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Histórico A Revista Psicologia Política é publicada desde 2001, sendo editada pela Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP), fundada em 2000. Esta Revista é o principal meio de divulgação científica da psicologia política no Brasil, abrangendo, historicamente, sobretudo, artigos de autoras e autores brasileiros/as e iberoamericanos/as. O periódico foi avaliado no Qualis CAPES como B1 Contactos
Endereço postal Revista Psicologia Política / Programa de Pós-Programa de Pós-Graduação em Psicologia - Universidade Federal do Amazonas. Av. Rodrigo Otávio, Campus Universitário, Setor Sul. Coroado, CEP 69080-900, Manaus – AM Contato Principal |
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| A Revista Psicologia Política é uma publicação de fluxo contínuo. |
| Este periódico segue os padrões definidos no programa de Política de Preservação Digital do Programa SciELO. |
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![]() Associação Brasileira de Psicologia Política ![]() |
| A Revista Psicologia Política é um periódico de publicação contínua vinculado à Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP). A Revista é uma publicação dirigida ao campo de estudos interdisciplinar da Psicologia Política. Constitui-se, portanto, em um periódico de estudos das problemáticas no campo da Psicologia Política que tem como epicentro a reflexão sobre o comportamento político nas sociedades contemporâneas. O ponto de intersecção entre estas duas áreas científicas – Psicologia e Política – tem sido a preocupação com a construção de um universo de debate no qual nem as condições objetivas nem as subjetivas estejam ausentes, pelo contrário, estão sendo compreendidas, por diferentes abordagens teóricas, como codeterminantes, portanto, constituintes dos comportamentos coletivos, dos discursos, das ações sociais e das representações que constituem antagonismos políticos no campo social. A Revista preocupa-se com o desenvolvimento deste campo interdisciplinar de reflexão e prática investigativa, no qual os principais debates têm sido reunidos em torno de questões como o preconceito social, diferentes formas de racismo, xenofobia, ações coletivas e movimentos sociais, violência coletiva e social, socialização política, comportamento eleitoral, relações de poder, valores democráticos e autoritarismos, fascismo, estética e política, participação social e políticas públicas, bem como os estudos sobre opinião pública e meios de comunicação de massa. Reúnem-se, ainda, nestas preocupações, os estudos sobre análise de discursos e ideologias, de universos simbólicos e de práticas institucionais. As questões referentes aos debates teóricos e metodológicos neste campo são bem recebidas por este conselho editorial que tem a preocupação de debater cientificamente o aprofundamento das temáticas constituintes da interface entre os aspectos políticos e os psicológicos. |
Este periódico segue o modelo de Acesso Aberto (Open Acess), permitindo o acesso virtual, sem restrição (incluindo restrições financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico. Acesso aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.” |
Conformidade com a Ciência Aberta
Este periódico segue o modelo Diamond Open Access. A Revista Psicologia Política oferece às pessoas autoras e pareceristas opções de abertura do processo de avaliação por pares, com ou sem identificação dos seus nomes. As autorizações para divulgação dos nomes poderá ser dada por ambos os lados no momento da submissão e avaliação, respectivamente, através do preenchimento do Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta e do Formulário de Avaliação, ambos disponibilizados na plataforma SciELO Submission. A contribuição das pessoas responsáveis pela editoria será devidamente creditada no corpo dos artigos publicados. |
A Revista Psicologia Política aceita a publicação de artigos de preprints, visando acelerar a comunicação de resultados de pesquisas. Preprint é definido como um manuscrito pronto para submissão a um periódico e que é depositado em servidores de preprints confiáveis antes ou em paralelo à submissão a um periódico. |
| A Revista Psicologia Política estimula o compartilhamento de dados primários, códigos e outros materiais produzidos nas pesquisas e que costumam ficar subjacentes aos manuscritos submetidos. Essas informações poderão ser disponibilizadas tanto por ocasião da submissão como no momento da publicação, com o objetivo de contribuir para a avaliação do manuscrito, bem como para a preservação e reuso de dados das pesquisas aprovadas para publicação. Impedimentos por questões legais e éticas poderão justificar a omissão de tais materiais e a disponibilização (ou não) dos mesmos deve ser indicada no Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta que deve compor a submissão. O SciELO disponibiliza uma Lista de repositórios recomendados para depósito de dados de pesquisa, entre eles o SciELO Data, além de um Guia de citação de dados de pesquisa e do Guia TOP para promoção da abertura, transparência e reprodutibilidade das pesquisas. |
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As pessoas autoras devem declarar, em carta que acompanha o manuscrito submetido, que foram respeitadas todas as diretrizes éticas concernentes à integridade nas atividades científicas realizadas no transcorrer das pesquisas. A observância das boas práticas de ética na pesquisa é de responsabilidade do autor, atentando particularmente às resoluções da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). A Revista de Psicologia Política segue os padrões nacionais e internacionais de aspectos éticos relacionados à pesquisa com seres humanos (Resolução 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde & IUPsys - Declaração Universal dos Princípios Éticos para Psicólogos). Para o fomento a boas práticas editoriais, as questões éticas que não estão relacionadas diretamente à pesquisa com seres humanos, o periódico se ampara nos Códigos de Ética da SciELO que podem ser verificados no “Guia de Boas Práticas para o Fortalecimento da Ética na Publicação Científica”; nos “Princípios de Transparência e Boas Práticas em Publicações Acadêmicas” recomendados pelo Committee on Publication Ethics – COPE; nos princípios do Directory of Open Access Journals – DOAJ; e nos princípios da Open Access Scholarly Publishers Association (Associação de Editores Acadêmicos de Acesso Aberto – OASPA). Responsabilidade dos autores/autoras: |
Política de Ética e Más condutas, Errata e Retratação
Retratação e manifestação de preocupação: |
Política sobre Conflito de Interesses
| O conflito de interesses pode ser de natureza pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. Conflitos de interesses podem ocorrer quando as pessoas autoras, revisoras ou editoras possuem interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos. Ao submeter o manuscrito, as pessoas responsáveis devem reconhecer e revelar conflitos financeiros ou de outra natureza que possam ter influenciado o trabalho. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesse, esse deve ser informado em campo próprio (Comentários ao Editor) na plataforma de submissão. Para mais informações ver: Disclosure of Financial and Non-Financial Relationships and Activities, and Conflicts of Interest |
Ao submeter um manuscrito à RPP, os/as autores/as atestam que não estão infringindo nenhum princípio de integridade acadêmica, acometendo em plágio, autoplágio, publicação redundante etc. Além desta verificação realizada pelos editores, as normas para submissão de manuscritos para a Revista exige do/a autor/a que obras citadas sejam devidamente referenciadas. |
Adoção de softwares de verificação de similaridade
A Revista Psicologia Política utiliza o software Turnitin para a verificação de plágio. Os manuscritos são verificados por amostragem, na etapa de Edição ou sempre que indicado por editores de seção ou avaliadores. Considera-se aceitável até 30% de similaridade (na cópia literal) do texto. Caso seja encontrado um percentual superior, a Equipe editorial avaliará a possibilidade de encaminhar as pessoas autoras uma notificação para que seja feita uma revisão com vistas a adequação do manuscrito. |
Adoção de softwares uso de recursos de Inteligência Artificial
| A Revista Psicologia Política utiliza ferramenta de IA para identificação de similitude e aceita artigos que tenham feito uso de ferramentas de IA desde que devidamente identificadas, de acordo com as orientações explicitadas no Guia de uso de ferramentas e recursos de Inteligência Artificial na comunicação de pesquisas da Rede SciELO. |
| A Revista Psicologia Política segue as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER), praticando, inclusive, a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial. As diretrizes SAGER compreendem um conjunto de procedimentos que orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise de dados e nos resultados e interpretação dos achados. |
| Para as pesquisas em ambiente virtual, atentamos particularmente às resoluções da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP. |
| Pessoas autoras de artigos publicados pela Revista Psicologia Política mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution CC BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado, os autores concedem a(o) revista/periódico o direito de primeira publicação. |
Propriedade Intelectual e Termos de uso
Todo o conteúdo publicado na Revista Psicologia Política, exceto onde especificado de outra forma, estão licenciados sob a licença Creative Commons Attribution – CC-BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.
A Equipe Editorial se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores
As opiniões e conceitos emitidos nos artigos são de sua exclusiva responsabilidade das pessoas autoras. |
Cada volume é composto por artigos originais representando pelo menos 80% dos manuscritos. 20% do conteúdo poderá ser destinado a outras modalidades. As seções previstas são as seguintes: Esta seção é reservada para textos originais/inéditos, de qualidade e que tratam tanto de aspectos empíricos quanto teóricos relativos ao foco da Revista, atendendo ao formato explicitado nas Diretrizes aos autores e autoras. Recomendamos que ao menos um dos autores tenha o título de doutor, como forma de aproximarmos e colocarmos em diálogo autores do campo. Os artigos podem ser revisão crítica, meta-análise ou resultado de pesquisas de natureza empírica, experimental ou conceitual sobre assunto de interesse da Psicologia Política. Revisões sistemáticas, revisões integrativas, ensaios teóricos (críticas e formulação de conhecimentos teóricos relevantes) e artigos dedicados à apresentação e discussão de aspectos metodológicos e técnicas utilizadas em pesquisa também podem compor esta seção. Para atender melhor aos critérios de avaliação de periódicos, incentivamos que os artigos contenham, sempre que possível, tópicos separados para objetivos, metodologia, resultados, discussão e considerações finais, não necessariamente com esses títulos. 4. Dossiês Propostas de dossiês temáticos e/ou metodológicos sugeridos por membros da ABPP ou por acadêmicos e acadêmicas da área serão apreciados pela equipe editorial em fluxo contínuo. As mesmas devem ser encaminhadas através de email ao editor chefe do periódico, destacando a relevância do tema em foco e justificando a escolha do periódico para a submissão. Em caso de aceite, o/a proponente será designado Editor convidado, ficando responsável por todas as etapas da tramitação dos artigos na plataforma e se dará de forma idêntica às submissões isoladas. O processo será acompanhado pelo editor geral ou outro editor por ele designado. 5. Resenhas de livros Esta seção é reservada a análises críticas de obras nacionais ou estrangeiras recentes (publicadas há até cinco anos), que tenham relação com as temáticas da psicologia política ou que sejam de abordagem psicopolítica. A resenha deve orientar o leitor para as características da obra resenhada, seus usos potenciais e contribuições para o campo da psicologia política. 6. Entrevistas Esta seção é reservada para a publicação de entrevistas realizadas com autores/as, autoridades reconhecidas no campo acadêmico e outras personalidades que contribuam para o debate da psicologia política. As entrevistas devem ter relação com as temáticas da psicologia política, abordar a história da psicologia política ou tratar de pesquisadores/as que contribuem ou tenham contribuído com o campo interdisciplinar da psicologia política. As entrevistas devem conter o(s) nome(s) do(s) entrevistado(s) e entrevistador(es) e uma apresentação sobre o contexto da mesma e currículo da pessoa entrevistada. Pede-se também que seja enviada a autorização digitalizada do(s)/das entrevistado(s) e entrevistada(s), concordando com a publicação do material. Caso sejam citadas obras na entrevista, as mesmas devem seguir o padrão de citação da revista. As entrevistas serão avaliadas por algum membro da equipe editorial e/ou do Comité Editorial. 7. Traduções Esta seção é reservada a traduções de artigos, ensaios e entrevistas relevantes e indisponíveis em língua portuguesa. As colaborações enviadas devem apresentar título, nome(s) do(s) autor(es) e do(s) tradutor(es). E devem ainda ser acompanhadas de cópia digitalizada do original utilizado na tradução, bem como da autorização digitalizada (da editora e do autor ou autora) para publicação. 8. Relatos de experiência Relatos de práticas profissionais e intervenções concretas na realidade social, acompanhados de análises críticas e sistemáticas que sejam de interesse para a Psicologia Política. Esta seção é voltada para o mundo do trabalho, para os processos de mobilização comunitária, projetos de extensão e para a ponte ensino-serviço. |
Processo de avaliação por pares
As submissões passarão por uma pré-avaliação, para verificar sua adequação às normas, aderência ao escopo editorial e relevância. Aqueles que estiverem de acordo com as normas e que forem considerados como potencialmente publicáveis pela Revista Psicologia Política serão encaminhados pelos editores e editoras para avaliação ad hoc. A análise dos artigos submetidos será realizada no sistema blind peer review, ou seja, os autores e autoras não serão identificados pelos avaliadores e avaliadoras e vice-versa. Nesta modalidade, o sistema tem como objetivo preservar e respeitar opiniões, sem quaisquer constrangimentos. Opcionalmente, caso seja de interesse de ambas as partes (autores e pareceristas), poderá ser adotada a “avaliação por pares aberta” (open peer review, OPR), podendo a avaliação ser publicada junto ao artigo, como forma de enriquecer o debate acadêmico-científico. Para avaliar os manuscritos serão designadas ao menos dois/duas avaliadores/as. Caso haja pareceres divergentes, um/a terceiro/a avaliador/a será acionado/a. |
| Os artigos são editados dentro do sistema da Revista (http://submission-pepsic.scielo.br/index.php/rpp/index), sendo acompanhados pelos editores e editoras da Revista ou por editores e editoras convidados para Dossiês. Os artigos aceitos para publicação serão editorados por fornecedores de serviços contratados para esse fim, sendo enviados para a conferência dos autores em cada etapa de revisão (normas e layout) e encaminhados à Rede Pepsic para publicação após a marcação XML e atribuição de DOI. |
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