos grupos de trabalho da ANPEPP. O diferencial deste artigo para outros que também se dedicaram a discutir o histórico da AP brasileira (Nascimento & Vasconcelos, 2016; Noronha et al., 2023) refere-se ao fato de que a história será contada por alguns dos vários protagonistas responsáveis pela construção dos Grupos de Trabalho (GT).
Importância da ANPEPP na consolidação dos grupos de pesquisa
A ANPEPP é uma associação que tem caráter científico e não possui fins lucrativos. Seus associados são os Programas de Pós-graduação (PPG) Stricto Sensu em Psicologia. Sua missão está construída no sentido de discutir, promover e gerar iniciativas na estimulação da formação de profissionais para pesquisa e pós-graduação em Psicologia. Ainda, a proposta da ANPEPP é, por meio da neutralidade política/religiosa/racial/teórica, servir como polo integrador de pesquisadores, formando grupos de referência nas variadas áreas da Psicologia. Nos primórdios, havia poucos grupos de trabalho, e, portanto, poucas áreas da psicologia eram contempladas, o que é condizente com a pequena abrangência da profissão àquela época.
A fundação da ANPEPP se deu em julho de 1983, em Belém (PA). O objetivo da criação de encontros, ou simpósios, era, entre outros, promover a interlocução de pesquisadores, em uma época em que a comunicação não era tão facilitada pelas tecnologias digitais como o é atualmente. As distâncias continentais do território brasileiro impediam que grupos de pesquisa se fortalecessem ao reunir objetivos comuns.
Como afirmado, são os PPGs os associados da ANPEPP, mas, em alguns eventos por ela produzidos, como é o caso dos Seminários de Pesquisa, os participantes são os pesquisadores (ex. coordenadores, vice coordenadores e/ representantes), não as instituições. Neste particular, a possibilidade de haver uma associação com o intuito de agregar pesquisadores ainda elenca outros objetivos principais, resumidos a seguir. Estes objetivos, de maneira geral, perpassam pelo incentivo da pesquisa em nosso país, tão relevante para o desenvolvimento da ciência psicológica, também promovendo a formação de pesquisadores. Isto posto, outras missões da ANPEPP são: (a) defender, apoiar e incentivar os próprios programas de pós-graduação, a partir de iniciativas de assistência, incentivo e aperfeiçoamento dos mesmos; (b) incentivar o intercâmbio entre pesquisadores e centros de pesquisa e/ou laboratórios de pesquisa; (c) difusão de pesquisas e/ou trabalhos científicos desenvolvidos no Brasil, por intermédios de outros eventos científicos (ex. congressos, seminários); (d) desenvolver e aprofundar a colaboração com outras sociedades científicas, bem como, com outras entidades representativas da Psicologia, no tocante a parcerias profícuas no desenvolvimento da pós-graduação e do fortalecimento da Psicologia, enquanto ciência e profissão (ANPEPP, 2023).
A formação de grupos de pesquisa, como um dos objetivos da ANPEPP permitiu o desenvolvimento de contribuições relevantes entre pesquisadores que podem estar investigando os mesmos fenômenos, mas que por diversos motivos, não tiveram possibilidade de conhecer formalmente os trabalhos de colegas de outros grupos, laboratórios e universidades, ainda mais quando se leva em consideração as dimensões continentais do Brasil e a dificuldade de acesso a determinadas regiões. Parece natural que pesquisas sejam desenvolvidas em grupos, pois as redes têm um efeito positivo na qualidade da pesquisa individual, bem como na formação de pesquisadores, já que o compartilhamento de conhecimento é extremamente recomendável e um dos princípios precípuos da ciência (Vabø et al., 2016). Adicionalmente, Kyvik e Reymert (2017) relatam que as pesquisas em grupos de pesquisa possuem a vantagem de propiciar o aumento do número e da qualidade de publicações.
No tocante à avaliação psicológica, sua diversidade teórica oportuniza naturezas variadas de processos e instrumentos, de modo que a integração de pesquisadores que discutam um mesmo fenômeno sob perspectivas diferentes, tende a enriquecer o fazer pesquisa. Em relação ao último argumento, por exemplo, quando mais pesquisadores estão envolvidos nas preparações de resultados e de discussões de relatórios de pesquisa, há uma tendência de proporcionar publicações mais consistentes, que podem ser disseminadas em revistas de maior impacto. Isto provavelmente ocorre, pois a diversidade de compreensões teóricas, delineamentos metodológicos, habilidades e competências são fundamentais para que o trabalho em grupo seja aprimorado, principalmente se observadas algumas características nos membros do grupo, gerando contribuições mais consistentes para a área de conhecimento (Cheruvelil et al., 2014).
Foi a partir do 19º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico, ocorrido de forma híbrida, em 2022, que a ANPEPP reuniu 96 grupos de trabalho, quantidade considerável, em termos de expansão e congregação de pesquisadores das cinco regiões do Brasil. No tocante aos grupos de trabalho da área de avaliação psicológica, são encontrados seis deles. A este respeito, é importante notar que outros grupos também podem abordar temáticas de avaliação, ainda que “o objetivo” deles não seja esse especificamente.
Os grupos de trabalho (GT) da ANPEPP têm uma missão extremamente importante no sentido de propiciar aos pesquisadores de distintos pontos do país um espaço para reflexão sobre seus temas de trabalho, dificuldades, avanços e perspectivas. Desta maneira, assim como ocorreu com o GT de Pesquisa em Avaliação Psicológica, outros grupos se desmembraram e formaram uma vasta rede de pesquisadores especializados em áreas e contextos específicos da psicologia. Mais especificamente, o GT voltado para área da avaliação psicológica, foi decisivo no crescimento deste campo em diversos setores, tendo altos impactos em diversos setores como comentaremos a seguir. Apenas para exemplificar, este artigo está sendo escrito por membros de diferentes GT de A P, que realizam pesquisas em conjunto, com o auxílio e facilitação da ANPEPP, por meio de seus encontros periódicos.
Histórico do GT na área da avaliação psicológica
Com vistas a dar um panorama ao leitor sobre os eventos da ANPEPP, listaremos a seguir os anos de ocorrência dos eventos e as cidades em que ocorreram: Caruaru (1988), Gramado (1989), Águas de São Pedro (1990), Brasília (1992), Caxambu (1994) Teresópolis (1996), Gramado (1998), Serra Negra (2000), Aracruz (2004), Florianópolis (2006), Natal (2008), Fortaleza (2010), Belo Horizonte (2012), Bento Gonçalves (2014), Maceió (2016), Brasília (2018), Gramado (2022). O simpósio Novos Horizontes, em 2020, se deu de maneira online em razão da crise sanitária que acometeu o mundo, em decorrência da COVID-19.
Foi na reunião realizada em Gramado, em 1989, que o primeiro GT com enfoque na avaliação psicológica se encontrou. Seu nome era ‘Perspectivas de Avaliação e Diagnóstico em Psicologia’, e o compunham nove pesquisadores, a saber, Odete Lourenção VanKolck, André Jaquemin, Claudio Simon Hutz, Eda Marconi Custódio, Edwiges Silvares, Nilce Mejias, Latife Yazigi, Regina M. L. L. Carvalho e Antônio Carelli (Noronha et al., 2023). O foco deste grupo foi a discussão de aspectos conceituais e a abrangência da avaliação psicológica, considerando perspectivas teóricas distintas. No seminário de 1990, o GT continuou com o mesmo nome e sua composição sofreu pouca modificação.
Não foram encontrados registros da participação de GT de avaliação psicológica nos seminários da ANPEPP ocorridos em 1992 e 1994. Entretanto, naqueles anos, um fato histórico que marcou o ressurgimento do interesse pela pesquisa em avaliação psicológica foi a fundação do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (IBAP), em 1997, durante o encontro da Sociedade Brasileira de Psicologia, em Ribeirão Preto (Pasquali, 2023, Wechsler et al., 2019). Durante este encontro foi discutida a necessidade de ampliação de grupo de pesquisadores para o crescimento da área de avaliação psicológica do ponto de vista científico e profissional, sendo, então, proposta a criação de um GT de Pesquisa em Avaliação Psicológica para o próximo encontro da ANPEPP, no ano seguinte, reforçando uma das missões da ANPEPP, qual seja, unir esforços com outras associações científicas.
Assim, no VII simpósio da ANPEPP de 1998, que ocorreu em Gramado, e no VIII simpósio, que aconteceu em 2000, em Serra Negra, o GT de Pesquisa em Avaliação Psicológica, coordenado por Solange Wechsler, já contava com um considerável número de pesquisadores de diferentes instituições (Wechsler, 1998). Ressalta-se que no ano 2000, com a inserção de alunos de doutorado, foi formada uma rede eletrônica, nomeada de Avalpsi, coordenado por Cristina Pinho. O grupo de e-mail ficou ativo durante vários anos, sendo este o primeiro canal eletrônico voltado para discussão de temas e dúvidas relacionadas com a avaliação psicológica entre os profissionais da área. Foram realizadas discussões sobre o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e foram formadas parcerias para novas pesquisas, como exemplos, além de várias outras ações.
Nos documentos históricos da ANPEPP, consta que estiveram presentes ao GT realizado no VII Simpósio, pesquisadores que anteriormente foram convidados pelo Conselho Federal de Psicologia a participar da Câmara Interinstitucional de Avaliação Psicológica, criada em 1997. A participação daqueles pesquisadores em dois contextos – GT e Câmara Interinstitucional, fortaleceu tanto as discussões promovidas, quanto os respectivos desdobramentos. A decorrência mais referenciada do encontro de 1998 foi a constituição da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica, do Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi), cuja relevância já foi reiteradamente apresentada (Andrade & Valentini, 2018; Cardoso & Silva-Filho, 2018; Reppold & Noronha, 2018; Zanini et al., 2021).
Também foi organizado, nesta época, o I Congresso Nacional de Avaliação Psicológica em Campinas (2001) e publicado o primeiro livro pelo IBAP, denominado “Temas em Avaliação Psicológica” (Primi, 2002). Tanto o livro, quanto o congresso marcaram um novo tempo para a avaliação psicológica brasileira.
Deve ser ressaltado que os encontros deste GT, neste período, foram extremamente frutíferos, pois não foram discutidas apenas publicações conjuntas, mas também, houve a organização de atividades e de eventos que poderiam fortalecer a área. Destaca-se, como exemplo, o lançamento da Revista Avaliação Psicológica, durante o I Congresso Brasileiro de Psicologia, Ciência e Profissão, ocorrido na cidade de São Paulo em 2002. A revista foi uma força motriz no incentivo à publicação de pesquisas de A P, pois, embora fosse permitido publicar em outros periódicos, ter um específico da área, reuniu mais investigações temáticas.
Nos vários encontros da ANPEPP o IBAP se fortaleceu como entidade científica. Exemplo disso se deu quando a presidência do instituto foi assumida por aqueles que tinham vivenciado a coordenação do GT. Após o IX Simpósio, em Águas de Lindoia, em 2002, quando a liderança do grupo de Pesquisa em Avaliação Psicológica era de Claudio Hutz, nos eventos seguintes, respectivamente no X Simpósio em 2004 (Aracruz/ES) e no XI Simpósio em 2006 (Florianópolis/SC), as coordenações foram de Ricardo Primi e Ana Paula Noronha, que posteriormente, assumiram a presidência do IBAP nos dois biênios seguintes (ANPEPP, 2023). Este fenômeno ocorreu outras vezes, mesmo que não tenha sido na sequência imediata, com outros coordenadores de GTs da ANPEPP e, consequentemente, ex-presidentes do IBAP.
O GT Pesquisa em Avaliação Psicológica continuou se reunindo durante os seminários da ANPEPP até que em 2008 já havia muitos pesquisadores, com várias linhas de pesquisa, em outras regiões brasileiras, ampliando o eixo sul-sudeste. Para melhor produtividade, concluiu-se que a divisão dos grupos se tornou imprescindível. Pesquisa em Avaliação Psicológica e, Avaliação Cognitiva e Neuropsicológica foram os novos grupos compostos. A produção conjunta do GT manteve-se, de modo que foram produzidos dois novos livros “Avanços em Avaliação Psicológica e Neuropsicológica de crianças e adolescentes, volumes I e II (Hutz, 2010, 2012).
Ao lado disso, observou-se a ampliação de pesquisadores interessados em avaliação psicológica vinculados a diferentes instituições universitárias. Convém destacar que as temáticas de pesquisa eram variadas, como a avaliação da inteligência, técnica de Zulliger, avaliação de programas, avaliação de processos terapêuticos, Teste de Apercepção Temática, avaliação da criatividade, avaliação da personalidade e validade de testes. Os principais objetivos do GT versavam sobre a aproximação de pesquisadores, com vistas ao desenvolvimento de pesquisas conjuntas; assim como identificar as carências e produzir instrumentos. Para a área, de modo geral, tal ampliação temática permitia que novos conceitos, instrumentos, faixas de desenvolvimento e contextos de atuação promovessem processos avaliativos mais qualificados.
Em 2014 notou-se a necessidade de outra subdivisão dos grupos, por ocasião do XV Seminário da ANPEPP em Bento Gonçalves. Foram organizados cinco GT de AP: Pesquisa em Avaliação Psicológica, Métodos Projetivos nos Contextos da Avaliação Psicológica, Avaliação Cognitiva e Neuropsicológica, Avaliação em Psicologia Positiva e Criatividade e Avaliação Psicológica: Personalidade e Psicopatologia (ANPEPP, 2014). Duas observações devem ser feitas neste momento. Embora não tenha sido mencionada, a Associação Brasileira de Rorschach e outros métodos (ASBRo) já existia e teve forte protagonismo, assim como o IBAP, ao longo de todo este processo. Além dela, a fundação da Associação de Psicologia Positiva, em 2013, fortaleceu a reunião de pesquisadores, que inicialmente contava com os pesquisadores que trabalhavam com a criatividade no foco da psicologia positiva (ABP+ Associação de Psicologia Positiva, 2023). Reconhece-se a contribuição de diferentes e crescentes laboratórios de pesquisa em avaliação psicológica pelo país. Em 2008, existiam mais de 30 grupos, o que é muito superior aos três ou quatro inseridos na primeira composição do GT. Atualmente, no último levantamento dos laboratórios de pesquisa brasileiros foram encontrados mais de 80, distribuídos de norte a sul, fato que influenciou no número de pesquisadores interessados em participar dos GT em avaliação psicológica da ANPEPP (Silva Filho et al., 2023).
Os diferentes grupos agregam pesquisadores com abordagens distintas, como por exemplo, o GT de Avaliação e Intervenção no Desenvolvimento Infantil e Adolescente é o GT de número 7, tinha como nomenclatura antiga ‘Perspectivas de Avaliação e Diagnóstico em Psicologia’, e aborda o processo de AP nestas importantes faixas do ciclo vital. O ‘GT Métodos Projetivos nos Contextos da Avaliação Psicológica’ (GT-29) tem como princípio investigar qualidades psicométricas, fundamentos clínicos e teóricos dos métodos projetivos em diversos contextos profissionais, tendo sido criado no ano de 2008. O GT-82, intitulado ‘Avaliação Psicológica e Psicopatologia’, visa a construção e adaptação de modelos de mensuração de quadros psicopatológicos e, como outros GT, é fruto de desdobramentos de grupos antigos. Por último, o mais novo grupo diretamente associado à AP é o de Psicometria (GT-93), fundado em 2020, no qual se discutem questões metodológicas básicas da psicometria nos métodos quantitativos, bem como modelos e ferramentas de análise de dados.
Considerações finais
A contribuição dos diferentes GT em avaliação psicológica tem sido decisiva para a formação científica e de profissionais na área da avaliação psicológica, contribuindo com inúmeros artigos e livros sobre diferentes temas, além de parcerias profícuas (exemplos, Amaral & Werlang, 2008; Argimon et al., 2023; Baptista et al., 2019; Boruchovitch, et al., 2012; Campos & Nakano, 2019; Hutz, 2016; Mansur-Alves et al., 2021; Noronha et al., 2006; Oliveira et al., 2020; Nakano, 2018; Santos-Vitti et al., 2023; Vazquez & Hutz, 2018). Em acréscimo, os grupos têm se reunido para debater e consolidar posições políticas em prol da área de avaliação, emitindo documentos para fortalecer a atuação do profissional e a qualidade da avaliação psicológica no país.
Resgatar a história dos GT da ANPEPP permite compreender que a avaliação psicológica é uma área que se fortaleceu, porque se reuniu. Quem imaginaria que o encontro daqueles nove pesquisadores, nomeados nas páginas iniciais deste artigo, presentes à reunião de 1989, comporia a história que aqui se traçou? Ta l fenômeno se deu, porque aqueles primeiros conseguiram agregar outros, que trouxeram mais alguns, que, em conjunto, foram cocriadores de uma área potente como é a avaliação psicológica. Nela, há espaço para todos que queiram trazer seus saberes e que tenham o propósito de construir juntos.
É evidente que, como qualquer outra área de conhecimento, a AP precisa avançar. Te r instrumentos e processos mais inclusivos é urgente. Permitir que pessoas com características distintas respondam aos testes em concursos públicos, em processos seletivos, nos contextos educacionais e de trabalho é priorizar a justiça e a igualdade de direitos. Aprimorar as práticas profissionais em todos os lugares nos quais a psicologia se fizer presente promoverá o reconhecimento profissional, e com ele, a inserção social do psicólogo. Te r acesso aos mais vulneráveis, àqueles que moram em regiões distantes de grandes centros é também um enfrentamento necessário aos pesquisadores, docentes e profissionais da A P. É com este intuito que finalizamos este artigo, com o convite aos novos profissionais para que se insiram em campos ainda inócuos e que o façam da mesma maneira gentil, consistente, e com liderança que aqueles primeiros.











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