ISSN 2175-1390 on-line

SOBRE O PERIÓDICO

 

Informações básicas

Histórico

A Revista Psicologia Política é publicada desde 2001, sendo editada pela Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP), fundada em 2000. Esta Revista é o principal meio de divulgação científica da psicologia política no Brasil, abrangendo, historicamente, sobretudo, artigos de autoras e autores brasileiros/as e iberoamericanos/as.

O periódico foi avaliado no Qualis CAPES como B1

Contactos
Endereço postal
Revista Psicologia Política / Programa de Pós-Programa de Pós-Graduação em Psicologia - Universidade Federal do Amazonas. Av. Rodrigo Otávio, Campus Universitário, Setor Sul. Coroado, CEP 69080-900, Manaus – AM

Contato Principal
Breno de Oliveira Ferreira
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
E-mail: breno@ufam.br

Contato para Suporte Técnico
Editoria executiva
E-mail: rpp.executiva@gmail.com

 

Fontes de indexação

 

Ficha Bibliográfica

  • Título do periódico: Revista Psicologia Política
  • Título abreviado: Rev. psicol. polít.
  • Publicação de: Associação Brasileira de Psicologia Política
  • Periodicidade: Anual
  • Modalidade de publicação: Publicação Contínua
  • Ano de criação do periódico: 2001

 

Periodicidade

A Revista Psicologia Política é uma publicação de fluxo contínuo.

 

Preservação Digital

Este periódico segue os padrões definidos no programa de Política de Preservação Digital do Programa SciELO.

 

Websites e Mídias Sociais

 

Patrocinador


Associação Brasileira de Psicologia Política

 

POLÍTICA EDITORIAL

 

Foco e escopo

A Revista Psicologia Política é um periódico de publicação contínua vinculado à Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP). A Revista é uma publicação dirigida ao campo de estudos interdisciplinar da Psicologia Política. Constitui-se, portanto, em um periódico de estudos das problemáticas no campo da Psicologia Política que tem como epicentro a reflexão sobre o comportamento político nas sociedades contemporâneas. O ponto de intersecção entre estas duas áreas científicas – Psicologia e Política – tem sido a preocupação com a construção de um universo de debate no qual nem as condições objetivas nem as subjetivas estejam ausentes, pelo contrário, estão sendo compreendidas, por diferentes abordagens teóricas, como codeterminantes, portanto, constituintes dos comportamentos coletivos, dos discursos, das ações sociais e das representações que constituem antagonismos políticos no campo social. A Revista preocupa-se com o desenvolvimento deste campo interdisciplinar de reflexão e prática investigativa, no qual os principais debates têm sido reunidos em torno de questões como o preconceito social, diferentes formas de racismo, xenofobia, ações coletivas e movimentos sociais, violência coletiva e social, socialização política, comportamento eleitoral, relações de poder, valores democráticos e autoritarismos, fascismo, estética e política, participação social e políticas públicas, bem como os estudos sobre opinião pública e meios de comunicação de massa. Reúnem-se, ainda, nestas preocupações, os estudos sobre análise de discursos e ideologias, de universos simbólicos e de práticas institucionais. As questões referentes aos debates teóricos e metodológicos neste campo são bem recebidas por este conselho editorial que tem a preocupação de debater cientificamente o aprofundamento das temáticas constituintes da interface entre os aspectos políticos e os psicológicos.

 

Acesso Aberto

Este periódico segue o modelo de Acesso Aberto (Open Acess), permitindo o acesso virtual, sem restrição (incluindo restrições financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.

Acesso aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.”

 

Conformidade com a Ciência Aberta

Este periódico segue o modelo Diamond Open Access.
Seguindo as diretrizes de Ciência Aberta, a Revista Psicologia Política adota a política de acesso livre, o uso de rede social para divulgação de trabalhos publicados, a publicação contínua e incentiva a utilização de repositórios preprints como forma de contribuir para acelerar a comunicação das pesquisas. O periódico incentiva as pessoas autoras a disponibilizar todos os conteúdos relativos ao texto do manuscrito (dados, códigos de programas e outros materiais) desde a submissão ou, ainda, no momento da publicação, exceto em casos que haja questões legais e éticas implicadas.  Tais dados podem ser publicados no próprio trabalho ou, ainda, disponibilizados em repositórios online abertos, devendo a informação ser indicada e referenciada no manuscrito. Tais práticas vêm facilitar a avaliação dos artigos e a utilização dos dados coletados para novas análises.

A Revista Psicologia Política oferece às pessoas autoras e pareceristas opções de abertura do processo de avaliação por pares, com ou sem identificação dos seus nomes. As autorizações para divulgação dos nomes poderá ser dada por ambos os lados no momento da submissão e avaliação, respectivamente, através do preenchimento do Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta e do Formulário de Avaliação, ambos disponibilizados na plataforma SciELO Submission.

A contribuição das pessoas responsáveis pela editoria será devidamente creditada no corpo dos artigos publicados.

 

Preprints

A Revista Psicologia Política aceita a publicação de artigos de preprints, visando acelerar a comunicação de resultados de pesquisas. Preprint é definido como um manuscrito pronto para submissão a um periódico e que é depositado em servidores de preprints confiáveis antes ou em paralelo à submissão a um periódico.
O uso de preprint é opção das pessoas autoras. Quando for o caso, na submissão do artigo ao periódico, deve ser preenchido o Formulário sobre Conformidade com a Ciência Aberta, informando o nome do servidor de Preprints e o DOI atribuído ao documento.

Os preprints compartilham com os periódicos o ineditismo na publicação e implicam na inibição do processo de avaliação duplo cego dos manuscritos. O periódico indica a publicação de artigos preprints em plataformas públicas, como SciELO Preprints e Psyarxiv.

 

Dados abertos

A Revista Psicologia Política estimula o compartilhamento de dados primários, códigos e outros materiais produzidos nas pesquisas e que costumam ficar subjacentes aos manuscritos submetidos. Essas informações poderão ser disponibilizadas tanto por ocasião da submissão como no momento da publicação, com o objetivo de contribuir para a avaliação do manuscrito, bem como para a preservação e reuso de dados das pesquisas aprovadas para publicação. Impedimentos por questões legais e éticas poderão justificar a omissão de tais materiais e a disponibilização (ou não) dos mesmos deve ser indicada no Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta que deve compor a submissão. O SciELO disponibiliza uma Lista de repositórios recomendados para depósito de dados de pesquisa, entre eles o SciELO Data, além de um Guia de citação de dados de pesquisa e do Guia TOP para promoção da abertura, transparência e reprodutibilidade das pesquisas.

 

Cobrança de Taxas

 

Ética na Publicação

As pessoas autoras devem declarar, em carta que acompanha o manuscrito submetido, que foram respeitadas todas as diretrizes éticas concernentes à integridade nas atividades científicas realizadas no transcorrer das pesquisas. A observância das boas práticas de ética na pesquisa é de responsabilidade do autor, atentando particularmente às resoluções da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

A Revista de Psicologia Política segue os padrões nacionais e internacionais de aspectos éticos relacionados à pesquisa com seres humanos (Resolução 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde & IUPsys - Declaração Universal dos Princípios Éticos para Psicólogos). Para o fomento a boas práticas editoriais, as questões éticas que não estão relacionadas diretamente à pesquisa com seres humanos, o periódico se ampara nos Códigos de Ética da SciELO que podem ser verificados no “Guia de Boas Práticas para o Fortalecimento da Ética na Publicação Científica”; nos “Princípios de Transparência e Boas Práticas em Publicações Acadêmicas” recomendados pelo Committee on Publication Ethics – COPE; nos princípios do Directory of Open Access Journals – DOAJ; e nos princípios da Open Access Scholarly Publishers Association (Associação de Editores Acadêmicos de Acesso Aberto – OASPA).

Responsabilidade dos autores/autoras:
1. Apresentar, ao final do manuscrito, a lista de referências completas dos textos citados;
2. Informar sobre suporte financeiro (quando for o caso), incluindo número do Processo e/ou Edital através do qual o fomento foi concedido. Pesquisadores Produtividade (PQ) devem indicar essa condição;
3. Garantir que o manuscrito submetido para publicação não está submetido ou publicado em nenhum outro veículo de comunicação;
4. Assumir que todos/as os autores/as do manuscrito participaram ativamente do processo de desenvolvimento do manuscrito, contribuindo significativamente para a pesquisa. A indicação de autoria em um artigo científico, seguindo o Guia pra autores da COPE, se deve apenas àqueles que:
(a) contribuem intelectual, direta e substancialmente na concepção da pesquisa/artigo (aquisição, análise ou interpretação dos dados apresentados);
(b) participam na construção das versões preliminares ou revisão crítica do conteúdo do artigo;
(c) responsabilizam-se pela autoria a fim de garantir exatidão e integridade do artigo.
5. As/os autoras/es devem assumir publicamente a responsabilidade pelo seu conteúdo.
6. Garantir que os dados são reais, e que não há nenhuma espécie de plágio ou similitude no manuscrito;
7. Garantir que os preceitos éticos preconizados pela resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) 510/2016 foram cumpridos, quando envolver diretamente seres humanos, e pelo COPE (Commitee on Publication Ethics)
8. Os autores devem declarar, de forma explícita, individualmente, qualquer potencial conflito de interesse financeiro, direto e/ou indireto, e não financeiro etc.
 
Responsabilidade da comissão editorial da Revista de Psicologia Política
1. Avaliar com rigorosidade, objetividade e parcimônia todos os manuscritos submetidos à revista, sem nenhum tipo de distinção;
2. Oferecer pareceres objetivos, construtivos e, acima de tudo, informativos para os autores do manuscrito avaliado;
3. Escolher pareceristas que não possuam conflito de interesse na publicação do manuscrito seja em relação aos autores, aos objetivos da pesquisa, ou à entidade patrocinadora. No caso da identificação de conflito de interesse da parte dos revisores, o Comitê Editorial encaminhará o manuscrito a outro revisor ad hoc.
4. Garantir que a tramitação do manuscrito utilizará, a princípio, o sistema de revisão duplo-cego (Doubleblindreviewprocess), preservando a identidade dos autores do manuscrito para os pareceristas, bem como garantir a preservação da identidade dos pareceristas para o(s) autor(es) do manuscrito. Quando autorizada, em formulários próprios tal fim, a informação será aberta.
5. Realizar a tramitação dos manuscritos em menor tempo hábil possível.
6. Garantir que toda e qualquer decisão editorial será baseada somente na relevância da contribuição, originalidade e mérito acadêmico do manuscrito.
7. Informar/publicar nos artigos o nome do Editor responsável pelo acompanhamento da submissão.
Responsabilidade dos Avaliadores
A avaliação se baseia no mérito do trabalho, não influenciada, positiva ou negativamente, por motivos pessoais, financeiros ou preconceito de qualquer ordem.
As submissões e os detalhes das revisões podem ser abertos ou mantidos sob confidencialidade.
A pessoa avaliadora deve se certificar e informar a editoria de qualquer potencial conflito de interesse antes do aceite da avaliação ou durante o processo, nesses casos, o manuscrito será enviado a outro revisor.
Ao se deparar com alguma irregularidade em relação ao artigo avaliado, a pessoa avaliadora deve comunicar à editoria. Exemplos de possíveis irregularidades são: identificação de plágio; fabricação e/ou falsificação dos resultados; publicação redundante.

Não são aceitos pareceres que não estejam suficientemente justificados.

 

Política de Ética e Más condutas, Errata e Retratação

Retratação e manifestação de preocupação:
A Equipe Editorial tem o dever de agir na suspeita ou alegação de má conduta identificada. Esta investigação se estende tanto às submissões quanto aos artigos publicados.

A Revista Psicologia Política tem como instrumento os Fluxogramas COPE para apurar fatos e determinar as ações necessárias na resolução dos casos.  Adota os Guias SciELO de Boas Práticas: https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/Guia-de-Boas-Praticas-para-o-Fortalecimento-da-Etica-na-Publicacao-Cientifica.pdf; para o registro e publicação de Errata: https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/guia_errata.pdf; para registro e publicação de retratação: https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/guia_retratacao.pdf

 

Política sobre Conflito de Interesses

O conflito de interesses pode ser de natureza pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. Conflitos de interesses podem ocorrer quando as pessoas autoras, revisoras ou editoras possuem interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos. Ao submeter o manuscrito, as pessoas responsáveis devem reconhecer e revelar conflitos financeiros ou de outra natureza que possam ter influenciado o trabalho. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesse, esse deve ser informado em campo próprio (Comentários ao Editor) na plataforma de submissão. Para mais informações ver: Disclosure of Financial and Non-Financial Relationships and Activities, and Conflicts of Interest

 

Política anti-plágio

Ao submeter um manuscrito à RPP, os/as autores/as atestam que não estão infringindo nenhum princípio de integridade acadêmica, acometendo em plágio, autoplágio, publicação redundante etc.

Além desta verificação realizada pelos editores, as normas para submissão de manuscritos para a Revista exige do/a autor/a que obras citadas sejam devidamente referenciadas.

 

Adoção de softwares de verificação de similaridade

A Revista Psicologia Política utiliza o software Turnitin para a verificação de plágio. Os manuscritos são verificados por amostragem, na etapa de Edição ou sempre que indicado por editores de seção ou avaliadores.

Considera-se aceitável até 30% de similaridade (na cópia literal) do texto. Caso seja encontrado um percentual superior, a Equipe editorial avaliará a possibilidade de encaminhar as pessoas autoras uma notificação para que seja feita uma revisão com vistas a adequação do manuscrito.

 

Adoção de softwares uso de recursos de Inteligência Artificial

A Revista Psicologia Política utiliza ferramenta de IA para identificação de similitude e aceita artigos que tenham feito uso de ferramentas de IA desde que devidamente identificadas, de acordo com as orientações explicitadas no Guia de uso de ferramentas e recursos de Inteligência Artificial na comunicação de pesquisas da Rede SciELO.

 

Questões de Sexo e Gênero

A Revista Psicologia Política segue as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER), praticando, inclusive, a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial. As diretrizes SAGER compreendem um conjunto de procedimentos que orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise de dados e nos resultados e interpretação dos achados.

 

Comitê de Ética

Para as pesquisas em ambiente virtual, atentamos particularmente às resoluções da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP.

 

Direitos Autorais

Pessoas autoras de artigos publicados pela Revista Psicologia Política mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution CC BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado, os autores concedem a(o) revista/periódico o direito de primeira publicação.

 

Propriedade Intelectual e Termos de uso

Todo o conteúdo publicado na Revista Psicologia Política, exceto onde especificado de outra forma, estão licenciados sob a licença Creative Commons Attribution – CC-BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.

  • Responsabilidade do site:

A Equipe Editorial se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores

  • Responsabilidade das pessoas autoras:

As opiniões e conceitos emitidos nos artigos são de sua exclusiva responsabilidade das pessoas autoras.
A Revista Psicologia Política encoraja as pessoas autoras a autoarquivar seus manuscritos aceitos, publicando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website da revista/do periódico.

 

Políticas de seção

Cada volume é composto por artigos originais representando pelo menos 80% dos manuscritos. 20% do conteúdo poderá ser destinado a outras modalidades. As seções previstas são as seguintes:
1. Mensagem da Associação Brasileira de Psicologia Política
Esta seção é reservada à Diretoria da ABPP vigente no período de publicação dos números da Revista. Objetiva apresentar informações de interesse da ABPP.
2. Editorial
Esta seção é reservada aos editores da Revista e a editores de números temáticos. Objetiva apresentar informações de interesse dos editores da Revista, bem como refletir sobre as produções publicadas nos números de fluxo contínuo e nos números temáticos.
3. Artigos

Esta seção é reservada para textos originais/inéditos, de qualidade e que tratam tanto de aspectos empíricos quanto teóricos relativos ao foco da Revista, atendendo ao formato explicitado nas Diretrizes aos autores e autoras. Recomendamos que ao menos um dos autores tenha o título de doutor, como forma de aproximarmos e colocarmos em diálogo autores do campo. Os artigos podem ser revisão crítica, meta-análise ou resultado de pesquisas de natureza empírica, experimental ou conceitual sobre assunto de interesse da Psicologia Política. Revisões sistemáticas, revisões integrativas, ensaios teóricos (críticas e formulação de conhecimentos teóricos relevantes) e artigos dedicados à apresentação e discussão de aspectos metodológicos e técnicas utilizadas em pesquisa também podem compor esta seção. Para atender melhor aos critérios de avaliação de periódicos, incentivamos que os artigos contenham, sempre que possível, tópicos separados para objetivos, metodologia, resultados, discussão e considerações finais, não necessariamente com esses títulos.

4. Dossiês

Propostas de dossiês temáticos e/ou metodológicos sugeridos por membros da ABPP ou por acadêmicos e acadêmicas da área serão apreciados pela equipe editorial em fluxo contínuo. As mesmas devem ser encaminhadas através de email ao editor chefe do periódico, destacando a relevância do tema em foco e justificando a escolha do periódico para a submissão. Em caso de aceite, o/a proponente será designado Editor convidado, ficando responsável por todas as etapas da tramitação dos artigos na plataforma e se dará de forma idêntica às submissões isoladas. O processo será acompanhado pelo editor geral ou outro editor por ele designado.

5. Resenhas de livros

Esta seção é reservada a análises críticas de obras nacionais ou estrangeiras recentes (publicadas há até cinco anos), que tenham relação com as temáticas da psicologia política ou que sejam de abordagem psicopolítica. A resenha deve orientar o leitor para as características da obra resenhada, seus usos potenciais e contribuições para o campo da psicologia política.

6. Entrevistas

Esta seção é reservada para a publicação de entrevistas realizadas com autores/as, autoridades reconhecidas no campo acadêmico e outras personalidades que contribuam para o debate da psicologia política. As entrevistas devem ter relação com as temáticas da psicologia política, abordar a história da psicologia política ou tratar de pesquisadores/as que contribuem ou tenham contribuído com o campo interdisciplinar da psicologia política. As entrevistas devem conter o(s) nome(s) do(s) entrevistado(s) e entrevistador(es) e uma apresentação sobre o contexto da mesma e currículo da pessoa entrevistada. Pede-se também que seja enviada a autorização digitalizada do(s)/das entrevistado(s) e entrevistada(s), concordando com a publicação do material. Caso sejam citadas obras na entrevista, as mesmas devem seguir o padrão de citação da revista. As entrevistas serão avaliadas por algum membro da equipe editorial e/ou do Comité Editorial.

7. Traduções

Esta seção é reservada a traduções de artigos, ensaios e entrevistas relevantes e indisponíveis em língua portuguesa. As colaborações enviadas devem apresentar título, nome(s) do(s) autor(es) e do(s) tradutor(es). E devem ainda ser acompanhadas de cópia digitalizada do original utilizado na tradução, bem como da autorização digitalizada (da editora e do autor ou autora) para publicação.

8. Relatos de experiência

Relatos de práticas profissionais e intervenções concretas na realidade social, acompanhados de análises críticas e sistemáticas que sejam de interesse para a Psicologia Política. Esta seção é voltada para o mundo do trabalho, para os processos de mobilização comunitária, projetos de extensão e para a ponte ensino-serviço.

 

Processo de avaliação por pares

As submissões passarão por uma pré-avaliação, para verificar sua adequação às normas, aderência ao escopo editorial e relevância. Aqueles que estiverem de acordo com as normas e que forem considerados como potencialmente publicáveis pela Revista Psicologia Política serão encaminhados pelos editores e editoras para avaliação ad hoc.

A análise dos artigos submetidos será realizada no sistema blind peer review, ou seja, os autores e autoras não serão identificados pelos avaliadores e avaliadoras e vice-versa. Nesta modalidade, o sistema tem como objetivo preservar e respeitar opiniões, sem quaisquer constrangimentos. Opcionalmente, caso seja de interesse de ambas as partes (autores e pareceristas), poderá ser adotada a “avaliação por pares aberta” (open peer review, OPR), podendo a avaliação ser publicada junto ao artigo, como forma de enriquecer o debate acadêmico-científico.

Para avaliar os manuscritos serão designadas ao menos dois/duas avaliadores/as. Caso haja pareceres divergentes, um/a terceiro/a avaliador/a será acionado/a.
A avaliação dos manuscritos submetidos à RPP versará sobre o mérito científico do trabalho, sobre sua forma e conteúdo e ainda sobre seu enquadramento nas normas editoriais da revista. Os avaliadores poderão recomendar aos editores a aceitação sem modificações, aceitação condicional às modificações indicadas, ou a rejeição do manuscrito. O objetivo dos pareceres dos avaliadores e avaliadoras ad hoc é oferecer ao/a autor/a sugestões e recomendações para a melhoria da qualidade científica do texto e orientar o editor quanto à publicação ou não do manuscrito.
As recomendações constantes nos pareceres devem ser atendidas ou rebatidas de modo substancial em carta ao editor/a que fará a avaliação final. Solicita-se que nesta carta estejam apresentadas as mudanças realizadas no texto e os argumentos das/os autoras/es que justifiquem os pontos dos pareceres que não foram atendidos. Solicita-se ainda que as versões revisadas do manuscrito marquem em fonte vermelha as principais inclusões/alterações.

Versões reformuladas serão reavaliadas pelos editores e editoras, que podem solicitar novos pareceres a avaliadores ad hoc. A decisão final sobre a publicação de um artigo será sempre dos/as editores/as. Os autores e autoras poderão acompanhar todas as etapas do processo editorial online, através da interface do usuário no sistema de editoração da Revista.

 

Processamento de artigos

Os artigos são editados dentro do sistema da Revista (http://submission-pepsic.scielo.br/index.php/rpp/index), sendo acompanhados pelos editores e editoras da Revista ou por editores e editoras convidados para Dossiês. Os artigos aceitos para publicação serão editorados por fornecedores de serviços contratados para esse fim, sendo enviados para a conferência dos autores em cada etapa de revisão (normas e layout) e encaminhados à Rede Pepsic para publicação após a marcação XML e atribuição de DOI.

 

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Revista Psicologia Política / Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Universidade Federal do Amazonas. Av. Rodrigo Otávio, Campus Universitário, Setor Sul. Coroado, CEP 69080-900, Manaus – AM


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