ISSN 2175-1390 on-line

INSTRUÇÕES AOS AUTORES

  • Políticas
  • Diretrizes para Autores e Autoras
  •  

    Políticas

    - Foco e escopo

    A Revista Psicologia Política é um periódico mantido pela Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP). A Revista é uma publicação dirigida ao campo de estudos interdisciplinar da Psicologia Política. Constitui-se, portanto, em um periódico de estudos das problemáticas no campo da Psicologia Política que tem como epicentro a reflexão sobre o comportamento político nas sociedades contemporâneas. A Psicologia Política se constitui historicamente a partir de contribuições de diferentes áreas das ciências humanas que articulam debates nos quais as condições objetivas e subjetivas estejam presentes, sendo compreendidas por diferentes abordagens teóricas, como codeterminantes, portanto, constituintes dos comportamentos coletivos, dos discursos, das ações sociais e das representações que constituem antagonismos políticos no campo social. O foco da revista é a publicação de estudos originais, sejam empíricos ou teóricos, sobre fenômenos políticos - abrangendo debates relativos, por exemplo, a movimentos sociais, políticas públicas, relações de dominação, democracia – ou sobre a história da psicologia política. Estes estudos podem ser orientados por diferentes abordagens teóricas e metodológicas (qualitativas e quantitativas) que privilegiem a ruptura com dicotomias como indivíduo x sociedade, condições objetivas x condições subjetivas , ciência x política. Considera-se interessante que as produções submetidas à revista discutam o modo como concebem as noções de político e/ou de política em suas análises, sendo uma preocupação da Revista fomentar debates internos ao próprio campo de estudo da Psicologia Política. A Revista preocupa-se com o desenvolvimento deste campo interdisciplinar de reflexão e prática investigativa, no qual os principais debates têm sido reunidos em torno de questões como o preconceito social, diferentes formas de racismo, ações coletivas e movimentos sociais, violência coletiva e social, socialização política, comportamento eleitoral, relações de poder, valores democráticos e autoritarismos, participação social e políticas públicas, bem como os estudos sobre opinião pública e meios de comunicação de massa, em abordagens quant i e qualitativas. Reúnem-se, ainda, nestas preocupações, os estudos sobre análise de discursos e ideologias, de universos simbólicos e de práticas institucionais. As questões referentes aos debates teóricos e metodológicos neste campo são bem recebidas por este conselho editorial, que tem a preocupação de debater cientificamente o aprofundamento das temáticas constituintes da interface entre os aspectos políticos e os psicológicos.

    - Periodicidade

    A Revista Psicologia Política é uma publicação quadrimestral.

    - Edições temáticas

    A Revista é aberta a números temáticos, os quais também devem ser organizados a partir de edital próprio. Além disso, a Revista Psicologia Política publica dossiês, propostas de um conjunto de artigos e que tenham uma temática/orientação específica. Além dos manuscritos, deve-se submeter uma apresentação geral que destaque o tema proposto pelos organizadores/organizadoras.

    - Políticas de seção

    A Revista Psicologia Política publica artigos, resenhas e entrevistas e, usualmente, apresenta as seguintes seções:

    1) Mensagem da Associação Brasileira de Psicologia Política

    Esta seção é reservada à Diretoria da ABPP vigente no período de publicação dos números da Revista. Objetiva apresentar informações de interesse da ABPP.

    2) Editorial

    Esta seção é reservada aos editores da Revista e a editores de números temáticos. Objetiva apresentar informações de interesse dos editores da Revista, bem como refletir sobre as produções publicadas nos números de fluxo contínuo ou nos números temáticos.

    3) Artigos

    Esta seção é reservada para textos originais/inéditos, de qualidade e que tratam tanto de aspectos empíricos quanto teóricos relativos ao foco da Revista, atendendo ao formato explicitado nas Diretrizes aos autores e autoras. Recomendamos que ao menos um dos autores tenha o título de doutor, como forma de aproximarmos e colocarmos em diálogo autores do campo. Caso os autores paguem pela tradução, a RPP disponibiliza a possibilidade de publicação bilíngue. Os editores indicam um tradutor e os autores pagam pelo serviço. Os artigos podem ser revisão crítica, meta-análise ou resultado de pesquisas de natureza empírica, experimental ou conceitual sobre assunto de interesse da Psicologia Política. Revisões sistemáticas, revisões integrativas, ensaios teóricos (críticas e formulação de conhecimentos teóricos relevantes) e artigos dedicados à apresentação e discussão de aspectos metodológicos e técnicas utilizadas em pesquisa também podem compor esta seção. Para atender melhor aos critérios de avaliação de periódicos, incentivamos que os artigos contenham, sempre que possível, tópicos separados para objetivos, metodologia, resultados, discussão e considerações finais, não necessariamente com esses títulos.

    Importante: pelo menos 75% dos manuscritos publicados em cada número serão artigos originais, o restante será dividido entre entrevistas, resenhas, relatos de experiência, traduções etc.

    4) Dossiês

    A RPP publica dossiês temáticos e/ou metodológicos sugeridos por seu corpo editorial, por membros da ABPP ou por acadêmicos e acadêmicas da área. As propostas de dossiê, justificando seu escopo, relevância e afiliação à RPP devem ser encaminhados diretamente aos editores da RPP e têm fluxo contínuo. Os manuscritos seguirão em processo editorial de forma idêntica à submissões isoladas, sendo submetidos à avaliação cega por pares.

    5) Resenhas de livros

    Esta seção é reservada a análises críticas de obras nacionais ou estrangeiras recentes (publicadas há até cinco anos), que tenham relação com as temáticas da psicologia política ou que sejam de abordagem psicopolítica. A resenha deve orientar o leitor para as características da obra resenhada, seus usos potenciais e contribuições para o campo da psicologia política.

    6) Entrevistas

    Esta seção é reservada para a publicação de entrevistas realizadas com autores/as, autoridades reconhecidas no campo acadêmico e outras personalidades que contribuam para o debate da psicologia política. As entrevistas devem ter relação com as temáticas da psicologia política, abordar a história da psicologia política ou tratar de pesquisadores/as que contribuem ou tenham contribuído com o campo interdisciplinar da psicologia política. As entrevistas devem conter o(s) nome(s) do(s) entrevistado(s) e entrevistador(es) e uma apresentação sobre o contexto da mesma e currículo da pessoa entrevistada. Pede-se também que seja enviada a autorização digitalizada do(s)/das entrevistado(s) e entrevistada(s), concordando com a publicação do material. Caso sejam citadas obras na entrevista, as mesmas devem seguir o padrão de citação da revista. As entrevistas serão avaliadas por algum membro da equipe editorial e/ou do Comité Editorial.

    7) Traduções

    Esta seção é reservada a traduções de artigos, ensaios e entrevistas relevantes e indisponíveis em língua portuguesa. As colaborações enviadas devem apresentar título, nome(s) do(s) autor(es) e do(s) tradutor(es). E devem ainda ser acompanhadas de cópia digitalizada do original utilizado na tradução, bem como da autorização digitalizada (da editora e do autor ou autora) para publicação.

    8) Painel dos Movimentos Sociais

    Esta seção é um espaço para ativistas e militantes de movimentos sociais e coletivos organizados divulgarem suas pautas e reflexões. A proposta sintoniza com uma perspectiva epistemológica que não hierarquiza saberes acadêmicos e não acadêmicos, científicos e não-científicos. Compreendemos que as práticas e os sistemas de ação construídos pelos coletivos constituem elaborações e saberes que ampliam nosso conhecimento sobre a realidade social. Esperamos reflexões calcadas em experiências individuais e/ou coletivas, que gerem artigos que sejam “dos” e/ou “com” os movimentos sociais. Serão respeitados os argumentos e posicionamentos políticos, independentemente das fundamentações empíricas e teóricas utilizadas, desde que se encontrem em conformidade com o foco e escopo da RPP. Os textos devem contribuir para refletirmos sobre a democratização da sociedade e a ampliação dos círculos de reciprocidade entre os indivíduos e grupos. Esta seção permite a elaboração criativa que pode endereçar à universidade pautas, demandas e críticas dos movimentos sociais. Além disto, este é um espaço para os coletivos organizados divulgarem suas ações, apresentando retrospectivas históricas, pautas, agendas de luta etc. em interpretações engajadas sobre os diversos assuntos que afetam a sociedade. Serão aceitas coautorias entre ativistas e pesquisadores, mas a vinculação principal de pelo menos um dos autores deve ser não-acadêmica e o artigo deve se basear nas experiências singulares dos coletivos organizados e suas frentes de luta política. Como a prática de publicar em periódicos acadêmicos nem sempre é do interesse dos atores políticos, contamos com a ajuda dos pares para convidarem e incentivarem estas produções. O formato do manuscrito deverá seguir as mesmas diretrizes da revista para publicação de artigos, com exceção, de que, para esta seção, os arquivos não podem conter mais de 15 páginas. Poderão ser incluídas até cinco (05) fotos ou imagens por artigo (deverão estar em alta resolução - 300 dpi). Nesses casos, deverão ser apresentadas as respectivas autorizações para uso das imagens. Estes manuscritos não serão avaliados da mesma forma que as demais seções da Revista Psicologia Política. Serão designadas/os “interlocutoras/es” que terão como objetivo ajudar as/os autoras/es a acertar imprecisões de escrita, questões ortográficas e a legibilidade. As/os interlocutoras/es serão pesquisadoras/es de referência em algum tema relacionado e não serão anônimos, mas estabelecerão um diálogo com as/os autoras/es a fim de colaborar no aprimoramento do texto.

    09) Relatos de experiência

    Relatos de práticas profissionais e intervenções concretas na realidade social, acompanhados de análises críticas e sistemáticas que sejam de interesse para a psicologia política. Esta seção é voltada para o mundo do trabalho, para os processos de mobilização comunitária, projetos de extensão e para a ponte ensino-serviço.

    10) Estética e Política: manuscritos sobre temas do escopo da RPP, na interface da política com a arte e cultura, que utilizem em sua apresentação formal recursos iconográficos, poéticos, literários, musicais, audiovisuais etc., expandindo as possibilidades comunicativas e epistemológicas. Esta seção se destina a trabalhos que registram ações que interpelam politicamente a realidade por meio de recursos artísticos e manifestações culturais, sendo estes próprios registros compreendidos como objetos estético-políticos. Todos os materiais encaminhados devem ser acompanhados de autorização para publicação, caso não sejam de propriedade do próprio autor.

    11) Nominata Associação Brasileira de Psicologia Política

    Esta seção é reservada à publicação no último número de cada ano da Revista dos nomes dos avaliadores e avaliadoras (consultores Ad Hoc) que realizaram a revisão por pares dos artigos daquele ano, sem especificar quais textos foram analisados individualmente. Além disto, a nominata apresenta a equipe editorial, os revisores, a diretoria da ABPP e demais envolvidos na RPP durante aquele ano.

     

    - Processo de avaliação por pares

    Os textos recebidos eletronicamente passarão por uma pré-avaliação, para verificar sua adequação às normas, aderência ao escopo editorial e relevância. Aqueles que estiverem de acordo com as normas e que forem considerados como potencialmente publicáveis pela Revista Psicologia Política serão encaminhados pelos editores e editoras para avaliação ad hoc.

    A análise dos artigos submetidos será realizada no sistema blind peer review, ou seja, os autores e autoras não serão identificados pelos avaliadores e avaliadoras e vice-versa. O sistema tem como objetivo preservar e respeitar opiniões, sem quaisquer constrangimentos.

    Para avaliar os manuscritos serão designadas ao menos duas pessoas (avaliação por pares). Caso haja pareceres divergentes, um(a) terceiro(a) avaliador ou avaliadora será acionado(a).

    A avaliação dos manuscritos submetidos à RPP versará sobre o mérito científico do trabalho, sobre sua forma e conteúdo e ainda sobre seu enquadramento nas normas editoriais da revista. Os avaliadores poderão recomendar aos editores a aceitação sem modificações, aceitação condicional às modificações indicadas, ou a rejeição do manuscrito. O objetivo dos pareceres dos avaliadores e avaliadoras ad hoc é oferecer ao/a autor/a sugestões e recomendações para a melhoria da qualidade científica do texto e orientar o editor quanto à publicação ou não do manuscrito.

    As recomendações constantes nos pareceres devem ser atendidas ou rebatidas de modo substancial em carta ao editor que fará a avaliação final. Solicita-se que nesta carta estejam apresentadas as mudanças realizadas no texto e os argumentos das/os autoras/es que justifiquem os pontos dos pareceres que não foram atendidos. Solicita-se ainda que as versões revisadas do manuscrito marquem em fonte vermelha as principais inclusões/alterações.

    Versões reformuladas serão reavaliadas pelos editores e editoras, que podem solicitar novos pareceres a avaliadores ad hoc. Tantas mudanças quantas forem necessárias para a aceitação final do texto podem ser solicitadas ao/a autor/a. A decisão final sobre a publicação de um artigo será sempre dos editores. Os autores e autoras poderão acompanhar todas as etapas do processo editorial online, através da interface do usuário no sistema de editoração da Revista.

     

    - Política de acesso livre

    A Revista é publicada sob o modelo de acesso aberto sendo, portanto, livre para que qualquer pessoa leia, baixe, copie e divulgue-a, com a devida referenciação.

     

    - Preservação Digital- Desde o número 14 (2007), o repositório eletrônico da Revista está na base Pepsic ( http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_serial&pid=1519-549X ).

     

    Os números anteriores da Revista Psicologia Política (Números 1 a 13) estão disponíveis em: https://usp-br.academia.edu/RevistaPsicologiaPol%C3%ADtica

     

    - Processamento de artigos

    Os artigos são editados dentro do sistema da Revista ( http://submission-pepsic.scielo.br/index.php/rpp/index ), sendo estes acompanhados pelos editores e editoras da Revista (números de fluxo contínuo) ou por editores e editoras convidados para os Números Temáticos ou para os Dossiês e avaliados por pares no sistema duplo-cego (blindpeerreview).

    Não é cobrada nenhuma taxa para garantia de nenhuma etapa do processo de avaliação e publicação dos artigos. Contudo, o processo de revisão da língua portuguesa e tradução dos títulos e resumos para o inglês e espanhol serão financiados pelos autores e podem ser exigidos pelos editores nos casos em que o manuscrito for aprovado quanto ao mérito mas ainda apresentar problemas na escrita.

    A RPP publica artigos em português, inglês e espanhol, disponibilizando a possibilidade de publicação bilingue ou trilingue, desde que a tradução seja financiada pelos/as autores/as do artigo. A tradução deverá ser feita ao final do processo, após a aprovação do artigo, por tradutor indicado pela RPP ou aprovada pelo comité editorial.

     

    • Aspectos éticos

    A Revista de Psicologia Política segue os padrões nacionais e internacionais de aspectos éticos relacionados à pesquisa com seres humanos (Resolução 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde & IUPsys - Declaração Universal dos Princípios Éticos para Psicólogos). Para o fomento a boas práticas editoriais, as questões éticas que não estão relacionadas diretamente à pesquisa com seres humanos devem seguir as Condutas éticas internacionais (Commitee on Publication Ethics - COPE).

    Assim, a Revista de Psicologia Política apresenta os seguintes critérios para publicação para os artigos desenvolvidos a partir de pesquisas com pessoas:

     

    Responsabilidade dos autores/autoras:

    1. Apresentar,ao final do manuscrito, a lista de referências completas dos textos citados;

    2. Informar sobre suporte financeiro (quando for o caso), incluindo número do Processo e/ou Edital através do qual o fomento foi concedido. Pesquisadores Pq devem indicar essa condição;

    3. Garantir que o manuscrito submetido para publicação não está submetido ou publicado em nenhum outro veículo de comunicação;

    4. Assumir que todos/as os autores/as do manuscrito participaram ativamente do processo de desenvolvimento do manuscrito, contribuindo significativamente para a pesquisa;

    5. As/os autoras/es devem assumir publicamente a responsabilidade pelo seu conteúdo.

     

    6. Garantir que os dados são reais, e que não há nenhuma espécie de plágio no manuscrito;

    7. Garantir que os preceitos éticos preconizados pela resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) 510/2016 foram cumpridos, quando envolver diretamente seres humanos, e pelo COPE (Commitee on Publication Ethics

    8. Os autores devem declarar, de forma explícita, individualmente, qualquer potencial conflito de interesse financeiro, direto e/ou indireto, e não financeiro etc.

     

    Responsabilidade da comissão editorial da Revista de Psicologia Política

    1. Avaliar com rigorosidade, objetividade e parcimônia todos os manuscritos submetidos à revista, sem nenhum tipo de distinção;

    2. Oferecer pareceres objetivos, construtivos e, acima de tudo, informativos para os autores do manuscrito avaliado;

    3. Escolher pareceristas que não possuam conflito de interesse na publicação do manuscrito seja em relação aos autores, aos objetivos da pesquisa, ou à entidade patrocinadora. No caso da identificação de conflito de interesse da parte dos revisores, o Comitê Editorial encaminhará o manuscrito a outro revisor ad hoc.

    4. Garantir que a tramitação do manuscrito utilizará o sistema de revisão duplo-cego (Doubleblindreviewprocess). Ou seja, garantir a preservação da identidade dos autores do manuscrito para os pareceristas, bem como garantir a preservação da identidade dos pareceristas para o(s) autor(es) do manuscrito.

    5. Realizar a tramitação dos manuscritos em menor tempo hábil possível.

    6. Garantir que toda e qualquer decisão editorial será baseada somente na importância, qualidade, originalidade e mérito do manuscrito.

     

    - Política anti-plágio

    Ao submeter um manuscrito à RPP, os/as autores/as atestam que não estão infringindo nenhum princípio de integridade acadêmica, acometendo em plágio, autoplágio, publicação redundante etc.

    A Revista adotou a partir do ano 2018 uma política anti-plágio, utilizando uma plataforma on-line e gratuita de detecção de plágio nos textos submetidos. Esta avaliação é realizada pelo editor responsável pelo acompanhamento do manuscrito, verificando-o antes de encaminhá -lo para avaliadores ad hoc. Caso seja detectado plágio, o editor responsável entrará em contato com o/a autor/a para possíveis esclarecimentos. O processo de avaliação do manuscrito somente será iniciado após a verificação da inexistência de plágio.

    Além desta verificação realizada pelos editores, as normas para submissão de manuscritos para a Revista exige do/a autor/a que obras citadas sejam devidamente referenciadas.

     

    - Fontes de indexação

     Clase

     Index-Psi

     Lilacs

     Geodados

     PserInfo

     

    Submissões

    - Submissões Online

    Já possui um login/senha de acesso à periódico Revista Psicologia Política?

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    O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso.

     

    Diretrizes para Autores e Autoras

    - A Revista Psicologia Política adota, com algumas adaptações, as normas de publicação da APA: Publication Manual oftheAmericanPsychologicalAssociation (6a edição, 2010) [ https://www4.uwsp.edu/psych/mp/APA/apa4b.htm ] . A omissão de informação no detalhamento que se segue implica que prevalece a orientação da APA.

    - O processo editorial só terá início se a submissão for encaminhada com os campos de metadados preenchidos de forma completa (informe “não há” quando for o caso) e se atender às diretrizes apresentadas abaixo. Caso contrário, será devolvido para adequação. Enfatizamos que submissões devolvidas duas vezes por inadequação aos itens seguintes não serão recebidas novamente.

    - Os textos poderão ser redigidos em português, espanhol, francês ou inglês.

    - Como a revisão dos manuscritos é cega quanto à identidade dos autores, é responsabilidade dos autores a eliminação de quaisquer identificações em qualquer parte do manuscrito, inclusive nas propriedades do arquivo. Os dados dos autores, preenchidos no formulário on-line, não serão encaminhados aos consultores ad hoc em hipótese alguma.

    Informações institucionais ou detalhes metodológicos que possam identificar a autoria devem ser suprimidos, usando-se, por exemplo, as expressões “Universidade XXX”; “na Escola XXX”.

    Múltiplas citações de si mesmo devem ser evitadas. Se inevitáveis, no corpo do texto devem vir com a palavra “Autor/a (ano de publicação)” e no início da lista de Referências - e não na sequência alfabética - deixar a seguinte informação: “Autor/a (ano de publicação) - incluir referência após a avaliação por pares”.

    Para retirar a identificação de autoria nas Propriedades do arquivo, os caminhos podem variar, dependendo da sua versão de Word ou outro editor de texto. Na ferramenta de Ajuda do seu editor de texto, procure por “Propriedades” ou “Inspecionar documento” e siga as instruções para remover informações pessoais do documento.

    Os autores que tiverem suas submissões aceitas para publicação terão oportunidade, durante a revisão final, de incluir dados complementares. A RPP não cobra taxas pela submissão ou publicação, sendo os custos básicos arcados pela ABPP. Entretanto, caso os/as pareceristas considerem necessário, será cobrada dos autores e autoras a revisão técnica do português. Nestes casos, os editores e editoras indicarão um(a) profissional e o pagamento será feito diretamente a ele ou ela.

    - Os documentos para submissão deverão estar em formato doc ou docx e não exceder o número máximo de páginas indicado para cada categoria, conforme descrito a seguir (incluindo Resumo, AbstracteResumen; Figuras, Tabelas, Anexos e Referências, além do corpo do texto):

    - Artigos: 15 a 25 páginas.

    - Resenhas de livros: 3 a 7 páginas.

    - Entrevistas: 15 a 20 páginas.

    - Traduções: 15 a 25 páginas.

    - Painel dos Movimentos Sociais e relatos de experiência: 10 a 15 páginas.

     

    1. DIRETRIZES DE FORMATAÇÃO

    - Os originais devem ser submetidos em Documento Word (doc ou docx)

    - Espaçamento: espaço 1,5 ao longo de todo o manuscrito, incluindo Folha de Rosto, Resumo, Corpo do Texto, Referências, Anexos, etc.

    - Fonte: Times New Roman, tamanho 12 (salvo as citações diretas, em bloco, com recuo de 4 cm da margem esquerda, deverão estar com fonte 10, e as notas de rodapé, que também deverão estar com fonte 10 ).

    - Margens: a página deverá ser tamanho A4 (21 x 29,7 cm), com todas as margens iguais a 2,5 cm.

    - Alinhamento: esquerda

    - Recuo da primeira linha do parágrafo: tab = 1,25cm

    - Numeração das páginas: no canto superior direito.

    - Imagens devem ter alta qualidade (resolução mínima de 300 dpi) e formato jpeg

    • Todos os endereços “URL” (links para Internet: http://pkp.sfu.ca ) no texto deverão estar ativos e levar diretamente ao documento citado.
    • Utilize itálico para palavras ou expressões que devam ser enfatizadas no texto, por exemplo, "estrangeirismos", como self, locus, rappaport, etc. e palavras que os autores desejem grifar.

     

    2. ELEMENTOS DO MANUSCRITO

    a) Folha de rosto sem identificação de autoria (esta deve constar somente nos metadados): não é computada no número total de páginas do manuscrito. Deve conter título em português (constituído de no máximo 14 palavras), em espanhol e em inglês. Deve incluir o título em francês apenas se a publicação for neste idioma.

    b) Resumo: deve ter entre 100 e 150 palavras, serem escritos no idioma original do texto e seguido das traduções em inglês, espanhol e português, se for o caso. O mesmo vale para o título do manuscrito. Caso o idioma original do texto seja o francês, deverá incluir estas três versões, além do resumo em francês. Abaixo de cada resumo, listar cinco palavras-chave. As traduções devem preservar o conteúdo do resumo, mas também adaptar-se ao estilo gramatical de cada idioma. A Revista Psicologia Política reserva-se o direito de solicitar correções nos resumos, se necessário. Este é um item muito importante, pois em caso de publicação estará disponível em todos os indexadores da revista.

    Resumos em vídeo: Algumas revistas já utilizam “resumos em vídeo”, ou “videoabstracts” como forma de ampliar o acesso e a divulgação de seus artigos (Vejam o exemplo na Elsevier: https://www.journals.elsevier.com/journal-of-number-theory/video-abstracts ). Infelizmente o PEPSIC não possui recursos que suportem vídeos. Entretanto, encorajamos os/as autores/as que gravem vídeos sintetizando o conteúdo de seus artigos para que possamos divulgar em nossas redes. Nos comprometemos a publicar e divulgar separadamente seu artigo com o vídeo. O vídeo pode ser gravado com um celular ou filmadora caseira, mas deverá ter boa qualidade de áudio e imagem. Recomendamos que não ultrapassem três minutos, pois vídeos longos são menos assistidos. Não aceitaremos vídeos com mais de dez minutos. Os vídeos deverão ser compartilhados com o e-mail da revista (revistapsicopol@gmail.com) via nuvem (dropbox, googledrive ou outro serviço semelhante). Faremos o download e sua divulgação na página da RPP no Facebook.

     

    c) Corpo do texto: não é necessário repetir o título do manuscrito na primeira página.

    - Caso haja subdivisões no texto, recomendam-se no máximo três níveis de intertítulos. Os subtítulos devem ter somente a primeira letra de cada palavra em letra maiúscula e sem usar itálico.

    - Notas de rodapé devem ser evitadas sempre que possível. No entanto, se não houver outra possibilidade, devem ser indicadas por algarismos arábicos no texto. A s notas de rodapé não devem ser usadas para informar referências bibliográficas. As mesmas devem ser citadas no texto e listadas ao final do artigo. As notas de rodapé deverão estar com fonte 10 e espaçamento simples.

    - As referências devem ser colocadas após o término do texto, em ordem alfabética, de acordo com as normas da APA, adaptadas pela RPP (abaixo, exemplos de como citar artigos, livros, capítulos de livro, teses e dissertações, respectivamente). Não deixe um espaço extra entre as citações.

     

    2.1 Figuras, Tabelas, Quadros e Anexos

    Tabelas e Figuras devem ser apresentadas com as respectivas legendas e títulos. Devem ser elaboradas em programas que permitam a edição em word. O título deve ser negritado e não conter pontuação ao final. Dentro da Tabela, não utilize letras maiúsculas, itálicos ou negritos. Os títulos das figuras devem ser apresentados logo após a expressão Figura e seu respectivo número (esses devem ser sublinhados), seguindo as demais especificações para Tabelas.

     

    1. As palavras Figura, Tabela e Anexo que aparecerem no texto devem, sempre, ser escritas com a primeira letra em maiúscula e vir acompanhadas do respectivo número (para Figuras e Tabelas) ou letra (para Anexos).
    2. Os títulos das tabelas, figuras e anexos devem ser colocados no alto das mesmas, após a expressão “Tabela” e seu respectivo número. A identificação das tabelas e seu título devem ser separados por hífen.
    3. A utilização de expressões como "a Tabela acima" ou "a Figura abaixo" não devem ser utilizadas porque no processo de editoração a localização das mesmas pode ser alterada.
    4. As laterais das tabelas não devem ser fechadas com linhas verticais nas extremidades. Não devem ser usadas linhas horizontais internas, exceto para delimitação das linhas primeira e última, e do cabeçalho.
    5. Anexos devem ser incluídos somente se contiverem informações consideradas indispensáveis. Anexos com mais de uma página devem ser numerados consecutivamente com texto e fonte Times New Roman, tamanho 12. Devem ser indicados no corpo do texto identificados pelas letras do alfabeto em maiúsculas (p. ex.: A, B, C e assim por diante).

     

     

    2.2 Citações no corpo do manuscrito

    1. A citação direta deve ser exata, mesmo se houver erros no original. Caso isso aconteça, acrescente a palavra [ sic], sublinhado e entre colchetes, logo após o erro.
    2. Omissão de material de uma fonte original deve ser indicada por três pontos (...). A inserção de material, tais como comentários ou observações, deve ser feita entre colchetes.
    3. A ênfase em uma ou mais palavras deve ser dada com fonte sublinhada, seguida de [grifo nosso].
    4. As citações literais (ou diretas) com menos de 40 palavras devem ser digitadas normalmente no texto, entre aspas, que devem incluir também a pontuação. Ao final das citações deve constar entre parênteses o nome do autor, o ano do trabalho e número da página, precedido por “p.”
    5. Citações literais (ou diretas) com mais de 40 palavras devem estar em bloco, separadas do texto, com recuo de 4 cm da margem esquerda, com fonte 10 e espaçamento simples, sem aspas.
    6. Citações indiretas dispensam uso de recuos ou aspas, e devem ser acompanhadas com nome do autor e data de publicação, seja ao final, entre parênteses, ou no decorrer do texto.

     

     

    3. Exemplos para a elaboração de citações e referências:

    Os exemplos abaixo auxiliam na organização de seu manuscrito, mas certamente não esgotam as possibilidades de citação em seu trabalho. Utilize o Publication Manual oftheAmericanPsychologicalAssociation (2010, 6ª edição) [ https://www4.uwsp.edu/psych/mp/APA/apa4b.htm ], para verificar as normas para outras referências, considerando a adaptação da Revista de Psicologia Política, quanto ao nome por extenso dos autores e autoras obrigatório nas referências e opcional no corpo do texto.

    Exemplos de citações no corpo do texto

    Citação de artigo de autoria múltipla

    1. Dois autores ou autoras

    O sobrenome dos autores ou autoras é explicitado em todas as citações, usando e ou & conforme as seguintes situações:

    - Primeira citação do texto: A análise proposta por Marco Aurélio Prado e FredericoViana Machado (2014)

    - Demais citações no texto: A análise proposta por Prado e Machado (2014)

    O & deve ser utilizado apenas quando a citação estiver entre parênteses: A análise foi inicialmente proposta para o estudo da ideologização (Prado & Machado, 2014).

     

    2. De três a cinco autores(as)

    O sobrenome de todos os/as autores(as) deve ser explicitado na primeira citação. Da segunda citação em diante, somente o sobrenome do primeiro autor é explicitado, seguido de “et al.”, e o ano, se for a primeira citação de uma referência dentro de um mesmo parágrafo:

    - Primeira citação do texto: Allan Gomes, Letícia Andrade e KátiaMaheirie (2018) evidenciaram que...

    - Citação subsequente, à primeira no parágrafo: Gomes et al. (2018) verificaram que

    - Omita o ano em citações subsequentes dentro de um mesmo parágrafo: Gomes et al. verificaram

    Na seção de Referências todos os nomes devem ser relacionados.

     

    3. Seis ou mais autores(as)

    No texto, desde a primeira citação, só o primeiro autor ou autora é mencionado, seguido de “et al.”, exceto se este formato gerar ambiguidade, caso em que a mesma solução indicada no item anterior deve ser utilizada. A primeira citação apresenta nome e sobrenome, as demais apenas sobrenome e data.

    Na seção de referências todos os nomes e sobrenomes devem ser relacionados.

     

    4. Citações de trabalho discutido em uma fonte secundária

    O manuscrito utiliza como fonte um trabalho discutido em outro estudo, sem que o trabalho original tenha sido consultado (por exemplo, um estudo do Foucault, citado por Hamann, 2012). Esse tipo de citação deve ser evitada ao máximo, limitando-se a casos específicos que devem ser comunicados e justificados ao editor em mensagem à parte. No texto, use a seguinte citação:

    - Primeira citação do texto: Michel Foucault (conforme citado por Cristiano Hamann, 2012) acrescenta que estes estudos… [].

    - Demais citações desta obra: Foucault (conforme citado por Hamann, 2012) .

    Na seção de Referências informar somente a fonte secundária, no caso Hamann, utilizando o formato apropriado.

     

    5. Citações de obras antigas reeditadas

    Autor (data da publicação original / data da edição consultada). Ex.: Comte (1856/1948).

    Outras formas de citação, consultar Manual de Publicação da AmericanPsychologicalAssociation, 6ª. Edição, 2010.

     

    3.1 Elaboração das referências

    As referências devem ser ordenadas de acordo com as regras gerais que seguem:

    - Trabalho de autoria única e do mesmo autor(a)é ordenado por ano de publicação, sendo a mais antiga a primeira.

    - Trabalhos de autoria única precedem trabalhos de autoria múltipla, quando o sobrenome é o mesmo.

    - Trabalhos em que o primeiro autor ou autora é o mesmo, mas coautores e coautoras diferem, são ordenados por sobrenome dos coautores(as).

    - Trabalhos com a mesma autoria múltipla são ordenados por data, sendo o mais antigo primeiro.

    - Trabalhos com a mesma autoria e a mesma data são ordenados alfabeticamente pelo título, desconsiderando a primeira palavra se for artigo ou pronome, exceto quando o próprio título contiver indicação de ordem; o ano é imediatamente seguido de letras minúsculas (devendo ser assim indicado também na citação/chamada de referência). Quando repetido, o nome do autor ou autora não deve ser substituído por travessão ou outros sinais.

    - Devem estar em espaço simples , fonte 12. Cada uma das referências deve aparecer como um novo parágrafo, com recuo de 0,5 cm da margem esquerda a partir da segunda linha.

    - É preciso revisar cuidadosamente as Normas de Publicação da revista antes de preparar suas referências, para obedecer a todos os critérios.

    - Chamamos especial atenção para que tanto nomes quanto sobrenomes de todos os autores e autoras sejam explicitados. A exatidão das referências é de responsabilidade dos autores e autoras. Abaixo são mencionados exemplos de tipos comuns de referência.

    1. Relatório técnico

    Rocha, K . &Pizzinato, A. (2018). Teste rápido para HIV, sífilis e hepatites virais: análise do impacto dessas tecnologias de cuidado no acesso a populações em situação de maior vulnerabilidade em um Centro de Testagem e Aconselhamento em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. (Relatório técnico de pesquisa). Brasília: Ministério da Saúde.

     

    2. Teses e dissertações

    As referências a teses e dissertações devem ser evitadas. Dê preferência aos artigos que elas tenham originado, isto é, cite a publicação indexada. Se não houver artigo publicado derivado da tese ou da dissertação, cite outro artigo do mesmo tema. Caso seja imprescindível para o estudo a citação de teses e dissertações, estas devem estar disponíveis on-line:

    Cavagnoli, M. (2017). Jazz e improvisação musical: relações estéticas e processos de criação (Dissertação de Mestrado). Recuperado em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/100873

     

    3. Livros

    Dimenstein, M . (2008) Psicologia social comunitária: aportes teóricos e metodológicos. (1. ed.). Natal: EDUFRN.

     

    4. Capítulo de livro

    Hernandez, A R. C. &Scarparo, H . B. K. (2014). Psicologia política, arte e experiência política. In: A. M. S. Sandoval; D. U. Hur; B. S. Dantas (Orgs.). Psicologia política: temas atuais de investigação (pp 54-78). Campinas: Alínea.

     

    5. Livro traduzido em língua portuguesa

    Kuhn, T. (1996). A estrutura das revoluções científicas [The structure of scientific revolutions]. São Paulo, SP: Perspectiva. (Original publicado em 1970).

     

    6. Obras antigas em reedição em datas muito posterior

    Comte, A (1983). Curso de filosofia positiva: discurso sobre o espírito positivo. São Paulo: Abril. (Original publicado em 1830).

     

    7. Autoria institucional

    Conselho Federal de Serviço Social. Conselho Federal de Psicologia (2007). Parâmetros para atuação de assistentes sociais e psicólogos(as) na política de assistência social. Recuperado em: http://site.cfp.org.br/publicacao/parmetros-para-atuao-de-assistentes-sociais-e-psiclogosas-na-poltica-de-assistncia-social/

    Para materiais disponíveis on-line, não incluir data de acesso a não ser que a fonte do material mude com o passar do tempo (ex., wikis).

     

    8. Artigo em periódico científico (com e sem DOI)

    Silva, Conceição F. S. & de Castro, Lúcia R. (2014). BrazilianYouthActivism: In Searchof New Meanings for PoliticalEngagement? Alternatives, 39 (3), 187–201. https://doi.org/10.1177/0304375415569389

     

    Se o artigo publicado on-line não possuir o digital objectidentifier (DOI), informar a URL. Não informe data de acesso.

    Abreu, Demetrius L.& Leite, Jáder F. (2016). Protestos de Junho 2013 no Brasil: novos repertórios de confronto. Revista Polis e Psique, 6(3), 12-35. Recuperado em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2238-152X2016000300003&lng=pt&tlng=pt .

     

    9. Artigo no Prelo

    Evitar esse tipo de referência. Caso seja imprescindível, não fornecer ano, volume ou número de páginas até que o artigo esteja publicado. Respeitada a ordem de nomes, será a última referência do autor.

     

    Costa, F. A. (No prelo). Formação e atuação em psicologia social e a política de pós-graduação brasileira. Psicologia: Ciência e Profissão.

     

    10. Documentos Legislativos

    Lei n. 9.394 , de 20 de dezembro de 1996 (1996). Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, seção 1.Constituição da República Federativa do Brasil. (1988, 5 de outubro). Recuperado de http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/

     

    Outras formas de citação, consultar Manual de Publicação da AmericanPsychologicalAssociation, 6ª. Edição, 2010. [Disponível em https://www4.uwsp.edu/psych/mp/APA/apa4b.htm].

     

     

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